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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Rosamaria Murtinho celebra 70 anos de carreira no palco na nova temporada de ‘A Vida Não É Justa’

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Cristina Granato.

Completando 70 anos de carreira, com mais de 65 peças no currículo, a atriz Rosamaria Murtinho, de 92 anos, sobe ao palco desta vez para viver três personagens no espetáculo ‘A Vida Não É Justa’, idealizado pelo produtor Eduardo Barata e baseado no livro da juíza Andréa Pachá. Uma das personagens, a Molhadinha25, comete adultério virtual provocando ciúmes do marido, vivido por Wilson Rabelo. A peça, dirigida por Tonico Pereira, com mais de 60 anos de trajetória artística, tem também no elenco Lorena da Silva, Marta Paret, Duda Barata, Bruno Quixotte e Rafael Sardão. Eles farão uma curtíssima temporada no Teatro Sesc Copacabana, de 10 de janeiro a 9 de fevereiro, sextas e sábados às 19h e domingos às 18h.

Dezoito mil audiências e uma sentença: A VIDA NÃO É JUSTA. Foi assim que surgiu a inspiração para o título do livro de Andréa Pachá, lançado em 2012, que ganhou os palcos com dramaturgia de Delson Antunes e direção de Tonico Pereira e foi sucesso de público nas duas temporadas anteriores no Rio e São Paulo. “A gente pode viver grandes guerras, pode viver grandes hecatombes, mas no final, o que define a nossa vida são essas pequenas questões que acontecem entre o nascimento e a morte. Como é que a gente ama, como é que a gente se relaciona, como é que a gente lida com a perda? Essas questões são as questões que me interessam e que nos interessam como humanidade, interessam para o teatro. E é por isso que conflitos, aparentemente tão banais, acabam despertando tanto interesse, porque eles falam de quem nós somos”, afirma Andréa. “No livro, há vários temas que se repetem, então busquei escolher casos que dessem ao texto uma maior variedade de conflitos de forma que as pessoas possam se identificar mais”, pontua Delson Antunes, responsável pela adaptação da literatura para o teatro.

Em 2016, o livro, composto por 35 contos, foi adaptado para a televisão e apresentado em um quadro no Fantástico, com Glória Pires interpretando a juíza. Para a versão teatral foram escolhidas 8 histórias, além do prólogo: Casamento não é emprego / Quem cuida dele? / Tem coisa que não se pergunta / Molhadinha25 / O que os olhos não veem / Sagrado é um samba de amor / Mas eu amo aquele homem… / Reconciliação. “O trabalho de dramaturgia do Delson Antunes é de sintonia fina com a Pachá”, explica Tonico.

Rosamaria subiu pela primeira vez ao palco aos 18 anos na companhia de teatro amador Studio 53. A convite de Paulo Francis, participou do Teatro dos Sete, companhia formada por Fernanda Montenegro, Fernando Torres e Sérgio Britto e se destacou em trabalhos como O Canto da Cotovia, A Rosa Tatuada e Manequim. Foi numa dessas montagens que viria a conhecer o ator Mauro Mendonça, com quem se casou em 1959. Em A vida não é justa, ela interpreta as mesmas personagens que já ganharam vida na atuação da saudosa Dama do Teatro Léa Garcia, que nos deixou em 2023. Já seu par, Wilson Rabelo, dá vida ao mesmo papel interpretado pelo mestre Emiliano Queiroz, que também partiu em outubro de 2024, após 70 anos de dedicação à arte.

A atriz e assistente de direção Marta Paret comenta sobre os personagens: “São todos muito ricos e diferentes. Na separação, enfrentam um momento em comum de ruptura, no qual devem encarar as consequências de suas escolhas para o resto da vida”. A atriz Duda Barata explica como a direção de Tonico a ajudou a superar os desafios de interpretar vários personagens: “Eu sou uma pessoa muito racional, e isso às vezes acaba por atrapalhar. O Tonico me balanceia, ele domina os sentimentos de forma maestral, suas dicas são pontuais e certeiras”.

A Justiça é acionada como tema central do espetáculo, com a função de solucionar conflitos, mas também de lembrar que “a felicidade não é um direito, muito menos uma obrigação. Compreender nossa humanidade nos faz mais responsáveis pelo nosso destino”, nas palavras da autora. Nesta encenação teatral, propõe-se um jogo em que os atores e os personagens se revezam ora na tarefa de vítima, ora na função de acusado, trazendo para a reflexão temas como diversidade, igualdade, justiça, respeito, tolerância e conflitos relacionais. “Cada ator vive mais de um personagem, dessa forma, o figurino se torna um elemento central para que o público reconheça de imediato essas mudanças”, comenta a figurinista Fernanda Fabrizzi.

A iluminação é de Paulo Denizot, que também assina o cenário com Janaina Wendling. “A peça explora o absurdo que a realidade é, e a luz acompanha esse caminho, um falso realismo absurdo. Ela busca enfatizar os dramas que as pessoas passam, dando plasticidade e dinâmica”, pontua Denizot. “No cenário, manequins são usados para representar a massa humana. Somos arquétipos, procuro de maneira prática e poética trabalhar essa massa que se encaixa em personagens da vida real”, detalha Janaina.

“As escolhas foram feitas a partir do entendimento de cada história contada. A música é uma personagem ativa durante toda a narrativa e faz uma ligação dramatúrgica entre cada cena, despertando nos atores e no público ‘emoções baratas’, aquelas que tocam na memória e são extremamente populares, causando identificação imediata”, comenta Máximo Cutrin, responsável pela trilha sonora. Segundo ele, “as músicas com vozes femininas, e em sua maioria brasileiras, são uma grande referência também”.

O amor acaba, divórcios acontecem, investigações de paternidade são necessárias, os filhos sofrem, reconciliações ocorrem, situações inusitadas e cômicas transformam-se em soluções e as famílias adquirem novas estruturas. Interpretando a juíza, Lorena da Silva comenta sobre dar vida a uma personalidade de reconhecimento como Andréa Pachá, “é uma honra e um barato. É um presente”.

O espetáculo é composto por um prólogo e oito cenas, a juíza (Lorena da Silva) está em todas as cenas:

PRÓLOGO: Todos em cena

1ª Cena: MOLHADINHA 25, com Rosamaria Murtinho, Wilson Rabelo e Bruno Quixotte

2ª Cena: CASAMENTO NÃO É EMPREGO, com Duda Barata, Bruno Quixotte e Rafael Sardão

3ª Cena: QUEM CUIDA DELE?, com Marta Paret e Rafael Sardão

4ª Cena: TEM COISA QUE NÃO SE PERGUNTA, com Rafael Sardão e Duda Barata

5ª Cena: SAGRADO É UM SAMBA DE AMOR; com Rosamaria Murtinho, Bruno Quixotte e Rafael Sardão

6ª Cena: O QUE OS OLHOS NÃO VEEM; com Duda Barata, Marta Paret e Bruno Quixotte

7ª Cena: MAS EU AMO AQUELE HOMEM…; com Marta Paret, Bruno Quixotte e Duda Barata

8ª Cena: RECONCILIAÇÃO; com Rosamaria Murtinho e Wilson Rabelo.

Serviço:

A vida não é justa

Duração: 80 minutos

Classificação Indicativa: 14 anos

Local: Sesc Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana

Temporada: De 10 de janeiro a 9 de fevereiro

Dias e horários: Sextas a domingos, às 19h – *Excepcionalmente nesta quinta-feira, dia 9, haverá ensaio aberto e gratuito, também às 19h, sujeito à lotação

Ingressos: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia), R$7,50 (comerciário)

Informações: (21) 4020-2101

FICHA TÉCNICA

Texto original: Andréa Pachá

Dramaturgia: Delson Antunes

Direção: Tonico Pereira

Idealização: Eduardo Barata

Elenco:

Rosamaria Murtinho

Bruno Quixotte

Duda Barata

Lorena da Silva

Marta Paret

Rafael Sardão

Wilson Rabelo

Gesto e movimento: Marina Salomon

Cenário: Paulo Denizot e Jana Wendling

Figurinos / 1ª temporada: Fernanda Fabrizzi

Figurinos / 2ª temporada: Tiago Ribeiro

Iluminação: Paulo Denizot

Trilha Sonora: Máximo Cutrim

Visagismo: Fernando Ocazione

Diretor de palco: Tom Pires

Operador de luz: Rogério Medeiros

Operador de som: Enrico Baraldi

Camareira: Sonia Martins

Maquiagem / cabelo: Alex Palmeira

Programação visual: Ricardo Barata

Fotos: Cristina Granato

Direção de produção: Elaine Moreira

Produção executiva: Bruno Luzes e Tom Pires

Produção: Barata Produções

Assessoria de Imprensa: Barata Comunicação e Dobbs Scarpa.

(Com Fabio Dobbs/Dobbs Scarpa)

Aves marinhas criam ninhos em terminal aquaviário, mas só 1 a cada 20 filhotes sobrevive, aponta estudo

São Sebastião, por Kleber Patricio

Trinta-réis-de-bico-vermelho formou ninhos em terminal da Petrobras em São Sebastião (SP). Foto: Leo Cordeiro/Acervo pesquisadores.

 

Em São Sebastião, no litoral norte paulista, a ave Sterna hirundinacea, também chamada de trinta-réis-de-bico-vermelho, pode ser avistada no Terminal Aquaviário Almirante Barroso (Tebar), operado pela Petrobras. Por algum motivo, o bicho gostou da construção (que recebe boa parte da produção brasileira de petróleo) e achou que era um bom lugar para formar seus ninhos. A taxa de sucesso reprodutivo dos trinta-réis que habitam o Tebar, contudo, é de apenas 5,1% – ou seja, apenas 1 a cada 20 filhotes sobrevive e consegue alcançar voo. A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) publicado nesta sexta (20) no periódico Ocean and Coastal Research.

Entre abril e setembro de 2021, Léo Fonseca, estudante de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade de Ambientes Costeiros, monitorou 159 ninhos e 318 indivíduos de trinta-réis-de-bico-vermelho que circulam pelo Tebar. No total, 78 ovos foram postos, mas 63 foram perdidos, seja por causa de predadores (60,3%), por serem inviáveis para se desenvolver (34,9%) ou natimortos (4,8%). Entre os 15 saudáveis, 11 filhotes não sobreviveram também por conta de predadores ou por quedas no mar (54,5%), colisões com veículos (36,4%) ou causas naturais (9,1%). A maioria das mortes aconteceu nos primeiros nove dias após a eclosão dos ovos. Apenas quatro indivíduos conseguiram chegar à idade de aprender a voar.

Em comparação com outros estudos feitos em ambientes naturais, a taxa de sucesso reprodutivo da S. hirundinacea encontrada pelo grupo da Unesp é considerada muito baixa. Outros monitoramentos em habitats naturais registraram taxas acima de 35%. O registro mais baixo encontrado até então, que já era um ponto fora da curva, era de 2010, num trabalho em que os pesquisadores acompanharam o desenvolvimento de 21 ovos, com taxa de sucesso reprodutivo, de 6%, em uma ilha em Santa Catarina.

“A principal causa da perda de ovos no terminal é a perturbação humana”, aponta Edison Barbieri, especialista em aves marinhas e autor sênior do estudo. “Não sabemos porque essa espécie se adaptou a este ambiente; pode ser por causa da coloração ou pela temperatura do concreto. Elas fazem ninhos onde acham que é seguro”, explica. A atividade humana na costa, no entanto, prejudica o desenvolvimento seguro dos filhotes: mais de um terço deles foi morto pelo fato de os ninhos estarem próximos à circulação de veículos.

“Essas aves são sentinelas ambientais, ou seja, podem indicar como está a saúde daquele ambiente, porque são predadores de topo”, afirma Barbieri. Segundo o pesquisador, o trabalho é pioneiro em medir o sucesso reprodutivo da Sterna hirundinacea em um ambiente artificial e, por isso, seu grupo espera poder continuar pesquisas para entender os efeitos de viver em ambientes similares na espécie.

(Fonte: Agência Bori)

Investimento em Segurança Alimentar e Nutricional cresce em duas décadas, mas distribuição de recursos é desigual

Florianópolis, por Kleber Patricio

Houve crescimento progressivo dos valores até 2015, queda entre 2016 e 2019 e novo aumento durante a pandemia. Foto: FreePik.

De 2000 a 2022, o Brasil registrou crescimento nos investimentos em Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) – conjunto de iniciativas que buscam garantir o acesso à alimentação adequada e saudável, envolvendo áreas da gestão pública como saúde, educação, proteção social, agricultura e meio ambiente. No total, foram executados R$3,8 trilhões, com variação anual positiva de 10,1%. Os dados foram publicados na Revista de Saúde Pública por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A pesquisa utilizou dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (SIOP) do governo federal e analisou recursos públicos federais investidos de 2000 a 2022, categorizando ações conforme os temas da agenda de SAN. A categoria mais contemplada foi a de ‘acesso à alimentação’ – que engloba, por exemplo, a aquisição e distribuição de alimentos a famílias e pessoas em vulnerabilidade social –, com média de 73,4% dos recursos alocados no período. O pico foi em 2020, quando registrou 91% do valor executado por conta do investimento em ações que buscassem atenuar a insegurança alimentar provocada pela pandemia de covid-19.

Por outro lado, a categoria ‘sistema agroalimentar’ – referente à produção, extração e processamento de alimentos de forma sustentável e descentralizada – reunia 36% dos recursos liquidados em 2000, mas teve a maior perda de orçamento executado no período. A categoria ocupou apenas 2,3% do valor total em 2022, com reduções principalmente nos programas de fortalecimento e aquisição de produtos da agricultura familiar. Já a categoria ‘acesso à água’, que no início do milênio representava quase 16% do orçamento executado, despencou para 0,2% em 2022.

De forma geral, houve crescimento progressivo dos valores em SAN até 2015, quando o setor executou R$236,53 bilhões. Porém, entre 2016 e 2019, os investimentos caíram. Já em 2020, impulsionado pela pandemia, o orçamento alcançou R$601,6 bilhões. Apesar da queda nos dois anos seguintes, os valores permaneceram acima dos níveis pré-crise sanitária, chegando a R$312,5 bilhões em 2022. Mesmo assim, a insegurança alimentar voltou a atingir níveis semelhantes aos da década de 1990, observa o estudo.

Para Milena Corrêa Martins, doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC e uma das autoras do artigo, reduzir as discrepâncias exige considerar as demandas da sociedade civil e adotar uma gestão mais intersetorial. Ela também destaca o impacto que poderia ser alcançado caso os investimentos reconhecessem a agenda pública de SAN enquanto uma política de Estado, já que as agendas variam e sofrem impacto conforme o governo em vigor. O período de queda nos investimentos (2016-2019) coincide com o período que Michel Temer assumiu o poder e o início da gestão de Jair Bolsonaro, observa.

“A fome é uma escolha do governo. O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, então como a população passa fome? As políticas de Segurança Alimentar e Nutricional já foram estruturadas, nós já saímos do Mapa da Fome em 2014. Mas essa mazela reflete uma condição histórica, a partir de escolhas econômicas e políticas”, aponta Martins. Ela também atenta para as limitações de uma agenda pública de SAN pautada numa lógica assistencialista, com foco na distribuição de alimentos em situações de crise. “Somente ofertar políticas de alimentação e nutrição não é o suficiente. São necessárias políticas estruturantes, capazes de transformar realidades, como o fortalecimento da agricultura familiar e de desenvolvimento econômico e social”, acrescenta.

O estudo deriva da tese de doutorado de Martins, que analisa a tendência temporal da Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil e seus determinantes. O objetivo da pesquisa é contribuir para qualificar os investimentos apresentados por formuladores de políticas públicas, fortalecendo o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). A pesquisa terá desdobramentos, incluindo um estudo sobre a situação de Povos e Comunidades Tradicionais, como indígenas e quilombolas, os mais afetados pela insegurança alimentar e com menor destinação de recursos, conta Martins.

A pesquisadora sugere que estudos futuros explorem os investimentos em níveis municipal e estadual para identificar como os recursos estão sendo aplicados localmente. “É nos territórios que podemos ver as especificidades de como o direito à alimentação é violado ou garantido”, finaliza Martins.

(Fonte: Agência Bori)

Urbia transforma Parque Ibirapuera em espaço de aventura e aprendizado com 2ª edição do Quintal de Férias

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Urbia Parques.

Depois do sucesso do primeiro Quintal de Férias do Parque Ibirapuera, realizado pela Urbia em julho de 2024, a concessionária retorna em janeiro com a 2ª edição do evento, destinado às famílias que estão em busca de opções de lazer e entretenimento para crianças, principalmente, que passarão as férias na cidade. Este ano, a agenda acontecerá entre os dias 13 e 17 de janeiro e está ainda mais imperdível para os pequenos. A grande novidade da vez é que agora a criançada também poderá se aventurar em atividades esportivas, terá a oportunidade de visitar o Pavilhão Japonês e participará de oficina de desenhos de mangá, além de desfrutar de toda a programação com as temáticas educação ambiental, astronomia no Planetário e musicalização na Escola de Música do Parque Ibirapuera.

O cronograma será oferecido em dois turnos: no período da manhã, das 9h às 12h, e à tarde, das 14h às 17h. Assim, o programa contempla cinco manhãs ou cinco tardes, não sendo possível adquirir o dia avulso. Durante a programação, que foi idealizada para estimular a curiosidade, o aprendizado e o diversão, os participantes poderão se aventurar em circuitos ambientais, oficinas de foguetes, práticas esportivas, musicalização e aproveitar os momentos de piquenique. Vale ressaltar que o Quintal não se limita apenas à recreação: trata-se de uma colônia de férias com temáticas educacionais muito especiais oportunizadas pelo parque mais amado de São Paulo. As atividades estimulam o raciocínio lógico, trabalho em equipe, a criatividade, oportunizam a ampliação dos conhecimentos ambientais, fortalecimento da conexão com a natureza e o fortalecimento de sentimentos de pertença.

Veja a programação completa da colônia de férias do Parque Ibirapuera a seguir:

Dia 1 – Educação ambiental 

A primeira atividade será dedicada à conexão das crianças com a natureza, por meio do acervo botânico que compõe as alamedas e bosques do Parque Ibirapuera e parte de sua fauna. Com brincadeiras sensoriais, os participantes serão convidados a investigarem o ambiente, estimulando seus sentidos e promovendo um vínculo mais profundo com os elementos da natureza. Durante a ação, os pequenos também realizarão uma coleta de elementos naturais, como sementes, folhas e flores, que serão utilizados em uma oficina mão na massa ‘Retrato da Natureza’, em que irão organizar e classificar o material coletado e aprender mais sobre a biodiversidade.

Dia 2 – Astronomia 

No segundo dia, as crianças terão a oportunidade de investigar o universo da astronomia. Após uma linda sessão na sala de projeção de estrelas no planetário, as crianças participarão da construção e do lançamento de foguetes de garrafa PET, um exercício que une diversão e aprendizado. Entre os temas que serão abordados estão conceitos básicos de física, como pressão e propulsão, e até conhecerem sobre a Terceira Lei de Newton. Ao trabalharem em equipe para montar e lançar seus foguetes, os participantes serão incentivados a desenvolver habilidades de cooperação e criatividade, enquanto se divertem com essa atividade prática e científica.

Dia 3 – Musicalização 

Na quarta-feira, o foco será a musicalização. Os pequenos irão investigar a escala musical por meio de exercícios de movimentação, acompanhados de uma investigação sonora no Auditório Ibirapuera. Utilizando materiais naturais coletados no próprio parque como pedras, paus e folhas, elas criarão seus próprios instrumentos musicais. Após a coleta, o grupo participará de uma socialização conduzidos pelos professores de música, em que cada participantes apresentará seu instrumento. O dia será encerrado com uma apresentação, uma performance musical para lá de especial.

Dia 4 – Esportes 

O quarto dia será dedicado à prática de esportes, com atividades de introdução ao tênis e ao basquete. As crianças aprenderão os fundamentos dessas modalidades esportivas, como os movimentos básicos e as regras do jogo. Além de desenvolverem suas habilidades físicas, os participantes terão a oportunidade de trabalhar em equipe e praticar a cooperação, elementos essenciais para o bom desempenho em modalidades coletivas.

Dia 5 – Cultura japonesa 

Para encerrar a programação, o último dia será voltado para a imersão na cultura japonesa. Por meio de uma visita guiada ao Pavilhão Japonês, as crianças conhecerão a arquitetura do local, o lago de carpas, o palácio e o meliponário, área dedicada à criação e preservação de abelhas sem ferrão. Para completar a experiência, participarão de uma oficina de desenhos de Mangá.

As crianças devem trazer seu próprio lanchinho e a Urbia oferecerá água de coco durante os momentos de piquenique. Vale ressaltar que, para garantir total comodidade dos responsáveis e controle dos participantes, além de educadores estarem presentes durante toda a programação, o time de segurança do Ibirapuera fará o monitoramento das atividades e nos deslocamentos. Os pequenos também serão identificados por crachás e coletes. O ponto de encontro para a chegada e saída das crianças será na Escola de Música, localizada dentro do Auditório Ibirapuera, próximo ao Portão 2.

As vagas são limitadas, destinadas a crianças com idades de 6 a 9 anos e as inscrições devem ser realizada pelo Urbiapass no valor de R$400, com possibilidade de parcelamento em até 4 vezes sem juros. Pais ou responsáveis que adquirirem o pacote para irmãos recebem 10% de desconto. As inscrições se encerram em breve. Em caso de dúvidas, basta acionar o Fale Conosco da Urbia pelo número de telefone (11) 3889-6100.

(Com Mylena Zintl Bernardes/Máquina Cohn & Wolfe)

Anelo abre comemorações dos 25 anos oferecendo 250 novas vagas para aulas de música

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Levi Macedo.

O Instituto Anelo, associação sem fins lucrativos que há quase 25 anos oferece aulas gratuitas de música no Distrito do Campo Grande, em Campinas (SP), abre inscrições para interessados em participar da seleção para estudar na instituição no primeiro semestre de 2025. Ao todo são 250 novas vagas.

As inscrições serão on-line entre os dias 9 e 11 de janeiro. As vagas contemplam cursos, em aulas presenciais, de acordeom, bateria, canto, cavaquinho, coro adulto, coro infantil, coro juvenil, escaleta, flauta doce, flauta transversal,  guitarra, percussão, saxofone, teclado,  trombone, trompete, ukulele, violão, violino e violoncelo. O link do formulário para inscrição estará disponível no site do Instituto Anelo (anelo.org.br/vagas2025) entre as 8h do dia 9 de janeiro (quinta-feira) e as 23h59 do dia 11 de janeiro (sábado). Interessados sem acesso à internet poderão preencher o formulário na sede do Anelo, entre os dias 9 e 11 de janeiro (quinta a sábado), das 8h30 às 11h.

A lista de selecionados será divulgada no dia 13 de janeiro (segunda-feira), no site do Anelo, devendo os indicados na lista atentarem-se às recomendações de realização de matrícula, como prazos e documentos necessários.

Entre os inscritos, terão preferência no preenchimento das vagas os grupos socialmente minorizados (mulheres, pretos, pardos e indígenas, pessoas em situação de vulnerabilidade, pessoas com deficiência, dentre outras), assim como, os moradores do distrito do Campo Grande.

Vale ressaltar que o Instituto Anelo é um projeto intergeracional. A idade mínima para participar dos cursos é de 5 anos, mas não há limite máximo para o aprendizado. No formulário de inscrição serão informados os dias da semana e horários das turmas com vagas disponíveis, assim como as idades às quais se destinam.

Uniforme

Embora as aulas oferecidas pelo Anelo sejam gratuitas, no ato da matrícula o aluno deverá adquirir uma camiseta, no valor de R$50,00, para ser usada como uniforme, sempre que o aluno estiver em atividade na entidade (aulas e apresentações).

De acordo com a coordenação, as aulas são gratuitas, mas cada aluno fica à vontade para contribuir de acordo com suas possibilidades, inclusive no ato da matrícula. As doações podem ser feitas em dinheiro ou via pix. Os valores arrecadados são utilizados na manutenção da sede do Anelo.

O Instituto Anelo

Fundado em 10 de maio de 2000, o Instituto Anelo já beneficiou, ao longo de 25 anos de atividades, mais de 12 mil pessoas em seus projetos. Alguns deles tornaram-se músicos profissionais e professores, inclusive lecionando na própria instituição e assumindo a coordenação das iniciativas.

Atualmente, o Anelo trabalha com os seguintes projetos:

Brincando com os Sons – Iniciação musical para crianças a partir de 5 anos;

Instrumentos Orquestrais – Ensino de violino, sopros de madeira e de metais para crianças, adolescentes e jovens a partir de 8 anos;

Instrumentos Diversos – Ensino de instrumentos de cordas dedilhadas, percussivos e de teclas a crianças a partir de 8 anos, adolescentes e adultos;

Práticas Musicais Coletivas – Compreende os coros Infantil, Juvenil e Adulto, Grupo de Sanfona, de Violão e de Percussão e

Práticas de Conjunto – Práticas de Banda e Orquestra Iniciante com a participação de alunos (adolescentes, jovens e adultos) de diferentes instrumentos.

Além disso, a entidade tem a própria big band, a Orquestra Anelo, e conta com grupos artísticos e de representatividade formados por professores e colaboradores do projeto que representam a instituição em eventos e festivais.

O Anelo mantém suas atividades por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas. Interessados em apoiar o projeto por meio de doação direta ou via leis de incentivo, podem entrar em contato  pelo e-mail contato@anelo.org.br.

Serviço:

Inscrições para as vagas de aulas de música no primeiro semestre de 2025

Data: de 9 a 11 de janeiro de 2025

Como proceder | Preencher formulário on-line a ser disponibilizado no site do Instituto Anelo (anelo.org.br/vagas2025) entre as 8h do dia 9 de janeiro e as 23h59 do dia 11 de janeiro.

Pessoas sem acesso à internet poderão preencher o formulário na sede do Instituto Anelo (Rua Vicente de Marchi, 718, Jardim Florence I, Campinas, SP), entre os dias 9 e 11 de janeiro (quinta a sábado), das 8h30 às 11h.

Saiba mais

Mais informações sobre o Instituto Anelo: anelo.org.br

Redes sociais: Facebook | Instagram | Youtube | Linkedin

Whatsapp: +55 (19) 99321-9690.

(Com Elaine Oliveira/Instituto Anelo)