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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Atacama Fashion Week: alerta global sobre o descarte incorreto de roupas

Alto Hospicio, por Kleber Patricio

Modelo posa na montanha de roupas descartadas no lixão do Atacama, no Chile: mais de 59 mil toneladas de peças vindas em grande parte da indústria fast fashion. Fotos: Mauricio Nahas.

Na cidade de Alto Hospício, nos arreadores do Deserto do Atacama, no Chile, uma montanha formada por mais de 59 mil toneladas de peças de roupas, entre sapatos, camisetas, casacos, vestidos e outros trajes, já pode ser vista do espaço. As imagens reveladas via satélite poderiam apontar mais um daqueles míticos cenários de filme latino-americano, mas, na realidade, é um alerta social e ambiental que mostra os perigos do consumo (e da produção) desenfreado de itens por tendências de moda. Com o objetivo de conscientizar e trazer à tona a real dimensão deste problema para diversos públicos, a Organização Não Governamental (ONG) Desierto Vestido, em parceria com a Fashion Revolution e Instituto Febre promovem o Atacama Fashion Week.

No mundo da moda, esse problema já é conhecido, mas nada de muito efetivo é feito pelos principais envolvidos. Por isso, a iniciativa traz o que o universo fashionista sempre presta muita atenção: um evento ao estilo das principais semanas de moda que acontecem em Paris, Milão, São Paulo e Londres. O Atacama Fashion Week promoveu um desfile de moda em pleno lixão do Atacama, com modelos vestindo looks feitos por produtores a partir de roupas despejadas no local. Junto da ação na passarela, tem um editorial fotográfico assinado por Mauricio Nahas, fotógrafo premiado, com mais de 30 anos de carreira.

O desfile está disponível no site oficial da ação Atacama Fashion Week, com comentários de influenciadores de moda, comportamento e sustentabilidade. Esse mesmo ambiente hospedará dados importantes e atualizados sobre a causa, bem como caminhos para a população em geral colaborar. Os conteúdos trazem códigos do mundo fashion como forma de chamar a atenção de diversos setores da sociedade. A campanha marcará presença na América do Sul, EUA e Europa.

Segundo a porta-voz da Desierto Vestido, ONG que, historicamente, tem tentado buscar essa solução local, a ideia do projeto não é pressionar um setor específico. É clamar por forças conjuntas a partir de um envolvimento público-privado por meio de um manifesto artístico. “Estamos aqui todos os dias do ano nessa luta difícil. E, dia após dia, vemos o problema se agravar. Precisávamos promover algo grandioso pra chamar a atenção de todos os agentes do problema para discutirmos uma solução. O Atacama não pode mais esperar”, ressalta Ángela Astudillo, cofundadora da Desierto Vestido, organização sem fins lucrativos dedicada à reciclagem de têxteis.

“Ao mesmo tempo em que podemos ver uma foto no espaço, o cemitério de roupas é uma problemática ainda muito silenciosa. São lotes de peças de baixa qualidade ou danificadas herdadas do mercado ‘fast fashion’ dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia. A maioria das peças leva até 200 anos para se desintegrar. A emergência é climática, também”, completa Astudillo.

Para evitar o aumento de 1,5ºC e o agravamento da crise climática, o setor da moda terá que reduzir suas emissões pela metade até 2030, de acordo com informações publicadas no site do instituto Febre, organização voltada à justiça climática para as mulheres da moda e apoiadora do projeto. A iniciativa também traz holofote a um problema recorrente no Deserto do Atacama: queimas clandestinas são realizadas nos montantes de roupas, que eventualmente também são enterradas no local.

“É crucial uma mudança sistêmica na indústria da moda, e como cidadãos, todos temos um papel a desempenhar. Das marcas, queremos a responsabilização e compromissos robustos. Dos governos, a missão é reivindicar políticas públicas e fiscalizações. Com a sociedade civil, o nosso papel é disseminar informações e impulsionar ações de mobilização”, destaca Fernanda Simon, diretora executiva do Fashion Revolution Brasil, organização brasileira do maior movimento ativista da moda no mundo.

“Mesmo com todos os seus impactos, o setor da moda não é incluído com sua devida responsabilidade na agenda política quando se trata de abordar a crise climática”, completa Eloisa Artuso, cofundadora do Instituto Febre, organização social que trabalha com justiça socioambiental na intersecção entre clima, gênero e moda.

A rede de parceiros do Atacama Fashion Week conta também com o apoio da agência Artplan, que desenvolveu toda a concepção criativa do projeto, e da produtora de vídeo Sugarcane Filmes.

“Foi uma oportunidade incrível para a Sugar colaborar em um projeto tão relevante, especial e transformador como este, que transpassa o universo da moda e usa o audiovisual como palco para conscientização global do descarte inadequado de roupas. É um presente quando conseguimos projetos onde apostamos nosso talento, criatividade e ainda transmitimos uma mensagem poderosa”, compartilha Igor Selingarde, diretor e produtor executivo da Sugarcane Filmes.

(Fonte: Approach Comunicação)

Fuga de cérebros para o Brasil: o que atrai pesquisadores estrangeiros para cá?

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Trnava/Unsplah.

Por Eduardo Bessa — A fuga de cérebros brasileiros para o exterior é um problema conhecido e que retorna regularmente às manchetes dos jornais do país. Estimava-se que o Brasil tenha perdido 6,7 mil pesquisadores entre 2015 e 2022. Pouco se fala, no entanto, que também existe uma migração de cientistas estrangeiros para instituições de pesquisa brasileiras que ajuda a construir a ciência brasileira.

Esse é o caso dos doutorandos Manuel de Jesus Borges, de Cabo Verde, e Perla Bahena, do México. Manuel narra, emocionado, sua partida de Cabo Verde, onde nasceu e passou sua infância e adolescência. “Sempre acreditei no poder da educação, sempre procurei aprender, mesmo perante adversidades”. Em 2016, Manuel deixou família e amigos para trás e foi para o Ceará cursar Biologia na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Hoje, ele está iniciando o doutorado em Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), mesma instituição onde cursou seu mestrado.

A mexicana Perla, doutoranda pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Sorocaba, insistiu por dois anos até vir ao Brasil, em 2018, com uma bolsa Conacyt. Ela queria tanto viajar e conhecer pessoas e culturas novas, quanto explorar metodologias de pesquisa e a biodiversidade brasileira. Sua pesquisa aborda peixes de riacho da Mata Atlântica paulista. A saúde sempre faz Perla pensar em voltar para o México, seja durante a pandemia, seja uma internação por pancreatite em 2022. “Fui tomada pelo medo de morrer longe da minha família”. Perla considera voltar ao México depois que defender seu trabalho na universidade no final deste ano, mas não nega que gostaria de se estabelecer no Brasil. O vínculo dela com o país se aprofundou no início de 2024 com o nascimento de sua filha, Emily.

Semelhante aos emigrados do Brasil para o exterior, pesquisadores que se mudaram para cá sofrem com a saudade de casa e com contrastes culturais. Curiosamente, o que os atrai para o Brasil se parece com o que leva nossos cientistas a ir embora: estabilidade econômica, condições sociais e científicas e oportunidades profissionais. Isso mostra que há um enorme espectro de condições de vida para cientistas em todo o mundo.

Um edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) trouxe nove pesquisadores de zonas de conflito como Ucrânia e Síria para atuarem no estado do Rio de Janeiro em 2023. A nova lei de migração, de 2017, facilitou a entrada, o exercício profissional e a decisão de permanecer no Brasil para cientistas estrangeiros. O Programa do Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras (GCUB) recebeu mais de 1500 inscritos em 2022 e trouxe quase 300 cientistas. Este programa oferece também oportunidades direcionadas, como 480 vagas para pós-graduandos da América Latina e Caribe e 120 para Moçambique em mais de 40 instituições brasileiras. Só na UnB, entre 2016 e 2022, 391 cientistas estrangeiros tiveram interesse em desenvolver suas pesquisas por aqui. Esse valor corresponde a um terço do volume de brasileiros indo ao exterior.

Não há dúvida que a ciência brasileira tem um longo caminho a percorrer em busca de excelência. Ainda abrimos vagas para apenas 5% dos doutores formados no Brasil, os financiamentos a projetos são disputados e a remuneração de cientistas é baixa em comparação com outros países e com categorias com menor escolaridade no país. No entanto, nossas condições atuais são atraentes para alguns cientistas estrangeiros que têm muito a contribuir com o desenvolvimento brasileiro e que devem ser bem recebidos para permanecerem por aqui.

Sobre o autor | Eduardo Bessa é pesquisador de ecologia da Universidade de Brasília (UnB).

(Fonte: Agência Bori)

Secretaria de Cultura de Indaiatuba disponibiliza programação dos Pontos Mis no mês de abril

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A Secretaria de Cultura de Indaiatuba, em parceria com o MIS (Museu da Imagem e do Som), disponibiliza a programação da exibição dos filmes dos Pontos MIS do mês de abril. O cronograma contará com uma mostra de Charles Chaplin e uma oficina – todos eventos serão realizados no Casarão Pau Preto. A primeira exibição será o filme “O vagabundo”, no dia 13 de abril às 15h.

Na sequência, no dia 20 de abril às 15h será exibido o filme ‘O garoto’, de Charles Chaplin. No dia 24 de abril, será exibido o Cine Debate ‘Psicanálise e Cultura’ do filme ‘Truman’, às 19h. No dia 27 de abril, será transmitido ‘Luzes da cidade’, às 15h. Já no dia 28 de abril acontecerá a oficina ‘Como escrever roteiros de audiovisual’, das 9h às 13h, com Bruno Carneiro, que abordará sobre as técnicas de estrutura de narrativa clássica. A inscrição deve ser realizada aqui.

‘O vagabundo’, de Charles Chaplin – dia 13 de abril às 15h | Relata a história de um vagabundo que encontra a mulher de seus sonhos quando um grupo de bandidos a rouba. Então, o homem decide ajudá-la a recuperar o dinheiro e acaba trabalhando na fazenda do pai da moça.

‘O garoto’ – 20 de abril às 15h | Uma jovem mãe abandona seu filho recém-nascido em uma limusine. Porém, o carro é roubado e a criança é deixada em uma lata de lixo. Um Vagabundo encontra o bebê e passa a cuidar dele. Anos mais tarde, a moça vai atrás de seu filho.

Cine-debate e filme ‘Truman’ – 24 de abril, 19h | Sinopse: Julian recebe uma visita inesperada de seu amigo Tomás, que vive no Canadá. Durante quatro dias, os dois amigos mais Truman, o fiel cão de Julian, irão compartilhar de momentos emocionantes e por vezes cômicos, devido a uma situação extremamente delicada que Julian está vivendo.

‘Luzes da Cidade’ – 27 de abril às 15h | Um rapaz se apaixona por uma jovem florista cega que trabalha nas ruas da cidade. Ao descobrir que a moça e sua avó correm o risco de serem despejadas, o homem tenta de várias formas ajudá-las a conseguir o dinheiro de que precisam.

Oficina ‘Como escrever roteiros de audiovisual usando técnicas de estrutura narrativa clássica’ – 28 de abril das 9h às 13h – Inscrição

Nesta aula de roteiro, os presentes vão assistir a filmes para aprender o que é a estrutura narrativa clássica e como escrever roteiros baseados nela. Essa técnica ajuda a manter uma história interessante do início ao fim. Hoje em dia, a maioria dos filmes e séries usa estrutura narrativa clássica e ela também é muito útil para teatro, literatura e podcasts.

Sobre Bruno Carneiro | Bruno Carneiro tem 46 anos e é graduado pela faculdade de cinema da Universidade de São Paulo. Trabalha profissionalmente com audiovisual desde o ano 2000. Exerceu as funções de diretor, roteirista, diretor de fotografia, operador de câmera, técnico de som, editor, produtor e assistente de direção. Trabalhou em longas e curtas-metragens de ficção, documentários, programas de tv, publicidade, vídeos institucionais, vídeos para a internet e eventos corporativos. Leciona em cursos livres de audiovisual desde 2009.

Serviço:

13 de abril – ‘O vagabundo’, de Charles Chaplin  (15h)

20 de abril – ‘O garoto’ (15h).

24 de abril – Cine-debate e filme “Truman” (19h)

27 de abril – “Luzes da Cidade” (15h)

28 de abril – Oficina ‘Como escrever roteiros de audiovisual usando técnicas de estrutura narrativa clássica’ (das 9h às 13h)

Inscrição para a oficina.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Orquestra Paulista de Choro leva ao palco do Sesc Belenzinho releituras modernas do gênero brasileiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Nina Pires.

O Sesc Belenzinho apresenta a Orquestra Paulista de Choro no dia 12 de abril, sexta-feira, no às 21h. O show – que acontece no Teatro da unidade com ingressos a R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada) ou R$15 (Credencial Sesc) – traz o repertório do álbum ‘OCC Visita Laércio de Freitas’ junto a outras obras importantes do choro no Brasil. A apresentação está em consonância com as comemorações do Dia Nacional do Choro, 23/4, data também creditada como o dia do nascimento de Pixinguinha.

O disco de estreia do grupo foi gravado a partir de uma pesquisa sobre a obra do compositor Laércio de Freitas, nascido em Campinas e residente em São Paulo, e baseia-se no álbum ‘Balanço do Choro’, do próprio Laércio, que também participou dos arranjos e das gravações do trabalho em sua homenagem. O show traz canções como ‘Camondongas’, ‘Fandangoso’ e ‘O Cabo da Pitanga’.

Ainda sob seu antigo nome (Orquestra de Choro Campineira), o grupo se propôs a gravar músicas que representassem a obra de Laércio de Freitas sob uma perspectiva singular que combinasse novas sonoridades aos elementos clássicos do choro. Vale destacar que o músico campineiro atua há quase 70 anos e já trabalhou com grandes artistas, como Maria Bethânia, Wilson Simonal, Ângela Maria, Clara Nunes, Ivan Lins e Emílio Santiago, entre outros.

Agora, já sob a nova alcunha, a Orquestra Paulista de Choro leva ao palco as interpretações gravadas em 2017. Formado por musicistas e arranjadores residentes entre São Paulo e Campinas, o grupo se propõe a fazer releituras do choro que incorporem instrumentos como saxofone e trompete, além dos sons eletrificados do baixo e da guitarra.

A Orquestra Paulista de Choro é formada por Eduardo Pereira (cavaquinho e bandolim), Gustavo de Medeiros (guitarra, violão 7 e bandolim), João Casimiro (bateria), Klesley Brandão (pedhi pano, trompete e flugelhorn), Nath Magalhães (percussão), Pedro Assad (Piano), Ramon Del Pino (contrabaixo elétrico), Tahyná Oliveira (flauta transversal) e Vitor Alcântara (sax tenor).

Serviço:

Show Orquestra Paulista de Choro

Data: 12 de abril – sexta-feira, às 21h

Ingressos: R$50,00 (inteira), R$25,00 (meia-entrada), R$15,00 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc – limite de 2 ingressos por pessoa

Local: Teatro (374 lugares) – Classificação: 12 anos – Duração: 90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: de terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$8,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional; não credenciados no Sesc, R$17,00 a primeira hora e R$4,00 por hora adicional

Transporte Público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube.

(Fonte: Sesc SP)

Empoderamento em Chamas: Galeria Alma da Rua I recebe exposição ‘Héstia: A Deusa do Fogo’

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Bruno Portella.

A Galeria Alma da Rua I, espaço cultural dedicado à expressão artística contemporânea, dá início ao segundo trimestre de sua agenda expositiva de 2024 com a abertura da mostra “Héstia: A Deusa do Fogo”, do artista plástico Bruno Portella, sob a curadoria de Tito Bertolucci. Este evento é representativo na trajetória da galeria, que se destaca por sua propensão a abordar temáticas relevantes e atuais através da arte, especialmente da arte urbana. Com abertura prevista para o dia 13 de abril, a exposição, composta por 11 pinturas, fica em cartaz até 13 de maio de 2024.

“Héstia: A Deusa do Fogo” surge como uma homenagem singular às mulheres que influenciaram de forma marcante a sociedade ao longo da história, comparando sua essência à do fogo, elemento que molda e ilumina o mundo ao seu redor. O título da exposição –  Héstia – que remete à divindade grega do lar e do fogo, evoca não apenas o calor e a luz emanados por estas figuras femininas, mas também sua capacidade transformadora, sua presença vital e reconfortante.

Bruno Portella, artista reconhecido por sua habilidade em retratar a energia e a vitalidade do fogo em seus trabalhos, utiliza a arte urbana como meio de expressão para destacar o legado dessas mulheres, sejam elas líderes visionárias ou figuras anônimas que, em sua simplicidade, deixaram uma marca indelével na história da humanidade. Sua opção pela street art como forma de expressão não é por acaso: ela representa uma linguagem acessível e inclusiva capaz de dialogar diretamente com o público e de transmitir mensagens profundas e impactantes.

Ao adentrar a galeria, os visitantes são imersos em um ambiente que mescla elementos da arte urbana com a aura de reverência e respeito a essas figuras femininas. Cada obra do artista serve como uma janela para a alma dessas mulheres, revelando não apenas suas conquistas e realizações, mas também suas lutas, suas dores e suas esperanças. São retratos que capturam a essência da feminilidade em toda sua diversidade e complexidade, desde as mulheres comuns que desafiaram as convenções sociais até aquelas que se destacaram como líderes em seus campos de atuação. Em “Héstia: A Deusa do Fogo”, o artista não apenas presta homenagem a essas mulheres, mas também propõe um convite à reflexão sobre seu próprio papel na sociedade e sobre sua capacidade de fazer a diferença. A mostra não se limita a ser um evento artístico; ela é também um espaço de encontro e de diálogo, onde as histórias das mulheres retratadas encontram eco nas experiências e vivências do público. É um convite à reflexão, à celebração e à ação, em um momento em que a luta pela igualdade de gênero e pelo reconhecimento do papel das mulheres na sociedade continua mais relevante do que nunca.

Além de proporcionar uma experiência única de imersão na arte urbana, a mostra estabelece um diálogo inspirador com os visitantes, convidando-os a explorar e refletir sobre o legado das mulheres que incendiaram o mundo com sua presença e determinação.

A Galeria Alma da Rua se oferece como espaço para que todos a se juntem a essa jornada de descoberta e inspiração, celebrando a influência das mulheres na sociedade contemporânea através da expressão artística única de Bruno Portella.

Serviço:

Exposição “Héstia: A Deusa do Fogo”

Artista: Bruno Portella

Curadoria: Tito Bertolucci e Lara Pap

Abertura: 13 de abril – sábado – às 10 h

Período: de 13 de abril a 13 de maio de 2024

Local: Galeria Alma da Rua I – Rua Gonçalo Afonso, 96 – Vila Madalena, São Paulo (SP)

Tel.: (11) 96196-4727

Horário: segunda a domingo, das 10 às 18h

A galeria

A Galeria Alma da Rua, idealizada e criada pelo empreendedor Tito Bertolucci em 2015 e sediada na Vila Madalena, tem se destacado como um espaço dedicado prioritariamente à promoção da street art no Brasil. A essência da galeria reside na colaboração com artistas que atuam nas ruas, não apenas de grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, mas com abrangência nacional. Tito Bertolucci expressa sua intenção de ampliar ainda mais essa diversidade geográfica, buscando representantes da arte urbana de todas as regiões brasileiras e também no plano internacional.

A street art, caracterizada pela expressão artística em espaços públicos, como muros, fachadas de prédios e viadutos, é uma manifestação cultural que reflete as dinâmicas e identidades das comunidades urbanas. Dentro das instalações da galeria, encontram-se obras de renomados artistas brasileiros como Binho Ribeiro, EDMX, Enivo, Onesto, Pato, Cris Rodrigues, Mari Pavanelli, Gatuno entre outros. Destaca-se também um espaço reservado ao movimento de pichação no Brasil, com obras de Dino e Cripta Djan. Tito Bertolucci enfatiza a postura inclusiva da galeria, que se destaca ao proporcionar visibilidade aos pichadores, oferecendo-lhes um espaço para expressar sua arte sem restrições.

A Alma da Rua emerge como um ponto de encontro essencial para apreciadores e artistas da cultura urbana brasileira. Além de servir como plataforma expositiva, a galeria desempenha um papel fundamental na promoção e valorização da street art, contribuindo para sua consolidação e reconhecimento no contexto artístico nacional.

Site: www.galeriaalmadarua.com.br

Email: contato@galeriaalmadarua.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/galeriaalmadarua/

Facebook: https://www.facebook.com/galeriaalmadarua.

(Fonte: Balady Comunicação)