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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Curso gratuito de tecnologia tem inscrições abertas

Campinas, por Kleber Patricio

Curso é ministrado pelo empresário Rodrigo Granja. Foto: divulgação.

O empresário de TI Rodrigo Granja começa a 3ª turma do curso gratuito de tecnologia no sábado, 16 de janeiro. O curso Formação de Profissionais em Tecnologia – Tech4needy Education é voltado para jovens entre 14 e 20 anos, de preferência, para estudantes em situação de vulnerabilidade social. Focadas em desenvolvimento de sites, as aulas são um incremento e tanto para garotos e garotas se darem bem no primeiro emprego. As aulas ocorrem on-line todo sábado, das 8h30 às 11h30, por 3 meses. As vagas são limitadas e as inscrições se encerram nesta sexta-feira, dia 15/1.

Entre os conteúdos que o Tech4needy Education aborda em 50 horas estão Windows, Word, Excel, Sistema de Gestão Empresarial, Redes Sociais (Instagram e LinkedIn), Redação de Curriculum Vitae, Mural Extraordinário e mini curso Sucesso Pessoal e Profissional. Ao final, os jovens concorrem a vagas de estágio e recebem certificado que atesta o aprendizado.

O curso ocorre todo sábado, por 3 meses, com inscrições até a sexta-feira imediatamente anterior pelo site https://www.eventbrite.com.br/e/tech4needy-education-turma-01-janeiro-a-marco2021-tickets-83377912581.

Informações: (19) 98848-0469, com Rodrigo Granja.

Mitos e verdades sobre o café

Brasil, por Kleber Patricio

Imagem de Christoph por Pixabay.

Tem aquelas horas em que, realmente, só café “na causa”. Mais do que um símbolo forte gastronômico, ele é, em muitos momentos, um companheiro, um conforto ou um motivador. O gosto pela bebida é quase unanimidade entre os nossos, como aponta pesquisa da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) que mostra que ela é figurinha carimbada nas mesas de 98% das casas brasileiras. Quer mais? Somos o maior exportador do produto e responsável por, aproximadamente, um terço da produção mundial. Não é pouca coisa, não é mesmo?

Com tanta gente consumindo, permanece sempre constante uma discussão sobre seus benefícios (e eventuais malefícios) para a saúde e sobre qual a melhor forma de prepará-lo. Para esclarecer algumas dúvidas, vamos de mitos e verdades? Maíra Teixeira, barista e torrefadora de café, nos ajuda nessa e elencou algumas curiosidades sobre essa bebida que é uma das paixões nacionais.

Mitos e verdades:

Escreve-se café Espresso e não Expresso. VERDADE.

Sim, o correto é com S. O motivo é que se respeita a origem do nome da bebida, que é italiana. A torra do café influencia nos aromas e sabores. VERDADE.

Primeiro, precisamos entender que o café também pode ser apreciado, assim como o vinho e a cerveja. E pode ter diferentes tipos de aromas e sabores. O café também nos proporciona uma experiência sensorial. O torrefador é o profissional capacitado para torrar café e desenvolver perfis de torras diferentes para o café verde (cru). É ele quem decide qual grau de torra é o ideal para o café escolhido.

Lembrando também que o café cru, assim como a uva do vinho, traz em si características do próprio local onde foi plantado (terroir), microclima do local e processamento pós colheita. Isso faz com que o torrefador já tenha algumas informações importantes na hora do estudo de torra, trazendo ainda mais precisão.

A torra clara, por exemplo, traz ao café uma complexidade sensorial interessante, com mais acidez e notas aromáticas florais e frutadas. É uma bebida mais suave no paladar, mas muito complexa no aroma. Agradável e sempre surpreendente.

A torra de cor média é a preferida dos brasileiros, trazendo uma alta doçura, um pouco mais da intensidade do caramelo e chocolate. Geralmente uma bebida com que o público em geral mais se identifica, boa para se tomar no dia a dia.

A torra escura, que é um padrão da marca Starbucks, é muito comum para os americanos. Tem ainda mais intensidade e força, trazendo um amargor específico de torra. Um fator importante de se observar na torra escura é que ela precisa ser muito bem feita para se tornar mais agradável. Se passar do ponto, ela pode ser uma experiência negativa para quem toma, aquele famoso “gosto de queimado”, que, vale frisar, não é o gosto de café.

Café faz mal para a saúde. MITO.

Se não ingerido em excesso, o café pode ser um aliado da sua saúde. Ele é rico em minerais como ferro, zinco, magnésio e potássio. O grão também conta com ácidos clorogênicos, que ajudam na redução da glicose e insulina, prevenindo a diabetes tipo 2.

Café atrapalha a absorção de ferro. VERDADE.

A cafeína e o tanino, que estão na composição do café, atrapalham a absorção do ferro no corpo. Mas calma aí, não precisa parar de tomar café (até porque os benefícios são muitos). O ideal é que quem tenha uma baixa taxa de ferro no corpo não consuma café logo após as refeições, porque a probabilidade da bebida atrapalhar a absorção do nutriente é maior – espere duas horas depois da refeição. Quem não tem problema de falta de absorção de ferro pode tomar tranquilo seu cafezinho após a refeição. E, claro, é sempre bom reforçar que tudo em excesso faz mal. Então, foque na qualidade do café e não na quantidade. Uma informação importante é que o café arábica tem menos cafeína que o canephora (robusta e conilon). Então, o arábica atrapalha menos a absorção do ferro.

Café espresso tem mais cafeína que o coado. VERDADE.

Alguns estudos mostram que o café espresso tem quase duas vezes mais cafeína do que o café coado, em análises feitas em 60 ml de cada tipo de bebida. Isso se dá porque a quantidade de pó utilizada é praticamente o dobro do que é utilizado para o coado. Fatores como pressão da água na máquina de espresso também influem no resultado, extraindo com mais força os compostos do café. Métodos de extração de café por pressão extraem mais e mais rápido.

Não pode ferver a água do café. MITO.

Primeiro de tudo: garanta sempre que a água utilizada seja sempre filtrada, garantindo assim que não vá um gosto residual de cloro da água da torneira para o café. Agora, sobre a fervura da água, principalmente em cafés de alta qualidade com torras claras a médias, precisamos de alta temperatura para conseguir extrair todos os solúveis e compostos positivos do café. Ou seja, pode sim ferver a sua água para o café. Ele vai ficar ainda melhor.

Posso consumir quanto café eu quiser. MENTIRA.

Consumido em excesso, o café pode causar agitação e insônia. A quantidade indicada para um adulto é de, no máximo, 400 mg de cafeína por dia (3 xícaras de café aproximadamente).

Queijo e café combinam. VERDADE.

Queijo é uma das melhores harmonizações com o café. Quer um exemplo? Tente a combinação do café espresso com o aclamado queijo italiano Grana Padano. A harmonização neste caso acontece por similaridade (bebida potente, comida potente). A força do sabor deste queijo evidencia as qualidades do espresso, aumentando doçura e acidez.

Quer saber mais? É só acompanhar outras dicas na página de Instagram da barista e torrefadora Maíra Teixera: @teixeirama.

Sobre Maíra Teixeira | Pesquisadora na área de análise sensorial, a especialidade da barista Maíra Teixeira é harmonização entre café e comida. Ela atua no mercado nacional de café especial com foco em consultoria para cafeterias, treinamento de equipe, cursos de barista e workshops. Acredita no café como uma ligação entre experiência sensorial e memória afetiva, principalmente para os brasileiros que carregam uma história econômica e cultural com a bebida.

Evolução deve ser eixo central da biologia ensinada na escola, defende publicação

Rio Grande do Sul, por Kleber Patricio

Foto: Annie Sprat/Unsplash.

A perspectiva de que a evolução biológica é um eixo central da biologia é compartilhada por muitos biólogos e professores de biologia. Apesar deste reconhecimento, a realidade das práticas de ensino de biologia é diferente. Muitas vezes, os conteúdos são trabalhados de forma isolada e descontextualizada. Atentos ao problema, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) lançam o livro Ensino de Biologia: Uma Perspectiva Evolutiva nesta terça (12) para inspirar professores de biologia a lidarem com o tema em sala de aula.

Fruto de um financiamento coletivo, o livro propõe abordagens de ensino de biologia em que a evolução seja um eixo central. “A publicação desta obra é importante não somente para o ensino de biologia, mas também para a promoção de um pensamento ecológico-conservacionista. Uma das concepções equivocadas sobre evolução é a ideia de que a nossa espécie é o ápice da evolução. Portanto, uma melhor compreensão do pensamento evolutivo ajuda a promover a conservação do nosso planeta”, comenta Thamara Santos de Almeida, que é uma das autoras do livro.

Para atingir o objetivo de articular evolução em diferentes campos da ciência, a obra conta com pesquisadores das mais diversas áreas, que foram desafiados a apresentar uma visão evolutiva da sua disciplina/conteúdo. Os autores, em sua grande maioria, estão vinculados ao projeto de extensão Curso de Biologia Evolutiva na UFRGS, que busca oferecer formação continuada para biólogos e professores desde 2014. Segundo Thamara, as discussões nestes anos do curso foram essenciais para a concepção do livro e construção dos capítulos.

O livro possui dois volumes; um dedicado a discussões interdisciplinares na evolução e outro que aborda a relação entre a teoria evolutiva e disciplinas como  bioquímica, citologia, imunologia, biologia do desenvolvimento, ecologia e fisiologia humana. Este segundo capítulo apresenta um panorama dos principais grupos de organismos em uma perspectiva filogenética, destacando as semelhanças e diferenças existentes entre as espécies na sua linha evolutiva. Discussões mais amplas sobre evolução humana e aspectos históricos do pensamento evolutivo perpassam alguns capítulos.

Para Gilberto Cavalheiro Vieira, um dos organizadores e autor do livro, “existe uma carência das vias de comunicação entre os debates e concepções do meio acadêmico, em termos mais atuais, e a necessidade de atualização e formação continuada dos professores. Logo, o livro busca, em um movimento ousado, trazer a evolução para o cerne do ensino de biologia e, ao mesmo tempo, trazer dados e conceitos mais atualizados nas diversas áreas das ciências biológicas”.

A cópia dos livros pode ser acessada nos links Ensino de Biologia – Volume 1 e Ensino de Biologia – Volume 2.

Eataly promove festivais gastronômicos inspirados na Itália com chefs renomados de janeiro a março

São Paulo, por Kleber Patricio

De 22 de janeiro a 7 de março, o Eataly, maior centro gastronômico italiano do Brasil, vai realizar quatro festivais com diferentes temas e promover uma verdadeira viagem aos principais destinos da Itália. Estarão presentes os chefs da casa; dentre eles, José Barattino e aclamados chefs convidados, que irão compartilhar seu conhecimento sobre pratos e ingredientes típicos do país. Os festivais fazem parte da campanha Un Giorno in Italia, que tem como objetivo proporcionar aos clientes Eataly uma verdadeira viagem pelas prestigiadas cidades italianas, como Milão, Roma, Florença e Nápoles.

A viagem começa em Milão, muito famosa pelos risotos. Por isso, nos dias 22, 23 e 24 de janeiro, acontece o Festival del Risotto, onde chefs da casa e convidados participarão de um fórum especial oferecendo dicas e dividindo experiências sobre a gastronomia milanesa no instagram do Eataly. Os chefs Ygor Lopes e Walkyria Fagundes, do premiado AE! Cozinha, são alguns nomes já confirmados para a ocasião.

De 5 a 7 de fevereiro, o grande foco será a capital, Roma, com o Festival della Pasta. A viagem segue então para Florença, conhecida pelos pratos à base de carne. De 19 a 21 de fevereiro, acontece no Instagram do Eataly o Festival della Carne, com receitas, workshops com especialistas e muito mais. O tour italiano se encerra em Nápoles, com o Festival della Pizza, de 5 a 7 de março, onde o foco será um dos pratos mais clássicos da gastronomia italiana, a pizza. A programação completa com todos os convidados será divulgada em breve.

A campanha Un Giorno in Italia inclui também outras atrações além dos festivais. Ela acontece de 11 de janeiro a 7 de março, tendo duas semanas dedicadas a cada cidade italiana selecionada. Além dos festivais nos fins de semana, ainda serão realizadas lives no Instagram do Eataly com os chefs da casa durante o período da ação. Também será possível aproveitar pratos típicos das regiões nos restaurantes Eataly e, ainda, um novo restaurante pop-up a cada duas semanas, com cardápios exclusivos que celebram os destinos mais famosos da Itália. Também será feita a venda de kits para cozinhar as refeições típicas em casa, com todos os ingredientes selecionados e uma aula grátis do chef José Barattino.

Eataly

www.eataly.com.br

Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1489 – São Paulo/SP

Horário de funcionamento: segunda a domingo, das 10h às 22h

Telefone: (11) 3279-3300

Instagram: @eatalybr

Delivery pelo Ifood.

Festival Hercule Florence abre chamamento público para 12ª edição

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Raquel Brust – IX Edição do Festival Hercule Florence.

O chamamento público para a 12ª edição do Festival Hercule Florence começou na segunda-feira (11). Neste ano, o tradicional evento, que fortalece Campinas como o berço da fotografia, será entre fevereiro e março e contará com exposições, atividades formativas on-line e exposições, instalações e atividades de convivência em espaços públicos ao ar livre em diferentes regiões da cidade. Todas as informações estão no site www.herculeflorence.com.br.

A iniciativa, que tinha como proposta inicial, antes da pandemia, estabelecer a sede das suas ações no Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, optou por descentralizar as atividades para evitar aglomerações, além de transferir outras para o modelo on-line. “Este ano, sem dúvida, tem sido desafiador organizar um festival cujo objetivo é a troca de experiências. Porém, acreditamos que, no novo formato, muitas pessoas que não tinham acesso a esse tipo de arte agora terão. Inclusive, uma curadora portuguesa dará um curso diretamente de Braga, em Portugal, uma oportunidade incrível para quem puder participar”, explica a coordenadora artística e produtora executiva Ana Angélica Costa.

As inscrições para as duas primeiras atividades preventivas (cursos preparatórios para outras iniciativas do Festival) podem ser feitas até 24 de janeiro, por meio da plataforma Sympla. O custo é de R$150,00.

Chamamentos | O primeiro chamamento, de 11 de janeiro a 7 de fevereiro, será para uma mostra de foto filmes e vai selecionar os 10 melhores trabalhos inscritos, que serão exibidos simultaneamente no Youtube e em uma praça ao ar livre. No mesmo prazo, será realizado o segundo chamamento, que contempla exposições em espaços públicos de Campinas. “As instalações ao ar livre têm como objetivo levar as ações para diferentes bairros da cidade, promovendo o acesso à fotografia e à arte contemporânea para uma camada mais ampla da população campineira, aquela que não costuma frequentar museus. Além disso, o estímulo às exposições em praças públicas ao ar livre, ao desmistificar o lugar das exposições de fotografia e artes visuais, também contribui com a diminuição da possibilidade de contágio por coronavírus, em uma atitude responsável da organização”, conta Ana.

Já o terceiro chamamento, com inscrições entre 20 e 31 de janeiro, será para vídeos de relatos que contem a experiência de professores com o ensino da fotografia em sala de aula. “Não estamos só falando de aulas de arte, mas do uso da fotografia em qualquer disciplina ou atividade do ensino regular”, explica a coordenadora. Os materiais selecionados farão parte do webnário Quem olha, o que vê? – A fotografia e o audiovisual em ações educativas, uma parceria do Festival Hercule Florence com a Faculdade de Educação da Unicamp. O webnário será transmitido via YouTube nos dias 20 e 27 de fevereiro, das 14h às 19h.

Sobre o Festival | Criado em 2007, o Festival Hercule Florence tem como matriz a invenção isolada da fotografia no Brasil, feita em Campinas, em 1833, por Hercule Florence, considerado o pai da fotografia. Esse fato desencadeou na cidade atitudes fotográficas no percurso dos séculos. Dessa cultura fotográfica, nasceram os grupos de fotografia e o festival, a partir da criação da Semana Hercule Florence. Mais de 120 mil pessoas e 80 fotógrafos brasileiros e estrangeiros já participaram do evento ao longo dos anos.