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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Mostra 3M de Arte divulga nomes dos artistas selecionados pelo edital

São Paulo, por Kleber Patricio

Vencedoras do 13º edital da Mostra 3M de Arte: à esquerda, Mônica Ventura e, à direita, Karola Braga. Créditos: Divulgação.

As artistas Mônica Ventura e Karola Braga são as selecionadas via edital para a 13ª Mostra 3M de Arte, que acontecerá em São Paulo durante os dias 26 de outubro e 24 de novembro no Parque Augusta, com o tema ‘Interespécies: Cruzando Mundos’. Foram ao todo 228 inscritos de todo o País. Junto à curadoria de Aline Ambrósio, arquiteta e pesquisadora afro-indígena tupi guarani e crítica da arte contemporânea brasileira, a Mostra 3M de Arte selecionou dois projetos que apresentam um diálogo da pluralidade cultural brasileira com a natureza.

Raia é da artista visual e designer Mônica Ventura, formada em desenho industrial pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Mônica Ventura é reconhecida internacionalmente por imprimir em suas obras a narrativa sobre o feminino e a racialidade que resultam na complexidade psicossocial da mulher afrodescendente inserida em diferentes contextos.

O segundo projeto escolhido é Jardim Suspenso, de Karola Braga. Nascida em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo, é mestranda em poéticas visuais pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em belas artes pela FAAP. A artista aplica em suas obras elementos ligados à esfera olfativa. Por isso, cheiros, carregados de construções simbólicas e culturais e com sua capacidade de evocar memórias, são características das apresentações de Karola.

Sobre as artistas selecionadas:

Mônica Ventura foi premiada em 2023 no Foco ArtRio e indicada ao prêmio Pipa no mesmo ano. Participou de mostras em Inhotim (MG), Centro Cultural São Paulo, Museu da Arte Moderna de São Paulo (Masp), Galeria Pastos, em Buenos Aires, e Ford Foundation, em Nova York.

Karola Braga participou da Desert X AlUla, com um trabalho comissionado pela Royal Commission for AlUla, na Arábia Saudita. Foi indicada ao prêmio Pipa 2024 e selecionada para a 27ª Temporada de Projetos do Paço das Artes. Expôs na 13ª Bienal do Mercosul, no Brasil, e foi finalista na categoria Sadakichi de Trabalho Experimental com Cheiros na 9ª edição do Art and Olfaction Awards, realizado em Los Angeles. Além disso, foi indicada para o prêmio CIFO Grants & Commissions Program 2020, em Miami, e para o prêmio de Arte Bloom Weihenstephaner 2019, em Colônia.

Sobre a Elo3 | Há 20 anos a Elo3 tem sido líder na transformação social, democratizando o acesso à arte e à cultura em 179 cidades brasileiras. Com projetos inovadores em exposições, fotografia, literatura e educação, a organização alcançou mais de 6 milhões de pessoas e distribuiu 138 mil livros. Destacam-se eventos como a exposição Santos — Dumont Designer e a Mostra 3M de Arte, juntamente com iniciativas educativas como Retratos da Terra e a Jornada Sabiá de Leitura. A Elo3 oferece à sociedade projetos questionadores, inovadores e transformadores, como a Mostra 3M de Arte. Conheça mais sobre a Elo3 no perfil no Instagram ou no site.

(Fonte: Com Leandro Matulja, Leticia Zioni e Guilherme Maia/Agência Lema)

Lançamento da Edusp analisa a vida e obra de Edgard Degas

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra da historiadora Ana Gonçalves Magalhães revisita a vida e produção artística do ‘pintor das bailarinas’.

Em ‘A Pequena Bailarina de 14 Anos’, a professora e historiadora da arte Ana Gonçalves Magalhães apresenta uma síntese da vida e produção do artista francês Edgar Degas (1834–1917), tendo como foco principal a obra esculpida em cera batizada de ‘A Pequena Bailarina de 14 Anos’, única escultura original que o escultor expôs em vida.

Neste lançamento da Edusp, a estudiosa aborda o âmbito do impressionismo francês em que a escultura foi exibida e a relação do trabalho de Degas com o de outros escultores de seu tempo, como Auguste Rodin, Jules Dalou e Medardo Rosso.

Conhecido como ‘pintor das bailarinas’, Degas tornou-se um artista complexo e adepto da experimentação, sendo um dos principais articuladores da Sociedade de Artistas Independentes, que impulsionou as exposições impressionistas de Paris em 1870.

Recentemente, sua obra e a de outros impressionistas têm sido reavaliadas e Degas foi objeto de diversas mostras internacionais. Réplicas de suas esculturas podem ser encontradas até mesmo em sites de decoração, sem muito de seu contexto original. O estudo de Ana Gonçalves Magalhães é um convite para redescobrir Degas e a história de sua arte.

(Fonte: Com Bruno Passos Cotrim/Ex-Libris Comunicação Integrada)

[Artigo] Café sustentável: práticas para um futuro mais justo e equilibrado

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Maryam Sicard/Unsplash+.

O setor cafeeiro, que historicamente tem sido um pilar econômico para muitos países da América do Sul, está enfrentando uma transformação significativa. Com a crescente conscientização global sobre as questões ambientais e sociais, produtores de café estão sendo pressionados a adotar práticas mais sustentáveis. A boa notícia é que muitos já estão abraçando essa mudança, implementando práticas que não apenas melhoram a qualidade do café, mas também contribuem para um futuro mais equitativo e ecologicamente consciente.

Nossa região lidera a indústria mundial de café e a adoção de práticas sustentáveis é particularmente notável. Por exemplo, no Brasil, maior produtor mundial do grão, a diversidade de qualidades e sabores, aliada ao crescimento na produção, tem permitido ao país ocupar uma parcela de cerca de 40% do mercado global. Além disso, ele tem investido no uso racional dos recursos hídricos, do melhoramento genético e manejo específico que resultam em um produto de maior valor agregado e de alta qualidade.

Ana Paula Almeida é Analista de Sustentabilidade na Fundação Eco+. Foto: Divulgação.

Essa evolução também possibilita ao setor a aquisição de certificados que atestam essas boas práticas. A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), por exemplo, avalia que cafés com certificados socioambientais já representam mais de 15% da produção brasileira, com 60 milhões de sacas por ano. Para o agricultor, as certificações trazem uma gama de benefícios, uma vez que estimulam a melhoria de práticas sustentáveis no campo, abrindo novos mercados e agregando valor ao produto diante de um mercado extremamente exigente e competitivo.

Outro ponto é que elas permitem a rastreabilidade da cadeia de valor da lavoura à indústria. Esse é o aspecto crucial do setor daqui para frente. As boas práticas sustentáveis não dizem respeito apenas à preservação ambiental, mas, também, do planejamento de toda cadeia de produção a fim de viabilizá-la econômica, social e ambientalmente proporcionando bons resultados que sustentem sua existência no futuro.

Na Colômbia, mundialmente conhecida pela qualidade de seu café, a preocupação do setor com as condições de produção é evidente. O país é o segundo na América do Sul com o maior número de produtores com o selo Fair Trade (comércio justo), que assegura que os grãos foram produzidos respeitando direitos humanos e legislações do trabalho. No país, cerca de 257 cooperativas e associações de produtores possuem o selo, contra apenas 54 no Brasil.

Mesmo que a comprovação das ações de sustentabilidade seja altamente relevante, principalmente com a chegada de demandas internacionais, vale ressaltar que, apesar dos consumidores brasileiros declararem em diversas pesquisas a preferência por produtos de empresas com responsabilidade social e ambiental em suas cadeias, essa atitude muitas vezes não se reflete na prática. Desta forma, um dos desafios também é quanto ao reconhecimento e valorização dos selos.

Paula Tavares é Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos, e sócia na MFT Conagro. Foto: Divulgação.

A complexidade está na garantia de manutenção das práticas o tempo todo, principalmente nos períodos de maior demanda, como na colheita. O selo deve assegurar rastreabilidade e acompanhar os avanços na cafeicultura da região, aliados aos desafios da cadeia de custódia do café e especificidades de cada país produtor.

Pensando que a agricultura sustentável viabiliza mudanças em todo o processo de produção – desde o plantio até o produto final, casos como o do café, que representa uma das culturas agrícolas que mais progrediram em termos de sustentabilidade, servem como exemplo para expandir iniciativas para os demais segmentos.

Planejar as ações com intencionalidade e medir o bom impacto já gerado pela produção de café, seja para as pessoas, seja para o meio ambiente, é um ponto que deve ter continuidade pelos produtores. A liderança global da América do Sul permite que sejamos referência para outros países fora da região. E, por isso, é necessário um esforço de comunicação em todos os momentos: da porteira para dentro e, depois, da porteira para fora, até chegar na xícara. Valorizar os indivíduos dessa cadeia que fazem acontecer proporciona reconhecimento de uma cultura que vem se renovando e tem apenas a crescer com o tempo.

*Ana Paula Almeida é engenheira ambiental e Analista de Sustentabilidade na Fundação Eco+

*Paula Tavares é bióloga, mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos, sócia na MFT Conagro.

(Fonte: Com Carlos Nascimento, Fernando Oliveira e Larissa Batalha/Máquina Cohn & Wolfe)

Nova variante do vírus HIV está circulando em pelo menos três estados do Brasil, revela estudo

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Microscopia eletrônica mostra partículas víricas do HIV brotando de célula infectada. Foto: National Institute of Allergy and Infectious Diseases/Unsplash.

Um novo subtipo do vírus HIV, o vírus da Aids, está circulando em, ao menos, três das cinco regiões brasileiras. É o que revela estudo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com instituição sul-africana, publicado na revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, nesta sexta (16). Os pesquisadores identificaram a nova variante em amostras de sangue de portadores do vírus do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia.

A variante é resultado da mistura genética de dois tipos de HIV amplamente difundidos no Brasil, chamados de B e C, que podem ter se combinado no organismo de um paciente portador e gerado padrões diferentes dos já conhecidos. Durante a investigação, os cientistas analisaram uma amostra genética coletada em 2019 de um portador do HIV em tratamento em Salvador, na Bahia, e identificaram fragmentos dos dois tipos diferentes do vírus.

As sequências genéticas encontradas foram, então, comparadas com informações registradas em bancos de dados científicos, o que revelou a existência de outras três ocorrências de padrões semelhantes espalhadas pelo Brasil. Com esses resultados, a equipe realizou um estudo de parentesco que indicou uma conexão entre as quatro amostras e possibilitou a classificação da nova variedade do vírus HIV, a recombinante CRF146_BC.

Segundo Joana Paixão Monteiro-Cunha, autora da pesquisa, o mais provável é que essa nova variedade tenha surgido em um paciente infectado, ao mesmo tempo, com os tipos B e C do vírus. “Quando duas variantes diferentes infectam a mesma célula, podem se formar híbridos durante o processo de replicação do vírus e, destes, surgem os recombinantes”, explica a pesquisadora. Ela também esclarece que é possível que um único portador tenha iniciado a transmissão do novo tipo no Brasil, que já foi detectado em três estados. “Nosso estudo mostrou que as variantes encontradas nas diferentes regiões geográficas são descendentes de um mesmo ancestral. Assim, é possível especular que ela já está amplamente disseminada no país”, alerta.

Separadamente, os subtipos B e C do HIV são responsáveis por cerca de 81% das infecções no Brasil, sendo a variante B a mais difundida em todas as regiões do país. Mesmo com essa prevalência, a autora destaca que a maior parte do material genético da nova variante é herdada do tipo C. “Nós avaliamos muitas outras formas recombinantes que envolvem os dois subtipos e observamos que, na maioria delas, também predominam sequências genômicas do subtipo C”. De acordo com a pesquisadora, isso pode indicar uma pressão seletiva para a manutenção da variante C, possivelmente devido a vantagens adaptativas ou replicativas presentes nesse tipo.

Embora novos estudos sejam necessários para verificar diferenças entre a nova variante e os tipos C e B nas taxas de transmissão e progressão da infecção para a Aids, Monteiro-Cunha explica que não há evidências de que o tratamento contra o vírus precise ser modificado. “Parece que os subtipos de HIV-1 não apresentam grandes diferenças na resposta à terapia antirretroviral”, comenta.

As formas recombinantes de HIV são responsáveis por cerca de 23% das infecções ao redor do globo. Desde 1980, mais de 150 misturas entre as variantes B e C já foram descobertas no mundo. Nesse cenário, a pesquisadora salienta que é essencial manter os esforços para investigar esses vírus. Sua equipe deve continuar investigando e monitorando o surgimento de novas formas do HIV para auxiliar na vigilância da disseminação desse vírus — o que impacta, também, no controle da doença causada por ele.

(Fonte: Agência Bori)

Barra da Tijuca: dicas de passeios em meio à natureza

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

A Barra da Tijuca é um dos bairros com a atmosfera mais vibrante e agitada da Zona Oeste do Rio, repleto de bares, restaurantes, shoppings, cinema e teatros. Com uma localização privilegiada, também está próximo a diversas atrações turísticas da cidade, como a Pedra da Gávea, o Jardim Botânico e o Parque Lage, que podem ser acessados facilmente com o uso de transporte público.

Mas, em meio a toda essa efervescência, é possível explorar a natureza, desfrutar de belas vistas e se desconectar um pouco do agito da cidade? A resposta é sim e a Guest Relations do hotel Laghetto Stilo Barra Rio de Janeiro, Kivya Valladão, dá dicas de passeios relaxantes que permitem curtir ao máximo essa agradável região a apenas alguns minutos do hotel. Confira:

Curtir a Praia da Barra da Tijuca

Praia da Barra da Tijuca. Foto: Riotur.

Com pouco mais de 14 km de extensão, esta é a maior praia da cidade maravilhosa. Suas águas esverdeadas e limpas vão da avenida Sernambetiba até o Recreio e são ideais para praticar surf, windsurf, bodyboarding e pesca de beira. Na orla, há muitos bares, restaurantes e quiosques que podem ser aproveitados inclusive durante a noite, graças à iluminação noturna e ciclovia.

Passeio na Lagoa de Marapendi

Lagoa de Marapendi. Foto: Wikipedia.

A Reserva Biológica de Marapendi é uma das principais atrações ecoturísticas do Rio de Janeiro e, dentre as opções para explorar o contato com a natureza na capital carioca, os passeios de barco na Lagoa de Marapendi são calmos e encantam os olhos de quem contempla a vista exuberante das àguas, aves e vegetação nativa da região.

Passeio no Parque Natural Municipal Bosque da Barra

Bosque da Barra da Tijuca. Foto: Riotur.

Conhecido como o Bosque da Barra, possui cerca de 50 hectares repletos de alamedas arborizadas que são excelentes para a prática de esportes ao ar livre, corridas, caminhadas e a realização de piqueniques e atividades recreativas. Outro ponto alto do passeio é poder observar a variedade da fauna, como aves, borboletas, capivaras e os jacarés-de-papo-amarelo, que podem ser vistos nos lagos do bosque. Horário de funcionamento: terça a domingo, de 6h às 17h – inclusive nos feriados.

Visita à Ilha da Gigóia

Ilha da Gigóia. Foto: site ‘O que fazer na Gigóia’.

A Ilha da Gigóia é um santuário natural com cerca de 7 mil moradores que conta com um comércio local e uma série de atrações, como passeios de barco, lancha e jet ski pelas lagoas da Barra da Tijuca. Conta ainda com uma boa variedade de bares, restaurantes e eventos repletos de música ao vivo que animam o final de tarde/noite.

Entre as ótimas opções de hospedagem na Barra está o Laghetto Stilo Barra. Dotado de unidades aconchegantes, possui um restaurante próprio, piscina, fitness center 24h, Internet Wi-fi, estacionamento privativo e um amplo espaço multifuncional para realizações de eventos corporativos e sociais. Além disso, o hotel está na rota dos pontos turísticos mais renomados da capital paulista. Outro destaque vai para o rooftop do hotel e sua vista para a praia da Barra da Tijuca (à frente), a famosa Pedra da Gávea (à esquerda) e a Lagoa de Marapendi (à direita). O fácil acesso à Avenida.

Serviço:

Endereço: Av. Lucio Costa, 5650 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ)

Telefones: (21) 3509-9000 ou (21) 2509-9000

Site | Instagram.

(Fonte: Com Fábio Barros/Hochmüller Multimídia)