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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Le Cordon Bleu Culinary Village apresenta jantares exclusivos em janeiro e fevereiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O Culinary Village, um ambiente dentro do Le Cordon Bleu São Paulo dedicado a promover encontros e experiências gastronômicas únicas, anuncia sua programação especial para os meses de janeiro e fevereiro com eventos únicos: imersões em diferentes culturas e sabores. Serão jantares que combinam a tradição e a sofisticação da renomada instituição com o prazer de compartilhar momentos ímpares à mesa.

Em cada uma destas noites especiais, os participantes serão levados para universos culinários distintos, com menus exclusivos que destacam ingredientes frescos e técnicas de alta gastronomia. “A Culinary Village é mais do que um espaço gastronômico; é um ponto de encontro para os apaixonados pela alta cozinha onde buscamos criar experiências memoráveis e sensoriais. Nossos eventos são cuidadosamente pensados para surpreender e encantar os participantes a cada detalhe”, destaca Henrique Giraldi, responsável pelo Le Cordon Bleu Culinary Village. Confira a programação completa e garanta seu lugar:

Cuisine Du Village: Italy 

Uma noite para celebrar a tradição e a riqueza dos sabores italianos. O jantar ‘Cuisine du Village – Italy’ é inspirado na simplicidade e no aconchego dos vilarejos italianos, trazendo pratos autênticos e memoráveis que passeiam por diferentes regiões da Itália.

Data: 17 de janeiro | Horário: 19h

Valor: R$800,00 (em até 4x sem juros no cartão)

Do Mar ao Prato 

Um jantar que traz o melhor dos oceanos para a mesa. Com ingredientes frescos e técnicas culinárias refinadas, ‘Do Mar ao Prato’ é uma celebração sofisticada dos frutos do mar e dos sabores que evocam a essência das águas.

Data: 31 de janeiro | Horário: 19h

Valor: R$800,00 (em até 4x sem juros no cartão)

Cuisine du Village: Brasil 

Uma viagem pela riqueza gastronômica brasileira, sem sair da mesa. No jantar ‘Cuisine du Village – Brasil’, cada prato é um convite para explorar ingredientes e tradições de todas as regiões do país, em um evento que celebra a autenticidade e a diversidade do Brasil.

Data: 7 de fevereiro | Horário: 19h

Valor: R$800,00 (em até 4x sem juros no cartão)

The Toast & Taste Experience 

Uma experiência sensorial onde a alta gastronomia e a coquetelaria se encontram. ‘The Toast & Taste Experience’ convida os participantes a descobrirem harmonizações surpreendentes entre pratos exclusivos e coquetéis elaborados com precisão por mixologistas.

Data: 26 de fevereiro | Horário: 19h

Valor: R$800,00 (em até 4x sem juros no cartão)

Reserve sua experiência, não perca a oportunidade de participar desses eventos exclusivos no Le Cordon Bleu Culinary Village. As vagas são limitadas. Para participar, inscreva-se pelo site do Le Cordon Bleu.

Sobre o Culinary Village

O Culinary Village, localizado no Le Cordon Bleu São Paulo, é um espaço multi-experiências inovador que integra gastronomia, cultura e negócios em um ambiente polivalente e acolhedor. Com uma cozinha experimental voltada para aulas, eventos e pesquisas, uma dining room para jantares e cursos de hospitalidade e o Le Cordon Bleu Café e Kofi & Co, aberto ao público e com produções exclusivas da boulangerie e pâtisserie do instituto, o Culinary Village se destaca como um ponto de encontro. Complementam o espaço o Memorial Nina Horta e uma biblioteca com mais de 2 mil livros e objetos que homenageiam a escritora, uma boutique com produtos exclusivos e um coworking para empresas e profissionais. O Culinary Village promove conexões entre diferentes públicos e reforça a presença do Le Cordon Bleu no Brasil, unindo tradição, inovação e hospitalidade.

Sobre Le Cordon Bleu

Le Cordon Bleu é a principal rede global de institutos de artes culinárias e gestão de hospitalidade, com uma herança que abrange 129 anos. A rede mantém presença global com 35 escolas em mais de 20 países, formando cerca de 20 mil alunos de mais de 100 nacionalidades diferentes todos os anos. As técnicas culinárias tradicionais francesas permanecem no coração do Le Cordon Bleu, mas seus programas acadêmicos são constantemente adaptados para incluir novas tecnologias e as inovações necessárias para atender às necessidades crescentes da indústria. Presente no Brasil desde 2018, possui unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde oferece programas de alta qualidade, como o Grand Diplôme, o Diploma de Cozinha Brasileira, o Diplôme de Wine & Spirits e o Diplôme de Plant Based, entre outros.

(Com Guilherme Messina/Assessoria de imprensa Le Cordon Bleu)

Museu Nacional da República recebe mostra ‘Da terra que somos’

Brasília, por Kleber Patricio

0U3A0079 – Arché v02 – 2019-2024. Foto: Ana Pigosso.

Está aberta no Museu Nacional da República a exposição ‘Da Terra que Somos’ da artista Sonia Dias Souza, que convida a uma reflexão sobre a transformação da natureza, a relação do homem com ela e o seu lugar no Universo. Com curadoria e texto crítico de Agnaldo Farias, a mostra é um convite para que o público se engaje em uma discussão urgente sobre nossa sobrevivência e a preservação do planeta, especialmente em um momento em que as crises climáticas se intensificam gerando medo e insegurança.

Artista apaixonada pela essência da vida, Sonia desenvolveu um olhar crítico alimentado por leituras cruzadas entre ciências como a Física, a Biologia, com destaque à Botânica, e mitos cosmogônicos extraídos da História das Religiões e de visões do sagrado. A artista acredita que, ao abordar questões fundamentais como criação, ciclos de vida e regeneração, insere o espectador em uma reflexão sobre a qualidade de sua relação com o todo.

Unissono, 2023. Acervo da artista.

A arquitetura intrincada de suas peças, aliada às suas materialidades enfáticas, abrange uma vasta gama de formas simbólicas e outras aparentadas com organismos biológicos. Sua investigação varre desde estruturas e aspectos fundamentais do nosso corpo, como o sangue, a fertilidade, a comunicação entre tudo o que existe, como as raízes das artes expandindo-se por debaixo de terra, atingindo proporções imensas e, mais ainda, dimensões macroscópicas como a terra, o cosmos – que os gregos entendem como ordem – e o vazio, essa substância intangível que parece rodear cada coisa que existe. Suas obras, frequentemente puxadas para o marrom vivo, sangrado, e para o azul profundo – semelhante ao azul do artista francês Yves Klein, com o qual ele pretendia juntar-se ao infinito do céu – exploram ciclos, interseções, atentam para a complexidade de tudo que existe.

‘O sangue não tem cor’ figura entre as obras apresentadas. Composta por pequenas esferas de feltro semelhantes a hemácias cujo ciclo de crescimento é interrompido, ela alerta para a expansão vertiginosa por descontrolada do antropoceno ao mesmo tempo em que conduz a questões centrais na discussão contemporânea sobre identidade, alteridade, raça e etnia. ‘Vórtice’, por sua vez, utiliza círculos de terra para formar o triângulo invertido – forma feminina arquetípica, um útero a simbolizar fecundidade e transformação. ‘Magna’ reúne mais de uma centena de seios de argila negra – símbolos da nutrição e da criação, conectados a ovos vermelhos – expressão plena e proliferante do início da vida. Essas criações artísticas promovem um diálogo rico sobre as relações entre o natural e o artificial, o efêmero e o eterno, a unidade e o todo.

Germen 02. Acervo da artista.

A exposição ‘Da Terra que Somos’ promete ser uma experiência enriquecedora e transformadora, refletindo a profunda conexão entre arte, natureza e espiritualidade. Não perca a oportunidade de se envolver com essa poderosa mensagem no Museu Nacional da República.

Sobre Sonia Dias Souza

Desde jovem, Sonia se interessou pelo mistério da criação da vida em todos seus aspectos. Inicialmente inclinada a seguir a carreira de arqueóloga, viu-se, por contingências da vida, tendo por optar por uma carreira mais próxima de sua realidade. Formada em Direito pela USP, exerceu o ofício por décadas.  Por volta de 2011, deu-se a virada na sua trajetória artística quando começou estudar e explorar o universo da fotografia, sendo que em janeiro de 2015, após uma inspiradora viagem à Índia, decidiu-se debruçar completamente ao estudo da arte. Com uma formação diversificada, dedicou-se com a estudar em profundidade Filosofia da Imagem, Escultura e Fotografia, autonomamente e sob a supervisão de pensadores e artistas como Eder Chiodetto, Carlos Fajardo e Gal Oppido.

As muitas possibilidades de interpretação e a expansão de significados são marcas registradas da artista, que recusa a temporalidade linear e a adoção de uma perspectiva única em sua obra. Sua prática artística de natureza interdisciplinar explora o mistério da existência e as conexões entre memórias individuais e coletivas, exigindo daquele que entra em contato com ela a vontade de decifrar signos enigmáticos. Sonia utiliza a fotografia, instalações, vídeos e outras mídias para tocar memórias ancestrais, ativar arquétipos no imaginário universal e oferecer ao público lugares de reflexão sobre a condição humana. “Meus trabalhos consistem em imagens que refletem preocupações atemporais. São temas universais que abrangem, os ciclos, a criação, a transformação e nossa finitude”, destaca Sonia.

Detalhe da obra Vortice, 2024. Acervo da artista.

Sua primeira exposição individual, ‘Radical’, aconteceu em 2021 no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba (PR), com a curadoria de Agnaldo Farias. Título inspirado pelo contraste entre a essência da natureza humana e as manifestações do Universo, ‘Radical’ também traduz a noção de raiz como metáfora do engajamento de qualquer ser vivo com sua própria evolução. De caráter imersivo, a mostra reunia fotografias e instalações, como ‘A semente que somos’, trabalho composto por cerca de 3 mil sementes de flores de lótus desidratadas unidas por finos fios de arame e penduradas por meio de fios de pesca. As sementes foram escolhidas pela artista em razão do seu simbolismo, por estarem ligadas ao processo da vida e de sua superação. “Esta não é uma simples exposição de obras de arte. Sonia Dias Souza preparou um ambiente único, um espaço projetado para tocar num ponto essencial: nós e o mundo somos uma coisa só”, explicou, então, o curador Agnaldo Farias.

Serviço:

Da Terra que Somos” – Sonia Dias de Souza

Local: Museu Nacional da República

Setor Cultural Sul, Lote 2, Brasília-DF

Período expositivo: até 17 de fevereiro de 2025

Horários de visitação: terça a domingo, das 9h às 18h30

Entrada gratuita: https://www.instagram.com/museunacionaldarepublica/ | https://www.ayocultural.com.br | https://www.instagram.com/ayocultural/.

(Com Carolina Amoedo/A4&Holofote Comunicação)

‘Um Grito Parado No Ar’, clássico de Guarnieri, ganha nova montagem do Teatro do Osso e abre a programação teatral de 2025 no Sesc Bom Retiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Maurício Bertoni.

Uma nova versão de Um Grito Parado no Ar’, clássico de Gianfrancesco Guarnieri (1934–2006), estreia dia 17 de janeiro no Sesc Bom Retiro. Sob a direção de Rogério Tarifa e montagem do grupo Teatro do Osso, a obra revisita a icônica peça que reflete sobre os desafios da criação artística em tempos de censura e repressão. A dramaturgia, atualizada por Jonathan Silva, Rogério Tarifa e o Teatro do Osso, dialoga com o contexto contemporâneo, enquanto a encenação preserva o caráter crítico e metateatral que marcou a história do teatro brasileiro. A temporada segue até 16 de fevereiro com sessões às sextas e sábados às 19h30 e, aos domingos e feriados, às 18h.

Gianfrancesco Guarnieri foi ator, diretor, dramaturgo e poeta italiano naturalizado brasileiro. Figura central do Teatro de Arena de São Paulo, Guarnieri marcou a dramaturgia nacional com textos que abordavam questões sociais e políticas. Entre suas obras mais significativas está Eles Não Usam Black-Tie, reconhecida como um marco do teatro brasileiro.

Foto: Cacá Bernardes.

Escrito em 1973, durante a ditadura militar brasileira, Um Grito Parado no Ar se destacou por expor os desafios de se fazer arte em um contexto de repressão. Na adaptação de Tarifa, a obra preserva sua essência crítica e amplia o diálogo com o presente, conectando as questões sociais da época em que foi escrita, aos desafios culturais contemporâneos.

A narrativa acompanha um grupo de artistas que ensaia uma peça a dez dias de sua estreia. Enquanto pressões externas, como dívidas e restrições financeiras, ameaçam o andamento da produção, a trama reflete a precariedade e a persistência da arte em tempos complexos. Com improvisações baseadas em relatos reais de moradores da cidade, o espetáculo revela as tensões sociais e econômicas que permeiam o cotidiano, reafirmando o teatro como espaço de resistência e transformação.

Foto: Cacá Bernardes.

O ato-espetáculo musical conta com a participação da atriz convidada Dulce Muniz, que interpreta a personagem Flora. O diretor Rogério Tarifa destaca que Dulce fez parte do Teatro Arena e da história do teatro brasileiro. O grupo costuma trabalhar com depoimentos de pessoas, e Dulce traz um olhar especial por ter vivenciado as duas épocas, 1973 e a atual.

“O espetáculo surgiu da colaboração entre meu trabalho e o Teatro do Osso, a partir de uma pesquisa sobre o Teatro Épico no Brasil, inspirada nas obras de Guarnieri. Realizamos um estudo aprofundado sobre esse período, coletando referências e realizando entrevistas com artistas da época. Fomos ao Rio de Janeiro e conversamos com Othon Bastos e Sonia Loureiro. Assim, a montagem representa um encontro entre a companhia Teatro do Osso e um Grito Parado no Ar, unindo características de 1973 e da atualidade, estabelecendo diálogos entre esses dois momentos”, comenta Tarifa.

Foto: Mauricio Bertoni.

A direção musical de William Guedes conta com músicas originais compostas por Jonathan Silva criadas especialmente para o espetáculo, enriquecendo a experiência e a conexão com o público. “Essa abordagem envolve algumas características essenciais, como a dramaturgia coletiva, a música ao vivo e as composições criadas especialmente para o espetáculo. Na nossa montagem, embora o texto tenha origem na dramaturgia de Guarnieri, incorporamos também toda a pesquisa necessária para a construção do espetáculo e desses elementos”, explica Tarifa.

Uma exposição virtual estará em exibição durante toda a temporada. Do Canto ao Grito – Um Estudo sobre o Teatro Épico no Brasil, reúne músicas, vídeos, documentos históricos e materiais desenvolvidos ao longo do processo criativo. A mostra enriquece a experiência do espetáculo ao ampliar debates sobre temas como censura, violência e desigualdade, reafirmando a relevância da obra de Guarnieri no diálogo entre passado e presente da sociedade brasileira. Visite em www.teatrodoosso.com.br

Foto: Mauricio Bertoni.

“As pesquisas duraram 6 anos, buscando compreender a prática artística contemporânea em relação à montagem de 1973. Quando ouvimos pela primeira vez o nome Um Grito Parado no Ar, isso nos provocou uma reflexão profunda. Quais gritos estão parados no ar? Seriam gritos negativos ou violentos? O título criado por Guarnieri, é muito preciso e realmente convida à reflexão”, reflete Tarifa.

Junto ao elenco atua um coro, formado por oito integrantes, reunidos em cena como personificação da multiplicidade de experiências pessoais, éticas, estéticas e políticas. A proposta é trazer a pluralidade de vozes e experiências para contar o que é fazer teatro em 2025, numa convivência entre atrizes, atores e não atores, diferentes gerações, classes sociais, imigrantes, pessoas cis e pessoas trans.

Foto: Mauricio Bertoni.

A obra estreou há 52 anos, em um período de forte repressão política, e tornou-se um símbolo da resistência cultural. A frase Nós vamos estrear nem que seja na marra!, dita pelo personagem Fernando, ecoava como um manifesto dos artistas contra a censura. Hoje, o Teatro do Osso traz essa força para os palcos, reafirmando a importância do teatro como ferramenta de questionamento e crítica social.

Debate

Na quarta-feira, dia 12 de fevereiro, às 19h, acontece no teatro do Sesc Bom Retiro o debate Um Grito Parado no Ar de 1973 a 2025, com entrada gratuita. Na ocasião, Sônia Loureiro, atriz da montagem Um Grito Parado no Ar de 1973, se encontra com Renato Borghi, ator que junto a José Celso Martinez Corrêa e Amir Haddad fundou o Teatro Oficina em 1958, e Dulce Muniz, atriz do teatro de arena, para falar da montagem de 73, assim como da versão contemporânea, realizada pelo Teatro do Osso 52 anos após a montagem original. Falam também sobre teatro, representatividade, história e ditadura.

Serviço:

Um Grito Parado No Ar

Direção: Rogério Tarifa

Estreia dia 17/1, sexta, às 19h30 – Temporada até 16/2

De sexta a domingo; sextas e sábados, 19h30; domingos e feriado (25/1), 18h

Local: teatro (291 lugares). 14 anos. Duração: 2h30m sem intervalo

Valores: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira)

Sessões com acessibilidade: Audiodescrição: dia 1/2, sábado, às 20h. Libras: 2/2, domingo, às 18h

Venda de ingressos disponíveis pelo APP Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/bomretiro, ou nas bilheterias.

Debate: Um Grito parado no Ar de 1973 a 2025

Com Renato Borghi, Dulce Muniz e Sônia Loureiro
Mediação Rogerio Tarifa
Dia 12/2. Quarta-feira, às 19h.
Local: Teatro (291 lugares). Livre. Grátis.

ESTACIONAMENTO DO SESC BOM RETIRO – (Vagas Limitadas)

O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com necessidades especiais e bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Valores para o público de espetáculos: R$11 (Credencial Plena). R$ 21 (Outros).

Horários: terça a sexta: 9h às 20h; sábado: 10h às 20h; domingo e feriado: 10h às 18h. Importante: Em dias de evento à noite no teatro, o estacionamento funciona até o término da apresentação.

Transporte gratuito

O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorre na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz.

Consulte os horários disponíveis de acordo com a programação no link https://tinyurl.com/3drft9v8

Fique atento se for utilizar aplicativos de transporte particular para vir ao Sesc Bom Retiro! É preciso escrever o endereço completo no destino, Alameda Nothmann, 185, caso contrário o aplicativo informará outra rota/destino.

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos, São Paulo – SP

Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais: Facebook, Instagram, Youtube. /sescbomretiro

(Com Flávio Aquistapace/Assessoria de imprensa Sesc Bom Retiro)

 

 

Coletivo espanhol M0nster.l4b, que atua na interseção entre arte e cultura digital, conduz as atividades ‘Saberes Drag’ e ‘Baile de Máscaras’ em janeiro no Sesc Avenida Paulista

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

O M0nster.l4b é um encontro afetivo de saberes e práticas que tem como horizonte expandir as políticas do performativo e da imagem e gerar novas possibilidades de ação no travestismo. O duo de artistas espanhóis, Lu Chieregati e Feña Celedón, que atua na interseção entre arte, tecnologia e cultura digital, conduz no Sesc Avenida Paulista duas atividades: Saberes Drag e Baile das Máscaras na segunda quinzena de janeiro.

A prática artística deles baseia-se na experimentação dos elementos que compõem a prática de Drag, reconhecendo um conjunto de ferramentas e procedimentos.
Saberes Drag é um workshop pensado para todas as pessoas que querem brincar e experimentar os papéis de gênero. É uma primeira abordagem para encontrar uma identidade mais livre e autêntica. A atividade acontecerá de 21 a 24 de janeiro, terça a sexta, das 18h30 às 21h30. Ingressos a partir de R$9. Inscrições online no dia 4 de janeiro, às 15h.

Já o ‘Baile das Máscaras’ é uma peça coreográfica criada por M0nster.L4b, que estreou no Festival Grec 2024, em Barcelona. A performance explora as máscaras como objetos de possessão, conduzindo o público por um percurso em que diferentes corpos dão vida a cada máscara, atribuindo novos significados. A intervenção acontecerá no dia 30 de janeiro, quinta, das 19h às 20h.

Confira mais detalhes:

Aula espetáculo | Saberes Drag

De 21 a 24 de janeiro de 2025 | terça a sexta, das 18h30 às 21h30
Local: Arte II (13º andar)
Classificação indicativa: 18 anos
Ingressos: R$30 (inteira), R$15 (Meia) e R$9 (Credencial plena). Inscrições online a partir de 4/1, 15h, para Credencial Plena, e 5/1, 15h, para público em geral.

Intervenção | Baile das Máscaras

Dia 30 de janeiro de 2025 | quinta, das 19h às 20h
Local: Arte II (13º andar)
Classificação indicativa: 16 anos
Grátis | Sujeito à lotação.

SESC AVENIDA PAULISTA

Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo, SP
Fone: (11) 3170-0800
Transporte público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m
Horário de funcionamento da unidade: terça a sexta, das 10h às 21h30; sábados, das 10h às 19h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30.

(Com Fernanda Porta Nova/Assessoria de Imprensa Sesc Avenida Paulista)

Museu inaugura espaço inspirado nos Parques Infantis criados pelo Mário de Andrade em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Esquerda à direita, acima: detalhes do espaço do Jardim das crianças (Foto: Casa Mário de Andrade); Frente do museu (Foto: André Hoff). Esquerda à direita, abaixo: detalhes do espaço para o painel colaborativo (Foto: Casa Mário de Andrade); detalhes do espaço do Jardim das crianças (Foto: Casa Mário de Andrade).

A Casa Mário de Andrade inaugura em 18 de janeiro o Jardim das Crianças, um espaço arborizado para crianças da primeira infância e seus cuidadores para vivências lúdicas com as artes, além de um painel colaborativo que estimulará os visitantes a usarem toda a expressão artística.

A partir de 18/1, às 11h, no Jardim das Crianças, pequenos na primeira infância e seus cuidadores poderão brincar num ambiente arborizado e ter contato com diversas linguagens artísticas de maneira lúdica. E para quem não é mais criança, mas quer um refúgio na cidade desvairada, também pode aproveitar o Jardim de terça a domingo, das 10h às 17h30. Serão disponibilizados trocador, além de ambiente para esquentar mamadeira e refeição para os bebês.

O Jardim das Crianças, novo local aberto dentro do museu, foi inspirado nos Parques Infantis criados pela gestão de Mário de Andrade no Departamento de Cultura da Cidade de São Paulo (1935-38), espaços para crianças a partir de três anos que complementavam a educação formal por meio das artes, do esporte, alimentação e até de tratamentos médicos para os filhos e filhas da classe operária de São Paulo da época.

O Jardim das Crianças também receberá as atividades do Projeto Quintal, idealizado pelo Núcleo de Ação Educativa dos Museus-Casas de São Paulo e lançado em outubro de 2024, do qual a Casa Mário de Andrade faz parte junto com a Casa Guilherme de Almeida e a Casa das Rosas.

O museu, próximo ao metrô Marechal Deodoro, na Barra Funda, traz mais uma novidade para 2025. O projeto Ateliê do Mário estreia em 18 de janeiro, das 10h às 17h30, onde o público é convidado a contribuir em intervenções artísticas usando a criatividade e estimulando o sentido de coletividade.

Nesta primeira ação, aberta de 18/1 a 28/2, será criado um painel colaborativo com o tema ‘O Carnaval e a cidade de São Paulo’, localizado na área de convivência, no qual os visitantes poderão manifestar suas sensações, vivências e relação com a festa popular e a cidade de São Paulo. Após a atividade, os participantes podem acessar, por um QR Code, um formulário com os dados de contato, pois após o período da intervenção, o painel será publicado nas redes da Casa Mário de Andrade com o nome dos artistas.

Saboreie um café no museu

No térreo da Casa Mário de Andrade, os frequentadores podem fazer uma pausa durante a visita às exposições, sala de pesquisa e Jardim das Crianças, para saborear alguns dos pratos oferecidos pelo Caffé Ristoro, como o bolo de doce de leite com lascas de amêndoas e as famosas focaccias de tomate (opção vegana) e alcachofra. Já entre as bebidas quentes, os destaques estão para o cappuccino, café expresso e chocolate quente. Vale a pena conhecer.

Serviço:

Programação gratuita

INAUGURAÇÃO DO JARDIM DAS CRIANÇAS

Sábado, 18 de janeiro, às 11h
Público-alvo: crianças de 0 a 7 anos e cuidadores.

PROJETO ATELIÊ DO MÁRIO TRAZ O PAINEL COLABORATIVO ‘O CARNAVAL E A CIDADE DE SÃO PAULO’

Diariamente, de 18 de janeiro a 28 de fevereiro, das 10h às 17h30
Público-alvo: livre
Local: área de convivência do museu

CAFFÉ RISTORO – UNIDADE CASA MÁRIO DE ANDRADE

Terça a domingo, das 10h às 18h

Funcionamento do museu: terça-feira a domingo, inclusive feriados, das 10h às 17h30 com permanência até às 18h

Endereço: Rua Lopes Chaves, 546 – Barra Funda

Contato: (11) 4096-9900 – ramal 9854 ou pelo e-mail disponível no site

Acessibilidade: rampas de acesso, placas em Braille nas portas, elevador, piso podotátil e banheiros adaptados para pessoas com deficiências

Programação gratuita.

SOBRE A CASA MÁRIO DE ANDRADE

A Casa Mário de Andrade funciona no endereço da antiga casa do escritor Mário de Andrade, um dos principais mentores do modernismo brasileiro e da Semana de Arte Moderna de 1922. O Museu abriga uma exposição permanente, que é aberta à visitação, com objetos pessoais do modernista, além de documentos de imagem e áudio relacionados à sua trajetória. A instituição também realiza uma intensa programação de atividades culturais e educativas. A Casa Mário de Andrade é da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciada pela Poiesis.

SOBRE A POIESIS

A Poiesis é uma Organização Social de Cultura que desenvolve e gere programas e projetos, além de pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais, voltados para a formação complementar de estudantes e do público em geral. A instituição trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

(Com Gabriel Fabri/FSB Comunicação)