Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Visitantes podem salvar corais do Caribe em Aruba em programa de sustentabilidade

Aruba, por Kleber Patricio

Mergulhadores em Rocky Beach, Aruba. Fotos: Divulgação.

Aruba, ilha eleita o destino número 1 do Caribe no Travelers’ Choice 2025 do Tripadvisor, tem várias iniciativas de sustentabilidade nas quais o visitante pode ajudar a preservar o ambiente. Entre elas, está a fazenda de corais criada pela ONG ScubbleBubbles, projeto de revitalização de recifes no oceano. Essenciais para a biodiversidade, os corais são assunto sério no país.

É o que revela a criadora de conteúdo de sustentabilidade para Aruba no Brasil, Andrea Miramontes, jornalista de viagens há 26 anos. influenciadora em turismo, ela faz o projeto @ladobviagem, site e redes sociais, no qual também mostra iniciativas sustentáveis pelo mundo. “Para começar, Aruba incentiva visitantes a usar filtro solar com os selos ‘Reef Safe ou Ocean Safe’, que não matam corais. Os filtros solares comuns, sem os selos, contêm substâncias que acabam com esses pequenos animais importantíssimos. Há ainda estudos que relacionam essas substâncias a problemas sérios de saúde nas pessoas”, revela Andrea Miramontes.

Para recuperar os recifes e criar novas barreiras de corais, a ONG ScubbleBubbles criou um programa no qual os turistas também podem participar. Eles construíram viveiros de corais, estruturas onde são cultivados a partir de pequenos fragmentos, até que fiquem grandes e fortes para serem colocados no recife.

Corais e vida marinha em Aruba.

Foram instaladas estruturas de recife artificial em quatro locais diferentes no Parque Marinho de Aruba, onde o recife natural já estava morto. Assim, os corais do berçário podem crescer e construir um novo recife.

Visitantes podem ajudar o projeto de duas formas. A primeira delas é a limpeza das praias, organizada frequentemente pelo grupo. A segunda oportunidade é para as pessoas certificadas em mergulho, que podem fazer o curso de especialidade PADI Reef Rescue. O curso, que ensina mais sobre os corais, também reúne esforços de restauração, e mergulhadores ajudam no berçário. O dinheiro arrecadado com as aulas é usado para educação a estudantes locais.

Mais informações estão disponíveis aqui.

Sobre Aruba

Localizada a 25 km da costa da América do Sul e fora da rota de furacões, Aruba oferece sol praticamente o ano todo e uma temperatura média de 28°C. Cerca de 20% de sua área é ocupada pelo Parque Nacional Arikok, com fauna e flora únicas e cavernas com pinturas rupestres. A ilha também é conhecida por suas praias impecáveis, culinária diversificada e hospitalidade dos moradores, que frequentemente dominam quatro idiomas, incluindo inglês e espanhol. Aruba continua a atrair visitantes latino-americanos, oferecendo desde escapadas românticas até experiências de bem-estar. Descubra mais no site oficial do destino.

(Com Marilia Bianchini/Sorella Relações Públicas)

Poder de compra da população LGBT+ confirma potencial econômico da comunidade

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Mercedes Mehling/Unsplash.

O potencial de compra da população LGBT+ no Brasil movimenta a economia do país, impulsionando diversos setores, como o turismo, entretenimento, moda, entre outros. Estudo recente da NIQ, empresa líder mundial em inteligência de consumo, aponta que somente no período doze meses anteriores ao primeiro trimestre de 2024, a comunidade injetou R$ 18,7 bilhões no mercado brasileiro.

Neste dia 25 de março, quando se celebra o Dia Nacional do Orgulho Gay, a gerente nacional de Empreendedorismo Feminino, Diversidade e Inclusão do Sebrae, Geórgia Nunes, destaca o significativo impacto econômico da população LGBT+ no Brasil. “São números que demonstram o poder expressivo de compra da população LGBT+, formada por lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e outras identidades de gênero, mas também chamam atenção para a importância de se construir uma sociedade mais inclusiva e diversa”, pontua.

A pesquisa da NIQ, chamada Raibow Homes, também traz dados sobre o perfil de consumo dessa parte da população que tem preferido a conveniência e acessibilidade oferecidas pelo comércio eletrônico. O gasto médio por lar LGBT+ no e-commerce, segundo o estudo, é 27% superior ao dos demais lares, com um ticket médio de R$ 363 contra R$ 286 dos outros domicílios, com destaque para as compras de produtos de giro rápido, como bebidas alcoólicas.

Empreendedorismo como forma de resistência e afirmação

A gerente nacional do Sebrae também ressalta que empresas que adotam políticas inclusivas e valorizam a diversidade tendem a ser mais inovadoras e competitivas. “A presença de profissionais LGBT+ em posições de liderança e em equipes diversas contribui para um ambiente de trabalho mais criativo e produtivo”, acrescenta Geórgia Nunes.

Ela explica que diante de barreiras estruturais de discriminação e falta de oportunidades, o empreendedorismo tem permitido que indivíduos LGBT+ conquistem autonomia financeira e realização pessoal. “Ao gerir o próprio negócio, é possível criar ambientes inclusivos e explorar nichos de mercado específicos”, finaliza.

(Com Marcia Lopes/Máquina Cohn & Wolfe)

Jabuticaba: Fruta brasileira é considerada a 10ª melhor do mundo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Eduardo Gorghetto/Unsplash.

A jabuticaba (Myciaria spp), fruta da jabuticabeira, é originária do Brasil, nativa da Mata Atlântica e muito apreciada em nossa cultura, tanto pelo seu sabor quanto por sua versatilidade na culinária, propriedade que vem despertando a curiosidade em outros países, tanto que foi eleita, recentemente, a décima melhor fruta do mundo pelo Taste Atlas.

Pequena, redonda, geralmente, de cor roxa ou preta com uma polpa branca, gelatinosa, de baixo teor calórico, muito doce e rica em nutrientes, a fruta apresenta diversos benefícios para a saúde, sendo excelente fonte de vitaminas, como a C, importante para o sistema imunológico, e minerais como cálcio e fósforo, que são essenciais para a saúde óssea. Além disso, contém antioxidantes, como antocianinas, que ajudam a combater os radicais livres, podendo reduzir o risco de doenças crônicas. É rica em fibras, contribuindo para a saúde digestiva.

Alguns estudos sugerem uma possível ação anti-inflamatória e os antioxidantes, presentes na sua composição, contribuem com a saúde cardiovascular, reduzindo o colesterol LDL e melhorando a circulação sanguínea. A casca da jabuticaba (epicarpo) apresenta potencial antioxidante em função de significativos teores de antocianinas, elagitaninos e tocoferóis.

Visando o aproveitamento das propriedades nutricionais das cascas e o alto desperdício dos resíduos (cascas e sementes) gerados na produção de geleias, o curso de Nutrição da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) tem investido em pesquisas para aproveitar a fruta na sua totalidade, de forma sustentável, desidratando a casca e transformando-a em farinha – o produto, inclusive, venceu o Workshop de Alimentos do 2° semestre de 2023, mostrando o seu potencial de aproveitamento.

Além das frutas, as flores e folhas da jabuticabeira também apresentam valor nutricional e podem ser utilizadas em preparações culinárias ou infusões.

Embora a jabuticaba não seja tão comum fora do Brasil, seu cultivo tem se espalhado por alguns países como Argentina, Paraguai, Portugal e em algumas regiões mais quentes dos Estados Unidos, contribuindo para que a fruta seja cada vez mais apreciada em diferentes partes do mundo.

O período de frutificação da jabuticabeira varia de acordo com a região e as condições climáticas, mas, geralmente, ocorre entre os meses de setembro e dezembro. Em algumas áreas, a jabuticabeira pode produzir frutos em outras épocas do ano, especialmente se as condições forem favoráveis. A frutificação pode ser abundante, e as árvores podem ter várias colheitas ao longo do ano, dependendo da variedade e do manejo. Estima-se que a produção esteja entre 20 mil e 30 mil toneladas/ano.

A projeção da culinária brasileira no mundo tem contribuído para a divulgação da jabuticaba, devido à versatilidade da fruta e ao seu amplo potencial de apreciação.

Na forma in natura: a forma mais simples e popular de consumir jabuticaba fresca; Desidratadas: em bolos, iogurtes, sucos e molhos; Congeladas: molhos, sucos, caldas e sobremesas.

Nas preparações — Geleias e compotas: a jabuticaba é frequentemente utilizada para fazer geleias, compotas e conservas; Sucos e smoothies: a fruta pode ser batida para fazer sucos ou smoothies, proporcionando uma bebida refrescante e nutritiva; Licores: pode ser utilizada na produção de licores, que são bebidas alcoólicas doces e aromáticas; Doces e sobremesas: a fruta pode ser incorporada em diversas receitas de doces, como tortas, bolos e pudins; Sorvetes e gelados: é uma excelente opção para a produção de sorvetes e gelados, oferecendo um sabor único; Molhos agridoces: para acompanhamento de preparações culinárias harmonizar com carnes; Drinks: tanto alcoólicos quanto não alcoólicos.

*O conteúdo dos artigos assinados não representa necessariamente a opinião do Mackenzie ou do website Kleber Patricio Online.

Sobre a Universidade Presbiteriana Mackenzie  

A Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) foi eleita como a melhor instituição de educação privada do Estado de São Paulo em 2023, de acordo com o Ranking Universitário Folha 2023 (RUF). Segundo o ranking QS Latin America & The Caribbean Ranking, o Guia da Faculdade Quero Educação e Estadão, é também reconhecida entre as melhores instituições de ensino da América do Sul. Com mais de 70 anos, a UPM possui três campi no estado de São Paulo, em Higienópolis, Alphaville e Campinas. Os cursos oferecidos pela UPM contemplam Graduação, Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado, Extensão, EaD, Cursos In Company e Centro de Línguas Estrangeiras.

(Fonte: Race Comunicação)

‘A Cerimônia do Adeus’: clássico de Simone de Beauvoir retorna em nova edição pela Nova Fronteira

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa.

A Editora Nova Fronteira dá continuidade ao projeto de reedição das obras de Simone de Beauvoir e publica uma nova edição da obra ‘A cerimônia do adeus’, um dos relatos mais íntimos da autora. No livro, Simone revisita os últimos dez anos de vida de Jean-Paul Sartre, seu grande amor, combinando sua sensibilidade literária com um olhar analítico. Publicada originalmente em 1981, a obra mescla registros biográficos e entrevistas com o filósofo francês, oferecendo um retrato profundo de seus anos finais, marcados por problemas de saúde e pelo desejo incansável de continuar escrevendo.

Mais do que um livro de memórias, A cerimônia do adeus reforça a relevância do pensamento de Simone de Beauvoir, que segue sendo uma referência essencial não apenas pelo impacto literário e filosófico, mas também por sua influência no feminismo. No Brasil, o livro ganhou destaque recentemente na imprensa com o monólogo teatral criado por Fernanda Montenegro, inspirado no livro e em outros textos da escritora francesa. Dando continuidade ao projeto editorial, a Nova Fronteira lançará em breve uma nova edição de Memórias de uma moça bem-comportada.

O livro, que conta com prefácio de Magda Guadalupe dos Santos, é um relato pessoal, que combina elementos biográficos e filosóficos. Baseado em anotações do diário da autora e entrevistas realizadas com Sartre ao longo de sua vida, o título narra os desafios que ele enfrentou com a saúde debilitada e seu esforço incansável para concluir suas obras finais. Mais do que uma biografia, o título é um estudo sobre a relação entre dois dos maiores intelectuais da história e uma reflexão sobre a luta pela liberdade do pensamento, mesmo diante das dificuldades da vida.

Sobre a autora

Foto: Moshe Milner – Crop of File: Flickr – Government Press Office (GPO) – Jean Paul Sartre and Simone De Beauvoir welcomed by Avraham Shlonsky and Leah Goldberg.jpg, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=39952804.

Simone de Beauvoir nasceu em Paris, em 9 de janeiro de 1908, em uma típica família burguesa da França. Criada de forma bastante tradicional por pais extremamente católicos, ainda na adolescência rejeitou os valores morais e religiosos de sua família. Formou-se em filosofia na Sorbonne, onde conheceu Jean-Paul Sartre em 1929, tornando-se sua companheira e maior crítica. Entre 1941 e 1943, Simone lecionou filosofia na mesma universidade em que estudou, sendo demitida pelos nazistas. Em 1943, lançou seu primeiro livro, o romance A convidada, e, em 1949, os dois volumes de O segundo sexo. Depois da guerra, junto com Sartre e Merleau-Ponty, fundou a revista Les Temps modernes, que durante 25 anos foi uma das maiores arenas do debate político e filosófico mundial. Entre romances, ensaios e livros de memórias, Simone de Beauvoir lançou mais de vinte obras. Morreu em 14 de abril de 1986, em Paris, e foi enterrada junto a Sartre.

Detalhes do livro A Cerimônia do Adeus

Editora: Nova Fronteira

Páginas: 496

Capa: Brochura

ISBN: 978.65.5640.903-0

Dimensões: 15,5 x 23 cm.

(Com Emanuelle Guigues/MNiemeyer Assessoria de Comunicação)

Galeria Martins&Montero apresenta nova exposição de Lia D Castro

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/Martins&Montero.

A Galeria Martins&Montero apresenta a exposição ‘Passantes’, da artista Lia D Castro, que será inaugurada no dia 1º de abril. A mostra apresenta obras inéditas e propõe uma revisão crítica da história da arte, desafiando as noções tradicionais de representação, inclusão e identidade.

Em sua nova série, Lia D Castro parte de um gesto simbólico: a compra de pinturas com os temas de naturezas-mortas e paisagens em antiquários, sobre as quais intervém ao pintar pés masculinos. Esses pés pertencem a homens que foram criados por mulheres — mães, tias, avós — dentro de um sistema matriarcal. A proposta de Castro inclui, ainda, um jogo visual que desestabiliza a leitura comum desse gênero de pintura ao posicioná-las de ponta cabeça, criando um contratempo ótico que nos convida a olhar para o trabalho de arte sob um novo ângulo. Essa inversão também sugere uma releitura do museu e da própria história da arte, desafiando a persistente ‘retina colonial’, termo utilizado pela artista para descrever o olhar eurocêntrico que moldou a produção e a recepção das imagens ao longo dos séculos.

A inserção desses elementos em naturezas-mortas não apenas subverte a percepção inerte e contemplativa dessas composições, mas também instiga uma reflexão profunda sobre a necessidade de revisitar paradigmas artísticos historicamente cristalizados. Ao deslocar a leitura tradicional dessas imagens, Lia D Castro estabelece um campo dialógico no qual a ressignificação emerge como força motriz de um discurso estético que desafia tradições e amplia as fronteiras da arte contemporânea.

Inspirada no pensamento do filósofo Achille Mbembe sobre a condição do estrangeiro como ‘passante’, Lia D Castro reflete sobre fronteiras, limites e exclusões. Seu trabalho resgata uma longa tradição de representações, que à primeira vista podem parecer comuns, mas que carregam em si a complexidade das dinâmicas sociais e políticas. As obras em exposição são um comentário poderoso sobre o impacto do colonialismo ocidental nas práticas e normas culturais e históricas da arte.

A exposição provoca o espectador a questionar interseções entre privilégio, vulnerabilidade e poder. Castro nos convida a enxergar a arte para além das narrativas dominantes e a reconhecer as experiências daqueles que foram historicamente marginalizados. Em sua obra, há uma delicadeza intrínseca, uma sensação de intimidade e ternura que perpassa até os temas mais desafiadores.

Sobre a artista

A prática artística de Lia D Castro (Martinópolis, 1978) oferece uma abordagem à arte que vai além de suas próprias pinturas, textos e instalações. Abrange a complexidade da sociedade e procura construir narrativas e experiências vividas mais significativas e inclusivas que vinham sendo negligenciadas em museus e galerias de arte.

Nos últimos 10 anos, Lia D Castro trabalhou como educadora, profissional do sexo, ativista dos direitos dos transgêneros e ministra palestras antirracismo e anti-transfobia em instituições de arte, bem como em empresas nacionais e multinacionais. Ela também tem interesses em áreas como criminologia do ódio, antropologia, psicologia comportamental e sociologia.

Cheias de significados e ressonâncias, as pinturas de Lia D Castro refletem sobre hierarquias de gênero e raça, história da arte, transfobia e noções tendenciosas de feminilidade, em obras que convidam o espectador a examiná-las de perto. Um possante apelo à ação, enfatizando a importância da representação e da inclusão.

Em 2024, Lia D Castro apresentou duas exposições individuais institucionais – no MASP, em São Paulo, e no Museu Paranaense, em Curitiba. Em janeiro de 2023 teve sua primeira individual ‘Cumplicidade Refletida’ na Galeria Jaqueline Martins, São Paulo – Brasil, e em abril de 2023 ‘Aqueles que são dignos de serem amados’ na Galeria Jaqueline Martins, Bruxelas – Bélgica, com texto curatorial de Mohamed Almusibli. Recentemente, ela participou de exposições coletivas, incluindo ‘Middle Gate III’, com curadoria de Philippe Van Cauteren em Geel, Bélgica; ‘Hors de la nuit des normes, hors de l’énorme’ ennui com curadoria de Clement Raveu e Valentina d’Avenia no Palais de Tokyo, Paris; ‘Dos Brasis: Arte e Pensamento Negro’ com curadoria de Igor Simões no Sesc, São Paulo; ‘Art of Treasure Hunt – Women in Tuscany’ organizada por Luziah Hennessy em diversos locais como Castello AMA, Castello di Brolio, Borgo San Felice, Colle Beretto, Villa Geggiano – Itália. Em 2022 apresentou a individual ‘Axs Nossxs Filhxs’ no Instituto Çare, São Paulo – Brasil, entre outros. Seu trabalho faz parte de coleções particulares e institucionais, incluindo S.M.A.K. Gante, entre outros.

Serviço:

Lia D Castro: Passantes

Abertura: 1/4/2025 | 16h – 19h

Visitação: até 10/5/2025 | terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h

Martins&Montero – Rua Jamaica 50, São Paulo, SP.

(Com Bernadete Druzian/A4&Holofote Comunicação)