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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Única no país, especialização em rock recebe inscrições até o fim de abril

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ana Grave/Unsplash.

Pioneira e única em Pós-graduação em Rock, a Faculdade Santa Marcelina tem inscrições até o final de abril. Voltado para músicos, historiadores e graduados em outras áreas que gostam do gênero, o curso permite a imersão em pesquisas acadêmicas de universidades internacionais, que já lecionam o tema há duas décadas. Os alunos contarão com especialistas, mestres e doutores presentes no mercado da música de maneira distinta, como André Martins, Heraldo Paarmann, Rodrigo Bragança, Walter Nery e outros.

“Além do conhecimento gerado, a especialização no Rock é uma oportunidade para que o aluno formado atue em diversas frentes no mercado. A pós-graduação gera conhecimento para o músico solo, de banda ou de estúdio, produtor musical, artístico ou executivo, como professor particular, de cursos livres, técnicos, graduações e pós-graduações, como crítico musical e também para quem busca a carreira acadêmica”, afirma Ciro Visconti, coordenador da Pós-graduação em Rock: Teoria, História e Prática na Faculdade Santa Marcelina.

Com inscrições abertas, as aulas são divididas em seis modalidades: performance, composição, produção (musical, artística e/ou executiva), história e pesquisa e outras ciências sociais. Inscrições abertas – os candidatos devem enviar o currículo profissional para agendar uma entrevista com o docente responsável por meio do e-mail pg.rock@santamarcelina.edu.br.

Para mais informações, acesse o site.

Dias e horário de aulas: Terças e quintas-feiras das 19h às 22h30

Modalidade: On-line

Duração do curso: 18 meses

Mais informações: www.fasm.edu.br.

(Fonte: Press Voice)

Miguel Chikaoka ministra oficina online gratuita de fotografia

Roraima, por Kleber Patricio

Foto: Alif Ngoylung/Unsplash.

Brincando com a Luz é o nome da oficina gratuita que o fotógrafo Miguel Chikaoka vai ministrar dia 4 de maio, a partir das 15 horas (horário de Brasília), durante o Encontro Regional Norte da Rede Arte na Escola (artenaescola.org.br/rede), articulada pelo Instituto Arte na Escola. A oficina será transmitida pelo canal  do Instituto no YouTube (www.youtube.com/institutoartenaescola) e é um dos eventos que marcam a programação do Encontro, entre 3 e 5 de maio.

O Encontro da região Norte de 2021 terá como tema central Tramas do contemporâneo na arte da região Norte: pandemia, fraturas e subjetividades, dando enfoque para o aspecto vertiginoso do Contemporâneo na Arte Nortista, e será sediada pela Universidade Federal de Roraima (UFRR).

Miguel Chikaoka é um fotógrafo renomado da região Norte do país. Fundou a Associação Fotoativa e a Agência Kamara Kó. Seu processo de trabalho é pautado em abordagens que buscam tensionar experiências com a luz para além das fronteiras da fotografia. Em 2012, recebeu o Prêmio Brasil de Fotografia e, em 2015, o Prêmio Marcantonio Vilaça/MinC/Funarte.

O fotógrafo Miguel Chikaoka. Crédito da foto: Ale Ruaro.

A Rede Arte na Escola ativa o circuito da arte-educação no Brasil há mais de 30 anos, conectando arte-educadores, artistas e interessados no ensino da arte e da cultura brasileira. Hoje são 33 polos conveniados, localizados em instituições parceiras de 33 cidades e 17 Estados do país. Cada polo desenvolve uma série de ações de formação para educadores levando em consideração as características regionais do local em que está situado. A cada dois anos, os polos se reúnem nos Encontros Regionais da Rede Arte na Escola, para socialização de práticas e reflexões acerca das demandas e urgências no ensino de Arte no país. Os Encontros Regionais valorizam a diversidade cultural das diferentes regiões do Brasil e a forma como esta repercute em contextos educativos.

O Encontro da região Norte marca o início de uma série de outros encontros regionais da Rede Arte na Escola. Entre 26 e 28 de maio é a vez da região Sul. Depois, acontecem os encontros da região Nordeste (de 2 a 4 de junho) e das regiões Sudeste e Centro-Oeste (de 23 a 25 de junho). Todos serão realizados a distância e terão alguns eventos abertos ao público em geral.

Serviço:

Oficina online e gratuita Brincando com a Luz, com Miguel Chikaoka

Quando: 4 de maio, a partir das 15 horas (horário de Brasília)

Onde: canal do YouTube do Instituto Arte na Escola (www.youtube.com/institutoartenaescola)

Inscrições: www.bit.ly/EncontroNorte.

Museu do Ipiranga disponibiliza todos os episódios da série “Encontro com Acervos” no YouTube

São Paulo, por Kleber Patricio

Print do terceiro episódio da série Encontro com Acervos. Foto: Museu do Ipiranga/divulgação.

A cada dia mais perto de sua reabertura, o Museu do Ipiranga traz um prenúncio do que o público irá encontrar em 2022 com a série audiovisual Encontro com Acervos. Realizados durante a pandemia, os vídeos trazem alguns objetos que estarão em destaque nas novas exposições. Por meio de entrevistas com historiadores, além de recursos gráficos, fotos e documentos de arquivo, a obra apresenta de forma lúdica e didática peças que falam de diferentes contextos históricos do Brasil. Complementando o conteúdo, os vídeos trazem informações sobre as obras de reforma e ampliação do prédio histórico.

No primeiro episódio, o historiador José Rogério Beier apresenta “o computador compacto mais antigo do mundo”: o astrolábio. Este exemplar de bronze, pertencente ao século 19, reunia funções como precisar a localização geográfica a partir das estrelas, definir a hora e intervalos de tempo, bem como medidas, tanto para alturas quanto profundidades. Em 2022, o astrolábio será exibido na exposição Territórios em Disputa, com uma cópia em resina disponível para manuseio do público, contribuindo para a acessibilidade da mostra. Assista aqui.

A série é composta por mais três episódios, que foram lançados semanalmente. Na sequência, a historiadora Maria Eugênia Ferreira Gomes fala sobre uma chocadeira movida a querosene, de 1923, e o que ela traz de informação sobre os interiores domésticos deste período. No terceiro episódio, diferentes peças de louça da primeira metade do século 20 e um pouco da história desta indústria no Brasil são apresentados pelo historiador José Hermes Martins Pereira. E, por fim, o público conhece uma moldura em madeira de 1904, usada no retrato fotográfico em tamanho natural de Santos Dumont para a Exposição Universal em St. Louis, Missouri, nos Estados Unidos. No episódio que encerra a série, o historiador Rogério Ricciluca Matiello Félix revela o que o objeto nos diz tanto sobre a história de vida do inventor quanto sobre a política externa do país na época.

Criada em 2017, a série de palestras Encontro com Acervos acontecia mensalmente no auditório do Museu e apresentava as diferentes linhas de pesquisas realizadas no acervo do Museu do Ipiranga. Com um público assíduo e transmissão via USP TV, os encontros presenciais ampliavam o conhecimento sobre os acervos, contribuindo para a disseminação da produção acadêmica da instituição. Agora, em sua primeira versão digital, a série tem produção da AWA Criativa e pós-produção da Criollo Filmes.

Série Encontro com Acervos

Episódio 1: Astrolábio – com José Rogério Beier

Episódio 2: Chocadeira – com Maria Eugênia Ferreira Gomes

Episódio 3: Louças – com José Hermes Martins Pereira

Episódio 4: Moldura – com Rogério Ricciluca Matiello Félix.

Museu do Ipiranga – USP | Fechado desde 2013, o Museu do Ipiranga é sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo e seguiu em atividade com eventos, cursos, palestras e oficinas em diversos espaços da cidade. As obras de restauro, ampliação e modernização do Museu são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. A gestão do Projeto Novo Museu do Ipiranga é feita de forma compartilhada pelo Comitê Gestor Museu do Ipiranga 2022, pela direção do Museu Paulista e pela Fundação de Apoio à USP (FUSP). As obras se iniciaram em outubro de 2019 e a expectativa é de que o museu seja reaberto em setembro de 2022 para a celebração do bicentenário da Independência do Brasil. Para mais informações sobre o restauro, acesse o site museudoipiranga2022.org.br.

O edifício, tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade.

As obras do Novo Museu do Ipiranga são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. Patrocinadores e parceiros: BNDES, Fundação Banco do Brasil, Vale, Bradesco, Caterpillar, Comgás, CSN – Companhia Siderúrgica Nacional, EDP, EMS, Itaú, Sabesp, Banco Safra, Honda, Postos Ipiranga, Pinheiro Neto Advogados, Atlas Schindler e Novalis.

Theatro Municipal de São Paulo abre série de concertos digitais com obras de Beethoven e Piazzolla

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Rafael Salvador.

O Theatro Municipal de São Paulo oferece nas próximas semanas de abril e maio intensa agenda de espetáculos na internet. De concertos da Orquestra Sinfônica Municipal e do Quarteto de Cordas da Cidade a recitais do Coral Paulistano e do Coro Lírico e até mesmo documentários. Tudo de graça no YouTube do Theatro Municipal. Todos os espetáculos contam com recursos de acessibilidade.

A maratona Beethoven com a OSM apresenta nesta segunda-feira (26/4), às 20h, o Concerto para piano nº 5 “Imperador” e na terça-feira (27/4), no mesmo horário, é a vez do Quarteto de Cordas da Cidade interpretar o Quarteto opus 135.

Na quarta-feira (28/4), tem mais Orquestra Sinfônica Municipal e, desta vez, em homenagem ao centenário de nascimento do compositor argentino Astor Piazzolla (1921-1992), tido como um dos grandes nomes do tango da segunda metade do século 20. Neste dia, são dois programas: às 20h, a OSM toca o clássico Libertango, obra conhecida por aproximar o tango à música erudita e, às 20h30, tem o concerto para bandoneón Aconcágua. Os concertos contam com a participação da argentina Milagros Caliva no bandoneón.

Todos os concertos possuem recursos de acessibilidade e serão exibidos no canal do Theatro Municipal no YouTube. E o conteúdo fica disponível para acesso posterior, a qualquer hora, sem necessidade de agendamento ou cadastro prévio.

Confira a programação completa:

Maratona Beethoven

26/4, segunda-feira

20h: OSM apresenta Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 5 “Imperador”

21h: OSM apresenta Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 5

27/4, terça-feira

20h: Quarteto da Cidade apresenta Ludwig van Beethoven – Quarteto opus 135

100 anos de Piazzolla

28/4, quarta-feira

20h: OSM apresenta Astor Piazzolla – Libertango

20h30: OSM apresenta Astor Piazzolla – Aconcáguaconcerto para bandoneón 1º movimento

Sobre o Teatro Municipal de São Paulo | O edifício do Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento cultural localizado na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular e outras linguagens do corpo, dentre outras). Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado.

O Patrimônio Theatro Municipal de São Paulo tem implantação retangular, sendo as medidas aproximadas de 92 metros (fachadas leste e oeste), e 42 metros (fachadas norte e sul). Divide-se basicamente em três corpos com funções distintas: o corpo da fachada – vestíbulo, a escada nobre, salão, portaria, restaurante e dependências da administração; a parte central – sala de espetáculo com seus corredores e galerias e o corpo posterior – palco e suas galerias laterais, camarins e salas de artistas. Composto de nove pavimentos, sendo um subterrâneo, sete correspondendo aos planos e ordens da ala de espetáculo e/ou administração, e o pavimento referente a cúpula central. Tem área total construída de aproximadamente 17.000 m².

Ciclo de Cinema e Psicanálise debate o longa “Pieces of a Woman”

São Paulo, por Kleber Patricio

Cena do filme ‘Pieces of a Woman’. Foto: divulgação.

A cada quinze dias, o Ciclo de Cinema e Psicanálise (programa realizado pelo MIS, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Folha de S. Paulo e a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo – Sbpsp) traz debate virtual sobre um filme mediado por Luciana Saddi, coordenadora de Cinema e Psicanálise da Diretoria de Cultura da Sbpsp. Em seguida, o público pode participar com perguntas no chat da transmissão ao vivo, integrando novas perspectivas sobre a obra discutida.

No dia 27 de abril, o programa discute o filme Pieces of a Woman (dir. Kornél Mundruczó, EUA, 2020, 128 min, 16 anos, disponível na Netflix), que acompanha a jornada emocional de uma mãe que acaba de perder seu bebê. Produzido por Martin Scorsese, o longa estreou em 2020 no 77º Festival Internacional de Cinema de Veneza, que deu a Vanessa Kirby o prêmio de Melhor Atriz – e cuja atuação também rendeu a Kirby a indicação no Oscar 2021 de Melhor Atriz. Para o debate, a mediadora Luciana Saddi recebe as convidadas Elza Magnoler, psicanalista da Sbpsp, e as editoras do blog Morte sem Tabu, a roteirista e redatora Camila Appel e a escritora e jornalista Jéssica Moreira. A conversa acontece às 20h, ao vivo, no canal do MIS no YouTube.

O MIS agradece aos patrocinadores, apoiadores institucionais e operacionais e patronos: Youse, Kapitalo Investimentos, Cielo, TozziniFreire Advogados, Bain & Company e Telhanorte.

Sobre o filme – Pieces of Woman (disponível na Netflix) | Pieces of a Woman, de Kornél Mundruczó, narra a “saga” do casal Marta e Sean, interpretados por Vanessa Kirby e Shia LaBeouf , prestes a ter sua primeira filha – e os desdobramentos dolorosos subsequentes ao momento inicial tão investido e sonhado. O diretor nos mostra como o casal idealizou e se preparou para a chegada da pequena Ivett. Em clima de idílio amoroso, Marta e Sean parecem gloriosos e seguros. As primeiras contrações revelam a escolha pelo parto domiciliar “humanizado”. Aos poucos, à medida que surgem dificuldades como a ausência da parteira de eleição, substituída por uma enfermeira obstétrica desconhecida, e o prolongamento do trabalho de parto, a sensação inicial de plenitude vai se desfazendo. A tensão cresce de forma desesperadora e proporcional à diminuição dos intervalos entre as contrações. O que era para ser “o” momento mágico se torna um pesadelo repleto de dor física e emocional, claustrofobia, impossibilidade e angústia – sem alívio nenhum para o espectador. Sem alívio nenhum também para os personagens apavorados, exaustos de dor e impotentes.

Os 30 primeiros minutos de Pieces of a Woman podem constar de seleta lista de filmes que apresentam os 30 primeiros minutos mais terríveis e exasperantes do cinema. E, como se não bastasse tal sofrimento, ainda há pela frente inúmeras consequências dramáticas e trágicas posteriores à morte da recém-nascida.

Em pedaços, cada personagem reage à perda de forma singular. Sean procura desesperadamente anestesiar a dor, o sentimento de insuficiência e a culpa. Marta se retrai e se distancia do mundo. A perda de sentido da vida, o desinvestimento libidinal típico do luto e a raiva (voltada contra si ou contra o outro) – tão característica da melancolia – são explorados de maneira contundente e profunda pelo diretor e pela roteirista Kata Wéber. O filme também apresenta outras formas de elaboração do luto por meio, principalmente, da mãe de Marta, representada por Ellen Burstyn. E ainda trata das dificuldades dos familiares em lidar com perdas.

O trabalho dos atores é excepcional, o roteiro de Kata Wéber é bastante original e Kornél Mundruczó domina com precisão de tirar o folego a arte de narrar história épica e intima. Os personagens, heróis caídos, revelam que perdas são parte do jogo da vida, mas nem por isso estão minimamente preparados para enfrentá-las.

Em Luto e melancolia (1917), Freud explora as diferentes reações diante das perdas. Curiosa e paradoxalmente, considerou que tais diferenças de enfrentamento se dão pelas formas de ligação com os objetos de amor. As várias maneiras de ligação configuram as diversas maneiras de enfrentar perdas. Ligações narcísicas, idealizadas, em que não há distinção entre o objeto de amor e o Eu tendem à melancolia. Nesses quadros aparecem acusações incessantes de culpa e fracasso repletas de ódio a si mesmo e de dor. Já ligações em que prevalecem diferenças entre o Eu e o objeto de amor tendem ao trabalho de luto. Trabalho árduo e enlouquecedor. A tristeza pela perda e o vazio da ausência são duramente vividos. Os silêncios de Marta são indicativos do vazio e da ausência e, também, da forma como ela procura reunir seus pedaços. Não é possível voltar a ser a Marta de antes, mas é possível o resgate da hecatombe e prosseguir com remendos”, comenta Luciana Saddi.

Debatedoras:

Elza Magnoler é psicóloga formada pela PUC-SP, psicanalista membro efetivo da Sbpsp, docente do Núcleo de Psicanálise de Marília e Região da Sbpsp e do Núcleo de Psicanálise de Araçatuba (NEPA). Foi diretora regional da Sbpsp (2019/2010) e é fundadora, diretora e docente do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru. É ex-docente da Universidade do Sagrado Coração (USC Bauru), da Universidade Estadual Paulista (Unesp Bauru), da Universidade de São Paulo (USP Bauru).

Camila Appel é formada em administração de Empresas pela Eaesp-FGV e mestre em Antropologia e Desenvolvimento pela London School of Economics (LSE). É redatora do programa Conversa com Bial, da TV Globo e roteirista da série documental Em nome de Deus, do GloboPlay.

Jéssica Moreira é escritora, jornalista e cofundadora do Nós, mulheres da periferia. Moradora de Perus (SP), é uma das autoras dos livros Heroínas dessa história e Queixadas – por trás dos 7 anos de greve.

Mediação: Luciana Saddi – Coordenadora de Cinema e Psicanálise da Diretoria de Cultura e Comunidade da Sbpsp.

Serviço:

Ciclo de cinema e Psicanálise ao vivo – Pieces of a woman | #MISEMCASA

27 de abril, às 20h, no canal do Youtube do MIS e na plataforma #culturaemcasa: www.culturaemcasa.com.br

Site www.mis-sp.org.br

Redes:

Facebook: museudaimagemedosom

Twitter: @mis_sp

Instagram: @mis_sp

youtube.com/missaopaulo

Museu da Imagem e do Som – MIS | Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo/SP| (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.