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Prefeitura de Indaiatuba divulga lista de selecionados em Edital de saldo remanescente da Lei Aldir Blanc

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação/PMI.

A Prefeitura de Indaiatuba divulgou na última sexta-feira (26), por meio da edição 2.188 da Imprensa Oficial do Município, a relação de artistas que tiveram seus trabalhos avaliados para o Edital 01AB/2021 de Premiação e Fomento a Apresentações Online de Artistas das Artes Cênicas, criado para aplicação de saldo remanescente da Lei Aldir Blanc, do Governo Federal. No total, foram 159 trabalhos avaliados e 40 selecionados.

Por meio da Lei Aldir Blanc, artistas de todo Brasil puderam participar de diversos editais em seu Estado e municípios com o intuito de abrandar as dificuldades impostas ao setor cultural pela pandemia de Covid-19. Em Indaiatuba, nove editais do Inciso III da lei atenderam 216 artistas, totalizando um repasse de R$1.204.682,95 e mais R$231.000,00 para 23 empresas ou espaços artísticos e culturais da cidade contemplados no Inciso II.

O novo edital atende a Lei 14.150, de 12 de maio de 2021, que altera a Lei 14.017, de 29 de junho de 2020, conhecida como Lei Aldir Blanc, e estabelece que “os Estados e o Distrito Federal estão autorizados a utilizar até 31 de dezembro de 2021 o saldo remanescente das contas específicas que foram criadas para receber as transferências da União e dos Municípios e gerir os recursos”.

O Edital 01AB/2021 recebeu vídeos nas seguintes categorias: Artes Circenses, Dança, Música e Teatro. As inscrições começaram no dia 16 de setembro e terminaram em 30 de outubro, por meio do site da Prefeitura de Indaiatuba, em https://www.indaiatuba.sp.gov.br/saude/vigilancia-em-saude/vigilancia-epidemiologica/novo-coronavirus/lei-aldir-blanc/acoes-emergenciais/incisoiii/editais/edital01ab2021/, onde também é possível conferir o resultado da avaliação.

Critérios | Entre os critérios avaliados pela Comissão de Avaliação, composta por representantes da Secretaria Municipal de Cultura e um consultor de apoio estavam: prioritário (para aqueles que vivem exclusivamente da arte), comprovação das atividades culturais e artísticas, qualidade cultural e artística, impacto cultural da proposta para o município, factibilidade (coerência da proposta com o valor contemplado), técnica (qualidade técnica do proponente) e originalidade.

Os proponentes não selecionados poderão interpor recurso pelo e-mail cultura@indaiatuba.sp.gov.br, no prazo de até cinco dias úteis, contados a partir do primeiro dia útil após a data de publicação do resultado da avaliação. Os recursos serão avaliados em até cinco dias úteis. Na sequência, o resultado final será homologado pela Secretaria Municipal de Cultura e pelo Conselho Diretor do Fundo Municipal de Cultura e divulgado no site da Prefeitura de Indaiatuba.

Os vídeos contemplados serão disponibilizados à população por meio do portal Cultura Online (www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online). Cada artista receberá o valor de R$5.000 pelo trabalho selecionado. Mais informações pelos telefones (19) 3825-2057 ou 3894-1867.

Link para edição 2.188 da Imprensa Oficial do Município –  https://www.indaiatuba.sp.gov.br/download/55443/.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)

Livro revela a Mooca por meio de prédios, casas e vilas

São Paulo, por Kleber Patricio

Rua Visconde de Inhomerim. Foto: Rafael D’Andrea.

A Refúgios Urbanos, imobiliária feita por amantes da arquitetura, anuncia o lançamento do livro Mooca: Prédios, Casas & Vilas, de Stanlley Florentino.  A obra não somente passeia pelas ruas da Mooca, mas registra o que há por trás de tantas casas, vilas e predinhos de um dos bairros mais únicos da cidade de São Paulo.

Disponível nas versões física e digital, a publicação revela o olhar de quem se especializou (e se apaixonou) pelo bairro a partir da atividade de consultor de imóveis na região. Tem desde os sobradinhos da Rua Campo Largo, que despertam uma memória afetiva de casa de avó, as casinhas construídas entre os anos 30 e 40 dos trabalhadores da antiga fábrica da Antarctica na Coronel João Dente, as vilas com passagens estreitas, sem espaço para carros e o porão baixinho da rua Hipódromo, até os prédios, alguns menores e outros maiores, das ruas da Mooca e de Barretos.

“A minha relação com a Mooca é antiga, estudei no bairro e tenho uma certa intimidade com a região. Ao entrar na Refúgios, fui convidado a ser o especialista da área, que posteriormente rendeu esse projeto lindíssimo, que tenta expressar o que é esse lugar que tem cara de bairro. Só sabe como é a Mooca quem é mooquense”, afirma Florentino, co-idealizador da obra.

Rua Paes de Lemos.

Além de Stanlley, a realização e edição é da própria Refúgios Urbanos, com participação da designer Érica Bortoletto, com textos do Viva Mooca (organização especializada em atividades no bairro) e fotografias de Rafael Rafael D’Andrea.

Os interessados na versão impressa do livro poderão retirá-lo gratuitamente no próprio dia do lançamento. Será distribuída uma publicação por pessoa até o final do seu estoque.

“Incentivar obras como essa mostra o quanto nós queremos valorizar a versão favorita de um corretor imobiliário, do nosso corretor. Quem melhor que esse profissional para contar histórias do bairro, trazer a cultura, arquitetura e por que não o sentimento enraizado ali? O Mooca: Prédios, Casas & Vilas é a materialização disso”, explica Matteo Gavazzi, sócio fundador da Refúgios Urbanos.

Serviço: 

Livro Mooca: Prédios, Casas & Vilas 

Co-idelizador: Stanlley Florentino

Realização: Refúgios Urbanos

Editora Brava

Apoiador do livro: Viva Mooca

Sobre Stanlley Florentino | Paulista com raízes pernambucanas, manteve as características típicas dos nordestinos como o jeito acolhedor e o amor por uma boa prosa. Comunicativo, curioso e apaixonado por histórias, está sempre disposto a escutar e ajudar. Iniciou a vida acadêmica na área de exatas cursando Engenharia Mecânica, mas logo percebeu que o seu dom não era com os números, mas sim com pessoas. Após anos trabalhando como gestor no varejo, se viu cada vez mais interessado e apaixonado pelo mercado imobiliário. Junte isso ao amor em lidar com pessoas e a transição para a consultoria imobiliária se tornou natural.

(Fonte: Marqueterie)

Livro infantil é o grande vencedor do Prêmio Jabuti 2021

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: André Luy.

Aconteceu no último dia 25 de novembro a cerimônia de premiação mais aguardada do mercado editorial brasileiro: a 63ª edição do Prêmio Jabuti, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Pela segunda vez em formato totalmente digital, a premiação contemplou obras em 20 categorias divididas em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação. O ator e apresentador da rádio CBN Dan Stulbach foi o mestre de cerimônias do evento.

Os autores João Luiz Guimarães e Nelson Cruz, com a obra infantil Sagatrissuinorana, foram os grandes vencedores do Livro do Ano de 2021. Além da estatueta dourada, dividirão o valor de R$100 mil. O livro, publicado pela ÔZé Editora, é uma homenagem ao grande João Guimarães Rosa. A história reconta a fábula dos Três Porquinhos tendo como pano de fundo o rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho. Segundo a sinopse, “o texto segue a sintaxe roseana, ao mesmo tempo em que não se furta a registrar criticamente duas das maiores tragédias socioambientais do país – e que tiveram as Minas Gerais como palco”.

Para Vitor Tavares, presidente da CBL, esse resultado marca a força de um dos maiores motores da literatura nacional: as crianças. “É formando jovens leitores que conseguimos difundir os livros em todas as esferas da sociedade brasileira. Por isso, é tão importante termos uma produção relevante para oferecer aos pequenos. Essa premiação mostra que estamos no caminho certo”, comenta.

Além de Livro do Ano, o Jabuti anunciou ganhadores de cada uma das 20 categorias. Os autores são contemplados com a estatueta e o prêmio no valor de R$5 mil. A categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior, que conta com apoio do projeto Brazilian Publishers – uma parceria da CBL com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) –, passa, a partir desta edição, a contemplar a casa editorial brasileira com uma Bolsa de Apoio à Tradução no valor de R$5 mil, caso a editora seja participante do Brazilian Publishers. Caso a editora brasileira não faça parte do projeto, recebe a filiação completa por 12 meses. As editoras nacional e internacional levam para casa a estatueta do Prêmio Jabuti. Clique aqui e conheça a lista completa dos premiados.

As obras concorrentes foram avaliadas por jurados especialistas em diferentes áreas. Os nomes foram indicados por leitores e integrantes do mercado editorial, validados e complementados pelo Conselho Curador do Prêmio Jabuti, composto por Ana Elisa Ribeiro, Bel Santos Mayer, Camile Mendrot e Luiz Gonzaga Godoi Trigo. Para o Livro do Ano, concorreram as obras vencedoras dos Eixos Literatura e Não Ficção.

A noite de festa e comemoração teve também muita emoção com a homenagem ao escritor Ignácio de Loyola Brandão e a participação musical da tecladista Ilca Leanza. Vitor Tavares, presidente da CBL, Marcos Marcionilo, curador do Jabuti 2021 e Hubert Alquéres, vice-presidente da CBL e coordenador da comissão do prêmio, também participaram da cerimônia.

A 63ª edição do Prêmio Jabuti foi transmitida ao vivo no canal do Youtube da CBL. Veja e reveja a cerimônia clicando aqui.

(Fonte: Lis Ribeiro | Comunicação – CBL)

Artista brasileira abre Galeria de Arte em Braga, Portugal

Braga, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Galeria Mola.

Tudo começou durante a pandemia, quando a artista visual brasileira Virgínia Pirondi, morando em Portugal desde 2018, se deparou com um estado de inquietude gerado pelo retrocesso político no Brasil, bem como pelo fechamento de fronteiras que a impedia de se encontrar com seu filho, estudante de filme em Los Angeles. “Questões que já há muito deveriam estar superadas começaram a sair de ‘porões mofados’ com força violenta em forma de discursos de ódio, preconceitos e negacionismo, o que foi causando em mim uma enorme angústia”, relata a artista.

Sensibilizada com o impacto desses momentos de incertezas, especialmente para os jovens, Virginia teve a ideia de criar um projeto que trouxesse um pouco de esperança e conexão entre artistas de diferentes lugares – talentos despatriados, com ausência de espaços para veiculação de produções artísticas. “O que seria de nós sem a possibilidade de transcender os limites da nossa própria realidade? Através da arte, conseguimos nos transportar a novos campos de ideias, possibilidades de ser e estar no mundo. Sem os livros, pinturas, esculturas, fotografias, danças, teatros, filmes ou músicas, a vida se torna triste. A gente não vive só de pão”, diz Virgínia.

Desenhava-se então o protótipo da Galeria Mola. O projeto levou oito meses até a inauguração, em maio deste ano, no Centro Histórico de Braga, um lugar estrategicamente posicionado para acolher a população local e turistas.

A Galeria Mola é uma iniciativa privada sem fins lucrativos que conta com apoios e parcerias de profissionais que acreditam ser de vital importância fomentar as trocas transcontinentais e dar visibilidade às produções dos artistas de diferentes nacionalidades.

Assim foi com o curador Sandro Leite, também brasileiro, que, ao ser convidado para fazer parte do projeto, não hesitou e tem promovido trabalhos de artistas contemporâneos cujas trajetórias trazem importantes reflexões e críticas sociais. “Nossa proposta não é comercializar as obras dos artistas. Isso não significa que, por meio das exposições e veiculação midiática das produções, seja despertado interesse comercial, cujos trâmites de negociação ainda estão em processo de sistematização. Temos grande liberdade para buscar nosso próprio caminho e nosso intuito é aproximar a arte do público e promover reflexões a partir das obras desses artistas”, explica Virgínia.

A arquitetura da galeria – um cubo de vidro – por si só favorece a interação com o público. Com projeto dos arquitetos Filipa Russell e João Pereira Silva da ÁGA Arquitectos, o espaço foi moldado para dinamizar vários tipos de propostas artísticas.

A programação é variada e segue um fluxo próprio, com exposições em intervalos diferentes, o que contribui para que ocorram eventos culturais e artísticos simultaneamente.

Serviço:

Galeria Mola – Praça Conde de Agrolongo, 126 – loja 5, Braga, Portugal.

(Fonte: àsClaras Comunicação)

Dia das Boas Ações volta com ações presenciais em SP

São Paulo, por Kleber Patricio

Arte produzida por coletivo de artistas e educadores do distrito do Grajaú. Foto: divulgação/Coletivo Salve Selva.

Em sua sétima edição, o Dia das Boas Ações – maior movimento de voluntariado do mundo, promovido para mobilizar e despertar pessoas, organizações e empresas para a atuação social – terá início na sexta-feira, 3 de dezembro, com uma ação presencial no Grajaú, em São Paulo, que incluirá plantio agroflorestal, oficinas ambientais e intervenções artístico-culturais.

A iniciativa é organizada pelo Atados, plataforma social que conecta pessoas e organizações para facilitar o engajamento nas mais diversas possibilidades de voluntariado, em parceria com a Muda Cultural e apoio do Instituto Anchieta Grajaú. O projeto é viabilizado através do ProMAC-SP e patrocinado pelo Grupo Big.

Quem quiser participar poderá se inscrever para as 80 vagas de voluntários na cidade de São Paulo disponíveis no site do Atados aqui. O Atados também organizará o transporte e alimentação para os participantes. Esta é a primeira de 5 ações que celebrarão o Dia das Boas Ações.

As atividades do evento incluem:

Pintura Escadaria e Arquibancada: A artista plástica Celeste liderará o grupo de voluntários e crianças responsável pela revitalização do espaço do IAG.

Oficinas ambientais: A atividade do Coletivo Dedo Verde será voltada para crianças de todas as idades e realizada próximo à horta e à zona de plantio da agrofloresta.

Grafite no muro de entrada: O Coletivo Salve Selva, formado por artistas e educadores do distrito do Grajaú, fará um grafite com o apoio de voluntários.

Oficina de estêncil: Utilizando a prática do estêncil, que é uma gravura de molde vazado, a oficina propõe a experimentação e a reflexão crítica por meio de trabalhos que podem ser aplicados em diversos suportes.

Plantio agroflorestal: A ação fará parte do projeto de agrofloresta que o IAG inicia no dia do evento, com o plantio de 40 árvores nativas da região.

Apresentação Os Crespos – Vivências, Histórias e Brincadeiras Africanas – A cultura e o brincar: Os participantes terão contato com brincadeiras e jogos africanos e afrobrasileiros com origem em alguns dos mais de 50 países do continente africano. Serão apresentados contos, músicas e conhecimentos gerais da cultura e da visão de mundo de diferentes povos e regiões.

Além das atividades acima, o Atados contará com equipe de animação para crianças e mestre de cerimônias da MMoneis para alegrar o dia.

Dia das Boas Ações 2021

Quando: 3 de dezembro de 2021, das 9h às 16h

Onde: Instituto Anchieta Grajaú: R. Alziro Pinheiro Magalhães, 578 – Parque São Miguel, São Paulo/SP, Brasil

Mais informações: https://www.atados.com.br/vaga/mutirao-dia-das-boas-acoes.

Sobre o Atados | O Atados é uma iniciativa social que conecta pessoas e organizações, facilitando o engajamento em diversas oportunidades de voluntariado. Sua principal frente é a plataforma online www.atados.com.br, que conta com mais de 2800 ONGs do Brasil todo e cerca de 165 mil pessoas inscritas no perfil de voluntário.

Sobre a Muda Cultural | A missão da Muda Cultural é qualificar a experiência de vida das pessoas e expandir suas potencialidades por meio da promoção da arte e da cultura. Há mais de dez anos, a Muda Cultural atua na gestão de investimento social privado e no desenvolvimento de projetos através das leis de incentivo, sendo o elo entre marcas e seus públicos de interesse. Para saber mais, visite: http://mudacultural.com.br/.

(Fonte: Sherlock Communications)