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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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“Homem da água” ensina como cultura periférica pode transformar vidas com exemplos práticos do cotidiano

Brasil, por Kleber Patricio

Rick Chesther: “A favela não só venceu o preconceito e a tragédia como dá aula do que é ser empreendedor, do que é fazer um corre de verdade quando não tem nenhum vento soprando a favor, mantendo a firme a fé”. Foto: divulgação.

Foi-se o tempo em que as favelas e suas histórias eram relatadas somente por cientistas sociais, sociólogos e antropólogos. De lá pra cá, as diferentes vozes dos talentosos moradores de periferias das grandes cidades têm se amplificado cada vez mais em primeira pessoa, como no novo livro A favela venceu (Buzz Editora) do escritor, palestrante e empreendedor Rick Chesther – que ilumina com criatividade e inteligência os tempos de crise como o que Brasil hoje atravessa.

Com a mesma legitimidade de lugar de fala de Carolina de Jesus, autora do célebre Quarto de despejo (lançado em 1960), a voz potente de Rick Chesther faz ecoar a realidade social injusta dos moradores das favelas. A diferença está na imensa capacidade de comunicação de Rich Chesther que, aliada às novas tecnologias, cria um sistema próprio capaz de inspirar milhões de pessoas a terem autonomia necessária para recriar a sua realidade para além da realidade social injusta e de todas as dificuldades existentes, tornando-o também um marco no que hoje se convencionou chamar de cultura periférica.

O nosso famoso “homem da água” – como ficou conhecido no Brasil ao postar um vídeo caseiro de apenas 1 minuto num canal do Youtube em que ele fala de modo sucinto e objetivo o que é necessário para empreender com R$ 10,00 emprestados e criar um lucro de 750% – se tornou uma espécie de guru do empreendedorismo e tem aprofundado suas reflexões, sobretudo, a respeito da valorização da cultura das quebradas, demonstrando sensibilidade para criar de forma pioneira um novo conhecimento, “adquirido com muita luta e superação na faculdade da vida”, como gosta de afirmar.

A partir de seu encontro com empresário Flávio Augusto, ao lançar seu primeiro livro, Pega a visão (Buzz Editora, 2018), Rick Chesther mudou sua vida e tem transformado a vida de milhares de pessoas. Garoto propaganda do banco Santander e escritor convidado para palestrar na Universidade de Harvard e em outros países, como Japão e França, Rick emociona o leitor em seu A favela venceu ao fazer uma reflexão crítica e prática da realidade, traçando uma trajetória que atravessa fronteiras e obstáculos inimagináveis no ambiente complexo das comunidades: a favela empreendedora, a favela cultural, a favela religiosa, a favela multi racial, a favela livre, a favela cartão postal e tantas outras.

Para o escritor, a favela não só venceu o preconceito e a tragédia como dá aula do que é ser empreendedor, do que é fazer um corre de verdade quando não tem nenhum vento soprando a favor, mantendo a firme a fé. A única condição para adentrar na aventura apresentada por Rick Chesther é “Se desmontar de qualquer preconceito que tiver e escutar esse neguinho que tá te dizendo com muita atenção: todos nós temos muito a aprender na favela”.

A favela venceu é um tratado sobre a resistência que expõe suas raízes em bases como a família, a solidariedade, a consciência social e racial, o combate às desigualdades e, principalmente, o amor incondicional. Um dos livros mais relevantes de uma geração que busca empreender com uma verdadeira transformação social.

Título: A favela venceu

Autor: Rick Chesther

Preço: R$39,90

Selo: Buzz Editora

ISBN: 978-65-86077-00-1

Formato: 16 x 23

Gênero: desenvolvimento pessoal

Tiragem: 15.000

Lançamento: maio/2020.

Coxinha de costela ao barbecue é aposta do Outback para celebrar o Dia Nacional da Coxinha

Brasil, por Kleber Patricio

Novidade é crocante por fora, cremosa por dentro e está disponível para delivery em porções com oito unidades. Foto: divulgação.

A coxinha é uma paixão dos brasileiros – uma paixão tão grande que há um dia especial para celebrá-la: o Dia Nacional da Coxinha, em 18 de maio. E o Outback Steakhouse quer proporcionar uma experiência inédita aos seus fãs em período de isolamento social com o lançamento, por tempo limitado, de sua exclusiva coxinha feita com a costela da marca, a famosa Ribs On The Barbie. Batizada de Ribs Coxinha, essa delícia é feita de um mix exclusivo da icônica costela do Outback desfiada, molho barbecue, um toque de cream cheese e temperos da casa. A composição é empanada em farinha panko, o que garante uma casquinha crocante por fora e muita maciez e cremosidade por dentro. A delícia ainda chega à casa dos clientes acompanhada de um limão siciliano grelhado, o que garante um toque bastante especial ao aperitivo.

“A gente quis aproveitar o Dia Nacional da Coxinha para oferecer às pessoas momentos de leveza, diversão e descompressão”, diz Renata Lamarco, diretora de Marketing do Outback Brasil. “Estamos atuando fortemente em frentes sociais durante esse período, mas não podíamos deixar de lado nosso espírito aventureiro e explorador que quebra a rotina das pessoas. Unimos a paixão dos brasileiros pela coxinha com a paixão dos nossos fãs pela costela para oferecer um produto diferente para que as pessoas possam curtir em casa com quem amam. Queremos que seja um momento de respiro, risadas e, claro, uma forma muito gostosa de aproveitar um #MomentoOutbackEmCasa”, finaliza.

Disponível nos restaurantes com delivery do Outback pelo iFood de 18 a 31 de maio ou enquanto durarem os estoques, a porção com 8 unidades sai por R$39,90. Os restaurantes com delivery podem ser consultados no site www.outback.com.br/delivery. Em Campinas, o serviço está disponível nas três unidades Outback, localizadas nos shoppings Iguatemi, Parque D. Pedro e Galleria.

País verifica retração média de 11% no consumo de energia elétrica durante isolamento social

Brasil, por Kleber Patricio

Imagem de 41330 por Pixabay.

O consumo de energia elétrica no país apresentou retração de 11% após a adoção de medidas de isolamento social para combate à Covid-19, de acordo com estudo realizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O percentual considera a média do Sistema Interligado Nacional (SIN) no período entre 21 de março e 8 de maio deste ano com a mesma base de comparação em 2019. Nesse recorte, o mercado regulado teve queda de 11%, enquanto o mercado livre recuou 12%. A redução é um pouco menor no ambiente regulado por causa da continuidade do consumo da classe residencial.

Quando se compara a média entre as três primeiras semanas de março, antes do início das medidas restritivas, com a média do período após o começo do distanciamento social, a demanda por eletricidade recuou 15%, sendo 14% no mercado regulado e 19% no mercado livre.

Os dados são preliminares e levam em conta a demanda total do mercado cativo, em que o consumidor compra energia diretamente das distribuidoras, e do livre, que permite a escolha do fornecedor e a negociação de condições contratuais. Além disso, o estudo não considera os dados de Roraima, único estado não interligado ao sistema elétrico nacional. “Os dados que nós temos disponíveis hoje apontam para um início de estabilização. Resta saber se, com a flexibilização da quarentena em determinadas regiões e a sinalização de condições mais rigorosas de isolamento em outras, esse cenário se mantém”, analisa Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE.

Ramos de atividade

Ao se analisar o desempenho do consumo de energia por ramo de atividade, verifica-se que a indústria automotiva se manteve como um dos segmentos com maior queda no consumo de energia. A média de consumo em abril foi 66% menor em comparação com o mesmo período em 2019. Já a média dos oito primeiros dias de maio verificou queda menor de consumo: 50% ante os mesmos dias de maio do ano passado.

Outro segmento que reduziu a queda de consumo foi o de bebidas, que havia registrado média 33% menor em relação a abril de 2019 e passou para 15% a menos em maio.

A indústria têxtil manteve a mesma tendência de queda expressiva: 46% em abril e 48% em maio, ambos os meses comparados com os mesmos de 2019.

Demanda regional

A CCEE analisou ainda o desempenho do consumo de energia elétrica dos estados, comparando a média do período de isolamento em base anual (2020 ante 2019). O levantamento indica que o Rio de Janeiro manteve a liderança do ranking, com uma queda de 21%, seguido por São Paulo (- 16%). Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Amazonas completam a lista das cinco maiores reduções percentuais, todos com 15%.

Quatro estados tiveram alta no consumo – Pará (4%), Amapá (3%) e Maranhão (2%) e Mato Grosso (1%) – por causa da baixa redução da demanda no mercado regulado (distribuidoras) e da elevação do consumo em alguns setores da economia nestes estados.

Ao se analisar o desempenho por região geográfica, Rio de Janeiro lidera a queda de consumo no Sudeste em termos percentuais. No Sul do país, o Rio Grande do Sul é o que apresentou a maior queda (15%), enquanto, no Centro-Oeste, a redução mais expressiva proporcional ocorreu no Mato Grosso do Sul (11%).

Nordeste tem a Bahia como o estado com maior índice de redução de demanda (14%). Na região Norte, a maior queda se deu no Amazonas, com 15%.

Revisão de Carga

Para dar transparência ao mercado sobre as análises realizadas a respeito dos impactos da pandemia da Covid-19 no setor elétrico, a CCEE, a Empresa de Pesquisa Energética – EPE e o Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS realizaram na sexta-feira (15) um evento virtual sobre o pedido de Revisão Extraordinária da Carga. O pleito para que a revisão extraordinária ocorra prevê uma nova redução na projeção de carga de energia para 2020. A estimativa anterior apontava para uma queda de consumo de 0,9% no ano. A nova previsão, após o agravamento das medidas de combate à pandemia da COVID-19, é de uma retração de 2,9%.

Sobre a CCEE

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE (www.ccee.org.br) é responsável por viabilizar e gerenciar a comercialização de energia elétrica no país, garantindo a segurança e o equilíbrio financeiro deste mercado. A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos, mantida pelas empresas que compram e vendem energia no Brasil. O papel da CCEE é fortalecer o ambiente de comercialização de energia – no ambiente regulado, no ambiente livre e no mercado de curto prazo – por meio de regras e mecanismos que promovam relações comerciais sólidas e justas para todos os segmentos do setor (geração, distribuição, comercialização e consumo).

Pandemia do Covid-19 faz estoques de sangue diminuir nos hemocentros

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem de Ahmad Ardity por Pixabay.

A falta de doadores de sangue ocasionada pela pandemia do novo coronavírus colocou os estoques dos bancos de sangue em índices abaixo da média e preocupa o setor de saúde, pois esse déficit pode prejudicar pacientes que eventualmente necessitem de transfusão.

No caso do Hospital do Graacc – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, referência no tratamento e cura de crianças com câncer, os pacientes apresentam grande demanda transfusional por conta dos tratamentos de alta complexidade e podem necessitar de transfusão logo no diagnóstico devido à doença de base (como as leucemias) ou durante o tratamento (enquanto recebem quimioterapias agressivas, em quadros de infecção ou nos procedimentos cirúrgicos). Há também dois grupos mais críticos que necessitam de transfusão de sangue, como nos casos de internações em UTI e nos transplantes de medula óssea.

Quem pode doar

– Pessoas em boas condições de saúde com idade entre 16 (autorização do responsável) e 69 anos (sendo que a primeira doação deve ter sido realizada até os 60 anos).

– Pesar no mínimo 50 kg.

– Estar devidamente alimentado (evitar alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação).

– Importante apresentar documento original com foto recente, legível e emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Segurança em tempos de Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde atualizaram os critérios de doação de sangue em todo o país a fim de reforçar a prevenção contra o novo coronavírus. Os locais destinados à doação de sangue são seguros e frequentados por pessoas saudáveis e estão investindo em cuidados redobrados para garantir a segurança dos doadores (como distância segura entre as cadeiras de coleta e disponibilização de álcool em gel, entre outras medidas).

Pessoas que tiveram contato com casos confirmados ou suspeitos de Covid-19, retornaram de países com casos confirmados da doença ou apresentaram sintomas como tosse, coriza, dor de garganta ou febre devem aguardar no mínimo 30 dias para fazer a doação.

Para informações dos locais de coleta de sangue, acesse:

http://graacc.org.br/doacaodesangue/

http://www.colsan.org.br/site/doador/locais-para-doacao-de-sangue.html.

Para doar sangue ao Hospital do Graacc, identifique a unidade de coleta mais próxima da Colsan (Sociedade Beneficente de Coleta de Sangue). A doação de sangue é um procedimento rápido e seguro.

Sobre o Graacc

Instituição criada em 1991 para garantir a crianças e adolescentes com câncer todas as chances de cura. Com hospital próprio, tornou-se referência no tratamento e na cura do câncer infanto-juvenil, principalmente em casos de maior complexidade. Possui uma parceria técnico-científica com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que possibilita, além de diagnosticar e tratar o câncer infantil, o desenvolvimento do ensino e pesquisa.

Em 2019, foram realizadas mais de 35 mil consultas, 1400 procedimentos cirúrgicos e 22 mil sessões de quimioterapia, sendo utilizadas mais de 13 mil unidades de hemocomponentes.

MAM São Paulo apresenta nova edição do Clube de Colecionadores

São Paulo, por Kleber Patricio

“Menina de branco, festa do Bonfim, Salvador”, 1994, Mario Cravo Neto –
obra comemorativa pelos 20 anos do clube. Foto: divulgação.

Fomentar o colecionismo, incentivar a produção artística do Brasil e contribuir para ampliar e fortalecer o acervo de obras Museu de Arte Moderna de São Paulo – esse é o cerne do Clube de Colecionadores do MAM, programa que ajuda, por meio do apoio de associados, no desenvolvimento da instituição. O lançamento de 2020 reúne obras inéditas de 11 artistas – fotografias e gravuras comissionadas pelo Museu e produzidas em tiragens limitadas de 70 exemplares.

Avaf, Cinthia Marcelle, Daniel Senise, Ivan Grilo e Lia Chaia são os artistas convidados por Eder Chiodetto, curador do Clube de Fotografia, para compor a nova edição. E, no ano em que o Clube completa 20 anos, o Museu presta homenagem a Mário Cravo Neto (1947-2009), um dos mais renomados fotógrafos brasileiros, com produção excepcional da obra Menina de branco, festa do Bonfim, Salvador (1994). Sob curadoria de Felipe Scovino, o Clube de Gravura reúne trabalhos de Ascânio MMM, Cadu, Débora Bolsoni, Marcelo Silveira e Vera Chaves Barcellos.

Com mais de duas décadas de existência, o programa estreita os vínculos entre público, Museu e artistas. O apoio do público reflete na manutenção e atividades do MAM São Paulo e na expansão do acervo da instituição. A associação a cada Clube – Fotografia ou Gravura – é anual e pode ser feita por meio do site do Museu. Os sócios podem adquirir de três a cinco obras comissionadas de um único Clube e têm benefícios que vão desde catálogos das exposições e entrada gratuita no Museu, até visita aos ateliês e participação em encontros com curadores e especialistas em artes visuais. “O Clube de Colecionadores é fruto de uma parceria profícua entre o Museu, que organiza as ações junto aos curadores, os artistas, que doam suas obras, e os associados, que apoiam a produção artística e a existência do próprio museu. O projeto se faz ainda mais fundamental dado o momento que atravessamos, com suspensão das atividades físicas dos equipamentos culturais por conta da pandemia do Covid-19”, diz Carla Lozardo, coordenadora do Clube de Colecionadores.

“Livro arquitetura 7”, 1983.2020, de Ascânio MMM. Foto: divulgação.

#MAMonline – O espaço físico do MAM São Paulo está fechado em função da pandemia do Covid-19, mas o museu se mantém presente no dia a dia do público por meio de uma intensa programação online. O #MAMonline traz ações artísticas, culturais e educativas que convidam a refletir, pesquisar e inspirar.

A programação diária é destinada ao público de todas as idades e traz propostas diversas. No site do Museu, é possível visitar mais de dez mostras emblemáticas exibidas nos últimos anos na instituição por meio de tour virtual produzido pela 3D Explora, como, também, acessar as narrativas do Google Arts&Culture. Entre as exposições, estão Sinais/Signals, com monotipias e objetos gráficos de Mira Schendel; Ismael Nery: feminino e masculino, que apresenta nus, retratos, autorretratos e obras surrealistas criadas por Nery e MAM 70: MAM e MAC USP, coletiva que reúne obras do período inicial do Museu, entre 1949 e 1963, até trabalhos que entraram para o acervo após essa data e integram coleções do MAM e do MAC USP.

Nas redes sociais, o Museu compartilha sua trajetória e backstage por meio das hashtags #HistóriasdoAcervo e #tbt (do inglês throw back Thursday), às quintas-feiras – nesta última, a estreia foi uma miniaula do curador Felipe Chaimovich sobre o impressionismo e o Brasil, parte da exposição homônima que ocorreu em 2017. Uma proposta semelhante, mas com foco em criadores, é feita por meio de #ArtistaDaSemana. Toda quarta-feira é publicado conteúdo sobre artistas cuja trajetória tenha se entrelaçado à do MAM. A interação entre o público e o Museu também acontece por meio do #MAMquiz, que traz temas e perguntas diversas sobre a instituição e sua programação no Instagram Stories.

Às terças-feiras, às 18h, o Museu promove lives em libras no Instagram sobre mediação cultural, educação, culturas e artes surdas na instituição. As conversas são comandadas por Leonardo Castilho, educador surdo do MAM e apresentadas simultaneamente em seu perfil do Instagram (http://www.instagram.com/leocastilho) e na rede social do Museu (http://www.instagram.com/mamoficial). A live acontece em Libras, acompanhada pela voz de uma tradutora intérprete de Língua Brasileira de Sinais.

Oficinas, contação de histórias e brincadeiras ficam a cargo do MAM Educativo. Às quartas e quintas, a equipe do Educativo propõe atividades para pais e crianças participarem sem sair de casa; entre elas, ações ao vivo no Instagram Live do museu. Às sextas, o # MAMParaOuvir compartilha com o público as playlists do perfil do museu no Spotify. A primeira, intitulada Verão Moderno Vol. 1, foi produzida pelo Clube Lambada e reúne músicas brasileiras, contemporâneas e jovens clássicos.

Também são publicados conteúdos pela narrativa #HistóriasDoMAM, com depoimentos de pessoas que fazem parte da história da instituição. Sugestões de leituras a partir das publicações e catálogos disponíveis no site do Museu são oferecidas aos domingos por meio de postagens com a hashtag #DicaDeLeitura. Séries de conversas entre curadores e artistas acontecem na #LiveNoAteliê, que acontece aos sábados. O MAM também participa de debates ao vivo com diversos parceiros, acompanhe as redes sociais para não ficar de fora.

A programação é compilada semanalmente na newsletter #MAMonline, disponível para cadastro no site do museu, e conta ainda com prévias de conteúdo sobre as exposições que estão por vir.

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

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