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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Pesquisa traça sentimentos e percepções do professor brasileiro durante o isolamento

Brasil, por Kleber Patricio

Levantamento do Instituto Península revela que mesmo reclusos por conta do coronavírus, docentes também querem receber conteúdos e informações de cursos para se desenvolverem. Foto: Pixabay.

Em um cenário de rápida transformação e alta incerteza, no qual mais de 48 milhões de alunos da rede básica brasileira tiveram as suas rotinas alteradas em função da pandemia do Covid-19, o Instituto Península se propôs a entender a percepção e sentimentos dos protagonistas da educação: os professores. A pesquisa Sentimento e percepção dos professores brasileiros nos diferentes estágios do coronavírus no Brasil ouviu 2,4 mil de docentes da Educação Básica em todo o Brasil, de maneira online, abordando pontos para levantar como os educadores estão se cuidando, se organizando e quais são os seus medos, anseios e demandas de apoio.

O primeiro resultado aponta que eles estão preocupados com a própria saúde e de seus familiares, mas que também estão estudando, se mantendo culturalmente ativos e buscam conteúdos e informações de cursos. Mais de 90% dos respondentes demonstraram estar muito ou totalmente preocupados com a situação atual e já é possível notar efeitos na saúde mental deles, afirmando que o suporte e apoio psicológico seriam fundamentais.

Em termos de papéis e responsabilidades, 66% dos professores acreditam que são responsáveis por disseminar informações seguras para os seus grupos mais próximos. O levantamento aponta ainda que, para 75%, há o anseio por receber informações, cursos e aprimoramentos profissionais de forma coordenada e assertiva, mas com menor frequência, para que possam se preparar melhor para as novas rotinas de aulas online, por exemplo. No momento inicial da crise, mesmo com 70% declararem estarem mais preocupados em organizar suas rotinas familiares, os professores seguem ativos: 60% dos docentes têm estudado e 53% têm mantido atividades culturais no isolamento.

“Nesse momento de crise, o professor tem papel ainda mais fundamental. É importante que as Secretarias de Educação os ajudem com estrutura, direcionamento claro e materiais para que os docentes possam exercer o seu ofício em um novo formato. Nós continuamos com o propósito de apoiar os professores a exercer o seu ofício com excelência e a, mesmo com tantas adversidades, manterem sua mente, corpo e emoções equilibrados.”, diz a diretora executiva do Instituto Península, Heloisa Morel.

A pesquisa Sentimento e percepção dos professores brasileiros nos diferentes estágios do coronavírus no Brasil pretende ouvir os profissionais da Educação constantemente até o fim da crise relacionada ao Covid-19. O método utilizado é o quantitativo, por meio de um a pesquisa online e de uma amostra por conveniência. Com respondentes de todos os estados e regiões e para extrapolar os resultados para todo o Brasil, as respostas foram ponderadas de acordo com a distribuição de professores brasileiros. Esta primeira etapa está disponível no site www.institutopeninsula.org.br.

Audiolivro ilustrado no Youtube colabora com o momento de permanência das crianças em casa

Brasil, por Kleber Patricio

A autora e escritora Dulce Auriemo, idealizadora do Projeto Líteromusical Infantil Espantaxim e o Castelinho Mágico, vai disponibilizar no Youtube o audiolivro ilustrado Makiko & Tatuiuiú: Guardiões da Natureza, que integra o acervo do projeto e que agora foi transformado em vídeo. A obra contém sete capítulos, que mostram a visão realista dos animais da Floresta Amazônica – a maior floresta tropical do planeta – e sua grande preocupação em proteger o próprio habitat. A história é protagonizada pelo macaquinho Makiko e seu amigo, o tatuzinho Tatuiuiú, personagens ecológicos igualmente determinados com a missão de defender a fauna e a flora e preservar a floresta. A aventura, narrada pela própria Dulce, poderá ser acompanhada pelo canal do Projeto Espantaxim no Youtube: http://www.youtube.com/espantaxim. A iniciativa de disponibilizar a jornada de Makiko e Tatuiuiú como audiolivro ilustrado no Youtube tem como objetivo contribuir com a oferta de atividades educativas e de entretenimento às crianças neste momento em que o distanciamento social é necessário para conter a pandemia do novo coronavírus.

A história

Makiko e Tatuiuiú nasceram no mesmo dia, tornaram-se amigos e cresceram juntos convivendo na maior floresta tropical do mundo. Ao longo da narrativa, eles se tornam os porta-vozes da real preocupação expressa pelos animais da floresta com a preservação de seu próprio habitat e acabam se destacando de maneira brilhante. Todos os animais que vão surgindo no decorrer da história pertencem à fauna da Floresta Amazônica.

Os dois amigos aventureiros e divertidos gostam de tocar instrumentos de percussão: o preferido do macaquinho Makiko é o pandeiro e o tatuzinho Tatuiuiú gosta de tocar o berimbau. Os dois aprenderam muito bem a gingar a capoeira. A história dos personagens é embalada pelos sons destes instrumentos e pelos ruídos da floresta.

Em meio a diversas aventuras para defender a floresta, os dois amigos acabam chegando ao Castelinho Mágico, onde vivem os demais personagens do Projeto Espantaxim. Lá, foram considerados heróis e merecedores do título Guardiões da natureza e da canção Makiko & Tatuiuiú, uma animada capoeira. Aliás, cada personagem da obra líteromusical infantil Espantaxim e o Castelinho Mágico tem a sua canção criada por Dulce Auriemo.

Dicas para acompanhar o audiolivro ilustrado

A autora e escritora Dulce Auriemo orienta: “Ouvir histórias é sentir emoções. A história narrada contém sete capítulos, separados em faixas. Para indicar o início de cada capítulo, existe um som característico: o badalar de um sininho. Os sons dão identidade às cenas e localizam os espaços. Efeitos sonoros possibilitam maior fascínio à criança. Têm o poder de provocar fortes sentimentos de surpresa, curiosidade, espanto, medo, alegria… além de estimular a percepção auditiva. A sugestão é de que pais e educadores preparem os pequenos ouvintes de maneira adequada e confortável, para que se sintam motivados a ouvir. Cabe, também, interromper a narração e fazer um questionamento às crianças, para sentir a sua capacidade de observação. Ao narrar a história, mudei algumas palavras propositalmente para despertar o nível de atenção dos pequenos leitores, ou seja, daqueles que estiverem acompanhando o texto, pois já têm o domínio da leitura. Dividir os capítulos, deixando o suspense final para ser contado depois, em outro dia, poderá despertar ainda mais a curiosidade. O importante é não deixá-las dispersas. O poder de concentração varia de acordo com a idade e o entendimento do que está sendo narrado”.

Ainda de acordo com a autora, a trajetória de Makiko e Tatuiuiú no Youtube pode inspirar a criatividade das crianças, famílias e educadores de diferentes maneiras. “Os pais podem, por exemplo, motivar as crianças a conhecerem os instrumentos de percussão ao ritmo dos sons da floresta ou simular a ginga de uma capoeira. As famílias podem aproveitar a oportunidade e conversar com os pequenos sobre a necessidade de cuidarmos da natureza. Os professores também podem propor atividades relacionadas à história, ampliando as possibilidades de conteúdo utilizadas em suas aulas pela internet”.

A obra original Makiko e Tatuiuiú foi lançada em audiolivro, em 2010, ano em que também teve início outra ação que faz parte do Projeto Espantaxim: o Concurso Nacional Literário Infantil Espantaxim e o Castelinho Mágico, que naquele ano teve como tema: Guardiões da Natureza. A inspiração veio justamente da história dos dois amigos da floresta.

No site http://www.espantaxim.com.br é possível saber mais sobre Makiko, Tatuiuiú e todos os personagens criados por Dulce Auriemo para o Projeto Espantaxim e o Castelinho Mágico. O conteúdo da página inclui ainda vídeos, atividades para entreter as crianças e também todas as informações sobre o Concurso Nacional Literário Infantil – Prêmio Espantaxim.

Prêmio Espantaxim 2020

A organização do VI Concurso Nacional Literário infantil – Prêmio Espantaxim 2020, que se encontra em andamento com o tema Quatro estações, comunica aos participantes que a data de entrega dos trabalhos foi adiada para o segundo semestre.

São Paulo Companhia de Dança anuncia programação online até 17 de abril

São Paulo, por Kleber Patricio

“Aparições”, de Ana Catarina Vieira, será a obra comentada no dia 15/4. Foto: divulgação.

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), corpo artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, apresenta as próximas atividades de sua campanha #SPCDDigital, que visa promover diferentes conteúdos ligados à difusão da dança no meio virtual, estimulando a permanência das pessoas em seus lares. A ação se junta à campanha #culturaemcasa, criada pelo Governo do Estado de São Paulo em relação ao enfrentamento do novo coronavírus (Covid-19).

A partir do dia 10/4, o público vai poder conferir na íntegra a transmissão da obra Inquieto (2011), uma criação contemporânea assinada por Henrique Rodovalho com música de André Abujamra. Na coreografia, três personagens marcam a cena e, pouco a pouco, revelam diferentes inquietudes diante do mundo cotidiano. O espetáculo ficará disponível gratuitamente, para visualização sob demanda, por 15 dias. Ao fim do período, uma nova criação entrará em cartaz, sempre às sextas-feiras. Ainda sobre Inquieto, outros conteúdos serão veiculados nas redes sociais da SPCD: na quarta, antes da estreia da obra em streaming, uma entrevista com Henrique Rodovalho, que assina a coreografia, além de bastidores e curiosidades sobre a criação de 2011.

O selo #SPCDdigital abrange ainda o fortalecimento do streaming dos documentários Figuras da Dança, que apresenta a história da dança no País a partir de depoimentos em primeira pessoa de grandes personalidades da área. No período, serão disponibilizados os documentários de Luís Arrieta e Eliana Caminada.

Com o início das férias dos bailarinos, em abril, a convidada para o bate-papo nas redes sociais da companhia será a coreógrafa Ana Catarina Vieira, de Aparições (2020). A obra traz como inspiração a arte de Candido Portinari (1903-1962), César-Guerra Peixe (1914-1993) e os movimentos das danças populares do nordeste do Brasil. Durante a live, Ana Catarina apresenta e comenta um trecho da obra, que estreou no começo de março, além de responder a perguntas do público virtual.

Henrique Rodovalho será entrevistado sobre a obra “Inquieto” nesta quarta-feira (8). Foto: Brian Slater.

As crianças também têm vez: elas poderão se divertir com o segundo volume do Brincadeiras de Dança, livretos de atividades infantis disponíveis para impressão no site www.spcd.com.br. “A São Paulo Companhia de Dança se une à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado no sentido de proporcionar ao público que está em casa diferentes conteúdos para tornar este período de isolamento social mais interativo e dinâmico. É um modo, também, de levar um pouco de esperança e de continuarmos todos juntos em uma mesma sintonia, mesmo que longe dos palcos”, comenta a diretora artística da SPCD, Inês Bogéa.

A campanha acontece em todas as redes sociais da SPCD: Facebook (@spciadedanca), Instagram (@saopaulociadedanca), Twitter (@spciadedanca) e Youtube (AudiovisualSPCD).

#SPCDDigital – Cronograma de até 17 de abril

Data: 8/4 (quarta-feira)

Conteúdo: entrevista – Henrique Rodovalho sobre Inquieto

O que é: vídeo com Henrique Rodovalho comentando sobre a criação da obra.

Data: 10/4 (sexta-feira), às 18h

Conteúdo: obra completa – Inquieto

O que é: transmissão da obra coreografada por Henrique Rodovalho. Disponibilização de vídeo na íntegra pelo período de 15 dias.

Data: 13/4 (segunda-feira)

Conteúdo: Figuras da Dança – Eliana Caminada

O que é: documentário sobre a carreira da bailarina e sua relação com a história da dança no Brasil. Disponibilização de vídeo na íntegra.

Data: 15/4 (quarta-feira), às 19h

Conteúdo: obra comentada – Aparições, por Ana Catarina Vieira

O que é: vídeo onde a coreógrafa comenta um trecho da obra criada por ela e fala sobre curiosidades e bastidores do balé. Na sequência, o público poderá bater um papo com ela em uma live nas redes sociais.

Data: 17/4 (sexta-feira)

Conteúdo: Brincadeiras de Dança – Volume 2

O que é: livreto de atividades para crianças sobre obras do repertório da São Paulo Companhia de Dança. Conteúdo disponível para download no site da companhia (www.spcd.com.br/brincadeiras_de_danca.php).

Climatempo lança campanha fotográfica em apoio à quarentena

Brasil, por Kleber Patricio

Imagem de FelixMittermeier por Pixabay.

A Climatempo colocou no ar uma campanha de incentivo à quarentena nas redes sociais. A ação visa estimular os usuários de plataformas digitais a fotografarem o céu pela janela de suas casas e compartilhar as imagens na internet usando a hashtag #otempodajanela. As melhores fotos serão publicadas nas mídias da Climatempo.

A hashtag que dá nome à campanha surgiu como uma adaptação temporária a já conhecida #fotografeotempo, lançada pela empresa de meteorologia em 2014 e que até hoje é sucesso nas redes sociais. É importante que, ao participar da ação, o usuário não se esqueça de publicar também seu nome, sobrenome e cidade de registro da foto.

Climatempo contra o covid-19

Respeitando as medidas de precaução contra o coronavírus, todos os funcionários da Climatempo estão trabalhando em esquema de home office desde 16 de março. Dessa forma, é possível garantir a saúde e bem estar de todos os colaboradores sem deixar de lado o compromisso de manter a população informada.

A Climatempo ressalta a importância de sempre lavar bem as mãos, desinfetar aparelhos celulares, computadores e outros objetos que utilizam. Além disso, é altamente recomendável que contato físico desnecessário seja evitado.

Não é apenas sobre meteorologia. É sobre informação e prevenção junto à sociedade.

Sobre a Climatempo

Com solidez de 30 anos de mercado e fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para os principais segmentos, a Climatempo é sinônimo de inovação. Foi a primeira empresa privada a oferecer análises customizadas para diversos setores do mercado, boletins informativos para meios de comunicação, canal 24 horas nas principais operadoras de TV por assinatura e posicionamento digital consolidado com website e aplicativos, que juntos somam 20 milhões de usuários mensais.

Em 2015, passou a investir ainda mais em tecnologia e inovação com a instalação do LABS Climatempo no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). O LABS atua na pesquisa e no desenvolvimento de soluções para tempo severo, energias renováveis (eólica e solar), hidrologia, comercialização e geração de energia, navegação interior, oceanografia e cidades inteligentes. Principal empresa de consultoria meteorológica do país, em 2019 a Climatempo uniu forças com a norueguesa StormGeo, líder global em inteligência meteorológica e soluções para suporte à decisão.

A fusão estratégica dá à Climatempo acesso a novos produtos e sistemas que irão fortalecer ainda mais suas competências e alcance, incluindo soluções focadas nos setores de serviços de energia renovável. O Grupo segue presidido pelo meteorologista Carlos Magno que, com mais de 35 anos de carreira, foi um dos primeiros comunicadores da profissão no país.

Vida é movimento: conheça a cinesiofobia, o medo de se movimentar – por Laís Mori Sério

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Crédito da foto: divulgação.

Nosso cérebro funciona como um HD de computador – a cada experiência que vivenciamos, um novo registro é realizado. Todos os sentidos envolvidos (olfato, paladar, audição, tato, visão) e a emoção sentida durante cada experiência também ficam registrados.

Vamos comparar nosso cérebro ao nascermos a uma imensa área cheia de mata. A cada experiência, um registro é realizado e, a cada registro, uma parte dessa área é ‘desmatada’, depois nivelada e depois pavimentada, criando conexões com outras áreas que serão niveladas e pavimentadas também. Cada experiência promove a pavimentação de uma parte de uma longa estrada. Sim, criam-se caminhos.

De um ponto a outro, tenho um caminho que, ao percorrer, tive diferentes sensações – aromas podem estar associados, sabores, músicas ou barulhos; enfim, tudo o que estava acontecendo durante aquela experiência fica registrado no HD e fica associado àquela estrada que foi pavimentada.

E o que o medo de se movimentar – ou cinesiofobia – tem a ver com isso?

Com o medo não é diferente. Ele também cria um caminho. Em algum episódio, como ao abaixar-se para recolher um objeto que você deixou cair, por exemplo, você sentiu uma fisgada tão forte na coluna que mal conseguiu voltar para posição ereta. Você, pela primeira vez, “travou” a coluna.

Foram longos dias para se recuperar, para voltar a ter total autonomia em suas atividades. Toda essa experiência vivida criou uma nova pavimentação em seu cérebro – seu grande HD registrou cada detalhe da experiência: o objeto caindo, seu esforço, a fisgada, a intensidade da dor, o tempo em que você ficou limitado, sua ansiedade em relação ao voltar à sua rotina e produtividade, entre outras coisas.

Está lá, tudo registrado e aí, quando você se vê em uma nova situação em que precisa abaixar-se para pegar um objeto novamente, seu cérebro já acessa aquela estrada, aquele trajeto vivido e um monte de informações bombardeiam sua cabeça. Se o registro foi de medo, de dor, automaticamente essas sensações ficam mais afloradas ao perceber que você terá que repetir o movimento que uma vez te “travou”. E aí se dá início a um padrão de evitação. A pessoa deixa de se movimentar, de realizar determinadas tarefas, por medo de sentir novamente aquela dor, por não querer estar novamente em uma situação limitante e angustiante. Algumas pessoas passam a culpar inclusive o movimento. Outras simplesmente seguem em frente e abaixam, pegam o objeto, completam a tarefa e produzem uma nova sensação para ser registrada. Estas ressignificam o movimento para o cérebro. E este é o tratamento para quem tem medo do movimento: movimentar-se.

Após tratada a lesão, ao amenizar a inflamação e dar maior equilíbrio às estruturas, as funções voltam a acontecer de maneira mais harmoniosa, com menos sobrecargas e menos chances de um novo episódio ruim como o vivido anteriormente. Então, é hora de continuar a movimentar-se. O movimento faz parte do processo de cura. É preciso movimentar-se para seu cérebro entender que não há mais perigo.

Confie sempre em seu corpo. Equilibre sua saúde e mexa-se.

Laís Mori Sério é fisioterapeuta formada pela PUC-Campinas (Crefito nº 124205-F), especialista em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid com experiência clínica e cursos de extensão nos Estados Unidos e colabora periodicamente com o site.