Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

MAM São Paulo apresenta exposição inédita do Clube de Colecionadores no Canopy by Hilton São Paulo Jardins

São Paulo, por Kleber Patricio

Cinthia Marcelle, “Espelho, espelho seu”, 2019. Clube de Colecionadores MAM São Paulo.

O Clube de Colecionadores do Museu de Arte Moderna de São Paulo ganhará exposição inédita para relembrar mais de 30 anos de trajetória, além de outra mostra para celebrar a edição de 2024. A mostra “Técnicas de diversão na arte contemporânea” apresenta no Canopy by Hilton São Paulo Jardins gravuras, fotografias e obras de outros suportes que foram realizadas, principalmente, na última década.

A curadoria de Gabriela Gotoda selecionou trabalhos que têm em comum uma busca para desviar, defletir ou divergir das expectativas tradicionais sobre a arte e, em especial, a arte reprodutível. “Seja no sentido de divertir-se diante de uma provocação criativa, de surpreender-se com as viradas de direção no interior de uma composição visual estática ou de distrair-se com formas e cores que despertam diferentes sensações, as técnicas de diversão empregadas pela arte podem oferecer ao público certo alívio da responsabilidade de demarcar sentidos decisivos, sobretudo num mundo onde as definições são cada vez mais imprecisas e dispensáveis”, afirma a curadora.

“Técnicas de diversão na arte contemporânea” reúne trabalhos de artistas como Angelo Venosa, Arcangelo Ianelli, Arnaldo Antunes, Ascânio MMM, assume vivid astro focus (avaf), Barrão, Claudio Tozzi, Elza Lima, Lia Chaia, Paulo Bruscky e Waltercio Caldas, dentre outros. As obras estarão expostas no Stella Restaurante e no Stella Lounge do Canopy by Hilton São Paulo Jardins, primeiro hotel boutique lifestyle da marca na América do Sul, localizado no bairro dos Jardins.

Paulo Bruscky, Sem título, 2015. Clube de Colecionadores MAM São Paulo.

Também no hotel, a edição 2024 reúne as obras da edição atual do Clube, com trabalhos de Lucia Laguna, André Ricardo e George Love. A curadoria desta edição, que acaba de ser lançada, é de Cauê Alves, curador-chefe do museu. As pessoas interessadas em fazer parte do Clube e adquirir essas três obras, que são produzidas em tiragens limitadas de 70 exemplares e incorporadas ao acervo do museu, poderão entrar em contato com a equipe do MAM para mais informações.

O Clube de Colecionadores aposta em formatos e proposições de obras que dialoguem com as mudanças próprias da arte e da modernidade, além de incorporar reflexões sobre a reprodução técnica de imagens e a sua influência no olhar e na experiência do espectador. “O Clube de Colecionadores tem o objetivo de estimular a produção artística contemporânea e incentivar e democratizar o colecionismo de arte. A parceria entre o MAM e o Canopy by Hilton São Paulo Jardins se relaciona diretamente com essa missão”, diz Cauê Alves, curador-chefe do MAM.

Desde o início, o Clube de Colecionadores do MAM São Paulo tem como premissa incentivar os artistas convidados a ultrapassarem os limites tradicionais das linguagens e de suas diferentes técnicas de reprodução, contribuindo, assim, para discussões atuais que questionam os estatutos definitivos da arte.

Barrão, “Primeiras estórias”, 2019. Clube de Colecionadores MAM São Paulo. Foto: Karina Bacci.

Fundado em 1986, inicialmente o Clube era dedicado apenas à gravura, mas em 2000 o MAM criou uma segunda iniciativa focada somente em fotografia. Com a crescente interdisciplinaridade da produção artística e a superação efetiva das fronteiras entre diferentes linguagens, esvaziou-se o sentido de existirem dois Clubes separados. Em 2022, o MAM São Paulo aliou essas iniciativas num único Clube de Colecionadores.

A associação ao Clube de Colecionadores do MAM é anual e os membros recebem um conjunto de três obras, com a possibilidade neste ano de escolher entre duas opções da obra de Lucia Laguna. Além disso, a participação também garante benefícios e experiências exclusivas aos associados, como visitas mediadas. O valor do conjunto é de R$7.000, com diversas opções de formas de pagamento. Para garantir a associação ao Clube de Colecionadores do MAM, entre em contato diretamente por este link ou através dos contatos clubes@mam.org.br e 55 (11) 5085-1406 ou 55 (11) 94368-3988.

Artistas em “Técnicas de diversão na arte contemporânea”: Ana Maria Tavares (Belo Horizonte, MG, 1958), Angelo Venosa (São Paulo, SP, 1954 – São Paulo, SP, 2022), Arcangelo Ianelli (São Paulo, SP, 1922 – São Paulo, SP, 2009), Arnaldo Antunes (São Paulo, SP, 1960), Ascânio MMM (Braga, Portugal, 1941), assume vivid astro focus (avaf) (Eli Sudbrack: Rio de Janeiro, RJ, 1968), Barrão (Rio de Janeiro, RJ, 1959), Cinthia Marcelle (Belo Horizonte, MG, 1974), Claudio Tozzi (São Paulo, SP, 1944), Elza Lima (Belém, PA, 1952), Fernanda Gomes (Rio de Janeiro, RJ, 1960), Gilvan Barreto (Jaboatão dos Guararapes, PE, 1973), Ivan Grilo (Itatiba, SP, 1986), José Roberto Aguilar (São Paulo, SP, 1941), Lais Myhrra (Belo Horizonte, MG, 1974), Lia Chaia (São Paulo, SP, 1978), Marcelo Silveira (Gravatá, PE, 1962), Mario Cravo Neto (Salvador, BA, 1947 – Salvador, BA, 2009), Matheus Rocha Pitta (Tiradentes, MG, 1980), Mauro Restiffe (São José do Rio Pardo, SP, 1970), Motta & Lima (São Paulo, SP, 1976 ambos), Paulo Bruscky (Recife, PE, 1949), Pocztaruk (Porto Alegre, RS, 1983), Sara Ramo (Madri, Espanha, 1975), Walter Carvalho (João Pessoa, PB, 1947), Waltercio Caldas (Rio de Janeiro, RJ, 1946) e Yuri Firmeza (São Paulo, SP, 1982).

Artistas da edição 2024 do Clube de Colecionadores do MAM: André Ricardo (São Paulo, SP, 1985), George Love (Charlotte, Carolina do Norte, EUA, 1937 – São Paulo, SP, 1995) e Lucia Laguna (Campos dos Goytacazes, RJ, 1941).

Sobre o MAM São Paulo

André Ricardo, Sem título, 2023. Clube de Colecionadores MAM São Paulo. Foto: Ding Musa.

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades, que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, peças de teatro, sessões de filmes e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

Serviço:

Técnicas de diversão na arte contemporânea

Curadoria de Gabriela Gotoda

Edição 2024 do Clube de Colecionadores do MAM

Curadoria de Cauê Alves

Realização do MAM São Paulo em parceria com Canopy by Hilton São Paulo Jardins

Período expositivo: 15 de março a 16 de junho de 2024

Local: Canopy by Hilton São Paulo Jardins

Endereço: R. Saint Hilaire, 40 – Jardim Paulista, São Paulo – SP

Número: (11) 3509-9610

Site: https://canopybyhiltonjardins.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/canopysaopaulojardins/

Mais informações:

MAM São Paulo

www.instagram.com/mamsaopaulo/

https://www.facebook.com/mamsaopaulo/

www.youtube.com/@mamsaopaulo/.

(Fonte: A4&Holofote Comunicação)

IMS lança site sobre vida e obra de Carolina Maria de Jesus

São Paulo, por Kleber Patricio

Carolina de Jesus autografando seu livro. 23/8/1960. Acervo FolhaPress.

Na última quinta-feira, 14 de março, data de nascimento de Carolina Maria de Jesus (1914–1977), o Instituto Moreira Salles celebra o aniversário da autora com o lançamento de um site sobre sua vida e obra. Já disponível neste endereço, o site reúne extensa informação sobre a trajetória e a produção literária da escritora mineira, que se tornou internacionalmente conhecida com a publicação, em 1960, de seu livro “Quarto de despejo”.

“Tem uma proposta central neste site, que é a de ser um ponto de encontro, onde admiradores, estudiosos, leitores e todas as pessoas que se sentem tocadas por Carolina poderão compartilhar aspectos preciosos de sua vida e obra em movimento”, diz a professora e pesquisadora Fernanda Miranda, responsável pela concepção do projeto. Fernanda esteve à frente da pesquisa literária nos manuscritos de Carolina para a exposição “Carolina Maria de Jesus, um Brasil para os brasileiros”, exibida no IMS Paulista (2021) e no Museu de Arte do Rio – MAR (2023), entre outras instituições.

O site se organiza em quatro seções: Biografia, Obras, Arquivo Vivo e Encontros. A primeira, ilustrada com fotografias, reportagens e reproduções de manuscritos, traça uma linha do tempo que começa com o nascimento do avô da escritora, Benedicto José da Silva, em 1862, 26 anos antes da abolição da escravatura. Há ainda vídeos, um deles com a filha Vera Eunice falando sobre a mãe ou com a própria Carolina em seu sítio em Parelheiros, na periferia de São Paulo, para onde se mudou em 1969.

A seção Obra destaca os livros mais conhecidos – “Quarto de despejo”, “Casa de alvenaria” e “Diário de Bitita” ganham cada um ambiente próprio e lista toda sua produção. Carolina é autora de uma obra extensa que passa por diversos gêneros literários: poesia (ela se autodefinia como poeta), romance, contos e provérbios. Também é possível ler na íntegra o primeiro de dois cadernos do manuscrito “Um Brasil para os brasileiros”, sob a guarda do IMS. O manuscrito foi editado e publicado na França e depois traduzido para o português com o título “Diário de Bitita”, com diferenças substanciais entre eles. O visitante pode ainda ouvir todas as faixas do disco “Quarto de despejo”, lançado pela RCA Victor em 1960.

Reprodução da seção Biografia, que abriga uma linha do tempo no site.

Já a seção Arquivo Vivo reúne cartas escritas e recebidas por ela e um extenso material sobre a exposição “Carolina Maria de Jesus – Um Brasil para os brasileiros”, incluindo os depoimentos gravados pelas 12 conselheiras da mostra; entre elas, Elisa Lucinda, Conceição Evaristo e Carmen Silva. E ainda traz o registro de cantores, como Virgínia Rodrigues e Wanderson Lemos, interpretando canções da escritora. Também está ali a reportagem histórica do jornalista Audálio Dantas publicada na revista O Cruzeiro em 20 de junho de 1959, que tornou a escritora conhecida no Brasil. “A Carolina tem uma trajetória bem longa com o jornalismo. Entre as escritoras negras brasileiras, é a que provavelmente mais foi fotografada e mapeada pela imprensa. A ideia é ir colocando essas reportagens aos poucos”, diz Fernanda.

Por último, a seção Encontros, dividida entre Pesquisa, Escrita e Sala de Aula, espaço mais colaborativo no site. “Queremos construir um banco de teses para que as pessoas consigam acessar o conhecimento que tem sido produzido sobre a Carolina na universidade, mas que não seja excludente”, explica Fernanda. Assim, cada tese no site é apresentada de modo informal, em vídeo, pelo próprio autor. A aba Escrita traz depoimentos de autores cujas obras se relacionam de modos diferentes com Carolina. E, em Sala de Aula, o objetivo é que professores compartilhem trabalhos que vêm sendo realizados com seus alunos. O site já entra no ar com um vídeo em stop motion feito em sala de aula por alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) de Vila Atlântica, São Paulo, coordenados pela professora Maisa Paes. “O site é um projeto em andamento, vai se fazendo com o tempo, muito conteúdo ainda vai ser produzido”, explica Fernanda, que tem expectativa nos materiais e depoimentos que ainda serão colhidos com o objetivo de constituir arquivos de memória vivos no presente. Além disso, o site incentiva o público a contribuir com a sua construção enviando comentários e sugestões no seguinte e-mail: sitecarolina@ims.com.br.

Serviço:

Site sobre Carolina Maria de Jesus – já disponível nesta página.

(Fonte: Instituto Moreira Salles)

Falta de estudos de biodiversidade dificulta gestão das unidades de conservação

Brasil, por Kleber Patricio

No Parque Estadual Mata das Flores (ES), espécies de plantas conhecidas saltou de 53 para mais de 240 em quatro anos. Foto: IEMA.

Por Gabriel Santos e Mário Luís Garbin — O Brasil tem um dos maiores sistemas de Unidades de Conservação (UCs) do mundo. Essas UCs têm sido uma das principais formas de garantir a sobrevivência das espécies nativas, mas com a falta de recursos humanos e financeiros, a sua efetividade fica comprometida. A grande quantidade de espécies endêmicas conhecidas e muitas ainda a serem descritas pela ciência torna a gestão dos recursos ainda mais desafiadora.

A definição de uma estratégia para a gestão da UC é fundamental para garantir seu sucesso na descoberta e proteção de espécies. É para isso que serve o plano de manejo, documento norteador da gestão da UC. Todas as UCs devem tê-lo, conforme determina a Lei nº 9.985 de 2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Ainda assim, mais de duas décadas com a lei em vigor, a meta de ter planos de manejos em todas as UCs está longe de ser alcançada e a falta de conhecimento da biodiversidade existente nas UCs é um dos principais empecilhos.

O plano de manejo depende, diretamente, do conhecimento que se tem sobre a biodiversidade da área. Sem informações básicas, sua elaboração pode levar anos, desde a captação de recursos até a implementação. Para piorar, nem sempre as UCs que mais precisam são as que têm seus planos de manejo implementados. Isso acontece porque a escolha de onde alocar os recursos disponíveis depende da visibilidade da UC.

O ciclo funciona da seguinte forma: quanto mais conhecemos a biodiversidade de determinada UC, mais importância damos a ela e, com isso, mais recursos ela consegue captar. Com mais recursos, a UC consegue evidenciar cada vez mais sua importância. Isso acaba atraindo mais pesquisas. Não é à toa que as UCs mais antigas tendem a ter mais estudos, mais espécies conhecidas e são também as que tendem a ter planos de manejo.

Em estudo recente, identificamos que UCs que possuem plano de manejo têm, em média, duas vezes mais espécies ameaçadas registradas do que as UCs sem esse documento. O conhecimento sobre as espécies ameaçadas acontece exatamente porque elas receberam investimentos e construíram planos de manejo.

Podemos observar esse ciclo no caso do Parque Estadual Mata das Flores, no município de Castelo, Espírito Santo. Quando pesquisadores começaram um programa de pesquisas na UC, em 2012, no local havia existido apenas uma expedição para coleta botânica. Com o avanço da pesquisa, mais cientistas foram até lá e começaram a descrever espécies novas, contribuindo substancialmente para a capacidade da UC de captação de recursos visando à elaboração do seu plano de manejo. Quatro anos após o início das pesquisas, a riqueza de espécies de plantas conhecidas saltou de 53 para mais de 240. Dessas, ao menos 20 espécies nunca haviam sido registradas no estado.

Investir em mais estudos para conhecer a biodiversidade do país é urgente e deve ser uma decisão tomada de forma estratégica. Para isso, é importante entender como funciona esse sistema de escolhas de UCs para, depois, focar em onde direcionar esses recursos. A partir daí, podemos priorizar as UCs que mais precisam, sem negligenciar as unidades com menor infraestrutura e menos visibilidade.

Sobre os autores:

Gabriel Santos é biólogo e pesquisador do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA).

Mário Luís Garbin é pesquisador e professor de ecologia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

(Fonte: Agência Bori)

Prefeitura de Indaiatuba e Corpus promovem capacitação ambiental para profissionais da Educação

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Este ano, mais de 185 professores e agentes de ensino da Rede Municipal já passaram pelo treinamento. Foto: Divulgação.

O Departamento de Educação Ambiental da Corpus Saneamento e Obras, em parceria com as secretarias de Serviços Urbanos e Meio Ambiente e de Educação da Prefeitura de Indaiatuba – município da Região Metropolitana de Campinas (SP) – dá andamento à capacitação ambiental dos profissionais da Educação neste mês de março. Desde janeiro, mais de 185 professores e agentes de ensino da Rede Municipal de Indaiatuba já passaram pelo treinamento, que é realizado no Centro de Educação Ambiental do Complexo do Aterro Sanitário de Indaiatuba. O projeto faz parte do Programa de Informação e Educação Ambiental (PIEA) realizado pela empresa em parceria com a Administração Municipal.

A proposta do projeto é criar fomentadores que ajudem a intensificar o diálogo sobre a coleta seletiva, limpeza urbana e responsabilidade compartilhada para ação cidadã com os munícipes. A expectativa é de que até o final do ano mais 210 servidores municipais participem do roteiro educacional.

Conforme explicou o secretário de Serviços Urbanos, Guilherme Magnusson, a escolha do público para a capacitação levou em consideração o papel estratégico dos educadores na aproximação com a população. “Os professores são os grandes exemplos e fontes de informações relevantes aos estudantes e suas famílias. Por isso a importância de ajudá-los a tornar essa abordagem mais prática, correlacionando a limpeza urbana e o cuidado com o meio ambiente”, explicou.

No circuito do treinamento, os profissionais são apresentados às estruturas disponíveis na cidade para atender à população de forma gratuita, as formas corretas de segregação e descarte dos resíduos. Além de reforçar sobre a finalidade das estruturas de limpeza urbana, a gestora ambiental Mariane Pintor faz a associação entre os locais e os espaços de Educação Ambiental com visita guiada ao Ecoponto Quintal, situado no Jardim Eldorado, e ao Complexo do Aterro Sanitário.

Magnusson explica que o objetivo é informar e educar os profissionais para que sejam multiplicadores de informações para o uso correto das Ilhas Ecológicas e Ecopontos disponíveis em Indaiatuba. “Além dos professores auxiliarem a disseminar entre os estudantes sobre a necessidade de combater o descarte irregular de resíduos, eles ainda podem ajudar a incentivar a separação correta dos resíduos para melhorar a qualidade e a quantidade da nossa coleta seletiva”, complementou o secretário. Até o final do ano, a Administração Municipal espera atender, também, mais de 5.500 alunos do Ensino Fundamental em suas estruturas de educação.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Corporação Villa-Lobos realiza concerto em comemoração aos 2 anos da Banda Jovem

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A Corporação Musical Villa-Lobos realiza concerto em comemoração aos 2 anos da Banda Jovem no próximo dia 17 de março às 10h30, no Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano). A entrada é gratuita. A apresentação conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Cultura. Os ingressos devem ser retirados no local 50 minutos antes da apresentação.

O repertório preparado pela Banda Jovem contará com músicas da MPB, clássicas, do ritmo pop e melodias que foram temas de filmes. Foram também escolhidas canções de sucesso do Cold Play, W. A. Mozart, Luiz Gonzaga e John Williams, dentre outros.

Serviço:

2 anos da Banda Jovem

Data: 17 de março de 2024 – Horário: 10h30

Local: Centro Cultural Hermenegildo Pinto – “Piano”, situado na Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 5924 – Jardim Morada do Sol

Retirar ingressos no Piano 50 minutos antes da apresentação.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)