Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Fundação Bienal anuncia programação da 34ª Bienal de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Adrián Balseca – “El Cóndor pasa”, 2015 – Still de vídeo – Vídeo digital, 8’29” (loop). Cortesia do artista.

Concebida como uma polifonia de vozes e visões a partir da produção artística contemporânea, a 34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto pretende reivindicar o direito à complexidade e à opacidade, tanto das expressões da arte e da cultura quanto das próprias identidades de sujeitos e grupos sociais. Para tanto, a edição adota um novo formato, que propõe criar uma multiplicidade de situações distintas em que possa se dar o encontro entre obras de arte e público. Com esta estratégia, a equipe curatorial, formada por Jacopo Crivelli Visconti, Paulo Miyada, Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez, salienta o quanto as interpretações e significações atribuídas às obras são elásticas e influenciadas, entre outros fatores, pelos diálogos possíveis com os trabalhos exibidos ao seu redor.

Além de se alongar no tempo, com a realização de mostras individuais e eventos performáticos no Pavilhão da Bienal já a partir de 8 de fevereiro, a 34ª Bienal também se expande no espaço, ao trabalhar com 25 instituições da cidade de São Paulo. A ampla rede de parcerias institucionais da Fundação Bienal de São Paulo – cultivadas ao longo dos anos e motivadas pela potência e riqueza possibilitadas pelo diálogo e por colaborações – é, nesta edição da mostra, aprofundada, passando a englobar, para além das relações institucionais, uma malha de relações artísticas e curatoriais.

Na maior parte dos casos, a parceria consiste em exposições individuais realizadas em instituições da cidade. Essas mostras oferecem ao público uma oportunidade para construir leituras aprofundadas de artistas que participam da grande coletiva que ocupa o Pavilhão da Bienal a partir de setembro – onde os trabalhos se encontram em diálogo com outros artistas e debates. Assim, cerca de um quarto dos artistas que poderão ser vistos na mostra coletiva da 34ª Bienal integram essa rede expositiva, que resulta de meses de diálogo entre gestores e curadores dos diferentes espaços, além de curadores convidados. Há, também, casos em que as colaborações assumem outros formatos, como um programa de vídeo e um seminário internacional. “Localizada no complexo cultural do Parque Ibirapuera e com sua origem entrelaçada com a de outras instituições, como o MAM e o MAC, a Fundação Bienal já nasceu com uma forte vocação para o estabelecimento de conexões. A 34ª Bienal acontece, então, como fruto do encontro e da potencialização mútua entre projeto curatorial e atuação institucional e pelo reconhecimento de que é preciso, hoje mais do que nunca, ressaltar a importância do diálogo e das relações entre diferentes”, afirma José Olympio da Veiga Pereira, presidente da Fundação.

Carmézia Emiliano – “Uma vaca para o índio”, 2013 – óleo sobre tela – 60 x 70 cm – Foto: Marcio Lavor. Cortesia: Acervo da Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.

A 34ª Bienal se estrutura justamente a partir das múltiplas relações que se instauram entre questões artísticas e institucionais num evento desse porte. “Todos os artistas exibidos nas instituições parceiras também estarão presentes no Pavilhão da Bienal a partir de setembro, mas a experiência do encontro com suas obras por parte dos visitantes, em cada um dos casos, será imensamente diferente. E é nessa multiplicidade de relações possíveis e em constante transformação que esta edição da Bienal encontra um de seus norteadores centrais”, afirma Jacopo Crivelli Visconti, curador geral desta edição.

Paulo Miyada, curador adjunto, complementa: “São Paulo é uma metrópole complexa em que coabitam muitos públicos. Ao mobilizar essa rede de parcerias, a Bienal ganha oportunidade de aproximar-se de outros contextos urbanos e dos públicos que cada instituição cultiva cotidianamente. Os visitantes de espaços muito variados serão instigados a visitar a Bienal para reencontrar a obra de um artista em um diálogo expandido, ou, ao contrário, os visitantes da Bienal poderão se sentir compelidos a conhecer um espaço cultural novo caso desejem um mergulho mais longo na produção de um artista”.

Rede de instituições parceiras (confira aqui a programação completa):

Casa do Povo

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Centro Cultural São Paulo

Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

IAC – Instituto de Arte Contemporânea

Instituto Bardi / Casa de Vidro

IMS Paulista

Instituto Tomie Ohtake

Itaú Cultural

Japan House São Paulo

Museu Afro Brasil

Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE)

Museu da Cidade de São Paulo: Capela do Morumbi

Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP)

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)

Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM São Paulo)

Museu Lasar Segall

Oficina Cultural Oswald de Andrade

Paço das Artes

Pinacoteca de São Paulo / Estação

Pivô

Sesc Pompeia

Sesc Carmo

Sesc Interlagos

Videobrasil

No Pavilhão da Bienal

No Pavilhão da Bienal, como anunciado previamente, além da mostra coletiva que acontece de setembro a dezembro, exposições individuais e eventos performáticos são apresentados a partir de fevereiro. Todas as atividades têm entrada gratuita.

Ximena Garrido-Lecca

exposição individual

8 de fevereiro a 15 março

Neo Muyanga

performance

8 de fevereiro de 2020, 11h

Clara Ianni

exposição individual

25 de abril a 8 de junho de 2020

León Ferrari

performance

25 de abril de 2020

Deana Lawson

exposição individual

25 de julho a 23 de agosto de 2020

Hélio Oiticica

performance

5 de setembro de 2020

Exposição coletiva

5 de setembro a 6 de dezembro de 2020

34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto

Equipe curatorial

Curador geral: Jacopo Crivelli Visconti

Curador adjunto: Paulo Miyada

Curadores convidados: Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez

Curadora convidada para publicações: Elvira Dyangani Ose, diretora do The Showroom, Londres.

Fundação Bienal de São Paulo
Parque Ibirapuera · Portão 3 · Pavilhão Ciccillo Matarazzo · São Paulo · SP · Brasil
www.bienal.org.br
T +55 11 5576-7600

Starbucks® lança café da República Dominicana

Brasil, por Kleber Patricio

Notas de chocolate e passas secas podem ser encontradas neste café, que já está à venda em todas as lojas do país. Foto: divulgação.

Desde a abertura de suas portas em 1971, o café tem sido a principal paixão e inspiração da Starbucks, sendo a alma e o coração da marca, que surpreende mais uma vez ao lançar o Starbucks™ Single Origin República Dominicana, o primeiro café da marca proveniente desse país. Com o lançamento, a marca celebra a cultura do café da ilha do Caribe, enquanto reafirma seu compromisso de oferecer aos clientes os melhores cafés disponíveis em todo o mundo. “Temos muito orgulho de que todos os dias os nossos clientes possam encontrar o melhor do café em todas as nossas lojas. E reafirmando o nosso compromisso em ser uma marca inovadora, por meio deste lançamento queremos convidar as pessoas a experimentarem e desfrutarem de cafés de outras regiões, permitindo que elas fortaleçam seu conhecimento e paixão pelo café, tornando a Experiência Starbucks mais completa e especial”, explica Sandra Collier, head de marketing e categorias da Starbucks Brasil.

Desde o início de sua história, a Starbucks visita regiões distantes do mundo, em cerca de 30 países, para obter os melhores grãos de café 100% arábica disponíveis em alta altitude e que atendem ao seu mais alto padrão de qualidade. Sem dúvida, a região da América Latina se tornou uma importante região de fornecimento, pois a Starbucks orgulhosamente fornece café de países como Brasil, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá e Porto Rico, entre muitos outros, e hoje, a República Dominicana se junta a esta lista.

Mergulhe no sabor da República Dominicana

Cada grão de café possui características distintas de sabor da sua região de origem que é influenciado pelas condições específicas de cultivo de cada região – solo, temperatura, altitude e quantidade de chuva e sol podem afetar o sabor que os clientes apreciam em cada xícara. Em pequenas fazendas na região exuberante e ensolarada de Cibao, o café da República Dominicana prospera e é graças às características dessa região que chocolate e passas secas podem ser encontrados em cada gole deste café; perfeito para deliciar os paladares mais exigentes. Para aproximar ainda mais os clientes dessa experiência caribenha, a ilustração apresentada na embalagem celebra a diversificada e abundante flora e fauna do Caribe. A obra de arte apresenta uma baleia jubarte, já que as águas costeiras perto de onde esse café é cultivado atraem milhares delas todos os invernos.

“Na Starbucks, temos muito orgulho de oferecer, pela primeira vez, este maravilhoso café da República Dominicana, disponível em dez países da região da América Latina e do Caribe. Esperamos que partners e clientes desfrutem deste café doce, suave e equilibrado”, comenta Mary Mayorquin, gerente sênior de desenvolvimento da estratégia global de café. “Nosso objetivo com esse grão de origem única era capturar sua própria beleza e os sabores únicos em que é cultivado, para que os clientes possam desfrutar enquanto tomam uma xícara de café a caminho do trabalho ou simplesmente em um momento de relaxamento”, comemorou Mayorquin.

Este café de corpo médio, doce e equilibrado, com torrefação média, já está disponível em todas as 127 lojas da marca no país por tempo limitado e pode ser apreciado por clientes nas Bahamas, Chile, México e Porto Rico, entre outros.

Editora Planeta lança único livro escrito integralmente em Auschwitz

Literatura, por Kleber Patricio

Fac-símile da capa.

“Pareceu-lhe uma maldade incompreensível que ele não tenha compartilhado o mesmo destino dos outros. Mas ele pensou nas palavras daquela garota em No pasarán: ‘Tenho que continuar vivendo para contar sobre isso, para contar a todos, para convencer as pessoas de que aconteceu de verdade…’“.

Em ocasião dos 75 anos da libertação de Auschwitz, que ocorre em 27 de janeiro, a Editora Planeta lança no Brasil Última parada: Auschwitz, considerado o único material escrito integralmente no campo de extermínio. Lançado em outros 20 países, o livro traz as memórias de Eddy de Wind, médico judeu que viveu no local, registradas após a fuga dos nazistas do campo em 1945. Eddy se escondeu e, com chegada dos soviéticos a Auschwitz, passou a dividir sua rotina entre cuidar dos soldados e dos sobreviventes e produzir o relato deste livro, no qual registrou todas as atrocidades que presenciou ao longo do período em que foi prisioneiro.

O manuscrito a lápis e com letras pequenas, no qual Eddy compartilha suas memórias em terceira pessoa, usando o personagem Hans para contar sua própria história como maneira de atenuar o sofrimento vivido, ganhou os olhos do mundo quando Melcher de Wind, filho de Eddy, decidiu enviar a uma exposição sobre Auschwitz em 2018. A partir daí, editoras do mundo todo resolveram publicar o relato. O diário havia sido publicado originalmente em 1946, na Holanda, por uma editora que encerrou as atividades logo em seguida.

Em 1943, Eddy de Wind se voluntariou para trabalhar em Westerbork, o campo de trânsito para a deportação de judeus localizado no leste da Holanda, com a promessa de que sua mãe seria isenta de deportação em troca de seu trabalho, sem saber na verdade que ela já tinha sido mandada para Auschwitz. No campo, ele conheceu uma jovem enfermeira judia chamada Friedel, com quem se casou. Algum tempo depois, eles foram transportados num trem de carga para Auschwitz, onde foram separados: Friedel foi para a ala onde ficavam os prisioneiros destinados aos experimentos médicos do Dr. Mengele e Eddy ficou encarregado de ajudar a cuidar de prisioneiros políticos.

Nessa nova vida, cada dia se tornava uma batalha pela sobrevivência. Para Eddy, isso significava enfrentar a violência dos guardas. Para Friedel, era sofrer e resistir aos experimentos médicos de Joseph Mengele. No meio de tudo, eles ainda se mantiveram unidos, passando bilhetes pela cerca, às vezes roubando um breve abraço à custa de algum suborno. Em Última parada: Auschwitz, Eddy compartilha com os leitores sua história de amor e sobrevivência em meio ao horror vivido no campo. O livro traz também fotos do prisioneiro antes, durante e depois da guerra.

Sobre o autor

Eddy de Wind (1916-1987) foi o último médico judeu a formar-se na Universidade de Leiden, na Holanda, durante a Segunda Guerra Mundial. Ofereceu-se para trabalhar no campo de trabalho de Westerbork, com a falsa impressão de que a sua mãe, que havia sido levada pelos alemães, seria salva da deportação. Lá, ele conheceu e casou-se com a sua primeira esposa, Friedel. O casal foi deportado para Auschwitz em 1943. De Wind retornou à Holanda no verão de 1945 e especializou-se como psiquiatra e psicanalista. Em 1949, publicou Confronto com a Morte, o seu famoso artigo no qual introduziu a ideia da síndrome do campo de concentração.

Ficha técnica

Título: Última parada: Auschwitz – Meu diário de sobrevivência

Autor: Eddy de Wind

Páginas: 240

Preço: R$44,90

Editora Planeta.

Diretrizes de tratamento do Ministério da Saúde estão defasadas para diversos cânceres, segundo a SBOC

Brasil, por Kleber Patricio

Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente da SBOC. Foto: divulgação.

A fim de ampliar e possibilitar o acesso aos tratamentos oncológicos mais eficazes, que melhoram a qualidade de vida e aumentam a sobrevida dos pacientes, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) analisa constantemente os tratamentos oferecidos nos sistemas público e privado. Como em muitos casos existe uma discrepância significativa entre os dois, a SBOC busca formas de proporcionar condições semelhantes aos pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).

Um dos exemplos mais acentuados desse abismo entre o sistema público e os planos de saúde é o tratamento para câncer de pele melanoma em estágio metastático, quando a doença já se espalhou para outros órgãos do corpo. Anualmente, o Brasil registra 6.260 novos casos da doença e 1.794 óbitos, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). “Os pacientes que dependem do SUS ficam a mercê de um quimioterápico-padrão que não proporciona mais anos de vida aos pacientes, além de ter efeitos colaterais bastante severos”, lamenta Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente da SBOC. Já no sistema privado, desde janeiro de 2018 estão disponíveis tratamentos que permitem aos pacientes um aumento considerável de sobrevida, como a imunoterapia e a terapia-alvo.

A imunoterapia é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “medicamento essencial” para o tratamento de melanoma metastático desde agosto de 2019. Esse título implica na responsabilidade de proporcionar esse medicamento aos pacientes de todos os países membros das Nações Unidas, incluindo o Brasil. “Para se ter uma ideia, a chance de um paciente com melanoma metastático estar vivo em três anos com a quimioterapia oferecida pelo SUS é de 10% a 12%. Esse número chegou a quase 60% com combinação de imunoterapias. Ou seja, os pacientes que antes viviam de 6 a 9 meses, hoje podem viver até mais de 5 anos e, em alguns casos, até atingir a cura”, aponta Dr. Munhoz.

A boa notícia é que atualmente há uma forma de mudar a realidade do tratamento no sistema público e qualquer cidadão pode participar. Está acontecendo uma consulta pública para avaliar a incorporação dos medicamentos de imunoterapia e terapia-alvo para pacientes com melanoma no SUS, que ocorrerá até dia 21 de janeiro.

O procedimento das consultas públicas funciona da seguinte forma: a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), órgão do Ministério da Saúde, realiza uma reunião sobre o assunto em questão, apresenta um relatório preliminar e abre a consulta pública para que a população também possa opinar nas decisões do governo sobre políticas públicas de saúde. Depois de encerrado o período de contribuições da consulta, o órgão avalia os comentários recebidos e emite o relatório final, que determina se o medicamento/tecnologia será incorporado ao SUS.

No relatório inicial, a Conitec se posicionou contrária a incorporação das imunoterapias e terapia-alvo. Por conta disso, a SBOC recomenda que a população participe da consulta, visto que as contribuições podem interferir na recomendação final da instituição e assegurar o acesso dos pacientes com melanoma metastático às melhores terapias do mercado. A razão para a recomendação da Conitec se deve essencialmente ao custo das medicações, uma vez que o parecer deles mesmos reconhece a eficiência dos tratamentos.

Segundo o Dr. Tiago Farina Matos, advogado da SBOC, um dos pontos mais questionáveis é que o atual processo de avaliação de tecnologias no SUS vem sendo conduzido de forma apática, sem um protagonismo consistente do Ministério da Saúde na busca por soluções que possibilitem a incorporação de tecnologias cujos benefícios clínicos são inquestionáveis. “Talvez isso se dê por barreiras legais ou regulatórias, mas não podemos nos conformar com um modelo que permite decisões do tipo ‘não é custo efetivo’ e ponto final. Além disso, sequer temos clareza quanto ao limite orçamentário, o que poderia possibilitar negociações mais assertivas para precificação e aquisição de medicamentos pelo setor público”.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende que o bem-estar dos pacientes deve estar em primeiro lugar e, por isso, é fundamental negociar preços com afinco para poder viabilizar o acesso desses tratamentos para os pacientes do SUS. A SBOC se compromete em buscar o sim da Conitec para garantir que essa realidade mude. Por isso, desde 2016 a Sociedade vem concentrando seus esforços para a introdução de imunoterápicos para tratamento de melanoma no SUS. Agora, submeterá sua contribuição à consulta pública, honrando seu compromisso de defender os pacientes e a boa prática oncológica.

Sobre a SBOC – Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 1,9 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. É presidida pela médica oncologista Clarissa Mathias, eleita para a gestão do biênio 2019/2021.

Tivoli Mofarrej São Paulo apresenta a maior Suíte Presidencial da América Latina

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Localização privilegiada – situado no melhor bairro de São Paulo, no coração dos Jardins, na Alameda Santos – o Tivoli Mofarrej São Paulo se encontra próximo às mais elegantes boutiques da Rua Oscar Freire e a menos de um quarteirão do maior centro financeiro nacional: a Avenida Paulista. Membro da The Leading Hotels of The World, a seleta lista dos melhores hotéis do mundo, o hotel possui 217 apartamentos, equipados com as mais recentes inovações tecnológicas aliadas à elegância na decoração.

Completamente renovada, a nova Suíte Presidencial apresenta um conceito singelo, inovador e acolhedor, sem perder de vista a tradição e sofisticação. O projeto, desenvolvido pelo premiado Estúdio Penha, propõe uma harmonia entre o verde, a pureza e a simplicidade do brasileiro com a vida urbana e sua efervescência. O objetivo é proporcionar uma experiência inesquecível, não só pela estética e visual luxuoso, mas pelo estímulo sensorial e atmosfera aconchegante.

Com vista panorâmica para o melhor de São Paulo, a maior suíte presidencial da América Latina, localizada no 22º andar, revela espaços privilegiados, cozinha, escritório, sala de jantar, sala de estar três quartos e dois lavabos, distribuídos em extraordinários 750 m². O novo conceito foi inspirado na contemporaneidade brasileira que, por meio dos tons terrosos e materiais naturais – como linho, algodão, cerâmica e artesanato local –, revela um refúgio de sofisticação na agitada capital paulista, valorizando a incidência da luz natural e estimulando o olhar para a avenida mais movimentada da cidade. Colunas de betão, feitas de concreto exposto, dão o ar moderno e urbano da capital paulista para os ambientes, conectando o interior com o externo, um toque simbólico para a suíte de um dos edifícios mais icônicos da metrópole.

As mudanças no espaço se deram, sobretudo, em sua disposição. Para torná-la mais integrada e fluida, a suíte apresenta áreas ambientes integrados e sem separações físicas, para um aspecto mais receptivo. Toda a decoração e a distribuição dos ambientes são voltadas para a vista panorâmica, criando uma área para contemplação.

O grande destaque da nova suíte presidencial do Tivoli Mofarrej está no dormitório principal: sua renovação apresenta um espaço grande, único, integrado e muito iluminado com vista para o Parque Trianon. Com inspiração no contemporâneo, a proposta é tornar a estadia do hóspede em uma experiência única e fazer com que este sinta todas as características locais na mais brasileira das suítes. Destaque, também, para o futon elevado na sala. Com design moderno, o item pode ser utilizado para assistir televisão ou mesmo ser um mirante para a vista da Avenida Paulista e parque.

Outras novidades neste layout são o ambiente de escritório, que foi projetado na nova suíte presidencial para uma área de trabalho ou reuniões, e a sala de jantar, separada da entrada por uma esquadria de vidro decorado que cria um efeito de sombra e movimento feito por quem está na área social. O projeto apresenta, ainda, sistemas extremamente modernos, como a área de vídeo como telão retrátil de 120 polegadas, e dois Ipads que controlam todo o sistema de som, iluminação e temperatura.

A escolha dos materiais para essa nova versão sugere um toque de sustentabilidade – parte do mobiliário foi desenvolvido a partir de madeira de demolição e diversas peças são assinadas por designers brasileiros, como as luminárias de Jader Almeida, as banquetas de Sérgio Rodrigues e as poltronas de Percival Lafer, que se integram com outros móveis antigos e únicos, dos anos 50, cuidadosamente garimpados e pensados para a composição da suíte. Além da mobília, os quadros e outras instalações artísticas também são feitas por designers brasileiros com trabalhos autorais, reforçando a autenticidade e o conforto que todo o projeto transmite. As novidades são uma espécie de abraço do Brasil para os hóspedes.

Considerado o Oscar do turismo, o World Travel Award 2018 elegeu a Suíte Presidencial do Tivoli Mofarrej São Paulo como a melhor suíte do Brasil. Com diárias que oferecem além da excelência do espaço, um tratamento premium, os hóspedes da suíte têm direito a massagens no Anantara Spa e podem contar com serviço de concièrge mordomo 24 horas por dia. Na lista de personas ilustres que já passaram por lá, se destacam várias casas reais e comitivas governamentais oficiais, além de celebridades como Donatella Versace, Mick Jagger, Lady Gaga, Kenzo e Catherine Deneuve, entre outros.

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Instagram: @TivoliMofarrej.