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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Sesc Campinas recebe show ‘Anelo 6teto Live’ no dia 23/1

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Já com certo prestígio do público, o Anelo 6teto é fruto do trabalho de impacto sociocultural em região periférica realizado por uma associação campineira. Agora apresenta o show do seu mais recente álbum ‘Anelo 6teto Live!’ (independente) com 7 composições autorais e gravado ao vivo em 2022, por ocasião do aniversário do Instituto Anelo.

O sexteto, criado em 2019 para atender ao convite e representar o Instituto Anelo no Standard Bank – National Youth Jazz Festival (África do Sul), já acompanhou a cantora italiana Susanna Stivali em apresentações do show dedicado à obra de Chico Buarque, gravou singles com personalidades da música e foi vencedor do 1º Festival de Música de Jundiaí SP com grande receptividade dos jurados. É formado por Vinicius Corilow (saxofones, flauta, pífano e clarinete), Marcelo Louback (saxofones, flauta e flautim), Deivyson Fernandez (piano), Josias Teles (contrabaixo elétrico), Filipe Lapa (bateria) e Leo Pelegrin (percussão). Com esse repertório autoral, o grupo tem a intenção de trazer ao público a experiência dessa força rítmica de apelo brasileiríssimo, mesclando ritmos populares (samba, baião, maracatu) com a improvisação e o groove de vanguarda da black music (R&B, funk, jazz).

Capa do álbum.

O Anelo 6teto não apenas oferece uma experiência musical envolvente e esteticamente rica, mas também desempenha um papel significativo na promoção da diversidade cultural, na inclusão social e na projeção internacional da música brasileira confirmando sua importância estética e social.

“…eu tive o prazer de conhecer essa banda maravilhosa (…) fiquei encantado com a dedicação, talento, virtuosismo, uma linguagem brasileira de vanguarda. O Brasil ganha uma banda espetacular! Como vocês tratam bem a música!” — Michel Freidenson, pianista, compositor, arranjador e sócio da Música S.A.

Classificação: não recomendado para menores de 12 anos | Duração: 60 minutos

Álbum: https://is.gd/vwwwrT

Ao Vivo:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLxloJYWdqoh2x4qCNPz5APjOmsJR56JJC

https://www.youtube.com/watch?v=5-ReDRd8ChA

https://www.youtube.com/watch?v=QP5sruYEbuc.

(Com Paulo Godoi/Instituto Anelo)

MASP apresentará em novo prédio vídeo-instalação protagonizada por Fernanda Torres e Fernanda Montenegro

São Paulo, por Kleber Patricio

Fernanda Torres e Fernanda Montenegro no MASP. Foto: Daniel Cabrel.

‘Isaac Julien: Um maravilhoso emaranhado’ é uma das quatro exposições do MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand que vão abrir o novo Edifício Pietro Maria Bardi, em março. Fernanda Torres e Fernanda Montenegro interpretam Lina Bo Bardi (1914–1992) em diferentes estágios da vida. Inédita no país, a videoinstalação do artista e cineasta inglês Isaac Julien estará em cartaz de março a agosto.

Apresentada pela primeira vez em Londres, em 2019, a obra é composta por nove projeções simultâneas em telas de grandes formatos e os vídeos captam imagens de edifícios icônicos da arquiteta e designer modernista, realçando a dimensão poética do legado visionário. O artista enfatiza as ideias sociais, políticas e culturais de Lina junto a reflexões filosóficas formuladas em artigos e cartas de sua autoria.

Gravado em São Paulo (no MASP, no Sesc Pompeia e no Teatro Oficina) e em Salvador (no Museu de Arte Moderna, no Restaurante Coaty e no Teatro Gregório de Mattos), o trabalho ainda apresenta uma coreografia especialmente encenada pelo corpo de baile do Balé Folclórico da Bahia e performances do coletivo de arte brasileiro Araká. Zé Celso, ator, diretor, dramaturgo e co-fundador do Teatro Oficina – projetado em 1992 por Lina Bo Bardi e Edson Elito – também participa do filme. A trilha sonora foi criada pela compositora germano-espanhola Maria de Alvear.
Isaac Julien: Um maravilhoso emaranhado tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, com assistência de Matheus Andrade, assistente curatorial, MASP. O título da exposição deriva do trecho “O tempo linear é uma invenção ocidental; o tempo não é linear, é um maravilhoso emaranhado onde, a qualquer instante, podem ser escolhidos pontos e inventadas soluções, sem começo nem fim.” – Lina Bo Bardi.

Isaac Julien (Londres, Reino Unido, 1960) é um artista e cineasta que, por meio de narrativas audiovisuais e instalações multimídia, tensiona os limites entre diferentes práticas artísticas, como arquitetura, fotografia, música e pintura.
Serviço:

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo, SP

Telefone: (11) 3149-5959

Horários: terças grátis e primeira quinta-feira do mês grátis; terças, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta a domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas.

Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos

Ingressos: R$75 (entrada); R$37 (meia-entrada)

Site oficial | Facebook | Instagram.

(Fonte: Assessoria de Imprensa MASP)

Diagnóstico busca fortalecer o etnoturismo em Terras Indígenas na Amazônia Legal

Amazônia Legal, por Kleber Patricio

Fotos: Instituto Samaúma.

O Turismo Sustentável é uma das formas de conhecer locais de forma consciente. Quando falamos de Terras Indígenas (TI), principalmente no Brasil – onde elas ocupam mais de 900 mil km², de acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) –, a responsabilidade é ainda maior. Essas expedições sustentáveis estão aumentando e, felizmente, estão beneficiando os povos originários, na geração de renda e na valorização ambiental e cultural. Visando entender um panorama mais amplo e buscando criar políticas públicas cada vez mais eficientes, o Instituto Samaúma, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) da ONU, realizou um estudo de seis meses para aprofundar neste processo. Um dos resultados foi o Guia de Boas Práticas, lançado na primeira quinzena de dezembro durante um evento na Aldeia Shanenawa, dentro da TI Katukina-Kaxinawá, no Acre.

“Adentrar uma área preservada implica em grandes responsabilidades e impactos positivos quando feito de forma responsável. Para preservar as características ambientais e principalmente culturais, grande parte dos guias e facilitadores das expedições são os próprios indígenas, assim como a alimentação, que é a tradicional da área visitada. “Manter as coisas como elas são e ensinar ao viajante como se portar e viver a espiritualidade da aldeia, em vez de adaptar as aldeias aos viajantes, é a principal missão”, destaca Vari Shanenawa, antropóloga etnográfica.

A antropóloga ressalta que quando um viajante vai para uma aldeia ele busca uma vivência de etnoturismo, mas ao chegar, encontra uma vivência espiritual. “O povo não indígena entende que nós precisamos de terra, mas é muito superior a isso. Precisamos porque necessitamos da floresta, é isso que garante o equilíbrio do planeta. Nós nos entendemos como guardiões da floresta e consagramos as medicinas sagradas na nossa vida”.

Etnoturismo consciente impacta positivamente as aldeias

O turismo nas TIs deve ser de base comunitária, conforme regulamentado pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Esse modelo de gestão coloca as comunidades como protagonistas das atividades de visitação em seus territórios, promovendo parcerias com agências e operadoras. “É essencial garantir uma divisão justa de benefícios e o respeito ao modo de vida local. A gestão comunitária e a transparência dos acordos com parceiros são fundamentais para o desenvolvimento saudável dos empreendimentos de turismo indígena”, afirma Lana Rosa, mestre em ciências ambientais e conservação e líder de equipe e diagnóstico do Instituto Samaúma.

Essa forma de visitação une o turismo com o respeito pelo local, valorizando os saberes ancestrais e gerando renda aos povos originários a partir de uma atividade sustentável. De acordo com o último Censo, realizado em 2022 pelo IBGE, existem cerca de 1,7 milhões de pessoas que se identificam como indígenas e mais da metade vive na Amazônia Legal – área mapeada pelo estudo.

“O estudo de etnoturismo na Amazônia Legal foi uma oportunidade muito especial para o Instituto Samaúma e inédita para o Brasil. Este edital não representa apenas o reconhecimento de nossa competência, mas também uma oportunidade de fortalecer as práticas de Turismo de Base Comunitária e impulsionar a preservação cultural e ambiental através de políticas públicas abrangentes, esta é a nossa expectativa a partir de agora. Para nós, isso significa nos aproximar ainda mais do turismo em que acreditamos: uma ferramenta poderosa para valorizar as comunidades indígenas e tradicionais, promovendo autonomia, sustentabilidade e valorização cultural. É também uma chance de amplificar as vozes que guardam os saberes ancestrais e de conectar viajantes a uma Amazônia que educa, emociona e transforma. Este projeto é, acima de tudo, sobre ressignificar a nossa relação com o território e construir um futuro mais equilibrado e respeitoso para todos”, afirma Daniel Cabrera, cofundador e diretor-executivo da Vivalá e do Instituto Samaúma.

A união entre as agências que possuem liberação para atuar em Unidades de Conservação, principalmente nas TIs, são determinantes na manutenção de cultura e de um modo de vida. “A própria aldeia organiza as equipes de trabalhos para acompanhar uma vivência e, para mim, esse é o grande benefício. Nós podemos propiciar que os jovens da aldeia possam trabalhar e estudar dentro dela e nós queremos isso porque fortalece nossa cultura e nossa espiritualidade”, explica Vari.

A sociobioeconomia também é importante na sobrevivência e estilo de vida. O extrativismo, beneficiamento de matérias-primas e produção familiar agroflorestal são atividades econômicas consolidadas que permitem o uso eficiente dos recursos naturais com baixo impacto ambiental e social em áreas protegidas.

Mapeamento foi necessário para entender o cenário

Resultado de um trabalho de seis meses, o Guia integra um projeto que investiga o cenário do etnoturismo na Amazônia Legal, especificamente de cinco estados – Acre, Amazonas, Pará, Roraima e Mato Grosso –, além de identificar as melhores práticas e explorar técnicas de economia de baixo impacto e carbono reduzido que efetivamente envolvam as comunidades tradicionais, especialmente as indígenas.

Foi necessário montar um plano de projeto para destacar etapas e alinhar objetivos. Na sequência, a primeira etapa de materiais produzidos foi o mapeamento, parte essencial e realizada pelos líderes do projeto e que fazem parte do Instituto. Durante a produção, visitas técnicas às aldeias foram realizadas para entender aspectos como, por exemplo, a experiência do usuário. Com as idas às aldeias e com o resultado do diagnóstico, foi possível entender sobre políticas públicas existentes nas esferas federais e estaduais e suas aplicações.

“Para o diagnóstico, optamos por iniciar com extensas fichas de mapeamento dos territórios pré-determinados, onde trabalhamos com 12 categorias e mais de 150 perguntas para 14 empreendimentos de turismo comunitário em 12 Terras Indígenas. O maior desafio foi estabelecer contato com as comunidades para obter anuência na participação do diagnóstico e promover a troca de informações. Muitos dados disponíveis na internet e em outros materiais estão desatualizados e várias iniciativas de etnoturismo que receberam investimentos e divulgação no passado atualmente não estão mais ativas”, evidencia Lana, líder da equipe.

O Guia de Boas Práticas.

Lana ainda destaca que o trabalho será um apoio para parceiros e negócios sociais agirem de forma coordenada. “A análise demonstrou que faltam ações coordenadas entre as esferas estaduais e o governo federal. Alguns estados estão investindo no etnoturismo, mas não atendem as demandas de regularização e acompanhamento da FUNAI, o que deixa os territórios e comunidades indígenas vulneráveis aos impactos negativos do turismo. Por outro lado, falta maior conhecimento de direitos indígenas pelos parceiros comerciais, que também se sentem inseguros diante de uma burocracia complexa e demorada para regulamentação dos roteiros.”

O evento de lançamento ocorreu nos dias 3 e 6 de dezembro na TI Katukina Kaxinawá e reuniu membros do governo, lideranças indígenas e de importantes organizações. Durante três dias, os participantes vivenciaram de perto a realidade do turismo amazônico e tiveram uma imersão nas questões locais. O principal objetivo foi discutir sobre as políticas públicas e levá-las adiante para que possam ser desenhadas de acordo com as necessidades das áreas e das pessoas que vivem nelas, pois foi identificado que, apesar de existirem, são burocráticas e pouco efetivas, fugindo da realidade indígena.

Ao final, foi produzido um relatório que reúne todos os compromissos estabelecidos e os projetos firmados, como produtos e iniciativas que buscam fomentar o turismo de base comunitária indígena, preservando o ambiente e a cultura a mantendo os centralizados em suas produções, histórias e ações que ocorram dentro das TI. Para acessar o guia e todos os materiais disponíveis, clique aqui.

Sobre a Vivalá 

A Vivalá atua no desenvolvimento do Turismo Sustentável no Brasil, promovendo experiências que buscam ressignificar a relação que as pessoas têm com o Brasil, sua biodiversidade e comunidades tradicionais. Atualmente, a Vivalá opera em 26 unidades de conservação do país, abrangendo os biomas da Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal, atuando em conjunto com mais de 700 pessoas de populações indígenas, ribeirinhas, caiçaras, quilombolas e sertanejas.

Com 16 prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais, a Vivalá conta com a confiança da Organização Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Abeta, Fundação do Grupo Boticário, Yunus & Youth, além de ter uma operação 100% carbono neutro e ser uma empresa B certificada, com a maior nota no turismo do Brasil e a 7ª maior em todo o setor de turismo no mundo. Até dezembro de 2024, a Vivalá já embarcou mais de 5 mil viajantes, além de ter injetado mais de R$ 5 milhões em economias locais através da compra de serviços de base comunitária e consumo direto dos viajantes. Para mais informações, acesse https://www.vivala.com.br/.

Em 2023, a Vivalá criou o Instituto Samaúma, com a missão de formar jovens brasileiros de baixa renda para um futuro sustentável, oferecendo acesso gratuito a experiências imersivas nos biomas brasileiros e em parceria com comunidades tradicionais. Com um plano ambicioso, o Instituto busca alcançar 10 mil crianças contempladas nos próximos 3 anos e está intensificando a divulgação de suas ações e buscando parceiros que compartilhem desse propósito transformador. Organizações e pessoas físicas podem apoiar a causa por meio do site https://vivala.com.br/instituto-samauma.

(Com Stephane Sena/DePropósito Comunicação de Causas)

Mulheres enfrentam desafios desproporcionais em desastres naturais no Brasil

Curitiba, por Kleber Patricio

Foto: FreePik.

As tragédias ambientais no Brasil têm se mostrado cada vez mais devastadoras, afetando milhões de pessoas e deixando um rastro de destruição. Nos últimos dez anos, desastres naturais atingiram 93% dos municípios do país, forçando mais de 4,2 milhões de brasileiros a abandonarem suas casas. De acordo com dados da Confederação Nacional de Municípios, esses números refletem a gravidade da situação que o país enfrenta diante de fenômenos climáticos extremos. Somente neste ano, o governo federal mapeou 1.942 cidades com risco de desastres como deslizamentos, alagamentos e inundações, afetando diretamente mais de 8,9 milhões de pessoas. Esses eventos não apenas geram perdas humanas e econômicas significativas, mas também expõem desigualdades profundas. Mulheres, em especial, enfrentam desafios desproporcionais durante e após esses eventos, que vão desde dificuldades para encontrar abrigo até um aumento de riscos relacionados à violência doméstica e sexual.

É o que destaca a advogada Ana Clara Fonseca Guilherme, que tem se dedicado ao apoio de mulheres em situação de vulnerabilidade social. “Durante desastres, as mulheres, especialmente aquelas responsáveis por crianças e idosos, enfrentam maiores dificuldades para encontrar abrigo seguro e lidar com a escassez de recursos essenciais. A vulnerabilidade social e econômica agrava o processo de recuperação, tornando-o ainda mais lento e complexo”, explica.

O trabalho de Ana Clara, que começou durante a faculdade, ganhou relevância após a tragédia de Brumadinho, em 2019. O rompimento de uma barragem resultou na morte de mais de 270 pessoas e teve um impacto ambiental de grandes proporções. Na ocasião, ela colaborou na criação de uma rede de apoio às mulheres afetadas, ajudando-as a lidar com o trauma e as dificuldades pós-desastre.

Mulheres merecem atenção redobrada em desastres naturais

Ana Clara Fonseca chama a atenção para os riscos adicionais que as mulheres enfrentam em situações de calamidade, como o aumento da violência doméstica e sexual em contextos de deslocamento forçado e colapso social. Para ela, a criação de políticas públicas que priorizem a proteção e o suporte às mulheres é uma urgência. “Além disso, em momentos de calamidade, as mulheres precisam de mais do que ajuda imediata. Elas precisam de oportunidades para se reconstruir. Por isso, nossa ação inclui cursos de capacitação e mentorias que as preparem para novos desafios e as empoderem tanto no mercado de trabalho quanto na vida pessoal”, afirma Ana Clara.

A advogada Ana Clara Fonseca Guilherme.

Durante Brumadinho, as atividades desenvolvidas por Ana e seu parceiros não apenas ajudaram a aliviar o sofrimento imediato, mas também criaram um espaço de apoio contínuo, no qual as mulheres puderam encontrar novas perspectivas e esperança. “Desenvolvemos o projeto Renova Mulher, que culminou da criação de diretrizes e orientações (relacionadas em uma cartilha) para lidar com situações de crise, apoiando a promoção de segurança, saúde mental e suporte emocional, com foco em fortalecer as mulheres diante dos desafios e ajudá-las a reconstruir suas vidas”, sublinha.

Segundo Ana, o projeto continua suas ações por meio da difusão e da capacitação de agentes que possam dar assistência nas áreas mais afetadas do Brasil. Há um curso elaborado para orientação e, além disso, suporte contínuo é oferecido para esclarecer dúvidas sobre entrevistas, elaboração de currículos e estratégias de carreira. “O importante é saber que o trabalho não termina com a resposta emergencial. Ele continua com o compromisso de promover inclusão e empoderamento, garantindo que essas mulheres tenham as ferramentas necessárias para reconstruir suas vidas e superar as adversidades”, conclui.

(Fonte: Engenharia de Comunicação)

Com estande interativo, Embratur vai apresentar atrativos do Brasil em 20 feiras internacionais em 2025

Brasília, por Kleber Patricio

Este ano, a participação da Embratur em feiras internacionais deve alcançar o objetivo de aumentar a visibilidade do país para diferentes públicos. Foto: Renato Vaz/Embratur.

A Embratur já está com a presença confirmada em 20 feiras internacionais no ano de 2025. Com uma abordagem autêntica e inovadora, a Agência vai destacar em seu estande nos grandes eventos a diversidade das manifestações culturais do povo brasileiro e a beleza das cidades e dos destinos de natureza do país. O objetivo é estimular a curiosidade, o interesse e o desejo de turistas e profissionais do setor em visitar o Brasil.

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o aumento da visibilidade do país nos eventos internacionais é parte fundamental da estratégia para ampliar a comercialização de pacotes turísticos com destinos brasileiros no exterior. “As feiras são momentos importantes para a promoção do Brasil no exterior. São essas as oportunidades para que os destinos e atrativos brasileiros, parceiros da Embratur em nossos estandes, sentem com as principais agências internacionais de turismo para fechar negócios. Isso significa mais turistas vindo conhecer o Brasil”, disse.

Participação em diversos segmentos

A gerente de Eventos Internacionais da Embratur, Simone Scorsato, explica que, seguindo o exemplo dos anos anteriores e aprimorando a abordagem a cada ano, a participação nas feiras internacionais de 2025 deve alcançar o objetivo de aumentar a visibilidade do país para diferentes públicos. “É muito importante o Brasil estar representado tanto nas feiras de multiprodutos, onde há enorme visibilidade ao Brasil como destino, bem como nas feiras segmentadas, como Luxo, Náutica e MICE, que trazem, além da visibilidade, maior engajamento em agendas de negócios. Isso acontece porque estas feiras possuem grande comprometimento com o fechamento prévio de reuniões”, destacou Scorsato. Segundo a gerente, as feiras em 2024 foram um sucesso, pois apresentaram resultados tanto de visibilidade como de geração de negócios. “A cada ano, o número de interessados como coexpositores aumenta. Estamos com uma média geral de três empresas para uma vaga”, lembrou.

Novo estande

Para este ano, a Embratur prepara um novo modelo de estande que deve aumentar ainda mais a eficiência da participação brasileira nos grandes eventos. Com isso, os participantes que visitarem o espaço em 2025 poderão conhecer os atributos do país e a brasilidade de forma interativa, desfrutando de demonstrações dos atrativos do Brasil. “O objetivo é aumentar a visibilidade do país, atrair novos visitantes, fomentar parcerias e promover experiências turísticas imersivas. Vamos apresentar um estande interativo, que aguce a curiosidade dos visitantes e apresente o Brasil como um destino turístico diverso, autêntico, criativo, inovador e sustentável. O espaço deve abrigar um acervo cultural representando nossa brasilidade”, explica Scorsato.

Calendário

A gerência de Mercados e Eventos Internacionais, responsável por organizar este calendário, concentrou os esforços em países que são mercados prioritários, tradicionalmente grandes emissores de turistas para o Brasil, mas observou também a disponibilidade aérea, potencializando a estratégia de participação em feiras com a atração de novos voos ou ampliação de frequência das rotas existentes. “Não adianta mostrarmos ao mundo o quão deslumbrante são nossas praias e nossa natureza, quão rica é nossa história e quão diversa é nossa cultura se o turista na ponta não tiver como vir nos visitar porque não está na prateleira das agências de turismo de seu país o destino Brasil. E para ter na prateleira, precisa ter voo. São justamente as feiras as grandes oportunidades para que as empresas brasileiras, os hotéis, as agências de receptivos, os destinos fechem negócios com as operadoras de todo o mundo, que possibilitam que o turista venha para o Brasil”, destaca o presidente da Embratur, Marcelo Freixo.

A primeira feira que contará com o estande Brasil neste ano é a Feira Internacional de Turismo (Fitur), que acontecerá de 22 a 26 de janeiro em Madri, na Espanha. O evento anual é referência para o setor de turismo e um centro global para profissionais da indústria de turismo e uma das maiores plataformas de negócios para a cadeia turística. Nos demais meses, a Embratur participará de 12 feiras multiprodutos, que envolvem diversos segmentos do turismo. São elas:

T&AS, de 22 a 23 de fevereiro, em Los Angeles (Estados Unidos);

Anato, de 26 a 28 de fevereiro, em Bogotá (Colômbia);

ITB, de 4 a 6 de março, em Berlim (Alemanha);

BTL, de 12 a 16 de março, em Lisboa (Portugal);

BTM Borsa Mediterranea del Turismo, de 13 a 15 de março, em Nápoles (Itália);

ITB China, de 27 a 29 de maio, em Xangai (China);

Fiexpo, de 9 a 12 de junho, na Costa Rica;

FIT América Latina, de 27 a 30 de setembro em Buenos Aires (Argentina);

IFTM Top Resa, de 30 de setembro a 2 de outubro, em Paris (França);

TTG Travel Experience, de 8 a 10 de outubro, em Rimini (Itália);

Fitpar, de 10 a 12 de outubro, em Assunção (Paraguai);

IMEX América, de 6 a 8 de outubro, em Las Vegas (Estados Unidos);

WTM, de 4 a 6 de novembro, em Londres (Inglaterra).

O Brasil terá estande também em duas feiras do segmento MICE (Meeting, Incentives, Conferences and Exhibitions, que em português é mais conhecido como Turismo de Negócios e Eventos). São elas: IMEX Frankfurt, de 20 a 22 de maio, em Frankfurt (Alemanha) e IBTM World, de 18 a 20 de novembro, em Barcelona (Espanha).

Além disso, outros segmentos que contarão com a participação da Embratur em 2025 são Luxo e Náutico, com as feiras Emotions, de 31 de março a 3 de abril, em Lima (Peru); Remote Imersion – Remote Latin America, de 20 a 23 de outubro, na Chapada dos Veadeiros/Goiás (Brasil); ILTM, de 1º a 3 de dezembro, em Cannes (França) e Seatrade Cruise Global, de 7 a 10 de abril, em Miami (EUA).

Inscrições para coexpositores | O procedimento de inscrição para participação como coexpositor nos eventos organizados pela Embratur ou dos quais a agência participará contará com edital próprio que será divulgado oportunamente. Para receber os informativos sobre a participação nesses eventos, pede-se aos interessados que preencham o Cadastro Trade.

(Fonte: Embratur/Governo do Brasil)