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Planetário móvel promove experiência em escolas pelo Brasil

Brasil, por Kleber Patricio

Urânia Planetário já passou por 13 estados brasileiros. Foto: Divulgação.

Já imaginou embarcar em uma viagem espacial sem sair do lugar? Essa é a proposta do Planetário Móvel Urânia, que há quase uma década leva a magia da astronomia e da ciência para escolas públicas e particulares em todo o Brasil. Com uma experiência imersiva e lúdica, o projeto já impactou mais de 1 milhão de alunos em 13 estados brasileiros, despertando a curiosidade e o amor pelo conhecimento em crianças e jovens.

O Planetário Urânia é um cinema inflável equipado com tecnologia de última geração proporcionando uma experiência imersiva única. Por meio de projeções 360º em alta definição (4K), os participantes são transportados para o espaço sideral, acompanhando apresentações cuidadosamente elaboradas por astrônomos experientes.

Fundado por uma família apaixonada pela astronomia, o Planetário Urânia tem como objetivo principal democratizar o acesso à ciência e ao conhecimento. “Acreditamos que a ciência é para todos e queremos levar essa experiência transformadora para o maior número de crianças e jovens possível”, afirma Tiago Silva, diretor da Urânia.

Ciente da carência de planetários fixos no país, principalmente em regiões menos populosas, a Urânia se destaca por sua acessibilidade. “Nossa missão é levar o universo para onde as pessoas estão, sem a necessidade de longas viagens”, explica Tiago.

Além da experiência imersiva, a escola que recebe o Planetário Urânia também tem acesso a uma plataforma educativa completa. Cursos, oficinas e materiais didáticos complementam o aprendizado, auxiliando professores e alunos na jornada de exploração científica. Outra ação inovadora da plataforma é a transmissão ao vivo do céu feita por telescópios para que os alunos possam ver e aprender tudo simultaneamente a partir do que está sendo mostrado.

Com quase uma década de trabalho, o projeto agora busca expandir ainda mais sua atuação nos próximos anos, levando a paixão pela ciência para ainda mais cantos do país.

Sobre a Urânia Planetário | Com quase uma década de experiência e formada por uma família apaixonada pela astronomia, a Urânia Planetário leva o universo para crianças e jovens de todo o Brasil de forma lúdica e imersiva. O projeto já atendeu mais de 1 milhão de alunos em 13 estados brasileiros e prevê expansão ainda maior para os próximos anos. Encabeçado pelo casal Geneviève e Tiago, ambos apaixonados pela área, a empresa também oferece conteúdos educativos por meio de plataforma, ajudando assim professores a levar ainda mais conhecimento aos estudantes. Saiba mais sobre em www.uraniaplanetario.com.br ou pelo Instagram da Urânia.

(Fonte: Exclame Comunicação)

Pelotas (RS) torna-se oficialmente a Capital Nacional do Doce

Pelotas, por Kleber Patricio

Pelotas (RS) se tornou oficialmente a Capital Nacional do Doce. O título, concedido pelo Governo Federal por intermédio do Ministério do Turismo, irá contribuir para o desenvolvimento do turismo local. Situada a 261 quilômetros de Porto Alegre (RS), a cidade já era informalmente reconhecida por seus doces e roteiros ligados aos quitutes culinários, mas o reconhecimento promete impulsionar ainda mais o segmento, especialmente o gastronômico, e o comércio local.

A concessão do título ganha ainda mais relevância num momento de tanta dificuldade pela qual passam 90% dos municípios gaúchos, com as recentes enchentes. “Em meio a tanta tristeza que a gente vem tendo no nosso Estado, essa lei vem trazer alegria e esperança para a população e para os profissionais do doce em Pelotas. Reconhece toda nossa história, nossa tradição e o dia a dia de trabalho dos empreendedores do ramo”, afirma a presidente da Associação dos Produtores de Doces de Pelotas, Simone Bica.

O título agregará à história da cidade, que conta com a tradicional Feira Nacional do Doce, evento que ocorre todos os anos desde 1988 em meados de maio e junho. A Fenadoce é organizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Pelotas e constitui um importante roteiro turístico da cidade. Somente na edição do ano passado, a feira recebeu 314 mil visitantes, com pessoas vindo de 904 excursões, inclusive de outros estados e de países vizinhos, como Argentina e Uruguai. Na ocasião, foram vendidos 1,8 milhão de doces.

A Fenadoce é patrimônio estadual e contribuiu para que Pelotas recebesse, em 2018, o título de Patrimônio Material e Imaterial do Brasil. Na feira, o visitante encontra desde doces tradicionais, como bem-casado, olho de sogra, queijadinha e quindim, até doces mais rebuscados como pastel de Santa Clara, trouxas de amêndoas e camafeu. Por conta da atual situação do Rio Grande do Sul, a Fenadoce 2024 foi adiada, ainda sem nova data agendada.

Museu do Doce

Além da feira, a cidade também possui como atração turística o Museu do Doce, administrado pela Universidade Federal de Pelotas. O objetivo do museu é “salvaguardar os suportes de memória da tradição doceira de Pelotas e da região e, como compromisso, produzir conhecimento sobre esse patrimônio.”

O museu é sediado em um casarão histórico datado de 1878. Ele está localizado na Praça Coronel Pedro Osório, número 8, e é aberto para visitação entre 9h e 18h, de segunda a sábado, e das 10h às 15h, aos domingos.

Para quem visita Pelotas, há mais para conhecer, como os roteiros Laranjal – Balneários/Colônia de Pescadores Z3, Arroio Pelotas, Canal São Gonçalo e Rota das Charqueadas.

Apoio do MTur ao RS

Para diminuir os impactos causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul e ajudar na reconstrução da economia e da vida das pessoas, o Ministério do Turismo adotou diversas ações, como:

  • Liberação de R$200 milhões do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur), voltados à concessão de financiamentos com condições especiais a atividades turísticas prejudicadas. Do total, R$100 milhões já foram repassados e o valor restante será aportado conforme o avanço das contratações.
  • Campanha ‘Não Cancele, Reagende!’, onde o MTur sugere a reprogramação de visitas ao estado para outras datas em vez do cancelamento da viagem.
  • Liberação de todos os pagamentos e emendas parlamentares referentes à infraestrutura turística no Rio Grande do Sul. Os recursos contemplam 18 municípios e são provenientes do orçamento próprio do órgão e, também, de emendas parlamentares apresentadas à pasta.
  • Ampliação de conectividade aérea: Parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos permitiu a utilização da Base Aérea da cidade gaúcha de Canoas e de outros aeroportos locais, como os de Caxias do Sul, de Santo Ângelo e de Passo Fundo, para pousos e decolagens.
  • Organização para a promoção do Rio Grande do Sul em grandes eventos internacionais sobre turismo.
  • Sediar, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, um ponto de coleta de doações destinadas ao estado.

“Vamos fazer do turismo a atividade econômica que vai puxar as demais atividades para a reconstrução do Rio Grande do Sul. Os nossos esforços incluem agir para que empreendedores turísticos mantenham os seus negócios e, possam ter no turismo uma importante ferramenta de retomada econômica”, assegura o ministro do Turismo, Celso Sabino.

(Fonte: Ministério do Turismo)

Campinas realiza mapeamento inédito de agentes culturais com deficiência

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A Câmara Temática da Pessoa com Deficiência dá continuidade, em 2024, ao mapeamento de agentes culturais com deficiência que atuem com foco na cidade de Campinas. O objetivo é identificar e se aproximar de quem faz e se interessa por cultura para promover ações e discussões sobre a intersecção de cultura e acessibilidade. O formulário pode ser preenchido até o dia 10 de agosto de 2024, prazo que encerra o mapeamento na cidade.

Para participar do mapeamento é bem simples. Basta acessar o formulário no link https://linktr.ee/nadiversidade, disponível em Português e em Libras, que adotou metodologias acessíveis para a construção do formulário e demora cerca de 15 a 20 minutos para ser preenchido. Ao todo, são 42 perguntas. O mapeamento se destina a agentes culturais com deficiência maiores de 18 anos, pessoas autodeclaradas, que se reconheçam pessoas com deficiência e atuem com foco na cidade de Campinas (mesmo que morem em outras cidades da região) e se identifiquem como agentes culturais. Mesmo quem participou da primeira etapa, deve fazer o cadastro e responder as novas perguntas.

 

Considerando os dados do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil tem 18,6 milhões de pessoas com deficiência, cerca de 8,9% da população.

O mapeamento faz parte do projeto ‘Direitos Culturais das Pessoas com Deficiência de Campinas’, contemplado pelo Programa de Ação Cultural [ProAC] da Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas do Estado de São Paulo. A divulgação dos resultados do mapeamento está prevista para o segundo semestre de 2024 com atividades presenciais em diferentes regiões de Campinas. Além de reivindicar o direito de acesso já previsto pela Lei Brasileira de Inclusão a espaços culturais (entre outros), o mapeamento será uma oportunidade de mostrar que existem pessoas com deficiência na região fazendo e pensando cultura.

A Câmara Temática Inclusão na Diversidade tem se dedicado nos últimos anos a conhecer mais sobre a atuação das pessoas com deficiência no cenário cultural da cidade de Campinas. É um espaço organizado pela sociedade civil que surgiu em 2020 a partir da mobilização de pessoas com deficiência e apoiadores, faz parte do Conselho de Política Cultural e atua junto à Frente da Cultura de Campinas.

O mapeamento pretende promover mais representatividade, trocas e conexões entre as pessoas participantes, atuação em rede e acessibilidade cultural duradoura. Ao identificar as necessidades e barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência no acesso à cultura, especificamente no município de Campinas, o projeto quer potencializar mudanças estruturais e políticas para tornar os espaços culturais mais acessíveis a longo prazo. “Também será uma oportunidade de destacar e dar visibilidade para a atuação de pessoas com deficiência que já são agentes culturais no cenário local, promovendo um olhar mais diverso para o setor cultural em reconhecimento às culturas e produções das pessoas com deficiência”, explica Paula Monterrey, coordenadora e proponente do projeto.

Os dados coletados pelo formulário online farão parte de um relatório que será publicado no segundo semestre para que a comunidade conheça mais sobre os agentes culturais com deficiência em Campinas. As respostas coletadas serão anonimizadas e ajudaram a criar dados estatísticos sobre este cenário na cidade. “Assim conseguimos entender melhor as demandas, conhecer mais pessoas em atuação em Campinas e articular projetos protagonizados por pessoas com deficiência”, reforça Paula.

Ao final do mapeamento há ainda um campo para divulgação de trabalhos de agentes culturais DEFs (PcD). Caso a pessoa queira participar, precisará fazer upload de uma imagem que ilustre o trabalho e deixar previamente preparado. Daí a importância de se preparar antes e ler com atenção o termo de participação.

Para quem precisar de um apoio para o preenchimento do formulário, basta entrar em contato por e-mail camaratematicapcd@gmail.com  ou pelo grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DQFgKuecdEb8hZtTgoUN2V.

O que se encaixa como agente cultural?

Para efeitos do mapeamento, agente cultural é aquela pessoa que produz cultura e incentiva sua comunidade. Pode ser uma pessoa artista, professora, influenciadora digital, técnico da cultura tais como comunicadora, iluminadora ou produtora cultural, pode participar de grupos de cultura tradicional ou de cultura geek, pode ser artesão, entre outras tantas dedicações. Não importa se faz de forma profissional, como lazer ou para uma organização comunitária

Se você se identificou, participe. A proposta é engajar o máximo de pessoas para que a informação chegue à comunidade cultural e pessoas com deficiência que gostariam de fazer parte desta ação. Por isso, compartilhe as informações do mapeamento e encaminhe as redes sociais do projeto para quem você conhece: @camara_pcd.

Serviço:

Mapeamento de Agentes Culturais com Deficiência

Inscrições e informações: https://forms.gle/LsVuNqsmqgFJWqGT9

Versão Libras: https://forms.gle/AifwSXbayZUWKaHU6

Instagram

E-mail: camaratematicapcd@gmail.com

Grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DQFgKuecdEb8hZtTgoUN2V.

(Fonte: Confraria da Informação)

Exposição retrata importância dos professores para o avanço do país

Brasília, por Kleber Patricio

 

Foto: Divulgação.

A exposição ‘O Futuro Passa pelos Professores’, que retrata em fotografias, pinturas, vídeos e textos um recorte das escolas brasileiras, salas de aula e professores, estará aberta para visitações até o final de junho na varanda superior do SESI Lab, em Brasília (DF). A mostra, com organização e curadoria do Instituto Península, em parceria com a Frente Parlamentar mista da Educação, foi visitada em primeira mão pelas delegações do G20 que virão ao Brasil para o Grupo de Trabalho em Educação. Agora, a exposição está aberta ao público com entrada gratuita.

Com o objetivo de destacar a importância do professor na aprendizagem de crianças e jovens e, consequentemente, no desenvolvimento do país, a mostra convida o visitante a percorrer quatro blocos temáticos: ‘O contexto Brasil’, ‘O efeito professor’, ‘Os Professores que queremos e precisamos’ e ‘Um muda muitos’. Neste bloco final, será possível conhecer experiências que estão mudando a maneira de formar, selecionar e desenvolver professores em todo o país.

Segundo Heloisa Morel, diretora-executiva do Instituto Península, “‘O Futuro Passa Pelos Professores’ vai além de uma exposição; trata-se de uma mensagem que lança luz sobre o impacto que um bom professor tem na aprendizagem dos estudantes”. A diretora reforça ainda que, “De acordo com a nossa mais recente pesquisa ‘A qualidade do Professor brasileiro’, esse impacto equivale a 60%. Daí a necessidade de valorizarmos nossos educadores. E é isso que a exposição propõe para aqueles que pensam e fazem a Educação brasileira acontecer a unirem esforços em prol das mudanças necessárias para que essa profissão possa se desenvolver e, assim, apoiar no desenvolvimento de nossas juventudes”.

A cada tema, os elementos audiovisuais das cenas e detalhes representarão o universo educacional do Brasil, promovendo uma reflexão, fundamentada em evidências, sobre o que é necessário para o aprimoramento da profissão docente e para a redução da desigualdade e mostrando o impacto desses avanços para qualquer nação do mundo. A exposição também conta com o apoio do Instituto Ayrton Senna e da Fundação Telefônica-Vivo.

Serviço;

Exposição O Futuro Passa pelos Professores

Quando: até 30 de junho de 2024

Onde: SESI LAB: arte, cultura, ciência e tecnologia

Onde fica: Setor Cultural Sul – Brasília, DF

Pontos de referência: Antigo edifício Touring Club, em frente ao Conic Brasília e ao lado da Plataforma Superior da Rodoviária do Plano Piloto

Horário de atendimento: terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h

Reserve seu ingresso em www.sesilab.com.br.

Sobre o Instituto Península | O Instituto Península é uma organização do terceiro setor que atua na área de Educação desde 2011, quando foi fundada pela família Abilio Diniz. Trabalha para apoiar a melhoria da carreira docente porque acredita que o professor é o principal agente de transformação para uma Educação de qualidade no Brasil. Aliando o melhor das teorias existentes à prática do dia a dia, o IP possui projetos conectados ao seu propósito. Conta com um Núcleo de Pesquisas e Estudos que se dedica a conhecer a fundo o educador brasileiro e atua de maneira sistêmica para o avanço de políticas públicas que impactem positivamente a carreira docente, desde atratividade, profissionalização e valorização até o desenvolvimento contínuo dos professores.

(Fonte: Releases e Envios)

Estreia da ópera ‘O Castelo de Barba Azul’, em formato double bill, e programação gratuita de férias marcam mês de julho no Theatro Municipal

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Rafael Salvador.

Projeto da double bill apresenta o clássico ‘O Castelo de Barba Azul’ (Bluebeard’s Castle), única ópera do compositor húngaro Béla Bartók, com libreto de Béla Balázs, e ‘Eu, Vulcânica’ (I, Volcanic), ópera especialmente comissionada e estreada em 2023, composição de Malin Bång e libreto de Mara Lee, ambas suecas, que reescreve a história do ponto de vista da personagem da Judith. As obras são uma coprodução internacional com o Muziektheater Transparant (Bélgica), de direção cênica do sueco Wouter Van Looy e direção musical de Roberto Minczuk. Elas serão apresentadas em quatro datas: 26 de julho, às 20h, 27 e 28 de julho, às 17h, e 30 de julho às 20h, na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal de São Paulo.

‘O Castelo de Barba Azul’ traz Hernán Iturralde como Barba Azul e Denise de Freitas como Judith, enquanto ‘Eu, Vulcânica’ tem Alexandra Büchel como Judith e Laiana Oliveira como Darkness 1. A duração total é de aproximadamente 130 minutos, incluindo um intervalo de 20 minutos. A classificação indicativa é para maiores de 12 anos, e os ingressos variam de R$31 a R$200.

Uma performance que apresenta sete solos de 7 minutos, o espetáculo ‘Copyleft’ foi concebido e coreografado por Jorge Garcia, com interpretação e criação de Carol Martinelli, Dani Moraes, Fabiana Ikehara, Irupé Sarmiento, Jessica Fadul, Marisa Bucoff 
e Victoria Oggiam, e colagem musical por Joaquim Tomé. O conceito de Copyleft permite a modificação e redistribuição das coreografias, mantendo a ideia de liberdade artística. Parte da programação de Projetos Especiais, o programa será apresentado nos dias 2, 3 e 4 de julho às 20h, na Cúpula do Theatro Municipal de São Paulo. Ingressos a R$33, classificação livre e duração de 49 minutos.

Já no dia 5 de julho, às 16h, na Sala do Conservatório da Praça das Artes, a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta Uma Jornada Musical, regida por Alessandro Sangiorgi, em um concerto com obras de Beethoven, Mozart, Rossini, Strauss II e Bizet. Os ingressos gratuitos para grupos do Programa de Gratuidades, classificação livre e duração total de 50 minutos.  ‎

Em um repertório com o melhor da música nacional, no dia 7 de julho, às 11h, a Orquestra Experimental de Repertório se apresenta na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal. Sob a regência de Wagner Polistchuk, o programa intitulado ‘Brasilidades’ executará peças de Juliana Ripke, em estreia mundial de obra da pianista, cravista, compositora e arranjadora, Heitor Villa-Lobos e Mozart Camargo Guarnieri. Ingressos de R$12 a R$33, classificação livre e duração total de aproximadamente 65 minutos.

Dando continuidade ao projeto de Samba de Sexta, no dia 19 de julho, às 18h30, o Vão Livre da Praça das Artes recebe o projeto Berço do Samba de São Mateus, grupo com quase 30 anos de existência e reconhecimento internacional. Com abertura do DJ Fred Lima, a entrada é gratuita e classificação livre, com duração de aproximadamente 180 minutos.

PROGRAMAÇÃO GRATUITA DE FÉRIAS

A programação gratuita de férias inclui diversas atividades no Theatro Municipal e na Praça das Artes, muitas delas voltadas para as crianças. A Oficina de Brinquedos Têxteis, realizada especialmente para as férias, ocorre nos dias 20 e 27 de julho, sábados, das 14h às 17h, na Sala de Exposições da Praça das Artes. A atividade busca incentivar as crianças a criarem a partir da criatividade e do trabalho manual e é voltada para a faixa dos 7 anos, acompanhadas por responsáveis e com participação por ordem de chegada.

Já o Theatro de Portas Abertas permite a circulação livre pelo saguão do Municipal, às terças, das 10h às 16h, e aos sábados, das 10h às 14h, exceto feriados, com entrada livre. Durante essa programação, serão realizados pela Escola Municipal de Música concertos didáticos, às 10h, 12h, e 14h, no Salão Nobre, também com entrada livre.

Já entre as Visitas Temáticas, realizadas sempre aos sábados, estão ‘Linha, Forma e Cor’, atividade baseada em jogos e brincadeiras que estimulam descobertas sobre o Theatro, dias 6/7 e 3/8, às 14h30; ‘História Viva: Experiências com Jogos de Interpretação’, que, inspirada nos jogos de RPG, convida o público a assumir diferentes papéis em uma história construída coletivamente no espaço, dias 13/7 e 10/8 , às 10h; ‘Mãos na Massa: Quem Faz o Theatro Municipal?’, atividade que permite crianças e suas famílias a experimentarem o trabalho dos artistas do Theatro, nos dias 20/7 e 17/8, às 14h30; e ‘(Re)Entorno: Um Percurso de Descoberta do Entorno ao Theatro Municipal’, onde o público será convidado a caminhar, refletindo coletivamente sobre os movimentos de arte e cultura que pulsam no entorno do Municipal, nos dia 27/7 e 24/8, às 10h.

Além disso, o mês de julho marca a abertura das visitas agendadas para a ativação ‘No Centro, a Técnica’, realizada na Central Técnica Chico Giacchieri às quintas, a partir de 18 de julho, às 10h e 14h. A atividade, inédita na história do Municipal, promove uma viagem pelos bastidores da produção de uma das maiores casas de ópera do país com visitas na Central Técnica. As visitas podem ser feitas com agendamento por e-mail, para grupos de até 50 pessoas, duração de 1h30 e classificação indicativa acima de 7 anos.

Por fim, a programação dos Ateliês Abertos inclui ‘Repertório das Mãos – Artes Têxteis’ com Ateliê Vivo, em encontros semanais independentes de experimentação imaginativa e prática, a partir da introdução ao mundo têxtil, às quartas-feiras, das 14h às 17h e das 18h30 às 21h30. E ‘Dobras, Picotes e Desdobramentos – Arte Tridimensional em Papel’ com Ateliê Libélula, que combina múltiplos fazeres manuais, tecnologia e a criação gráfico escultórica com papel, às terças-feiras, das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h, ambos na Sala de Exposições da Praça das Artes, com participação livre e gratuita e 35 vagas por sessão. Mais informações disponíveis no site.

(Fonte: Theatro Municipal de São Paulo)