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De portas abertas há 25 anos, Sala São Paulo apresenta nova identidade visual

São Paulo, por Kleber Patricio

Criada por Bernard Batista, designer da equipe de Comunicação da Fundação Osesp, a marca parte de linhas e formas simplificadas e evoca elementos da fachada do edifício.

O ano de 2024 marca três celebrações importantes para a Fundação Osesp: os 70 anos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, os 30 anos do Coro da Osesp e os 25 anos da Sala São Paulo – que é a casa da Osesp, dos coros e de seus programas educacionais e foi inaugurada em 1999 no edifício onde no passado funcionou a Estação Júlio Prestes, datada de 1938.

Apresentada no último dia 11, a nova identidade visual da Sala São Paulo reflete o encontro daquilo que é histórico – a Estação começou a ser construída em 1926 e foi inaugurada em 1938 – com o presente e o futuro de um equipamento cultural extremamente vivo e efervescente. “A nova marca da Sala São Paulo vem coroar o ano de celebrações dos 25 anos da casa de concertos mais amada da cidade. Queríamos trazer para a expressão visual deste potente equipamento de cultura a efervescência de um patrimônio histórico em sintonia absoluta com o nosso tempo, de portas abertas para o futuro”, afirma Mariana Stanisci, superintendente de Comunicação e Marketing da Fundação Osesp.

Criada por Bernard Batista, designer da equipe de Comunicação da Fundação Osesp, a marca parte de linhas e formas simplificadas e evoca elementos da fachada do edifício. A proposta é remeter à ideia de uma Sala São Paulo cada vez mais viva, moderna e acessível a todos, de portas abertas para o futuro. “O novo design explora a abstração geométrica da arquitetura icônica da Sala São Paulo destacando luz, sombra e as portas abertas. A identidade reduz detalhes figurativos, priorizando formas minimalistas e de alto contraste. Essa abordagem não só moderniza a marca como também garante maior legibilidade e versatilidade em diferentes aplicações, preservando a conexão simbólica com a imponência e a singularidade do edifício”, conta Bernard. Assista ao vídeo de apresentação da nova identidade.

Acompanha a nova marca uma paleta de cores inspirada em elementos antigos e atuais do prédio: em referência às cadeiras do público e dos músicos, o azul (ultramarine blue) foi escolhido como cor principal, tendo o rosa (potter pink) dos ladrilhos de motivos florais do piso térreo e da Estação das Artes como secundária, e o amarelo (cádmium yellow) dos vitrais e da própria madeira da Sala de Concertos como terciária. Sap green, carmine red, viridian blue e manganese violet formam as cores de apoio. Presentes na arquitetura interna e externa, os arcos inspiraram os elementos visuais do novo projeto.

Ficha técnica – Nova identidade da Sala São Paulo

Designer: Bernard Batista
Apoio: Bernardo de Paula Cintra (Assistente de Design) e Ana Clara Brait (Auxiliar de Design)
Gerente de Comunicação: Mariana Garcia
Superintendente de Comunicação e Marketing: Mariana Stanisci
Diretor Executivo da Fundação Osesp: Marcelo Lopes

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

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(Com Fabio Rigobelo/Fundação Osesp)

Galeria do Largo recebe exposição do movimento indígena MAHKU em programação da 13ª Mostra 3M de Arte

Manaus, por Kleber Patricio

Obra ‘Kapewe Pukenibu’, 2024, que integra a 13ª Mostra 3M de Arte, do Movimento indígena MAHKU.

O Centro de Artes Visuais Galeria do Largo, em Manaus, capital do Amazonas, recebe a exposição ‘Kapêtawã pukêní: Huni Kuins Atravessando Mundos’, que integra a 13ª Mostra 3M de Arte, idealizada pela Elo3. Nesta mostra, com visitação até 26 de fevereiro de 2025, o público poderá conferir gratuitamente trabalhos, entre telas e esculturas da exposição individual do MAHKU – Movimento dos Artistas Huni Kuin.

A mostra individual do movimento MAHKU esteve em cartaz na capital paulista e em Campinas (SP), com trabalhos de sete artistas convidados e selecionados pelo edital que buscou destacar obras capazes de provocar reflexões sobre a crise climática e despertar concepções ancestrais relacionadas ao meio ambiente.

Sob o tema Interespécies – Cruzando os Mundos, com curadoria de Aline Ambrósio, a Mostra 3M de Arte em São Paulo contou com representação inédita do movimento MAHKU, comunidade originária do norte do Brasil. O coletivo desenvolveu para o Parque Augusta a instalação Casa Kupixawa Huni Kuin, com uma escultura de cerâmica e duas pinturas de Manku, entrelaçadas pela escultura da Cobra-Grande, elemento cultural efervescente dos povos indígenas, que remete a desaceleração do tempo e a conexão de outros cosmos.

As duas obras exibidas em São Paulo seguem para Manaus, onde se integrarão às demais instalações que compõem a exposição Kapêtawã pukêní. Mais informações na página oficial do Instagram.

Serviço:

Mostra 3M de Arte – Manaus

Local: R. Costa Azevedo, 290 – Centro, Manaus – AM

Data: até 26 de fevereiro de 2025 | Horário: 15h às 20h

Site

Gratuito.

Sobre a Elo3 | Há 20 anos a Elo3 tem sido líder na transformação social democratizando o acesso à arte e à cultura em 179 cidades brasileiras. Com projetos inovadores em exposições, fotografia, literatura e educação, a organização alcançou mais de 6 milhões de pessoas e distribuiu 138 mil livros. Destacam-se eventos como a exposição Santos — Dumont Designer e a Mostra 3M de Arte, juntamente com iniciativas educativas como Retratos da Terra e a Jornada Sabiá de Leitura. A Elo3 oferece à sociedade projetos questionadores, inovadores e transformadores. Conheça mais sobre a Elo3 no perfil do Instagram ou no site.

(Com Maria Fernanda Lira Pires/Agência Lema)

Depois de 30 anos, autor de Calvin e Haroldo volta a escrever e desenhar em obra especial com edição limitada

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

‘Os mistérios’, livro que acaba de ser lançado aqui no Brasil pela Conrad Editora, é a mais nova obra de Bill Watterson, autor e criador das famosas tiras de Calvin e Haroldo, sucesso entre os anos 80 e 90. Depois de quase 30 anos, o reconhecido autor de HQ embarca em um trabalho totalmente diferente e desenvolvido em parceria com o caricaturista John Kascht.

Em uma edição limitada mundialmente, o livro traz detalhes especiais, o que inclui capa dura com tecido e ilustrações incríveis feitas por ambos artistas. Disponível em apenas 6 mil exemplares no Brasil e com a tradução de Cassius Medauar, o leitor vai ficar fascinado pelo enredo da HQ. ‘Os Mistérios’ é uma fábula para adultos que conta a história  de um antigo reino que sofre calamidades inexplicáveis. Com o objetivo de acabar com o tormento, o rei envia seus cavaleiros em busca da causa dos misteriosos acontecimentos. Anos depois, um único e abatido cavaleiro retoma. É aqui que começa essa aventura que une suspense e fantasia. O livro especial já está disponível na Amazon.

Quem fez essa HQ

Bill Watterson é o criador das histórias de Calvin e Haroldo, um garoto de seis anos e seu melhor amigo, um tigre de pelúcia chamado Haroldo, e desenhou as tiras da dupla diariamente de 1985 a 1995. Seu trabalho está em exposição na Biblioteca e Museu Billy Ireland Carte 7 da Universidade do Estado de Ohio. John Kascht já caricaturou milhares de rostos famosos pare revistas, jornais e letreiros da Broadway. Seu trabalho está na coleção da National Portrait Gallery.

Sobre a Conrad Editora

A Conrad é uma editora do Grupo IBEP que tem como missão disponibilizar para a sociedade brasileira a diversidade de ideias, a discussão de novas tendências e a pluralidade cultural, provocando reflexões importantes para a formação do jovem. A editora foi fundada em 1993 de forma inovadora, sendo pioneira por abrir espaço para quadrinhos nas livrarias.

Em 2009, a Conrad foi adquirida pelo Grupo IBEP e passou por muitas reformulações até chegar em 2020, quando entrou em uma nova fase trazendo de volta o conceito de inovação do passado e adaptando a editora para os desafios que o mercado enfrenta nos tempos atuais.

E a última novidade da Conrad é o início de um grande projeto digital lançando HQs de autores nacionais e internacionais em e-books completos ou em capítulos digitais periodicamente.

(Com Alexandre Poletto/Exclame Comunicação)

OMA Galeria lança 7ª edição do Clube de Colecionadores

São Paulo, por Kleber Patricio

‘Por dentro da pele #1’, obra de Marina Ayra para o Clube. Acrílica sobre tela de algodão e monotipia a óleo de gravura em organza de seda, 40 x 20 cm.

A OMA Galeria anuncia o lançamento da 7ª edição de seu Clube de Colecionadores, iniciado em 2015 com o objetivo de impulsionar a produção de artistas jovens e emergentes e democratizar o acesso à arte contemporânea. A edição de 2025 apresenta obras inéditas de seis artistas, oferecendo aos colecionadores a oportunidade de adquirir trabalhos de novos talentos para iniciar ou expandir sua coleção.

Os participantes dessa edição são os artistas Amira Rodrigues, Carla Duncan, José Maria Ferreira, Marina Ayra, Natalia Guarçoni e Paulo Du’Sanctus. Segundo a OMA, os nomes foram selecionados por sua qualidade artística e potencial de desenvolvimento de carreira. “O Clube é uma das iniciativas mais importantes da galeria, pois nos permite oferecer aos colecionadores obras de arte com grande potencial de valorização e contribuir para a carreira de artistas nos quais acreditamos. Apesar de estarem em fase inicial ou intermediária de carreira, esses artistas já estão dando passos importantes com presença em salões de arte, exposições e até acervos institucionais”, diz o galerista Thomaz Pacheco.

Edições anteriores do Clube de Colecionadores contaram com a participação de nomes como Verena Smit, Daniel Melim, Giovani Caramello, Elen Braga e Andrey Rossi, que hoje têm trajetórias sólidas nas artes. Rossi, que participou da primeira edição do Clube em 2015, hoje tem obras em coleções de instituições relevantes, como o MAR (RJ), o MAM-RJ e o MAC-RS. Braga, participante da mesma edição, realizou performances em espaços como Instituto Tomie Ohtake, SESCs Vila Mariana e Ipiranga e instituições no exterior, onde vive atualmente. Melim, que participou no mesmo ano, realizou exposições na Fundação Iberê Camargo e no Paço das Artes (SP) e ocupou com murais o Museu Afro (SP) e o Museu da Língua Portuguesa (SP). Melim foi ainda o criador do icônico Mural da Luz, que permaneceu visível por uma década a partir da Pinacoteca do Estado de São Paulo até ser apagado no final de 2023.

‘Travessia’, 2024, obra de Amira Rodrigues. Encáustica quente sobre madeira, 28 cm x 20 cm.

A associação ao Clube é anual, com entrega de uma obra de arte a cada dois meses. As obras são entregues em eventos intimistas exclusivos para associados, permitindo a aproximação direta entre colecionadores e artistas. Os encontros ainda oferecem aos participantes a oportunidade de conhecer de perto o processo artístico e o conceito por trás de cada obra. O valor do clube é de R$350 mensais, com a opção de fazer um pagamento anual único. Para fazer parte do Clube de Colecionadores, entre em contato com a OMA diretamente por este link.

Sobre os artistas:

Amira Rodrigues | Suas obras exploram a representação de espaços arquitetônicos extraídos de seu cotidiano. Pesquisa imagens a partir da teoria dos incorporais estoicos e pela ideia de “tempo como medida do movimento”, de Aristóteles. A ausência de movimento nesses espaços, faz com que a percepção do tempo também desapareça, criando uma atemporalidade, um lugar sem lugar, neutro, sem orientação física. Amira é uma artista jovem, recém-formada pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, que mostra engajamento em sua pesquisa criando trabalhos sofisticados. No momento, está realizando sua primeira coletiva na Galeria Fasam.

Carla Duncan | Carla Duncan (1992, Belém – PA) trabalha com pintura para explorar memórias pessoais do cotidiano amazônico e a dialética entre restrição e possibilidade da experiência urbana. Na série criada para o Clube, investiga a tradição e espiritualidade enraizadas na cultura paraense e nas práticas populares brasileiras, explorando o significado e a importância do ritual dos banhos de cheiro como prática de purificação e atração de boas energias. Em 2024, ganhou dois prêmios aquisitivos em salões e a teve uma pintura incorporada ao acervo do Museu de Arte do Espírito Santo. Carla é representada pela OMA Galeria.​

José Maria Ferreira (Zemah) | Em seu trabalho, José Maria Ferreira, Zemah, faz um mergulho na fragilidade antagonismos e dualidades da vida humana em todas as suas sutilezas e realidades ocultas. Explora questões inerentes ao ser humano, como a vida, o prazer, a dor, as ilusões, as dores, alegrias e tristezas no grande palco da vida. Reflete sobre padrões de beleza, o sonho da juventude eterna, a dor da morte e do envelhecer. O artista já participou de diversas exposições individuais e coletivas. Junto com Paulo du’Sanctus, administra o ateliê Casarão, um espaço novo e proeminente no Ipiranga, em São Paulo, que abriga ateliês, cursos e um espaço expositivo experimental.​

Marina Ayra | Sua pesquisa se desenvolve principalmente por meio das linguagens do desenho, pintura, gravura e colagem. As camadas e transparências, tanto no sentido formal quanto metafórico, são o cerne de sua pesquisa. A construção de seus trabalhos toma como referência objetos do cotidiano, a observação das camadas externas e profundidades na natureza. Marina fez residência artística na Cité Internationale des Arts em Paris e em sua trajetória realizou diversas exposições individuais e coletivas e tem participado dos principais salões de arte do país. Além disso, possui um trabalho no acervo do Museu de Arte Brasileira – MAB FAAP. Hoje é representada pela Casa Galeria. ​

Natália Guarçoni | Natália é uma exploradora das sutilezas do cotidiano, em busca da poesia oculta que permeia o mundo ao nosso redor. Profundamente influenciada pela geometria e minimalismo, seus trabalhos são marcados pelos contrastes entre os elementos, dos cheios e vazios, da luz e sombra. A artista realiza um verdadeiro trabalho de escavação, desvendando a poesia intrínseca das coisas. Em sua trajetória, já participou de diversas exposições individuais e coletivas, além de participar da residência artística da Zait.​

Paulo Du’Sanctus | O artista trabalha principalmente com a pintura sobre diferentes suportes. A sua pesquisa e produção se concentra em temas relacionados a racialidade, uma homenagem as suas origens. Formado em jornalismo, tem a pesquisa, apuração e os dados como base para o desenvolvimento de suas séries que nascem da indignação com as questões histórico-socais-culturais. Suas obras contam e recontam a História e registram o presente em forma de arte. Já participou de diversas exposições individuais e coletivas, seu trabalho integra importantes acervos institucionais como o do Museu do Ipiranga. Junto com Zemah, administra o ateliê Casarão.

Sobre a OMA Galeria
Ao longo de uma década, a OMA Galeria tem trilhado um caminho singular nos diversos espaços e circuitos da arte contemporânea, concentrando-se na representação de artistas jovens e emergentes. Originária de São Bernardo do Campo, desde o início esteve profundamente envolvida com o território, promovendo ações em diálogo direto com a comunidade local. Em 2022, a galeria passou a operar no bairro dos Jardins, em São Paulo. Reconhecendo o papel transformador da arte e do artista, a OMA expandiu sua atuação por meio da OMA Cultural e da OMA Educação, buscando alcançar um público mais amplo e atingir todos os setores da sociedade através de projetos como o Laboratório de Artes Visuais e o Edital de Curadoria.

Serviço:

7ª edição do Clube de Colecionadores da OMA Galeria
Contato: pedro@omagaleria.com | +55 (11) 96608-9884

Redes Sociais: Site | Instagram.

(Com Patricia Gil/Assessoria de imprensa OMA)

Com acervo histórico do CPT_SESC, Sesc Memórias lança nova coleção ‘Policarpo Quaresma’

São Paulo, por Kleber Patricio

Figurinos de ‘Policarpo Quaresma’. Fotos: Bob Sousa.

Desde o último dia 5 de dezembro, o espetáculo teatral ‘Policarpo Quaresma’ passa a integrar as Coleções e Acervos Históricos do CPT_SESC, projeto realizado pelo Sesc Memórias na plataforma Sesc Digital.

Fotos dos figurinos, feitas por Bob Sousa após trabalho de higienização e reparos dos itens realizado pelo Sesc Memórias, fazem parte deste conjunto. Além disso, o conteúdo da 24ª Coleção contempla fotos de cena, programa do espetáculo, vídeos e textos.

Inspirado no livro ‘Triste Fim de Policarpo Quaresma’, de Lima Barreto (1881–1922), o espetáculo estreou em 26 de março de 2010 no Teatro Anchieta, do Sesc Consolação. Ele encerra a Trilogia Carioca do CPT (Centro de Pesquisa Teatral) e Grupo Macunaíma. Foi antecedido por ‘A Falecida Vapt-Vupt’, versão para a peça de Nelson Rodrigues, e ‘Lamartine Babo’, musical em homenagem ao compositor, ambos de 2009. As três peças têm como cenário o Rio de Janeiro e seus personagens acompanham as transformações sociais e políticas do momento.

O texto traz a história do herói ufanista Policarpo Quaresma, funcionário público do final do império e nacionalista convicto obcecado pelas brasilidades. O Major Quaresma é a caricatura de um patriota ingênuo. Através dele, o romancista põe ante nós o lado cândido e sincero que o patriotismo pode ter, bem como o seu lado meio alienado. É uma caricatura quixotesca: para ser muito bom e muito puro é preciso ser muito maluco, numa sociedade de corruptos de um país sem projeto. Em ‘Triste Fim de Policarpo Quaresma’, Lima Barreto põe em confronto duas noções que o desagradavam: a de Pátria (patriotismo) e a de Ditadura. Lee Taylor, ator que também foi professor no CPT, encarna Policarpo Quaresma nesta adaptação dirigida por Antunes Filho.

Os figurinos são assinados por Rosângela Ribeiro e podem ser vistos em detalhes na nova coleção da plataforma Sesc.digital, com exposição virtual a partir dos registros feitos pelo fotógrafo Bob Sousa.

Serviço:

Policarpo Quaresma

Disponível na plataforma Sesc Digital

Acervo digital composto de fotos dos figurinos feitas pelo fotógrafo Bob Sousa a partir do trabalho de higienização e reparos do acervo realizado pelo Sesc Memórias, peças gráficas, fotos de cena e entrevistas com o elenco da peça.

Sobre as Coleções e Acervos Históricos CPT_SESC

As Coleções e Acervos Históricos CPT_SESC trazem ao público seleções dos figurinos e outros itens de peças encenadas pelo CPT. Um minucioso trabalho de pesquisa possibilitou a recomposição e reparos de mais de 420 trajes cênicos compostos e 350 acessórios, em um total aproximado de 2000 itens de 30 espetáculos.  Em seguida, os figurinos foram registrados pelo fotógrafo Bob Sousa, e essas fotos são hoje o fio condutor do projeto, que se encerra agora com Policarpo Quaresma.

Estão disponíveis também as coleções das montagens Nova Velha Estória, Eu Estava em Minha Casa e Esperava que a Chuva Chegasse, Lamartine Babo, A Falecida Vapt-Vupt, Senhora dos Afogados, Macunaíma, A Hora e Vez de Augusto Matraga, Antígona, Foi Carmen, Fragmentos Troianos, Gilgamesh, Medeia, Medeia 2, Nossa Cidade, Toda Nudez Será Castigada, Trono de Sangue, A Pedra do Reino, Vereda da Salvação, Xica da Silva, Blanche e Drácula e outros vampiros, Romeu e Julieta Marguerite, mon amour – Recital, Duras e O Canto de Gregório. Também está disponível uma Coleção dedicada aos cartazes produzidos para a divulgação das montagens do grupo.

Sobre o Sesc Memórias

O Sesc Memórias atua, desde 2006, na coleta, higienização, organização, guarda e disponibilização da documentação produzida pela instituição com o propósito de preservar e difundir suas memórias. Integram seu acervo os registros produzidos desde a criação do Sesc, em 1946. São diversos gêneros, suportes e formatos de documentos que assinalam a ação finalística da instituição e seus processos de trabalho, como materiais de divulgação, fotografias, produtos institucionais e relatórios, entre outros. Seu acervo contribui para a reflexão acerca do trabalho desenvolvido pela instituição, bem como para a promoção de pesquisas e de produção de conhecimentos, na medida em que é acessível ao público interno e externo, reforçando a memória como um valor a ser cultivado. Saiba mais no site sescsp.org.br/sescmemorias e no perfil instagram.com/sescmemorias

CPT_SESC

O Centro de Pesquisa Teatral foi criado em 1982 como laboratório permanente de criações teatrais, formação de atrizes, atores, dramaturgas e dramaturgos. Ao longo de quatro décadas, ganhou reconhecimento da crítica e de seus pares no Brasil e em outras partes do mundo como referência no fazer teatral. Foi coordenado por Antunes Filho por 37 anos, período no qual formou mais de mil profissionais das artes cênicas e apresentou 46 espetáculos. Em 2020, passado um ano da morte do diretor, o CPT expandiu suas ações em busca do constante desenvolvimento que o teatro contemporâneo exige, mantendo o diálogo com o seu legado.  A programação apresenta ciclos de debates, mostras digitais, cursos, podcasts, oficinas, entre outras atividades, com artistas e técnicos de diversas formações e instâncias da produção teatral, a fim de buscar a realização de um trabalho interdisciplinar a que sempre se propôs o CPT_SESC. Consulte a programação em sescsp.org.br/cpt e nas redes sociais: Instagram | Facebook | YouTube

Informações sobre as Coleções Digitais, Pesquisa e Memória do Sesc: sescmemorias@sescsp.org.br.

(Com Alex Anastácio/Assessoria de Imprensa CPT_SESC | Sesc Consolação)