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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Livro retrata as memórias das populações cerradeiras e destaca a biodiversidade local

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Divulgação/Bela Vista Cultural.

A Bela Vista Cultural – editora e produtora paulistana focada em ações de impacto social – apresenta o seu último lançamento de 2024: o projeto Cerrado Imaterial – Berço da Vida’. Com patrocínio da CMOC Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, esta ação dá origem a um livro criado para registrar e divulgar o estilo de vida, as tradições culturais e os hábitos das pessoas que vivem em áreas rurais e pequenas comunidades dos municípios de Catalão e de Ouvidor, no sudeste goiano, com o objetivo de destacar o patrimônio cultural dos habitantes da Zona Rural local.

Os ‘cerradeiros’ são povos tradicionais que habitam o Cerrado brasileiro – o segundo maior bioma da América do Sul e que abrange cerca de 25% do território nacional. Vivendo em harmonia com o meio ambiente, são guardiões de conhecimentos ancestrais fundamentais para a memória cultural e ecológica regional, assegurando a continuidade de uma parcela importante do patrimônio histórico e imaterial do País.

Página do livro.

O lançamento alerta para dilemas que o Brasil enfrenta, não somente na seara ambiental, mas também na manutenção das suas raízes e do estilo eminentemente rural, que vem enfrentando desafios que vão do aumento da senioridade na zona rural ao estilo de vida das novas gerações. “São pessoas com hábitos, histórias, tradições e até mesmo receitas gastronômicas que possuem forte ligação com a terra e seus recursos naturais. O projeto busca registrar o modo de vida dessas populações e divulgar suas histórias”, explica Renan Cyrillo, diretor executivo da Bela Vista Cultural.

Com imagens inéditas de André Dib, premiado fotógrafo brasileiro com vasta experiência na área documental de paisagens, fauna, flora e do modo de vida de povos e comunidades tradicionais, o livro tem um tratamento gráfico diferenciado e é composto por imagens e cores inspiradas no Cerrado e no uso de fontes que mesclam o moderno e o tradicional. Impresso em diferentes papeis, com texturas e cores próprias, a obra busca proporcionar uma experiência sensorial que fica mais quente e intimista com o decorrer das páginas, criando uma conexão maior com o árido e a atmosfera dos personagens e da rusticidade local, transmitindo assim uma sensação de intimidade e acolhimento.

Página do livro.

Quase toda a totalidade da tiragem será distribuída para as Secretarias de Educação dos dois municípios goianos, junto de uma cartilha pedagógica, com sugestões de atividades em sala de aula baseadas no livro para os diferentes níveis de ensino. Além da versão impressa, que tem uma pequena cota disponível para compra no site da editora, o projeto lança um audiolivro e apresentações com Libras e audiodescrição atendendo a diferentes públicos, incluindo pessoas com deficiência visual e auditiva.

Além disso, as escolas públicas locais serão palco de uma série de atividades complementares, incluindo palestras, atividades formativas e outras ações pedagógicas, com o intuito de oferecer recursos e experiências que complementem o trabalho realizado pelos docentes em sala de aula. Ao contar com a participação de profissionais ligados às Secretarias de Educação de Catalão e de Ouvidor em sua elaboração, é esperado que o livro seja incorporado aos currículos locais e utilizado como material de referência pelas comunidades escolares em aulas sobre Cultura, História, Geografia e Meio Ambiente.

Página do livro.

Neste ano, a Bela Vista Cultural deu voz a temas urgentes e relevantes, tais como a importância da alimentação saudável para a qualidade de vida; o papel das unidades de conservação da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, que completou 30 anos em 2024; o desenvolvimento de projetos de vida bem planejados; a necessidades de evitarmos acidentes de jovens e crianças por meio de ações de cidadania no trânsito, dentre outros exemplos. Os títulos lançados podem ser acessados pelo site da editora: ‘Projeto de Vida & Cidadania’; ‘Saúde, Alimento & Cultura’; ‘Cultura & Vida no Trânsito’, ‘Arco da Vida: a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo’, ‘Caminho das Águas no Brasil’ e agora o ‘Cerrado Imaterial – Berço da Vida’, jogando luzes sobre a importância de preservação desse bioma tão rico em manifestações culturais e biodiversidade.

Livro | ‘Cerrado Imaterial – Berço da Vida’

Tiragem: 3.000 exemplares

Formato: 21 cm x 25 cm fechado; 42 cm x 25 cm aberto

Número de páginas: 144

Miolo: em papel papéis couché e pólen bold, impresso a 4×4 cores

Capa: dura, impressa a 4×0 cores e serigrafia

Valor de venda: R$50,00

Cartilhas Pedagógicas e Materiais Acessíveis

Todos disponibilizados virtualmente

Acesso via https://www.belavistacultural.com.br/cerradoimaterial.

Sobre a Bela Vista Cultural

Fundada em 2016, a Bela Vista Cultural é uma editora, produtora cultural e consultora especializada no desenvolvimento de projetos de forte impacto social. Desenvolve iniciativas culturais, educacionais e de responsabilidade social, voltadas à divulgação de temas urgentes e contemporâneos, em áreas como cultura, educação, meio ambiente, artes plásticas e patrimônio, entre outras.

A empresa idealiza e desenvolve livros, cartilhas pedagógicas, exposições, filmes, palestras e cursos, a depender da temática e do formato de cada um de seus projetos culturais, sendo que todos possuem uma característica em comum: parte da distribuição desses materiais e o acesso às atividades complementares é gratuito aos professores e alunos da rede pública de ensino no Brasil, estimulando o diálogo e a continuidade das iniciativas educacionais.

A Bela Vista Cultural atua como um elo entre as empresas socialmente responsáveis e suas partes interessadas, utilizando a cultura para gerar impacto positivo e implementar ações inovadoras em comunidades e instituições de ensino por todo o Brasil.

Desde a sua fundação, a Bela Vista Cultural está à frente de uma série de projetos culturais sob as mais diferentes temáticas. Livros: Caminho das Águas no Brasil (2024); Arco da Vida: a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo (2024); Cultura & Vida no Trânsito (2024); Saúde, Alimento & Cultura (2024); Projeto de Vida e Cidadania (2024); A Cultura dos Alimentos (2023); China-Brasil: invenções que mudaram o mundo (2023); Educação Financeira para Jovens & Estudantes (2023); Caminhos do Brasil – terra, água e céus (2023); Flores, Cores e Sabores dos Alimentos (2022); Cultura e Saúde: Personagens e Histórias do Saneamento no Brasil (2022); Cultura e Natureza: RPPNs do Espírito Santo (2022); Caminhos da Riqueza no Brasil: o guia da Educação Financeira (2022); China Impressões: Cultura e Natureza (2022); Suíça-Brasil: 200 anos de Imigração (2021); Associação Comercial de Pernambuco – Rumo aos 200 anos (2023); Personagens e Histórias da Medicina no Brasil (2023); Art Déco São Paulo (2019) e; ABCZ: 100 anos de história e histórias (2019). Exposição de arte: Paixão: caminhando no amor, na união e na justiça (2017). Documentário: Belém 400 anos: a influência francesa na capital paraense (2016). www.belavistacultural.com.br | @belavistacultural.

(Com Patrícia Marrese/Marrese Assessoria)

Instituto de Indaiatuba lança projeto solidário para crianças

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Ação realizada no Manaem Obras Sociais e Educacionais. Fotos Divulgação.

Para marcar uma década de história do Grupo Anankê, o Instituto Anankê nasce com o propósito de ampliar seu impacto cultural e social. Reconhecido como Ponto de Cultura pela Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural e homenageado pela Câmara Municipal de Indaiatuba, o instituto lança seu primeiro projeto: Mochila do Bem, uma campanha solidária que celebra os 10 anos do Grupo e reforça seu compromisso com a inclusão.

O Projeto Mochila do Bem tem como objetivo arrecadar mochilas em bom estado para crianças em situação de vulnerabilidade social, proporcionando dignidade e apoio no retorno às aulas. “Este projeto simboliza o que somos: um Instituto que conecta arte, educação e compromisso social. Após 10 anos de trabalho cultural, o Mochila do Bem reforça nosso propósito de impactar vidas, não só nos palcos, mas em toda a comunidade”, afirma Marli Lopes, diretora-presidente do Instituto Anankê.

Como participar

O Grupo Anankê.

Escolas, empresas e pessoas físicas podem doar mochilas em bom estado em um dos pontos de coleta parceiros: Condomínio Milano, Condomínio Brescia, Escola ZIP ZAP, Colégio Meta, Colégio Objetivo, Colégio Montreal, Unimax, Óticas Roma, Rotary Indaiatuba, Grupo de Teatro Fântaso, Grupo T Art, Yázigi Indaiatuba e Bazar Fraternidade Indaiatuba. Já quem tiver disponibilidade para ajudar na triagem ou distribuição das mochilas pode se inscrever pelo contato oficial do Instituto.

Mais informações sobre doações, coleta ou até mesmo parcerias podem ser obtidas pelo endereço de e-mail contato@institutoananke.org.br ou anankeinstituto@gmail.com ou pelo telefone (19) 98960-0894.

(Com Samanta De Martino/Armazém da Notícia)

Tangará Jean-Georges lança novo menu degustação e apresenta pratos inéditos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Localizado no deslumbrante Palácio Tangará, o restaurante Tangará Jean-Georges, premiado com uma estrela Michelin este ano, oferece uma proposta de gastronomia contemporânea que combina técnicas francesas refinadas, influências asiáticas e ingredientes brasileiros, unindo sofisticação e criatividade. Sob o comando do chef executivo Filipe Rizzato, o Tangará Jean-Georges apresenta novas inclusões no menu assinado pelo renomado chef francês Jean-Georges Vongerichten. Entre as novidades, destaca-se a opção premium do menu degustação, que eleva a experiência gastronômica a novos patamares.

O novo menu degustação premium inclui iguarias como o Caviar e Brioche com gemas confitadas e ervas frescas; Laços de Atum acompanhados de avocado, rabanete e molho de gengibre, e o Foie Gras caramelizado, que é servido com pó de azeitona preta e lichia. O Magret de Pato grelhado, elaborado com especiarias e infusão de coco, apresenta um equilíbrio de sabores que encanta os sentidos. O Wagyu grelhado, com brócolis crocantes de pistache e jus de balsâmico envelhecido, também faz parte deste menu requintado, culminando na sobremesa chamada Passion, com chocolate amargo, maracujá, caramelo e cacau. A experiência está disponível por R$990.

O menu degustação de seis tempos, já conhecido e amado pelos frequentadores do restaurante, oferece novos pratos como Polvo Grelhado acompanhado de mandioquinha crocante, emulsão de páprica defumada e ervas; a Sororoca, que traz a cavala espanhola com infusão de coco e limão, e o Mignon Angus em crosta de pimenta servido com cenoura caramelizada e molho de missô com mostarda. O Carré de Cordeiro crocante com brócolis salteados e glaze agridoce de pimenta defumada e a sobremesa Vacherin de framboesa com sorbet de macadâmia e cookie de chocolate branco completam a refeição. O jantar custa R$770 por pessoa.

Além dos menus degustação, o Tangará Jean-Georges agora dispõe de novos pratos à la carte, como o Tagliolini com favas verdes e pistache, a Sororoca e o Carré de cordeiro crocante. O chef também inova com o Buquê de legumes da estação, que conta com emulsão de semente de girassol e mostarda, e o Foie Gras caramelizado, que permanece como um favorito entre os frequentadores.

Com vistas para o Parque Burle Marx e um ambiente sofisticado, o Tangará Jean-Georges se destaca não apenas pela qualidade de seus pratos, mas também pela proposta de oferecer uma vivência que combina luxo e conforto. O novo menu já está disponível e as reservas podem ser feitas pelo site, pelo telefone (11) 4904 4072 ou e-mail JeanGeorges.Tangara@oetkercollection.com.

Sobre o Palácio Tangará

Com sua excepcional localização na capital financeira do Brasil, São Paulo, o Palácio Tangará abriu suas portas em 2017. Cercado pelo Parque Burle Marx, cujos jardins foram projetados pelo mundialmente reconhecido paisagista homônimo, o hotel oferece 141 espaçosos apartamentos, sendo 59 suítes, todos com vistas para a vegetação exuberante do parque. Premiado como ‘O Melhor Hotel Para Ir a Dois’ pela revista Prazeres da Mesa, e como o ‘Melhor Hotel do Brasil’, pela revista Condenast Traveller, o hotel oferece também, dois restaurantes: Tangará Jean-Georges, reconhecido com uma estrela Michelin, e Pateo do Palácio. Já a área de lazer do hotel é composta por uma academia equipada com modernos aparelhos Technogym, o SPA Lancôme Absolue, primeiro spa da marca francesa na América Latina, além de piscinas interna e externa semiolímpicas, aquecidas, e Kids Club com programação especial de atividades e brincadeiras aos finais de semana e feriados.

Serviço:

Palácio Tangará

Endereço: R. Dep. Laércio Corte, 1501 – Panamby, São Paulo – SP

Telefone: (11) 4904-4040

Reservas: (11) 4904-4001

Instagram: @palaciotangara

Site.

(Com Emilly Santos/Index)

[Livros] Judith Butler e Athena Athanasiou investigam poder e resistência

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Divulgação.

Fruto da colaboração entre as renomadas pensadoras Judith Butler e Athena Athanasiou, Despossessão: o performativo na política, lançamento da Editora Unesp, oferece uma análise profunda sobre as dinâmicas de poder e as formas de resistência em um cenário global de desigualdades e exclusões. A obra convida os leitores a repensar o espaço político como um campo dinâmico, onde discursos e ações performativas continuamente moldam e redefinem realidades sociais e identidades políticas.

O conceito de despossessão é central no pensamento de Butler, iluminando como o poder é exercido para negar direitos e reconhecimento a indivíduos e grupos marginalizados. Athanasiou, ao adotar a perspectiva performativa de Butler, vê na despossessão não apenas uma forma de perda, mas uma poderosa ferramenta de resistência. As autoras destacam que o sujeito ‘despossuído’ reconhece e se reconecta com os vínculos sociais que o constituem, revelando um potencial para novas formas de ação coletiva e construção política.

O livro aborda temas como violência, soberania, linguagem e corporeidade, ilustrando conceitos por meio de exemplos concretos de resistência política e social. Desde as lutas por direitos LGBTQ+ até movimentos feministas e de descolonização, as autoras demonstram como a vulnerabilidade pode transformar-se em uma responsividade ativa, gerando resistência e mudança.

A colaboração entre Butler e Athanasiou teve início em Atenas, em 2009, motivada por um interesse comum nas implicações políticas de questões como precariedade e a relacionalidade do ‘eu’. Ainda na Grécia, Butler encontrou um terreno fértil para suas reflexões, especialmente diante do estado de exceção imposto pela emergência econômica recheada de nuances de racialização e feminilização. Para Athanasiou, a crise da dívida grega revelou, de forma singular, a precariedade e o sofrimento, servindo de base para uma desconstrução queer e uma política performativa feminista.

O diálogo entre as autoras, amadurecido em meses de encontros, vai além de questões teóricas, analisando o impacto de manifestações políticas e atos de resistência ao redor do mundo. Elas discutem a “distribuição diferencial de precariedade e a supressão tecnocrática da democracia” como desafios urgentes, especialmente sob a austeridade neoliberal, que marginaliza e exclui as vozes do discurso político.

Butler e Athanasiou também recorrem a mitos gregos para tecer uma análise do presente, destacando como narrativas ancestrais continuam a influenciar as questões contemporâneas de gênero, poder e exclusão. Analisando o filme Strella, as autoras reinterpretam o mito de Édipo através de uma personagem transgênero, ilustrando as lutas modernas por identidade e dignidade. Butler observa que a despossessão pode ser tanto uma fonte de sofrimento quanto um espaço de ação política, oferecendo uma janela para a responsabilidade coletiva.

Despossessão: o performativo na política apresenta uma abordagem revolucionária, incitando os leitores a questionar a ordem social vigente e explorar novas formas de resistência política. Ao enfatizar que identidades são construídas em relação com os outros, as autoras promovem uma política que desafia normas estabelecidas e fomenta pertencimento e solidariedade coletiva.

Sobre as autoras

A filósofa estadunidense Judith Butler é Maxine Elliot Professor do Departamento de Literatura Comparada e do Programa de Teoria Crítica da Universidade da Califórnia, Berkeley, e detém a Hannah Arendt Chair na European Graduate School. Expoente nos debates sobre identidade de gênero e direitos humanos, é autora, entre muitos outros trabalhos, de Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade (1990) e Corpos que importam: os limites discursivos do “sexo” (1996). Da autora, a Editora Unesp publicou Discurso de ódio: Uma política do performativo (2021) e Desfazendo gênero (2022).

Athena Athanasiou é uma filósofa e teórica política grega, conhecida por suas pesquisas sobre o performativo, a despossessão e a política da corporeidade. Leciona no Departamento de Antropologia Social da Universidade Panteion de Ciências Sociais e Políticas, na Grécia.

Título: Despossessão: o performativo na política (Conversas com Athena Athanasiou)

Autoras: Judith Butler, Athena Athanasiou

Tradução: Beatriz Zampieri

Número de páginas: 254

Formato: 13,7 x 21 cm

Preço: R$66

ISBN: 978-65-5711-267-0

Mais informações sobre a Editora Unesp estão disponíveis no site oficial.

(Com Diego Moura/Pluricom Comunicação Integrada®)

’Inflamação’, de Anish Kapoor, é eleita uma das 10 melhores exposições de 2024 pela SP-Arte

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra ‘Untitled’ (1995) ©Anish Kapoor. Todos os direitos reservados, DACS/AUTVIS, 2024. Foto: Joana França.

A exposição ‘Inflamação’, do artista Anish Kapoor, com curadoria de Marcello Dantas, foi reconhecida como uma das 10 melhores mostras de 2024 pela curadoria da SP-Arte. Em cartaz na Sala AQUI, da Casa Bradesco, a mostra está aberta desde setembro de 2024 e conta com uma infraestrutura única, integrada à natureza e à tecnologia. O espaço reflete a sinergia entre Cidade Matarazzo e Bradesco, que buscam promover o acesso aos mais diversos tipos de arte e manifestações culturais na cidade de São Paulo. Um lugar para se viver novas experiências, para ocupar, criar e não só visitar. Inflamação é uma mostra que dá forma a uma sensação, que vivemos individualmente, socialmente e planetariamente. Ela ecoa nas pessoas porque nos permite ver aquilo que estamos sentindo. É maravilhoso que a primeira exposição da Casa Bradesco esteja entre as melhores do ano pela SP-Arte”, ponderou o curador da exposição após saber do reconhecimento.

Aclamada pela crítica e pelo público, a exposição explora de forma visceral a metáfora da inflamação tanto no corpo como na sociedade, reafirmando o lugar do artista como um dos grandes nomes da arte contemporânea. “O resultado reflete a diversidade da arte produzida no Brasil e a capacidade de apresentar ou rever a obra de grandes artistas internacionais, como Anish Kapoor, em exposições de qualidade à altura desses nomes”, destacou a coordenadora de Comunicação da SP-Arte, Gabriela Valdanha.

Serviço:

Anish Kapoor – Inflamação

Data: de 15 de setembro a 15 de janeiro, das 10h às 22h (de terça a domingo, entrada até às 21h)

Local: Casa Bradesco – Alameda Rio Claro, 190, Bela Vista (dentro da Cidade Matarazzo) Classificação etária: livre

MATA App: Ingressos aqui

Sobre a Casa Bradesco

Com o objetivo de democratizar e potencializar expressões artísticas, a Casa Bradesco é um centro de criatividade na região da Avenida Paulista que promove uma nova forma não só de apreciar as artes, mas de criá-las. Com uma infraestrutura única, integrada à natureza e à tecnologia, o espaço reflete a sinergia entre a Cidade Matarazzo e o banco Bradesco, comprometidos com o acesso aos mais diversos tipos de manifestações culturais na cidade de São Paulo. Projetada para ter quatro salas interdisciplinares, a Casa Bradesco abriu suas portas em setembro de 2024, com um espaço expositivo de dois mil metros quadrados, estreando com uma exposição retrospectiva do artista internacional Anish Kapoor, um dos mais expressivos nomes da arte contemporânea global. Futuramente, o centro de criatividade também terá um espaço focado em criatividade infantil, um laboratório focado no desenvolvimento de jovens nas diversas expressões de arte e uma sala multilinguagem, que oferecerá uma programação diversificada e imersiva.

Sobre a Cidade Matarazzo

Localizada a poucos metros da Avenida Paulista, a Cidade Matarazzo é um Portal onde é possível alcançar uma nova consciência por meio da conexão com a natureza e consigo mesmo. Um espaço onde as regras da natureza transformam e influenciam experiências cuidadosamente curadas em cultura, hospitalidade, comida, moda, beleza, design, negócios e longevidade, promovendo uma vida melhor. Cada um desses pilares de experiências é denominado ‘Bioma’, uma referência aos ecossistemas que abrigam a vida vegetal e animal, garantindo que todas as vivências oferecidas no local sejam interconectadas e interdependentes, assim como no meio ambiente. Matarazzo é uma jornada de regeneração, que resulta em uma nova versão de cada um e da humanidade. É um lugar físico e espiritual onde a beleza inspiradora estabelece novas referências e provoca novos comportamentos.

A Cidade Matarazzo é reconhecida como o maior projeto privado de regeneração urbana e restauro do patrimônio histórico do país, foi inaugurada em 2022, e conta com dez edifícios, incluindo prédios tombados, em um terreno de cerca de 30 mil metros quadrados e 136 mil metros quadrados de área construída. O projeto surgiu a partir da idealização do empresário francês Alexandre Allard, que, em 2011, adquiriu o antigo Complexo Hospitalar Umberto I, conhecido popularmente por Hospital Matarazzo. Atualmente, o espaço abriga o Rosewood São Paulo, premiado como melhor hotel da América Latina e 23o hotel do mundo; a Torre Mata Atlântica, maior verticalização verde do Brasil; o edifício corporativo que abriga a AYA Earth Partners, o primeiro e maior ecossistema dedicado a acelerar a economia regenerativa e carbono zero do Brasil; a Capela Santa Luzia; além dos restaurantes Le Jardin, Blaise e Taraz (top 10 restaurantes de São Paulo) e dos bares Rabo di Galo (melhor bar da cidade), Emerald Garden Pool e Bela Vista Rooftop Pool.

O ecossistema da Cidade Matarazzo continua crescendo, e a inauguração da Casa Bradesco, em setembro de 2024, marca a aceleração da segunda fase de lançamentos do projeto, logo depois da abertura da primeira Soho House da América do Sul, inaugurada em junho de 2024. Essa fase contará com a inauguração da ‘Sua Rua’, conectando a avenida Paulista a Cidade Matarazzo, além da abertura de novos espaços focados em criatividade, estúdios, e boutiques com produtos de moda, beleza e design, incluindo algumas dedicadas a artesãos e pequenos produtores. Também serão lançados novos restaurantes e experiências voltadas para saúde e longevidade. Cada novo lançamento se conecta aos anteriores, reforçando ainda mais a missão de Matarazzo de oferecer experiências inesperadas, que estimulam todos os sentidos. Sempre com foco na regeneração, o objetivo é possibilitar o surgimento de um novo estilo de vida, que integre uma nova maneira de ser e de pensar.

Os elementos da Cidade Matarazzo são provenientes do Brasil e seguem práticas ambientalmente responsáveis. A preservação da história e arquitetura do local, a busca por operações neutras em carbono e a atenção aos detalhes, inspirada na perfeição da natureza, impulsionam cada aspecto do seu desenvolvimento, estabelecendo um novo padrão para projetos urbanos em todo o mundo. O projeto contou com dezenas de artistas brasileiros e de renomados profissionais, incluindo os arquitetos Jean Nouvel e Rudy Ricciotti, o designer de interiores Philippe Starck, além dos irmãos Campana e Spol Architects, entre outros. A Cidade Matarazzo gera mais de 1.000 empregos diretos (com perspectiva de 4.000 empregos até o final de 2025) e 3.000 indiretos, formando milhares de brasileiros aos padrões de excelência e ‘savoir faire’ em todas as atividades realizadas. Acesse o site da Cidade Matarazzo para ter uma imersão no portal e virar um guardião.

(Com Rachel de Freitas/GBR Comunicação)