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Métodos caseiros são insuficientes para tratar água consumida por comunidades ribeirinhas na Amazônia

Amazônia, por Kleber Patricio

Tratamento de água com sedimentação seguida de filtragem com panos é o que traz mais riscos potenciais à saúde dos ribeirinhos. Foto: Amritanshu Sikdar.

Nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá e Amanã, no Amazonas, a população ribeirinha não conta com abastecimento público de água potável e por isso recorre a tratamentos caseiros para consumir a água do rio ou da chuva. Mas, uma pesquisa constatou que métodos comuns na região são insuficientes para garantir a segurança das comunidades. As conclusões estão em artigo de cientistas do Instituto Mamirauá, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), publicado no periódico ‘Frontiers in Water’ na quinta (25).

O uso de técnicas caseiras para filtrar a água torna-se uma alternativa para comunidades de áreas remotas diante da seca que atinge o Amazonas e outros estados da região Norte. Segundo previsões, neste ano, a seca no Amazonas tende a ser tão ou mais intensa que a de 2023. Com falta de água potável, muitas pessoas recorrem à água de rios quase parados, ou poços simples, chamados de ‘cacimbas’, ou, mesmo, à água de chuvas intermitentes, que podem estar contaminadas.

Nos tratamentos de água do rio e da chuva testados pelo estudo, o método mais potencialmente problemático usado pelas comunidades é a combinação de técnicas de sedimentação – em que a água é deixada em repouso para decantar – e de filtragem com panos comuns, que não retêm adequadamente a sujeira. Ele pode, inclusive, contribuir para a proliferação de microrganismos nocivos à saúde quando a água entra em contato com objetos que não estão suficientemente limpos.

A equipe de pesquisa acompanhou o tratamento de água em 18 residências de três comunidades ribeirinhas das reservas Mamirauá e Amanã. Os pesquisadores avaliaram a efetividade das técnicas de sedimentação, de filtragem em pano e de cloração, na qual o cloro age como desinfetante. Eles examinaram diferentes combinações dessas técnicas e usaram a aplicação de produto comercial que elimina impurezas da água como referência para comparações.

Os cientistas analisaram as amostras antes e depois dos processos considerando a cor e turbidez da água, os níveis de cloro livre e a presença de coliformes, mais especificamente, da Escherichia coli. Essa bactéria fecal ocorre naturalmente no organismo de humanos e de outros animais; então, sua presença na água de consumo indica que não houve tratamento adequado. A turbidez da água, por sua vez, funciona como escudo que protege os microrganismos na desinfecção e reduz a eficiência do cloro.

Na água sem tratamento, de origem tanto fluvial como pluvial, o estudo encontrou altos níveis de E. coli. A sedimentação foi efetiva apenas para remover parte da turbidez da água do rio e de sua cor aparente; ou seja, não diminuiu a presença de coliformes. Já a cloração foi eficaz para a completa desinfecção da água da chuva, mas não a do rio, cuja turbidez persistiu. Para a água do rio, o tratamento com menos riscos à saúde foi o da sedimentação aliada à adição de cloro, com a maior porcentagem (33%) de amostras analisadas como tendo nenhum ou médio risco. “A água potável é aquela que não causa nenhum problema de saúde para a população, e não é isso que estamos vendo na Amazônia”, observa Leonardo Capeleto de Andrade, um dos autores do estudo. Mesmo com a distribuição gratuita pelo governo brasileiro, o hipoclorito de sódio, produto que contém cloro ativo e é indicado para desinfecção da água, não demonstra aderência nas comunidades, possivelmente pelo gosto e pelo cheiro forte que deixa na água de beber, avalia o estudo.

Maria Cecília Gomes, pesquisadora do Instituto Mamirauá e primeira autora do artigo, ressalta a importância da universalização do saneamento básico, política pública que garantiria abastecimento de água potável em localidades hoje desassistidas. “Com a seca de 2023 na Amazônia, constatamos a importância do tratamento domiciliar de água, sempre existindo como solução em áreas remotas ou situações de emergência. O governo e a população precisam estar preparados para agir nesses casos”, conclui.

A pesquisadora lembra que estamos em um contexto de seca na região amazônica, em 2024, que exige preparação. Segundo ela, é preciso facilitar o acesso dos moradores a tratamentos mais seguros, como a adição de cloro, ainda pouco populares nestas comunidades, incentivando seu uso. Após a conclusão do trabalho, parte dos moradores recebeu treinamentos para aprimorar a eficácia dos métodos tradicionais de tratamento de água e os pesquisadores seguirão realizando atividades de sensibilização.

(Fonte: Agência Bori)

FIIK Janela Caipira divulga filmes selecionados para 9ª edição do festival, com foco em curtas-metragens

Rio Claro, por Kleber Patricio

Entre os dias 13 e 17 de agosto, acontece a 9ª edição do FIIK Janela Caipira – Festival Independente de Cinema dos Interiores Kino-Olho, em Rio Claro, interior paulista. Organizado pelo Grupo de Pesquisa e Prática Cinematográfica Kino-Olho – uma entidade com quase vinte anos de atuação na pesquisa, formação e produção de cinema e audiovisual no interior paulista) – por meio do Edital LPG Nº 11/2023, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, o festival contempla os segmentos de artes visuais, arte sonora, fotografia, cinema e audiovisual.

Com foco em produções realizadas nos interiores do Brasil, a equipe de curadores selecionou 26 filmes para as 5 mostras competitivas desta edição. As sessões presenciais serão todas gratuitas, com debates pós-sessão, e os filmes ficarão disponíveis na plataforma de streaming Cardume (cardume.tv.br) nos dias do evento. “Buscamos produções que apontem possibilidades de futuro longe dos grandes centros urbanos, com narrativas que apresentem novos protagonismos, novas formas de vida e tensionamentos na linguagem cinematográfica”, explica Rogério Borges, diretor artístico do FIIK Janela Caipira.

O evento acontece no Centro Cultural Roberto Palmari, situado no Parque Lago Azul, em Rio Claro/SP, e, além das sessões de filmes, inclui diversas atividades extras, como a exposição de artes visuais ‘Deriva Cartográfica’, apresentada por Yuji Kodato; a performance de arte sonora ‘Noite Imersiva’, realizada pelos premiados sonidistas Isadora Maria Torres e Léo Bortolin (Som de Black Maria) e uma roda de conversa entre realizadores intitulada ‘Processos Produtivos Outros: O Interior em Cena’, entre outras. Para a cerimônia de premiação, serão eleitos o Melhor Filme da Mostra Brasil – Prêmio do Júri, Melhor Filme – Júri Popular, Melhor Filme – Mostra Cine Delas, Melhor Filme – Mostra Desvios, Melhor Filme – Mostra Mundos Possíveis, Melhor Filme – Mostra São Paulo, além de menções honrosas, a critério do júri. O público poderá votar para escolher o melhor filme do festival nas sessões presenciais.

Filmes selecionados para as mostras competitivas do 9º FIIK Janela Caipira:

Mostra Desvios – foco em cinema experimental

O Fundo do Ar é Cinza (Carolina Magalhães, Rio de Janeiro/RJ)

Atravesso (Kit Menezes, Barra dos Coqueiros/SE)

Chuva – Este filme não é meu (Antônio Fabrício, Goiás/GO e Imperatriz/MA)

… E o vento do Norte (Antonio Fargoni, Taquaritinga do Norte/PE)

Rochinha (Giovanni Bressani, Piracicaba – SP)

Meu Ser tão Só (Dioge Santos, São Gonçalo do Amarante/CE)

Deixa a Boneca no Carro (João Victor Almeida, Rio de Janeiro/RJ)

Mostra Mundos Possíveis – filmes com protagonismo Def e recursos de acessibilidade

Traga Novidade (Irion Martins, Carmópolis/SE)

Atitudinal (César Rodríguez Pulido, Goiás/GO)

La Hemi (Ila Giroto e Estela Lapponi, São Paulo/SP)

Cine Delas – filmes dirigidos, produzidos ou protagonizados por mulheres

Referências Vivas (Camila Constância, Araraquara/SP)

Tudo Que Importa (Coraci Ruiz, Campinas/SP)

Eu que não sei nadar (Joelma Stella, Sítio do Mato/BA)

A Velhice Ilumina o Vento (Juliana Segóvia, Cuiabá/MT)

Mostra São Paulo – filmes do estado de São Paulo, exceto a capital

Engole o choro (Fabio Rodrigo, Itaquaquecetuba/SP)

Despovoado (Guilherme Xavier, Assis/SP)

Leprosário Modelo (Thayná R. Brasil, Diadema e Itu/SP)

Quase Tudo Sobre o Nosso Mundo (Aldeia Tereguá, Assis/SP)

Mostra Brasil – nacional

Quem de Direito (Ana Galizia, Rio de Janeiro e Cachoeiras de Macacu/RJ)

Quando disse adeus achei que tivesse ido (Juliana Magalhães, São Paulo/SP)

YBY KATU (Jessé Carlos, Ladivan Soares, Kaylany Cordeiro, Geyson Fernandes e Rodrigo Sena, Canguaretama/RN (Aldeia Potiguara Katu))

Lubrina (Leonardo Hecht e Vinícius Fernandes, Brasília/DF)

Ramal (Higor Gomes, Sabará/MG)

Tá Fazendo Sabão (Ianca Oliveira, Santo Amaro/BA)

As Miçangas (Rafaela Camelo e Emanuel Lavor, Brasília/DF)

O Canto (Isa Magalhães e Izabella Vitório, Arapiraca/AL).

Saiba mais sobre o Festival Independente de Cinema dos Interiores Kino-Olho – Janela Caipira

O Janela Caipira – Festival Independente de Cinema dos Interiores Kino-Olho foi criado em Rio Claro/SP, em 2009, com o nome de FIIK. Nos anos 2000, o movimento de cinema emergente na sala de cinema do Centro Cultural Roberto Palmari, que deu origem ao Grupo Kino-Olho, viu no festival uma oportunidade de exibir seus filmes-ensaios ao público e criar possibilidades de encontros entre realizadores de diferentes lugares.

Além de filmes autorais de inscrição livre, o festival contava também com uma sessão competitiva, composta por filmes produzidos localmente. O melhor filme, segundo votos do júri popular, recebia o Troféu Chapéu de Palha. De lá para cá, o festival teve oito edições, sendo a última realizada em parceria com o 27º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum, em 2016. Nesse percurso, o cinema brasileiro abriu portas para o cinema dos interiores, com obras de destaque produzidas no interior paulista, que tiveram repercussão em festivais nacionais e internacionais.

Site: https://kinoolho.com.br/janelacaipira

Instagram: https://www.instagram.com/janelacaipira.

(Fonte: A2N Comunicação)

Marisa Orth e Tania Bondezan protagonizam comédia no Teatro Municipal de Santo André

Santo André, por Kleber Patricio

Fotos: João Caldas.

No dias 2, 3 e 4 de agosto de 2024, sexta-feira e sábado às 20h, domingo às 18h, a comédia ‘Radojka – Uma Comédia Friamente Calculada’ (@radojkaacomedia) será apresentada no Teatro Municipal de Santo André – Maestro Flávio Florence, que fica na Praça IV Centenário, 01, no Centro, em Santo André (SP). Os ingressos têm valores a partir de R$60,00 e podem ser adquiridos no site ou nos pontos de venda.

A insegurança laboral no serviço doméstico e a questão da idade no mundo do trabalho são os grandes temas abordados pela peça Radojka – Uma Comédia Friamente Calculada, dos autores uruguaios Fernando Schmidt e Christian Ibarzabal. Ainda inédito no país, o espetáculo ganha uma versão dirigida por Odilon Wagner e protagonizada por Marisa Orth e Tania Bondezan.

A comédia estreou em 2016 em Montevidéu e, desde então, teve montagens bem-sucedidas no Uruguai, Chile, Argentina, Espanha, Colômbia, Peru, México, Costa Rica, República Dominicana, Porto Rico, EUA e Panamá. Além disso, conquistou os prêmios Estrella de Mar (2022), Carlos (2023) e ACE Awards (2023), na Argentina, e Bravo (2023), no México. E, em 2024, ainda deve estrear na Bélgica e no Paraguai.

“O convite para montar essa obra veio do próprio autor Fernando Smith”, conta a atriz Tania Bondezan, que também assina a produção ao lado de Odilon Wagner. “Fernando me perguntou se eu tinha interesse em ler a peça e eventualmente montá-la. Eu morri de rir já na primeira leitura, encantei-me com a inteligência e com o humor do texto e já fui traduzindo. Então, mostrei a peça para o Odilon que também se encantou com o trabalho e se propôs a dirigi-lo”, explica a atriz.

Com humor cáustico, a peça acompanha duas cuidadoras, Glória e Lúcia, que trabalham em diferentes turnos para cuidar de Radojka, uma senhora sérvia que vive longe de sua família. Tudo funciona maravilhosamente bem até que, certa manhã, Glória descobre que Radojka faleceu após um fatídico acidente doméstico.

A comédia é baseada nos planos delirantes que as cuidadoras tramam para não perder o emprego, o que acaba resultando em situações bizarras. O desespero de perder o emprego em uma certa idade, o duplo padrão, a ganância e a impunidade que certas situações dão como desculpa para quebrar nosso sistema de crenças e valores são temas apresentados pela obra.

E sobre a montagem, o autor Fernando Schmidt reflete: “É a nossa primeira experiência teatral no Brasil e esperamos que proporcione as mesmas gargalhadas que ouvimos em todas as montagens anteriores. Cada versão da peça integrou referências locais, mas sempre refletiu como é difícil conseguir um emprego depois dos 50 anos. Rir dos nossos problemas é uma forma de começar a superá-los. E se não, quem pode tirar o nosso riso?”.

Marisa Orth, diz: “Estou feliz, porque há muito tempo não encontrava uma comédia tão bem elaborada como Radojka. Um texto brilhante, e olha que não é muito fácil me fazer rir no teatro. E meu encontro com Tania nos palcos foi uma das boas surpresas que esse espetáculo me trouxe. Tem sido muito enriquecedor pra mim como atriz.”

Odilon Wagner, o diretor comenta: Radojka é um dos textos mais divertidos que li nos últimos anos, era impossível não gargalhar com o humor ácido desse texto ágil e cheio de surpresas do começo ao fim. As duas cuidadoras se envolvem numa trama inusitada e que ao decorrer da peça parece não ter solução, mas as reviravoltas aparecem, como em toda boa comédia de situação, mudando o rumo da história”.

O diretor ainda ressalta que os papéis das duas protagonistas não poderiam estar em melhores mãos. “Trabalhar com Marisa e Tania é um deleite, pois essa união de talentos, criatividade pulsante e entrega despudorada, tornou o trabalho da direção e de toda a equipe criativa uma alegria. Nos divertimos e rimos muito durante os ensaios e tenho certeza que a experiência será assim para todos”, acrescenta.

Sobre os autores

Fernando Schmidt é dramaturgo e roteirista de cinema e televisão. Escreveu uma dezena de peças teatrais e mais de vinte peças colaborativas, encenadas em diversos países. Em 1994 estreou seu trabalho solo ‘Track. Sete personagens em busca do amor’, premiado pelo Instituto Internacional de Teatro (Unesco) como a melhor obra de um autor nacional daquele ano.

Pela peça ‘Quem foi o engraçado?’, ganhou o Prêmio Municipal de Dramaturgia em 2010 e foi encenada no Uruguai, Argentina e Chile. É autor dos monólogos que compuseram o espetáculo teatral ‘10 maneiras de ser homem’, estreado no Uruguai, Argentina e Chile.

Em coautoria com Christian Ibarzabal, escreveu diversas obras. Uma delas é ‘Radojka’, que possui versões na Espanha, México, Argentina, Colômbia, Peru, República Dominicana, Costa Rica, Chile e Uruguai, a obra já ultrapassou 300 mil espectadores.

Também em parceria com Ibarzabal escreveu ‘Creer y reventar’, obra que estreou no Chile, Uruguai e México. Com a sua obra ‘Retrato Inacabado de Mulher’ ganhou o Prémio COFONTE 2023 de dramaturgia inédita.

É coautor de cinco longas-metragens de diferentes gêneros. Desenvolveu formatos e conteúdos para mais de trinta programas de televisão na Argentina, Uruguai e Chile. Programas de comédia, sitcoms, shows, tramas de suspense, séries animadas, esportes, entrevistas e musicais, vários deles reconhecidos com os prêmios Martín Fierro (Argentina), Iris (Uruguai) e Tabaré (Uruguai).

Já Christian Ibarzabal é roteirista e dramaturgo. Fez cursos de roteiro com Fernando Schmidt no Uruguai e participou de seminários e workshops com Jorge Maestro, Pablo Culell, Carolina Aguirre e Leandro Calderone na Argentina. Desenvolveu roteiros para os programas de televisão Sinvergüenza (Teledoce, Uruguai), La Culpa es de Colón (Teledoce, Uruguai) e Something with you (Montecarlo, Uruguai).

Estreou dez obras de sua autoria e quase vinte em colaboração, nos principais teatros de Montevidéu e do interior do Uruguai. Recebeu indicações e prêmios da crítica teatral, nas categorias Estreante, Melhor Espetáculo Musical e Melhor Espetáculo Infantil, no Prêmio Florencio de teatro uruguaio. Sua obra ‘Ojos que no vem’ recebeu distinção honorária no Concurso Municipal de Montevidéu 2010.

Informações: radojka.art.br, www.instagram.com/brprodutora e www.instagram.com/radojkaacomedia.

Ficha Técnica – Texto: Fernando Schmidt e Christian Ibarzabal. Tradução: Tania Bondezan. Elenco: Marisa Orth, Tania Bondezan, Tadeu Tosta e Rafael Alvim. Direção: Odilon Wagner. Assistente de Direção Música e Trilha Sonora: Raphael Gama. Arranjos: Jonatan Harold. Cenário: Chris Aizner. Figurinos: Marichilene Artisevskis. Visagista: Eliseu Cabral de Jesus. Desenho de Luz: Ney Bonfante. Iluminação: Daniel Gonzales. Desenho de Som: André Omote. Sonoplastia: Nayara Konno. Arte Gráfica: Lais Leiros. Fotografia: João Caldas. Mídias Sociais: Felipe Pirillo. Direção de Palco: Tadeu Tosta. Camareira: Consuelo de Cássia. Contra-regra: Jonathan Alves. Assistência Produção: Katia Brito. Produção Executiva: Radamés Bruno. Assessoria de Imprensa em Santo André: Luciana Gandelini. Produtores Associados: Tania Bondezan e Odilon Wagner.

Serviço:

Espetáculo Radojka – Uma Comédia Friamente Calculada

De Fernando Schmidt e Christian Ibarzabal

Sinopse: Neste insólito texto, Glória e Lúcia são cuidadoras que trabalham em turnos diferentes para cuidar de Radojka, uma idosa sérvia que vive longe da família. Tudo funciona maravilhosamente bem até que, em uma manhã, Glória descobre que Radojka, após um fatídico acidente doméstico, faleceu. É uma comédia inteligente, baseada nos planos delirantes que tanto Glória quanto Lúcia estão tramando para não perder o emprego. Duração: 70 minutos

Classificação: 12 anos

Quando: 2, 3 e 4 de agosto de 2024 – Horários: sexta e sábado às 20h e domingo às 18h

Onde: Teatro Municipal Maestro Flávio Florence – Endereço: Praça IV Centenário, 1 – Centro, Santo André – SP

Capacidade: 470 lugares

Acessibilidade: teatro acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

Estacionamento pago no local

Ingressos: R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada)

Vendas online com taxa de conveniência em: www.radojka.art.br e https://www.bilheteriaexpress.com.br/ingressos-para-radojka-uma-comedia-friamente-calculada-teatro-municipal-de-santo-andre-maestro-flavio-florence-comedia-15028547433137.html

Pontos oficiais de venda sem taxa de conveniência

Onde: Tio Gil Centro – Endereço: Rua Baraldi 994 – São Caetano do Sul – Vendas de Segunda à Sexta: 9h às 19h – Sábados: 9h às 18h Formas de Pagamento: Cartão de Débito, Crédito e Pix.

Onde: Tio Gil Magazine – Endereço: Praça dos Expedicionários, 55 – São Caetano do Sul – De segunda a sexta das 8h30 às 20h; sábado das 8h30 às 19h e domingo, das 9 às 17 h

Formas de Pagamento: Cartão de Débito, Crédito e Pix

Onde: Kalifas Pratos Árabes – Endereço: Rua Helena Jacquey, 149 – São Bernardo do Campo

OBS: Vendas de segunda a sábado: 11h às 23h – domingo: 18h às 23h.

Formas de Pagamento: Cartão de Débito, Crédito e Pix.

(Fonte: Luciana Gandelini Assessoria de Imprensa)

Renato Teixeira faz show da turnê ‘Estrada Eu Sou’ no Sesc Belenzinho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Eduardo Galeano.

Nos dias 2 e 3 de agosto, sexta e sábado, o Sesc Belenzinho apresenta show com Renato Teixeira, que acontece na Comedoria, às 20h30. Os ingressos estão disponíveis no portal sescsp.org.br e nas bilheterias físicas das unidades Sesc, a R$60,00 (inteira), R$30,00 (meia-entrada) e R$18 (Credencial Sesc).

Novo show, o cantor e compositor santista descreve as suas ‘andanças’ pelo Brasil e a relação com a pluralidade de culturas. No repertório, canções como ‘Cavalo Branco’, ‘Amanheceu’, ‘Peguei a Viola’, ‘Tocando Em Frente’ e ‘Romaria’, entre outros sucessos, com Renato Teixeira (voz), Márcio Luiz (baixo), Natanael Pereira (guitarra), Márcio Werneck (flauta) e Eduardo Cabrera (bateria).

“Sabe quando você percebe que encontrou o seu lugar? Quando o coração para de se afobar; quando o olhar se acalma com a paisagem, quando o sabor é agradável e as pessoas ao teu redor te completam?  A turnê Estrada Eu Sou descreve essa andança Brasil afora, onde a gente se mistura e se apaixona por todas as culturas e assim vamos nos tornando únicos dentro de tanta pluralidade. E levar a música pelos quatro cantos é o que une o nosso povo: o sorriso e a lágrima que carrega cada canção é o que faz da estrada um lar, um refúgio”, afirma Teixeira.

Renato Teixeira: um caiçara que canta caipira e vive na metrópole; que conhece a nossa história como ninguém e por isso tem o dom de colocar em cada letra de suas composições todas as riquezas e belezas da cultura do nosso país. Esse show se inspira em todos nós: qual estrada você escolheu caminhar?

Serviço:

Show Renato Teixeira

Dias 2 e 3 de agosto | sexta e sábado |20h30

Valores: R$60,00 (inteira), R$30,00 (meia-entrada), R$18,00 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc

Limite de 2 ingressos por pessoa

Local: Comedoria (650 lugares)

Classificação: 14 anos

Duração: 90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: de terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$8,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$17,00 a primeira hora e R$4,00 por hora adicional.

Transporte Público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes:

Facebook | Instagram | YouTube.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Belenzinho)

No calçadão mais charmoso de Espírito Santo do Pinhal, Cia da Hebe estreia trilha sonora com histórias e músicas

Espírito Santo do Pinhal, por Kleber Patricio

Mônica Sucupira ocupa um dos banquinhos na calçada da Cia da Hebe. Foto: Divulgação.

Histórias únicas vividas por Hebe Sucupira durante sua infância e juventude, a partir da década de 1930, chegam agora aos visitantes da Cia da Hebe no formato de áudios que podem ser apreciados por quem passa pela calçada mais famosa de Espírito Santo do Pinhal. Diariamente, das 10 horas até a meia-noite, é possível escutar os áudios na calçada e até acessar a trilha sonora com músicas e minicontos por meio de um QR Code.

“A oralidade é uma das maneiras mais bonitas de se trabalhar as memórias de uma cidade e trouxemos isso para todos os que passam pela Cia da Hebe”, explica Mônica Sucupira, atriz, poeta e uma das fundadoras da associação de arte e cultura localizada no centro da cidade. Hebe publicou algumas das histórias em um perfil criado para ela no Facebook em 2011. Suas falas foram transcritas e os textos editados por ela mesma. São lembranças de pessoas com as quais conviveu e da cidade de Pinhal do século passado. Hebe tinha o cinema como paixão, o desejo não concretizado de ser atriz e o dom de escrever poesias, entre outros atributos. “Quando ela faleceu optamos por dar continuidade aos encontros com a arte que ela manteve ao longo da vida. Minha mãe conversava muito, contava histórias, convivia com pessoas por meio da arte. E a Cia é isso: um meio para fazer as pessoas conviverem por meio da arte”, explica Mônica.

Banquinhos foram colocados abaixo dos painéis fotográficos da mostra ‘Latências Ocupação Fotográfica Híbrida’ na fachada do casarão, localizado à Rua Capitão João Batista Mendes Silva, 175, em Espírito Santo do Pinhal, para quem quiser ouvir a narração dos minicontos e as músicas. Essa é mais uma oportunidade para visitar a mostra ‘Latências’, que ocupa a parte interna do casarão desde junho do ano passado com o trabalho dos sete artistas que compõem o Núcleo de Criação da Cia da Hebe. A mostra traz imagens que abordam, entre outros temas, família, sexualidade, afetos e sociedade machista.

O casarão, pertencente à família Sucupira Silva desde o ano de 1916, é ocupado desde 2016 pela Cia da Hebe, uma associação de arte e cultura sem fins lucrativos que colabora e proporciona à cidade um trabalho de formação e informação, por meio de exposições, atividades e eventos – tudo gratuito.

Serviço:

Áudios com narração de minicontos e músicas na calçada da Cia da Hebe e mostra ‘Latências Ocupação Fotográfica’

Quando: diariamente, a partir das 10h

Local: Rua Capitão João Batista Mendes Silva, 175, no centro de Espírito Santo do Pinhal

Entrada gratuita.

(Fonte: Carol Silveira Assessoria de Imprensa)