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Shopping de Campinas traz circuito “A Era do Gelo” com personagens gigantes do filme

Campinas, por Kleber Patricio

Atração permanece até final de junho no Parque das Bandeiras. Foto: divulgação.

Já imaginou estar frente a frente com o atrapalhado Sid e os seus inseparáveis amigos, o mamute Manny e o tigre Diego? Para quem se encantou com o filme e quer ver de perto os seus personagens icônicos, o Shopping Parque das Bandeiras apresenta durante o mês de junho, de segunda a sexta-feira, das 15h às 21h (sábado, das 13h às 21h e domingo, das 12h às 20h), o circuito A Era do Gelo.

O espaço, todo decorado em formato de geleira, reunirá os principais personagens do longa-metragem. Em um animado circuito, a criançada poderá brincar em piscina de bolinhas, pula-pulas e participar de oficinas de dobraduras. Além de se divertir, terão a chance de tirar fotos com as réplicas das estrelas de A Era do Gelo.

O valor da entrada para participar das atividades é R$20 por 30 minutos. Porém, para as pessoas que baixarem o aplicativo do shopping, gerarem o cupom e o apresentarem na entrada, o valor diminui para R$15.

Serviço:

Circuito infantil A Era do Gelo no Shopping Parque das Bandeiras

Data: 1/6 a 30/6

Endereço: Av. John Boyd Dunlop, 3900 – Jardim Ipaussurama, Campinas/SP

Horários: de segunda a sexta-feira, das 15h às 21h; sábado, das 13h às 21h e domingo, das 12h às 20h

Entrada: R$20 por 30 minutos. Com o cupom baixado pelo aplicativo do shopping, R$15.

Alunos do Ceunsp analisam em curta-metragem como a masculinidade tóxica pode afetar a vida de meninos

Salto, por Kleber Patricio

Projeto é TCC de Cinema e Audiovisual e está no Catarse em busca de financiamento até 19/6. Foto: divulgação.

O trabalho de conclusão de curso dos alunos do sétimo semestre do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (Ceunsp) tratará das consequências de uma masculinidade tóxica inserida durante a fase de desenvolvimento dos meninos, mostrada por meio de situações do cotidiano brasileiro, no curta-metragem Alfazema.

O projeto está buscando recursos no Catarse, um site de financiamento coletivo, com uma campanha que vai até o dia 19 de junho. O dinheiro arrecadado será destinado para custos de produção, como deslocamento, figurino, cenografia, elenco e recursos de acessibilidade, entre outros, e pode ser acessado por meio do link https://www.catarse.me/alfazema.

A abordagem do tema ocorre de forma crítica e sensível, com o enfoque na aproximação e na identificação do público com o cotidiano de Théo, um garoto de 12 anos que descobriu cedo o amor pela arte e pelas flores. Após perder a mãe, ele passa a viver com o pai, que repudia os atos e gostos do menino. Cercado em casa e na escola, Théo precisa se decidir entre ser quem é ou ser algo que não gosta, apenas para ser aceito na sociedade.

Segundo Vinícius Oliveira, diretor do filme, “falar sobre esse tema é tornar visível uma realidade pouco explorada e dar voz a milhares de meninos que sofrem diariamente com essa pressão”.

Historiadora aborda relação entre fluxos migratórios e a diversidade gastronômica de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito das fotos: Thais Taverna.

No próximo sábado (15), das 11h às 13h, a pesquisadora e docente em História e Cultura da Alimentação Isabella Magalhães Callia ministra a palestra Receitas da memória paulistana: traduções de culturas culinárias. O encontro acontece na Casa-Museu Ema Klabin e as inscrições podem ser realizadas no site https://emaklabin.org.br.

Através de um panorama culinário Brasil-São Paulo e da formação do paladar paulistano, a palestra abordará a sociabilidade alimentar como sendo uma das mais marcadas e distintivas identidades paulistanas. Foram convidadas duas guardiãs da cultura ítalo-paulistana, as fotógrafas Angela di Sessa e Thais Taverna, do Museu Memória do Bixiga, para participarem do debate ao final da palestra.

Sobre Isabella Magalhães Callia

Italianista e especialista em História e Cultura da Alimentação e pesquisadora e conferencista em práticas alimentares. Gastrônoma ítalo-brasileira, bolsista da Accademia dell’Enogastronomia Pugliese, na Itália, é docente em Língua e Cultura Italiana do Istituto Italiano di Cultura San Paolo. Ministra cursos em História da Gastronomia com ênfase no Mediterrâneo. Além do trabalho como docente, desenvolve projetos editoriais e multidisciplinares e atualmente se dedica à salvaguarda da memória dos mercados municipais enquanto patrimônio cultural e símbolo da soberania alimentar brasileira.

Será usado como exemplo o caso das cantinas italianas e da sardella, em sua versão pelo bairro do Bixiga, em São Paulo, no qual distintos fluxos migratórios coexistiram e ainda hoje interagem culturalmente, em especial no âmbito alimentar.

Formada em Administração em Turismo e Hotelaria pelo Ceatel – Senac e pós-graduada em Gastronomia: História e Cultura pelo Centro Universitário Senac, também cursou Extensão Universitária em Jornalismo Gastronômico na Facha (RJ). Atualmente é mestranda em Língua, Literatura e Cultura Italianas pela Fflch-USP.

Serviço:

Palestra: Receitas da memória paulistana: traduções de culturas culinárias

Data: 15 de junho, sábado

Horário: 11h às 13h

Inscrição: http://emaklabin.org.br/

Valor: R$40,00

35 vagas

Local: Fundação Ema Klabin

Endereço: Rua Portugal, 43, Jardim Europa – São Paulo/SP – Telefone (11) 3897-3232.

Secretaria de Educação realiza festival de arte e dança no Ciaei

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Giuliano Miranda.

A 9ª edição do Festival de Arte e Dança, realizado pela Secretaria de Educação, acontece na quarta-feira (12) e na quinta-feira (13), às 19h30, no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba). O evento é aberto ao público. Este ano será apresentada uma viagem ao mundo mágico e ao mesmo tempo estranho: Alice no País das Maravilhas – adaptado para o Festival de Arte em Dança 2019.

O projeto apresenta uma mostra do trabalho realizado nas escolas municipais na área da arte visual e dança. O foco principal é o desenvolvimento integral da criança unindo o teatro, a dança e a arte visual. O festival é desenvolvido acerca de um tema escolhido pelo grupo de professores responsáveis e com coreografias desenvolvidas para a contar esta história. A cada ano os organizadores buscam inovar para que as crianças e os pais se sintam motivados e tenham a oportunidade de vivenciar diversas formas de arte e lazer.

A participação das escolas é facultativa e por adesão. Os bailarinos são todos alunos da rede municipal. Este ano, 316 alunos estão participando, orientados pelos professores Oziane, Aiala, Daniela, Solange, Alessandra, Dena, Thabata, Michele Danziger, Michelle Trettel, Michelle Valim, Daiane, Alexandre, Odair, Carol e Carina.

Nove Unidades Escolares aderiram ao projeto: Complexo Educacional “Profª Laura Fahl Corrêa”; EMEBs “Prof. Luiz Carlos Batista de Moura”; “Profª Maria Albertina Bannwart Berdú”; “Profª Maria Cecília Ifanger”;  “Profª Maria Benedicta Guimarães”; “Profª Maria José Ambiel Marachini”;  “Prof. Osório Germano”; “Profª Sylvia Teixeira de Camargo Sannazzaro” e “Prof. Wladimir Olivier”.

Clima de festa junina suaviza sessões de quimioterapia em hospital de Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Centro de Oncologia do Hospital Vera Cruz realiza pelo menos uma vez por mês e nas datas especiais no decorrer do ano uma atividade diferente para tornar a sessão de quimioterapia intravenosa um momento harmonioso. O próximo evento é a festa junina, que promete deixar a semana de 10 a 14 de junho mais agradável. Comidas típicas, decoração festiva e música caipira embalada por sanfoneiro dão a sensação de que o ritual, que dura em média três horas por pessoa, passa mais rápido.

O objetivo da iniciativa, de acordo com Aby McMillan, diretor das unidades avançadas do Hospital Vera Cruz, é promover uma relação de amizade, companheirismo e cordialidade entre usuários e equipe hospitalar durante o tratamento. “Os pacientes frequentam o Centro de Oncologia por longos períodos e a quimioterapia pode ser desgastante. No entanto, com o engajamento da assistência de maneira descontraída, estar aqui tem conotação positiva. A pessoa se sente melhor e esquece, por alguns instantes, o lado sofrido da busca pela cura”, explica McMillan.

Aos 84 anos, é a segunda vez que Inês Pasquini Zani se trata no Centro de Oncologia do Vera Cruz. Acompanhada da filha Miriam Pasquini Zani, Inês diz que acha ótimo quando tem esses eventos. “Por uns momentos desviamos o pensamento da preocupação. O ambiente fica mais suave e o tempo passa rápido”, descreve a paciente.

Além da festa junina, serão lembrados ainda a chegada da Primavera, o Outubro Rosa, o Novembro Azul e o Natal. Carnaval e Páscoa também foram temas abordados. Periodicamente, voluntários realizam apresentações artísticas no local, seja por agradecimento por terem sido bem tratados quando pacientes no passado ou por projeto pessoal junto a hospitais. É o caso do Coral Harmonia, da Associação de Aposentados do CESP, que em maio alegrou os pacientes com exemplares de MPB, e do saxofonista Hilquias Alves da Silva, visitante musical mensal do Centro de Oncologia.

No geral, os pacientes da quimioterapia não costumam ter muitas restrições alimentares, o que ajuda na composição dos eventos. A festa junina, por exemplo, terá pipoca, maria-mole, doces de abóbora e batata-doce e bolos, entre outros confeitos. O ambiente com bandeirinhas, chapéus de palha e chita e brincadeiras de bingo com brindes aos ganhadores recheiam de alegria o procedimento rotineiro. “Há oportunidades em que as atrações são aulas de exercícios físicos leves orientados por educadores físicos ou massagem nos pés”, salienta a enfermeira Maria Beatriz Correa Righini Lima.

Saiba mais: www.hospitalveracruz.com.br.