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Funarte lança livro da soprano Nádia Figueiredo

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Capa do livro.

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou ontem, 8 de dezembro, o livro E por falar em voz…: um manual de boas práticas para quem utiliza a voz como instrumento musical, da cantora Nádia Figueiredo, reconhecida pela extensa trajetória com canto lírico e popular. No livro, Nádia Figueiredo compartilha conhecimentos acumulados ao longo da carreira, além de experiências de profissionais reconhecidos no mercado musical e vocal. E por falar em voz aborda temas como técnica vocal, fisiologia vocal, envelhecimento vocal, classificação vocal, saúde vocal e exercícios inéditos para o cantor profissional.

Ricardo Tamura, primeiro tenor brasileiro a cantar no Metropolitan Ópera de Nova York, assina o prefácio. Em um trecho de sua publicação ele diz: “Não sendo um ‘tratado completo da arte do canto’, o resultado — uma narrativa leve e fácil de ler, escrita em linguagem coloquial e espontânea, e relatando as experiências pessoais, boas e ruins, que ela vem tendo com o canto em sua vida — tem um grande potencial de identificação com o público em geral”.

A obra conta com participação de nomes como o maestro e pianista Enrico Reggioli, que trabalha com as maiores estrelas da ópera internacional; do tenor italiano Cosimo Panozzo, que foi o último aluno de canto de Luciano Pavarotti; do produtor musical Guto Graça Mello, acostumado a trabalhar com nomes como Roberto Carlos, Milton Nascimento, Gilberto Gil e Maria Bethânia; dos otorrinolaringologistas Andrea Campagnolo e Reinaldo Kazuo Yazaki, especializados em vozes artísticas; da fonoaudióloga Cristiane Magacho; da professora de canto e soprano brasileira Laura de Souza e do técnico de gravação Alexandre Hang.

Foto: Daniel Ebendinger.

A orelha do livro é de autoria de Vera do Canto e Mello, que, além de cantora e atriz, foi professora de canto de artistas como Marisa Monte, Paula Toller, Miguel Falabella e Cláudia Raia. “A autora e cantora Nádia Figueiredo realiza aqui um feito extraordinário, apresentando ao público um livro completo, com abordagens claras sobre respiração, apoio e emissão vocal. As ilustrações foram feitas de forma bela e eficiente. A parte que trata de saúde e classificação vocal é perfeita. É um livro moderno, fácil de ler, com várias curiosidades e informações atuais. Eu realmente fiquei empolgada quando terminei minha leitura”, declara Vera em fragmento do texto.

O manual reúne uma série de imagens de artistas com quem Nádia Figueiredo teve a honra de trabalhar, como Gilberto Gil, João Donato, Daniel, Plácido Domingo Jr., João Carlos Assis, Márcio Malard e Antón Carballo. “Existe uma parte autobiográfica, na qual conto um pouco das minhas experiências pessoais, algumas dificuldades que enfrentei com minha voz durante uma turnê e como fiz para recuperá-la. Também divido com o leitor sobre envelhecimento vocal, com o exemplo do meu pai, pois a voz dele foi mudando com a idade. Outra curiosidade que eu compartilho é como eu faço para cantar em outros idiomas. Dou muitas dicas e o livro é recheado de curiosidades”, explica Nádia Figueiredo.

A publicação é lançada por meio da Gerência de Edições do Centro de Programas Integrados (Cepin) da Funarte.

Foto: Ygor Marquês.

Sobre Nádia Figueiredo | Cantora e compositora brasileira, Nádia Figueiredo nasceu em Belo Horizonte (MG) e hoje vive no Rio de Janeiro. Começou a cantar e tocar violão popular aos 10 anos. Aos 11, já participava de festivais de música na escola e venceu alguns deles com músicas de sua autoria. Aos 14 anos, começou os estudos de violão clássico. Graças ao timbre e extensão vocal, cantou em palcos nacionais e internacionais, em idiomas como italiano, francês, inglês, espanhol, latim, russo, Esperanto, hindi e hebraico. Em 2008, começou a estudar canto lírico. Atualmente, estuda com a soprano brasileira Laura de Souza. Em 2018, participou de um intensivo de canto lírico em Roma, na Itália, com o maestro Romualdo Savastano.

Em 2013, uma de suas composições, que fala sobre o aquecimento global, foi tema da exposição Avannaa: Imagens e Ícones, no Museu Orient em Moscou, Rússia. No mesmo ano, fez uma participação na novela Amor à Vida, cantando a ária O del mio dolce ardor, da ópera Paride ed Elena, de Christoph Willibald Von Gluck (1714-1787). Em 2014, sua composição em Esperanto ganhou destaque internacional em uma rádio polonesa, considerada pelo grupo internacional de esperantistas como uma das canções mais bonitas no idioma.

Em novembro de 2016, foi agraciada com a Medalha Maestro Carlos Gomes e o título de Comendadora pela Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino (SBACE). Em abril de 2017, recebeu a Medalha de Cinquentenário das Forças Internacionais de Paz da ONU. Em maio do mesmo ano, foi convidada para participar da turnê do cantor brasileiro Daniel, na Europa, cantando ao lado dele a canção Con te Partirò, no Coliseu de Lisboa, Coliseu do Porto e Casino Figueira da Foz em Portugal. No mesmo mês, Nádia fez uma turnê por grandes teatros brasileiros ao lado do cantor Plácido Domingo Jr., filho do tenor Plácido Domingo.

Em 2019, lançou seu primeiro álbum pela Biscoito Fino, chamado Meu idioma é o amor, produzido por Guto Graça Mello. O projeto mistura standards da música internacional, peças clássicas e MPB, defendendo o gênero crossover (junção entre o clássico e popular). O disco conta com participação de Gilberto Gil e João Donato na música A Paz, de autoria dos dois. Em 2021, Nádia foi agraciada com o título de Chanceler Internacional pela Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino (SBACE).

Lançamento de livro: E por falar em voz…

Autora: Nádia Figueiredo

Edições Funarte

Formato: 16 x 23cm

Nº de páginas: 152

ISBN: 978-65-5845-006-1

Aquisição em todo o Brasil pela Livraria Mário de Andrade (Funarte), pelo e-mail livraria@funarte.gov.br

Preço: R$40

Mais informações: Fundação Nacional de Artes – Funarte | Gerência de Edições: edicoes@funarte.gov.br.

(Fonte: A Dupla Informação)

Julio Villani realiza exposição individual em Nova York

Nova York, por Kleber Patricio

Obra “At swing time”. Fotos: divulgação.

Júlio Villani inaugura nesta quinta-feira, 9 de dezembro, sua primeira individual em Nova York – Perspectivas em conflito. São vinte obras, produzidas especialmente para a exposição, que serão apresentadas na RX & Slag Galleries, galeria francesa que inaugurou um novo espaço na cidade norte americana no badalado bairro de Chelsea.

As cores são mais vivas e intensas do que nos últimos anos – mas a trama de suas estruturas segue baseada na linha. Júlio costuma dizer que “se apenas uma viesse a faltar, todo o edifício poderia ruir”.

Morando em Paris desde os anos 80, o artista tem sua marca nas formas geométricas, uma herança neoconcreta, mas sempre com uma dose de imprevisto.

O artista Júlio Villani.

No trabalho de Villani, as linhas são traçadas, apagadas e retraçadas com carvão sobre a tela. Recoberta com uma preparação em caulim (que lhe confere um aspecto fosco, mas também uma grande sensibilidade a qualquer intervenção sobre sua superfície), a tela conserva a memória de sua construção, que a cor não tenta esconder. O processo de criação, o movimento da mão e as hesitações do artista têm seu lugar, real e visível, no trabalho acabado.

Sensível é também o uso muito particular que Villani faz da perspectiva – que reaparece em seu trabalho após anos de composições explorando planos de cor mais do que o volume.

A exposição segue até 22 de janeiro.

Serviço:

RX & Slag Galleries

522 West, 19th street, Nova York

Telefone: +1 (212) 967 98 18

De: 9 a 22 de dezembro

Horário: terça a sexta, 10h às 13h e de 14h às 18h – sábados, 10h às 18h.

(Fonte: FleishmanHillard)

Artista de Santa Catarina expõe obras originais no Carrousel du Louvre

Paris, por Kleber Patricio

Lupegoraro – “Shambala” – 100 x 70 – AST – Medalha de Bronze – Toulouse, França – 2017.

Para Lupegoraro, artista visual que faz parte da assessoria e do time da UP Time Art Gallery – galeria de arte itinerante que busca disseminar e democratizar o que há de melhor no cenário artístico contemporâneo brasileiro e internacional –, a arte, música, dança e cultura sempre foram de seu interesse e estiveram presente em toda sua vida. A brasileira, que atualmente reside em Blumenau (SC), faz do pincel e da tinta janelas para suas emoções, por meio de movimentos, cores, luzes e tons sobre tons que, quando observados com profundidade, despertam a emoção da existência e a liberdade como um sopro de vida. Seus trabalhos apresentam a arte abstrata e figurativa contemporânea, com a crença de que a desconstrução de conceitos e procedimentos é o que inspira e traduz a verdadeira arte.

“Busco transmitir emoção, alegria e beleza por meio de cores e formas, que, na arte, se tornam um meio de expressão do sentimento, aflorando os mais diversos sentidos da alma”, reforça a artista visual, que está em cartaz, até 10 de dezembro, como parte da exposição Arte Que Nos Une, realizada pela curadoria da UP Time Art Gallery no Centro Cultural dos Correios de São Paulo. “A arte contribui de forma encantadora, refletindo e ilustrando uma época em busca de harmonia social. Assim, quando se decide criar uma obra de arte, é necessário estar ciente de que se está diante de um desafio, em que se faz necessário lapidar o conhecimento, a persistência, a observação e imergir no estado criativo”, complementa.

Lupegoraro – “Anil” – 80 x 60 – AST – 2016 – Medalha de Bronze – Madri, Espanha – 2017.

A brasileira, que vai exibir suas obras de arte, em abril do próximo ano, no Carrousel du Louvre, galeria subterrânea que fica em uma das entradas do consagrado Museu do Louvre, em Paris, já teve duas de suas pinturas, Shambala e Anil, premiadas com medalha de bronze em exposições na Europa. Com inspirações em Miró e Van Gogh, a também funcionária pública contempla e admira diferentes pintores, escultores e artistas para construir e desconstruir seu estilo artístico. Para os iniciantes no universo da arte, a artista deixa sua dica: “Não deixe nunca de buscar aquilo que você almeja. Jamais permita que alguém o desestimule. Trace seu próprio caminho e perfil. Existe lugar para todos, enfim”, finaliza.

Para conhecer mais sobre o trabalho da artista de Santa Catarina, acesse a galeria da UP Time Art Gallery.

Sobre a UP Time Art Gallery | Galeria de arte itinerante que reúne artistas do Brasil e de países da Europa para disseminar o que há de melhor no cenário da arte contemporânea. Fundada por Marisa Melo, empresária no mercado de arte, a galeria alcança mais de 30 países ao redor do mundo, apresentando exposições 3D e presenciais com um time de artistas distintos.

(Fonte: Agência Brands)

Cultura FM estreia série sobre a música no cinema brasileiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Alexandre Guerra. Foto: Nathalie Bohm.

Estreia no sábado (11/12) na Rádio Cultura FM (103,3), a série Cine Brasil – A Música no Cinema Brasileiro. Idealizada pelo compositor para TV e Cinema Alexandre Guerra, a série, em 13 episódios, fará uma retrospectiva da história do cinema brasileiro e sua relação com a música do nosso país. Guerra produz, roteiriza e apresenta a atração, que vai ao ar às 22h, ao lado de Alexandre Ingrevallo.

Ao longo dos episódios, o repertório de mais de um século de música e as participações de pesquisadores, cineastas, compositores e biógrafos como Alice Gonzaga, Ricardo Cravo Albin e Celso Sabadin, trazendo ao público preciosas histórias musicais que nosso cinema coleciona.

O Cinema Mudo no Brasil, o início do Cinema Sonoro, as produções da Cinédia, o lançamento de Carmem Miranda ao mundo, as chanchadas da Atlântida, o Cinema Novo e toda a evolução das produções nacionais passando pela retomada nos anos 90 e o grande sucesso internacional de obras como Central do Brasil e Cidade de Deus.

Grandes maestros que arranjaram ou criaram trilhas para filmes brasileiros, como Gabriel Migliori, Rogério Duprat, Guerra-Peixe, Franscisco Mignone, Radamés Gnatalli, Camargo Guarnieri e Cláudio Santoro também serão destaque. A série também abre espaço para os atuais criadores de música para cinema como Antônio Pinto, André Abujamra e Beto Villares.

Alexandre Guerra é formado em música de cinema pelo Berklee College of Music, onde estudaram os compositores americanos Howard Shore e Alan Silvestri. Estudou harmonia e composição com Hans Koelheuter. Trabalhou com a criação de jingles para publicidade e compôs trilhas sonoras para mais de 130 projetos em cinema e televisão ao lado de diretores como Jayme Monjardim, Bruno Barreto e Marcelo Machado, entre outros.

Cine Brasil – A Música no Cinema Brasileiro

Roteiro, produção e apresentação: Alexandre Guerra e Alexandre Ingrevallo

Estreia: sábado (11/12) às 19h na Cultura FM (103,3)

Reapresentação segundas-feiras, às 22h.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | TV Cultura)

17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo e 7º Salão de Artes Visuais de Indaiatuba divulgam vencedores

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Da direita para a esquerda, o presidente do Conselho Municipal de Cultura, Alex Jegorow,  o curador Celso Falaschi, o prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar, a secretária municipal de Cultura, Tania Castanho, e o mestre de cerimônias, Fábio Alexandre. Fotos: Eliandro Figueira.

Em evento realizado na noite de terça-feira, 7 de dezembro, na Tulha do Casarão Pau Preto, a Secretaria de Cultura de Indaiatuba revelou os vencedores do 17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo – Nova Geração e do 7º Salão de Artes Visuais de Indaiatuba. Foram entregues também os certificados e prêmios aos vencedores do Festival de Rock e Música Instrumental.

“A Prefeitura de Indaiatuba investe continuamente em Cultura, pois sabe de sua importância na vida de nossos munícipes. Estes dois eventos que estamos premiando agora são provas da pluralidade do talento de nossa população”, comentou o prefeito Nilson Gaspar durante a premiação. “Temos artistas de todas as idades aqui e isso é muito importante, pois uma cidade sem Cultura é uma cidade sem identidade”.

“Gostaria de agradecer todos os que participaram do Prêmio Literário e Salão de Artes, dois eventos que crescem a cada ano não somente no número de inscrições, mas também na qualidade dos trabalhos”, analisou a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Isso comprova a evolução contínua de nossos artistas, que são desafiados todos os anos a ampliar seus horizontes”.

Público presente na Tulha do Museu Municipal “Antonio Reginaldo Geiss”, o Casarão Pau Preto.

O 17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo – Nova Geração foi criado com o objetivo de divulgar o nome do autor da letra do Hino de Indaiatuba e incentivar a produção literária local.

Na categoria Conto, o terceiro lugar foi para Ingrid Rosa dos Santos, com Mulher Peixe, e a segunda colocação ficou com Matheus Barbosa da Silva, com Cinofobia. A vencedora foi Juliana Nogueira Bertoli, com Hilda, Jeremias, Mirtes.

Na categoria Crônica, Ingrid Rosa dos Santos foi a terceira colocada com Estilhaços e Ludmila Samara dos Santos ficou na segunda posição com A Descoberta do Eu Artista. O primeiro prêmio foi para Juliana Nogueira Bertoli, com Descanse em Paz.

Na categoria Poesia, Raphael Panzetti Pinto Lari conquistou a terceira posição com 2019-2021 e Caroline Amaral dos Santos foi a segunda colocada com Heroico. A vencedora é Julia Pantin da Silva, com Fotografia.

Jurados | O curador do 17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo – Nova Geração é Celso Luiz Falaschi, produtor cultural, arteterapeuta, jornalista, mestre em Educação (Ensino Superior) e doutor em Psicologia (Criatividade). Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Arteterapia da Faculdade Vicentina – Integrarte, polos de São Paulo, Campinas, São José dos Campos, Curitiba e Belo Horizonte e professor do mesmo curso.

Como produtor cultural, destaca-se como criador e curador do Salão de Artes Visuais de Indaiatuba desde 2015. Foi curador também dos festivais Outubro Literário 2014, 2015 e 2016, do Festival Junho das Tradições e Cultura Popular 2016, dos Festivais Agosto das Artes 2015 e 2016 e das atividades locais da Virada Cultura Paulista de 2016, todos em Indaiatuba.

Foi coordenador adjunto da Exposição Experimental em Comunicação, dentro do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, de 1996 a 2003, evento que chegou a ter cinco mil trabalhos inscritos em uma única edição.  É autor de vários livros nas áreas de Arteterapia, Criatividade e Comunicação, atuando como palestrante em congressos nacionais e internacionais das três áreas.

Armando Martinelli é graduado em Jornalismo (PUC-Campinas) e mestre em Divulgação Científica e Cultural (Unicamp). Autor do livro Recital das Reticências (2018, Editora Urutau), também tem poesias e contos publicados em revistas e coletâneas digitais.

Kleber Patricio é natural de Santos e reside em Indaiatuba desde 1986. Jornalista, escreve desde 1992 (com passagens pelo jornal Tribuna de Indaiá e pela Revista da Tribuna) e mantém, desde 2008, o canal Kleber Patricio Online (website, Facebook, Instagram e Twitter). Ocupou o cargo de diretor do Departamento de Difusão e Formação da Secretaria Municipal de Cultura e foi também chefe da Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura.

Eloy de Oliveira é escritor, consultor literário e professor de escrita criativa, além de roteirista, jornalista com especialização em gestão de crise, consultor e gestor de marketing político, corporativo e esportivo. Ocupa a cadeira 31 da Academia Saltense de Letras desde 2015. Seu último livro é A Última Noite de Helena, romance policial, de 2020. É autor sozinho ou em parceria de outros 13 livros de poesias, crônicas, contos e ensaios. No mês de outubro de 2021, lançou pela Academia Saltense de Letras a antologia É de Sonho e de Pó, que reúne textos de 24 autores sobre a pandemia do coronavírus.

Antonio da Cunha Penna é fotógrafo e escritor, reside em Indaiatuba desde 1957. Foi, por muitos anos, diretor social e de cultura do Indaiatuba Clube. Cofundador da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba, publicou os livros Só Dói Quando Dou Risada (2005); Nos Tempos do Bar Rex (2010) e Tipos Notáveis da Popularidade (e algumas histórias mal contadas) em 2015. Em 1998, foi vencedor do Mapa Cultural Paulista na categoria Contos.

Marcus Vinicius Pasini Ozores é natural de Araraquara, mas um trabijuense de coração e um tupinambá por adoção na praia de Barequeçaba. Sociólogo de formação pela Universidade Estadual de Campinas com mestrado e doutorado em Educação, na realidade sempre foi jornalista por profissão. Trabalhou em vários órgãos da imprensa escrita, teve passagem pela televisão e rádio e aposentou-se há três anos como jornalista da Unicamp. Desde então, dedica-se às leituras de poesia e poetas e mantém canal no YouTube intitulado Só a Poesia nos Salvará.

Áureo Lustosa Guérios é doutor em Literatura Comparada pela Universidade de Pádua, mestre em Cultura Literária Europeia pela Universidade de Bolonha e bacharel em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná. Ele é o criador e apresentador do podcast Literatura Viral, programa sobre literatura, história e epidemias.

Artes | O 7º Salão de Artes Visuais de Indaiatuba tem o objetivo, desde sua concepção, de incentivar a produção local em quatro categorias: Desenho, Escultura, Fotografia, Gravura e Pintura. O conceito de Artes Visuais inclui diversos domínios da criação estética e acolhe todas as expressões artísticas, cujo denominador comum seja o visual, do desenho ao vídeo.

Também com curadoria de Celso Luiz Falaschi, o Salão contou com os seguintes jurados: Cláudio Assato é médico psiquiatra, com especialidade em psicanálise e arteterapia. Artista plástico, com especialização em Artes Visuais, Intermeios e Comunicações (Unicamp) e Arte Contemporânea e História da Arte (Arquitec). Pesquisador em arte bruta, com trabalhos desenvolvidos no Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, em Campinas.

Danilo de Angeli é arte-educador, arteterapeuta e artista plástico, residente em Piracicaba. Participou de diversas edições dos salões de Belas Artes, de Arte Contemporânea e de Humor de Piracicaba, jurado do Salão de Arte Contemporânea de Limeira, atuando também como jurado e curador de inúmeros eventos artísticos. Professor em cursos de pintura, desenho e mangá em Piracicaba.

Regina Lara é artista Plástica e professora universitária, com mestrado em Artes pela Unicamp e doutorado em Psicologia e Criatividade pela PUC-Campinas. Professora nos cursos de Artes e Design da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Confira os vencedores:

DESENHO

1º – A Trompetista, de Adão Pedroso de Morais

2º – Zoomorfismo, de Natália Yulika Murakami

3º – Aurora, de Laís Costa Oliveira

Não houve concessão de menções honrosas nesta categoria

ESCULTURA

1º – Ópera de Concreto, de Elisa Faccin

2º – Peito-Respeito-Renovação, de Gelson Nenê

3º – Dor Sem Nome, de Anna Pellizari

Não houve concessão de menções honrosas nesta categoria

FOTOGRAFIA

1º – Sem Título 1, 2, 3, de Marcus Vinicius Mazieri Campo

2º – Perfume Analógico, de Kelly Cristina Amaral

3º – No Meio do Caminho, de Erondina de Aquino Silva

Menção honrosa – Isso Não é Praia, de Alex Flávio Guimarães

Menção honrosa – Through the Portal, de Erick Cardoso Coelho

GRAVURA

1º – Nativitas Pharaonis 1, 2, 3, de João Carlos Dias Santos

2º – Gêmeos Siameses, de Alex Flávio Guimarães

3º – Oceano, de Karen Ewel

PINTURA

1º – Um Dia, as Únicas Borboletas Restantes Estarão em seu Peito Enquanto Você Marchar em Direção à Morte, de Hugo White King

2º – Planta Urbana 3, de Rafael Pereira

3º – Camaleão, de Bianca Ferreira Cabral

Menção honrosa – Touro, de Adão Pedroso de Morais

Menção honrosa – Carvalhos, de Elaine Ap. Pinhoti Rodriguez

Menção honrosa – Menina 2, de Kenia Marli de Angeli.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)