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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Fundação Dorina Nowill para Cegos disponibiliza acervo em plataforma internacional do Accessible Books Consortium

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ana Volpe/Agência Senado.

A Fundação Dorina Nowill para Cegos, membro do Accessible Books Consortium (ABC), da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), amplia o acesso de todo o seu acervo digital na recém-lançada plataforma do ABC, em prol da distribuição de livros acessíveis. O aplicativo ABC Global Book Service é gratuito e conecta o catálogo internacional de formatos acessíveis de bibliotecas de diversos locais do mundo. Com mais de 67.000 títulos no momento, as coleções disponíveis são de bibliotecas da França, Nova Zelândia, Canadá e Suíça, e agora, passar a ter o conteúdo do acervo digital da Fundação Dorina.

Para essa parceria, a Fundação Dorina contribui com cerca de 1.300 materiais variados, como livros em Braille, audiolivros, Daysi e e-Pub (formato específico para livros digitais). Além disso, a instituição fará a aprovação de usuários brasileiros – pessoas cegas e com baixa visão – interessados em acessar o acervo disponível na plataforma por meio de cadastro no site do ABC Book Service. “A Fundação Dorina nasceu, há 75 anos, com o objetivo de ampliar o acesso, promover a autonomia e inclusão de pessoas cegas e com baixa visão e segue atuando o legado de Dorina Gouvêa Nowill. Possibilitar que o Brasil faça parte desta plataforma multicultural de acesso à cultura e informação é mais uma conquista e contribuição para que as produções de materiais inclusivos estejam acessíveis mundialmente, diminuindo barreiras”, conta Alexandre Munck, superintendente executivo da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Accessible Books Consortium (ABC), da OMPI | O Accessible Books Consortium (ABC) é uma parceria público-privada liderada pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), que reúne organizações que representam pessoas cegas, com deficiência visual, autores, editores, organizações, bibliotecas e outras entidades. O ABC foi criado em junho de 2014 para implementar as metas do Tratado de Marraqueche. Por meio de uma aliança internacional, o ABC busca ampliar o número de livros e distribuir em todo o mundo em formatos acessíveis, como Braille e áudio, entre outros. Atualmente, conectam cerca de 93 bibliotecas.

Informações sobre a nova plataforma estão disponíveis no site https://www.accessiblebooksconsortium.org/news/en/2021/news_0006.html.

Tratado de Marraquexe | O Tratado de Marraqueche é um acordo internacional que possibilita as pessoas com deficiência visual o acesso em formatos acessíveis de obras publicadas, assinado na cidade do Marrocos, em 28 de junho de 2013, tornando-se um avanço importante na luta pelos direitos das pessoas com deficiência visual. No Brasil, o Tratado foi promulgado pelo Decreto nº 9.522, de 8 de outubro de 2018.

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos | A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há 75 anos se dedica à inclusão social de crianças, jovens, adultos e idosos cegos e com baixa visão. A instituição oferece serviços gratuitos e especializados de habilitação e reabilitação; dentre eles, orientação e mobilidade e clínica de visão subnormal, além de programas de inclusão educacional e profissional.

Responsável por um dos maiores parques gráficos de braille no mundo, com capacidade de impressão de até 450 mil páginas por dia, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é referência na produção e distribuição de materiais nos formatos acessíveis braille, áudio, impressão em fonte ampliada e digital acessível, incluindo o envio gratuito de livros para milhares de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.

A instituição também oferece uma gama de serviços em acessibilidade, como cursos, capacitações customizadas, sites acessíveis, audiodescrição e consultorias especializadas. Com o apoio fundamental de colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida e respeitada pela seriedade de um trabalho que atravessa décadas e busca conferir independência, autonomia e dignidade às pessoas com deficiência visual. Mais detalhes: https://www.fundacaodorina.org.br.

Mauricio de Sousa lança “Horácio Completo” pela Editora Pipoca & Nanquim

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Em um vídeo divulgado no último domingo (1/8), a editora Pipoca & Nanquim e a Mauricio de Sousa Produções anunciaram a coleção Horácio Completo, que reúne pela primeira vez todos os tabloides escritos e desenhados, única e exclusivamente, por Mauricio de Sousa e publicados em jornais ao longo de mais de três décadas, desde 1963.

A luxuosa coleção terá quatro volumes e os dois primeiros já estão em pré-venda exclusivamente na Amazon Brasil. O segundo álbum tinha a opção de ser adquirido com um bookplate autografado pelo autor. Eram mil exemplares, que se esgotaram em quatro minutos, tamanha foi a procura do público.

Horácio Completo trará, em ordem cronológica, os mais de mil tabloides do personagem produzidos por Mauricio e publicados inicialmente na Folhinha, o suplemento infanto-juvenil da Folha de S.Paulo, e, depois, no Estadinho, do jornal O Estado de S. Paulo. Além disso, foram descobertos alguns quadrinhos inéditos e cada volume apresenta uma rica galeria de extras informativos sobre a carreira do artista e a produção desses quadrinhos.

Mauricio de Sousa e o novo lançamento.

Não é segredo que o Horácio é uma espécie de xodó de Mauricio de Sousa, o pai da Turma da Mônica. Criado originalmente como coadjuvante para as tiras do Piteco, tempos depois o simpático dinossauro que ama alface estreou sua própria série semanal. Mais do que um personagem, Horácio é a representação de todos os sentimentos e filosofias de seu criador.

O autor está bastante empolgado. “Quando os rapazes da editora Pipoca & Nanquim e o Sidney Gusman (editor da MSP) me mostraram o projeto, fiquei em estado de graça. É, mesmo, um material de fãs para fãs”, explica Mauricio.

Os quatro volumes terão capa dura com verniz localizado e mais de 300 páginas coloridas em papel couché de alta gramatura, sendo que o quarto virá acompanhado de uma caixa especial para acomodar toda a coleção. Após quase 30 anos, um dos mais longevos trabalhos do mestre maior do quadrinho nacional deixa os arquivos para ganhar o mundo em edições dignas dos colecionadores.

O primeiro livro tem lançamento programado para 31 de agosto; o segundo, para 5 de novembro e os volumes 3 e 4 chegam às lojas em março e junho de 2022, respectivamente.

“A equipe que cuidou desta coleção disse que ela é um presente para mim. Eu diria que é para todos os meus leitores. E também (e especialmente) para o Horácio, que deve estar tão feliz como se encontrasse uma enorme plantação de alfaces bem verdinhas”, conclui Mauricio de Sousa.

DADOS TÉCNICOS

Título: Horácio Completo vol. 1 de 4

Preço: R$129,90

Capa dura

308 páginas

Editora: Pipoca & Nanquim

ISBN-13: 978-65-89912-49-1

Dimensões do produto: 21 x 28 cm

Lançamento: 31/08/2021

Título: Horácio Completo vol. 2 de 4

Preço: R$129,90

Capa dura

308 páginas

Editora: Pipoca & Nanquim

ISBN-13: 978-65-89912-37-8

Dimensões do produto: 21 x 28 cm

Lançamento: 5/11/2021.

Sobre o autor | Mauricio Araújo de Sousa, o mais famoso e premiado autor brasileiro de histórias em quadrinhos, nasceu em Santa Isabel, no estado de São Paulo, no dia 27 de outubro de 1935. Viveu parte de sua infância em Mogi das Cruzes, desenhando nos cadernos escolares. Aos 19 anos mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no jornal Folha da Manhã (atual Folha de S.Paulo) escrevendo reportagens policiais.

Em 1959, criou seu primeiro personagem – o cãozinho Bidu, na Folha da Tarde. A partir de uma série de tiras em quadrinhos com Bidu e Franjinha, publicadas na Folha da Manhã, Mauricio de Sousa iniciou sua carreira. Nos anos seguintes, criou mais tiras, outros tabloides e diversos personagens — Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho, Horácio, Astronauta etc. Sua personagem mais famosa, a Mônica, apareceu pela primeira vez em 1963, numa tira de jornal do Cebolinha. Até que, em 1970, lançou a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares, pela Editora Abril.

Entre quadrinhos e tiras de jornais, suas criações chegaram a cerca de 30 países. Suas revistas figuram há mais de cinco décadas entre as mais vendidas do Brasil. Em toda sua carreira, Mauricio ultrapassou o extraordinário número de 1 bilhão de exemplares vendidos. Não à toa, é considerado o maior formador de leitores do Brasil.

Aos quadrinhos, juntam-se centenas de livros ilustrados, revistas de atividades, álbuns de figurinhas, espetáculos teatrais, desenhos animados e longas-metragens produzidos pela Mauricio de Sousa Produções.

Em 2008, o incansável e prolífico artista revolucionou novamente o mercado com o lançamento da Turma da Mônica Jovem, uma revista mensal em estilo mangá com os personagens adolescentes e vivendo aventuras diferenciadas.

Desde 2011, Mauricio de Sousa ocupa a cadeira número 24 da Academia Paulista de Letras.

Cristiane Maschietto: 37 anos entre telas, tintas e pinceis

Indaiatuba, por Kleber Patricio

“Sem título – 42”, 2021 – acrílico sobre tela. Fotos: Amanda Bonis.

A história é repleta de casos de artistas que, em contraponto à extraordinária capacidade de expressar sentimentos e ideias por meio de sua arte, não possuem esta mesma facilidade nem equivalente clareza em se tratando de formas mais comuns de comunicação. Pode-se dizer que Cristiane Maschietto seja um desses casos. Tênue e discreta por natureza, a arte é o meio mais fluido de comunicação para ela, que produz arte com uma disciplina e regularidade tais que a impressão é de que, para ela, pintar seja uma atividade tão essencial quanto se banhar ou fazer exercícios, por exemplo.

Nascida em Miracema, norte do estado do Rio de Janeiro, Cristiane mudou-se para Indaiatuba logo após o casamento com o médico capivariano Rogerio Maschietto, que veio a estabelecer na cidade uma clínica de ortopedia. Ela própria graduou-se em Fonoaudiologia pela PUC de Campinas, carreira que exerceu por dez anos. Também como tantos outros casos, sua atração pelas artes se deu logo na infância, quando eram notórios seu interesse e intimidade com os lápis de cor.

“Sem título – 16”, 2021 – acrílico sobre tela.

Autodidata, seu conhecimento teórico-acadêmico de artes plásticas provém de aulas de desenho no início da carreira e alguns cursos livres em museus e academias de arte, como as aulas de pastel, acrílica e óleo sobre tela com a artista plástica Claudia Dal Canton Martignago em seu Dal Canton Art Studio, em 1984.

Além de seu ofício como artista, Cristiane é voraz consumidora de tudo que diga respeito à arte, mergulhando interessadamente em tudo sobre o assunto que chega às suas mãos ou ao seu conhecimento. Seus primeiros e mais marcantes encantamentos vieram de El Greco – que conheceu em sua primeira visita ao Museu do Prado, em Madri. Após um período absorvendo impressões dessa influência, seu olhar acabou se direcionando para os expressionistas, cuja linguagem predomina na maioria de seus trabalhos.

“Sem título – 22” – acrílico sobre tela.

Os objetos de seu olhar são os mais diversos — naturezas mortas, paisagens, objetos, animais, plantas e, mais raramente, pessoas —, assim como as técnicas e materiais que utiliza — majoritariamente, acrílico sobre tela, mas também óleo sobre tela, pastel, pátinas e texturas diversas.

Além da pintura, amplamente majoritária, a criação artística de Cristiane Maschietto se manifesta por meio de diversas linguagens plásticas, como aquarela,  pintura em cerâmica e, inclusive, a escultura — que, infelizmente, não são objeto desta matéria, mas que me proponho a explorar em outras oportunidades.

Cristiane Maschietto em seu ateliê em Indaiatuba, SP.

Após quase dois anos de pandemia – quando sua produção provavelmente tenha aumentado –, Cristiane sente-se à vontade para difundir sua produção mais recente, composta de cerca de 60 obras e, com a retomada gradual de exposições presenciais, começa a avaliar convites para participar de mostras. Enquanto isso não se materializa, seus trabalhos podem ser vistos no canal @c.maschietto do Instagram.

Exposições

1993 – Individual /Espaço Cultural CEF (Indaiatuba/SP) | I Semana de Arte e Decoração (Museu Casarão Pau Preto, Indaiatuba/SP)

1994 – II Semana de Arte e Decoração (Museu Casarão Pau Preto, Indaiatuba/SP) | I Bienal de Arte Contemporânea (Valinhos/SP)

1996 – Individual/Espaço e Arte Vitrine (Indaiatuba/SP)

1998 – Espaço Cultural Alles Bier (Campinas/SP) | Associação dos Artistas Plásticos e Visuais (Indaiatuba/SP)

2000 – ExpoCanada – Gallery BrazArts (Toronto)

2019 – Bienal de Arte Contemporânea Europeia e Latino-americana (Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro/RJ) | Bienal de Arte Contemporânea Europeia e Latino-americana  (Casa França/Brasil, Rio de Janeiro/RJ) | AlavancArt Leverage Art (Helsinque, Finlândia) | Pink October (4W43 Gallery Art Space (Nova Iorque, EUA) | Salon ArtShopping (Carrousel du Louvre, Paris, França) | AVA Art Festival (Tóquio, Japão) | ExpoArte SP (São Paulo/SP).

Polo Shopping aumenta filtragem do ar na Praça de Alimentação

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Polo Shopping Indaiatuba e a Mann+Hummel estão juntos numa iniciativa que tem como objetivo melhorar a qualidade do ar no interior do shopping por meio de uma das tecnologias de filtragem desenvolvidas pela empresa alemã. Para tanto, foi instalado na Praça de Alimentação do centro comercial um Filter Cube, filtro purificador capaz de retirar do ar diversos tipos de micro partículas inaláveis, o que inclui vírus e bactérias suspensos no ar.

O centro de compras já possui um sistema de ar condicionado que segue todos os protocolos sanitários indicados para a pandemia, incluindo a utilização de elementos filtrantes que eliminam micro-organismos presentes no ar. O Filter Cube da Mann+Hummel será uma tecnologia complementar ao trabalho de filtragem já realizado; desta vez, com foco específico na Praça de Alimentação, de modo a melhorar ainda mais a qualidade do ar nesse ambiente.

O equipamento instalado no Polo Shopping, nomeado de Cube-Kleen, possui uma nova tecnologia de alta performance em filtragem HEPA (High E ciency Particulate Air) e luz UV germicida. Essa função permite uma filtragem de alto desempenho para microrganismos suspensos no ar, apresentando 99,97 % de eficiência em filtragem de partículas de até 0,3 µm.

Empresa de moda praia destina sobras de tecidos para pessoas que vivem do artesanato

Ribeirão Preto, por Kleber Patricio

A diretora financeira da Beijo do Sol, Érika Nogueira Bianchini. Fotos: divulgação.

Fundada em meio à pandemia, em 2020, a Beijo do Sol, empresa de biquínis localizada em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, sabe o que é enfrentar desafios. Prova disso são as iniciativas sustentáveis da marca e a percepção de que o público está cada vez mais engajado em um novo conceito de compra. São os chamados “consumidores conscientes”, atentos aos impactos, descartes e serviços fornecidos.

Um levantamento intitulado Pesquisa sobre vida saudável e sustentável, feito pela consultoria GlobeScan em 27 países, mostra que a parcela de brasileiros cientes do quanto determinados produtos podem ser letais para o meio ambiente aumentou de 69% para 81% no ano passado. A diretora financeira da Beijo do Sol, Érika Nogueira Bianchini, explica que esse compromisso é cumprido em diversas frentes e uma delas é a doação das sobras de tecidos de recortes das peças para artesãos. “As sobras de tecidos usados em nossas coleções são sempre destinadas às pessoas que fazem tapetes e pulseiras justamente para que, ao invés de serem descartadas no meio ambiente, tornem-se fonte de renda para quem mais precisa neste momento difícil que vivemos”, explica.

De acordo com ela, o projeto faz parte de um dos pilares mais importantes da marca, referente à preocupação com toda a comunidade e biosfera, e em pouco mais de um ano de atividade já ajudou dezenas de pessoas desempregadas – além da natureza, já que o tecido de linha praia demora de 70 a 100 anos para se degradar.

Tapetes feitos com sobras de tecidos dos biquinis.

Junto com outras marcas, a fábrica, que fica em Votuporanga, chega a entregar meia tonelada de retalhos por mês. Karina Fonseca, que mora na mesma cidade, é uma das beneficiadas. Logo após perder o emprego durante a pandemia, a dona de casa passou a aprender artesanato com a mãe e não hesitou em investir nessa arte ao descobrir sobre as doações. Hoje, vende suas confecções a partir de R$25 cada. “Está sendo muito bom e gratificante pra mim. Chega a ser terapêutico, porque além de ocupar a cabeça, ganho meu dinheiro honesto e ajudo minha família. Sem o repasse de retalhos e as facilidades da internet, eu não conseguiria me manter em casa trabalhando e protegida do vírus”, afirma.

Ou seja: o encontro necessário entre moda e sustentabilidade, apontado na Pesquisa sobre vida saudável e sustentável e sentido diariamente por lojistas e consumidores, tem sido cumprido e já tem perspectivas de crescimento, sem desculpas para qualquer adiamento.

“Sempre tivemos vontade de abrir um negócio consciente e, ao surgir a oportunidade, a ideia da sustentabilidade foi muito importante no processo. Começamos ao optar por estampas digitais em nossas peças, que geram economia de água e causam menos impacto ao meio ambiente, e ampliamos para a doação de resíduos sólidos. Agora, isso é motivo de orgulho e inspiração para futuras iniciativas internas”, finaliza Érika Bianchini.