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Louça paulista é tema de maratona de edição com o tema “Casa Paulista” do Museu do Ipiranga

São Paulo, por Kleber Patricio

Prato Decorativo – Acervo do Museu Paulista da USP. Foto: José Rosael/Hélio Nobre/Museu Paulista da USP.

Com o tema Casa Brasileira, o Museu do Ipiranga, em parceria com o Wiki Movimento Brasil (WMB), promoveu uma série de eventos digitais em 2021. A programação incluiu maratonas de edição de verbetes que se iniciam com encontros com pesquisadores da área falando sobre as linhas de pesquisa que desenvolvem no Museu seguidos de treinamento e assistência técnica sobre a plataforma. Até agora, foram criados e editados cerca de mil artigos, gerando mais de 309 mil visualizações para os conteúdos trabalhados. O último encontro desta série acontece no dia 9 de julho, sexta-feira, a partir das 14h, com o tema Louça Paulista, via YouTube. Nesta semana, quem faz a abertura do encontro é o historiador José Hermes Martins Pereira. Às 15h, via Google Meet, a equipe do WMB oferecerá um tutorial de como editar a Wikipédia, para que novos usuários possam contribuir facilmente com a plataforma. Não é necessário conhecimento prévio. Para mais informações sobre o eixo temático e inscrições, consulte a programação abaixo.

Louça paulista

9/7, sexta-feira, às 14h – Inscrições: clique aqui

Todas as casas têm um lugar de encontro. Refeições, festas e visitas seguem regras que variam dependendo do grupo e classe social, mas compartilham da mesma intenção: consolidar os vínculos entre as pessoas. A louça desempenha um papel fundamental ao materializar a importância dessas ocasiões, servindo de ferramenta para o estabelecimento de divisões e vínculos sociais. Por meio do uso das louças, um morador mostra ao outro a sua “educação”, o seu gosto, os seus valores. No século 19, os serviços de porcelana importados da Europa se tornaram um dos mais importantes sinais de opulência e sofisticação. Os ornamentos, as dourações, os brasões e monogramas materializaram o requinte que as elites enriquecidas almejavam. Enquanto os caros serviços de porcelana decorada eram adquiridos pelas elites, as camadas médias e populares consumiam serviços mais baratos, mas também ornamentados. Mesmo com simplicidade, a função era a mesma: sinalizar as refeições e ocasiões especiais. Ao longo do século 20, as indústrias produziram serviços de café, chá e jantar para diversos tipos de público. Fábricas de porcelana estabelecidas no Brasil comercializavam similares das porcelanas europeias, enquanto outras indústrias criaram conjuntos com matérias-primas mais acessíveis.

Museu do Ipiranga e Wikipédia | Em parceria, o Wiki Movimento Brasil (WMB) e o Museu do Ipiranga traçaram um plano digital para aumentar a presença do acervo da instituição na Internet. O plano inclui maratonas de edição que, em 2020, resultaram em mais de 2.500 edições de aprimoramento de verbetes, com mais de 2,6 milhões de visualizações. No mesmo ano, o Wikiconcurso angariou 862 inscritos, adicionando 1,3 milhões de bytes na plataforma. Além disso, foram carregados 2.958 arquivos no Wikimedia Commons.

A iniciativa integra o Museu a um movimento global ao qual se unem instituições culturais, bibliotecas e arquivos de vários países. Dessa maneira, a instituição também adere a práticas de conhecimento aberto e licenças livres e, com isso, deve atingir públicos mais diversificados e fomentar novas parcerias. O plano inclui, ainda, ações estratégicas para dar visibilidade a grupos menos presentes na plataforma, como mulheres, negros e indígenas. A iniciativa tem a parceria da Fundação Banco do Brasil.

Museu do Ipiranga – USP | Fechado desde 2013, o Museu do Ipiranga é sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo e seguiu em atividade com eventos, cursos, palestras e oficinas em diversos espaços da cidade. As obras de restauro, ampliação e modernização do Museu são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. A gestão do Projeto Novo Museu do Ipiranga é feita de forma compartilhada pelo Comitê Gestor Museu do Ipiranga 2022, pela direção do Museu Paulista e pela Fundação de Apoio à USP (FUSP). As obras se iniciaram em outubro de 2019 e a expectativa é de que o museu seja reaberto em setembro de 2022 para a celebração do bicentenário da Independência do Brasil. Para mais informações sobre o restauro, acesse o site museudoipiranga2022.org.br.

O edifício, tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade.

As obras do Novo Museu do Ipiranga são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. Patrocinadores e parceiros: BNDES, Fundação Banco do Brasil, Vale, Bradesco, Caterpillar, Comgás, CSN – Companhia Siderúrgica Nacional, EDP, EMS, Itaú, Sabesp, Santander, Banco Safra, Honda, Raízen, Postos Ipiranga, Pinheiro Neto Advogados, Atlas Schindler e Novalis.

Pesca recreativa do bodião azul captura peixes maiores, mostram redes sociais

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Kendall Clements/Pesquisadores.

Com uso de redes sociais, um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) mostra que a pesca recreativa do bodião azul captura peixes maiores do que a pesca artesanal, o que pode ser um problema para a conservação da espécie. Esse tipo de pesca acontece com maior intensidade no litoral de Salvador e no banco de Abrolhos, na Bahia, conforme relatam os pesquisadores em artigo publicado na revista “Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems”.

Os pesquisadores usaram as redes sociais para monitorar os impactos da pesca recreativa do bodião azul no litoral brasileiro. Ele está na lista de espécies ameaçadas de extinção e contribui para a saúde dos recifes brasileiros. Com uso de hashtags do Instagram, Facebook e YouTube, o estudo identificou 153 postagens de pesca recreativa submarina na costa brasileira no período de 2004 a 2020.

O maior número de fotos e vídeos publicados provinha da cidade de Salvador e da região de Abrolhos, com aumento da frequência de postagens nas redes sociais entre 2007 a 2017 e regressão a partir de 2018. Essa redução, averiguam os pesquisadores, pode ser efeito da repercussão do Plano Nacional de Recuperação de Espécies Ameaçadas, lançado no mesmo ano.

Em sua maioria, os animais capturados são grandes e por isso têm o maior potencial de reprodução, o que representa um risco para a espécie, já que os maiores e mais bonitos para a exibição são peixes machos. “As redes sociais se tornaram o meio onde o pescador publica as fotos e vídeos do seu ‘peixe-troféu’ e, a partir dessa divulgação, conseguimos saber em que local o bodião é mais pescado, o tamanho do peixe, entre outros dados”, comenta a pesquisadora e autora do estudo Natalia Roos. Ela frisa que o monitoramento nas redes sociais é uma forma eficiente de coletar informações valiosas sobre os impactos ambientais da pesca recreativa para orientar ações de conservação ambiental.

Ainda que represente uma pequena fração da realidade, como reconhecem os pesquisadores, as publicações das redes sociais podem nos ajudar a conhecer atividades exploratórias dos rios e mares no país. “Usando imagens das redes sociais e participação ativa dos pesquisadores, a gente pode entender o impacto real da pesca sobre essas espécies”, destaca o pesquisador Guilherme Longo, coautor do estudo. As informações fornecidas pelas redes sociais sobre os locais e tamanhos de captura das espécies podem ajudar o Estado na criação de políticas públicas para conservação destes animais.

(Fonte: Agência Bori)

Festival de Inverno de Indaiatuba apresenta concertos virtuais entre 10 e 31 de julho

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Gomes.

Assim como em 2020, a terceira edição do Festival de Inverno de Indaiatuba será online e reunirá apresentações da Orquestra Sinfônica e Orquestra Jovem, Camerata Filarmônica e Corporação Musical Villa-Lobos em seis apresentações que acontecem entre 10 a 31 de julho. Os concertos serão exibidos no portal Cultura Online e no canal da Prefeitura de Indaiatuba no YouTube.

“Depois do sucesso do evento presencial em 2019, resolvemos mantê-lo online no ano passado com apresentações das orquestras parceiras da Secretaria Municipal de Cultura”, recorda a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Em 2021, mantemos esta fórmula, já torcendo para que, no próximo ano, possamos estar todos juntos novamente”.

Professores do projeto Camerata Comunidade. Foto: Lilian Larangeira.

O Festival de Inverno acontecerá virtualmente com o objetivo de assegurar a proteção dos direitos culturais da população durante a situação de emergência em saúde em virtude das ações de combate à pandemia de Covid-19.

A secretária convida a população a conferir os concertos. “As orquestras de Indaiatuba são reconhecidas por sua excelência e a programação está muito interessante, bastante eclética”, ressalta Tânia. Confira abaixo um pouco mais dos seis concertos que integram a programação do Festival de Inverno 2021.

Dia 10 de julho, às 20h

Abertura – Orquestra Sinfônica de Indaiatuba – Solista convidado: Rafael Thomaz (violão)

Na abertura do Festival de Inverno, a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba faz um concerto de caráter mais intimista, com um repertório escrito em sua maior parte para orquestra de cordas. Obras de compositores brasileiros como Ernesto Nazareth, Capiba e Adauto Santos, além de duas valsas de Nabor Pires Camargo, integram a programação.

Também fazem parte do concerto os compositores Cesar Frank e Vivaldi, de quem a Sinfônica apresentará o Concerto em Ré Maior para violão e orquestra de cordas, com a participação especial do violonista Rafael Thomaz.

Rafael Thomaz é doutor em música pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), onde obteve o título de mestre e cursou o Bacharelado em Música Popular. Atua como violonista, tanto no âmbito da música de concerto quanto na música popular. Tem seis álbuns lançados, dois com o grupo Algaravia, um em duo com Guilherme Lamas e três autorais: Paisagens Interiores (2015), Ainda Dá Tempo? Rafael Thomaz Septeto (2018) e Invenções para Violão e Percussão (2019). Direção artística e regência de Paulo de Paula.

Dia 11 de julho, às 20 horas

Brasilidades – Camerata Filarmônica de Indaiatuba – Professores da Camerata Comunidade: David França, Cláudia Carolyne, Sarah Genkawa, Mariana Trento, Pedro Franco e Pedro Bortolin

O concerto conta com professores que integram o projeto Camerata Comunidade, parceria entre a Associação Camerata Filarmônica de Indaiatuba e a Secretaria Municipal de Cultura que desde 2019 traz à população uma forma inovadora de ensinar música e realizar concertos que mesclam música popular e erudita.

Para esta apresentação, o repertório reúne desde canções folclóricas e tradicionais do universo infantil, passando pelas músicas regionais representadas pelo baião e chorinho e finalizando com as releituras e influências da música popular na música erudita. Brasilidades possui direção artística e regência da maestrina Natália Larangeira e coordenação pedagógica de Sabrina Passarelli.

Dia 17 de julho, às 20 horas

Do Samba à Bossa Nova – Corporação Musical Villa-Lobos (CMVL)

A CMVL chega à terceira edição do Festival de Inverno de Indaiatuba com dois concertos virtuais: Do Samba à Bossa Nova e Raízes Sertanejas, com convidados especiais. No primeiro, a Banda Sinfônica de Indaiatuba traz Gostoso Veneno, samba de Wilson Moreira e Nei Lopes, sucesso na voz de Alcione. Com arranjo de Samuel Nascimento de Lima, contará com a voz de Rose da Sambrasil e da Corporação Musical União dos Artistas de Itu.

Na segunda parte, belas composições que marcaram o movimento musical de renovação do samba, nascido da Zona Sul carioca no final da década de 1950. Com o arranjo de Dico, um medley de sucessos de Tom Jobim com a participação do Madrigal Tons Brasileiros sob a regência da maestrina Sonia Di Morais e, depois, The Girl from Ipanema, com a cantora Mônica Domingues.

Do Brasil para o mundo: na parte instrumental, destaque para a execução de Solo Bossa, do compositor austríaco Otto M. Schwarz, com solo de Flugelhorn do trompetista João Lenhari.

Dia 24 de julho, às 19 horas

Orquestra Jovem de Indaiatuba

A arte de The Beatles, uma das bandas mais populares da Europa, encontra-se com a obra exitosa de dois compositores do mesmo continente, Henry Purcell (Londres, 1659-1695) e Antonio Vivaldi (Itália, 1678-1741) em apresentação da Orquestra Jovem de Indaiatuba. Direção artística do maestro Felipe Oliveira e realização da Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba.

Dia 30 de julho, às 20 horas

As Quatro Estações Portenhas – Orquestra Sinfônica de Indaiatuba – Solista: Cármelo de Los Santos (violino)

A Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, sob direção artística e regência do maestro Paulo de Paula, apresenta As Quatro Estações Portenhas, de Astor Piazzola, com participação do violinista Cármelo de Los Santos. A obra é apontada, frequentemente, como um contraponto moderno da célebre As Quatro Estações, de Vivaldi, e mescla influências de tango e jazz.

Dia 31 de julho, às 20 horas

Raízes Sertanejas – Corporação Musical Villa-Lobos

No encerramento do Festival de Inverno, a Banda Sinfônica da CMVL convida cantores de Indaiatuba para interpretarem temas que marcaram a música sertaneja. No repertório estão o medley Sucessos de Daniel e uma versão de Evidências, composição de Paulo Cesar Valle e José Augusto, ambas com orquestração do 2º Sargento da PM Daniel Paulo.

Serviço:

Festival de Inverno de Indaiatuba 2021

Data: 10 a 31 de julho

Onde assistir:

Cultura Online em www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/

Canal da Prefeitura de Indaiatuba no YouTube em www.youtube.com/prefeituraindaiatuba.

Instituto Brincante realiza jornada beneficente de atividades on-line com temas culturais brasileiros

São Paulo, por Kleber Patricio

A jornada Fazer Pensar Brasil chega à sua terceira edição num Brasil que, tanto quanto ser feito e pensado, precisa ser cuidado. Por isso, de 12 a 24/7, o Instituto Brincante promoverá 60 horas de atividades on-line distribuídas entre palestras, aulas-espetáculos e oficinas. O dinheiro arrecadado com a venda dos ingressos – com a aquisição de apenas um você poderá participar de toda a jornada – será dividido entre organizações da sociedade civil de pequeno porte com projetos sociais de suporte a populações vulneráveis no cenário da pandemia da Covid-19 e para a remuneração dos professores, equipe técnica e de produção, que também estão sendo impactados financeiramente com a pandemia.

O fio condutor desse conjunto de atividades é uma discussão plural sobre a teoria e prática do ensino e vivência da arte a partir das matrizes culturais populares em território brasileiro e sobre os diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira. A grade de programação contará com oficinas práticas durante o dia e, à noite, aulas-espetáculos e palestras.

Para professores de escolas públicas e educadores de projetos sociais que não possam contribuir, haverá uma cota de bolsas integral.

Conheça os palestrantes, as instituições beneficiadas e todos os detalhes no site do Brincante: www.institutobrincante.org.br/jornada-fazer-pensar-brasil-2021/.

Serviço:

Fazer Pensar Brasil 2021

12 a 24/7

Ingressos: http://bit.ly/IngressosFPB2021

Site: https://www.institutobrincante.org.br/jornada-fazer-pensar-brasil-2021/.

A grade de programação do site tem uma versão em planilha pra quem quiser copiar: http://bit.ly/ProgramaçãoFPB2021.

Memorial da América Latina exibe esculturas de Adelio Sarro na ciclovia do rio Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra “Descanso da Natureza”, de Adelio Sarro.

O Memorial da América Latina, em parceria com a Farah Services, leva 12 esculturas do artista Adelio Sarro para uma exposição na ciclovia do rio Pinheiros, a partir do dia 16 de julho. Intitulada O Ser Humano Sideral, por Adelio Sarro, a exposição com curadoria do Memorial marca o início de mais um projeto da instituição que visa apresentar artistas de seu acervo ou de parceiros em outros espaços públicos da cidade.

As 12 esculturas monumentais, feitas em fibra, estavam expostas na galeria aberta do Memorial desde setembro de 2019. A série traz personagens caracterizados por braços, pernas, mãos e pés com dimensões exageradas, assim como por feições muitas vezes carregadas, mas que produzem um efeito suave, multicolorido e harmônico.

A técnica empregada foi desenvolvida pelo próprio artista. Após concluir os moldes básicos das esculturas, são adicionadas camadas de pigmentos coloridos e, ao final, para protegê-las, é aplicada uma camada de um verniz especial.

As obras estarão expostas no ponto de apoio do Jaguaré da ciclovia. O acesso à exposição pode ser feito apenas de bicicleta a partir da Vila Olímpia, Parque do Povo e Cidade Universitária.

Sobre o artista | Adelio Sarro é pintor, escultor e desenhista autodidata com grande representação internacional. Nasceu em 1950, em Andradina, interior do estado de São Paulo. Quando adolescente, trabalhou com seu pai como ajudante de pedreiro, mas seu gosto pela arte fez com que frequentasse cursos de desenhos e vendesse suas obras na Praça da República, no centro de São Paulo. Seu autodidatismo fez com que, em 1972, Sarro participasse de mostras coletivas e individuais.

Com o objetivo de levar a cultura para um público não acostumado a frequentar galerias e museus, Sarro desenvolveu obras em forma monumental para serem instaladas em praças públicas. Atualmente, possui mais de 200 monumentos e esculturas espalhados por diferentes cidades e outros países.

Em Aparecida, cidade do estado de São Paulo, o artista criou a Via Sacra de Sarro, com 15 painéis de 4 × 4 metros, dentro da Catedral Basílica de Nossa Senhora Aparecida e quatro relevos de mais de 7 metros dentro de duas capelas da Basílica. Na pintura, Sarro utiliza tintas e combinações de cores típicas da América do Sul. Seu universo é composto de personagens trabalhadores rurais que, em seus quadros, ocupam a maior parte da tela.

Hoje o artista contabiliza exposições na Suíça (O futuro é nosso, no World Economic Forum, Davos, 1999 e no Palais des Nations – ONU, Genebra, 2004), Rússia (Força, magia e cores do Brasil, no Museu de Arte Moderna de Moscou e Museu da Academia de Artes, São Petesburgo, 2007) e Polônia (Palace Of Fine Art, Cracóvia, 2010).

Em 2016, realizou uma exposição individual no Today Art Museum, em Beijing e no Changjiang Museum, em Chongjiang, na China. Também teve trabalhos expostos no Japão, Itália, Uruguai, Argentina, Estados Unidos, Nicarágua, Alemanha, Bélgica, França e Noruega. No Brasil, expôs no MASP (1982), Museu Histórico do Forte de Copacabana (RJ, 2005), Museu Alfredo Andersen, em Curitiba (PR, 2009) e no Espaço Cultural da FIESP (SP, 2019).

Em Vinhedo, inaugurou, em 2018, seu próprio museu, o Memorial de Artes Adelio Sarro, projetado por ele e onde está guardado todo seu acervo.

A exposição conta com o apoio da CPTM, EMAE, Governo do Estado de São Paulo, Sabesp, Secretarias de Infraestrutura e Meio Ambiente e de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Serviço:

Exposição O Ser Humano Sideral, por Adelio Sarro

Abertura: 16 de julho, às 11h

Visitação: Todos os dias, das 5h30 às 19h

Ciclovia Rio Pinheiros, ponto de apoio Jaguaré

*Acesso somente de bicicleta pela Vila Olímpia, Parque do Povo e Cidade Universitária.

Memorial da América Latina

Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda – Zona Oeste – São Paulo/SP – www.memorial.org.br.