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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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CCBB RJ antecipa comemorações do centenário da Semana de 22 com mostra inédita

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

“Pameri Yukese”, 2020, Daiara Tukano –
Acrílica sobre tela – 170 x 700 cm – acervo da artista.

Celebrar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e lançar luz aos traços, remanescências e conquistas que o movimento trouxe, no decorrer dos últimos 100 anos, às artes plásticas do Brasil e refletir, a partir da atualidade, sobre um processo de rever e reparar este contexto – este é o objetivo de Brasilidade Pós-Modernismo, mostra que será apresentada entre 1 de setembro e 22 de novembro no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, com patrocínio do Banco do Brasil e realização por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo e Governo Federal.

Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra chama atenção para as diversas características da arte contemporânea brasileira da atualidade cuja existência se deve, em parte, ao legado da ousadia artística cultural proposta pelo Modernismo. Nuances que o público poderá conferir nas obras dos 51 artistas de diversas gerações que compõem o corpo da exposição, entre os quais Adriana Varejão, Anna Bella Geiger, Arnaldo Antunes, Cildo Meireles, Daniel Lie, Ernesto Neto, Ge Viana, Jaider Esbell, Rosana Paulino e Tunga.

“Voluta e Cercadura”, 2013, Adriana Varejão – óleo e gesso sobre tela – 150 x 150 cm – coleção da artista – Foto: Jaime Acioli.

“Esta exposição não é idealizada com o olhar histórico, mas sim, focada na atualidade com obras produzidas a partir de meados da década de 1960 até o dia de hoje, sendo algumas inéditas; ou seja, já com um distanciamento histórico dos primórdios da modernidade brasileira”, explica Tereza de Arruda. “Não é uma mostra elaborada como um ponto final, mas sim, como um ponto de partida, assim como foi a Semana de Arte Moderna de 1922 para uma discussão inovadora a atender a demanda de nosso tempo conscientes do percurso futuro guiados por protagonistas criadores”, completa a curadora.

Organizada em seis núcleos temáticos – Liberdade, Futuro, Identidade, Natureza, Estética e Poesia –, a mostra apresenta pinturas, fotografias, desenhos, esculturas, instalações e novas mídias. Segundo Tereza de Arruda, por meio deste conjunto plural de obras, “a Brasilidade se mostra diversificada e miscigenada, regional e cosmopolita, popular e erudita, folclórica e urbana”.

LIBERDADE | Abrindo a exposição, o núcleo Liberdade reflete sobre as inquietações e questionamentos remanescentes do colonialismo brasileiro do período de 1530 a 1822, além de suas consequências e legado histórico. São fatores decisivos para a formação das características do contexto sociopolítico-cultural nacional, que se tornaram temas recorrentes em grande parcela da produção cultural brasileira.

“Meu Matuto Predileto”, 2013, Fábio Baroli – Óleo e carvão sobre tela – 150 x 260 x 5 cm  – (tríptico medida total) – Acervo Sérgio Carvalho.

Em 1922, os modernistas buscavam a ruptura dos padrões eurocentristas na cultura brasileira e, hoje, os contemporâneos que integram esse núcleo – Adriana Varejão, Anna Bella Geiger, José Rufino, Rosana Paulino, Farnese de Andrade, Tunga, Ge Viana e José De Quadros – buscam a revisão da história como ponto de partida de um diálogo horizontal, enfatizando a diversidade, a visibilidade e inclusão.

FUTURO | O grupo da vanguarda modernista brasileiro buscava o novo, o inovador, desconhecido, de ordem construtiva e não destrutiva. E um exemplo de futuro construtor é Brasília, a capital concebida com uma ideia utópica e considerada um dos maiores êxitos do Modernismo do Brasil. “Sua concepção, idealização e realização são uma das provas maiores da concretização de uma ideia futurista”, comenta Tereza de Arruda. Com foco em Brasília como exemplo de utopia futurista, este núcleo reúne esboços e desenhos dos arquitetos Lina Bo Bardi, Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, obra da artista Márcia Xavier e registros captados pelo fotógrafo Joaquim Paiva e o cineasta Jorge Bodanzky.

IDENTIDADE | A busca por um perfil, uma identidade, permeia a história da nação brasileira. E é partir desta busca que se forma o conjunto exibido no núcleo Identidade. As obras de Alex Flemming, Berna Reale, Camila Soato, Fábio Baroli, Flávio Cerqueira, Glauco Rodrigues e Maxwell Alexandre apresentam uma brasilidade com diversas facetas da população brasileira.

A Visita dos Ancestrais, 2021, Jaider Esbell
Acrílica e caneta posca sobre tela
111,2 x 225,7 cm
coleção do artista.

“Falamos aqui do ‘Brasil profundo’, enfatizado já em obras literárias emblemáticas e pré-modernistas como o livro Os sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), publicado em 1902. Já neste período, o Brasil estava dividido em duas partes que prevalecem até hoje: o eixo Rio-São Paulo, das elites consequência de uma economia promissora proveniente do desenvolvimento financeiro e intelectual e, consequentemente, berço da Semana de Arte Moderna realizada 20 anos após esta publicação, e o sertão, desconhecido, acometido pela precariedade e desprezo de seu potencial”, reflete Tereza de Arruda.

NATUREZA | O território brasileiro é demarcado por sua vastidão, pluraridade de biomas e importância de caráter global. Neste núcleo, as obras dos artistas Armarinhos Teixeira, Caetano Dias, Gisele Camargo, Luzia Simons, Marlene Almeida, Paulo Nazareth, Rosilene Luduvico e Rodrigo Braga norteiam questões de enaltação, sustentabilidade e alerta quanto à natureza e o relacionamento do ser humano como corpo imerso no legado da “terra brasilis”.

ESTÉTICA | Reunindo trabalhos de Barrão, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Daniel Lie, Daiara Tukano, Delson Uchôa, Emmanuel Nassar, Ernesto Neto, Francisco de Almeida, Jaider Esbell, Judith Lauand, Luiz Hermano, Mira Schendel e Nelson Leirner, este núcleo surge a partir da reflexão sobre movimentos como o antropofágico, ação fundamental para o entendimento da essência da Brasilidade e um marco na história da arte do Brasil. Foi através dele que a identidade cultural nacional brasileira foi revista e passou a ser reconhecida.

“Atualizações Traumáticas de Debret”, 2019-2021, Ge Viana – colagem digital – 42 x 59,4 cm – coleção da artista.

E, segundo explica a curadora, isso se deu em 1928 com a publicação do Manifesto Antropófago publicado por Oswald de Andrade na Revista de Antropogafia de São Paulo. No texto, o poeta fazia uma associação direta à palavra “antropofagia”, em referência aos rituais de canibalismo nos quais se pregava a crença de que após engolir a carne de uma pessoa seriam concedidos ao canibal todo o poder, conhecimentos e habilidades da pessoa devorada. “A ideia de Oswald de Andrade foi a de se alimentar de técnicas e influências de outros países – neste caso, principalmente a Europa colonizadora – e, a partir daí, fomentar o desenvolvimento de uma nova estética artística brasileira. Na atualidade, como aqui vemos, não está à sombra de uma herança e manifestações europeias, mas sim, autônoma e autêntica miscigenada com elementos que compõem a Brasilidade dominada por cores, ritmos, formas e assimilação do díspar universo de linguagens e meios que a norteiam”, comenta Tereza de Arruda.

POESIA | A Semana de Arte Moderna e o movimento modernista em si pleitearam a independência linguística do português do Brasil do de Portugal. Os modernistas acreditavam que o português brasileiro haveria de ser cultuado e propagado como idioma nacional. Neste núcleo, são exibidas obras de poesia concreta, poesia visual e apoderamento da arte escrita – a escrita como arte independente, a escrita como elemento visual autônomo, a escrita como abstração sonora – dos artistas André Azevedo, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Floriano Romano, Júlio Plaza, Lenora de Barros, Rejane Cantoni e Shirley Paes Leme.

Lista completa de artistas

Adriana Varejão, Alex Flemming, André Azevedo, Anna Bella Geiger, Armarinhos Teixeira, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos/Júlio Plaza, Barrão, Berna Reale, Beatriz Milhazes, Camila Soato, Caetano Dias, Cildo Meireles, Daiara Tukano, Daniel Lie, Delson Uchôa, Ernesto Neto, Emmanuel Nassar, Fábio Baroli, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Floriano Romano, Francisco de Almeida, Ge Viana, Glauco Rodrigues, Gisele Camargo, Jaider Esbell, Joaquim Paiva, Jorge Bodanzky, José De Quadros, José Rufino, Judith Lauand, Júlio Plaza, Lenora de Barros, Lina Bo Bardi, Lúcio Costa, Luiz Hermano, Luzia Simons, Márcia Xavier, Marlene Almeida, Maxwell Alexandre, Mira Schendel, Nelson Leirner, Oscar Niemeyer, Paulo Nazareth, Rejane Cantoni, Rodrigo Braga, Rosana Paulino, Rosilene Luduvico, Shirley Paes Leme e Tunga.

Visitação | O CCBB-Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda (fecha terça), das 9h às 19h aos domingos, segundas e quartas e das 9h às 20h às quintas, sextas e sábados. A entrada do público é permitida apenas com agendamento online (eventim.com.br), o que possibilita manter um controle rígido da quantidade de pessoas no prédio. Ainda conta com fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento.

Sobre a curadora | Tereza de Arruda é mestre em História da Arte, formada pela Universidade Livre de Berlim. Vive desde 1989 entre São Paulo e Berlim. Em 2021, foi bolsista da Fundação Anna Polke em Colônia para pesquisa da obra de Sigmar Polke. Como curadora, colabora internacionalmente com diversas instituições e museus na realização de mostras coletivas ou monográficas, entre outras, em 2021, Art Sense Over Walls Away, Fundação Reinbeckhallen Berlin; Sergei Tchoban Futuristic Utopia or Reality, Kunsthalle Rostock; em 2019/2021, Chiharu Shiota linhas da vida, CCBB RJ-DF-SP; Chiharu Shiota linhas internas, Japan House; em 2018/2019, 50 anos de realismo – do fotorrealismo à realidade virtual, CCBB RJ-DF-SP; em 2018, Ilya e Emilia Kabakov Two Times, Kunsthalle Rostock; em 2017, Chiharu Shiota Under The Skin, Kunsthalle Rostock; Sigmar Polke Die Editionen, me collectors Room Berlin; Contraponto Acervo Sergio Carvalho, Museu da República DF; em 2015, InterAktion-Brasilien, Castelo Sacrow/Potsdam; Bill Viola na Bienal de Curitiba; Chiharu Shiota em busca do destino, SESC Pinheiros; em 2014, A arte que permanece, Acervo Chagas Freitas, Museu dos Correios DF-RJ; China Arte Brasil, OCA; em 2011, Sigmar Polke realismo capitalista e outras histórias ilustradas, MASP; India lado a lado, CCBB RJ-DF-SP e SESC; em 2010, Se não neste tempo, pintura contemporânea alemã 1989-2010, MASP. Desde 2016 é curadora associada da Kunsthalle Rostock. Curadora convidada e conselheira da Bienal de Havana desde 1997 e cocuradora da Bienal Internacional de Curitiba desde 2009. (https://www.p-arte.com).

Serviço:

Mostra coletiva Brasilidade Pós-Modernismo

Curadoria: Tereza de Arruda

Período expositivo: 1º de setembro a 22 de novembro

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Rio de Janeiro

Endereço: R. Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Funcionamento: quarta a segunda (fecha terça), das 9h às 19h aos domingos, segundas e quartas e das 9h às 20h às quintas, sextas e sábados.

*É necessário realizar agendamento prévio no site eventim.com.br

Site: bb.com.br/cultura

Redes Sociais: Facebbok: facebook.com/ccbb.rj | Instagram:@ccbbrj

Entrada gratuita, mediante a retirada de ingressos na bilheteria

Classificação: Livre.

Iguatemi Campinas apresenta exposição conjunta de Neno Ramos e Adhemir Fogassa

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Iguatemi Campinas recebe de 14 de agosto a 17 de outubro a exposição Metropolis, unindo a obra de dois artistas premiados de renome nacional e internacional: Neno Ramos e Adhemir Fogassa. O resultado é uma mostra vibrante, colorida e escultórica, que retrata a vibração das grandes cidades em suas cores e formas. “A exposição é um convite para conhecer a trajetória desses dois artistas cosmopolitas que, embora sejam totalmente diversos no que produzem, trazem entre si a linguagem da vida nas grandes cidades, traduzindo em suas artes o cotidiano ao mostrar o lado poético e lúdico do dia a dia na vida urbana”, conta Sueli Pennone, curadora da mostra.

Metropolis será a terceira exposição consecutiva realizada no novo Espaço Cultural do Iguatemi Campinas, localizado no primeiro piso, próximo à loja Fast Shop. Desde que foi inaugurado, em outubro de 2020, já expuseram trabalhos no local os artistas Paulo Roberto Giavoni, com a mostra Reflexão, e Olívia Niemeyer, que levou para o Iguatemi duas séries de suas pinturas: Constelações e Quarentena de Gaia. “Criamos esse espaço como uma vitrine para os artistas exporem seus trabalhos e a receptividade tem sido excelente, tanto que ampliamos o período de visitação dos dois primeiros eventos e, menos de 15 dias depois do encerramento da exposição de Olívia Niemeyer, já iremos receber uma nova mostra que com certeza irá mais uma vez encantar nossos visitantes”, afirma Janaína Nunes, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

A exposição Metropolis poderá ser visitada gratuitamente de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 12h às 20h.

Sobre os artistas

Neno Ramos começou a pintar profissionalmente em 1994, ano em que começou a trabalhar com a pop art, acompanhando os novos tempos e traduzindo suas reflexões sobre eles com temas que nos conduzem a realidade, sem perder a beleza. Atualmente é referência na pop art no Brasil e no exterior, estando sempre atento aos novos materiais e desenvolvendo novas técnicas, o que torna o seu trabalho singular. Com um lado lúdico apurado, tem seu trabalho baseado em ícones, em imagens fotográficas e cenas do cotidiano.  Além de artista, é ativista cultural, colaborando com o aumento da participação de artistas brasileiros em mostras e feiras de arte internacionais.

Ramos é delegado exclusivo no Brasil da Société Academique de Arts Sciences et Lettres (França), membro associado da Société Nationale de Beaux-Arts (França) e membro, conselheiro e correspondente no Brasil da Amitiés Internationales André Malraux (AIAM), também da França. Possui obras em vários espaços públicos, inclusive no acervo da AIAM e no Tenniseum – Museu de Roland Garros na França.

Adhemir Fogassa é escultor e produtor de maquetes arquitetônicas e traduz os espaços urbanos das grandes cidades em esculturas que ocupam desde grandes proporções em espaços públicos a menores, colocadas sobre pedestais para serem usadas em residências ou em espaços corporativos. Sua vivência como maquetista sempre lhe exigiu empenho, criatividade e improviso para configurar formas, volumes e materiais. Muito mais do que uma abundante produção de maquetes – cerca de 8 mil ao longo de 40 anos –, Fogassa fez dessas peças verdadeiras obras de arte que o consagraram como o maior maquetista do mundo.

Reconhecidamente, a arte e a técnica de Adhemir Fogassa colocam-se como uma das causas atribuídas pela escolha do Brasil como sede para as Olimpíadas de 2016. Devido a uma liminar para que se estabelecesse a localidade dos jogos, Fogassa foi designado por membros do Comitê Olímpico Brasileiro para compor um modelo das possíveis instalações do evento no país. Graças à montagem de uma maquete executada dentro dos seus padrões artísticos, o trabalho externou com criatividade o perfil do Brasil, colaborando com a preferência e a escolha do Rio de Janeiro como sede olímpica.

Serviço:

Exposição Metropolis, de Neno Ramos e Adhemir Fogassa, no Iguatemi Campinas

Quando: de 14 de agosto a 17 de outubro de 2021

Horário: de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 12h às 20h

Onde: Espaço Cultural no primeiro piso do Shopping Center Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas, SP)

Evento gratuito

www.iguatemicampinas.com.br.

Projeto Guri abre novo período de matrículas para o segundo semestre de 2021

São Paulo, por Kleber Patricio

Guris de Campinas interpretam ‘Trevo’, de AnaVitória, em apresentação virtual. Imagem: divulgação.

A inscrição de interesse para novos alunos e alunas do Projeto Guri será realizada de 2 a 20 de agosto de 2021, de maneira online, para os polos de ensino do interior e litoral de São Paulo. Para participar, não é preciso ter conhecimento prévio de música, nem possuir instrumentos ou realizar testes seletivos. São 11.133 vagas, para 30 cursos gratuitos de música, oferecidos no contraturno escolar para crianças, adolescentes e jovens de 6 a 18 anos incompletos.

Para fazer a inscrição, o responsável deve acessar o link no site do Projeto Guri e preencher o formulário a partir de qualquer plataforma (celular, tablet, computador etc.). Link: https://wae.projetoguri.org.br:8080/waeweb/servlet/hnwvcndrwdg?1,2021,2,1.

Informações solicitadas no formulário:

– Dados do aluno ou da aluna: nome completo, data de nascimento, número do RG ou certidão de nascimento, cor da pele, sexo, e-mail, telefone e endereço;

– Dados do responsável: nome completo, grau de parentesco e e-mail;

– Escolha do polo de ensino, por município;

– Escolha do curso, conforme as opções de dias e horários disponíveis no polo;

– Segunda opção de curso (para quem escolheu um instrumento ou iniciação musical há também a opção do curso de coral);

– Indicar se o candidato ou candidata possui síndrome ou transtorno e se está em medida socioeducativa ou medida protetiva;

– Renda familiar e quantidade de pessoas que moram na residência;

– Após preenchimento, clicar em ‘enviar’ para que seja gerado o número de protocolo referente ao processo.

Matrícula | Os formulários preenchidos no mês junho continuam valendo. O sistema gerou uma lista de espera para os inscritos que ainda não tiveram suas matrículas efetivadas e os polos darão prioridade a ela.

O preenchimento e envio do formulário de inscrição não garante a matrícula. Essa dependerá da quantidade de vagas disponíveis no curso escolhido e a ordem de inscrição. Caso haja a vaga, o candidato receberá da coordenação do polo, posteriormente, um e-mail de boas-vindas com o número de matrícula e senha de acesso ao Portal do Aluno. No Portal, o Guri deverá anexar os documentos solicitados e preencher o questionário social. Os endereços dos polos estão no site https://www.projetoguri.org.br.

Tabela com a faixa etária mínima para ingresso em cada curso | As faixas etárias ao lado indicam as idades apropriadas para o início em cada curso considerando razões de caráter pedagógico e de estrutura física, relacionadas ao desenvolvimento cognitivo, de maturidade muscular, tonicidade, coordenação motora fina etc.

Aulas no Projeto Guri | As aulas terão início a partir do dia 9 de agosto e, independentemente do retorno presencial, alunos e alunas terão acesso às aulas e atividades por meio da plataforma de ensino a distância.

Em razão dos impactos da pandemia da Covid-19, que afetam fortemente o setor cultural e o orçamento do Estado, as aulas no Projeto Guri seguirão de modo remoto. O retorno presencial, quando houver, deverá ocorrer de maneira progressiva, atendendo à deliberação do Governo do Estado de São Paulo e a autorização prévia de cada uma das cidades. As famílias receberão as informações necessárias com antecedência, cientes de que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas, visando a saúde e o bem-estar dos Guris, familiares, empregados, empregadas e comunidade.

Regional Araçatuba | São 756 vagas disponíveis nos polos: Polo Alto Alegre, Polo Andradina, Polo Avanhandava, Polo Bento De Abreu, Polo Bilac, Polo Birigui, Polo Brejo Alegre, Polo Castilho, Polo Clementina, Polo General Salgado, Polo Guaraçaí, Polo Guzolândia, Polo Ilha Solteira, Polo Jales, Polo Lavinia, Polo Luiziânia, Polo Murutinga Do Sul, Polo Nova Canaa Paulista, Polo Pereira Barreto, Polo Piacatu, Polo Regional Araçatuba, Polo Rubiácea, Polo Santa Fe Do Sul, Polo Santópolis do Aguapeí, Polo Sud Mennucci, Polo Valparaiso.

Regional Itapeva | São 856 vagas disponíveis nos polos: Polo Barra do Chapéu, Polo Bom Sucesso de Itararé, Polo Buri, Polo Capão Bonito, Polo Fartura, Polo Guapiara, Polo Itaberá, Polo Itaí, Polo Itaporanga, Polo Itararé, Polo Nova Campina, Polo Piraju, Polo Regional Itapeva, Polo Ribeirão Branco, Polo Ribeirão Grande, Polo Riversul, Polo Sarutaiá, Polo Taquarituba, Polo Taquarivaí.

Regional Jundiaí | São 1.244 vagas disponíveis nos polos: Polo Aguaí, Polo Águas de Lindoia – Prefeitura, Polo Atibaia, Polo Bragança Paulista, Polo Cabreúva, Polo Campinas, Polo Elias Fausto, Polo Espirito Santo do Pinhal, Polo Estiva Gerbi, Polo Indaiatuba, Polo Iracemápolis, Polo Monte Mor, Polo Nelson Mandela – Campinas, Polo Nova Odessa, Polo Pedreira, Polo Piracaia, Polo Piracicaba, Polo Rafard – Prefeitura, Polo Regional Jundiaí, Polo Santa Barbara D Oeste, Polo Santo Antonio de Posse, Polo Santo Antonio do Jardim, Polo Serra Negra, Polo Sumaré, Polo Vinhedo.

Regional Marília | São 862 vagas disponíveis nos polos: Polo Arco Iris, Polo Assis, Polo Bastos, Polo Bauru, Polo Campos Novos Paulista, Polo Candido Mota, Polo Echapora, Polo Herculândia, Polo Ibirarema, Polo Legião Mirim de Piratininga, Polo Lins, Polo Ocauçu, Polo Oriente, Polo Ourinhos, Polo Palmital, Polo Parapuã, Polo Promissão, Polo Quatá, Polo Regional Marília, Polo Ribeirão do Sul, Polo Rinópolis, Polo Sabino, Polo Salto Grande, Polo Santa Cruz do Rio Pardo, Polo Tupã, Polo Vera Cruz.

Regional Presidente Prudente | São 1.331 vagas disponíveis nos polos: Polo Adamantina, Polo Álvares Machado, Polo Caiabu, Polo Dracena, Polo Emilianópolis, Polo Indiana, Polo Inúbia Paulista, Polo Irapuru, Polo João Ramalho, Polo Junqueirópolis, Polo Lar Francisco Franco – Rancharia, Polo Martinópolis, Polo Mirante do Paranapanema, Polo Nantes, Polo Narandiba, Polo Osvaldo Cruz, Polo Ouro Verde, Polo Piquerobi, Polo Pirapozinho, Polo Presidente Bernardes, Polo Presidente Venceslau, Polo Regente Feijó, Polo Regional Presidente Prudente, Polo Rosana, Polo Sagres, Polo Sandovalina, Polo Santo Expedito, Polo Taciba, Polo Tarabai, Polo Teodoro Sampaio/Pontal do Paranapanema, Polo Tupi Paulista.

Regional Ribeirão Preto | São 1.206 vagas disponíveis nos polos: Polo ACIF – Franca, Polo Altinópolis, Polo Batatais, Polo Bebedouro, Polo Brodowski, Polo Cajuru, Polo Candido Rodrigues, Polo Cravinhos, Polo Dumont, Polo Guara, Polo Igarapava, Polo IORM – Guaira, Polo IORM – Ipuã, Polo IORM – Orlândia, Polo Itirapuã, Polo Ituverava, Polo Jaborandi, Polo Jaboticabal, Polo Luteria Franca, Polo Miguelópolis, Polo Monte Alto, Polo Monte Azul Paulista, Polo Morro Agudo, Polo Regional Ribeirão Preto, Polo Santa Cruz da Esperança, Polo Santa Rosa de Viterbo, Polo São Joaquim da Barra, Polo São Simão, Polo Serrana, Polo Sertãozinho, Polo Taquaritinga, Polo Terra Roxa, Polo Viradouro.

Regional São Carlos | São 1.290 vagas disponíveis nos polos: Polo Araraquara, Polo Bariri, Polo Barra Bonita, Polo Boa Esperança do Sul, Polo Caconde, Polo Cordeirópolis, Polo Dois Córregos, Polo Ibitinga, Polo Igaraçu do Tietê, Polo Itápolis, Polo Lençóis Paulista, Polo Macatuba, Polo Mineiros do Tietê, Polo Nova Europa, Polo Pederneiras, Polo Pirassununga, Polo Porto Ferreira, Polo Regional Jaú, Polo Regional São Carlos, Polo Rincão, Polo Rio Claro, Polo Santa Cruz das Palmeiras, Polo Santa Gertrudes, Polo Santa Maria da Serra, Polo São José do Rio Pardo, Polo São Sebastião da Grama, Polo Tambaú, Polo Tapiratiba, Polo Vargem Grande do Sul.

Regional São José do Rio Preto | São 475 vagas disponíveis nos polos: Polo Altair, Polo Balsamo, Polo Barretos, Polo Cosmorama, Polo Fernandópolis, Polo Ibirá, Polo Ipiguá, Polo José Bonifácio, Polo Mirassol, Polo Nipoã, Polo Nova Granada, Polo Novo Horizonte, Polo Onda Verde, Polo Ouroeste, Polo Palestina, Polo Paulo de Faria, Polo Regional São José do Rio Preto, Polo Riolândia, Polo Santa Adélia, Polo Severínia, Polo Tanabi, Polo Ubarana, Polo Urupês, Polo Votuporanga.

Regional São José dos Campos | São 635 vagas disponíveis nos polos: Polo Aparecida, Polo Areias, Polo Caçapava, Polo Cachoeira Paulista, Polo Campos do Jordão, Polo Distrito de Moreira Cesar, Polo Fundacc – Caraguatatuba, Polo Guaratinguetá, Polo Ilhabela, Polo Lagoinha, Polo Lorena, Polo Natividade da Serra, Polo Paraibuna, Polo Pindamonhangaba, Polo Piquete, Polo Regional São José dos Campos, Polo Roseira, Polo São Francisco Xavier, Polo São José dos Campos, Polo São Luiz do Paraitinga, Polo Silveiras, Polo Taubaté, Polo Ubatuba-Prefeitura.

Regional São Paulo – litoral | São 883 vagas disponíveis nos polos: Polo Ilha Comprida, Polo Itanhaém, Polo Itariri, Polo Miracatu, Polo Mongaguá, Polo Pedro de Toledo, Polo Peruíbe, Polo Regional Santos, Polo Registro, Polo Santos – Zona Noroeste, Polo São Vicente, Polo Sete Barras.

Regional Sorocaba | São 1.597 vagas disponíveis nos polos: Polo Araçoiaba da Serra, Polo Avaré, Polo Botucatu, Polo Capela do Alto, Polo Cerquilho, Polo Conchas, Polo Guareí, Polo Ibiúna, Polo Itapetininga, Polo Itatinga, Polo Itú, Polo Mairinque, Polo Piedade, Polo Pilar do Sul, Polo Porto Feliz, Polo Regional Sorocaba, Polo Salto, Polo São Manuel, Polo São Miguel Arcanjo, Polo São Roque, Polo Tietê, Polo Votorantim.

Sobre o Projeto Guri | mantido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos no curso de luteria, nos Grupos de Referência e nos polos da Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Sustenidos, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 850 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

Sobre a Sustenidos: Eleita a Melhor ONG de Cultura de 2018, a Sustenidos é a organização responsável pelo Projeto Guri (nos polos de ensino do interior, litoral e Fundação CASA), Conservatório de Tatuí e Complexo Theatro Municipal. Além dos projetos especiais Som na Estrada, Musicou e MOVE, e dos festivais Ethno Brazil e Imagine Brazil. Além do Governo de São Paulo, a Sustenidos conta com o apoio de prefeituras, organizações sociais, empresas e pessoas físicas. Instituições interessadas em investir na Sustenidos, contribuindo para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, têm suporte fiscal da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fumcad). Pessoas físicas também podem ajudar. Saiba como contribuir: https://www.sustenidos.org.br/pessoa-fisica.

Especialista elenca mitos e verdades do universo cervejeiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Como todo mundo sabe, a cerveja é uma bebida que carrega muita história. Talvez por isso tantos mitos tenham sido criados a seu respeito ao longo dos anos. Ingredientes, estilos, sabores e até as maneiras de melhor armazená-la viraram assunto da mesa de bar — ou, por ora, da mesa de casa. Confira abaixo os principais mitos e verdades explicados pela especialista da Ambev Paula Guedes.

1 – Toda cerveja é bastante amarga: MITO. A cerveja é a bebida mais variada que existe quando o assunto é sabor. Pode até ter um certo amargor, mas nem sempre é assim e a escala de IBU pode te ajudar a entender a intensidade de cada rótulo. O gosto amargo geralmente vem do lúpulo e pode ser medido pelo IBU (International Biterness Unit, ou Medida Internacional de Amargor), a escala que dimensiona a intensidade, variando de 0 a 120 – quanto maior a sua posição na escala de amargor, mais intensa é a bebida. Em alguns estilos, no entanto, ele fica imperceptível, como no caso das cervejas doces, ácidas e até mesmo as ligeiramente salgadas.

2 – A água é muito importante para a qualidade da cerveja: VERDADE, MAS… Hoje em dia, todas as cervejarias modernas tratam a água que será utilizada nas receitas para obter sempre o mesmo perfil mineral e padrão de qualidade. Isso permite a reprodução da fórmula em qualquer parte do mundo.

3 – O sol estraga a cerveja: VERDADE. A exposição à luz e ao calor prejudica a qualidade da bebida. A cerveja deve ser armazenada corretamente em lugar fresco.

4 – Cerveja congelada deve ir para o lixo: MITO. Se você esquecer a cerveja no congelador (e ela não explodir), devolva-a para a geladeira e espere um ou dois dias antes de abri-la. O sabor e a carbonatação devem estar como antes. Claro que não devemos fazer esse processo muitas vezes, mas se aconteceu um dia, não tem problema.

5 – Gelar muito a cerveja destrói o sabor: MITO. A regra é clara: quanto mais forte e encorpada a cerveja, menos fria ela deve ser degustada. O que não significa que você deva carregar um termômetro para conferir se o bar serve a bebida na temperatura correta. Por ser leve e delicada, a pilsen merece ser servida gelada. Quantos graus? O brasileiro costuma beber cerveja no limite do congelamento e não há nada errado nisso. Se você não gosta assim, faça do seu jeito.

6 – Quanto mais escura, mais forte é a cerveja: MITO. Não se deixe enganar pelos sentidos. As cores marrom ou preta realmente causam a expectativa de uma bebida mais forte ou densa, mas isso não acontece – a tonalidade da cerveja depende da matéria-prima. Maltes de trigo são quase brancos, malte de cevada tipo pilsen dá um tom amarelado e as variedades tostadas e carameladas completam a paleta com cervejas que vão do avermelhado ao negro intenso. Existem cervejas claras que são fortes, como é o caso das tripels ou das Imperial IPA, e cervejas escuras que podem ser mais leves, como as Dry Stouts, por exemplo.

7 – Ser puro malte torna a cerveja melhor: MITO. A lista dos ingredientes da cerveja depende do que o mestre-cervejeiro espera obter com a receita. Se a intenção é que ela seja mais encorpada, pode-se optar por trabalhar apenas com malte de cevada ou adicionar um pouco de trigo, mas, se o objetivo é deixá-la ainda mais cremosa, é preferível utilizar aveia. Para quem busca uma cerveja leve e refrescante, prefira consumir aquelas que levam um pouco de milho ou arroz junto com o malte de cevada.

8 – O colarinho protege a bebida: VERDADE. A camada de espuma não deixa que a cerveja tenha contato direto com o ar, o que reduz a oxidação e a perda de gás. Além disso, o colarinho ajuda a preservar os aromas da cerveja e sua temperatura.

Grupo que defende tratamento precoce de Covid-19 explora status de ciência nas redes sociais, mostra estudo

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil.

Links com reivindicação científica em grupo defensor do tratamento precoce têm tempo de vida médio 1,5 vez maior que nos demais grupos nas redes sociais, revela estudo inédito da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV DAPP). O tempo de vida dos links em circulação sobre o assunto é de 100 horas em três dos quatro grupos identificados pela pesquisa. A exceção ocorre, justamente, no cluster negacionista, quando a duração sobe para 250 horas.

O estudo (Pseudo)ciência e esfera pública: reivindicações científicas sobre Covid-19 no Twitter observou também que dentre os dez links que permaneceram por mais tempo na página inicial das redes, apenas no cluster negacionista são identificadas URLs controversas. São sites anônimos e alvos recorrentes de verificação de fatos e invalidados pela comunidade científica. A URL líder em tempo de vida, por exemplo, foi um desses alvos de checagem de agências brasileiras sobre o tratamento precoce para a Covid-19 e circulou durante 159 dias, ou seja, mais de cinco meses, no Twitter.

Além disso, o grupo defensor do tratamento precoce, em lilás, é o mais isolado dentre os identificados. Em 44% dos links, 90% dos compartilhamentos ocorreram dentro do próprio cluster, o que mostra que essas URLs saem pouco do grupo, que, apesar de apresentar maior parte das interações do debate, engloba apenas 21,5% dos perfis. Na discussão sobre a Covid-19, no Twitter, o tratamento precoce foi o assunto que mais instrumentalizou o discurso científico, em maio e junho de 2021.

No grupo Lilás, mostrado no gráfico, há predomínio da presença de sites hiperpartidarizados que se apresentam como mídias conservadoras – como as URLs revistaoeste.com e tercalivre.com.br. Neste sentido, o conjunto mobiliza também links que evocam vozes de autoridades estrangeiras para dar credibilidade e um efeito de “cientificidade” ao tratamento precoce. Esse cluster, ao longo da pandemia, publicou textos e reportagens em apoio ao governo federal e reivindica participação mínima do Estado.

Outro grupo que também chama atenção pela presença de sites partidarizados é o azul-claro, que reúne canais noticiosos de esquerda, cuja identificação é marcada pelos ideais progressistas e defensores da democracia – destaque para diariodocentrodomundo.com.br e www.brasil247.com.

Foram analisadas publicações do Twitter que reivindicam o status científico para trazer argumentos de autoridade a mensagens sobre a Covid-19, incluindo adesão ou crítica a medidas protetivas, aplicação ou não de vacinas e grau de periculosidade do vírus, entre outros. Os 3,3 milhões de posts que compõem o corpus da pesquisa foram publicados entre janeiro e maio de 2021.

A pesquisa foi desenvolvida pela FGV DAPP no âmbito do projeto Democracia Digital, com apoio da Embaixada da Alemanha em Brasília. Com duração até 2022, o projeto conta com a experiência em pesquisa aplicada de redes sociais e da expertise de análise do debate público da FGV DAPP.

(Fonte: Agência Bori)