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Robertinho Silva, Patricia Bastos e Dante Ozzetti, Zé Geraldo e Sérgio Pererê se apresentam na série Música #EmCasaComSESC

São Paulo, por Kleber Patricio

Na quinta-feira, 23, o cantor, compositor, multi-instrumentista, ator e produtor musical Sérgio Pererê se apresenta acompanhado pelo músico Acauã Ranne. Crédito da foto: Patrick Arley.

Prestes a completar três meses no ar, a série Música Em Casa Com SESC prossegue com novas apresentações entre os dias 20 e 23 de julho, sempre às 19h, no Instagram SESC Ao Vivo e no YouTube SESC São Paulo.

Na segunda-feira, dia 20, rememoramos as noites do Instrumental SESC Brasil com o percussionista e baterista Robertinho Silva. Com mais de 50 anos de carreira nacional e internacional, ele, que é um dos maiores nomes do segmento no Brasil, abre seu ateliê percussivo para partilhar ritmos, sons e histórias, com humor, criatividade e musicalidade. Estarão no set instrumentos como atabaque, pandeiro, berimbau, marimba, campanas, agogô, tamborim, kalimba e até mesmo frigideira, para apresentar ritmos e músicas como Juazeiro (Luiz Gonzaga), Aquele Abraço (Gilberto Gil), Ponta de Areia e A Lua Girou (Milton Nascimento). Robertinho Silva destacou-se no meio musical na década de 1960 com o grupo Som Imaginário e acompanhou artistas consagrados da música brasileira e internacional, como Milton Nascimento (com quem trabalhou por 26 anos), João Donato, Tom Jobim, Wayne Shorter, Egberto Gismonti, Dori Caymmi, Sarah Vaughn, Gilberto Gil, João Bosco, Toninho Horta, Gal Costa, Nana Caymmi e Chico Buarque.

Na terça-feira, 21, Patricia Bastos e Dante Ozzetti apresentam o show Amazônia Live.  Crédito da foto: Gal Oppido.

Na terça-feira, 21, Patricia Bastos e Dante Ozzetti apresentam o show Amazônia Live. Parceiros de longa data, a cantora amapaense Patricia Bastos e o músico, compositor e arranjador paulistano Dante Ozzetti, na voz e violão, apresentam um repertório que mescla músicas dos discos de Patrícia produzidos pela dupla, como Zulusa (2013) e Batom Bacaba (2016), que têm como temática os sons amazônicos. Também entoarão músicas de autoria de Dante Ozzetti em parceria com Luiz Tatit e de outros compositores, como Zeca Baleiro e Joãozinho Gomes.

Quarta-feira, 22, Zé Geraldo comanda o show Canções e Prosa. Com mais de 30 anos de carreira e 15 discos lançados, o cantor mineiro apresenta clássicos do seu repertório, como Milho aos Pombos, Senhorita e Galho Seco, além de músicas de parceiros que foram consagradas em sua voz e violão, como Cidadão (Lúcio Barbosa) e Aprendendo a Viver (Renato Teixeira).

Quarta-feira, 22, Zé Geraldo comanda o show ‘Canções e Prosa’. Crédito da foto: Monica Giacomini.

E na quinta-feira, 23, o cantor, compositor, multi-instrumentista, ator e produtor musical Sérgio Pererê se apresenta acompanhado pelo músico Acauã Ranne. Seu trabalho autoral é reconhecido pelo diálogo que estabelece entre a tradição e a experimentação, pela profusão de sonoridades – com destaque para as referências afro-latinas – e pelo timbre peculiar de sua voz. No show, Pererê irá apresentar músicas de seu novo trabalho, Ravivências, em que faz releitura de canções de compositores que marcaram sua trajetória, e também canções de trabalhos anteriores que se tornaram referência para o seu público, como Costura da Vida, Estrela Natal e Velhos de Coroa. Sua poesia sofisticada entrelaça temas cotidianos a enunciados metafísicos e elementos do sagrado de matriz africana, como o culto à ancestralidade e aos orixás. Já se apresentou em várias regiões do Brasil e em países, como Canadá, Áustria, Espanha, Moçambique, China e Argentina.

AGENDA 20 A 23 DE JULHO, 19H

20/7, segunda: Robertinho Silva

21/7, terça: Patricia Bastos e Dante Ozzetti

22/7, quarta: Zé Geraldo

23/7, quinta: Sérgio Pererê. Participação de Acauã Ranne.

+ Música #EmCasaComSESC

Na segunda-feira, dia 20, o percussionista e baterista Robertinho Silva rememora as noites do Instrumental SESC Brasil. Crédito da foto: Mauricio Hora.

A programação de shows na internet do SESC São Paulo está no ar desde 19 de abril com apresentações diárias de importantes nomes da música brasileira, nos mais variados estilos. Sempre às 19h, tem uma atração ao vivo e direto da casa do artista no Instagram SESC Ao Vivo e no YouTube SESC São Paulo. Até aqui, já são mais de 80 shows realizados e uma audiência de mais de 3,4 milhões de visualizações. A programação foi pensada a todos que apreciam a boa música brasileira, em tempos de isolamento social por conta do novo coronavírus e que levou ao fechamento das unidades em todo o Estado para evitar a disseminação da Covid-19.

A série Música #EmCasaComSESC também tem sido uma oportunidade para promover o Mesa Brasil, programa que conecta empresas doadoras e instituições sociais para o complemento de refeições de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Criado há 25 anos pelo SESC São Paulo e hoje em operação em diversos estados do país, a iniciativa está com uma campanha para expandir sua rede de parceiros doadores e ampliar a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Também engajados pela causa, os artistas têm aproveitado as transmissões on-line para convocar as pessoas, principalmente empresários e gestores, a integrarem a rede de solidariedade. Para saber como ser um doador, acesse o site mesabrasil.SESCsp.org.br.

Artigo: “‘A culpa é do colchão!’ Será mesmo?”, por Laís Mori Sério

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Algumas vezes as pessoas chegam à clínica queixando-se de dores no corpo e colocando a culpa no travesseiro, no colchão da cama, no sofá que é novo, mas muito mole etc. E isso acontece com certa frequência. Mas será mesmo?

Vamos pensar juntos. Passamos meses – muitas vezes, anos – com determinada rotina de trabalho, alimentação, atividade física, níveis de ansiedade e estresse, entre outras coisas. Nosso organismo vai se adaptando a cada estímulo recebido e se ajeitando para funcionar da melhor maneira possível. Será mesmo que um colchão pode levar o título de grande responsável pela sua dor?

O que comumente acontece é que quando essas pessoas são questionadas na avaliação com relação às datas de surgimento do desconforto e outros episódios que já aconteceram ao longo da vida (desde acidentes e cirurgias, até início ou término de alguma prática física ou de algum tratamento), elas próprias se espantam.

Também não são incomuns os casos em que o paciente chega com o discurso “Já tentei de tudo para melhorar, inclusive já até troquei o meu colchão” e a dor continua presente. Ou houve uma melhora, porém temporária. Nesses casos, fica ainda mais evidente que a origem dos sintomas não é o colchão, pois ao identificar e mexer na causa do problema, este deve desaparecer.

É comum focarmos no desconforto – a hipótese mais óbvia – e isso muitas vezes nos faz esquecer outros acontecimentos e de relacioná-los. Mas é justamente esse um dos papeis do profissional da saúde: enxergar o paciente como um todo e ajudá-lo a se observar assim, como um sistema totalmente interligado.

É preciso lembrar que essas relações que existem em nosso organismo é que fazem nossa máquina complexa funcionar. Citando apenas alguns exemplos, a digestão, o sono e mesmo as emoções influenciam na recuperação das células e tecidos; isto é, estamos falando em cicatrização e imunidade.

Então será que uma mudança de colchão ou um colchão mais velho pode ser considerado o grande responsável pelas suas dores? Ou será que seu corpo está cheio de adaptações e compensações e a troca do travesseiro foi apenas um gatilho – a ‘gota d’água’ para ele?

Pense, investigue. Revise sua rotina, sua história. Invista inicialmente em mudanças que dependem apenas de você, do seu esforço e perseverança. Evite focar em soluções práticas e rápidas e, sim, em soluções permanentes. Dê tempo ao seu corpo. Busque o equilíbrio e sua saúde será a maior recompensada por suas atitudes.

Laís Mori Sério é fisioterapeuta formada pela PUC-Campinas (Crefito nº 124205-F), especialista em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid com experiência clínica e cursos de extensão nos Estados Unidos e colabora periodicamente com o site.

Websérie “Criando com Freely” oferece atividades gratuitas para as crianças

Brasil, por Kleber Patricio

Com mais de 1 milhão de visualizações em seu canal no Youtube, Freely, influenciador digital infantil, apresenta websérie com atividades gratuitas para baixar e aprender brincando. Foto: divulgação.

Depois de conquistar o coração de milhares de crianças em todo o Brasil, a turma do Freely – Aprender é Mágico tem uma novidade que promete agradar não só os pequenos, mas seus pais e educadores também. O influenciador digital, que já alcançou mais de 1 milhão de visualizações em seu canal no Youtube, acaba de lançar o projeto Criando com Freely, uma websérie quinzenal com mais de 10 vídeos que será veiculada no canal do personagem (Freely – Aprender é Mágico) e que auxilia o desenvolvimento de crianças em idade pré-escolar por meio da promoção de conteúdos educativos e divertidos.

Além de abordar temas como cores primárias, alfabeto e dobraduras, cada vídeo será acompanhado de uma atividade exclusiva que poderá ser baixada e impressa pelos pais gratuitamente como forma de reforço dos temas aprendidos. Dessa maneira, as crianças podem soltar a imaginação para muito além do mundo virtual.

Novo passo

O lançamento da websérie marca um novo passo do influenciador, idealizado e lançado há pouco mais de um ano a partir de um projeto pessoal da economista Cristina Cardoso. “Como pais, eu e meu marido sentíamos muita falta de um conteúdo educativo para nossos filhos, mas que, além disso, fosse interessante e despertasse a curiosidade deles. Assim, surgiu a inspiração para Criando com Freely, que é, antes de tudo, uma ferramenta didática que tem como proposta a união de afeto e aprendizado por meio da promoção de atividades que centralizam pais e crianças como protagonistas da descoberta do mundo”, explica Cristina.

Rica em músicas, cores e personagens divertidos, como a elefanta Lele e a coelha Mila, a websérie Criando com Freely também atua como ferramenta de educação para pais na promoção de um futuro mais inclusivo e com mais empatia. “Freely é um personagem de cabelo azul e que usa óculos. Desse modo, entendemos que podemos ensinar às crianças, ao mesmo tempo, noções simples, como cores primárias, mas, também, complexas e profundas, como o respeito às diferenças”, conclui Cristina.

Confira a programação da websérie Criando com Freely:

18/7: Pintando as cores primárias

1/8: Criando bandeirinhas decorativas com os números

15/8: Colorindo e aprendendo: o número 1

5/9: Colorindo e aprendendo: o número 2

19/9: Colorindo e aprendendo: o número 3

3/10: Colorindo e aprendendo: o número 4

17/10: Colorindo e aprendendo: o número 5

7/11: Colorindo e aprendendo: o número 6

21/11: Colorindo e aprendendo: o número 7

5/12: Colorindo e aprendendo: o número 8

19/12: Colorindo e aprendendo: o número 9

Sobre Freely – aprender é magico

Freely é o maior influenciador digital infantil brasileiro. Com mais de 1 milhão de visualizações no Youtube, o personagem tem como propósito construir um mundo melhor, mais divertido e tolerante. Acompanhado dos seus amigos – o leão Juba, a elefanta Lele, o urso Janjão e a coelha Mila – Freely traz, semanalmente, conteúdos educativos e lúdicos para crianças em idade pré-escolar. Com uma linguagem leve e simples, nosso herói e sua turma abordam temas diversos que impactam na formação psicossocial de crianças, como cores, números, diversidade e cuidado com o planeta.

Freely – como tudo começou

Paixão pela música e agregar conteúdo educativo de qualidade para o universo infantil brasileiro – é a partir dessas duas inspirações que nasce Freely, em 2015, personagem fruto de uma produção independente de Cristina Cardoso, que sempre atuou no mercado financeiro, mas que, ao dar a luz ao seu primeiro filho, Miguel, compreendeu o quanto oferecer entretenimento didático às crianças poderia ser o caminho para a construção de um futuro mais inclusivo, justo e empático com as diferenças, além de uma promissora oportunidade em um mercado ainda pouco explorado. Hoje, junto com Cristina e seu marido Christiano, que também é idealizador da iniciativa, o projeto é liderado por Andres Gusman, Daniel Gaggini e Marianna Cammararo e já é considerado o maior influenciador digital infantil brasileiro, com mais de 1 milhão de views em seu canal no Youtube.

Beneficiando mais de 250 famílias, campanha mostra o lado humano da pandemia

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ivan Nakamae.

A campanha Alimentando a Esperança, organizada pelo Instituto Visão Futuro Cidade SP por meio do site Apoia.se, já beneficiou mais de 200 famílias em situação de vulnerabilidade por causa da pandemia pelo novo Coronavírus. A iniciativa mostra o lado mais humano da pandemia, que une pessoas das mais diversas procedências para ajudar quem mais precisa.

O site do Apoia.se já recebeu mais de R$25 mil por mês, o que se traduziu em mais de 10 toneladas de alimentos distribuídos em formato de cestas básicas de não perecíveis e perecíveis a comunidades em situação de vulnerabilidade na região da Grande São Paulo.

No caso dos alimentos não perecíveis, a campanha ainda auxilia no escoamento do excedente da agricultura familiar do Cinturão Verde de São Paulo, ou seja, mais famílias beneficiadas. Quem recebe os alimentos também é orientado com um material de apoio sobre gerenciamento das emoções em momentos de crise, algo também de extrema importância no momento delicado que estamos vivendo.

A campanha segue até o dia 31 de julho e, em meados de agosto, será realizado um evento para prestação de contas e agradecimento aos colaboradores. Com o apoio de mais pessoas, será possível ampliar a ação a outras comunidades em situação de vulnerabilidade e iniciar projetos locais de médio prazo para desenvolvimento local das comunidades, incluindo hortas comunitárias. Link para a campanha do Apoia.se AQUI.

Mais informações:

Visão Futuro Cidade SP | https://www.instagram.com/visaofuturo.cidadesp/ | visaofuturo.cidadesp@gmail.com.

Jockey Club de São Paulo inicia obras de restauro de seu patrimônio histórico

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito das fotos: divulgação/JCSP.

Atualmente, o Jockey Club de São Paulo passa por um processo de completo restauro de suas instalações, tombadas pelo patrimônio histórico. Desde o início do mês de julho, profissionais especializados em restauro de obras tombadas pelo patrimônio histórico se dedicam a analisar e retirar peças do pórtico de entrada principal do clube. Como em um intrincado quebra-cabeças, as lâminas de vidro e esquadrias vão sendo desmontadas e restauradas sem alterar suas características originais, para muito em breve serem recolocadas em seu local de origem.

O mesmo processo deverá acontecer com as paredes: raspadas, lixadas e pintadas em suas cores originais, de acordo com técnicas especializadas no restauro de construções históricas.

O projeto de restauração do Jockey Club, que incluirá desde os pórticos de entrada até os salões de apostas, marquise e arquibancadas, é coordenado pela organização social Elysium Sociedade Cultural, vencedora do processo de concorrência com incentivos obtidos pela Lei Rouanet.

Restauradores em processo de desmontagem.

Segundo Benjamin Steinbruch, que além do Jockey Club lidera também um dos mais importantes grupos industriais do Brasil, “esse restauro prepara o Jockey Club para reviver seus dias de glória, mas desta vez como uma opção de lazer inclusivo, que manterá seu glamour, mas será acessível a todos os paulistanos e turistas que visitem a cidade”, garante Steinbruch. “Temos muitas áreas para passeio que não custam nada e são cenários lindíssimos.”

As obras de restauro serão realizadas em seis fases distintas, começando pelo pórtico de entrada principal. “O mais curioso é que para muitas pessoas a própria obra de restauração já pode ser considerada uma atração”, afirma Wolney Unes, coordenador do processo na Elysium Sociedade Cultural e engenheiro responsável pela obra. “Engenheiros, arquitetos, designers, historiadores e estudantes, além de toda população, é claro, poderão ver como esse restauro se desenvolve em todas as suas etapas.”

A expectativa é de que essa primeira fase das obras seja finalizada até outubro de 2020, com um custo estimado de R$2 milhões.

Sobre o Jockey Club de São Paulo

Fundado em 14 de março de 1875 sob o nome de Club de Corridas Paulistano, ainda no bairro da Mooca, o Jockey Club de São Paulo se mudou para o Hipódromo Cidade Jardim em 1941, onde hoje ocupa uma área de 600 mil m² às margens do Rio Pinheiros, na cidade de São Paulo. O clube é aberto ao público e oferece atrações como corridas de cavalo, eventos, restaurantes, bares e áreas de caminhada.

O projeto arquitetônico do Jockey Club de São Paulo foi feito pelo brasileiro Elisário Bahiana, sendo mais tarde alterado pelo arquiteto francês Henri Sajous.