Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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‘Tudo que a boca come’: espetáculo premiado chega ao Sesc 24 de Maio

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Sergio Fernandes.

Nos dias 13 e 14 de fevereiro (quinta e sexta-feira), às 19h, o Sesc 24 de Maio apresenta o espetáculo ‘Tudo que a boca come’. Vencedor do prêmio APCA 2024 – Dança em três categorias (Espetáculo, Interpretação e Prêmio Técnico, pelo figurino), a montagem do Núcleo Iéê mescla capoeira, poesia marginal e música ao vivo, para abordar questões como ancestralidade e desigualdade social.

O espetáculo parte da representação de dois mensageiros sagrados: Jesus, que traz a força da poesia marginal, e Exu, que se expressa por meio da capoeira. Diante de uma crise global, a narrativa evoca a resistência popular, evidenciando a singularidade de quem, assim como na capoeira, entende que cair e se reerguer fazem parte do jogo da vida.

Inspirado na frase de Mestre Pastinha “Capoeira é tudo que a boca come”, o espetáculo reflete sobre saberes ancestrais e a realidade dos trabalhadores de entrega, que alimentam outros enquanto, frequentemente, enfrentam a fome. O título também remete a uma expressão do Candomblé, usada quando um babalorixá ou ialorixá prescreve uma reorganização espiritual baseada em alimentos. Diante de uma pandemia, quando muitas pessoas, nas periferias, enfrentaram a escassez de comida, o Núcleo Iéê se reencontra com essa expressão e a traz à tona a perspectiva de quem testemunhou a fome de perto.

Sobre o Núcleo Iêê 

O Núcleo Iêê surgiu do encontro de ex-integrantes do Projeto Núcleo Luz do programa Fábricas de Cultura, em São Paulo. Criado em 2015, o coletivo desenvolve espetáculos que unem dança, música ao vivo e poesia marginal para expressar experiências pessoais e pesquisas culturais.

Ficha técnica:

Direção: Rafael Oliveira

Bailarinos: Alex Araújo, Fernando Ramos, Lion Lourenço, Juliana Farias, Rafael Oliveira e Talita Bonfim

Músicos: Wesley Bahia, Duda Christina

Poeta: Kenyt

Participação: Tiana Oliveira

Produção Geral: Victor Almeida

Técnica de luz: Juliana de Jesus

Técnico de som: Gil Douglas

Cenógrafo: Christopher Silva

Assistente de cenografia: Edvaldo Oliveira

Assista ao reel: Tudo que a boca come.

Serviço:

Tudo que a boca come, com Núcleo Iêê

Datas: 13 e 14/2, quinta e sexta, às 19h

Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109 – República, São Paulo, SP - Espaço de

Tecnologias e Artes – 4º andar

Classificação: 10 anos

Ingresso: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP a partir do dia 4/2 e nas bilheterias das unidades Sesc SP a partir de 5/2 – R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (Credencial Sesc).

Duração: 45 minutos

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

Acompanhe nas redes:

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sescsp.org.br/24demaio

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo, SP – a 350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Com Meyre Vitorino/Assessoria de imprensa Sesc 24 de Maio)

Paixão de Cristo de Nova Jerusalém: um espetáculo de arte, emoção e fé na Semana Santa 2025

Brejo da Madre de Deus, por Kleber Patricio

Espetáculo é realizado em uma cidade teatro com nove palcos com cenários muito realistas. Fotos: Divulgação.

Assistir à Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é uma oportunidade imperdível para quem deseja vivenciar uma das mais grandiosas representações teatrais do país. Além de apreciar uma produção de alta qualidade, os visitantes têm a chance de refletir sobre a história que moldou a fé cristã, tudo isso em cenários de beleza singular, interpretações magistrais e surpreendentes efeitos especiais.

Realizado durante a Semana Santa no município do Brejo da Madre de Deus, a 180 km do Recife (PE), o espetáculo é uma experiência única que atrai milhares de visitantes de todas as idades. Encenada no que é reconhecido como o maior teatro ao ar livre do mundo, a peça proporciona uma imersão profunda nos últimos momentos da vida de Jesus, combinando arte, cultura e fé em uma apresentação única e emocionante.

A grandiosidade dos cenários é um dos destaques do evento. A cidade teatro é cercada por muralhas de pedra de três metros de altura, com 70 torres de sete metros distribuídas ao longo de seu perímetro. Em seu interior, nove palcos plateia reproduzem ambientes como arruados, lagos, jardins, pátios, palácios e o imponente Templo de Jerusalém, proporcionando uma ambientação realista e envolvente para o público – uma verdadeira viagem no tempo.

Os figurinos cuidadosamente elaborados contribuem para a autenticidade da encenação. Detalhes minuciosos nas vestimentas dos atores e figurantes refletem a época retratada, enriquecendo a narrativa e transportando os espectadores para os tempos de Jesus na terra.  Sob a coordenação da arquiteta e figurinista Marina Pacheco, os trajes são produzidos com base em extensa pesquisa histórica. São cerca de duas mil peças confeccionadas com esmero pelas costureiras da localidade.

Ator global José Loreto faz o papel de Jesus na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

Para a temporada de 2025, que ocorrerá de 12 a 20 de abril, o espetáculo contará com um elenco estelar. O papel de Jesus será interpretado por José Loreto, enquanto Letícia Sabatella dará vida a Maria. Leopoldo Pacheco assumirá o papel de Pilatos e Werner Schünemann interpretará o Rei Herodes ao lado de Luana Cavalcante como a Rainha Herodíades.

Além do elenco principal, a apresentação envolve cerca de 50 artistas pernambucanos de grande talento e cerca de 400 figurantes da vila de Fazenda Nova. A encenação deste ano trará de volta a personagem Verônica que, na cena da Via Sacra, enxuga o rosto de Jesus com um véu. A intérprete será a atriz pernambucana Angélica Zenith. Em 1993, último ano em que a personagem fez parte na trama, o papel foi vivido por Letícia Sabatella.

A qualidade dramática e toda a emoção que marcam o espetáculo é resultado da direção artística de Lúcio Lombardi, com a assistência especial de Alberto Brigadeiro. Além disso, nos bastidores, uma equipe de 600 profissionais, incluindo técnicos, eletricistas, sonoplastas, maquiadores e camareiras dão o suporte necessário para garantir todo o brilhantismo que é visto nos palcos. Todo esse trabalho tem a coordenação geral de Robinson Pacheco, presidente da Sociedade Teatral de Fazenda Nova.

Hóspedes participam do espetáculo

Durante a temporada de encenação da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, os hóspedes da Pousada da Paixão, que funciona dentro da cidade teatro, têm a oportunidade de viverem uma experiência única no mundo: participar da encenação como personagens da história de Jesus, lado-a-lado com o elenco e figurantes.

Letícia Sabatella será Maria na encenação, que acontece no maior teatro ao ar livre do mundo.

Para isso, são oferecidos pacotes do turismo interativo. São dois dias e duas noites, com pensão completa e participação opcional no espetáculo como figurantes. Os hóspedes recebem credencial especial para ter acesso aos mesmos ambientes que os atores e participarem de coquetéis oferecidos a eles e aos patrocinadores.

Como chegar a Nova Jerusalém

Para assistir ao espetáculo da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém, várias opções de transporte estão disponíveis. A opção mais comum é contratar um serviço de ônibus de turismo ou vans, que partem de diversas cidades e podem ser facilmente encontrados com uma simples consulta à internet. Outra alternativa é participar de uma caravana organizada por amigos, igrejas, clubes ou associações, que geralmente oferecem pacotes especiais. Aqueles que preferem utilizar carro próprio também encontram facilidade, pois as estradas que ligam Fazenda Nova ao Recife e a Caruaru são, em grande parte, duplicadas, bem conservadas e sinalizadas, garantindo uma viagem tranquila e segura.

Turistas de qualquer parte do Brasil que optarem por pacotes de hospedagem no Recife/PE, em Gravatá/PE, em Caruaru/PE ou na praia de Porto de Galinhas/PE podem adquirir passeios para assistir ao espetáculo oferecidos pela Luck Viagens (81 3366-6222/www.luckviagens.com.br), pelas lojas da CVC em todo Brasil e outras agências de viagens.

O pacote inclui transporte de ida e volta em ônibus especial para turismo, guia turístico e parada na feira de Caruaru para conhecer o artesanato regional e degustar a culinária local. No Recife/PE, o ônibus parte do aeroporto, enquanto em Porto de Galinhas/PE, os turistas têm acesso ao transporte nos hotéis e pousadas. Contatos da Pousada da Paixão – (81) 3732-1574/ (81) 99673-0815/ WhatsApp (81) 99673-0805 /www.pousadadapaixao.com.br).

(Com Mauro Gomes/MG Comunicação)

Coral Paulistano apresenta concerto de Eric Whitacre sobre amor e luto

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Larissa Paz.

O amor, a perda e a busca por consolo são questões cruciais para todos os seres humanos e constituem o eixo poético da obra ‘The Sacred Veil’ (2018), escrita por Eric Whitacre para coro a quatro vozes, piano e violoncelo. O concerto será apresentado pelo Coral Paulistano sob regência de Maíra Ferreira, com Rafael Cesario no violoncelo e Rosa Civile no piano. Serão duas récitas 13/2, quinta-feira, e 14/2, sexta-feira, às 20h. Com ingressos que custam R$35 (inteira) e duração de 60 minutos, será apresentado na Sala do Conservatório da Praça das Artes.
Estreada em 16 de fevereiro de 2019 no Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, sob a regência do próprio compositor, possui texto assinado pelo poeta e romancista Charles Anthony Silvestri, por sua esposa Julie Silvestri e pelo próprio Whitacre.

Dividida em 12 partes, a composição é dedicada a Julie, que faleceu no ano de 2005 em decorrência de um câncer de ovário. “Essa obra foi feita em parceria com o Charles Silvestri, depois que perdeu a esposa. Dez anos depois, Charles e Eric se juntaram e escreveram The Sacred Veil para contar essa história. O concerto é construído com uma sonoridade de tranquilidade e calma, comum à música de Eric Whitacre, sem muitos picos, sempre muito delicada e com muita poesia, mas também traz uma profunda tristeza e melancolia. Nesse sentido, não foi um processo fácil para o coro por conta da carga emocional”, explica a maestra Maíra Ferreira.

Vencedor do Grammy e egresso da tradicional Juilliard School of Music de Nova York, Eric Whitacre é um dos mais célebres artistas da atualidade. Regente e compositor, a tônica de sua trajetória é o repertório coral: suas obras desse gênero são cantadas por todo o planeta, tendo sido interpretadas em mais de 145 países, sempre com excelente recepção pelo grande público e pela crítica especializada. A razão para tamanho sucesso é o estilo particular de Whitacre, cujas obras nos envolvem e nos convidam de forma perene à introspecção e à contemplação, tão necessárias em uma sociedade frenética e veloz como esta em que vivemos.

Serviço:

Whitacre: O Véu Sagrado

Theatro Municipal de São Paulo

CORAL PAULISTANO

Maíra Ferreira, regência

Rafael Cesario, violoncelo

Rosa Civile, piano

ERIC WHITACRE

The Sacred Veil (60’)

I. The Veil Opens

II. In a Dark and Distant Year

III. Home

IV. Magnetic Poetry

V. Whenever There Is Birth

VI. I’m Afraid

VII. I Am Here

VIII. Delicious Times

IX. One Last Breath

X. Dear Friends

XII. You Rise, I Fall

XII. Child of Wonder

Duração aproximada de 60 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Ingressos de R$35 (inteira).

(Com André Santa Rosa/Assessoria de imprensa Theatro Municipal)

Como o programa lançado pelo governo pode acelerar a transição energética e ampliar o uso de fontes renováveis no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: Divulgação/77Sol.

O governo federal sancionou, há duas semanas, a Lei nº 15.103, que institui o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten). O objetivo do programa é promover a sustentabilidade e eficiência no uso de energia, facilitando o acesso ao crédito para iniciativas de baixo carbono, além de incentivar a inovação e pesquisa para a substituição de matrizes energéticas poluentes por fontes de energia renovável.

O Paten funcionará por meio da criação do Fundo Verde, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). Esse fundo permitirá que empresas utilizem ‘créditos a receber da União’ — como precatórios (dívidas judiciais reconhecidas pelo governo) ou créditos tributários (valores que as empresas têm a recuperar por pagamento indevido ou excesso de impostos) — como garantia para financiamentos de projetos sustentáveis.

“Antes, estes valores eram utilizados para abater impostos futuros, como PIS/Cofins, mas agora se transformam em uma ferramenta para captar recursos e viabilizar projetos de energia sustentável. Com isso, a expectativa é de estimular mais investimentos na substituição de fontes poluentes no país, uma vez que poucas empresas estão dispostas a separar um orçamento específico para isso”, explica Luca Milani, CEO e fundador da 77Sol, startup que atua na desburocratização do acesso à energia solar.

Além de facilitar o acesso ao crédito, o programa também incentiva a modernização de infraestruturas de transmissão energética, pesquisa em tecnologias de captura de carbono e a formação técnica de mão de obra neste sentido. Isso porque as empresas que aderirem ao Paten poderão ainda renegociar dívidas com a União de acordo com os investimentos feitos em sustentabilidade.

“Esse programa é um passo muito importante para impulsionar a energia solar no Brasil. Ele facilita o acesso ao financiamento e dá aquele empurrão na modernização da infraestrutura energética, quebrando as barreiras financeiras e logísticas que as empresas enfrentam quando querem investir em energias renováveis e tecnologias limpas. Além disso, ele abre portas para mais inovação e fortalece a competitividade no mercado sustentável. Para o setor solar, isso significa mais projetos saindo do papel e, claro, coloca o Brasil na vanguarda da energia limpa e sustentável”, conclui Milani.

(Com Bianca Lucas/Motim Comunicação)

Geração Z: como ela está mudando a relação entre empresas e clientes

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Natalia Blauth/Unsplash+.

Por Luiz CorreiaA Geração Z já está em grande peso no mercado. Por mais que sua chegada nas empresas tenha ocasionado certos desentendimentos com os pertencentes de gerações anteriores, esses membros também trouxeram aspirações e perfis muito positivos para as operações corporativas, com um olhar capaz de gerar uma verdadeira transformação em como as marcas se comportarão. Afinal, basta, apenas, que saibam como usufruir dessas habilidades dos zillennials para uma prosperidade corporativa contínua.

Ousados, esses membros ficaram muito conhecidos pela quebra de paradigmas. Querem fazer diferente em suas responsabilidades profissionais, mudar a forma na qual o mercado enxerga as oportunidades, preocupados em gerar impacto e adotando uma perspectiva mais revolucionária na relação com seus contratantes.

Nativos digitais, cresceram já utilizando a tecnologia para diversas responsabilidades, o que fez com que prezassem por uma maior agilidade e otimização em suas tarefas. Para eles, as 24 horas do dia são poucas para realizar tudo o que desejam, o que os move em busca de soluções que facilitem essas tarefas e encontrem soluções melhores e mais assertivas para qualquer necessidade ou objetivo.

Ao invés de prezarem pelos processos manuais, buscam automatizar as operações a fim de terem maior agilidade, praticidade e segurança neste desempenho, acelerando o processo produtivo a fim de conquistar mais resultados em menos tempo. Isso fez com que muitas revoluções internas ganhassem forma, impulsionando planos que já existiam ou, pelo menos, haviam começado.

Todas essas visões também elevaram o desejo empreendedor dessa geração, fazendo com que muitos prefiram ser donos de seus próprios negócios ao invés de trabalharem sob o regime celetista comandados por um outro chefe. Isso também vem desencadeando nos zillennials um maior apreço pelos cargos executivos e de liderança, o que, inevitavelmente, gera certos conflitos geracionais no mercado.

É normal que, a cada geração que ganhe força no mercado, seja preciso um tempo de adaptação com os membros de outras gerações. Segundo dados divulgados no Relatório de Tendência de Gestão de Pessoas 2024, como exemplo, 68% apontaram a GenZ como a que proporciona maior desafio para a gestão de pessoas, devido, justamente, ao seu perfil bastante diferente das gerações anteriores.

Contudo, também é natural que o mercado vá se ajustando a esses novos profissionais ao longo do tempo, se encaixando a esses novos perfis e ambições e os adaptando na convivência com os outros profissionais. Diante de um perfil tão vantajoso para a melhora do desempenho corporativo, as empresas devem usufruir, estrategicamente, da GenZ para transformar suas operações, de forma que não apenas sugiram sobre possíveis mudanças, mas ajam proativamente para testar e validar ideias inovadoras que gerem maior valor.

Marcas que investirem na contratação desses profissionais, na prática, contarão com verdadeiros embaixadores do negócio, que prezem pela comprovação das ações que serão instauradas para terem uma melhor tomada de decisões e um planejamento muito mais assertivo na conquista dos objetivos desejados.

Luiz Correia. Foto: Divulgação.

Para que haja uma verdadeira transformação na forma pela qual as empresas se relacionam com seus consumidores, o perfil revolucionário e questionador da geração Z será crucial. Envolva esses profissionais na rotina corporativa e tomada de decisões, valorizando suas opiniões e os incentivando a colaborarem sempre ativamente no dia a dia. Eles são parte da revolução do mercado, com chances de impulsionar o nome e reputação do negócio frente aos concorrentes.

Luiz Correia é head comercial na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot e RCS.

Sobre a Pontaltech | Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS e VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.

(Com Nathalia Bellintani/Informamidia)