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Cinemas no Brasil: superação, recordes e expansão em 2024

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Bustillo/Unsplash.

Após enfrentar uma das maiores crises de sua história, o setor cinematográfico brasileiro celebra um marco histórico: o recorde de 3.509 salas de cinema em funcionamento no país. Este número, divulgado pela Ancine em 1° de janeiro de 2025, supera as 3.478 salas registradas em 2019, antes da pandemia de Covid-19, que resultou no fechamento de quase metade das salas de cinema em 2020.

Com o apoio de linhas de crédito do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), o setor iniciou a recuperação, impulsionando a abertura de novas salas em municípios do interior e periferias urbanas. Esse crescimento reflete um compromisso com a descentralização do acesso ao audiovisual e a inclusão cultural, com soluções de acessibilidade, alcançando pessoas com deficiência visual e auditiva. Cidades como Monte Carmelo e Ponte Nova, em Minas Gerais, e Miracema, no Rio de Janeiro, ganharam suas primeiras salas, enquanto Viçosa, em Alagoas, celebrou a reabertura de um cinema que estava fechado há 30 anos.

O impacto vai além do aumento de números: as novas salas tornaram o cinema acessível a públicos historicamente excluídos. “O Brasil precisa manter e ampliar suas telas. Esse é o compromisso da Secretaria do Audiovisual com a distribuição e exibição cinematográfica deste país. O cinema gera encontros, emprego, renda e conhecimento da população com a arte produzida aqui”, destacou Joelma Gonzaga, secretária da SAV.

Além disso, o público brasileiro demonstrou maior interesse pelo cinema nacional. Em 2024, o número de espectadores de produções brasileiras dobrou em relação ao ano anterior, com destaque para o filme Ainda Estou Aqui, estrelado por Fernanda Torres, que conquistou o Globo de Ouro de Melhor Atriz. A vitória de Fernanda Torres no Globo de Ouro reflete o crescente prestígio do cinema brasileiro, impulsionado por uma maior presença nas telas e pelo fortalecimento da produção nacional. Ainda segundo os dados da Ancine, 121,08 milhões de pessoas frequentaram as salas de cinema no último ano, também fruto das políticas de incentivo à reabertura e ampliação do alcance.

O MinC segue trabalhando para garantir que esse crescimento continue, priorizando políticas públicas que incentivem a descentralização, a acessibilidade e a valorização do cinema como ferramenta de inclusão e cidadania. Com o fortalecimento do audiovisual nacional, o Brasil reafirma seu compromisso com a cultura como um direito de todos, celebrando histórias que conectam o país de norte a sul e projetam suas vozes para o mundo.
(Com Sheila Oliveira/Assessoria de imprensa – Ministério da Cultura)

Lektrik Art: festival de esculturas chinesas coloridas leva magia ao Jardim Botânico

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A partir do dia 11 de janeiro, o Lektrik Art: Um Festival de Luzes – São Paulo, uma grande exposição de esculturas coloridas e confeccionadas de forma artesanal por 150 artistas, chega ao Jardim Botânico de São Paulo. Entre as obras estão lobos, pandas, flores, monumentos e réplicas de pontos turísticos que transportam o visitante para selvas, reinos e culturas lendárias e contam diversas histórias sobre o mundo.

A chegada do Lektrik Art marca a estreia do a exposição na América Latina, após uma temporada de sucesso em cidades como Miami, Los Angeles, Dallas e Nova Iorque. Seus corredores coloridos, cenários únicos e ‘instagramáveis’, garantem registros memoráveis e encantam crianças e adultos.

A experiência é uma realização do Lektrik Art em parceria com a Fever e o Jardim Botânico de São Paulo. A exposição estará aberta de quarta a domingo durante todo o mês de janeiro até abril, com sessões a partir das 17h. Os ingressos já estão à venda pelo aplicativo da Fever, na bilheteria e no site do Jardim Botânico com valores a partir de R$49 (meia entrada).

Serviço:

Quando: A partir de 11 de janeiro de 2025

Onde: Jardim Botânico de São Paulo – Av. Miguel Estefno, 3031 – Vila Água Funda, São Paulo – SP

Ingressos: Já à venda no site e no aplicativo da Fever; também na bilheteria do Jardim Botânico e na bilheteria do Zoológico

Classificação: Livre para todas as idades

Site: lektrik.com/sao-paulo.

Sobre a Fever

A Fever é a principal plataforma global de descoberta de entretenimento ao vivo que ajuda, desde 2014, milhões de pessoas a desfrutarem das melhores experiências nas suas cidades. Com a missão de democratizar o acesso à cultura e ao entretenimento na vida real através da sua plataforma, a Fever inspira os usuários a aproveitarem experiências locais exclusivas e eventos, desde exposições imersivas, peças de teatro interativas e festivais até pop-ups de degustações moleculares, enquanto capacita criadores com dados e tecnologia para criar e expandir experiências em todo o mundo.

Sobre LEKTRIK Art

Lektrik © LEKTRIK Art não é apenas o líder do setor no Festival de Lanternas, mas também o líder em todo o setor de luzes para festas e iluminação geral em todo o mundo. Somos uma plataforma de comunicação cultural mundial, com criações personalizadas e multitemáticas, incorporando todas as excelentes culturas do mundo.

Sobre o Jardim Botânico

O Jardim Botânico possui 96 anos de existência e fica localizado na zona sul da capital paulista. Além de sua importância ambiental, o local também é visitado para ensaios fotográficos e gravações, festas de aniversário, casamentos e eventos sociais.

(Com Camila Florio/Sherlock Communications)

CAIXA Cultural São Paulo promove atividades complementares gratuitas sobre a exposição ‘Nelson Leirner: Parque de Diversões’

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra ‘America, America’ do artista Nelson Leirner. Foto: Pedro Tressi.

A CAIXA Cultural São Paulo apresenta uma programação especial de cursos e visitas mediadas, integrando a exposição Nelson Leirner: Parque de Diversões, em cartaz até 23 de fevereiro. O público poderá participar de atividades gratuitas que aprofundam a compreensão sobre o legado de um artista provocador, cuja obra buscava desafiar convenções e questionar o sistema da arte e da cultura de massa. As vagas são limitadas, mediante inscrição prévia gratuita nos links indicados abaixo.

As atividades terão a participação do curador da exposição, Agnaldo Farias, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, que já atuou como curador em diversas exposições e museus nacionais e internacionais. Agnaldo também foi curador premiado de outra exposição do mesmo artista intitulada Nelson Leirner – 2011-1961=50 anos.

Curso Playground ou Nelson Leirner e a arte (como tudo) como jogo:

O curador abordará o compromisso de Nelson Leirner com a crítica social e artística, destacando o humor e a irreverência em sua produção. Além disso, o curador irá compartilhar histórias pessoais que revelam aspectos fundamentais da poética do artista.

O curso será realizado de forma presencial no dia 16 de janeiro, quinta-feira, às 15h, com duração prevista de 1h30. Para esta turma estão previstas 50 vagas, e as inscrições gratuitas podem ser realizadas neste link aqui. A classificação indicativa é a partir de 14 anos.

Visitas mediadas com Agnaldo Farias

Durante os encontros, os participantes terão a oportunidade de conhecer o processo de idealização da exposição, que celebra a produção do artista paulista, bem como o trabalho de pesquisa que embasou a mostra. Serão realizadas nos dias 24 de janeiro, sexta-feira, às 15h, e 22 de fevereiro, sábado, às 11h. As inscrições para visita em janeiro estão disponibilizadas neste link e em fevereiro aqui. Serão 30 vagas para cada visita e a classificação indicativa recomendada é a partir de 14 anos.

Sobre a exposição Nelson Leirner – Parque de Diversões

É a primeira exposição retrospectiva póstuma do artista Nelson Leirner (1932—2020). A mostra reúne 74 obras incluindo esculturas, pinturas, colagens, fotografias e objetos, oferecendo uma visão abrangente da produção do artista ao longo de sua carreira.

Sobre Nelson Leirner

Nascido em São Paulo em 1932, foi um pioneiro da arte intermídia e uma figura central na vanguarda brasileira. Após residir nos EUA e estudar pintura com Joan Ponç, Leirner se destacou por suas apropriações e performances inovadoras, recebendo prêmio na Bienal de Tóquio, com os trabalhos Homenagem a Fontana, que deram início à realização de múltiplos no Brasil.

Ao longo de sua trajetória, Leirner participou de importantes exposições, como a Bienal de São Paulo (1967, 1989, 1994) e a Bienal de Veneza (1999) e foi reconhecido com premiações como o de Melhor Escultor pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) em 1981 e o Prêmio Mário Pedrosa do Conselho Brasileiro de Artes Visuais (2014). Entre suas exposições mais marcantes, estão a retrospectiva Através (1997), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e Nelson Leirner 2010-1961=50 anos (2011) no Museu Oscar Niemeyer.

Serviço:

[Artes Visuais] Nelson Leirner – Parque de Diversões

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111, Centro

Período expositivo: Até 23 de fevereiro de 2025

Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 18h

Classificação: Livre

Entrada Franca

Acesso a pessoas com deficiência

Informações para as atividades complementares: Site CAIXA Cultural | Instagram.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA)

Comunidades indígenas terão apoio do Governo Federal para desenvolver roteiros e experiências turísticas de forma sustentável

Brasília, por Kleber Patricio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

As comunidades indígenas brasileiras contarão com apoio do Governo Federal para desenvolver roteiros e experiências turísticas por meio do ecoturismo e do turismo de base comunitária. A estratégia faz parte do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado nesta sexta-feira (13), durante a celebração dos 57 anos da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em Brasília. A cooperação foi assinada pela Funai com os Ministérios do Turismo (MTur), dos Povos Indígenas e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, além da Embratur.

O objetivo é possibilitar que, de forma sustentável e responsável, a atividade turística potencialize a geração de renda, emprego e inclusão nesses locais, além de permitir o reconhecimento e a valorização das histórias, tradições e saberes indígenas, garantindo o protagonismo e o respeito aos povos originários.

Ao representar o ministro Celso Sabino na cerimônia, a secretária-executiva do MTur, Ana Carla Lopes, celebrou a união de forças em torno do acordo. “Como mulher amazônida, esse momento, para mim, é ainda mais significativo e especial, pois sei do poder da nossa floresta, de nossas águas e de nosso povo. E sei, principalmente, o quanto o turismo, quando realizado de forma sustentável e responsável, pode ser transformador para as nossas comunidades indígenas”, afirmou Ana Carla, complementando que o turismo impacta na geração de renda e também é imprescindível para a conservação ambiental e cultural, principalmente quando existe a participação efetiva das comunidades.

No ato da assinatura, a secretária, que representou o ministro Celso Sabino no evento, fez um agradecimento público as todas as equipes dos ministérios, da Embratur e também da Funai que participaram da construção do ACT. “Muitos podem pensar que é só um papel, mas na realidade é o início de um grande trabalho junto às comunidades indígenas do nosso país”, garantiu Ana Carla.

Além da disponibilidade de recursos humanos, tecnológicos e materiais para a execução das ações, o ACT prevê a capacitação e orientação de gestores públicos, da iniciativa privada do setor e de turistas sobre a importância da valorização da sociobiodiversidade, dos povos indígenas e da aplicação de boas práticas para o desenvolvimento responsável do turismo.

Também está entre os objetivos da estratégia o desenvolvimento de materiais de qualificação voltados para as próprias comunidades indígenas, com conteúdos adaptados à realidade do território, fortalecendo, dessa forma, a autonomia e o protagonismo das comunidades, além do investimento na promoção nacional e internacional.

Para o Ministério dos Povos Indígenas o acordo é mais uma conquista importante para garantir o sustento das comunidades indígenas e a preservação dos territórios. “Temos muito a comemorar com a retomada da valorização dos povos indígenas pelo governo federal e esse envolvimento de vários ministérios na pauta do turismo sustentável é mais um avanço significativo para nós e nossas comunidades”, afirmou a ministra Sonia Guajajara.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, também celebrou o acordo. “Festejamos aqui o aniversário da Funai, mas também celebramos o fato de termos pela primeira vez um Ministério dos Povos Indígenas e esse novo acordo por ações conjuntas reforça a valorização que o governo federal defende para as comunidades e territórios indígenas”.

Valor

A presidente da Funai, Joênia Wapichana, ressaltou que o órgão hoje está reestruturado e pronto para acompanhar o fomento também ao segmento do turismo de base comunitária. “Sabemos que em muitas comunidades hoje abertas à visitação esse é um caminho que será gerador de renda, e nós sabemos e estamos pontos para fazer esse papel de acompanhamento às orientações para o turismo sustentável em nossos territórios”, declarou Joênia.

Outro ponto muito importante do acordo envolve o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que será fundamental na promoção da agregação de valor aos produtos e serviços indígenas por meio da inovação tecnológica, da certificação sustentável, do fortalecimento gerencial de cooperativas e associações produtivas e do desenvolvimento de modelos de negócios sustentáveis, incluindo apoio e orientações para a comercialização e a promoção para mercados nacionais e internacionais.

Mapeamento

Para identificar povos indígenas que desenvolvem atividades de turismo de base comunitária, o Ministério do Turismo realiza um projeto inovador para catalogar e promover boas práticas.

As comunidades deverão responder e encaminhar o formulário eletrônico até o dia 31 de dezembro. O documento pode ser acessado por comunidades indígenas, organizações públicas e privadas que tenham informações sobre atividades turísticas envolvendo povos indígenas (acesse aqui o formulário).

Com a medida, o MTur pretende subsidiar políticas públicas de etnoturismo indígena e contribuir para o fortalecimento de uma rede de turismo sustentável, inclusivo e culturalmente rico, respeitando saberes tradicionais e a autonomia dos povos. A iniciativa faz parte do Projeto Brasil, Turismo Responsável, iniciado em julho de 2024, desenvolvido por meio de um Termo de Execução Descentralizada – TED com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, trabalhado por meio também de cooperação técnica junto ao Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

(Fonte: Ministério do Turismo – Governo do Brasil)

Estudantes de escola pública de Piracicaba conquistam 2º lugar no Prêmio Nacional Liga STEAM

Piracicaba, por Kleber Patricio

Entrega do Prêmio Nacional Liga STEAM na categoria Ensino Fundamental – Anos Finais. Na foto, Jacopo Sabatiello (AVSI Brasil); Carla Rabelo (Fundação Banco do Brasil); professora Gleice Marini de Souza; Catarina Lutero (Fundação ArcelorMittal); professor Fábio Henrique Cogo e Lilian Bacich (Triade Educacional). Foto: Divulgação.

O uso da Internet das Coisas (IoT) para monitorar o clima e otimizar a produção de alimentos em áreas urbanas pouco aproveitadas foi tema do projeto realizado por alunos do 6º ano da Escola Estadual Professor Elias de Mello Ayres, de Piracicaba, que conquistou o 2º lugar no Prêmio Nacional Liga STEAM, na categoria Ensino Fundamental – Anos Finais. Desdobramento do Conexões STEAM, patrocinado pelo Instituto EP, o projeto promoveu uma aprendizagem prática e interdisciplinar aos estudantes por meio da abordagem STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). O prêmio foi entregue durante evento no último dia 10 no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Grupos com 30 crianças com idade média de 11 anos implantaram uma horta na área externa da escola, numa calçada de 12 metros de comprimento e 2 metros de largura. O objetivo principal do projeto era permitir aos alunos que vivenciassem as mudanças climáticas, entendendo os desafios de produzir alimentos e como as intempéries afetam a produção agrícola. “Os estudantes buscaram encontrar respostas aos desafios existentes por meio da aprendizagem direta da matemática, ciências e geografia, em equipamentos de alta tecnologia no laboratório de informática da escola e com informações climáticas reais. Eles fizeram cálculos, analisaram o espaço existente para a horta, montaram planilhas, documentaram o processo e aprenderam sobre a construção de um site, o uso do Google Maps e do Tinkercard – plataforma para desenvolvimento de projetos em 3D. E ainda pesquisaram sobre as plantas, material de reuso e montaram vasos em baldes”, explica Fábio Henrique Cogo, um dos professores envolvidos no projeto.

Segundo ele, a aprendizagem acontece quando as crianças passam a ter experiências diversas durante o processo. Além disso, elas entendem que é possível produzir hortaliças e PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) em áreas reduzidas por meio de uma agricultura urbana mais eficiente e sustentável. “Os alunos puderam coletar dados em tempo real sobre temperatura, umidade e outros fatores ambientais, essenciais para a produção de alimentos. Por meio dessa atividade, eles desenvolveram diversas habilidades: científicas ao analisar e interpretar os dados, tecnológicas ao configurar e manter os dispositivos IoT, e matemáticas ao trabalhar com estatísticas e gráficos”, diz a professora Gleice Marini de Souza, que participa também do projeto. “Além disso, essa prática promove a conscientização sobre a crise climática e a importância de soluções locais para problemas globais. A utilização de espaços urbanos subaproveitados para o cultivo contribui para a segurança alimentar e a sustentabilidade das cidades, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, complementa.

Para Renata Nogueira, conselheira do Instituto EP, ao se envolverem em projetos como este, os estudantes não só aprendem conteúdos curriculares de forma integrada, mas também desenvolvem uma mentalidade inovadora e sustentável, essencial para o futuro. “O Instituto EP está em constante diálogo com educadores e com organizações que atuam em educação na perspectiva de compreender as necessidades emergentes da educação que tenham relação direta com questões sociais e ambientais”.

Prêmio

Em sua 3ª edição – realizada durante mais um ano de grandes desafios climáticos – o Prêmio Nacional Liga STEAM é uma iniciativa promovida pela Fundação ArcelorMittal para reconhecer e valorizar a implementação da abordagem STEAM em sala de aula e o engajamento de alunos e professores na proposta de soluções para desafios de suas comunidades.

(Com Carol Silveira)