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Galeria Lume apresenta mostras individuais de Francisco Nuk e Caio Rosa

São Paulo, por Kleber Patricio

Francisco Nuk. Foto: Gustavo Andrade.

Com a proposta de expandir seu espaço físico e propor uma diversidade de visões e temáticas, a Galeria Lume inaugura, no dia 16 de outubro, duas mostras individuais e inéditas dos artistas Caio Rosa e Francisco Nuk. No espaço expositivo principal da Galeria, a mostra Fio: Gaveta de si, ofício de ser, de Francisco Nuk, apresenta obras que refletem sobre a utilidade e a essência dos mobiliários em sua intima relação com seu entorno. O Anexo Lume, no mesmo endereço, recebe a série Visões do Luvemba, do artista convidado Caio Rosa.

Fio: Gaveta de si, ofício de ser | Na exposição, a função do mobiliário dentro de um espaço e a relação dele com o indivíduo são evidenciadas em uma série de obras de grandes dimensões e em formatos distintos, como esculturas, cristaleiras, armário e uma instalação de gavetas. “Quando eu quis tirar a utilidade de um objeto, buscando o inútil, percebia que a utilidade ia se moldando. O inútil nunca acontecia de fato”, explica Francisco Nuk.

A principal obra da mostra, uma instalação composta por 150 gavetas penduradas e orientadas por um fio questiona qual a utilidade da gaveta ao retirá-la de dentro de um armário. “A ideia é subverter o objeto, dando personalidade a ele, ao mesmo tempo em que ele não perde a sua aparência física”, pontua o artista.

“Fio: Gaveta de si, ofício de ser”, 2021, Francisco Nuk. Foto: Júlia Amaral.

Segundo o curador da mostra, Paulo Kassab, “Francisco trata os objetos como se fossem seres vivos pertencentes ao espaço, não só como utilitários. Na instalação, ele desloca a gaveta para fora de um espaço comum, o que aparenta perder sua função, mas ressalta toda aquela aura de magia e segredo que ela possui”.

Francisco cresceu no meio artístico e desde criança foi estimulado a estudar diferentes tipos de ofício. Quando adolescente, se interessou pela marcenaria e passou a mergulhar nos estudos e práticas de diferentes técnicas utilizando a madeira. Desde então, desenvolve seus trabalhos feitos manualmente.

Uma de suas esculturas carrega uma tora de madeira bruta presa na base de um armário, evidenciando a questão do ofício e da origem. “Por mais que eu seja artista visual, antes de tudo eu sou marceneiro. Todo o processo de produção me interessa, desde a escolha da técnica para manipular a madeira, o ato de lixar, até a finalização. Todas as possibilidades que o ofício me propõe me trazem mais incentivo para criar”, comenta Nuk.

“Visões do Luvemba”, 2021, Caio Rosa.

Visões do Luvemba | A mostra individual Visões do Luvemba, do artista Caio Rosa, traz ao anexo da Lume fotografias e máscaras de acervo que são utilizados na expressiva cultura dos Bate-bolas, grupos fantasiados que saem pelas ruas dos bairros do Rio de Janeiro batendo bolas de borracha no chão no feriado de carnaval, criados no subúrbio na década de 1930.

A exposição tem o intuito de preservar a tradição, além de investigar e conectar a origem africana das máscaras e sua simbologia. A produção artística traz uma reflexão sobre o conceito geral da Diáspora e da África contemporânea a partir da relação entre a utilização de máscaras na cultura dos Bate-bolas, e na caracterização dos povos centro-africanos, em especial os BaKongo e os Chokwe, do norte e nordeste de Angola.

O ato de se mascarar, para as culturas africanas, tem como finalidade estabelecer e transmitir sentimentos como o medo, admiração, fascínio, mistério e serve como artifício de compartilhamento de histórias ancestrais para as novas gerações.

Segundo o curador da exposição, “Caio traz luz à centenária tradição dos bate-bolas no Rio de Janeiro e vai além – ele reescreve a origem cultural destes desfiles relacionando as máscaras utilizadas tradicionalmente com o legado da cultura de máscaras no povo centro-africano”.

“Visões do Luvemba”, 2021, Caio Rosa.

A série Visões de Luvemba, além de máscaras e fotografias, se desdobra em algumas peças de joias e esculturas. A mostra é uma forma de dar visibilidade e de trazer para o debate artístico as simbologias de cada objeto, aproximando-as de suas referências africanas originais, além de incluir os Bate-bolas como uma potência cultural que ultrapassa as limitadas fronteiras dos bairros suburbanos do Rio de Janeiro, se tornando uma das manifestações mais importantes do sul global.

O termo Luvemba representa a terceira fase ou hora do cosmograma Bakongo, uma espécie de cabala da cosmovisão dos povos centro-africanos que flagra a queda do mundo do intangível (KuMpemba) e representa, para alguns, a morte simbólica dos seres viventes.

Sobre Caio Rosa | Caio Rosa é fotógrafo, pesquisador e diretor em projetos multimídia, baseado no Rio de Janeiro. Com passagem pelo Dep. de História da PUC-Rio, sua pesquisa tem como característica o estudo do corpo e vivência jovem, criando pontes possíveis entre a África e a Diáspora contemporânea.

Em sua trajetória, teve seu trabalho publicado em revistas como Nataal, Ocyano, Elle Brasil; recentemente foi convidado pela Aperture Foundation para compor a exposição coletiva The New Black Vanguard, curada por Antwan Sargent no festival Rencontre D’Arles, na França. Pela pesquisa musical, é atualmente artista residente na rádio NTS Rádio (Londres) com o programa Rio Doce.

Sobre Francisco Nuk | Francisco cresceu no meio artístico e desde sua infância foi introduzido e estimulado a estudar diferentes manifestações artísticas, desde o Barroco, característico de sua região de origem, ao contemporâneo, expressão produzida pelos pais.

Na adolescência, teve seus primeiros contatos com a marcenaria fina, fazendo cursos do ofício. Passou o começo de sua fase adulta viajando e estudando o mesmo ofício, fazendo extensos estudos sobre o material e técnicas aplicadas.

De volta ao Brasil, trabalhou no ateliê de seu pai produzindo suas obras e estruturando o seu próprio espaço de trabalho. Durante o período foi incitado à criatividade crítica e estimulado à produção de seu trabalho, que se manifesta a partir da mescla de sua origem e experiências vividas.

Serviço:

Fio: Gaveta de si, ofício de si, de Francisco Nuk e Visões do Luvemba, de Caio Rosa

Local: Galeria Lume

Abertura: 16 de outubro, sábado, das 12h às 18h

Período expositivo: 16 de outubro a 13 de novembro de 2021

Endereço: Rua Gumercindo Saraiva, 54 – Jardim Europa, São Paulo/SP

Horário: segunda a sexta-feira, das 10 às 19h e, sábado, das 11 às 15h

Informações: (11) 4883-0351 e contato@galerialume.com

https://www.instagram.com/galerialume/

https://www.facebook.com/GaleriaLume

https://galerialume.com/pt/.

(Fonte: a4&holofote comunicação)

Programação educativa de outubro do MAM SP celebra culturas da infância

São Paulo, por Kleber Patricio

StockSnap por Pixabay

Foto: StockSnap/Pixabay.

O Museu de Arte Moderna de São Paulo oferece, ao longo do mês em que é celebrado o Dia das Crianças, uma programação educativa presencial e online dedicada às culturas das infâncias, por meio de diversas práticas que mostram a importância do lúdico e do brincar.

A partir do dia 10 de outubro, o MAM Educativo promove a Semana das Culturas da Infância, voltada às famílias com crianças de todas as idades, mães, pais, avós (ôs), cuidadoras (es), educadoras (es) e professoras (es). Este ano, o evento conta com oficinas, narração de história, brincadeiras e experimentações artísticas conectadas às temáticas do modernismo e das culturas indígenas, suas vivências e ancestralidades na relação infância e comunidade.

Ao longo do mês, uma série de atividades com convidada (o)s e lives com as (os) artistas da exposição Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea segue na agenda da programação do museu, realizadas em parceria entre o MAM e a Fundação Bienal de São Paulo, com apoio da Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea. No espaço Marcenaria no MAM, acontece um encontro entre a arte indígena e a madeira como suporte, técnica e linguagem artística.

A agenda de atividades também promove encontros voltados para profissionais da educação e estudantes, principalmente da rede pública. A abordagem é sobre a cultura da infância e sua relação com o MAM, políticas afirmativas em programações culturais e bem-estar e saúde no espaço.

Mais informações e inscrições na agenda do MAM: https://mam.org.br/agenda/.

(Fonte: a4&holofote comunicação)

Simetria Restaurante promove Oktober Music Fest

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Restaurante Simetria – Royal Palm Tower Indaiatuba. Foto: Divulgação.

No dia 16 de outubro, o Royal Palm Tower Indaiatuba promove o primeiro Oktober Music Fest do Simetria, restaurante localizado dentro do hotel e comandado pelo chef André Chachá.

Além de cerveja e chopp artesanal, que não podem faltar na festa típica alemã, o cardápio especial foi desenvolvido especialmente para a ocasião, proporcionando aos clientes uma experiência gastronômica com pratos típicos.

No cardápio que celebra a culinária alemã estão Eisben – joelho de porco, um dos pratos mais famosos da Alemanha, salsichas frankfurter servida no currywurst, bulette com spatzle, schublig grelhada com salada alemã, weisswurt com panquecas de batata creme azedo e purê de maçã, mix de salsishas Vieana, oxford e cocktail servidos com chucrute e pretzels, rosti com queijo cremoso, elisen gingerbread – biscoito típico – e apfelstrudel – folhado de maçã com sorvete de creme e caramelo salgado.

Com duração de quatro horas – das 16h às 20h, o evento também contará com música ao vivo, com apresentações da One Band Man, banda de folk; e da Quatro Caras e Meio, banda de rock’n roll, que completam a experiência do evento.

No convite, oferecido por R$180,00 por pessoa, está incluso o cardápio especial, além do chope artesanal, cerveja Heineken, água com e sem gás e refrigerantes. O ponto de venda é localizado no próprio hotel, na cidade de Indaiatuba.

Reservas e vendas de convites: (19) 2117-6600 e WhatsApp 99967-2150.

(Fonte: Pipah Comunicação)

Casa Museu Ema Klabin e Osesp apresentam concertos online em outubro e novembro

São Paulo, por Kleber Patricio

Alunos da Academia da Osesp. Foto: divulgação.

Nos dias 9 de outubro e 27 de novembro de 2021, às 16h30, a Casa Museu Ema Klabin, no Jardim Europa, São Paulo, receberá concertos dos alunos da Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), que serão transmitidos ao vivo pelo seu canal do YouTube no contexto de suas #TardesMusicaisEmCasa.

“Para a Casa Museu Ema Klabin, é uma grande satisfação iniciar essa parceria com a Osesp, que reflete o empenho que Ema Klabin teve, ao longo de sua vida, na promoção da cultura e da música em nossa cidade. Nossa programação cultural se inspira nessa trajetória e a parceria permitirá reforçar a presença da música de câmara na casa museu, conjugando repertório clássico e popular, em sintonia com a diversidade que procuramos apresentar ao nosso público”, afirma Paulo de Freitas Costa, curador da Casa Museu Ema Klabin. Ainda sobre a parceria, o diretor executivo da Fundação Osesp, Marcelo Lopes, afirma: “temos a enorme satisfação de nos associarmos à Casa Museu Ema Klabin na nossa missão conjunta de difundir, preservar e fomentar a cultura brasileira, tornando-a acessível ao grande público. Ambas as instituições acreditam e valorizam a educação como instrumento de cidadania e inclusão social”.

No programa do primeiro concerto, os Alunos de Cordas da Academia de Música da Osesp apresentarão excertos do Quinteto de Cordas, KV 515, de Wolfgang Amadeus Mozart; o Quarteto de Cordas nº 1, de Heitor Villa-Lobos e arranjos de Michel Michalakakos para Rio Sena e Sens Unique, ambas de Astor Piazzolla, compositor cujo centenário é comemorado em 2021. “Ambas as formações são bastante tradicionais no repertório camerístico; grandes compositores dedicaram peças a elas, como as de Mozart e Villa-Lobos que ouviremos. Esse tipo de agrupamento permite uma experiência crucial para o jovem músico: representa um microcosmo da família das cordas de uma orquestra, que, ampliada, cumpre todo o potencial sonoro de um grupo sinfônico”, conta Rogério Zaghi, coordenador dos Programas Educacionais da Fundação Osesp.

Os concertos contam com o apoio cultural do Governo do Estado de São Paulo por meio do ProAC ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e patrocínio da Klabin S.A.

Serviço:

Parceria entre a Casa Museu Ema Klabin e a Fundação Osesp

Transmissões ao vivo no canal da Casa Museu Ema Klabin no YouTube: www.youtube.com/channel/UC9FBIZFjSOlRviuz_Dy1i2w

Datas: 9 de outubro e 27 de novembro, sábados

Horário: 16h30

Acesse as redes sociais:

Instagram: @emaklabin

Facebook:  https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC9FBIZFjSOlRviuz_Dy1i2w

Linkedin:  https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Site: https://emaklabin.org.br/

Sobre a Academia de Música da Osesp | Criada em 2006, a Academia de Música da Osesp busca fomentar o desenvolvimento de jovens estudantes de música no Brasil. Por meio de aulas práticas e teóricas, os alunos das classes de Instrumento, Canto Coral e Regência vivenciam o dia a dia dos corpos artísticos da instituição, sendo capacitados a atuar profissionalmente nos quadros da Osesp ou de outros grupos de nível artístico elevado. Em 2021, as classes de Instrumento e Canto Coral foram reconhecidas pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo como Curso Técnico, com o Diploma Técnico Profissionalizante de Nível Médio, válido em todo o território nacional.

Sobre a Fundação Osesp | A Fundação Osesp é uma instituição sem fins lucrativos criada em 2005 que tem por objetivos apoiar, incentivar, assistir, desenvolver e promover a cultura, a educação e a assistência social, com ênfase à música de concerto, instrumental e vocal. Qualificada como Organização Social da Cultura, mantém contrato de gestão com a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo para a manutenção e desenvolvimento da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp — e demais corpos artísticos e programas educacionais e de difusão —, a Sala São Paulo e o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.

Casa Museu Ema Klabin é inspirada no Palácio de Sanssouci (Potsdam, Alemanha) e projetada por Alfredo Ernesto Becker em meados dos anos 1950. Foto: divulgação.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin | A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos declarada de utilidade pública, criada para conservar, pesquisar e divulgar a casa, a coleção de arte e a memória da colecionadora Ema Klabin, bem como para promover e divulgar atividades de caráter cultural, artístico e científico. Aberta ao público desde 2007, o ponto de partida para a programação é a sua diversidade, incluindo aí a variedade de atividades e também a democratização do acesso a esse espaço cultural para artistas e público. Desde 2018, a curadoria da Casa Museu define temas que norteiam a sua atuação cultural. Até o momento, foram abordados: “Mulher e seus saberes”, “Identidades Paulistanas” e “Outras Narrativas”.

| PROGRAMA |

9 de outubro de 2021, sábado, às 16h30

CORDAS DA ACADEMIA DE MÚSICA DA OSESP

GABRIEL ALMEIDA VIOLINO

RENAN OLIVEIRA VIOLINO

JOÃO SENNA VIOLA

YOHANNA ALVES VIOLA

BRENO BARONE VIOLONCELO

WOLFGANG AMADEUS MOZART [1756 – 1791]

Quinteto de Cordas em Dó maior, KV 515 [1787]

– 1. Allegro

– 2. Menuetto: allegretto. Trio

20 MIN

GABRIEL ALMEIDA VIOLINO

RENAN OLIVEIRA VIOLINO

JOÃO SENNA VIOLA

BRENO BARONE VIOLONCELO

GUSTAVO MOSCA CONTRABAIXO

HEITOR VILLA-LOBOS [1887 – 1959]

Quarteto de Cordas nº 1 [1915]

– Cantilena: andante

– Brincadeira: allegretto scherzando

– Canto lírico: moderato

– Cançoneta: andante, quasi moderato

– Melancolia: lento

– Saltando como um saci: allegro

21 MIN

GABRIEL ALMEIDA VIOLINO

RENAN OLIVEIRA VIOLINO

JOÃO SENNA VIOLA

YOHANNA ALVES VIOLA

BRENO BARONE VIOLONCELO

GUSTAVO MOSCA CONTRABAIXO

ASTOR PIAZZOLLA [1921 – 1992]

Rio Sena [ARR. MICHEL MICHALAKAKOS (1954- )]

3 MIN

ASTOR PIAZZOLLA [1921 – 1992]

Sens Unique [ARR. MICHEL MICHALAKAKOS (1954- )]

3 MIN

*Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária no site.

 (Fonte: Cristina Aguilera/Mídia Brazil Comunicação Integrada)

Dia das Crianças terá programação especial no Teatro Oficina do Estudante

Campinas, por Kleber Patricio

O Sítio do Pica-Pau Amarelo. Foto: divulgação.

O Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas preparou uma programação especial, de sábado a terça-feira, em comemoração ao Dia das Crianças.

Os divertidos Patati e Patatá têm apresentações no sábado, no domingo e na terça-feira (dias 9, 10 e 12), sempre às 15h. Os ingressos custam R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada).

Na segunda-feira, dia 11, véspera do feriado, também às 15h, a Cia Arte & Manha traz o Sítio do Pica Pau Amarelo – O Circo de Cavalinhos, com ingressos a R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada). As compras antecipadas podem ser feitas no site www.ingressodigital.com e na bilheteria no Teatro. Informações pelo telefone (19) 3294-3166. O Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas fica no 3º Piso do Shopping Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina).

Infantis | A dupla de palhaços mais amada do Brasil, Patati e Patatá apresentam um espetáculo com duração aproximada de 70 minutos, trazendo canções já conhecidas do seu repertório, como Dança do Macaco, Dança do Lôro e Ronco do Vovô, além de grandes clássicos do universo infantil. No palco, os palhaços são acompanhados por dançarinos, em um cenário colorido.

Patati Patatá. Foto: divulgação.

O Sítio do Pica Pau Amarelo – O Circo de Cavalinhos é uma adaptação da obra de Monteiro Lobato para as novas gerações, mesclando o mundo fantástico de descobertas e sensações com o resgate da cultura brasileira. Publicada originalmente em 1921, trata-se da história da boneca de pano Emília que resolve, com a ajuda de Pedrinho, Narizinho, Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia e Dona Benta, ter no Sítio um “O Circo de Cavalinhos”. É um espetáculo para todas as idades e gerações. A trilha sonora foi composta especialmente para a montagem. Os figurinos e os cenários são artesanais. Assista ao vídeo no link https://www.youtube.com/watch?v=0E5fC6jAmPw.

Marisa Orth e Bruna Louise | Na quinta-feira, dia 7, às 19h, a comediante Bruna Louise apresenta o espetáculo Deslocada. Mais uma vez, ela chega sem papas na língua para falar as verdades não ditas do universo feminino e quebrar tabus sobre a sexualidade da mulher (e do homem, também). Tudo isso, claro, com muitas piadas sobre as próprias desventuras e histórias que já viveu. O espetáculo tem duração de 70 minutos. A classificação etária é de 14 anos.

Bruna soma mais de 1,5 milhão de seguidores no Instagram e conta com quase 2 milhões de inscritos em seu canal no YouTube. Chegou a vez da mulher também falar o que pensa, com muito humor. Atualmente, a humorista faz parte do elenco do novo programa do Comedy Central A Culpa é da Carlota, uma nova versão do A Culpa é do Cabral. Sob uma perspectiva feminina bem-humorada e sarcástica, o programa também conta com Cris Wersom, Arianna Nutt, Carol Zoccoli e Dadá Coelho.

Marisa Orth. Foto: Bob Wolfenson.

Além disso, Bruna também fez sua estreia na Netflix com o especial de comédia Lugar de Mulher, ao lado de Micheli Machado, Cintia Rosini e Carol Zoccoli. A série traz as quatro mulheres falando com leveza e humor sobre política, sexualidade e assédio, entre outros assuntos. Os ingressos custam R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada).

Na sexta-feira e sábado (dias 8 e 9), às 21h e, no domingo, às 19h, Marisa Orth apresenta Bárbara. A peça, livremente inspirada no livro A Saideira, de Barbara Gancia, tem a luta contra o alcoolismo como tema central, com reflexões da própria Marisa em um texto emocionante e cheio de pitadas cômicas.

Trata-se do primeiro espetáculo solo da carreira da atriz. A Saideira: Uma dose de esperança depois de anos lutando contra a dependência (Editora Planeta), é a celebradíssima autobiografia em que a escritora e jornalista Barbara Gancia expõe de peito aberto um tema de sua vida que é tabu até hoje para muitos: a luta contra o alcoolismo. Os ingressos custam R$150,00 (inteira) e R$75,00 (meia-entrada). Vídeo-camada da Marisa Orth para o espetáculo Bárbara – acesse o link https://we.tl/t-nBdQUlD9v9.

Serviço:

Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas

Local: 3º Piso do Shopping Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina), em Campinas.

Vendas: Bilheterias do Teatro e no site www.ingressodigital.com

Informações pelo telefone (19) 3294-3166

Programação de outubro

Dia 7, quinta-feira, às 19h

Bruna Louise – Deslocada

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14 anos

Dias 8, 9, 10, sexta e sábado, às 21h e domingo, às 19h

Marisa Orth – Bárbara               

Ingressos: R$150 (inteira) e R$75,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14 anos

Dia 11, segunda, às 15h

Sítio do pica pau amarelo – O Circo de Cavalinhos                 

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dias 9, 10 (sábado e domingo), 12 (terça-feira-feriado), 16, 17 (sábado e domingo), às 15h

Patati Patatá                                   

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 14, quinta, às 20h

Abba Majestat

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 15, sexta, às 21h

Uma Noite de Tango

Ingressos: R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 16, sábado, às 21h

Diogo Almeida – Vida de Professor II                                         

Ingressos: R$70,00 (inteira) e R$35,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 12 anos

Dias 17, 24 e 31, domingos, às 19h

Fabio Rabin – Tá embaçado

Ingressos: R$70,00 (inteira) e R$35,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14 anos

Dia: 23, sábado, às 19h

Thiago Ventura – Modo Efetivo                

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

16 anos

Dia 24, domingo, às 15h

Queen para Crianças

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 28, quinta-feira, 20h

Grupo Espaço Dançar – Mundo Caduco

Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dias 29 e 30, sexta, às 21h e, sábado, às 21h30

Bye Bye Bangu (comédia)                       

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14

Dia 30, sábado, às 15h

Chapeuzinho Vermelho – uma Surpresa para o Lobo

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 31, domingo, às 15h

O Menino Maluquinho

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre.

(Fonte: Ateliê da Notícia)