Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Governo de SP reabre Museu da Língua Portuguesa

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Joca Duarte.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) reabriu oficialmente neste sábado (31) o Novo Museu da Língua Portuguesa, reconstruído após um incêndio em dezembro de 2015. A solenidade contou com a presença de autoridades nacionais e internacionais; entre elas, os presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, o ministro da Cultura de Angola, Jomo Francisco Fortunato, os ex-presidentes brasileiros Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, entre outras. Após pouco mais de cinco anos, o espaço voltou a receber visitações neste domingo (1).

As obras de reconstrução começaram em 2017 e foram divididas em três fases: restauro do interior e das fachadas; reconstrução da cobertura destruída no incêndio; e intervenções de ampliação e melhoria. A partir de 2019, houve a implantação de conteúdo e experiências, iluminação externa e contratação de equipes. “O novo Museu da Língua Portuguesa traz para o panorama cultural brasileiro um surpreendente ambiente imersivo e tecnológico de valorização do nosso maior patrimônio cultural, a língua portuguesa, com destaque para sua diversidade e sua evolução. Mais do que a reforma e o restauro, o que houve no icônico espaço da Estação da Luz foi uma transformação. Trata-se de uma experiência ainda melhor e mais impactante do que a proporcionada anteriormente, antes do incêndio de 2015”, disse o secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão.

O Governo de São Paulo, em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, recebeu o suporte de dezenas de parceiros e apoiadores. O investimento total foi de mais de R$85 milhões, incluindo a indenização do seguro e o patrocínio de diversas empresas, além do aporte do Estado e do apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, do ID Brasil e do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet.

Todas as etapas da obra foram aprovadas por órgãos do patrimônio histórico como Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo).

Imersão e tecnologia | Instalado na histórica Estação da Luz, no coração da cidade que tem o maior número de falantes de português no mundo, o espaço celebra a língua como elemento fundador da nossa cultura. O Museu está sendo devolvido ao público transformado, mantendo o perfil inovador e com ambientes ainda mais imersivos e tecnológicos.

O Museu apresentará nesta nova fase experiências inéditas como as novas instalações “Línguas do Mundo”, “Falares” e “Nós da Língua Portuguesa”. No térreo, a edificação foi aberta à estação, com o objetivo de estreitar a comunicação entre o espaço cultural e o público.

No terceiro piso, foi construído um terraço aos pés da Torre do Relógio. O espaço é dedicado ao arquiteto Paulo Mendes da Rocha, que morreu em maio deste ano. O Museu também ganhou um Centro de Referência da Língua Portuguesa, com vai funcionar como um fórum de estudos, pesquisas e aproximação entre países lusófonos.

Infraestrutura segura | A reconstrução incorporou melhorias de infraestrutura e segurança, especialmente contra incêndios, que superam as exigências do Corpo de Bombeiros. Entre as novas medidas, está a instalação de sprinklers (chuveiros automáticos) para reforçar o sistema de segurança contra incêndio. No caso do Museu, os sprinklers não são uma exigência legal, mas foram uma recomendação dos bombeiros para trazer mais segurança. O espaço também recebeu recursos de acessibilidade física e de conteúdo e reabre com Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Sustentabilidade | As diretrizes de sustentabilidade pautaram toda a obra e o Museu obteve o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) — um dos mais importantes do mundo na área de construções sustentáveis — na categoria Silver. Entre as medidas estão a adoção de técnicas para economia de energia na operação do museu, a gestão de resíduos durante as obras e a utilização de madeira que atende às exigências de sustentabilidade (certificada e de demolição).

Conteúdo renovado | Em sua exposição de longa duração, o Museu terá experiências inéditas e outras anteriormente existentes que marcaram o público em seus primeiros dez anos de funcionamento (2006-2015). Entre as novas instalações estão “Línguas do Mundo”, destacando 23 das mais de 7 mil línguas faladas hoje no mundo; “Falares”, apresentando os diferentes sotaques e expressões do idioma no Brasil; e “Nós da Língua Portuguesa”, um caminho pela presença do idioma no mundo e a diversidade cultural da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

As principais experiências seguem no acervo, como a instalação “Palavras Cruzadas”, que mostra línguas que influenciaram o português no Brasil; e a “Praça da Língua”, espécie de ‘planetário do idioma’ que homenageia a língua portuguesa escrita, falada e cantada em espetáculo imersivo de som e luz.

Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz e Hugo Barreto, o conteúdo foi desenvolvido com a colaboração de escritores, linguistas, pesquisadores, artistas, cineastas, roteiristas e artistas gráficos, entre outros profissionais de países de língua portuguesa, incluindo nomes como o músico José Miguel Wisnik, os escritores José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Marcelino Freire e Antônio Risério, a slammer Roberta Estrela D’Alva e o documentarista Carlos Nader.

Entre os participantes de experiências presentes na expografia estão artistas como Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Laerte Coutinho, Guto Lacaz, Mana Bernardes e outros, em instalações audiovisuais e interativas assinadas por produtoras como SuperUber, FeelScience, 32Bits e MobContent.

Já a exposição temporária de reabertura do Museu, “Língua Solta”, traz a língua portuguesa em seus amplos e diversos desdobramentos na arte e no cotidiano. Com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos, a mostra conecta a arte à política, à vida em sociedade, às práticas do cotidiano e às formas de protesto e religião, em objetos sempre ancorados no uso da língua portuguesa.

Terraço Paulo Mendes da Rocha | Com a completa recuperação arquitetônica e readequação de seus espaços internos, o Museu manteve os conceitos estruturantes do projeto de intervenção original – assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e seu filho Pedro, em 2006 – e ganhou aperfeiçoamentos.

No térreo, o museu abre-se à Estação da Luz, reforçando a comunicação com a cidade. Nos andares superiores, espaços foram otimizados, novos materiais introduzidos e mais salas instaladas. No terceiro piso, foi concebido um terraço com vista para o Jardim da Luz e para a torre do relógio. O terraço homenageia o arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A nova versão foi concebida por Pedro Mendes da Rocha e desenvolvida nas etapas de projetos pré-executivo e executivo pela Metrópole Arquitetura, sob a coordenação de Ana Paula Pontes e Anna Helena Villela.

Visitações | Em sua primeira etapa de funcionamento, o Museu recebeu cerca de 4 milhões de visitantes e promoveu mais de 30 exposições temporárias. Houve homenagens a escritores como Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Machado de Assis e Fernando Pessoa, além do cantor e compositor Cazuza. A poesia contemporânea e a arte moderna também foram temas de mostras.

Durante a reconstrução, o Museu continuou em contato com o público por meio de atividades culturais e educativas, como as realizadas no Dia Internacional da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, desde 2017, e a mostra itinerante “A Língua Portuguesa em Nós”, apresentada em 2018 em Cabo Verde, Moçambique e Angola, na África; em Portugal e no Brasil. Em 2020 e 2021, o Dia Internacional da Língua Portuguesa foi realizado de forma virtual, com série de eventos online que reuniram artistas de vários países de língua portuguesa.

Serviço:

Museu da Língua Portuguesa

Endereço: Praça da Luz, s/n. Acesso pelo Portão A – em frente à Pinacoteca.

Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até as 18h)

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia) – Crianças até 7 anos não pagam – Grátis para todos aos sábados – Vendas exclusivamente pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/68203/.

Os ingressos poderão ser adquiridos exclusivamente pela internet, com dia e hora marcados, e a capacidade de público está restrita a 40 pessoas a cada 45 minutos. Os visitantes receberão chaveiros touchscreen para evitar toque nas telas interativas.

Tasca do Porto: a autêntica boa mesa portuguesa em Santos

Santos, por Kleber Patricio

Na última sexta-feira, desci a Serra do Mar rumo a Santos e Guarujá para visitar minha família, que não via desde novembro de 2019 por conta da pandemia. No caminho, contatei minha querida amiga Renata Tannuri, que edita o portal Prosa com Tempero, voltado à gastronomia, perguntando aonde comer bem em Santos, já que quase todos os restaurantes que frequentava até meus 23 anos, quando mudei para Indaiatuba, perderam a qualidade ou simplesmente – a maioria – não existem mais. A primeira sugestão dela foi o português Tasca do Porto; agora entendo o porquê e listo alguns dos motivos.

Em primeiro lugar, o astral da casa foge ao padrão de grande parte dos restaurantes portugueses no Brasil, caracterizados por uma atmosfera mais sóbria. Apesar de estar localizada na Rua XV de Novembro, antigo centro financeiro de Santos, a Tasca do Porto fica num prédio antigo (construído em 1900), de pé direito muito alto, e possui uma decoração descontraída e descolada, projeto da designer de interiores Rafaella Madeira. Super arejada, a casa tem ainda esse antenado atrativo, ainda que tenha sido reinaugurada (antes funcionava em outro endereço) um ou dois meses antes da pandemia. Mas há outros. Aliás, História é um dos ingredientes que não faltam na Tasca do Porto, situada a poucos metros da Bolsa do Café, no Centro de Santos, onde os paralelepípedos da rua e a calçada de mosaico português nos remetem às ruas da cidade do Porto ou Lisboa. O próprio nome da casa se deve a uma brincadeira em torno do fato de que os antepassados dos sócios da casa são originários daquela região e, também, ao fato de o restaurante estar próximo ao porto de Santos.

Os bolinhos de bacalhau da Tasca: perfeitos.

Em segundo lugar (ainda que, na minha opinião, esse ponto seja o mais importante), a comida – ah, a comida – é espetacular, a começar pela entrada que pedimos, os bolinhos de bacalhau, que conseguiram a proeza de superar os da minha saudosa mãe, invictos até então. Cremosos, sequinhos e incrivelmente equilibrados no que diz respeito às proporções de batata e bacalhau – além, é claro, dos saborosíssimos temperos.

Na sequência, meu amigo pediu a especialidade da casa: o Bacalhau à Lagareiro – um generoso lombo grelhado com pimentão, cenoura, repolho e alho puxados em azeite, ovo cozido e as famosas batatas ao murro – que, segundo ele, superou suas maiores expectativas. Já eu, por razões sentimentais, fui de Bacalhau Com Todos – um também generoso lombo de bacalhau com cenoura, batata, couve, grãos de bico selecionados e ovos cozidos muito parecido com o que minha mãe fazia, principalmente no fato de que os ingredientes são apenas cozidos e acrescidos de muito alho e cebola crua picados – além de muito azeite, claro. Comfort food na veia. Tudo acompanhado de um tinto Alandra, da Herdade do Esporão (qualquer outra coisa seria heresia). A Tasca do Porto conta ainda com uma carta de vinhos portugueses com 20 rótulos de várias regiões de Portugal, além dos licores e da cerveja Super Bock.

O Bacalhau à Lagareiro, especialidade da casa.

A casa oferece os deliciosos doces portugueses, como o pastel de Santa Clara. Mas não pedimos sobremesa, pois já tínhamos em mente outra comfort food – a fabulosa torta de banana da lanchonete Sevilha, no Gonzaga. Mas isso já é outra história.

O terceiro ponto que merece destaque é o atendimento atencioso, capitaneado por Guilherme Brum, sócio da casa – ele próprio, extremamente cortês. Tudo rápido, tudo correto, nenhum erro ou confusão – ou seja, todas as expectativas atendidas ou superadas.

Serviço:

Tasca do Porto

Rua XV de Novembro, 115 – Centro – Santos/SP

(13) 3219-4280

www.tascadoporto.com.br

Facebook | Instagram

Aberto todos os dias das 11h às 16h. Noite de Fado todo último sábado do mês.

Samy e Taly Cohen inauguram mostra na galeria de arte A Hebraica

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra de Taly Cohen. Fotos: divulgação.

Com o tema Caminhos Paralelos, Samy e Taly Cohen expõem de 8 a 29 de agosto, na galeria de arte A Hebraica, localizada no Jardim Paulistano, em São Paulo, seguindo todos os protocolos de segurança contra o Covid-19. Com a curadoria de Olivio Guedes, a exposição será aberta ao público, incluindo não sócios da Hebraica, e contará com um total de 27 obras criadas durante o isolamento da pandemia.

Para a mostra, o designer Marroquino Samy Cohen, que já mora no Brasil há mais de 40 anos, transformou gestos e palavras em poesia criando um diálogo com a arte da Taly, que reinventou o espaço urbano através da sua arte. “Que honra viver esse momento ao lado do meu pai. Alegria indescritível”, comemora a artista.

Obra de Samy Cohen.

Taly Cohen é uma artista abstrata contemporânea representada pela galeria Chase Contemporary em Nova York e PicTrix em Lausanne, Suíça. Participou de importantes mostras como SPArte, Coletiva Galeria Eixo (RJ), X Salão Paulista de Arte Contemporânea, Projeto Galerias (Funarte), Anual de Artes (Faap), ArtSoul e Coletivo na White Porch Gallery, em Miami, entre outros. Além disso, foi citada pela revista americana Forbes e no site Artnet pela empresária Paris Hilton como um dos novos talentos de sua geração.

Samy Cohen é designer formado pela reconhecida Academia de Artes e Design Israelense, Betzalel. Sua paixão sempre foi transformar grandes ideias em realidade. Dedicou-se por muitos anos ao desenvolvimento de móveis para grandes marcas como Aspecto (fábrica própria), Oppa e Etna, sendo também designer de expositores publicitários para Honda, Deca, Elo Carpetes, Staroup e Arezzo, até que o Mestre Dante Dado di Giacomo, famoso escultor italiano (escultura em barro, cobre e metal) chegou em sua vida, abrindo seus horizontes artísticos e o fazendo reencontrar sua essência artística.

Desde a redemocratização, maioria dos ministros é homem, com mais de 55 anos e do Sudeste

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Alan Santos/Presidência da República.

Quando um presidente da República toma posse, é esperada a escolha dos nomes dos que vão chefiar os ministérios. Entender os critérios que levam à escolha desses nomes é o tema de um estudo feito por um pesquisador brasileiro e uma pesquisadora japonesa, professora nos Estados Unidos, publicado no dia 2 de agosto na Revista de Administração Pública (RAP).

Os pesquisadores Pedro Neiva, da Universidade de Brasília (UnB), e Taeko Hiroi, da Universidade do Texas (EUA), quiseram entender o que mais caracteriza a escolha de um ministro e se os fatores regionais influenciam na escolha do nome para esse cargo, principalmente quando se leva em consideração certos ministérios como Saúde, Fazenda ou Educação. Eles analisaram de que forma os critérios políticos, técnicos e de proximidade ao presidente podem influenciar na hora de indicar um ministro. “Na hora de escolher alguém para fazer parte da sua equipe, os presidentes precisam fazer um cálculo muito complexo, que não envolve apenas o relacionamento com o legislativo, mas também as forças políticas regionais, os grupos organizados da sociedade, o contentamento dos eleitores, a implementação de políticas públicas, as caraterísticas pessoais dos ministros e as suas próprias intuições e convicções”, explica Neiva.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram a nomeação de todos os 578 ministros que tomaram posse no período pós-redemocratização brasileira, ou seja, de 1985 a 2021. Os autores tomaram como base um índice de importância ministerial criado por três outros cientistas políticos. Encontraram-se então alguns resultados sobre o tema: os ministros da chamada Nova República, em sua maioria, são homens, com uma média de 55 anos, formação superior, sendo 24% mestres e 20,6% doutores, vindos principalmente da região Sudeste — especificamente do estado de São Paulo.

Outro dado encontrado nessa pesquisa é que o quadro de nomeação dos ministros do atual governo de Jair Bolsonaro (sem partido) é o que mais se distancia da seleção histórica. O governo Bolsonaro foi o que mais escolheu ministros empresários e militares e foi também o que menos selecionou ministros com doutorado e a menor proporção dos que são oriundos do estado de São Paulo.

Para os pesquisadores, esse estudo é importante para conhecermos melhor os diversos fatores que influenciam na escolha dos ministros. “Não se trata de uma estratégia única. Além da negociação com os partidos, entram também no cálculo do presidente as questões técnica, regional, a relação do ministro com a sociedade, a sua lealdade e a própria estratégia de governo”, explica Neiva.

Os pesquisadores deixam como sugestão para trabalhos futuros o debate em torno da Presidência da República e a predominância de militares oriundos do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. E sobre o papel de Minas Gerais, que, no passado, já foi chamada de “fiel da balança da federação”.

(Fonte: Agência Bori)

Funssol prorroga Campanha do Agasalho 2021

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A Campanha do Agasalho 2021, que estava prevista para encerrar no último dia 30, vai se estender até o dia 15 de agosto. Devido às temperaturas, que vão até o próximo mês, e a alta busca por cobertores e roupas, o Funssol (Fundo Social de Solidariedade de Indaiatuba) decidiu prorrogar as arrecadações e doações por mais tempo levando em conta a necessidade da população.

Os interessados que quiserem contribuir com agasalhos, cobertores, calças, toucas e peças de frio em geral podem realizar a doação de abrigos novos ou seminovos que estejam em bom estado. Os pontos de coleta são a Prefeitura de Indaiatuba, Ponto Cidadão, Supermercado Sumerbol unidades 1 e 2, Supermercado Pague Menos e na Paróquia Santa Rita de Cássia.