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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Orquestra Sinfônica de Indaiatuba apresenta espetáculo infantil em outubro

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Gomes.

A Orquestra Sinfônica de Indaiatuba apresenta no dia 3 de outubro o concerto Potira e a Onça-pintada, que celebra a chegada do mês das crianças. O espetáculo terá como convidada especial a Palhaça Rubra, interpretada por Lu Lopes. A atração terá início às 17h, de forma presencial, na Sala Acrísio de Camargo, no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba), com entrada gratuita e reserva de ingressos online. A direção artística e a regência são do maestro Paulo de Paula.

Potira e a Onça-pintada é uma livre adaptação da obra Pedro e o Lobo, do compositor Sergei Prokofiev, originário da Ucrânia (na época, o país integrava o Império Russo). No enredo ‘abrasileirado’, a curiosa e animada Potira mora no Pantanal mato-grossense com seu avô, que faz de tudo para protegê-la dos animais selvagens. Mas ela, sonhadora que só, não tem medo de enfrentá-los, principalmente se for para salvar animais indefesos e mesmo que precise desobedecer a seu avô. Essa história se desenrola a partir de música e teatro, acompanhada pelos instrumentos: cordas (Potira), flauta (Passarinho), oboé (Pato), clarinete (Gato), fagote (Avô da Potira), trompas (Onça-pintada), madeiras (Caçadores) e tímpano (tiros).

Convidada | Divide o palco com a Sinfônica a Palhaça Rubra, interpretada por Lu Lopes. Transitando no cenário da palhaçaria há 28 anos, a atriz, além de circular pelo Brasil com espetáculos musicais da Palhaça Rubra, é fundadora da Banda Gigante, que já contou com convidados como Zeca Baleiro e Arnaldo Antunes e apresenta o programa Rubra e as Criaturas na TV Rá-Tim-Bum.

A Palhaça Rubra. Foto: Gal Oppido.

Ao longo de sua trajetória, já participou dos Doutores da Alegria, do Jogando no Quintal e do Circo Zanni, entre outros. Já foi indicada ao Prêmio Governador do Estado, em São Paulo, na categoria de Circo (2011 e 2013) e também foi homenageada pelo reconhecimento e valor artístico no Centro de Memória do Circo e vencedora (segundo lugar) do Prêmio Jabuti 2015, com o Almanaque Musical da Banda Gigante.

Como assistir | O espetáculo Potira e a Onça-pintada tem entrada gratuita, porém, é necessário reservar os lugares por meio de formulário online (confira o endereço abaixo). É possível reservar no máximo cinco entradas por pessoa, das 300 disponíveis, devido à capacidade de público do teatro em número reduzido em razão da Covid-19.

É obrigatório o uso máscara e o respeito ao distanciamento durante toda a atração. A realização do concerto é da Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba (Amoji), em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura.

Serviço:

Potira e a Onça-pintada com a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba

Data: 3 de outubro

Horário: 17h

Local: Sala Acrísio de Camargo, no CIAEI

Endereço: Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3.665, Jardim Regina – Indaiatuba/SP

Reservas: www.sympla.com.br/osi—espetaculo-potira-e-a-onca-pintada__1354608

Site: www.orquestradeindaiatuba.org.br.

(Fonte: Assessoria de Comunicação/PMI)

Miami usará cães no aeroporto para detectar se turistas estão com Covid -19

Miami, por Kleber Patricio

Imagem: Portal UOL/divulgação Queissada Comunicação.

O cenário epidêmico ainda não acabou, mas o aumento do número de pessoas vacinadas e a fase da rotina estão ocorrendo e com novas adaptações. A flexibilização em atividades de trabalho, estudo e lazer estão retornando ao normal e com isso as viagens estão mais acessíveis de serem realizadas. Com a flexibilização das viagens internacionais, novas regras para entrar em países e cidades foram criadas. Como acontece no Aeroporto Internacional de Miami, a novidade é que cães farejadores farão o trabalho de detectar a Covid-19 nos passageiros. Segundo a administração do aeroporto, os dois “fiscais” serão um pastor belga chamado Cobra e um pastor holandês batizado como One Betta, e caso um cão sinalize a presença do vírus em um viajante, ele será direcionado para realizar um teste rápido de Covid-19.

Mesmo com a novidade de poder sair do país, as restrições burocráticas permanecem. Embora nos Estados Unidos possam entrar apenas estudantes acadêmicos e jornalistas brasileiros com vistos, já existem indícios de que a partir de novembro deste ano as visitas sejam mais flexíveis ao público. De acordo com o comunicado da Casa Branca, os brasileiros que podem entrar no país precisam apresentar o comprovante de vacinação, o teste negativo de Covid-19 feito até três dias antes do embarque.

A iniciativa de impor cães como fiscais partiu do Aeroporto de Miami em parceria com a American Airlines. Este é o primeiro aeroporto dos Estados Unidos a realizar a medida com animais. Segundo a administração, os cães foram treinados para detectar compostos orgânicos voláteis que são eliminados pela respiração e suor dos seres humanos, que somente os animais são capazes de identificar pelo faro.

Considerado o”melhor amigo do homem”, um cachorro possui capacidade olfativa 44 vezes superior à do ser humano, segundo um estudo da Faculdade de Veterinária da UFRGS. Os cães fiscais do Aeroporto de Miami receberam um treinamento do Centro Global de Ciência Forense e Justiça da Florida International University e os animais apresentaram taxas de precisão entre 96% e 99% diante das centenas de sessões de experimentação.

(Fonte: Queissada Comunicação)

Leopoldina recebe prêmio de melhor cerveja do mundo

Reino Unido, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A cerveja Leopoldina Italian Grape Ale acaba de ser eleita a melhor do mundo na categoria “Brut Beers”, durante o World Beer Awards 2021, no Reino Unido. O título vem no momento em que a Cervejaria Leopoldina celebra cinco anos e comprova a expertise do Grupo Famiglia Valduga na elaboração de produtos de excelência. “A Famiglia Valduga sempre foi movida por desafios e, quando pensamos em harmonizar os mundos da cerveja e do vinho, parecia algo impossível. Mas, não desistimos, persistimos, insistimos e agora comemoramos este título inédito com muito orgulho e que coroa os cinco anos da Cervejaria Leopoldina”, comemora Eduardo Valduga, diretor do Grupo Famiglia Valduga.

Além desta premiação mundial inédita, a Leopoldina Italian Grape Ale e a Leopoldina Belgian Tripel receberam ainda o título de Country Winner, sendo eleitas as melhores do Brasil nas categorias “Brut Beers” e “Belgian Tripel Style” respectivamente. Já a Leopoldina Russian Imperial Stout recebeu a medalha de prata, sendo uma das mais bem avaliadas entre todas do mesmo estilo.

As cervejas Leopoldina são elaboradas com base nas principais escolas cervejeiras, com a seleção dos melhores ingredientes importados da Europa, aliando tecnologia e o alto padrão dos produtos, características que fazem o Grupo Famiglia Valduga ser reconhecido mundialmente. “Sabemos que cerveja é uma paixão para o brasileiro e a melhor maneira de honrar o nosso consumidor é oferecer a ele rótulos que surpreendem por seu sabor e qualidade, comprovados por esta que é uma das premiações mais importantes do mundo”, comenta Rodrigo Veronese, mestre cervejeiro da Cervejaria Leopoldina.

Realizado no Reino Unido, o World Beer Awards é um concurso global que seleciona as melhores cervejas, em todos os estilos reconhecidos internacionalmente, premia e promove os melhores rótulos do mundo todo, degustados às cegas por um júri especializado.

Os rótulos premiados podem ser encontrados na loja virtual.

Sobre a Cervejaria Leopoldina | A Cervejaria Leopoldina produz cervejas artesanais com base nas principais escolas cervejeiras belga, tcheca, americana, inglesa e alemã, cuja tradição nos fermentados é mundialmente reconhecida. As bebidas são elaboradas com a seleção dos melhores maltes, lúpulos e leveduras importados da Europa, aliando tecnologia e qualidade que garantem o alto padrão dos produtos. A marca faz parte do grupo Famiglia Valduga, um dos mais tradicionais produtores de vinhos e espumantes do Brasil.

Sobre o Grupo Famiglia Valduga | Reconhecido mundialmente por seu padrão de excelência e sua expertise em inovação, é composto pelas empresas Casa Valduga, vinícola que está entre as dez maiores elaboradoras de espumantes e vinhos do País e que conta com a maior cave de espumantes da América Latina; Domno, a importadora de vinhos de diversas nacionalidades; Ponto Nero, que elabora espumantes através do método Charmat; Casa Madeira, produtora de sucos, geleias, antepastos e creme balsâmico, entre outros produtos gourmet; Cervejaria Leopoldina, que produz cervejas artesanais com base nas principais escolas cervejeiras, como belga, tcheca, americana, inglesa e alemã, cuja tradição nos fermentados é mundialmente reconhecida e Vinotage Cosméticos, uma linha de cosméticos diferenciada à base do óleo extraído da uva, além da novidade Becas, vinho frisante em lata que permite degustações em doses únicas. A sede do Grupo fica em Bento Gonçalves (RS), no Vale dos Vinhedos, local onde a Família Valduga instalou-se quando chegou ao Brasil.

(Fonte: Approach Comunicação)

Unidades de conservação melhoram condições de vida de ribeirinhos na Amazônia

Amazônia, por Kleber Patricio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

Comunidades ribeirinhas da região Amazônica moradoras de unidades de conservação desfrutam de melhor acesso à saúde, educação, eletricidade e saneamento básico. Apenas 5% dos adultos moradores destas áreas entrevistados por estudo preferem se mudar para a cidade, em comparação a 58% que vivem em áreas desprotegidas. Os dados são de pesquisa publicada na revista “PNAS”, na segunda (27), realizada por pesquisadores das universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e de Alagoas (Ufal), do Instituto Juruá e das universidades norueguesas de East Anglia e de Life Sciences.

Os pesquisadores percorreram mais de dois mil quilômetros pelo rio Juruá, afluente do rio Amazonas, em 2016, a fim de entender os impactos sociais de se viver dentro ou fora de uma unidade de conservação. Eles aplicaram questionários e entrevistaram pessoas e famílias de comunidades externas e de unidades de conservação da região, incluindo a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS), de Uacari, e as reservas extrativistas do Médio e Baixo Juruá. Ao todo, moradores e líderes comunitários de 100 comunidades da região foram ouvidos, incluindo 426 pessoas e 281 famílias.

Nas entrevistas coletadas, o pesquisador João Campos-Silva observou que as unidades de conservação bem geridas, que possuem forte organização social das comunidades e associações locais, trazem benefícios muito importantes para a qualidade de vida e subsistência local. “O melhor acesso à saúde, educação, eletricidade, saneamento básico e comunicação, observado em comunidades dentro das UCs, influencia na decisão das pessoas de não quererem sair de lá”, comenta o pesquisador do Instituto Juruá, um dos autores do artigo.

Um dos principais resultados da pesquisa é que as comunidades das unidades de conservação têm mais acesso à infraestrutura básica de serviços públicos. Da mesma forma, famílias que residem nessas comunidades têm mais bens duráveis como geladeira, fogão, eletrodomésticos e barco a motor, indicando que morar nas unidades de conservação confere uma maior riqueza material às famílias.

Para Priscila Lopes, coautora do estudo, os dados sugerem que diferentes níveis de gestão participaram da construção de soluções para as comunidades pesquisadas, desde ONGS, empresas, universidades e associações locais. “Elas estimularam o desenvolvimento social com a criação de empregos e cadeias produtivas socialmente mais justas, o que ajuda a consolidar resultados positivos do engajamento em sustentabilidade”, destaca a pesquisadora.

Os autores entendem que esse cenário otimista encontrado na região do rio Juruá pode indicar uma exceção à regra, uma vez que envolve um modelo de cogestão na unidade de conservação. Como a maioria das unidades de conservação na Amazônia não está implementada e enfrenta uma escassez de recursos humanos e financeiros, eles defendem também um aumento do investimento público na implementação dessas áreas protegidas como forma de gerar riqueza com a floresta ainda em pé.

(Fonte: Agência Bori)

Binho Ribeiro realiza exposição na Galeria Alma da Rua

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O street artist Binho Ribeiro realiza a partir do dia 6 de outubro uma exposição na Galeria Alma da Rua. A terceira passagem do artista pela galeria trará elementos clássicos do universo de seus personagens: telas grandes, médias, letras e cenários – tudo aquilo que o artista entende como o reflexo de sua realidade. A exposição também terá a participação de Bob Burnquist e sua marca Burnkit, com rampas de fingerboard customizadas pelo artista. “É a cultura do skate presente na alma e no coração do Beco do Batman”, explica Ribeiro.

Binho Ribeiro faz graffiti desde 1984, primórdios do movimento da arte de rua no Brasil. Hoje é um dos mais reconhecidos street artists no país não apenas pelo trabalho consistente que nunca parou de fazer nas ruas, mas também pelo apurado trabalho em telas e curadoria de grandes projetos envolvendo a street art, como o Museu Aberto de Arte Urbana de São Paulo (MAAU), o primeiro museu aberto de arte urbana do mundo, e a Bienal Internacional Graffiti Fine Art, hoje a mais completa bienal de arte urbana do mundo.

Criada em 2016, a Alma da Rua já realizou mais de 70 exposições – 90% delas, realizadas com artistas que estão ativos nas ruas, mas não só nas ruas de São Paulo e Rio de Janeiro. Dentro da galeria, obras de alguns dos artistas mais importantes de street art do país, como o próprio Binho Ribeiro, EDMX, Enivo, Onesto, Pato, Cris Rodrigues, Mari Pavanelli e Gatuno, além de um espaço especial que apoia o movimento de pichação no Brasil, com obras de Dino e Cripta Djan. “A galeria é democrática”, explica Tito Bertolucci, dono e curador da Alma da Rua.

Patrocínio: Pabst.

Serviço:

Alma da Rua

Das 11h às 18h – fechada às terças-feiras

Rua Gonçalo Afonso, 96 – Vila Madalena – São Paulo/SP

(Fonte: Lu Stabile/Assessoria de Imprensa Alma da Rua)