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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Grupo Meio amplia estudo sobre corpo-paisagem em série de videos “180”

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação/Grupo Meio.

Estudar a relação entre o corpo e a cidade e como ele se insere na paisagem sem estabelecer uma relação hegemônica, buscando uma dança que não é feita para se destacar do espaço público, mas talvez brote dele e o questione – essa tem sido a linha de pesquisa do Grupo Meio, que desenvolveu o projeto Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade, com diversas ações performativas, formativas e de investigação em dança. Nesse próximo sábado, dia 7 de agosto, às 12 horas o grupo estreia a série de vídeo 180, que irá lançar também o site onde esse e outros projetos de pesquisa estarão disponíveis para serem acessados.

Em 180, os artistas partem de diferentes pontos da cidade e da ideia do que se pode ser revelado da sua casa e do entorno, como um olhar sobre/do espaço público. Quando fala em território, o grupo abre para que ele seja explorado como um território sonoro, visual, virtual, de evocação de memórias, embates políticos, identitários, raciais, de gênero, cosmovisões, especulação imobiliária etc. “A cidade onde estamos, São Paulo, tal qual todo o mundo, continua vivendo um momento atravessado pela pandemia da Covid-19. Essa é a cidade que estamos usando como objeto e vemos que ela está em um momento muito agudo, pois sua própria identidade enquanto uma das cidades mais populosas do mundo e conhecida pelo seu fluxo financeiro, de mercadorias e pessoas teve seu modo de existir abalado. Sendo assim, o que seria uma intervenção urbana nessa São Paulo de hoje? Também buscamos nesse trabalho refletir sobre a importância de estar em um projeto financiado por dinheiro municipal e sabendo da crise econômica que acometeu a todes que vivem de eventos culturais, primeiras ações a serem canceladas pelo caráter perigoso, agora não só pelo cunho político e social que as manifestações culturais promovem, mas pelo simples fato de gerar aglomerações. Sendo assim, em 180, a gente não só remodela a ideia de intervenção como também busca financiar artistas de várias regiões para que pudessem estar com o grupo e contar com apoio financeiro”, explica Carolina Canteli.

O processo de participação de outros artistas se deu por meio de um chamamento aberto pelo Grupo Meio. Nele, foram escolhidos 20 artistas não só de diferentes regiões de São Paulo, como também de outras regiões do Brasil. Esses artistas criaram a partir do que foi orientado pelo Meio e Nina Giovelli, compartilhando suas presenças e experiências em suas localidades durante duas semanas de residência e co-criação. Os artistas que fazem parte da performance se colocaram de agasalhos coloridos e utilizando máscaras de grama artificial em lugares movimentados, com grande passagem de pedestres. Essas captações geraram os vídeos que compõem 180.

Grupo Meio

Direção artística: Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra

Direção audiovisual: Lucas Reitano

Orientação da performance audiovisual: Carolina Canteli, Everton Ferreira, Iolanda Sinatra, Lucas Reitano, Maria Basulto e Nina Giovelli

Produção: Tetembua Dandara

Design Gráfico: João Brito

Compartilham presenças: Augusto Borges, Cássia Nunes, David Nery, Fabricio Enzo, Fe Menino, Felipe Santana, Florydo Fogo, Gabriel Villas, Karina Zichelle, Larissa Cavalcante da Silva, Manuel Victor dos Santos Pereira, Marlon de Paula, OEFEHÁ, Paulo Carpino, Quebrantxy, Felipe Teixeira, Stéphane Marçal Sabino, TaySonPio, Theuse Luz de Pavuna e Xan Marçall.

Sobre 180 | 180 é uma intervenção de dança em que es performers vestides/as/os de agasalhos coloridos e utilizando máscaras de grama artificial, se colocam em um local de grande fluxo de pedestres da cidade. Essas criaturas não identificáveis geram um ponto de destaque visual em meio ao cenário urbano já tão diverso e controverso e reforçam um contraponto em relação a mobilidade dos centros urbanos, uma vez que o fazer/estar destes não está implicado nas ações de correr, falar, vender, comprar, passar por, mas sim, permanecer num único ponto realizando um giro de 180º em torno de si próprio em um período de 30 minutos.

Serviço:

180 – Série de vídeos online que estreia no dia 7 de agosto, às 12 horas. https://www.grupo-meio.com/.

LONA Galeria apresenta exposição inédita “Cadernos de Artista”

São Paulo, por Kleber Patricio

Caderno de Liliana Alves. Fotos: divulgação/LONA Galeria.

Cadernos de artista é uma exposição coletiva de 23 artistas e a partir de 28 de agosto, sábado, estará aberta ao público no anexo LONA Galeria, localizada no Centro de São Paulo, com visitação presencial em horários agendados, seguindo os protocolos de medidas sanitárias. Terá também visitação virtual 3D com acesso liberado dias depois da inauguração presencial.

O projeto surgiu da necessidade de explorar outros suportes para a expressão artística. Desta forma, a galeria encomendou cadernos em branco e entregou para 23 artistas, podendo assim assumir distintas finalidades: suporte para teste de materiais e técnicas, bloco de notas e diário visual, entre outras. O caderno é um recurso que possibilita o artista acompanhar seu próprio processo, observando e refletindo sobre sua prática e pode ser também um recurso de sua formação.

A ideia de um projeto com cadernos de artistas partiu do responsável pela LONA Galeria, Duilio Ferronato, mas só se concretizou a partir de um encontro com o curador e editor Eder Ribeiro, que trabalha na orientação de diversos artistas e se juntou à exposição assumindo a curadoria. “Eu já tinha essa fixação por cadernos de artistas. Sempre quando vou a ateliês eu olho os cadernos, os rabiscos. Cadernos de artistas é uma expressão de arte muito interessante e quando conheci o Eder eu pensei que ele era o cara que estava me faltando para dar o primeiro passo e iniciar este projeto, pelo contato e conhecimento dele no cotidiano de criação de tantos artistas”, explica Duilio.

Caderno de Gabriel Pessoto.

Eder esclarece que as obras possuem temas livres, mas são conectadas com as pesquisas visuais de seus autores. Segundo ele, também houve a possibilidade de convidar os artistas para expor alguns cadernos que eles fizeram ao longo da carreira. “Nós vamos fazer uma seleção e vai entrar junto com esses cadernos produzidos para o projeto”.

Para os artistas, o material comporta grande importância em seus processos. Eles revelam caminhos, considerando que eles buscam as questões de suas pesquisas produzindo e indagando sobre suas próprias produções. “Uma artista, por exemplo, fez uma série só de gravuras, é um conjunto de imagens a partir de uma técnica. Outros fazem livremente desenhos, rabiscos ou teste de materiais. Tem alguns que colam tecidos porque estão fazendo pesquisas sobre materiais. Mas no final, todos eles são cadernos de artistas e são objetos artísticos mostrando momentos, conceitos e criações de cada um”, explica Eder, com exemplos do que está por vir na exposição.

Sobre Duilio Ferronato | Duilio Ferronato nasceu em Avaré em 1963, interior de SP, aos seis anos foi para São Paulo e estudou no colégio dos padres Agostinianos. Aos 19 anos foi para Londres estudar Artes Visuais no London College e, terminando o curso, voltou para São Paulo. Trabalhou na Tok Stok e diversas lojas pelo mundo. Formado também em Arquitetura, passou a escrever para as revistas TPM, TRIP e GMagazine e jornal Folha de São Paulo e depois foi estudar cinema em Cuba. Escreveu roteiros e fez programas de TV. Trabalhou de cozinheiro num navio, viajou pelo mundo cozinhando. Foi estudar na Cordon Bleu em Paris. Voltou para São Paulo e foi sócio de um restaurante, mas acabou voltando para as artes. Agora escreve, faz curadorias e tem uma galeria com o marido, a LONA galeria.

Caderno de Gustavo Aragoni.

Sobre Eder Ribeiro |Eder Ribeiro é curador e editor brasileiro, baseado em São Paulo. Possui mestrado em Arquitetura (Ecole National Superièure d’Architecture Paris Malaquais) e Artes visuais/Fotografia (Université Paris 8). Tem como principais eixos de pesquisa a fotografia vernacular/anônima, a fotografia contemporânea e o fotolivro. Colaborou com as galerias Le Douches la Galerie (Paris) e RocioSantaCruz (Barcelona), com a ABACT (Associção Brasileira de Arte Contemporânea) e com a Feira de publicações ArtsLibris, (Barcelona). Em 2017 criou o projeto esquina de pesquisa curatorial (Fotografia e além – 2017, A ilusão da casa – 2018), do qual foi curador e produtor. Coordena dois Grupos de Estudos ligados à narrativa fotográfica e o foto livro, na Casa Contemporânea em São Paulo e em Ribeirão Preto, além de ministrar curso de linguagem fotográfica e publicação na Escola Portfolio de Curitiba (PR). Produziu e fez a curadoria da exposição de publicações Foto-Texto (foto livros, livro de artista e fanzines), e When we left to the moon de Vitor Bossa, ambas em 2020, na Casa Contemporânea/São Paulo. Foi um dos coordenadores do Festival IMAGINÁRIA (2021), dedicado ao foto livro. Atualmente se dedica principalmente à edição de foto livros e livros de artista, prestando assessoria a diferentes artistas por meio da Alter Edições, casa de edições independente.

Sobre a LONA Galeria | A LONA Galeria abriu suas portas na Barra Funda em março de 2019, em uma parceria entre o curador Duílio Ferronato e o artista Higo Joseph. Com foco em artistas que estão iniciando a carreira e em ascensão com potencial artístico e de mercado, a galeria apresenta exposições individuais e coletivas produzidas por meio de curadores parceiros. Conta com dois espaços: a galeria, em um sobrado no bairro da barra funda, e o anexo, localizado no primeiro andar de um edifício histórico no centro de São Paulo. Tem como missão a inserção de artistas emergentes no circuito e um primeiro contato com o mercado e instituições de arte, como também o incentivo a novos colecionadores.

Serviço:

Curadoria: Eder Ribeiro

Coordenação: Duilio Ferronato

Abertura: sábado, 28 de agosto 2021

Encerramento: sábado, 9 de outubro 2021

Local: Anexo LONA

Rua São Bento, 181 – 1º. andar – Centro, São Paulo/SP

Contato: (11) 99403-0023

Entrada gratuita

Visitação: das 13h às 18h, com horário agendado, presencial e on-line em 3D

Número de obras: 50 cadernos

Técnicas: desenhos, pinturas, colagens, aquarelas, recortes

Preços: de R$2.000,00 a R$23.000,00

Site: http://www.lonagaleria.com

Instagram: https://www.instagram.com/lonagaleria/

Facebook: https://www.facebook.com/lonagaleria.

CCBB RJ antecipa comemorações do centenário da Semana de 22 com mostra inédita

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

“Pameri Yukese”, 2020, Daiara Tukano –
Acrílica sobre tela – 170 x 700 cm – acervo da artista.

Celebrar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e lançar luz aos traços, remanescências e conquistas que o movimento trouxe, no decorrer dos últimos 100 anos, às artes plásticas do Brasil e refletir, a partir da atualidade, sobre um processo de rever e reparar este contexto – este é o objetivo de Brasilidade Pós-Modernismo, mostra que será apresentada entre 1 de setembro e 22 de novembro no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, com patrocínio do Banco do Brasil e realização por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo e Governo Federal.

Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra chama atenção para as diversas características da arte contemporânea brasileira da atualidade cuja existência se deve, em parte, ao legado da ousadia artística cultural proposta pelo Modernismo. Nuances que o público poderá conferir nas obras dos 51 artistas de diversas gerações que compõem o corpo da exposição, entre os quais Adriana Varejão, Anna Bella Geiger, Arnaldo Antunes, Cildo Meireles, Daniel Lie, Ernesto Neto, Ge Viana, Jaider Esbell, Rosana Paulino e Tunga.

“Voluta e Cercadura”, 2013, Adriana Varejão – óleo e gesso sobre tela – 150 x 150 cm – coleção da artista – Foto: Jaime Acioli.

“Esta exposição não é idealizada com o olhar histórico, mas sim, focada na atualidade com obras produzidas a partir de meados da década de 1960 até o dia de hoje, sendo algumas inéditas; ou seja, já com um distanciamento histórico dos primórdios da modernidade brasileira”, explica Tereza de Arruda. “Não é uma mostra elaborada como um ponto final, mas sim, como um ponto de partida, assim como foi a Semana de Arte Moderna de 1922 para uma discussão inovadora a atender a demanda de nosso tempo conscientes do percurso futuro guiados por protagonistas criadores”, completa a curadora.

Organizada em seis núcleos temáticos – Liberdade, Futuro, Identidade, Natureza, Estética e Poesia –, a mostra apresenta pinturas, fotografias, desenhos, esculturas, instalações e novas mídias. Segundo Tereza de Arruda, por meio deste conjunto plural de obras, “a Brasilidade se mostra diversificada e miscigenada, regional e cosmopolita, popular e erudita, folclórica e urbana”.

LIBERDADE | Abrindo a exposição, o núcleo Liberdade reflete sobre as inquietações e questionamentos remanescentes do colonialismo brasileiro do período de 1530 a 1822, além de suas consequências e legado histórico. São fatores decisivos para a formação das características do contexto sociopolítico-cultural nacional, que se tornaram temas recorrentes em grande parcela da produção cultural brasileira.

“Meu Matuto Predileto”, 2013, Fábio Baroli – Óleo e carvão sobre tela – 150 x 260 x 5 cm  – (tríptico medida total) – Acervo Sérgio Carvalho.

Em 1922, os modernistas buscavam a ruptura dos padrões eurocentristas na cultura brasileira e, hoje, os contemporâneos que integram esse núcleo – Adriana Varejão, Anna Bella Geiger, José Rufino, Rosana Paulino, Farnese de Andrade, Tunga, Ge Viana e José De Quadros – buscam a revisão da história como ponto de partida de um diálogo horizontal, enfatizando a diversidade, a visibilidade e inclusão.

FUTURO | O grupo da vanguarda modernista brasileiro buscava o novo, o inovador, desconhecido, de ordem construtiva e não destrutiva. E um exemplo de futuro construtor é Brasília, a capital concebida com uma ideia utópica e considerada um dos maiores êxitos do Modernismo do Brasil. “Sua concepção, idealização e realização são uma das provas maiores da concretização de uma ideia futurista”, comenta Tereza de Arruda. Com foco em Brasília como exemplo de utopia futurista, este núcleo reúne esboços e desenhos dos arquitetos Lina Bo Bardi, Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, obra da artista Márcia Xavier e registros captados pelo fotógrafo Joaquim Paiva e o cineasta Jorge Bodanzky.

IDENTIDADE | A busca por um perfil, uma identidade, permeia a história da nação brasileira. E é partir desta busca que se forma o conjunto exibido no núcleo Identidade. As obras de Alex Flemming, Berna Reale, Camila Soato, Fábio Baroli, Flávio Cerqueira, Glauco Rodrigues e Maxwell Alexandre apresentam uma brasilidade com diversas facetas da população brasileira.

A Visita dos Ancestrais, 2021, Jaider Esbell
Acrílica e caneta posca sobre tela
111,2 x 225,7 cm
coleção do artista.

“Falamos aqui do ‘Brasil profundo’, enfatizado já em obras literárias emblemáticas e pré-modernistas como o livro Os sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), publicado em 1902. Já neste período, o Brasil estava dividido em duas partes que prevalecem até hoje: o eixo Rio-São Paulo, das elites consequência de uma economia promissora proveniente do desenvolvimento financeiro e intelectual e, consequentemente, berço da Semana de Arte Moderna realizada 20 anos após esta publicação, e o sertão, desconhecido, acometido pela precariedade e desprezo de seu potencial”, reflete Tereza de Arruda.

NATUREZA | O território brasileiro é demarcado por sua vastidão, pluraridade de biomas e importância de caráter global. Neste núcleo, as obras dos artistas Armarinhos Teixeira, Caetano Dias, Gisele Camargo, Luzia Simons, Marlene Almeida, Paulo Nazareth, Rosilene Luduvico e Rodrigo Braga norteiam questões de enaltação, sustentabilidade e alerta quanto à natureza e o relacionamento do ser humano como corpo imerso no legado da “terra brasilis”.

ESTÉTICA | Reunindo trabalhos de Barrão, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Daniel Lie, Daiara Tukano, Delson Uchôa, Emmanuel Nassar, Ernesto Neto, Francisco de Almeida, Jaider Esbell, Judith Lauand, Luiz Hermano, Mira Schendel e Nelson Leirner, este núcleo surge a partir da reflexão sobre movimentos como o antropofágico, ação fundamental para o entendimento da essência da Brasilidade e um marco na história da arte do Brasil. Foi através dele que a identidade cultural nacional brasileira foi revista e passou a ser reconhecida.

“Atualizações Traumáticas de Debret”, 2019-2021, Ge Viana – colagem digital – 42 x 59,4 cm – coleção da artista.

E, segundo explica a curadora, isso se deu em 1928 com a publicação do Manifesto Antropófago publicado por Oswald de Andrade na Revista de Antropogafia de São Paulo. No texto, o poeta fazia uma associação direta à palavra “antropofagia”, em referência aos rituais de canibalismo nos quais se pregava a crença de que após engolir a carne de uma pessoa seriam concedidos ao canibal todo o poder, conhecimentos e habilidades da pessoa devorada. “A ideia de Oswald de Andrade foi a de se alimentar de técnicas e influências de outros países – neste caso, principalmente a Europa colonizadora – e, a partir daí, fomentar o desenvolvimento de uma nova estética artística brasileira. Na atualidade, como aqui vemos, não está à sombra de uma herança e manifestações europeias, mas sim, autônoma e autêntica miscigenada com elementos que compõem a Brasilidade dominada por cores, ritmos, formas e assimilação do díspar universo de linguagens e meios que a norteiam”, comenta Tereza de Arruda.

POESIA | A Semana de Arte Moderna e o movimento modernista em si pleitearam a independência linguística do português do Brasil do de Portugal. Os modernistas acreditavam que o português brasileiro haveria de ser cultuado e propagado como idioma nacional. Neste núcleo, são exibidas obras de poesia concreta, poesia visual e apoderamento da arte escrita – a escrita como arte independente, a escrita como elemento visual autônomo, a escrita como abstração sonora – dos artistas André Azevedo, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Floriano Romano, Júlio Plaza, Lenora de Barros, Rejane Cantoni e Shirley Paes Leme.

Lista completa de artistas

Adriana Varejão, Alex Flemming, André Azevedo, Anna Bella Geiger, Armarinhos Teixeira, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos/Júlio Plaza, Barrão, Berna Reale, Beatriz Milhazes, Camila Soato, Caetano Dias, Cildo Meireles, Daiara Tukano, Daniel Lie, Delson Uchôa, Ernesto Neto, Emmanuel Nassar, Fábio Baroli, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Floriano Romano, Francisco de Almeida, Ge Viana, Glauco Rodrigues, Gisele Camargo, Jaider Esbell, Joaquim Paiva, Jorge Bodanzky, José De Quadros, José Rufino, Judith Lauand, Júlio Plaza, Lenora de Barros, Lina Bo Bardi, Lúcio Costa, Luiz Hermano, Luzia Simons, Márcia Xavier, Marlene Almeida, Maxwell Alexandre, Mira Schendel, Nelson Leirner, Oscar Niemeyer, Paulo Nazareth, Rejane Cantoni, Rodrigo Braga, Rosana Paulino, Rosilene Luduvico, Shirley Paes Leme e Tunga.

Visitação | O CCBB-Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda (fecha terça), das 9h às 19h aos domingos, segundas e quartas e das 9h às 20h às quintas, sextas e sábados. A entrada do público é permitida apenas com agendamento online (eventim.com.br), o que possibilita manter um controle rígido da quantidade de pessoas no prédio. Ainda conta com fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento.

Sobre a curadora | Tereza de Arruda é mestre em História da Arte, formada pela Universidade Livre de Berlim. Vive desde 1989 entre São Paulo e Berlim. Em 2021, foi bolsista da Fundação Anna Polke em Colônia para pesquisa da obra de Sigmar Polke. Como curadora, colabora internacionalmente com diversas instituições e museus na realização de mostras coletivas ou monográficas, entre outras, em 2021, Art Sense Over Walls Away, Fundação Reinbeckhallen Berlin; Sergei Tchoban Futuristic Utopia or Reality, Kunsthalle Rostock; em 2019/2021, Chiharu Shiota linhas da vida, CCBB RJ-DF-SP; Chiharu Shiota linhas internas, Japan House; em 2018/2019, 50 anos de realismo – do fotorrealismo à realidade virtual, CCBB RJ-DF-SP; em 2018, Ilya e Emilia Kabakov Two Times, Kunsthalle Rostock; em 2017, Chiharu Shiota Under The Skin, Kunsthalle Rostock; Sigmar Polke Die Editionen, me collectors Room Berlin; Contraponto Acervo Sergio Carvalho, Museu da República DF; em 2015, InterAktion-Brasilien, Castelo Sacrow/Potsdam; Bill Viola na Bienal de Curitiba; Chiharu Shiota em busca do destino, SESC Pinheiros; em 2014, A arte que permanece, Acervo Chagas Freitas, Museu dos Correios DF-RJ; China Arte Brasil, OCA; em 2011, Sigmar Polke realismo capitalista e outras histórias ilustradas, MASP; India lado a lado, CCBB RJ-DF-SP e SESC; em 2010, Se não neste tempo, pintura contemporânea alemã 1989-2010, MASP. Desde 2016 é curadora associada da Kunsthalle Rostock. Curadora convidada e conselheira da Bienal de Havana desde 1997 e cocuradora da Bienal Internacional de Curitiba desde 2009. (https://www.p-arte.com).

Serviço:

Mostra coletiva Brasilidade Pós-Modernismo

Curadoria: Tereza de Arruda

Período expositivo: 1º de setembro a 22 de novembro

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Rio de Janeiro

Endereço: R. Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Funcionamento: quarta a segunda (fecha terça), das 9h às 19h aos domingos, segundas e quartas e das 9h às 20h às quintas, sextas e sábados.

*É necessário realizar agendamento prévio no site eventim.com.br

Site: bb.com.br/cultura

Redes Sociais: Facebbok: facebook.com/ccbb.rj | Instagram:@ccbbrj

Entrada gratuita, mediante a retirada de ingressos na bilheteria

Classificação: Livre.

Iguatemi Campinas apresenta exposição conjunta de Neno Ramos e Adhemir Fogassa

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Iguatemi Campinas recebe de 14 de agosto a 17 de outubro a exposição Metropolis, unindo a obra de dois artistas premiados de renome nacional e internacional: Neno Ramos e Adhemir Fogassa. O resultado é uma mostra vibrante, colorida e escultórica, que retrata a vibração das grandes cidades em suas cores e formas. “A exposição é um convite para conhecer a trajetória desses dois artistas cosmopolitas que, embora sejam totalmente diversos no que produzem, trazem entre si a linguagem da vida nas grandes cidades, traduzindo em suas artes o cotidiano ao mostrar o lado poético e lúdico do dia a dia na vida urbana”, conta Sueli Pennone, curadora da mostra.

Metropolis será a terceira exposição consecutiva realizada no novo Espaço Cultural do Iguatemi Campinas, localizado no primeiro piso, próximo à loja Fast Shop. Desde que foi inaugurado, em outubro de 2020, já expuseram trabalhos no local os artistas Paulo Roberto Giavoni, com a mostra Reflexão, e Olívia Niemeyer, que levou para o Iguatemi duas séries de suas pinturas: Constelações e Quarentena de Gaia. “Criamos esse espaço como uma vitrine para os artistas exporem seus trabalhos e a receptividade tem sido excelente, tanto que ampliamos o período de visitação dos dois primeiros eventos e, menos de 15 dias depois do encerramento da exposição de Olívia Niemeyer, já iremos receber uma nova mostra que com certeza irá mais uma vez encantar nossos visitantes”, afirma Janaína Nunes, gerente de marketing do Iguatemi Campinas.

A exposição Metropolis poderá ser visitada gratuitamente de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 12h às 20h.

Sobre os artistas

Neno Ramos começou a pintar profissionalmente em 1994, ano em que começou a trabalhar com a pop art, acompanhando os novos tempos e traduzindo suas reflexões sobre eles com temas que nos conduzem a realidade, sem perder a beleza. Atualmente é referência na pop art no Brasil e no exterior, estando sempre atento aos novos materiais e desenvolvendo novas técnicas, o que torna o seu trabalho singular. Com um lado lúdico apurado, tem seu trabalho baseado em ícones, em imagens fotográficas e cenas do cotidiano.  Além de artista, é ativista cultural, colaborando com o aumento da participação de artistas brasileiros em mostras e feiras de arte internacionais.

Ramos é delegado exclusivo no Brasil da Société Academique de Arts Sciences et Lettres (França), membro associado da Société Nationale de Beaux-Arts (França) e membro, conselheiro e correspondente no Brasil da Amitiés Internationales André Malraux (AIAM), também da França. Possui obras em vários espaços públicos, inclusive no acervo da AIAM e no Tenniseum – Museu de Roland Garros na França.

Adhemir Fogassa é escultor e produtor de maquetes arquitetônicas e traduz os espaços urbanos das grandes cidades em esculturas que ocupam desde grandes proporções em espaços públicos a menores, colocadas sobre pedestais para serem usadas em residências ou em espaços corporativos. Sua vivência como maquetista sempre lhe exigiu empenho, criatividade e improviso para configurar formas, volumes e materiais. Muito mais do que uma abundante produção de maquetes – cerca de 8 mil ao longo de 40 anos –, Fogassa fez dessas peças verdadeiras obras de arte que o consagraram como o maior maquetista do mundo.

Reconhecidamente, a arte e a técnica de Adhemir Fogassa colocam-se como uma das causas atribuídas pela escolha do Brasil como sede para as Olimpíadas de 2016. Devido a uma liminar para que se estabelecesse a localidade dos jogos, Fogassa foi designado por membros do Comitê Olímpico Brasileiro para compor um modelo das possíveis instalações do evento no país. Graças à montagem de uma maquete executada dentro dos seus padrões artísticos, o trabalho externou com criatividade o perfil do Brasil, colaborando com a preferência e a escolha do Rio de Janeiro como sede olímpica.

Serviço:

Exposição Metropolis, de Neno Ramos e Adhemir Fogassa, no Iguatemi Campinas

Quando: de 14 de agosto a 17 de outubro de 2021

Horário: de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 12h às 20h

Onde: Espaço Cultural no primeiro piso do Shopping Center Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas, SP)

Evento gratuito

www.iguatemicampinas.com.br.

Projeto Guri abre novo período de matrículas para o segundo semestre de 2021

São Paulo, por Kleber Patricio

Guris de Campinas interpretam ‘Trevo’, de AnaVitória, em apresentação virtual. Imagem: divulgação.

A inscrição de interesse para novos alunos e alunas do Projeto Guri será realizada de 2 a 20 de agosto de 2021, de maneira online, para os polos de ensino do interior e litoral de São Paulo. Para participar, não é preciso ter conhecimento prévio de música, nem possuir instrumentos ou realizar testes seletivos. São 11.133 vagas, para 30 cursos gratuitos de música, oferecidos no contraturno escolar para crianças, adolescentes e jovens de 6 a 18 anos incompletos.

Para fazer a inscrição, o responsável deve acessar o link no site do Projeto Guri e preencher o formulário a partir de qualquer plataforma (celular, tablet, computador etc.). Link: https://wae.projetoguri.org.br:8080/waeweb/servlet/hnwvcndrwdg?1,2021,2,1.

Informações solicitadas no formulário:

– Dados do aluno ou da aluna: nome completo, data de nascimento, número do RG ou certidão de nascimento, cor da pele, sexo, e-mail, telefone e endereço;

– Dados do responsável: nome completo, grau de parentesco e e-mail;

– Escolha do polo de ensino, por município;

– Escolha do curso, conforme as opções de dias e horários disponíveis no polo;

– Segunda opção de curso (para quem escolheu um instrumento ou iniciação musical há também a opção do curso de coral);

– Indicar se o candidato ou candidata possui síndrome ou transtorno e se está em medida socioeducativa ou medida protetiva;

– Renda familiar e quantidade de pessoas que moram na residência;

– Após preenchimento, clicar em ‘enviar’ para que seja gerado o número de protocolo referente ao processo.

Matrícula | Os formulários preenchidos no mês junho continuam valendo. O sistema gerou uma lista de espera para os inscritos que ainda não tiveram suas matrículas efetivadas e os polos darão prioridade a ela.

O preenchimento e envio do formulário de inscrição não garante a matrícula. Essa dependerá da quantidade de vagas disponíveis no curso escolhido e a ordem de inscrição. Caso haja a vaga, o candidato receberá da coordenação do polo, posteriormente, um e-mail de boas-vindas com o número de matrícula e senha de acesso ao Portal do Aluno. No Portal, o Guri deverá anexar os documentos solicitados e preencher o questionário social. Os endereços dos polos estão no site https://www.projetoguri.org.br.

Tabela com a faixa etária mínima para ingresso em cada curso | As faixas etárias ao lado indicam as idades apropriadas para o início em cada curso considerando razões de caráter pedagógico e de estrutura física, relacionadas ao desenvolvimento cognitivo, de maturidade muscular, tonicidade, coordenação motora fina etc.

Aulas no Projeto Guri | As aulas terão início a partir do dia 9 de agosto e, independentemente do retorno presencial, alunos e alunas terão acesso às aulas e atividades por meio da plataforma de ensino a distância.

Em razão dos impactos da pandemia da Covid-19, que afetam fortemente o setor cultural e o orçamento do Estado, as aulas no Projeto Guri seguirão de modo remoto. O retorno presencial, quando houver, deverá ocorrer de maneira progressiva, atendendo à deliberação do Governo do Estado de São Paulo e a autorização prévia de cada uma das cidades. As famílias receberão as informações necessárias com antecedência, cientes de que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas, visando a saúde e o bem-estar dos Guris, familiares, empregados, empregadas e comunidade.

Regional Araçatuba | São 756 vagas disponíveis nos polos: Polo Alto Alegre, Polo Andradina, Polo Avanhandava, Polo Bento De Abreu, Polo Bilac, Polo Birigui, Polo Brejo Alegre, Polo Castilho, Polo Clementina, Polo General Salgado, Polo Guaraçaí, Polo Guzolândia, Polo Ilha Solteira, Polo Jales, Polo Lavinia, Polo Luiziânia, Polo Murutinga Do Sul, Polo Nova Canaa Paulista, Polo Pereira Barreto, Polo Piacatu, Polo Regional Araçatuba, Polo Rubiácea, Polo Santa Fe Do Sul, Polo Santópolis do Aguapeí, Polo Sud Mennucci, Polo Valparaiso.

Regional Itapeva | São 856 vagas disponíveis nos polos: Polo Barra do Chapéu, Polo Bom Sucesso de Itararé, Polo Buri, Polo Capão Bonito, Polo Fartura, Polo Guapiara, Polo Itaberá, Polo Itaí, Polo Itaporanga, Polo Itararé, Polo Nova Campina, Polo Piraju, Polo Regional Itapeva, Polo Ribeirão Branco, Polo Ribeirão Grande, Polo Riversul, Polo Sarutaiá, Polo Taquarituba, Polo Taquarivaí.

Regional Jundiaí | São 1.244 vagas disponíveis nos polos: Polo Aguaí, Polo Águas de Lindoia – Prefeitura, Polo Atibaia, Polo Bragança Paulista, Polo Cabreúva, Polo Campinas, Polo Elias Fausto, Polo Espirito Santo do Pinhal, Polo Estiva Gerbi, Polo Indaiatuba, Polo Iracemápolis, Polo Monte Mor, Polo Nelson Mandela – Campinas, Polo Nova Odessa, Polo Pedreira, Polo Piracaia, Polo Piracicaba, Polo Rafard – Prefeitura, Polo Regional Jundiaí, Polo Santa Barbara D Oeste, Polo Santo Antonio de Posse, Polo Santo Antonio do Jardim, Polo Serra Negra, Polo Sumaré, Polo Vinhedo.

Regional Marília | São 862 vagas disponíveis nos polos: Polo Arco Iris, Polo Assis, Polo Bastos, Polo Bauru, Polo Campos Novos Paulista, Polo Candido Mota, Polo Echapora, Polo Herculândia, Polo Ibirarema, Polo Legião Mirim de Piratininga, Polo Lins, Polo Ocauçu, Polo Oriente, Polo Ourinhos, Polo Palmital, Polo Parapuã, Polo Promissão, Polo Quatá, Polo Regional Marília, Polo Ribeirão do Sul, Polo Rinópolis, Polo Sabino, Polo Salto Grande, Polo Santa Cruz do Rio Pardo, Polo Tupã, Polo Vera Cruz.

Regional Presidente Prudente | São 1.331 vagas disponíveis nos polos: Polo Adamantina, Polo Álvares Machado, Polo Caiabu, Polo Dracena, Polo Emilianópolis, Polo Indiana, Polo Inúbia Paulista, Polo Irapuru, Polo João Ramalho, Polo Junqueirópolis, Polo Lar Francisco Franco – Rancharia, Polo Martinópolis, Polo Mirante do Paranapanema, Polo Nantes, Polo Narandiba, Polo Osvaldo Cruz, Polo Ouro Verde, Polo Piquerobi, Polo Pirapozinho, Polo Presidente Bernardes, Polo Presidente Venceslau, Polo Regente Feijó, Polo Regional Presidente Prudente, Polo Rosana, Polo Sagres, Polo Sandovalina, Polo Santo Expedito, Polo Taciba, Polo Tarabai, Polo Teodoro Sampaio/Pontal do Paranapanema, Polo Tupi Paulista.

Regional Ribeirão Preto | São 1.206 vagas disponíveis nos polos: Polo ACIF – Franca, Polo Altinópolis, Polo Batatais, Polo Bebedouro, Polo Brodowski, Polo Cajuru, Polo Candido Rodrigues, Polo Cravinhos, Polo Dumont, Polo Guara, Polo Igarapava, Polo IORM – Guaira, Polo IORM – Ipuã, Polo IORM – Orlândia, Polo Itirapuã, Polo Ituverava, Polo Jaborandi, Polo Jaboticabal, Polo Luteria Franca, Polo Miguelópolis, Polo Monte Alto, Polo Monte Azul Paulista, Polo Morro Agudo, Polo Regional Ribeirão Preto, Polo Santa Cruz da Esperança, Polo Santa Rosa de Viterbo, Polo São Joaquim da Barra, Polo São Simão, Polo Serrana, Polo Sertãozinho, Polo Taquaritinga, Polo Terra Roxa, Polo Viradouro.

Regional São Carlos | São 1.290 vagas disponíveis nos polos: Polo Araraquara, Polo Bariri, Polo Barra Bonita, Polo Boa Esperança do Sul, Polo Caconde, Polo Cordeirópolis, Polo Dois Córregos, Polo Ibitinga, Polo Igaraçu do Tietê, Polo Itápolis, Polo Lençóis Paulista, Polo Macatuba, Polo Mineiros do Tietê, Polo Nova Europa, Polo Pederneiras, Polo Pirassununga, Polo Porto Ferreira, Polo Regional Jaú, Polo Regional São Carlos, Polo Rincão, Polo Rio Claro, Polo Santa Cruz das Palmeiras, Polo Santa Gertrudes, Polo Santa Maria da Serra, Polo São José do Rio Pardo, Polo São Sebastião da Grama, Polo Tambaú, Polo Tapiratiba, Polo Vargem Grande do Sul.

Regional São José do Rio Preto | São 475 vagas disponíveis nos polos: Polo Altair, Polo Balsamo, Polo Barretos, Polo Cosmorama, Polo Fernandópolis, Polo Ibirá, Polo Ipiguá, Polo José Bonifácio, Polo Mirassol, Polo Nipoã, Polo Nova Granada, Polo Novo Horizonte, Polo Onda Verde, Polo Ouroeste, Polo Palestina, Polo Paulo de Faria, Polo Regional São José do Rio Preto, Polo Riolândia, Polo Santa Adélia, Polo Severínia, Polo Tanabi, Polo Ubarana, Polo Urupês, Polo Votuporanga.

Regional São José dos Campos | São 635 vagas disponíveis nos polos: Polo Aparecida, Polo Areias, Polo Caçapava, Polo Cachoeira Paulista, Polo Campos do Jordão, Polo Distrito de Moreira Cesar, Polo Fundacc – Caraguatatuba, Polo Guaratinguetá, Polo Ilhabela, Polo Lagoinha, Polo Lorena, Polo Natividade da Serra, Polo Paraibuna, Polo Pindamonhangaba, Polo Piquete, Polo Regional São José dos Campos, Polo Roseira, Polo São Francisco Xavier, Polo São José dos Campos, Polo São Luiz do Paraitinga, Polo Silveiras, Polo Taubaté, Polo Ubatuba-Prefeitura.

Regional São Paulo – litoral | São 883 vagas disponíveis nos polos: Polo Ilha Comprida, Polo Itanhaém, Polo Itariri, Polo Miracatu, Polo Mongaguá, Polo Pedro de Toledo, Polo Peruíbe, Polo Regional Santos, Polo Registro, Polo Santos – Zona Noroeste, Polo São Vicente, Polo Sete Barras.

Regional Sorocaba | São 1.597 vagas disponíveis nos polos: Polo Araçoiaba da Serra, Polo Avaré, Polo Botucatu, Polo Capela do Alto, Polo Cerquilho, Polo Conchas, Polo Guareí, Polo Ibiúna, Polo Itapetininga, Polo Itatinga, Polo Itú, Polo Mairinque, Polo Piedade, Polo Pilar do Sul, Polo Porto Feliz, Polo Regional Sorocaba, Polo Salto, Polo São Manuel, Polo São Miguel Arcanjo, Polo São Roque, Polo Tietê, Polo Votorantim.

Sobre o Projeto Guri | mantido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos no curso de luteria, nos Grupos de Referência e nos polos da Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Sustenidos, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 850 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

Sobre a Sustenidos: Eleita a Melhor ONG de Cultura de 2018, a Sustenidos é a organização responsável pelo Projeto Guri (nos polos de ensino do interior, litoral e Fundação CASA), Conservatório de Tatuí e Complexo Theatro Municipal. Além dos projetos especiais Som na Estrada, Musicou e MOVE, e dos festivais Ethno Brazil e Imagine Brazil. Além do Governo de São Paulo, a Sustenidos conta com o apoio de prefeituras, organizações sociais, empresas e pessoas físicas. Instituições interessadas em investir na Sustenidos, contribuindo para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, têm suporte fiscal da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fumcad). Pessoas físicas também podem ajudar. Saiba como contribuir: https://www.sustenidos.org.br/pessoa-fisica.