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Secretaria de Cultura realiza espetáculo ‘A Ressurreição’ nos dias 1 e 2 de junho

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Nos dias 1º e 2 de junho a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Cultura, realiza o espetáculo ‘A Ressurreição’, com exibição às 19h, nas duas datas, em palco montado em frente ao Paço Municipal. A peça conta com mais de 150 pessoas envolvidas e será narrada a história de Jesus de Nazaré, que veio a Terra para nos salvar, mas foi torturado e crucificado pelos mesmos homens a quem estendia suas mãos para a cura.

Participam da encenação 110 bailarinos e dançarinos, alunos das oficinas da Secretaria Municipal de Cultura, além de 50 atores e figurantes vindos das oficinas e de voluntários que se inscreveram para as audições. Também participam os professores Danielle Ianes, Dênis Ramos, Daniela Barbosa, Raul Leme, Priscila Carotti, Priscila Granja, Robson Oliveira, Gabriela Sonego, Giovanna Ragazini, Karen Heloisi e Luana Cardoso.

Além disso, conta com a participação da coordenadora de dança, Daniela Candello e os professores de teatro da Secretaria de Cultura, Junior Grotto, Fábio Pimenta e Bbeth Forini, que também atua como assistente de direção, junto com Nina Vinagre.

A direção e roteiro são de Rogério Barbatti, em colaboração com o padre Jonas Barbosa da Silva, pároco da Paróquia Nossa Senhora Perpétuo Socorro, de Indaiatuba. Lucas Bueno será Jesus Cristo. As cantoras Nicoly Stefany, Amanda Wolf e Mika Donadoni também integram a equipe do espetáculo.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Novo viveiro em Pederneiras (SP) impulsiona pesquisa e desenvolvimento de espécies florestais

Pederneiras, por Kleber Patricio

Empreendimento, que será inaugurado no dia 27 de maio, faz parte do Projeto Melhoramento e Conservação de Germoplasma Arbóreo de Rápido Crescimento e tem o apoio da Fundepag. Fotos: Helmut Schuckar.

No dia 27 de maio foi inaugurado o viveiro do Projeto Melhoramento e Conservação de Germoplasma Arbóreo de Rápido Crescimento, na Unidade de Conservação Floresta Estadual de Pederneiras, no estado de São Paulo. Desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA/SEMIL) em parceria com a Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa do Agronegócio (Fundepag) e a empresa Helmut Schuckar, o projeto, que está em andamento desde 2022, visa aprimorar a produção de material genético de espécies arbóreas como pinus, eucaliptos e corymbia.

O viveiro objetiva produzir mudas com material genético melhorado para as espécies exóticas de rápido crescimento. “Esse material é destinado principalmente à produção de resina de pinus, que tem ampla aplicação em cosméticos, fármacos, alimentos, produtos de limpeza, construção civil, entre outros produtos, além da madeira”, explica o pesquisador Científico do IPA/SEMIL e coordenador do projeto, Miguel Luiz Menezes Freitas.

Atualmente, o viveiro ocupa cerca de um hectare e tem capacidade para produzir um milhão de mudas por ano, podendo ser expandido para atender à demanda crescente. A estrutura inclui casa de vegetação climatizada, área para preparo das mudas e área de rustificação das mudas, além de espaço para armazenamento de sementes.

Produção de mudas em casa de vegetação.

O principal objetivo desta fase do projeto é intensificar a produção de material genético melhorado, utilizando técnicas avançadas como a seleção de indivíduos superiores, polinização controlada, coleta de sementes florestais e um programa de enxertia. Essas tecnologias são essenciais para garantir a qualidade e a sustentabilidade das mudas produzidas.

Além do impacto científico e ambiental, o projeto também traz benefícios econômicos significativos para a região e para São Paulo, com empresas de outros estados já demonstrando interesse em adquirir as mudas produzidas, o que pode gerar emprego e movimentar a economia da região. “Até o momento, cinco trabalhadores locais foram contratados diretamente e a expectativa é que o número cresça com a expansão do projeto”, sinaliza o também coordenador do projeto, José Arimatéia Rabelo Machado.

Destinatários e impacto econômico

A produção do viveiro será acessível a produtores interessados na produção florestal, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor mundial de resina de pinus, exportando grande parte de sua produção, especialmente para a Europa e, consequentemente, para a Ásia e América do Norte. “Nosso mercado maior é a Europa, de onde os produtos são distribuídos globalmente”, acrescenta Machado.

Viveiro objetiva produzir mudas com material genético melhorado para as espécies exóticas de rápido crescimento.

O viveiro entrou em operação e já está comercializando mudas para algumas empresas. “O projeto representa um avanço significativo para a produção florestal em São Paulo, combinando inovação genética com sustentabilidade ambiental. Com a inauguração e o apoio de diversas instituições, esperamos que o viveiro contribua significativamente para o fortalecimento do setor florestal brasileiro”, enfatiza Freitas.

A inauguração contará com a presença de importantes stakeholders do setor florestal, incluindo empresários e instituições de pesquisa, como a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC), a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e a Embrapa Florestas. “Este projeto representa um passo importante para a conservação e melhoramento de espécies florestais, com impactos positivos para a ciência, a economia e o meio ambiente”, finaliza Freitas.

Sobre a Fundepag

A Fundepag foi criada em 1978, a partir dos esforços de grupos empresariais representantes da agropecuária, da indústria, do comércio e das finanças para somar esforços do Estado e da iniciativa privada no desenvolvimento de projetos de pesquisa.  Apoia e executa diversos tipos de projetos, serviços tecnológicos, capacitações e eventos. Além de contar com seu próprio Núcleo de Inovação Tecnológica Fundepag – NIT, expandido para Centro de Inovação Tecnológica – Conexão.f – reconhecido pelo Governo paulista, oferece uma estrutura de apoio administrativo-financeiro, de gestão de pessoas, consultoria jurídica e ferramentas informatizadas, com a qualidade e ética assessoradas pelas ISO 9001:2015 (qualidade), ISO 37301:2017 (compliance) e ISO 37001:2017 (antissuborno). Mais informações: https://portal.fundepag.br.

Sobre o Instituto de Pesquisas Ambientais | O Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA/SEMIL) é uma instituição dedicada à pesquisa, conservação e educação ambiental no estado de São Paulo, desenvolvendo pesquisas científicas em biodiversidade, botânica, geociências e ciências florestais. Além disso, promove a disseminação do conhecimento ambiental, implementa normas e políticas de ciência e tecnologia, capacita profissionais em biodiversidade e meio ambiente, e mantém museus, acervos e coleções científicas e culturais. O IPA trabalha para formar profissionais qualificados, produzir conhecimento e contribuir para a gestão ambiental sustentável. Saiba mais: https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/ipa/#.

(Fonte: Attuale Comunicação)

Parque Cristalino em risco: especialistas comentam os potenciais problemas com a extinção do parque

Mato Grosso, por Kleber Patricio

Foto: Prefeitura de Novo Mundo.

Desde o ano passado, a extinção do Parque Cristalino II, situado no extremo norte de Mato Grosso, na região Sul da Amazônia, está sendo abordada nos órgãos públicos. Juízes estaduais aceitaram o pedido de uma empresa privada que alega possuir terrenos na área. Durante a última semana, o governador Mauro Mendes (União) informou que não há investimento para a preservação do local. Ainda cabe recurso do Governo do estado.

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com um pedido de anulação do processo de extinção do Parque Estadual do Cristalino II e informou que o fim do parque pode comprometer o investimento de quase meio bilhão de reais em recursos voltados para o cuidado de Unidades de Conservação. O local compõe o Programa do governo Federal de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) e só na região há R$18 milhões já aplicados para esse fim.

O Parque Estadual Cristalino é considerado o mais rico em biodiversidade da Amazônia. Na região ocorrem 520 espécies de aves, 36 endêmicas do sul da Amazônia e 11 classificadas na categoria de ameaçadas ou quase ameaçadas.  É formado por duas áreas contíguas, chamadas de Cristalino I, com 66.900 mil hectares, e Cristalino II, com 118 mil hectares. As áreas foram criadas em 2000 e 2001, respectivamente, e protegem uma grande diversidade de espécies da Amazônia brasileira. O local foi identificado pela BirdLife International e Save Brasil como Important Bird Area (IBA), traduzível como Zona Importante de Aves – área importante para a conservação das aves e da biodiversidade, que significa que é de relevância internacional para a conservação das aves.

Elaborado pela rede global Birdlife Internacional, o estudo The positive impact of conservation action (O impacto positivo da ação de conservação), recentemente publicado na Revista Science, um dos periódicos científicos mais conceituados no mundo, traz destaque sobre as áreas protegidas que ajudam na conservação da floresta, o que vai ao contrário da proposta do Governo do Mato Grosso. Além disso, outro ponto importante da conservação é que existem espécies novas para a ciência, que podem não ser descritas com a extinção do espaço.

A Procuradoria Geral de Mato Grosso avalia o recurso sob pressão, com cobranças sendo realizadas em sessão de convocação dos representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e Procuradoria Geral do Estado (PGE), no último dia 20, na Assembleia Legislativa. A situação foi ironizada pelo governador Mauro Mendes, com falas de desprezo sobre atuação de instituições internacionais e indenização às pessoas, ao afirmar que o estado não tem condições financeiras.

Para a pauta, o biólogo Pedro Develey, diretor executivo da SAVE Brasil e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) está disponível para explicar e comentar sobre a importância do parque e qual consequência terá se houver extinção por completo da região.

Sobre a Save Brasil | A Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil – SAVE Brasil é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos voltada à conservação das aves brasileiras. A SAVE Brasil representa a aliança da BirdLife International no país e compartilha suas prioridades, políticas e programas de conservação para implementar os objetivos globais da aliança no âmbito nacional.

(Fonte: Mention)

‘Spin Machine’: individual de Pascal Dombis reflete sobre arte e tecnologia na DAN Galeria Contemporânea

São Paulo, por Kleber Patricio

Pascal Dombis – Post-Digital Surface (Remix)(X3), 2023. Foto: Acervo do artista.

A partir do dia 25 de maio, a DAN Galeria Contemporânea recebe a individual ‘Spin Machine’, do renomado artista francês Pascal Dombis. Com curadoria de Franck James Marlot, a mostra reúne um conjunto de 37 obras, incluindo uma instalação inédita que deu nome à exposição, inspirada na icônica ‘Dream Machine’ (1959), de Brion Gysin.

Conhecido por suas formas visuais imprevisíveis e dinâmicas, Dombis desafia convenções sociais e temporais propondo uma nova visão interativa que incita reflexões sobre o futuro e a memória por meio de colagens digitais provocativas e algoritmos, combinando efeitos óticos e cinéticos em suas produções, ao mesmo tempo em que proporciona uma experiência hipnótica por meio do movimento giratório de caixotes que refletem tramas lenticulares.

“A exposição ‘Spin Machine’ é uma proposta de experiências de Pascal Dombis por meio das quais ele capta os sinais de uma falência futura analisando a proliferação desmedida de sequências transpostas para suas colagens digitais, a fim de conferir, por meio de uma densidade estrutural abissal, um eco à sua própria destruição”, explica Franck James Marlot, curador da mostra.

Desde a década de 1990, Pascal Dombis vem capturando a essência das transformações pós-digitais. Sua trajetória artística, que iniciou com a descoberta das possibilidades da informática durante seus estudos em Boston, o levou a explorar algoritmos como ferramentas criativas. Após integrar o grupo de artistas fractalistas, Dombis concentrou-se em experimentar além desse tema, utilizando repetições abundantes para criar formas geométricas e tipográficas por meio de obras digitais multifacetadas.

As obras de Dombis, especialmente as séries ‘Post Digital Mirror’ e ‘Post Digital Surface’, destacam-se pela sua capacidade de criar reflexos digitais vívidos. Sua técnica lenticular, adotada a partir dos anos 2000, oferece uma experiência sensorial única, desafiando o espectador a explorar diferentes pontos de vista.

A instalação interativa ‘THE END OF ART IS NOT THE END’, uma das mais notáveis de Pascal, encerra a mostra convidando os espectadores a refletir sobre o futuro da arte e da sociedade. Composta por mais de 20.000 imagens retiradas de pesquisas no Google sobre ‘O fim da arte’, a obra cria uma narrativa contínua que adere à parede como uma pele, revelando o invisível através do movimento do espectador. Dombis, como um verdadeiro lançador de alerta, questiona as mudanças estruturais da sociedade, oferecendo uma obra atravessada pela noção do tempo em todas as suas dimensões, debatendo temas como linguagem, saturação de informação e a crescente influência da sociedade digital.

Sobre o artista

Pascal Dombis formou-se em engenharia pela Universidade de Insa, em Lyon, França, antes de optar por seguir uma carreira artística. Sua decisão o levou à Tufts University, onde completou uma série de aulas de arte computação em 1987.

Pascal Dombis é famoso por criar formas visuais imprevisíveis e dinâmicas que exploram as complexidades dos paradoxos visuais por meio do uso de processos tecnológicos ‘excessivos’. Ao longo de sua carreira, Dombis vem utilizando computadores e algoritmos para gerar repetições elaboradas de processos simples, que reproduzem, de forma computacional, sinais geométricos ou tipográficos. Essas estruturas de desestruturação e ambientes irracionais perturbam, engajam e inspiram o espectador, apresentando paradoxos fascinantes entre o controle mecânico e a aleatoriedade caótica que os produz.

Em 1988, Pascal Dombis realizou sua primeira exposição no exterior, nos Estados Unidos. Desde então, o artista está ganhando cada vez mais reconhecimento mundial. Suas exposições individuais ao redor do mundo incluem Claudio Bottello Contemporary, na Itália, RAYGUN Art Projects, na Austrália e Musée em Herbe, na França. A seguir algumas exposições coletivas que participou: ‘Kunstpalast Museum, Dinamarca, Velchev Art Museum na Bulgária, The Page Gallery na Coréia do Sul e na Universidade da Geórgia nos EUA. Notavelmente, Dombis foi contratado para criar obras públicas monumentais para a cidade de Perth, Austrália e no Ministério da Cultura na França. O artista atualmente vive e trabalha em Paris.

Sobre a galeria

A Dan Contemporânea surgiu como um departamento de Arte Contemporânea da Dan Galeria. Em 1985, Flávio Cohn, filho do casal fundador, juntou-se à Dan criando o Departamento de Arte Contemporânea, que ele dirige desde então. Assim, foi aberto espaço para muitos artistas contemporâneos, tanto brasileiros, como internacionais, fortemente representativos de suas respectivas escolas. Posteriormente, Ulisses Cohn também se associa à galeria completando o quadro de direção dela.

Nos últimos vinte anos, a galeria exibiu Macaparana, Sérgio Fingermann, Amélia Toledo, Ascânio MMM, Laura Miranda e artistas internacionais: Sol Lewitt, Antoni Tapies, Jesus Soto, César Paternosto, José Manuel Ballester, Adolfo Estrada, Juan Asensio, Knopp Ferro e Ian Davenport.  Mestres de concreto internacionais também fizeram parte da história da Dan, tais como Max Bill, Joseph Albers e os britânicos Norman Dilworth, Anthony Hill, Kenneth Martin e Mary Martin.

A Dan Galeria incluiu mais recentemente, em sua seleção, importantes artistas concretos: Francisco Sobrino e François Morellet. O fotógrafo brasileiro Cristiano Mascaro; os artistas José Spaniol, Teodoro Dias, Denise Milan e Gabriel Villas Boas (Brasil); os internacionais, Bob Nugent (EUA), Pascal Dombis (França), Tony Cragg (G. Bretanha), Lab [AU] (Bélgica) e Jong Oh (Coréia), se juntaram ao departamento de Arte Contemporânea da galeria. A Dan Galeria sempre teve por propósito destacar artistas e movimentos brasileiros desde o início da década de 1920 até hoje. Ao mesmo tempo, mantém uma relação próxima com artistas internacionais, uma vez que os movimentos artísticos historicamente se entrelaçam e dialogam entre si sem fronteiras.

Serviço:

Exposição Spin Machine

Período Expositivo:  25 de maio a 27 de julho

Local: DAN Galeria Contemporânea – Rua Amauri 73, Jardim Europa, São Paulo, SP

Horário: das 10h às 19h, de segunda a sexta; das 10h às 13h, aos sábados

Entrada gratuita

Classificação indicativa: livre

Acesso para pessoas com mobilidade reduzida

E-mail: info@dangaleria.com.br.

(Fonte: A4&Holofote Comunicação)

Junho é marcado por apresentações musicais gratuitas para os visitantes do Parque Ibirapuera

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: Divulgação/Urbia Parques.

Permeando diversos estilos musicais, como samba jazz, bossa nova, pop e MPB, o programa Música no Parque, promovido pela Urbia, vem conquistando um público fiel que é atraído por cada espetáculo apresentado no palco da Arena da Marquise do Parque Ibirapuera. O projeto, que teve início em 2022, é um dos frutos da Escola de Música do Parque Ibirapuera (EMPI) e faz parte do curso de Formação em Música, trazendo apresentações gratuitas semanalmente, sempre com grupos formados por artistas que sejam estudantes, professores ou ex-alunos da instituição.

Durante a trajetória da iniciativa, que completará 115 apresentações até o final de junho, a consistência e alta qualidade dos shows foram capazes de gerar sentimento de orgulho, por parte de quem acompanha o crescimento e aprendizado dos alunos, e de admiração, dos que se deparam e são tocados pelas apresentações musicais durante os passeios de fim de semana pelo parque. Apenas em 2023, foram promovidas 22 apresentações para mais de 4 mil pessoas.

Incorporado a agenda multicultural do Ibirapuera, que é composta por eventos e atividades para todos os públicos e gostos variados, a Urbia anuncia a programação gratuita de todo o mês de junho do programa Música no Parque. Confira abaixo:

Marsares Trio

Data: 8 de junho

Horário: 11h30

Descrição: homenagem ao lendário compositor e cantor Djavan, com músicas que fazem parte do samba jazz e da bossa nova.

Artistas: Gabrielle Soares, pianista; João Oliveira, baterista; Tuco Cerutti, baixista.

Convidados: Paulo Prando, percussionista; Olivia Monaco, cantora; Erick Shil, violonista.

Guetto Brass

Data: 15 de junho

Horário: 11h30

Descrição: apresentação com música pop das décadas de 80, 90 e 2000. O repertório abrange uma seleção de clássicos que vão desde “Billie Jean”, até “Anunciação” e “Morena Tropicana”.

Artistas: Valquíria Braz, trompista; Caetano Farias, saxofonista; Gabrielle Almeida e Tawane Brandão, trombonistas; Kaique Passáros e Palloma Limas, trompetistas; Luizito Lopes, baterista; Vitor Neves, percussionista.

Grupo Vocal da Escola de Música do Parque Ibirapuera

Data: 22 de junho

Horário: 11h30

Descrição: espetáculo com os clássicos da canção popular brasileira e uma imersão em compositores fundantes da sonoridade popular, como Djavan, Tom Jobim e Milton Nascimento.

Artistas: Ana Cecília Santos Maciel e Júlia Constantino Gonçalves, cantoras contralto; Artemis Vítor Lima Fonseca e Karolina Barbosa Mesquita, cantores mezzosoprano; Giulia Ribeiro, Melina Bastos, Milla Maia Magalhães e Maria Fernanda, cantoras soprano; Klaus Aldrovanti, cantor tenor; Daniel Reginato, regente.

(Fonte: Urbia Parques)