Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Funssol realiza Bazar de Dia das Mães no Paço Municipal

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A Prefeitura de Indaiatuba, por meio do Funssol (Fundo Social de Solidariedade), realiza até 6 de maio o Bazar de Dia das Mães, das 9h às 16h. A exposição, que acontecerá no Paço Municipal em frente ao Fundo Social, conta com uma variedade de peças, como pano de prato, peso de porta, aventais, cestinha, carteira, bolsa de bebê, babador, cestinha e nécessaire, dentre outros objetos. Será aceito apenas dinheiro.

As peças expostas foram confeccionadas pelo Projeto Tesoura Encantada com a finalidade de angariar recursos que serão revertidos às ações do Funssol. Os valores dos itens variam de R$5,00 até, no máximo, R$100,00. Além do bazar voltado para o dia das mães, também será realizada a Exposição de Dia das Mães do dia 5 até 25 de maio, no saguão da Prefeitura. Será colocada uma mesa decorada de inspiração e dicas de mesa posta, elaboradas pela professora Edileny Gomes de França com artigos produzidos pelos alunos.

Serviço:

Bazar de Dia das Mães

Data: de 2 até 6 de maio

Horário: das 9h às 16h.

Local: em frente ao Funssol (Prefeitura de Indaiatuba)

Exposição de Dia das Mães

Data: de 5 até 25 de maio

Horário: das 8h às 17h

Local: saguão da Prefeitura de Indaiatuba

Endereço: Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 2800 – Jardim Esplanada.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Projeto no Pará foca na produção sustentável para combater o aquecimento global e conservar a floresta em pé

Pará, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou o período entre 2021 e 2030 como a Década de Restauração de Ecossistemas e espera que milhões de hectares sejam recuperados e contribuam no enfrentamento à crise climática. Trata-se de um movimento global para sensibilizar governos, empresas, grupos e indivíduos da sociedade civil para recuperação de áreas degradadas e redefinir o manejo dos recursos naturais na perspectiva da sustentabilidade.

Iniciativas na Amazônia estão alinhadas com a expectativa da ONU. É o caso do projeto Florestas de Valor, desenvolvido pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) com patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental e Governo Federal. A iniciativa busca fomentar no Pará negócios comunitários e apoiar a estruturação de cadeias produtivas de produtos da sociobiodiversidade por meio de atividades sustentáveis e regenerativas.

As ações do projeto ocorrem na região sudeste do estado, no município de São Félix do Xingu, e na região norte do Pará, em Oriximiná e Alenquer. A expectativa é de contribuir com a permanência dos produtores em seus territórios, impedir o avanço do desmatamento e regenerar áreas degradadas, além de gerar renda e cooperar com a redução dos impactos das mudanças climáticas.

O projeto é executado em áreas com sistemas agroflorestais (SAFs), que regeneraram áreas degradadas do bioma amazônico e recuperam a fertilidade do solo. As atividades desenvolvidas miram a fixação de carbono, a redução de emissões de gases do efeito estufa e a manutenção de estoques de carbono por meio da implantação de sistemas produtivos sustentáveis e da valorização da floresta em pé.

Entre os produtos-alvo do projeto, destaque para a castanha-do-Brasil, óleo de copaíba, sementes de Cumaru, pimenta em pó indígena, cacau e polpa de frutas. Os produtores são apoiados no acesso a políticas públicas de mercados institucionais para produtos da agricultura familiar.

De acordo com Léo Ferreira, coordenador do projeto, a iniciativa vai implantar 180 hectares entre sistemas produtivos sustentáveis e reconversão produtiva de áreas degradadas, combinando técnicas de Sistema Silvopastoril Intensivo, Sistemas Agroflorestais e Roça sem Fogo. Além disso, o projeto realiza atividades de capacitação em boas práticas de produção, facilitação de parcerias comerciais e assessoria aos empreendimentos comunitários. “Nossa expectativa é que o projeto contribua com a consolidação de práticas agropecuárias sustentáveis, conciliando produção e conservação, bem como fortaleça nas regiões abrangidas, a economia florestal dos produtos da sociobiodiversidade, gerando renda a partir de atividades sustentáveis que mantém a floresta em pé”, conta Léo Ferreira.

Impactos

O projeto permite a continuidade da parceria entre o Imaflora, a Petrobras e os territórios, que tem gerado frutos promissores, tanto do ponto de vista da geração de renda e do desenvolvimento territorial, quanto da restauração. Quem conta a experiência é a presidente da Associação das Mulheres Produtoras de Polpa de Fruta (AMPPF), de São Félix do Xingu, Maria Josefa Machado Neves, 51 anos: “nós, como pequenos produtores, temos que fazer a nossa parte, mas também é preciso ter apoio. Eu tiro o sustento da minha família da agricultura e foi a partir das parcerias que entendi que era preciso me organizar e lutar para alcançar meus objetivos, que não são individuais, mas coletivos”, comenta Josefa.

A associação conta com 32 filiações. As ações em parceria com o Imaflora renderam ao grupo a construção de uma agroindústria de despolpamento de frutas e um viveiro de mudas. “São conquistas que geram impactos para toda a região, tanto do ponto de vista da comercialização dos produtos e da renda, mas também da restauração florestal”, argumenta Josefa.

Região estratégica

Segundo dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o Pará é o estado que apresenta maior número de Áreas Protegidas no ranking de ameaça e pressão por desmatamento na Amazônia Legal. Segundo os números obtidos pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), no ranking das 10 mais ameaçadas, metade fica no Pará.

De acordo com Eduardo Trevisan, gerente do programa Florestas de Valor do Imaflora, as bacias do Xingu, do Tapajós e a região norte do estado do Pará estão especialmente ameaçadas pelo desmatamento e garimpo ilegais. “As áreas protegidas têm papel fundamental na geração de serviços ecossistêmicos, como a regulação do clima e frequência de chuvas. A atuação do Imaflora busca oferecer aos produtores, associações, cooperativas e poder público alternativas de geração de renda que possam conciliar a conservação da floresta com a produção sustentável nos territórios do entorno e no interior de áreas protegidas”, explica Eduardo.

Embora a atuação do projeto não seja exclusivamente no interior de Áreas Protegidas, Eduardo acredita que o trabalho de conservação feito pelo projeto incide diretamente nesses territórios, sobretudo quando a atuação é direta na área do entorno.

Contexto territorial

São Félix do Xingu possui mais de 84 mil km² e é o sexto município mais extenso do país. No último censo, registrou cerca de 128 mil habitantes. As atividades agropecuárias usualmente praticadas no território apresentam baixa produtividade por hectare e geram avanço sobre os remanescentes florestais, principalmente para ampliação de áreas de pastagens para a pecuária extensiva. É reconhecido como o município com o maior número de cabeças de gado do Brasil. As ações do projeto no município incluem a promoção de boas práticas na agricultura principalmente com foco na produção de cacau para proporcionar maior qualidade e produtividade, fortalecendo essa cultura, apoiar ações de formação de jovens e mulheres e o fortalecimento de negócios comunitários.

Na região norte do Pará, a agricultura local utiliza das técnicas de corte e queima com avanço sobre áreas de floresta, uso do fogo para limpeza das áreas e plantio de espécies de ciclo curto como a mandioca. O extrativismo de produtos florestais não madeireiros é importante do ponto de vista econômico e seu fortalecimento com a valorização da floresta em pé é a principal alternativa de desenvolvimento local sustentável que concilia benefícios econômicos à população local compatíveis com a manutenção das extensas florestas da região. As ações do projeto estão focadas na adoção de técnicas sustentáveis na agricultura e no extrativismo, apoio a cooperativas e negócios comunitários e na valorização dos produtos locais como estratégia de conservação.

Sobre o Imaflora | O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) é uma associação civil sem fins lucrativos criada em 1995 sob a premissa de que a melhor forma de conservar as florestas tropicais é dar a elas uma destinação econômica associada a boas práticas de manejo e à gestão responsável dos recursos naturais. O Imaflora busca influenciar as cadeias produtivas dos produtos de origem florestal e agrícola, colaborar para a elaboração e implementação de políticas de interesse público e, finalmente, fazer a diferença nas regiões em que atua, criando modelos de uso da terra e de desenvolvimento sustentável que possam ser reproduzidos em diferentes municípios, regiões e biomas do país. Site: www.imaflora.org.

(Fonte: Imaflora)

Peça infantil “Viva a Natureza” será apresentada em Indaiatuba com entrada gratuita

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Viviam Gradela.

O Governo do Estado de São Paulo apresenta, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o espetáculo de artes cênicas “Viva a Natureza” com patrocínio do Grupo Sada e produção da Sancell. A peça retrata o universo de duas crianças que, ao brincar no sítio do avô, descobrem que há algo de errado nos arredores da propriedade.

Ao se depararem com uma imensidão de lixo, as crianças resolvem iniciar a limpeza e despoluição deste pedaço de natureza. Mas para que isso seja feito, terão que lidar com um grande vilão chamado Desperdício, que irá dificultar de todas as maneiras essa empreitada.

Nesta aventura eletrizante, as crianças precisarão unir forças com todas as criaturas pequeninas que vivem no sítio: Dona Borboleta, Sra. Abelhinha, Dr. Vagalume e até as crianças da plateia, que serão convidadas a participarem deste combate à poluição.

Nesta cidade, o projeto é patrocinado pelo Grupo Sada, empresa que tem em seu DNA a busca pela transformação da sociedade para melhor.

O espetáculo de teatro infantil “Viva a Natureza” será apresentado no dia 9 de maio de 2022 (segunda-feira), com entrada gratuita em Indaiatuba.  As apresentações serão realizadas às 10h15 e 14h, no Centro Cultural Hermenegildo Pinto – “Piano”, que fica na Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 5924, Jardim Morada do Sol.

Serviço:

Espetáculo “Viva a Natureza”

Classificação Livre

Grátis

Sinopse: Duas crianças descobrem que o sítio do avô onde brincam está rodeado por lixo. Determinadas, elas resolvem salvar a natureza, mas se deparam com um grande vilão, chamado Desperdício, que irá utilizar seus poderes do mal para enfeitiçar e encolher as crianças. Nesta aventura eletrizante, as crianças precisarão unir forças com todas as criaturas pequeninas que vivem no sítio: Dona Borboleta, Sra. Abelhinha, Dr. Vagalume, incluindo as crianças da plateia. Será que vencerão?

Duração: 45 minutos

Quando: 9 de maio de 2022 (segundas-feiras) – Horário: 10h15 e 14h

Onde: Centro Cultural Hermenegildo Pinto – “Piano”

Endereço: Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, n° 5924 Jardim Morada do Sol – Indaiatuba – SP.

(Fonte: Assessoria de imprensa Luciana Gandelini)

Baixista Fernando Rosa se apresenta dia 5 de maio no Blue Note SP

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Marcos Hermes.

Durante a pandemia, um músico virtuoso e inquieto encontrou no Instagram a válvula de escape para levar sua arte ao mundo. Mas, ao contrário do formato das lives, explorado por muitos artistas, a cena musical via algo totalmente novo: um exímio baixista improvisando em cima de bases e criando releituras ainda mais dançantes de clássicos do funk, disco e soul music. Foi assim que o contrabaixista Fernando Rosa, que desde os 8 anos se dedica ao instrumento e já tinha sólida carreira acompanhando grandes nomes da MPB, viralizou internacionalmente e passou a receber elogios e mensagens de estrelas como Lenny Kravitz, Spike Lee, Slash (Guns N’ Roses), Adam Levine (Maroon 5), Stefan Lessard (Dave Mathews Band) e DJ Lord (Public Enemy).

Após conquistar mais de 440 mil seguidores na plataforma com seus vídeos, alguns deles ultrapassando 3 milhões de views, Fernando transformou o formato que criou nas redes no show “Alive”, uma verdadeira jornada visual e sonora, realizando duetos virtuais com grandes estrelas da música internacional através de décadas de trilhas dançantes. O sucesso foi tamanho, ao ponto de Fernando Rosa ser o primeiro baixista brasileiro a ter um instrumento criado pela marca Fender e produzido especialmente para ele.

O espetáculo, que esgotou três noites de shows em Londres (The Jazz Cafe) e duas em Paris (New Morning), recebendo mais de 500 pessoas por sessão, será apresentado dia 5 de maio no Blue Note de São Paulo.

Fernando Rosa e Derrick McKenzie lotam o The Jazz Cafe, em Londres. Foto: divulgação.

O show reproduz o conceito das lives – não é DJ, não é cover. O cenário de LED faz a conexão entre o que se está cantando com o que está acontecendo no palco, com figurinos surpreendentes, que transformam suas apresentações originais e únicas em um roteiro que une tecnologia, audiovisual, hits da soul music, funk e disco, um baixo potente no comando do palco e a garantia de muito agito na pista, ao som de versões inéditas de clássicos como “Don’t Stop Till You Get Enough” (Michael Jackson), “I Wish” (Stevie Wonder) e “Let’s Groove” (Earth, Wind & Fire).

E o Blue Note São Paulo, referência internacional quando o assunto é música de qualidade, foi a primeira casa a apostar no sucesso do “Alive” em duas apresentações esgotadas, abre novamente seu palco para o show de Fernando Rosa. Confira no instagram:@fernandorosabass.

Serviço:

Data: 5/5/2022

Local: Blue Note SP

Endereço: Avenida Paulista 2073 – 2º Andar – Consolação – São Paulo/SP

Horário: 20h | Abertura da casa: 19h00

Classificação etária: 18 anos

Ingressos: R$90,00 (inteira)

Fernando Rosa – Ingressos – Eventim.

(Fonte: Lupa Comunicação)

Cia. Barca dos Corações Partidos apresenta “Auê” no Circo Crescer e Viver

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Daniel Barboza.

Após rodar diversas cidades brasileiras e receber 38 indicações e 18 troféus nas mais importantes premiações do gênero, o musical “Auê”, da Cia. Barca dos Corações Partidos, volta à cena cultural carioca e se apresenta no picadeiro do Circo Crescer e Viver. As sessões acontecem nos dias 6, 7 e 8 de maio e os ingressos estão à venda no site da Sympla.

No dicionário, “auê” significa farra, tumulto, confusão ou barulho causado por uma algazarra. No palco, “Auê” marcou a história da companhia Barca dos Corações Partidos. O espetáculo estreou em 2016 e se tornou um sucesso instantâneo que nunca mais saiu de cartaz.

Criada em processo coletivo com a diretora Duda Maia, a encenação utiliza as letras como dramaturgia e os oito atores/cantores ainda são responsáveis por tocar todos os instrumentos ao vivo nesta verdadeira farra teatral. A idealização do projeto é fruto da parceria do grupo com a Sarau Agência, da produtora Andréa Alves, também responsável pelas outras montagens da companhia, como “Gonzagão – A Lenda”, “Ópera do Malandro”, “Suassuna – O Auto do Reino do Sol”, “Macunaíma” e “Jacksons do Pandeiro”.

Todas as músicas de “Auê” foram compostas pelos atores da Barca (Adrén Alves, Alfredo Del Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano, Ricca Barros) e alguns colaboradores, como o cantor e compositor Moyseis Marques, que protagonizou a “Ópera do Malandro” com eles, e Laila Garin, que esteve em “Gonzagão”.

Tudo foi criado nas muitas excursões da trupe e apresentado em ônibus, vans e camarins Brasil afora. Em um processo que durou cerca de seis meses, o grupo selecionou algumas músicas, compôs outras e contou com o retorno de Duda Maia, diretora de movimento de “Gonzagão”, que assumiu a direção geral. “As canções são altamente teatrais e a companhia já tem uma ligação muito forte, uma identidade. O desafio foi potencializar este encontro e integrar os instrumentos ao que acontece em cena. Brincamos ao falar que eles ‘vestem’ os instrumentos. Não é simplesmente pegar o instrumento e tocar, não é um show. A ideia é que tudo aconteça de forma natural, integrada à cena”, explica Duda, que ressalta o intenso trabalho corporal (“não se deve confundir com força ou vigor”) do grupo.

Seguindo o conceito principal do trabalho, os atores promovem uma verdadeira celebração musical – ou um auê, como preferir – no palco. Ao longo dos números, a diversidade musical e rítmica das canções fica explícita nos arranjos assinados por Alfredo Del-Penho e Beto Lemos, que passam por samba de roda, baião, rock, valsa, ijexá, maracatu e coco. “A musicalidade da peça é uma grande homenagem à cultura musical brasileira, os ritmos dialogam com dança e teatro o tempo todo”, resume a diretora.

Auê recebeu 38 indicações e venceu 18 dos principais prêmios da categoria:

Vencedor do Prêmio Shell: Melhor Direção – Duda Maia

Vencedor do Prêmio Cesgranrio: Melhor Direção – Duda Maia, Melhor Direção Musical – Alfredo Del-Penho e Beto Lemos e Melhor Espetáculo

Vencedor do Prêmio APTR: Melhor música, Melhor espetáculo , Melhor Produção – Sarau Agência de Cultura Brasileira

Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira: Melhor arranjo original, Melhor letra e música original, Melhor Musical Brasileiro

Vencedor do Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo de Teatro Musical, Melhor Direção: Duda Maia, Melhor Autor: Duda Maia e Barca dos Corações Partidos, Melhor Ator: coletivo de atores, Melhor Direção Musical: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos, Melhor Iluminação: Renato Machado

Vencedor do Prêmio Reverência: Melhor Direção Musical, Categoria especial – Elenco Cia. Barca dos Corações Partidos.

Ficha técnica – “AUÊ”

Um espetáculo da Barca dos Corações Partidos

Direção: Duda Maia

Direção musical e arranjos: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos

Com: Ádren Alves (Percussão, sax soprano e vocais), Alfredo Del-Penho (Violão, guitarra, baixo, cavaquinho, flauta, percussão e vocais), Beto Lemos (Guitarra, violão, rabeca, sanfona e percussão), Eduardo Rios (Sanfona, sax tenor e vocais), Lucas dos Prazeres (Percussões e vocais), Renato Luciano (Violão, trombone e vocais), Ricca Barros (Baixo, sax alto e vocais)

Artista convidado: Rick de La Torre

Iluminação: Renato Machado

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Direção de Arte: Kika Lopes

Direção de produção: Andréa Alves

Diretor assistente: Eduardo Rios e Luiza Loroza.

Sobre a companhia

A Barca dos Corações Partidos – Cia Brasileira de Movimento e Som nasceu depois da montagem do musical “Gonzagão – A Lenda”, no ano de 2012. No musical havia uma trupe de mesmo nome e o encontro desses artistas deu tão certo com o sucesso do musical, que no ano de 2014 foi realizada a “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque, também idealizado pela produtora Andréa Alves e dirigido por João Falcão, mas dessa vez já assumindo a existência da Cia e sua parceria com a produtora Sarau Agência de Cultura Brasileira.

Ao longo dos anos, a Barca navegou por muitos mares e, de forma autônoma, a Barca assume sua condição de Cia, utilizando o espaço da produtora Sarau, sua parceira, para o desenvolvimento de um trabalho de pesquisa continuada no ramo de musicais. A cia pretende ocupar espaços para desenvolver núcleos, intercambiar métodos de trabalhos com artistas renomados e sedimentar a formação de novos artistas, de maneira semelhante aos grandes grupos de pesquisa teatral, tendo por sua vez um enfoque específico: investigar a linguagem do musical dramático e produzir espetáculos brasileiros originais.

Serviço:

“Auê” no Circo Crescer e Viver

Datas: 6, 7 e 8 de maio

Local: Circo Crescer e Viver (Rua Carmo Neto, 143 – Cidade Nova – Rio de Janeiro – RJ)

Horário de abertura dos portões: 19h

Classificação: 12 anos

Valores: R$30 (inteira)/R$15 (meia-entrada)

Ingressos: Sympla

Duração: 90 minutos.

(Fonte: Lupa Comunicação)