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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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SPCD celebra Dia Internacional da Dança

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ahmad Odeh/Unsplash.

Com o objetivo de celebrar a força e a resiliência dessa arte, a São Paulo Companhia de Dança (SPCD) convidou bailarinos de todos os cantos do país e do mundo para uma maratona que ocupará o canal da Companhia no YouTube (youtube.com/AudiovisualSPCD) durante as 24 horas do próximo Dia Internacional da Dança, comemorado em 29 de abril.

A programação se completa com a estreia de Madrugada, criação inédita de Antonio Gomes para a Companhia. A obra será apresentada ao vivo, diretamente do palco do Theatro São Pedro, sem público presencial, em transmissão gratuita às 18 horas no canais do TSP no YouTube (youtube.com/TheatroSãoPedroTSP).

Para a ação do Dia da Dança, mais de 800 pessoas de todas as cinco regiões do país e de 15 países como Alemanha, Vietnã, Suíça e Japão se uniram aos bailarinos da São Paulo. Estudantes, amantes da dança e companhias profissionais responderam a um convite aberto da SPCD e enviaram vídeos com performances nos mais diferentes estilos em cenários que vão desde a caixa preta do teatro ao ambiente doméstico, passando por estúdios, praças, parques e outros espaços urbanos. Quasar Cia de Dança, Focus Cia de Dança, Cia de Danças de Diadema, Phalibis Cia Jovem, Mimulus Cia de Dança, Intuição Cia de Dança, Sopro Cia de Dança, Grupo Raça, Cia de Frevo do Recife, Grupo Primeiro Ato, Grupo Tablado e Cia Alpha Dance são alguns dos grupos presentes na ação.

Todo o material recebido foi editado pela equipe da Companhia com uma trilha sonora original de curadoria do compositor André Mehmari que ressalta as diversas plasticidades das coreografias em um diálogo entre essas duas artes a partir das conexões de quem vê. O resultado é um espetáculo de 8 horas de duração que atesta a diversidade e a potência da dança em qualquer vertente, seja ela balé clássico, dança contemporânea, flamenco, dança do ventre, jazz ou danças populares, entre outras.

Durante o dia 29 de abril, essa maratona será transmitida três vezes, com exibições começando à 00h01, às 8h01 e às 16h01 (horário de Brasília). A qualquer hora do dia, sempre que acessar o canal da SPCD no YouTube, o público poderá entrar em contato com uma performance diferente independentemente do fuso horário em que estiver e fazer parte de uma conexão global para celebrar o poder transformador da dança.

Espetáculos virtuais | Neste mesmo dia, às 18h, será também possível conhecer a mais recente criação da São Paulo Companhia de Dança. Madrugada é inspirada pelas Valsas de Esquina de Francisco Mignone (1897-1986), compositor paulista que incorporou elementos da cultura popular brasileira à música erudita. Para o balé, as 12 valsas – compostas originalmente para piano entre 1938 e 1943 – ganharam um arranjo orquestral inédito de Rubens Ricciardi, que também estreia com a interpretação ao vivo da Orquestra do Theatro São Pedro sob a regência do maestro Cláudio Cruz. “O destaque é a estreia desse arranjo que traz a ambiência da música do início do século XX e que desperta um imaginário urbano das serestas, choros e valsas das esquinas brasileiras, com uma coreografia inédita apresentada pela São Paulo Companhia de Dança”, destaca o maestro Cláudio Cruz.

Na obra, o coreógrafo Antonio Gomes evoca o espírito da época em que as partituras foram escritas para propor um baile atemporal, no qual ingenuidade e nostalgia se encontram com jovialidade e romantismo. Cinco casais se revezam em cena, trazendo para o palco o clima efêmero e singelo das serenatas à luz do luar, ressaltado pelos figurinos de Fábio Namatame e a iluminação de Wagner Freire. Madrugada não tem uma história: cada valsa é um universo e elas estão ligadas entre si. São músicas de caráter muito popular e misturo um pouco disso com uma visão mais clássica e outra mais contemporânea, além de alguns elementos teatrais. É uma obra leve, em estado de suspensão, mas que, assim como a música de Mignone, tem sua profundidade”, afirma o coreógrafo paulista, que iniciou sua carreira no fim dos anos 1970, no Balé da Cidade de São Paulo, e se radicou na Suíça, a partir dos anos 1980, a convite de Oscar Araiz, então diretor do Ballet du Grand Théâtre de Genève.

Desenvolvido entre janeiro e fevereiro, Madrugada é o primeiro trabalho de Gomes para a SPCD e o terceiro criado por ele para uma companhia brasileira após consolidar-se no exterior, onde já produziu encomendas para os Balés de Hannover, Berlim e Mannheim, entre outros. Uma particularidade da nova obra é que a coreografia foi desenvolvida de forma modular; ou seja, as cenas correspondentes a cada valsa podem ser rearranjadas de formas distintas nas apresentações, produzindo novas relações e renovando os sentidos da peça a cada noite.

Diferentes configurações serão transmitidas ao vivo nos dias 30, às 18h, e 1º e 2 de maio, às 17h, direto do palco do Theatro São Pedro, em um programa que abre com o Grand Pas de Deux de Dom Quixote em versão de Duda Braz a partir da obra de Marius Petipa (1818-1910) e que conta ainda com execução da peça orquestral Quarteto nº 1, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), pela Orquestra do Theatro São Pedro sob a regência do maestro Cláudio Cruz. As apresentações dos dias 29/4 e 1º/5 serão transmitidas no canal do Theatro São Pedro (youtube.com/TheatroSãoPedroTSP). Já as apresentações dos dias 30/4 e 2/5 poderão ser assistidas no canal da SPCD (youtube.com/AudiovisualSPCD). Nos dias 1º e 2/5, o público encontra nos respectivos canais opção de faixa com audiodescrição voltada a pessoas com deficiência visual.

“No Dia Internacional da Dança, queremos mostrar a beleza e a vibração dessa arte que nos move e sua capacidade de se adaptar a qualquer contexto. Agradeço a todos que aceitaram partilhar seus momentos de criatividade, afeto e paixão por meio dos vídeos enviados para esta grande comemoração, que terá ainda a estreia de Madrugada em uma temporada digital realizada com todos os cuidados para garantir a segurança dos bailarinos e dos músicos. É lindo perceber como, a partir da dança, podemos estar juntos de muitas formas”, afirma Inês Bogéa, diretora artística e executiva da São Paulo Companhia de Dança.

Os espetáculos ocorrem via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Itaú, apoio de CDF e realização da Associação Pró-Dança/São Paulo Companhia de Dança, Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Secretaria Especial da Cultura (Ministério do Turismo, Governo Federal).

Mais informações sobre o Dia Internacional da Dança e as apresentações serão compartilhadas nos canais da SPCD no Facebook (@spciadedanca), Instagram (@saopaulociadedanca) e Twitter (@spciadedanca).

Serviço:

Dia Internacional da Dança com a SPCD

Data: 29 de abril de 2021

Horário: Exibições à 0h01, 8h01 e 16h01

Valor: Gratuito

Onde: Transmissão no canal da SPCD no YouTube (youtube.com/AudiovisualSPCD).

Planta aquática que reduz flúor da água se torna forte candidata em tratamentos de descontaminação

Minas Gerais, por Kleber Patricio

Foto: Wikipedia.

Pesquisadores das universidades federais de Viçosa e Ouro Preto, em Minas Gerais, encontraram uma forma alternativa para o tratamento de águas de uso doméstico que estejam contaminadas com o fluoreto, que é a forma iônica do flúor. Em experimento com a espécie Landoltia punctata, também conhecida como lentilha-d’água, foi possível remover até 21% de flúor da água. A previsão de remoções do fluoreto com esse tratamento pode chegar a 30%, segundo as modelagens matemáticas feitas pela equipe do estudo. Artigo publicado na última edição da Revista Engenharia Agrícola traz esses detalhes.

Em concentrações reduzidas, o flúor adicionado a águas de uso doméstico ajuda na prevenção de cáries e na mineralização normal dos ossos e do esmalte dentário. Contudo, quando em excesso, a mesma substância pode provocar fluorose dentária, doença que afeta dentes em formação com o surgimento de manchas e até o surgimento de doenças cancerígenas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 260 milhões de pessoas no mundo estejam expostas a concentrações de flúor em águas de uso doméstico maiores do que o valor recomendado pela agência, de 1,5 mg por litro. Só no Brasil foram encontradas amostras bem acima das recomendadas pelos padrões científicos nas redes de distribuição residenciais, de acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde (2015).

O uso de plantas aquáticas como agentes de purificação não é novo e tem surgido como uma alternativa mais econômica e sustentável para o tratamento de contaminantes em águas. Ele pode substituir formas tradicionais de tratar a água com fluoreto, como adsorção, precipitação e eletrodiálise, que exigem altos custos e produzem um resíduo de difícil descarte.

O pesquisador Alisson Borges, um dos autores deste estudo, explica que muitas plantas têm a capacidade de absorver contaminantes dos meios onde elas estão. Nos próprios testes com fluoreto algumas espécies aquáticas já foram estudadas, com a Hydrilla verticillata e a Pistia stratiotes, popularmente conhecida como alface d´água. Contudo, essas plantas apresentavam uma taxa variável de tempo de resposta entre seu contato com a solução com flúor e a descontaminação em si.

O processo de descontaminação com a lentilha-d’água, por outro lado, parece ser mais acelerado. “A lentilha-d’água apresenta uma rápida taxa de crescimento e desenvolvimento, mesmo em efluentes tratados e, portanto, ela era uma forte candidata para o processo de fitorremediação”, comenta Borges.

Para chegar a essa constatação, os pesquisadores realizaram um experimento expondo plantas da espécie a uma concentração de flúor de 5 mg por litro durante dez dias. No final do período, eles realizaram análises da quantidade de fluoreto, nitrato e fosfato na água para avaliar o efeito da planta no pH do meio e no grau de nutrientes. “A espécie alcançou uma eficiência na remoção de flúor e aumentou sua massa úmida”, comenta o pesquisador.

Os pesquisadores ainda não encontraram estudos que utilizassem essa espécie de planta aquática para a descontaminação de fluoreto em água, embora ela esteja sendo testada para remoção de outros contaminantes. Borges afirma que outros estudos precisarão ser feitos para entender as variáveis que determinam os graus de absorção de flúor pela planta. “Precisamos avaliar, por exemplo, se essa espécie tolera grandes quantidades de fluoreto, sem qualquer prejuízo”, finaliza.

Ilan Brenman é o 2º autor brasileiro mais vendido na China nos últimos 5 anos

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação/Editora Moderna.

O mercado chinês é um sonho para qualquer setor de produção. O país mais populoso do mundo representa grandes oportunidades de reconhecimento e vendas a níveis sempre inflados. Para escritores, emplacar entre os mais vendidos no país é uma vitória e tanto, pois significa impactar milhões de leitores e levar a cultura brasileira para uma das principais economias globais. Destaque que o autor brasileiro infantil Ilan Brenman já conquistou: é o 2º escritor brasileiro mais vendido na China nos últimos 5 anos, segundo levantamento do OpenBook, uma consultoria de Pequim especializada no mercado editorial chinês.

Numa lista fornecida pela OpenBook dos brasileiros mais vendidos na China desde 2015, Ilan Brenman foi o segundo melhor colocado, com três títulos – o brasileiro mais vendido entre todos é o autor Paulo Coelho, com oito obras. Entre os autores infantis, Ilan é o melhor colocado. “É uma honra figurar numa lista de best-sellers na China, um dos maiores mercados editorais do mundo. A exemplo da comercialização de meus livros em outros países da Europa e da América Latina, fico feliz em poder conectar crianças e pais por meio da minha obra em diferentes culturas. Isso mostra o quanto a literatura infantil é universal”, comenta Brenman sobre o resultado.

As obras do autor disponíveis na China (Papai é meu!, Pai, todos os animais soltam pum?) fazem parte do catálogo da Editora Moderna, da qual Ilan Brenman é autor exclusivo. Pai, todos os animais soltam pum? foi relançado no Brasil pela editora em 2020. A previsão é que mais três obras do autor (Mãe-Alto Falante, Famílias e Você não vem brincar?), também já disponíveis no Brasil pela Moderna, desembarquem na China ainda esse ano.

Livro “Papai é Meu!” – obras do autor disponíveis na China fazem parte do catálogo da Editora Moderna, da qual Ilan Brenman é autor exclusivo. 

Sobre a Editora Moderna | A Moderna atua há mais de 50 anos com o compromisso de educar para um mundo em constante movimento, compreendendo cada ecossistema formativo para ajudar a construir projetos de vida alinhados às expectativas de cada indivíduo. Com uma equipe de autores e especialistas que conhecem as necessidades do brasileiro e das instituições de ensino públicas e privadas, a Moderna investe em pesquisas, inovações e novas metodologias para criar e elaborar conteúdos didáticos, literários e projetos educacionais efetivos. Assim, ao lado de escolas e famílias, desenvolve habilidades, competências e valores para os desafios pessoais e profissionais que estão por vir.

Desde 2001 como parte da Santillana, grupo editorial e de educação presente em 22 países, a Moderna contribui com projetos sociais de fomento à educação e à cultura, em parceria com a Fundação Santillana e outras entidades do setor. Também apoia a formação de professores e gestores com a realização de cursos, oficinas e seminários gratuitos e a disponibilização de obras de referência para fomentar reflexões e políticas públicas em prol da melhoria da qualidade do ensino.

Campanha de financiamento coletivo busca comprar cestas básicas para catadores

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Pimp My Carroça.

Passado mais de um ano do início da pandemia, mais de 19 milhões brasileiros estão passando fome. Muitos deles são profissionais da reciclagem, trabalhadores que viram sua principal fonte de renda diminuir drasticamente: as ruas estão com menos materiais recicláveis e mais “concorrência”, já que, com o aumento do desemprego, também aumenta a quantidade de catadores nas ruas. Com isso, o Pimp My Carroça, ONG que luta desde 2012 pelo reconhecimento social e econômico desses profissionais, está lançando a campanha Cestas Básicas Pros Catadores.

A nova iniciativa tem como objetivo arrecadar R$500 mil, que serão distribuídos no formato de cestas básicas eletrônicas para os 5 mil catadores de todo o Brasil cadastrados no Cataki, app criado pela ONG para que geradores de resíduos possam encontrar catadores pra realizarem a coleta de seus resíduos. Esse é a segunda grande campanha de financiamento coletivo lançada pelo Pimp My Carroça durante a pandemia: a primeira, chamada Renda Mínima Pros Catadores, arrecadou mais de R$1,5 milhão, distribuídos entre mais de 2.100 profissionais da reciclagem – a iniciativa foi uma das vencedoras do Prêmio Empreendedor Social do Ano 2020, entregue pelo jornal Folha de S. Paulo.

Este QR Code pode ser usado pra realizar doações diretamente via PicPay.

“Mais de um ano depois do início da pandemia, as coisas só pioraram. Tem catador vendendo a carroça pra poder sobreviver. Tem catador cozinhando com lenha por conta do preço do gás. Isso sem contar os que estão passando fome”, afirma Mundano, artivista e fundador do Pimp My Carroça. “A cesta básica eletrônica foi o formato escolhido por permitir que o catador gaste os R$100 do cartão no mercado comprando aquilo que quiser ou precisar”, explica.

O site doecestas.com foi criado pra centralizar as doações de pessoas físicas. Clique aqui pra fazer sua doação e conferir a evolução do nosso cestômetro. O e-mail doacoes@pimpmycarroca.com pode ser usado pra empresas e organizações que querem entrar em contato pra fazer doações em maior escala.

Assista o vídeo de divulgação da campanha Cestas Básicas Pros Catadores.

Sobre o Pimp My Carroça | É um movimento que atua desde 2012 para tirar os catadores de materiais recicláveis da invisibilidade e aumentar sua renda por meio da arte, sensibilização, tecnologia e participação coletiva. Desde o seu início, mais de 2.000 catadores/as foram atendidos, mobilizando cerca de 1.200 grafiteiro(as) e aproximadamente de 2.500 voluntário(as) – além de 25 cooperativas de catadores que receberam mutirões de pintura. As ações do projeto foram replicadas em cerca de 50 cidades de 15 países diferentes, como Colômbia, Argentina, EUA e Marrocos.

Em 2017, o Pimp My Carroça lançou o premiado app Cataki. O aplicativo é gratuito e aproxima o gerador de resíduo ao catador que vai dar a destinação correta a esse material. O objetivo da plataforma é utilizar a tecnologia para aumentar a renda dos catadores e ampliar os índices de reciclagem no Brasil.

Que tal vender as roupas que estão paradas no seu guarda-roupa?

Curitiba, por Kleber Patricio

A pedagoga Tábita Volcov, que utiliza a plataforma da TROC para vender as peças do seu guarda-roupa que estão sem uso. Foto: divulgação.

Mais de um ano sem usar, está na hora de fazer circular – essa é a máxima da CEO da TROC, Luanna Toniolo, que está à procura de novas vendedoras para incrementar o acervo de mais de 40 mil peças da plataforma de vendas online de roupas, sapatos, bolsas e acessórios de segunda mão. Com cada vez mais pessoas aderindo à moda circular por ser uma alternativa de consumo consciente e economicamente vantajosa, o mercado aqueceu e as vendas cresceram. “Sabemos que só 30% dos guarda-roupas são efetivamente usados. Os outros 70% que estão parados são matéria-prima para nós da TROC. Aqui, mais de 60% das peças enviadas são vendidas em até 30 dias após serem anunciadas no site. Vender essas peças vai aumentar seu ciclo de vida, fazendo valer a produção. É uma forma de ser mais sustentável, além de rentável”, revela Luanna.

Para vender as peças na TROC é muito simples, já que a plataforma cuida de todo o processo desde a análise, fotografia, precificação e ativação, além de criar diversas ações e campanhas para que as peças vendam de forma mais acelerada. E para facilitar para quem mora em Curitiba ou São Paulo, a TROC retira as peças no local indicado sem nenhum custo. Já para as outras regiões do país, é possível enviar por correio, também de forma gratuita – tudo muito ágil, feito de forma online e com todas as condições bem claras no https://troc.com.br/quero-vender.

Com a mudança cultural que vem acontecendo nesse nicho, é possível perceber que, hoje, quem compra uma peça de segunda mão não está apenas em busca de peças vintages ou datadas. As coleções que foram lançadas nos últimos cinco anos são as mais procuradas. Também existem algumas preferências com relação às marcas que são vendidas com maior velocidade. Entre as queridinhas das compradoras da TROC, estão Animale, Arezzo, Balenciaga, Bobô, Carter’s, Farm, Gucci, Le Lis Blanc, Louis Vuitton, Mixed, Schutz e Zara.

Luanna Toniolo é CEO da TROC e está a procura de pessoas que queiram fazer a moda circular e ganhar um dinheiro extra. Foto: Giorgio Bastos.

Já entre as pessoas que enviam suas peças, dar uma destinação correta para o que não tem mais uso dentro do guarda-roupa e ter um ganho extra é uma grande motivação.  Este é o caso da pedagoga Tábita Volcov, que utiliza a plataforma da TROC há cerca de um ano e meio. Ela conta que ficou surpresa quando soube que para fabricar uma calça jeans eram consumidos de 5 a 10 mil litros de água e que essa quantidade era suficiente para manter cerca de duas pessoas por mais de um mês – um custo muito alto para o meio ambiente. Começou a pesquisar e descobriu que vender e comprar de segunda mão era uma forma de consumir moda de forma mais consciente. Ela envia suas peças para vender e também compra na plataforma. “É muito legal saber que minhas roupas vão para outras pessoas; todos saem ganhando e fazemos algo importante para o meio ambiente”, conta Tábita.

Hoje, a TROC já tem milhares de vendedoras, entre elas muitas influencers que também estão fazendo a moda circular, como Rayza Nicácio e Bella Falconi. Os looks que elas desfilam nas redes sociais e vão para suas lojinhas somem em instantes. Muitas personalidades também procuram a TROC para realizar bazar beneficente por meio da plataforma, principalmente agora na pandemia. Nesses casos, a TROC incentiva a iniciativa revertendo seu lucro em prol das entidades indicadas pelas influencers.

Para Luanna, um dos pontos mais motivadores de todo esse processo é poder mensurar os benefícios para o meio ambiente e saber que a atitude individual das pessoas pode sim fazer a diferença. Em quatro anos, a TROC proporcionou a economia de mais de 475 milhões de litros de água, evitou que 616 toneladas de CO2 fossem jogados na atmosfera e que mais de 88 toneladas de roupas fossem depositadas em aterros sanitários no Brasil.

Serviço:

troc.com.br

@trocreal

contato@troc.com.br

SAC: (41) 99838-7794

Sobre a TROC | A TROC é o maior brechó online do Brasil e faz parte, desde novembro de 2020, do grupo Arezzo&Co, que reúne marcas como Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Fiever, Alme, Vans, Reserva, Reserva Mini, Oficina Reserva, Reserva Go, Eva e Ink. A plataforma de moda circular conecta pessoas que querem comprar e vender roupas, bolsas, sapatos e acessórios usados das melhores marcas e em perfeito estado. O grande diferencial da startup é a curadoria feita sobre os produtos e o volume de seu acervo qualificado, que conta com mais 40 peças. As opções variam para todos os gostos e bolsos, com opções desde fast fashion, premium e luxo. A TROC tem como CEO a advogada Luanna Toniolo, que, em 2017, fundou a startup após cursar Gestão em Marketing em Harvard. Hoje, a plataforma também oferta o serviço de logística reversa para marcas do mercado da moda brasileiro.