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Hopi Hari estreia espetáculo “Alice de volta ao País Mais Divertido do Mundo”

Vinhedo, por Kleber Patricio

Alice está de volta ao País Mais Divertido do Mundo. Crédito das fotos: Bruno Soares.

A Alice, personagem clássica de Lewis Carroll, é a mais nova convidada para descobrir as maravilhas de Hopi Hari. O espetáculo Alice de volta ao País Mais Divertido do Mundo acontece de 25 de junho a 29 de agosto, como tema da temporada de Férias Spetakularis. Com sessões de sexta a domingo, a atração será apresentada no Theatro di Kaminda.

Em um cenário marcado pela necessidade de distanciamento, o Parque Temático Hopi Hari vem com a proposta de envolver o público nos braços acolhedores da magia. “Neste momento, em que estamos tão descrentes com tantas coisas, a Alice vem, sonhadora, nos abraçar. E é dessa forma que abraçamos o público e passamos nossa mensagem ‘Sim, somos todos Alice’. Afinal, se olharmos para dentro de nós, sempre vamos encontrar a magia da vida”, comenta Rogério Barbatti, diretor artístico de Hopi Hari.

Ao mergulhar no país das maravilhas de Alice, os espectadores poderão desligar-se do que é real e aproveitar o fascinante mundo dos sonhos. Essa imersão é resultado da combinação de diversos recursos lúdicos, como explica Barbatti: “Na entrada do Theatro haverá um cenário totalmente luminescente, com cogumelos gigantes e outras ideias elaboradas pela nossa equipe de cenografia. Em cena, vamos da milenar técnica chinesa de sombras até projeções, com efeitos de flores que desabrocham aos olhos do público, número de ballet e uma canção própria, produzida para este show, chamada Somos Todos Alice.”

Para o presidente de Hopi Hari, Alexandre Rodrigues, um dos aliados para proporcionar essa experiência ao público é a segurança. “Sabemos que o período de pandemia ainda exige cuidados, tanto do público, quanto nosso. Por isso, em paralelo à nossa base criativa, nós cumprimos uma série de medidas que protegem, ao mesmo tempo em que permitem a diversão. Queremos que os visitantes vivenciem o espetáculo por completo, enquanto nós cuidamos do que exige ‘a vida real’ nos bastidores da atração”, comenta.

A essência do espetáculo vem em busca de celebrar a unicidade: “Todos os personagens dessa história são muito diferentes. Porém, são justamente suas diferenças que ajudam a criar as maravilhas do país que Alice descobre. Na vida, fora do mundo da fantasia, também pode ser assim. Queremos que as famílias saiam do Theatro com um olhar de beleza pela diversidade. Um olhar disposto a enxergar mais além, de buscar conhecer e de unir”, complementa Barbatti.

História | Inspirado em Alice no País das Maravilhas, renomada obra infantil escrita por Lewis Carroll (pseudônimo do escritor britânico Charles Lutwidge Dodgson), o espetáculo Alice de volta ao País Mais Divertido do Mundo tem, como ponto inicial, o clássico avistar de um coelho usando relógio e com andar bem apressado. A curiosidade da jovem Alice a leva a segui-lo e a se deparar, de repente, com um lugar muito diferente – o País das Maravilhas.

Passeando por esse território nada comum, ela conhece Absolem, o Chapeleiro Maluco, a Rainha Branca, a Rainha de Copas e o sorridente Gato de Cheshire, mas o ponto alto da trama é que ela precisa conhecer a si mesma. A magia se torna a guia da autodescoberta de Alice, que vivencia várias aventuras na tentativa de entender quem é e como voltar ao seu verdadeiro lar.

A personagem vivencia várias aventuras na tentativa de entender quem ela é.

Entretanto, as cores dessa narrativa não vão se limitar ao palco do Theatro di Kaminda. Ao adentrar o País Mais Divertido do Mundo, os visitantes já poderão entrar no clima do espetáculo, com os personagens que estarão em frente ao Theatro ou, então, em uma mini Parada Mágica, em que eles farão a festa em bicicletas elétricas por todo Parque.

Hopi Niver | Para quem quiser comemorar o aniversário no mundo de fantasia de Alice, será possível adquirir o Hopi Niver. Para isso, é preciso entrar em contato com a Central de Vendas – Hopi Niver no número (19) 99767-6953.

Como assistir? | A entrada para assistir ao espetáculo Alice no País Mais Divertido do Mundo será liberada mediante senhas – de acordo com a disponibilidade do Theatro di Kaminda, orientada pelas medidas do Plano SP e os protocolos anticovid-19 de Hopi Hari. Por isso, a recomendação é chegar com 30 minutos de antecedência.

A atração será apresentada de sexta a domingo, além de feriados, com duas sessões por dia, com início às 17h e às 18h30. Mais informações sobre Passaportis no site do Parque. Vale ressaltar que o Parque funciona de sexta a domingo, das 11h às 19h.

Sobre o Parque Temático Hopi Hari | Localizado no interior paulista, próximo à Região Metropolitana de Campinas, o Parque Temático Hopi Hari conta com infraestrutura completa para receber famílias, escolas, excursões turísticas e amantes de parques de todo o país. Ao todo, são cinco regiões temáticas distribuídas em 760 mil metros quadrados. Além disso, conta com um dos teatros mais modernos de São Paulo (Theatro di Kaminda) e a mais rápida montanha-russa da América do Sul (Montezum) e ainda oferece mais de 40 atrações para todas as idades, mais de 20 pontos de alimentos e bebidas (incluindo comida vegana), enfermaria, sanitários, fraldários, área para amamentação e estacionamento para cinco mil veículos.

Serviço:

Férias Spetakularis – Espetáculo Alice de volta ao País Mais Divertido do Mundo

Data: 25 de junho a 29 de agosto

Sessões: sextas, sábados, domingos e feriados, às 17h e às 18h30*

Duração: 30 minutos

Horário de funcionamento do Parque: Clique aqui

Central de Vendas: (11) 4210-4000

Serviço de Atendimento: (11) 4290-0333

Local: Hopi Hari – Rodovia dos Bandeirantes, km 72, Moinho, Vinhedo (SP) – Mapa aqui.

*Sujeito a alterações.

Plantas locais podem ter papel fundamental na segurança alimentar dos brasileiros

Brasil, por Kleber Patricio

Flor do pequizeiro na Floresta nacional do Araripe, Ceará. Foto: Leto Saraiva Rocha/Banco de Imagens Embrapa.

O Brasil é um país megadiverso conhecido por sua biodiversidade e cultura; no entanto, ainda é surpreendente o pouco conhecimento que se tem sobre a biodiversidade nacional a respeito de plantas locais alimentícias como taioba, cumaru, pequi, bacuri, pitomba e jenipapo, entre tantas outras. O livro Local Food Plants of Brazil (Plantas alimentícias locais do Brasil, em tradução livre) busca justamente ajudar a cobrir essa lacuna de informações, trazendo novos dados sobre a composição nutricional dessas plantas, práticas culinárias e a relação entre humanos e plantas locais comestíveis, além de mostrar seu papel na diversificação da dieta do brasileiro.

A obra, publicada pela editora Springer e lançada no domingo (20), é organizada pelos professores Michelle Jacob, do departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e Ulysses Paulino, do departamento de Botânica da Universidade Federal de Pernambuco. Em 21 capítulos, pesquisadores brasileiros e estrangeiros de países como França, Espanha e Alemanha oferecem uma visão ampla sobre as plantas alimentícias brasileiras disponíveis nos biomas do Cerrado, Caatinga, Pampa, Amazônia e Pantanal. “Há um crescente interesse acadêmico em plantas alimentícias locais, assunto que se encontra nas fronteiras do conhecimento de várias áreas, tais como ciências ambientais, nutrição, saúde pública e humanidades”, comenta Jacob. “Até hoje, no entanto, não tínhamos um livro trazendo perspectivas multidisciplinares para este campo complexo.”

Um dos resultados principais é a compreensão de que a diversidade de plantas alimentícias locais é central na promoção de dietas sustentáveis e, portanto, da saúde planetária. “Plantas alimentícias locais estão no centro de dietas sustentáveis porque têm o potencial de tornar as dietas mais diversificadas e, logo, mais nutritivas. Além disso, o redirecionamento do nosso sistema produtivo visando abarcar as plantas locais pode fortalecer a resiliência dos sistemas alimentares frente às mudanças climáticas, contaminação química por agrotóxicos e emergência de surtos zoonóticos, como é o caso da Covid-19”, diz Jacob.

Biodiversidade no prato dos brasileiros | A dieta brasileira tem se tornado mais homogênea nos últimos anos, com baixa diversidade de plantas e consumo de ultraprocessados. Essa tendência de perda de espaço de vegetais locais é mundial, sendo que atualmente 60% das calorias consumidas pela humanidade provêm de três grãos – milho, arroz e trigo. Em alguns lugares do Brasil, os alimentos nativos chegam a ser estigmatizados, comentam os pesquisadores.

Alguns capítulos do livro também abordam como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB) e outras políticas públicas podem ser portas de entrada para a valorização das plantas alimentícias locais brasileiras.

No caso da alimentação escolar brasileira, por exemplo, foi analisada a inclusão de alimentos biodiversos no cardápio dos estudantes em 221 cidades brasileiras e descobriu-se uma desigualdade regional significativa em relação à presença de alimentos orgânicos e regionais. Enquanto na região Sul 21,57% das cidades compraram alimentos orgânicos, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste nenhuma cidade comprou tais alimentos. Além disso, todas as cidades da região Sul compraram alimentos regionais.

A obra também apresenta vários métodos de aprendizagem e ensino sobre plantas locais brasileiras por meio de oficinas, redes sociais e uso de inteligência artificial, entre outros, já que um maior conhecimento sobre a biodiversidade é um elemento fundamental para valorizar a cultura alimentar brasileira, proteger o meio ambiente e garantir segurança alimentar e nutricional para a população.

Segundo Jacob, “os autores da obra seguem engajados em suas pesquisas em suas diferentes áreas de conhecimento, ampliando a nossa compreensão sobre problemas e soluções relacionados ao sistema alimentar por meio de diferentes lentes focais”. A editora ainda diz que espera “que este livro inspire mais pessoas a se envolverem na tarefa de promover dietas mais sustentáveis para o ser humano e todas as outras formas de vida.”

(Fonte: Agência Bori)

Exposição interativa no metaverso traz fotografias carregadas de sentimentos e emoção feitas ao longo da pandemia

São José dos Campos, por Kleber Patricio

Baseada em uma plataforma inédita interativa no metaverso, a exposição Longas noites, organizada pelo fotógrafo Ricardo Takamura, conta com 31 obras de 19 fotógrafos que nos deslocam para uma viagem através de pequenas narrativas visuais ao longo de nossos dias de isolamento e incerteza ao longo da pandemia, onde a fotografia atua, ao mesmo tempo, como meio para contar uma história, ponto de união e fuga em direção a um imaginário coletivo. As obras expostas transitam em um lapso de tempo entre a insônia e a esperança em nossa busca por um lugar neste novo mundo.

Sobre o local de exposição | Baseado em uma plataforma inédita, além de acessar a exposição, os visitantes podem interagir com as outras pessoas que estão visitando o local ao mesmo tempo e é possível marcar um encontro com alguém para um bate papo ou conhecer novas pessoas enquanto se visita a exposição, como se estivessem em um museu ou uma galeria de arte no mundo real. Quem não está com saudade de visitar uma exposição e comentar com alguém que está ao seu lado vendo a mesma obra?

Uni.verso foi criado para se transformar em um espaço colaborativo virtual permanente no metaverso. O local irá atuar como ponto de cultura e de encontro para a discussão de arte e fotografia e pode ser rapidamente retransformado para receber exposições, experiências, palestras e pequenos eventos.

Fotógrafos participantes: Alessandra Harumi – Bruno Nonogaki – Carlos Asanuma – Kadu Chinaite – Lis Dantas – Fabio Lima – Flavio Piccinin – Julio MM Pinho – Lucila de Avila – Manoel Saldanha – Marcelo Gianella – Maria Adelaide Silva – Nessa Florêncio – Nilce Alvares – Renata de Moraes – Ricardo Leão – Rigoberto – Almeida Costa – Rinaldo Bozyk – Rozilene Xavier.

Sobre Ricardo Takamura | Fotógrafo autoral baseado em São José dos Campos (SP), manifesta em suas fotografias de paisagens noturnas realidades quase surrealistas, que estão ocultas aos nossos olhos. O seu trabalho se relaciona de perto com a fotografia cinematográfica, buscando congelar momentos como se fossem um único frame de um filme parado no tempo, transmitindo sensibilidade e emoção. Atualmente, vem se dedicando à difícil tarefa de aproximar a fotografia contemporânea com o seu trabalho de fotografia noturna e natureza, criando séries que se conectam com a fotografia encenada e remetem a cenários de filmes de ficção científica.

Exposição virtual Longas Noites

Local: https://www.ricardotakamura.com.br/longasnoites

Data: 15 de junho a 15 de julho de 2021.

Prefeitura e Associação Mata Ciliar fazem soltura de 15 aves resgatadas e tratadas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: Leonardo Cruz.

A Prefeitura de Indaiatuba e a Associação Mata Ciliar promoveram mais uma soltura de animais silvestres nas matas da cidade. Na tarde de quinta-feira (17), um grupo de 15 aves composto por dez corujas (cinco do mato e cinco buraqueiras), quatro urubus de cabeça preta e um falcão-quiriquiri, foram reintegrados aos seus habitats naturais. Os animais haviam sido encontrados feridos ou resgatados de cativeiros e tiveram de ser tratados e reabilitados para voltar à natureza.

A soltura foi comandada pela equipe da Mata Ciliar com o apoio da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente, Defesa Civil e do Grupamento Ambiental da Guarda Civil do município. A bióloga Rafaela Wolf de Carvalho, proprietária da área, também acompanhou a soltura.

Segundo o biólogo do Centro de Reabilitação de Animais Selvagens da Associação Mata Ciliar, Rodrigo Falcão Ventura, esses animais foram enviados ao Centro por estarem feridos e debilitados. “Eles tiveram que passar por um processo de reabilitação, onde a gente fez os treinamentos de voo e caça com eles, além do tratamento clínico. Assim que a gente fez a avaliação final e constatou que eles estavam com o estado de saúde adequado, eles puderam voltar para o seu ambiente natural”, explicou.

Cada animal tem sua história de resgate, mas a maioria foi vítima de atropelamentos ou foi retirada de cativeiros e de comércios ilegais. O processo e o tempo de reabilitação dependem da situação de cada animal. Entre os urubus que foram soltos nesta semana, um deles teve uma pata amputada, mas isso não o impediu de voltar à natureza. O biólogo explicou que os urubus não usam as garras das patas para caçar, como algumas aves, e a falta de uma pata também não o impediu de se manter em pé e de se locomover, sendo assim considerado apto a ser solto.

Desde 2015 a Prefeitura de Indaiatuba mantém convênio com a Associação Mata Ciliar e já encaminhou para lá mais de 870 animais feridos ou apreendidos de cativeiros. No Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação, que funciona em Jundiaí, os animais resgatados recebem os cuidados de que precisam antes de serem reintegrados à natureza, como aconteceu com o grupo de aves.

O veterinário Adriano Mayoral, da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente, acompanhou a soltura e reforçou que a população pode ajudar quando encontrar um animal silvestre ferido, comunicando à Prefeitura por meio da Secretaria de Serviços Urbanos, Defesa Civil ou do Corpo de Bombeiros. A comunicação pode ser feita pelos telefones (19) 3936-2782, 3894-1593 ou 153. O Corpo de Bombeiros atende pelo telefone 193.

MIS prorroga temporada da instalação tecnológica e interativa “im.fusion” até 18/7

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Renato Mangolin.

Tecnológica, lúdica e interativa, a instalação im.fusion prorrogou sua temporada no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. A experiência, que propõe a reflexão sobre a forma como nos conectamos com o micro e o macro, em diferentes contextos e ambientes, agora pode ser conferida até 18/7.

As visitas são de terça-feira a domingo, das 10h45 às 17h (última entrada às 16h45) e seguem os protocolos das autoridades sanitárias de enfrentamento à pandemia. Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente pela plataforma INTI.

A experiência | Em uma sala escura com 5,7 metros de largura, 4 metros de altura, e 10,4 metros de profundidade, três cenários são explorados. A experiência começa pelo “contato” com moléculas, depois segue para a diversidade de um ecossistema e, por fim, explora a imensidão do universo.

Em 12 minutos, os visitantes estão imersos em formas coloridas, interagindo por meio de sensores com projeções plenas de efeitos especiais – gráficos e sonoros. “As câmeras e os sensores instalados nestes três cenários captam a movimentação das pessoas, que passam a interferir randomicamente nas exibições. É como uma metáfora da interação do homem com a natureza”, explica Felipe Reif, um dos idealizadores da experiência, criada em colaboração com mais dez pessoas entre Brasil, Chile e Estados Unidos.

Sem contato físico | Desde a concepção, im.fusion previa a interação do público sem necessidade de contato físico, utilizando sensores que identificam os movimentos dos visitantes. Com a pandemia, novas medidas foram adotadas, como a cortina de tecido com tratamento antibacteriano, distanciamento seguro e equipamentos de filtragem do ar.

A instalação im.fusion é apresentada pelo Ministério do Turismo por meio da Lei de Incentivo à Cultura e a Youse Caixa Seguradora, incentivado pela Secretaria Municipal de Cultural por meio do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – ProMAC. Criada pela Deeplab Project e produzida pela Dellarte Soluções Culturais em parceria com a BM Produções, im.fusion conta com o apoio da On Projeções.

Serviço:

Data: de 9/5 a 18/7/2021

Horário: Terça a domingo, das 10h45 às 17h (última entrada às 16h45)

Ingressos: R$15 (inteira); R$7,50 (meia)

Gratuito às terças e para crianças até 5 anos

Compra e reserva: exclusivamente pela plataforma INTI (https://mis-sp.byinti.com/#/event/im-fusion)

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158, Jd. Europa, SP

Sobre o MIS | O Museu da Imagem e do Som, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, foi inaugurado em 1970. Além de grandes exposições nacionais e internacionais, oferece variedade de programas culturais, com eventos em todas as áreas e para todos os públicos: cinema, dança, música, vídeo e fotografia estão presentes na vida diária do Museu.