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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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SarauCine 2.4, do Teatro Barracão, exibe documentário e animação premiados

Campinas, por Kleber Patricio

Sede do Teatro Barracão, em Barão Geraldo, Campinas. Foto: Divulgação..

Luz, câmera, diversão! Ou seria reflexão? A edição de agosto do projeto SarauCine 2.4, que integra o Cineclube do Teatro Barracão, acontece nesta semana. Preparado(a)? Na quinta-feira (8/8), às 19h, a plateia confere o documentário ‘Esquerda em Transe’ e, no domingo (11/8), às 11h, será a vez da animação ‘O Menino e o Mundo’, indicada ao Oscar em 2016. Vale destacar que as exibições acontecem no Teatro Barracão, localizado em Barão Geraldo, em Campinas (SP). O ingresso é no chapéu (contribuição espontânea da plateia).

Com recursos oriundos da Lei Paulo Gustavo, o SarauCine 2.4 tem a curadoria assinada por Coraci Ruiz, fundadora da produtora Laboratório Cisco, e Daniel Almeida, arte-educador e produtor de cinema. A temporada do projeto, que estreou em junho e se estende até novembro deste ano, será composta de um total de 24 exibições.

O documentário

Quinta-feira (8/8), às 19h

Cena do documentário Esquerda em Transe. Imagem: Coraci Ruiz.

O documentário ‘Esquerda em Transe’ (78′, 2018), dirigido pelo experiente e premiado Renato Tapajós com produção do Laboratório Cisco, nasceu de uma inquietação sobre o que seria ser de esquerda no Brasil no Século 21. Durante o processo de reflexão, o diretor também buscou ampliar o seu olhar para conhecer e reconhecer as novas esquerdas no Brasil, com pautas que vão muito além da luta de classes, aproximando-se, dessa forma, do Levante Popular da Juventude, do MTST, dos Jornalistas Livres, dos movimentos Negro e LGBTQIA+ etc.

“Estávamos em 2016, ano do golpe jurídico parlamentar midiático contra a presidenta Dilma e, depois de quase 14 anos de governos progressistas, acreditávamos, com alguma inocência, que o nosso projeto de construção de uma sociedade mais justa, igualitária e solidária estava consolidado. O golpe serviu para nos dizer que não. E o que veio depois provou que realmente nosso projeto estava longe de estar consolidado”, destaca Hidalgo Romero, que assina o roteiro e a montagem da produção.

Com 78 minutos de duração, o documentário conta com depoimentos de Guilherme Boulos, Marilena Chauí, João Pedro Stédile, Boaventura de Souza Santos, Lira Alli, Nataly Santiago, Tiago Pará e Renan Santos.

A animação

Domingo (11/8), às 11h

Still do longa de animação O menino e o mundo. (Divulgação)

Em uma pequena casa no campo, um garoto mora com o pai e a mãe. Diante da falta de trabalho, o pai abandona o lar e parte para a cidade grande. Triste e desnorteado, o menino faz as malas, pega o trem e vai descobrir o novo mundo em que seu pai mora. Para a sua surpresa, a criança encontra uma sociedade marcada pela pobreza, exploração de trabalhadores e falta de perspectivas.

Essa é sinopse da premiada animação ‘O Menino e o Mundo’ (79’, 2013), assinada pelo diretor Alê Abreu. Em 2014, recebeu o Crystal Awards – prêmio máximo no mais importante festival de animação do mundo, o Festival de Annecy, na França, e, em 2016, concorreu ao Oscar de melhor longa-metragem de animação. No rol de reconhecimentos, ainda constam prêmios no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema (2015) e no Annie Awards (2016).

“O filme Menino e o Mundo trata de temas muito relevantes para a formação da sociedade brasileira, como a imigração dentro do país, a desigualdade social e as ameaças de poderes autoritários.  Só que ele faz isso de uma maneira muito poética, muito bonita, trazendo elementos visuais e sensoriais para também conhecermos um pouco mais do Brasil. É uma animação maravilhosa que cativa tanto crianças quanto adultos”, avalia Coraci Ruiz, curadora do SarauCine 2.4.

O projeto | O SarauCine 2.4 tem como principais objetivos a promoção do convívio diverso no espaço do Teatro Barracão, a difusão de obras audiovisuais brasileiras e a discussão de temáticas pertinentes à nossa sociedade. A partir de exibições de longas e curtas, documentários e ficções, além de oficinas de roteiro, mesas redondas e rodas de conversa; o projeto promove a programação continuada e de qualidade na cidade.

SarauCine 2.4 | Edição de Agosto

Quinta-feira (8/8), às 19h

Exibição de Esquerda em Transe

Domingo (12/8), às 11h

Exibição de O Menino e o Mundo

Onde:  Teatro Barracão (Rua Eduardo Modesto, 128, Vila Santa Isabel, em Barão Geraldo, Campinas/SP)

Quanto: Ingresso no chapéu (contribuição espontânea)

Informações: (19) 99883-9872 e @teatrobarracaocampinas.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Teatro Barracão)

Mais de 80% de têxteis descartados são incinerados, aterrados, ou vazam para o meio ambiente

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Andrej Lišakov/Unsplash.

A Fundação Ellen MacArthur acaba de lançar o relatório Transcendendo os Limites da Política de REP para Têxteis, que mostra como políticas de Responsabilidade Estendida do Produtor (REP) são necessárias para enfrentar a poluição por materiais têxteis, isto é, roupas, calçados e roupas de cama. Atualmente, mais de 80% desses materiais, quando são descartados, acabam incinerados, aterrados ou vão parar no meio ambiente independentemente de ainda estarem ou não em condições de uso. O dado indica a necessidade de implementar ações urgentes para mudar o atual sistema de produção têxtil para que este deixe de ser poluente e desperdiçador.

Os resíduos de produção têxtil têm se tornado um problema de poluição em todo o mundo e são uma consequência direta do nosso sistema econômico linear, que gera valor econômico a partir da produção, consumo e descarte de produtos. Roupas e calçados, em sua maioria, não são projetados para durar e nem para serem reciclados e retornarem ao mercado como novos produtos após o fim do seu ciclo de vida. Como agravante, a infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos têxteis ainda está subdesenvolvida, com taxas de coleta e triagem ficando em torno de 14% em média e atingindo, no máximo, 50%.

Para resolver esse cenário, é necessário tanto a ação voluntária das empresas para redesenhar os seus produtos e modelos de negócio de maneira a não gerar resíduos têxteis, como políticas públicas que acelerem a ampliação e a implementação de infraestrutura para coleta e triagem dos têxteis que são descartados. Neste contexto, a Responsabilidade Estendida do Produtor (REP) tem se mostrado uma abordagem de política ambiental eficiente para desenvolver as condições para que os produtos permaneçam na economia por mais tempo e não virem poluição ambiental.

Infográfico sobre economia circular para têxteis. Imagem: Divulgação/Fundação Ellen MacArthur.

Com a REP, a responsabilidade de um produtor por um produto é estendida ao estágio pós-consumo do seu ciclo de vida. Isso significa que as empresas que colocam produtos no mercado – incluindo os importadores – são responsáveis pelo seu gerenciamento após serem descartados pelos consumidores. Essa responsabilidade pode ser financeira, organizacional ou ambas. E as empresas podem cumprir com tal responsabilidade individualmente, implementando seus próprios sistemas de coleta, classificação, reuso e reciclagem, ou coletivamente, unindo esforços para estabelecer um sistema compartilhado. Em um esquema coletivo de REP, as empresas obrigadas delegam sua responsabilidade (total ou parcialmente) a uma entidade terceirizada e, mediante o pagamento de taxas, financiam essa organização para cobrir as despesas necessárias e alcançar os resultados exigidos pela política de REP.

De acordo com Pedro Prata, Oficial de Políticas para a América Latina na Fundação Ellen MacArthur, as políticas de REP são uma forma de criar as condições para estimular uma mudança necessária no mercado atual de produção têxtil. “Vivemos uma crise na produção têxtil, como roupas e calçados, com praticamente nenhuma preocupação com seus impactos ambientais e sociais. Ao mesmo tempo, existe uma tendência a olhar o consumidor como o único responsável pelas consequências do atual sistema linear de produção. Este relatório mostra que, para enfrentar o problema da poluição por têxteis, precisamos envolver todo o setor produtivo, inclusive de importação, para redefinir a maneira como se produz e como se responsabiliza por essa produção. Se determinado produto é mais danoso para o meio ambiente, precisa contribuir mais no sistema de responsabilidade estendida do produtor.”

Os esquemas de REP têm se mostrado um mecanismo eficiente para financiar o desenvolvimento da infraestrutura necessária para manter um produto em circulação na economia. Além disso, ao criar políticas REP para têxteis, os formuladores de políticas podem incluir aspectos que vão além da gestão de resíduos e resolvem o problema da poluição por descarte na fonte. Isto significa, por exemplo, estimular o design circular dos produtos e estender a utilização dos produtos têxteis.

Sobre a Fundação Ellen MacArthur

A Fundação Ellen MacArthur é uma organização internacional sem fins lucrativos que desenvolve e promove a ideia de uma economia circular para enfrentar alguns dos principais desafios da atualidade, como as mudanças climáticas, a perda da biodiversidade, desperdício e poluição. Trabalhamos com líderes dos setores público e privado, assim como acadêmicos, para construir conhecimento, explorar oportunidades colaborativas e projetar e desenvolver iniciativas e soluções para uma economia circular. Progressivamente mais baseada em energia renovável, uma economia circular é movida pelas ideias de eliminação de desperdício, reutilização de materiais e produtos e regeneração da natureza para criar resiliência e prosperidade para os negócios, o meio ambiente e a sociedade. Para mais informações: www.ellenmacarthurfoundation.org | @circulareconomy.

(Fonte: Sherlock Communications)

Cine Infância: projeto de cineclube infantil itinerante promove oficina gratuita para professores

Campinas, por Kleber Patricio

Fernanda Viana, idealizadora do Cine Infância, em sessão em escola pública de Paulínia (maio-2024). Fotos: Danilo Dias de Freitas.

O Cine Infância é um projeto cineclubista dedicado ao público infantil que surgiu em Campinas por iniciativa da produtora e cineasta Fernanda Teodoro Viana. Com o patrocínio do Governo do Estado de São Paulo, do Governo Federal, do Ministério da Cultura e da Lei Paulo Gustavo, o Cine Infância está realizando este ano uma ampla circulação por escolas públicas da região de Campinas. Cada sessão envolve a exibição de um curta-metragem brasileiro, seguida de uma roda de conversa planejada especialmente para o público infanto-juvenil, com atividades artístico-culturais que estimulem o pensamento crítico sobre as temáticas levantadas pelos filmes e a interação entre as crianças de forma lúdica e descontraída.

O projeto vai contemplar, até o fim do ano, sessões em escolas públicas de Campinas, Valinhos, Vinhedo, Sumaré, Hortolândia, Paulínia, Indaiatuba e Monte Mor, incluindo também a realização de duas oficinas formativas. A primeira delas é voltada para professoras e professores da educação básica e acontece no dia 7 de agosto (4ªf), no Cefortepe, equipamento público destinado à formação dos profissionais da educação que fica no bairro do Cambuí, em Campinas, com apoio institucional da Coordenadoria Setorial de Formação e Programa Cinema e Educação.

A participação na oficina é gratuita, mas com inscrição prévia, pois as vagas são limitadas. O formulário de inscrição está disponível nos canais do Cine Infância nas redes sociais. Com carga horária de 4 horas, das 14h às 18h, a ação ganhou o título de ‘Filmar uma carta: uma oficina para inspirar olhares e gestos com a câmera’ e terá como facilitadoras Fernanda Viana e Karine Joulie, bacharel em Cinema, Mestre e Doutora em Educação.

Emei Carolina Rother Ferraz/Paulínia.

“Esse estilo cinematográfico do ‘filme-carta’ tem muitas possibilidades de formato e estética, mas, no fundo, é um contar sobre si na busca pelo contato com o outro. Ele é o nosso fio condutor para propor exercícios práticos que estimulem a produção autoral e reflexiva dos participantes”, comenta Karine Joulie. Sua pesquisa e produção acadêmica é justamente voltada para o encontro entre cinema e educação. Ela é membro do Núcleo Infância, Comunicação, Cultura e Arte (NICA/UFSC) e do grupo Cinema para Aprender e Desaprender (Cinead/UFRJ).

O conteúdo programático da oficina envolve, além dos exercícios práticos, fundamentos de roteiro, elementos básicos da linguagem cinematográfica, produção de gestos com a câmera (que pode ser a do celular, acessível a todos), e princípios da edição. “Apoiadas nas discussões contemporâneas sobre Educação Digital, pretendemos dialogar com esses professores sobre o uso do audiovisual em diferentes contextos educativos na Educação Básica, de modo que eles se apropriem individualmente dessa linguagem, numa perspectiva crítica, que possa ser adaptada à realidade onde eles atuam”, comenta Karine.

Uma segunda ação formativa será voltada para estudantes. ‘As muitas formas de brincar com um filme’ é uma oficina que busca promover a aproximação crítica e reflexiva entre as crianças e a linguagem audiovisual fundamentada no cinema, propondo jogos e experimentações a partir de um filme brasileiro voltado ao público infanto-juvenil, que servirá de inspiração e estímulo para a participação ativa de apropriação e recriação de imagens e sons pelos participantes.  Para Karine, “essa riqueza que o cinema proporciona pode ser uma ferramenta importante na educação das crianças, no seu aspecto mais instrumental e ilustrativo de conteúdos, mas especialmente na atividade focada na reflexão espontânea sobre as imagens”.

Esta oficina vai acontecer em uma das escolas visitadas pelo projeto, a Escola Estadual Professor Fábio Faria de Syllos, em Campinas, exclusivamente para alunos da escola, na faixa etária dos 10 anos de idade. Além de Fernanda Viana e Karine Joulie, será ministrada também por Pâmela Raizia, arte-educadora, artista, poetisa, mestra em Artes da Cena e pedagoga.

Saiba mais sobre o Cine Infância:

O Cine Infância é um projeto realizado com o patrocínio Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, o Governo Federal, o Ministério da Cultura e a Lei Paulo Gustavo e com apoio da Metrô Filmes, que desde 2017 produz filmes de ficção e documentários com foco em temáticas sociais e políticas.

Com curadoria e criação da produtora e cineasta Fernanda Teodoro Viana, o Cine Infância apresenta obras cinematográficas que abordam diferentes questões sociais, culturais, regionais, históricas, políticas e etnográficas. Todos os filmes integram o catálogo da tradicional Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis e foram selecionados priorizando, além das temáticas, recursos de acessibilidade, como audiodescrição e Libras.

Com formação acadêmica em Letras – Inglês/Literaturas pela UERJ e Cinema (UFSC), Fernanda é pós-graduada em Literatura Inglesa e Americana e em Direito do Entretenimento. Membro da Câmara Temática do Audiovisual de Campinas, que produz a Mostra Amilar Alves em Campinas desde 2018, e do ICINE (Fórum do Cinema do Interior Paulista). Lançou em 2022 o documentário de curta-metragem “Haitianas”, vencedor do Prêmio Estímulo à Produção de Curtas, no qual atuou no roteiro, direção e produção. Com o Cine Infância, circulou por várias escolas de Campinas em 2023, tendo a contribuição da pedagoga, arte-educadora, poetisa e mestra em Artes da Cena, Pâmela Raiza na escolha e aplicação das atividades artísticas desenvolvidas nas rodas de conversas do projeto, contemplado pelo FICC, LPG Municipal e Estadual. Para acompanhar a agenda e as novidades do Cine Infância, o canal do Instagram é @cineinfancia.

Serviço:

Ministério da Cultura e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas apresentam:

Ação formativa do Projeto Cine Infância para Professores:

Tema: Filmar uma carta – uma oficina para inspirar olhares e gestos com a câmera

Público-alvo: professoras e professores da educação básica

Data: 7/8 – 4a feira

Horário: das 14h às 18h00

Local: Cefortepe (R. Dr. Emílio Ribas, 880 – Cambuí, Campinas – SP)

Entrada gratuita, com inscrição prévia. Vagas limitadas.

Mais informações: @cineinfancia ou cineinfancia2024@gmail.com.

Inscrições pelo formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfmqSzbdeLC98_KICnZVLziic23w3fnnRcJV2PpRyCDoZrciQ/viewform.

(Fonte: A2N Comunicação)

Teatro Vivo recebe dois novos espetáculos em agosto

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Nana Moraes.

Dois novos espetáculos chegam ao palco do Teatro Vivo no mês de agosto com nomes de peso em seus elencos, como Herson Capri, Caio Blat e Rosana Stavis. A primeira estreia, no dia 3 de agosto, foi do espetáculo ‘Memórias do Vinho (Per Bacco)’, texto de Jandira Martini com a colaboração de Maurício Guilherme. A história, que tem o universo dos vinhos como plano de fundo, traz Herson Capri e Caio Blat como pai e filho que se reencontram depois de muitos anos afastados. As apresentações acontecem sextas e aos sábados às 20h, e, aos domingos às 18h.

Já em 8 de agosto, a atriz Rosana Stavis sobe ao palco do Teatro Vivo com a reestreia de ‘A Aforista’, peça escrita e dirigida pelo dramaturgo Marcos Damaceno produzida pela Cia.Stavis-Damaceno de Curitiba. O enredo tragicômico explora as complexidades das escolhas humanas, decisões tomadas e os caminhos seguidos. A atriz conduz a história acompanhada pelos pianistas Sergio Justen e Fabio Cardoso, com trilha sonora original composta por Gilson Fukushima. ‘A Aforista’ será encenada todas as terças, quartas e quintas, às 20h.

Serviço:

Teatro Vivo – Avenida Dr. Chucri Zaidan, 2460 – Morumbi, São Paulo

Estacionamento no local: R$30

Funcionamento: 2h antes da sessão até 30 minutos após o término da apresentação

Bilheteria (sem taxa de conveniência): aberta 2 horas antes das sessões.

Totem Sympla: de segunda a sexta, em horário comercial

Memórias do Vinho (Per Bacco)

Temporada: 3 de agosto a 15 de setembro de 2024 – sextas e aos sábados, às 20h e, aos domingos, às 18h

Classificação: 12 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: R$150 (inteira), R$75 (meia-entrada)* e R$40 (preço popular)**

Venda online em https://bileto.sympla.com.br/event/95023.

A Aforista

Temporada: De 8 de agosto a 12 de setembro | terças, quartas e quintas, às 20h

Classificação: 14 anos

Duração: 75 minutos

Ingressos: R$100 e R$40**

Venda online: https://bileto.sympla.com.br/event/95024/d/261371/s/1784070

* O comprovante de meia-entrada deverá ser apresentado na entrada do espetáculo.

**O ingresso na categoria Preço Popular é válido para todos os clientes e segue o plano de democratização da Lei Rouanet, havendo uma cota deste valor promocional.

(Fonte: Agência FR)