Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Carnaval na Serra Catarinense: refúgio em meio à natureza

Santa Catarina, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação (mais fotos no Instagram @kleberpatricioonline).

Enquanto o litoral brasileiro ferve com blocos e festas, a Serra Catarinense desponta como destino para quem busca um Carnaval mais tranquilo, cercado pela natureza e com experiências exclusivas. Cidades como Urubici, São Joaquim e Rancho Queimado são algumas das opções de destino para quem deseja aproveitar a folga longe das multidões e desfrutar de um clima ameno, belas paisagens e gastronomia diferenciada. A região oferece alguns atrativos, como:

Morro da Igreja e Pedra Furada (Urubici): Um dos pontos turísticos mais conhecidos da Serra Catarinense, o Morro da Igreja é o terceiro ponto mais alto habitado do Brasil e oferece uma vista espetacular da formação rochosa conhecida como Pedra Furada. O acesso é controlado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que garante a preservação ambiental do lugar.

Vinícolas em São Joaquim: A cidade é referência na produção de vinhos de altitude, com vinícolas renomadas como Villa Francioni, Monte Agudo e Pericó. Além da degustação de rótulos premiados, os visitantes podem conhecer os vinhedos e entender mais sobre o processo de preparação dos vinhos.

Parque Nacional de São Joaquim: Para os amantes do ecoturismo, o parque abriga diversas trilhas, cachoeiras e formações rochosas impressionantes. É um destino ideal para caminhadas e passeios em meio à natureza preservada.

Mirante da Serra da Boa Vista (Rancho Queimado): Com uma vista panorâmica das montanhas, o mirante é ideal para quem deseja apreciar o pôr do sol ou tirar fotos da paisagem serrana. O acesso é feito por estrada de terra, mas a vista compensa qualquer esforço.

Para aproveitar esses destinos, opção de hospedagem na região é o Rancho Otto Chalet Boutique. Localizado em Rancho Queimado, o local combina o charme da Serra Catarinense com conforto e sofisticação. Os chalés oferecem lareira, hidro e varanda com vista para as montanhas, criando um ambiente aconchegante e ideal para casais e famílias que desejam desacelerar durante o feriado.

A experiência vai além da hospedagem, com um café da manhã colonial, repleto de opções artesanais como pães, cucas e embutidos e que também destaca os sabores típicos da região. Durante a estadia, os visitantes podem desfrutar de passeios ao ar livre, trilhas, piqueniques às margens do lago, banhos de cachoeira, e momentos de relaxamento no lounge. À noite, o cenário ganha um toque especial com fogueiras ao ar livre e degustações de vinhos selecionados, o que torna o Carnaval uma experiência sensorial e intimista.

O atendimento personalizado também é um diferencial, garantindo que cada hóspede tenha uma estadia sob medida, seja para um descanso romântico a dois ou para momentos especiais em família.

Sobre o Rancho Otto Chalet Boutique | Localizado em Rancho Queimado, cerca de 70km de distância da capital Florianópolis (SC), o Rancho Otto foi construído em 2017 e adquirido por Reginaldo Boeira em 2021, quando conheceu a propriedade como um singelo hóspede. O empresário é natural de Monte Belo (MG), começou a empreender desde jovem e é reconhecido pela sua visão empreendedora diferenciada. Atua ainda no ramo da construção civil (Boeira Construtora) e é presidente da KNN Group, holding de administração das suas quase 20 empresas. É autor do livro ‘Quando o sucesso é a única opção’, que traz um método inovador de ensino focado no empreendedorismo.

(Com Matheus Petter/Rotas Comunicação)

Lançamento do livro ‘Oswald de Andrade: mau selvagem’, de Lira Neto, será realizado na Livraria da Vila da Fradique Coutinho no dia 19/2

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Divulgação.

O escritor e jornalista Lira Neto lança seu próximo livro ‘Oswald de Andrade: mau selvagem’ pela Companhia das Letras. O lançamento será realizado na Livraria da Vila da Fradique Coutinho no dia 19 de fevereiro, das 19h às 21h30.

Sinopse

Primorosa biografia de uma das personalidades mais contraditórias da literatura brasileira. Escrito no estilo cinematográfico de Lira Neto e amparado em farto acervo documental, este livro apresenta Oswald de Andrade em sua verve sarcástica, lírica e demolidora. Neste mergulho radical na trajetória de Oswald de Andrade, Lira Neto explora as muitas contradições da personalidade do polêmico biografado: blasfemo e temente a Deus, burguês e comunista, apaixonado e adúltero. O escritor genial, autor de romances experimentais e poemas revolucionários, exibia comportamento ao mesmo tempo febril e sentimental, amoroso e explosivo. Pensador vigoroso, usava a violência verbal e o sarcasmo como armas contra o conformismo intelectual. Era, acima de tudo, um personagem de si mesmo. Respaldada em vasta pesquisa em arquivos, incluindo cartas, diários e manuscritos, esta meticulosa biografia, narrada em ritmo eletrizante, revela que Oswald não se restringiu ao papel de ativista do modernismo. Intérprete do Brasil, jornalista combativo, propôs uma crítica feroz ao patriarcado e antecipou premissas do que hoje se costuma definir como decolonialidade. À placidez do ‘bom selvagem’, contrapôs a ferocidade criativa e carnavalizante. Incompreendido, terminou pobre e quase anônimo. Apenas depois de sua morte o país recuperaria o legado contestador de Oswald de Andrade, fonte para manifestações artísticas futuras, como a Poesia Concreta, o Teatro Oficina e a Tropicália.

Sobre a Livraria da Vila | A Livraria da Vila nasceu no bairro da Vila Madalena, em São Paulo, em 1985. Desde seu início, há quase 40 anos, tornou-se conhecida e reconhecida por possuir um conceito e filosofia únicos no mercado livreiro. Presente nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Campinas, São Caetano, Ribeirão Preto, Curitiba, Londrina, Goiânia e Brasília, atualmente a Vila conta com 22 lojas físicas e um site para vendas online.

Serviço:

Data: 19 de fevereiro (quarta-feira)

Horário: das 19h às 21h30

Local: Livraria da Vila — Rua Fradique Coutinho, 915 – Pinheiros, SP.

(Com Julio Sitto/A4&Holofote Comunicação)

Instituto Cultural Vale lança exposição sobre Alcione

São Luis, por Kleber Patricio

Já se foram cinco décadas desde que Alcione deixou São Luís rumo ao Rio de Janeiro e imortalizou a música que se tornou um hino: Não Deixe o Samba Morrer. De lá para cá, a Negra Voz do Amanhã já visitou mais de 30 países e ganhou alguns dos maiores prêmios que uma artista pode alcançar, a exemplo do Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum. Em comemoração a estas e outras marcas, o Centro Cultural Vale Maranhão – espaço que integra o Instituto Cultural Vale – mergulhou na vida e obra de uma das maiores vozes brasileiras para a exposição Com Amor, Alcione!, que homenageia os 50 anos de carreira cantora. A mostra tem entrada gratuita.

Na primeira exposição dedicada à cantora no Brasil, o roteiro conjuga a sambista que sobe as ladeiras do Morro de Mangueira, a amante do bolero que canta nos recantos chiques de São Paulo e a brincante que gira ao som das matracas do bumba meu boi. Na expografia, mais de 300 fotos do acervo de Alcione, figurinos emblemáticos de várias fases da Rainha do Brilho, discos e objetos pessoais.

O Maranhão está sempre presente, inclusive na expressão de sua religiosidade difusa, na forma de um altar construído com base nos relatos sobre as suas crenças. E o público também vai poder interagir com a obra da cantora, com uma jukebox em que os visitantes podem escolher a trilha sonora da exposição e soltar a voz no karaokê.

Todas as cores da Marrom estão presentes na exposição que tem a curadoria de Deyla Rabelo, Gabriel Gutierrez e Luciana Gondim. “Durante a pesquisa, fomos percebendo que a obra de Marrom é uma grande dedicatória ao amor e principalmente às mulheres. Tudo o que Alcione cantou e tocou foi dedicado. Assim, pensamos a exposição como uma dedicatória carinhosa que trata da obra e vida da artista. O visitante é convidado a sentir esse afeto e, por ele, entender a importância revolucionária da artista para a cultura maranhense, brasileira e mundial”, explica Deyla.

Maior investidor privado em cultura

A iniciativa de valorização da cultura maranhense se insere na atuação do Instituto Cultural Vale, maior investidor privado em cultura no país. São mais de 800 projetos patrocinados, apoiados e realizados desde 2020, quando o instituto foi criado com o objetivo de apoiar a diversidade de manifestações artísticas do país, democratizar o acesso à cultura e à arte, e fortalecer a economia criativa. “A arte de Alcione tem um estilo único, resultado do diálogo entre suas bases culturais maranhenses e todas as outras influências que adquiriu Brasil afora. Com essa exposição, o Instituto Cultural Vale celebra não só seu talento inigualável, mas também a diversidade das muitas culturas que formam a nossa cultura”, comenta Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.

Com abrangência nas áreas de dança, patrimônio, música, festividades e formação cultural, os projetos também incluem iniciativas que valorizam a diversidade e a inclusão, em temas como cultura afro, cultura amazônica, arte nas periferias, arte indígena, mulheres, LGBTQIA+ e antirracismo.

Um dos quatro espaços culturais com gestão e implementação do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o Centro Cultural Vale Maranhão prioriza as diversas manifestações culturais maranhenses e amazônicas, sem deixar de abrir espaço para o diálogo com a produção cultural nacional. Localizado em um casarão do centro histórico de São Luís, só em 2024 recebeu mais de 128 mil visitantes, com programação gratuita e aberta a todos os públicos.
Com Amor, Alcione ficará em cartaz até dia 30 de agosto no Centro Cultural Vale Maranhão, que está localizado à Rua Direita, 149, Centro Histórico de São Luís, e é aberto ao público, com entrada gratuita, de terça-feira a sábado, das 10h às 19h.

Serviço:

Exposição Com Amor, Alcione

Onde: Centro Cultural Vale Maranhão – Rua Direita, 149, Centro Histórico, São Luís, MA

Quando: Abertura, 12 de fevereiro, às 19h.

Informações: 98 98591-2127 | E-mail: comunicacao@ccv-ma.org.br.

(Com Rodrigo Miguez/FSB Comunicação)

Theatro São Pedro recebe Mônica Salmaso e Nelson Ayres em concerto intimista

São Paulo, por Kleber Patricio

Theatro São Pedro. Crédito: Íris Zanetti.

A temporada de música de câmara do Theatro São Pedro terá início no dia 23 de fevereiro, às 17h, em concerto com a cantora Mônica Salmaso e o pianista Nelson Ayres. A apresentação integra a série de concertos intimistas Além do Palco, na qual o Theatro São Pedro oferecerá uma ampla e plural programação ao longo de 2025, possibilitando que o público assista aos espetáculos no palco.

Em Samba Erudito, a música popular brasileira ganha espaço no Theatro São Pedro, com Mônica Salmaso e Nelson Ayres interpretando obras de Antônio Carlos Jobim, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Raul Torres, Paulo Vanzolini, Edu Lobo e Francis Hime, entre outros compositores.

THEATRO SÃO PEDRO 

Além do Palco

Samba Erudito

Mônica Salmaso, solista

Nelson Ayres, piano

VINICIUS DE MORAES/ANTONIO CARLOS JOBIM

Insensatez

NELSON AYRES

Noite

VINICIUS DE MORAES/ANTÔNIO CARLOS JOBIM/CHICO BUARQUE

Olha Maria

RAUL TORRES/CELINO

Promessa de Violeiro

PAULO VANZOLINI

Samba Erudito

VINICIUS DE MORAES/ANTONIO CARLOS JOBIM

Frevo de Orfeu

CHICO BUARQUE/EDU LOBO

Valsa Brasileira

VINICIUS DE MORAES/ANTONIO CARLOS JOBIM

Chora Coração

VINICIUS DE MORAES/CARLOS LYRA

Sabe você

VINICIUS DE MORAES/FRANCIS HIME

Sem Mais Adeus

CHICO BUARQUE/EDU LOBO

Beatriz

CHICO BUARQUE/VINICIUS DE MORAES

Valsinha

VINICIUS DE MORAES/ERNESTO NAZARÉ

Odeon

VIOLETA PARRA

Gracias a la Vida

VINICIUS DE MORAES/ PAULO SOLEDAD

São Francisco

VINICIUS DE MORAES/ANTONIO CARLOS JOBIM

Estrada Branca

Concerto: 23 de fevereiro, 17h, Theatro São Pedro.

THEATRO SÃO PEDRO

Com mais de 100 anos, o Theatro São Pedro, instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerido pela Santa Marcelina Cultura, tem uma das histórias mais ricas e surpreendentes da música nacional. Inaugurado em uma época de florescimento cultural, o teatro se insere tanto na tradição dos teatros de ópera criados na virada do século XIX para o XX quanto na proliferação de casas de espetáculo por bairros de São Paulo. Ele é o único remanescente dessa época em que a cultura estava espalhada pelas ruas da cidade, promovendo concertos, galas, vesperais, óperas e operetas. Nesses mais de 100 anos, o Theatro São Pedro passou por diversas fases e reinvenções. Já foi cinema, teatro, e, sem corpos estáveis, recebia companhias itinerantes que montavam óperas e operetas. Entre idas e vindas, o teatro foi palco de resistência política e cultural, e recebeu grandes nomes da nossa música, como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Caio Pagano e Gilberto Tinetti, além de ter abrigado concertos da Osesp. Após passar por uma restauração, foi reaberto em 1998 com a montagem de La Cenerentola, de Gioacchino Rossini. Gradativamente, a ópera passou a ocupar lugar de destaque na programação do São Pedro, e em 2010, com a criação da Orquestra do Theatro São Pedro, essa vocação foi reafirmada. Ao longo dos anos, suas temporadas líricas apostaram na diversidade, com títulos conhecidos do repertório tradicional, obras pouco executadas, além de óperas de compositores brasileiros, tornando o Theatro São Pedro uma referência na cena lírica do país.

(Com Julian Schumacher/Santa Marcelina Cultura)

Balé da Cidade de São Paulo apresenta ‘Réquiem SP’, de Alejandro Ahmed, em conjunto com Coral Paulistano e Orquestra Sinfônica Municipal

São Paulo, por Kleber Patricio

Ensaio da coreografia Réquiem SP. Foto: Larissa Paz.

O Balé da Cidade de São Paulo estreia sua primeira temporada do ano com Réquiem SP na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal de São Paulo. Com criação, direção e coreografia de Alejandro Ahmed, que também atua como diretor artístico do Balé da Cidade, a obra terá a participação do Coral Paulistano e Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência e direção musical de Maíra Ferreira. As apresentações acontecem nos dias 18, 19, 21 e 22 de março e os ingressos variam de R$10 a R$92.

Nova coreografia do Balé da Cidade de São Paulo

A coreografia Réquiem SP apresenta um desafio e um exercício que estabelece um diálogo entre distintas linhagens de dança, como o balé, o jumpstyle e as danças urbanas e populares. A proposta investiga de maneira provocativa as possibilidades de articulação entre corpos, contextos e manifestações culturais, destacando as dinâmicas e a singularidade de uma cidade como São Paulo. Nesse cenário, o movimento do elenco vai além da técnica, atuando como matéria para explorar e compreender as interações do corpo com o ambiente.

O diretor Alejandro Ahmed explica que, além da interação entre três corpos artísticos, haverá uma integração de diferentes plataformas criando um ecossistema multimídia. “O Requiém SP explora além da partitura de György Ligeti, se estende para três movimentos musicais: um é um interlúdio de autogestão coreográfica e de som, outro é o Réquiem de quatro movimentos e o final que tem outras duas faixas do produtor canadense Venetian Snares. Um breakcore, ou seja, batidas rápidas e espaçadas, muito diferente da relação do que é o Requiém do Ligeti, mas, ao mesmo tempo, com complexidades de composição que se correlacionam”.

Responsável pela criação, direção e coreografia, Alejandro Ahmed atua como diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo desde julho de 2024. Reconhecido como um dos coreógrafos mais destacados da dança contemporânea no Brasil, Ahmed desenvolve uma abordagem artística que investiga as correlações entre corpos, ambientes e tecnologias, investigando os limites dos corpos e as suas possibilidades de transformação.

Coral Paulistano executa obra complexa

O Réquiem de György Ligeti foi composto entre 1963 e 1965. A obra é uma composição para Coral e Orquestra e traz em sua forma todas as características musicais do compositor húngaro sem deixar de lado a tradição musical de um Réquiem. Teve sua estreia em 14 de março em Estocolmo e se tornou uma das mais conhecidas de Ligeti, usada na trilha sonora de clássicos do cinema como 2001: Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick.

Ligeti dedicou nove meses exclusivamente à composição da seção Kyrie, com duração de seis minutos. Nessa parte, ele explorou a polifonia mais intricada de sua carreira, utilizando vinte linhas vocais. Apesar da complexidade, o musicólogo Harald Kaufmann destaca que essa abordagem mantém uma conexão com a tradição da polifonia vocal clássica dos antigos mestres. Além de Ligeti, será executada uma obra do músico eletrônico canadense Venetian Snares (Aeron Funk).

Com pouco menos de meia hora, a obra é dividida em quatro movimentos: I. Introitus, II. Kyrie, III. Dies Irae e VI. Lacrimosa. Segundo Maíra Ferreira, regente titular e responsável pela direção musical, é necessário um alto nível de sofisticação para executar o concerto. “Ligeti explora muito os extremos, então vai da nota aguda para a nota grave muito rapidamente. Tecnicamente, o cantor precisa ter um ótimo preparo para explorar o trato e a extensão vocal. Às vezes temos alguns pontos de descanso em uma obra. Essa não tem”, pontua. “Das obras que trabalhei, em quase dez anos no Theatro Municipal, nunca cantamos algo tão desafiador”, finaliza.

Serviço:

Balé da Cidade de São Paulo

Coral Paulistano

Orquestra Sinfônica Municipal

14 MAR, sexta-feira, 20h00

15 MAR, sábado, 17h00

18 MAR, terça-feira, 20h00

19 MAR, quarta-feira, 20h00

21 MAR, sexta-feira, 20h00

22 MAR, sábado, 17h00

Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo
Ingressos de R$10,00 a R$92,00 (inteira)

Classificação: Não recomendado para menores de 18 anos

Duração: Aproximadamente 60 minutos.

Ficha Técnica

Alejandro Ahmed, criação, direção e coreografia

Maíra Ferreira, direção musical e regência

Gabriela Geluda e Laiana Oliveira, solistas

Aline Blasius, assistente de direção

Bibi Vieira, assistente de criação e design de movimento

João Peralta, diretor de fotografia, edição e criação de vídeo e interlocução musical

Karin Serafin, figurino

Diego de los Campos, cenografia, objetos e controles físicos digitais

Mirella Brandi, desenho de luz

Camila Bill, artista convidada

Michelle Bezerra e Clara Caramez, técnicas multimídia

Netto Silva, figurinista assistente

Vitória Paiva, assistente de cenografia

Grupo Cena 11, pesquisa estendida.

(Com André Santa Rosa/Assessoria de imprensa Theatro Municipal)