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Mostra Itinerante de Cinema Ambiental recebe inscrições até 30/9

Campinas, por Kleber Patricio

Inscrições para a MICA vão até 30/9. Fotos: divulgação/Instituto Idéia Coletiva.

A Mostra Itinerante de Cinema Ambiental recebe até o dia 30/9 as inscrições de curtas-metragens com temática socioambiental, que farão parte da edição 2022 da MICA. Para participar da mostra, basta acessar a página da internet www.mica.eco.br e inscrever a sua produção,  de forma gatuita, disponibilizando o link dela no YouTube.

Podem participar os curtas-metragens produzidos a partir de 2010, com duração máxima de 15 minutos. Os filmes devem apresentar a temática socioambiental e têm como foco, preferencialmente, o público infanto-juvenil. Neste ano, a mostra ocorrerá em três cidades brasileiras, sendo Osasco e Guararapes no estado de São Paulo e Simões Filho no estado da Bahia. Os eventos serão marcados por atividades gratuitas e abertas ao público como shows musicais, espetáculos teatrais e oficinas diversas. Para Mariana Atauri, produtora cultural responsável pela edição 2022 do projeto, os eventos ajudam a construir um público voltado para o segmento de curtas-metragens. “A mostra se utiliza do audiovisual para sensibilização da primeira infância, para questões artísticas e, também, ambientais”, reforça.

MICA 2022 será realizada em São Paulo e na Bahia.

Os filmes que vão compor as mostras serão selecionados por uma equipe de curadoria formada por integrantes do Instituto Ideia Coletiva. Os resultados serão divulgados no dia 5/10 e estarão disponíveis na página da MICA na internet. Essa é a quarta edição do evento, que é realizado pelo Instituto Ideia Coletiva por meio da Lei de Incentivo à Cultura e recebe o patrocínio das empresas Dacarto e Óleos Menu, além do apoio da Think Projetos.

Sobre a MICA | A Mostra Itinerante de Cinema Ambiental (MICA) é um projeto de difusão de conteúdo audiovisual independente brasileiro. O incentivo à produção de curtas-metragens voltadas para a temática é uma forma de agregar o público jovem e estimulá-lo a participar de oficinais culturais, shows musicais e apresentações de teatro. A primeira edição do projeto foi realizada em 2015 e teve o patrocínio das empresas Bebidas Poty e Dacarto, assim como em 2018. Em 2021, o projeto foi realizado nas cidades de Indaiatuba e Aguaí, ambas no estado de São Paulo, através do ProAC-ICMS e recebeu o patrocínio das empresas Iberia e Spartan.

Sobre o Instituto Ideia Coletiva | O Instituto Ideia Coletiva é um ponto de cultura, uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e possui reconhecimento do Ministério da Justiça e demais órgãos públicos. Atua na formação e difusão cultural, por meio de diversas linguagens artísticas, idealizando e executando projetos em todo território nacional.

Serviço:

Mostra Itinerante de Cinema Ambiental recebe inscrições até 30/9

Para se inscrever, acesse o link: www.mica.eco.br.

(Fonte: Fábrica de História)

Theatro Municipal de São Paulo apresenta a ópera-monólogo em português “Domitila”

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Stig de Lavor.

Seguindo seu calendário de programações especiais para o mês de setembro, o Theatro Municipal de São Paulo apresenta, no dia 13/9, às 20h, a ópera “Domitila”. A récita faz parte do projeto Ópera Fora da Caixa, que leva montagens em espaços pouco convencionais, fora da caixa cênica. Dessa vez, as escadarias do Municipal recebem a peça dramática, cantada totalmente em português em um ato que conta a história do amor entre Dom Pedro I e a Marquesa de Santos por meio das cartas que trocaram.

Dom Pedro I foi conhecido por suas inúmeras amantes, mas o caso com Domitila de Castro talvez tenha sido um dos mais escancarados e tórridos do monarca – que chegou a construir um palacete para ela. Durante os sete anos em que o imperador do Brasil manteve um romance com a Marquesa de Santos, ele lhe escreveu 143 cartas recheadas de arroubos apaixonados, que mostram a história íntima e não oficial desse amor. Idealizada para a participação de quatro artistas, a apresentação celebra os 200 anos da Independência do Brasil, bicentenário comemorado em 2022, e foi escrita no ano 2000 por João Guilherme Ripper a convite do CCBB do Rio de Janeiro para uma soprano – em destaque, nesta montagem, a brasileira residente na Dinamarca Gabriella Pace.

“Só tenho a comemorar a participação da maravilhosa soprano Gabriella Pace cantando o papel de Domitila acompanhada por Ovanir Buosi, Rafael Cesario e Luiza de Aquino Salles. Além disso, conto com a parceria e criatividade do diretor Cênico André Heller-Lopes, que conhece a ópera profundamente e dirigiu sua primeira montagem”, diz João Guilherme Ripper, autor da obra e diretor musical desta montagem. “É muito especial apresentar ‘Domitila’ num espaço emblemático para a música e belo arquitetonicamente como o Theatro Municipal de São Paulo. Escrevi a obra em 2000 tendo em mente a possibilidade de apresentá-la em espaços diferentes do palco tradicional. A escadaria proporciona, a uma só vez, um lindo cenário e uma maior proximidade com o público, habituado a percorrê-la rumo à sala de espetáculos”, completa.

“A ópera ‘Domitila’ nasceu de uma ideia baseada nas cartas escritas por Dom Pedro I e a Marquesa de Santos, que podem ser interpretadas como um documento da história do Brasil. A récita já foi interpretada por diversas cantoras ao longo dos últimos 20 anos e dessa vez estamos trazendo a Gabriella Pace para fazer o papel principal”, afirma André Heller Lopes, diretor cênico da ópera.

Andrea Caruso Saturnino, diretora-geral do Complexo Theatro Municipal, salienta a importância de termos as visões de amor de Pedro e Domitila contadas, dessa vez, pela voz de uma mulher. E acrescenta: “o Theatro Municipal reitera seu compromisso com o fomento à produção operística brasileira, apresentando o espetáculo e convidando o público a desfrutar do Theatro em seus diferentes espaços”.

Para Gabriella Pace, é fundamental que o cenário da música de ópera seja composto também por repertórios brasileiros e contemporâneos, trazendo uma maior visibilidade não só para o compositor, mas também para o artista. “Muitas vezes o cantor brasileiro possui algumas reticências na hora de cantar em português. Porém, cantar na nossa língua é uma delícia e a melhor forma de mostrar a nossa cultura, nossa identidade, nossa expressão”, completa Gabriela, que tem no monólogo o desafio de lidar não só como única cantora em cena, mas com a quantidade de variações e emoções que a peça envolve. “É muito bonito e desafiador encenar como a Domitila interpretou as cartas do D. Pedro que integram o libreto”, completa a soprano sobre a história de amor proibida, porém abertamente conhecida pela sociedade da época.

Em única apresentação, a récita ainda vai contar com a presença de João Guilherme Ripper, compositor e diretor musical da ópera; Rafael Cesário, no violoncelo; Luiza Aquino, no piano e Ovanir Buosi, no clarinete. Com duração de aproximadamente 50 minutos, a classificação do espetáculo é livre e os ingressos serão vendidos a R$50.

Serviço:

Ópera Fora da Caixa – “Domitila”

Theatro Municipal

13/9/2022 | 20h

[Theatro Municipal — Escadaria interna]

João Guilherme Ripper, composição e direção musical

André Heller Lopes, direção cênica

Gabriella Pace, Domitila

Rafael Cesario, violoncelo

Luiza Aquino, piano

Ovanir Buosi, clarinete

Duração: aproximadamente 50 minutos

Classificação: livre

Ingressos R$50,00 (inteira).

(Fonte: Approach Comunicação)

Edifício da antiga Bolsa Oficial de Café completa 100 anos em setembro

Santos, por Kleber Patricio

Foto: https://www.museudocafe.org.br/en/museum/pictures/.

Em 2022, o palácio da Bolsa Oficial de Café, onde hoje está localizado o Museu do Café (MC) – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo –, completará 100 anos em 7 de setembro, no compasso das comemorações do Bicentenário da Independência.

Originalmente, a Bolsa Oficial de Café começou a funcionar em 1917 em um prédio localizado na Rua XV de Novembro com a Rua do Comércio. Em 1920, a Câmara Sindical de Corretores de Café, responsável pelo funcionamento da instituição, já requeria ao Governo do Estado de São Paulo a urgência da construção de uma nova sede diante do crescimento das negociações do grão e do número de corretores: começava, então, o processo para desapropriação dos imóveis no terreno que abrigaria o novo edifício, seguido do início das obras, a cargo da Companhia Construtora de Santos, de Roberto Simonsen.

A inauguração do palacete foi planejada – e não por acaso – para integrar a programação das Comemorações do Primeiro Centenário da Independência, em 1922. Esse evento, mais do que uma mera solenidade, foi elencado como um momento de inflexão por diferentes grupos intelectuais e políticos para definir e se inserir na formação de uma identidade nacional.

Nesse contexto, a nova sede transcendia a função de abrigar a Bolsa, possuindo também um aspecto de monumento ao café e ao poderio econômico de São Paulo. Foram utilizadas modernas técnicas construtivas, bem como materiais importados e nacionais de primeira qualidade, além de uma grande variedade de artífices para alcançar esse resultado. Conforme planejado, em 1922, integrando as comemorações do Centenário da Independência do Brasil, o palácio, que trazia a força do agronegócio cafeeiro, foi inaugurado.

A Bolsa Oficial de Café na Contemporaneidade  

Hoje, no Salão do Pregão, estão dispostas três obras idealizadas e executadas pelo pintor Benedicto Calixto: a possível cena de leitura do foral da Vila de Santos por Brás Cubas; a idealização da Vila de Santos em 1822, segundo estudos do artista com base em fotos e documentos; e a situação da cidade em 1922.

Foto: divulgação.

O ambiente ainda é composto do vitral “A epopeia dos bandeirantes” e de diversos outros símbolos maçons, como a estrela de seis pontas no centro do piso ou a organização do cadeiral e das colunas. Assim, 2022 é um marco na história do Museu e do seu edifício-sede.

Neste ano, as festividades pelo centenário começaram cedo: no mês de março, o Salão do Pregão recebeu a intervenção da artista Flávia Junqueira, que disponibilizou durante um final de semana balões de diversas cores e alturas para interação com os visitantes. Na sequência, foi aberto Programa de Residência Artística, que deu a oportunidade para seis artistas trazerem suas perspectivas sobre Santos em 2022.

O aniversário propriamente dito foi comemorado em 1º de setembro, com uma grande festa, que teve como público-alvo autoridades políticas, empresas e profissionais atuantes no setor de agronegócio, cultura e economia criativa. O evento contou com uma recepção aos convidados, jantar, apresentação musical e um leilão com as obras de arte resultantes do Programa de Residência Artística, sendo o valor arrecadado revertido para as atividades-fim do Museu. Reunindo cerca de 400 pessoas, a celebração visou dar luz aos novos projetos do MC, que incluem a internacionalização das ações, a requalificação da exposição de longa duração e os programas voltados à visibilidade da cafeicultura contemporânea.

Já a programação para o dia oficial do Centenário do palácio da Bolsa Oficial de Café, comemorado em 7 de setembro, contou com a miniópera “Domitilla”, resultado da parceria com o Consulado-Geral da Itália e se baseia nas cartas de D. Pedro I à Marquesa de Santos, a própria Domitilla. No mesmo dia, aconteceu, ainda, o workshop “Drinks com Café”, ministrado pelo líder/head bartender e barista da Cafeteria do Museu, Rogério Rabbit, que demonstrou bebidas elaboradas com o grão. Na ocasião, também foi lançado um drink em comemoração do aniversário do edifício.

Nessa entoada, o MC promoverá, inclusive, em 1º de outubro, uma nova edição da feira temática Mercado Coffee, que contará com pequenos produtores e diversas marcas de cafés especiais, além de produtos à base do grão. O objetivo é oferecer aos coffee lovers várias opções de grãos gourmet e métodos de preparo.

Museu do Café

Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos/SP

Telefone: (13) 3213-1750

Funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 18h, e domingo, das 10h às 18h (fechamento da bilheteria às 17h)

R$10,00 e meia-entrada para pessoas com mais de 60 anos, aposentados, estudantes, crianças e jovens entre 8 e 16 anos, professores da rede particular de ensino e jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos

Grátis aos sábados

Acessibilidade no local

www.museudocafe.org.br.

(Fonte: Museu do Café | Assessoria de Comunicação)

Orquestra Sinfônica da Unicamp realiza 2ª edição da “Semana da Música de Câmara”

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Ton Torres.

Nos dias 14, 15, 21 e 22 de setembro, a Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) apresenta a segunda edição da Semana da Música de Câmara, evento especial que contará com três concertos: Quinteto de Sopros, Quinteto de Metais e Quarteto de Cordas. Os encontros, gratuitos, acontecem integram a programação especial em comemoração aos 40 anos da Sinfônica.

Na quarta-feira, 14, a primeira apresentação fica por conta do Quinteto de Sopros. No programa, a obra “Pedro e o Lobo”, uma versão para quinteto de sopros com narração, peça do compositor russo Serguei Prokofiev. No dia seguinte, quinta, dia 15, será a vez do Quinteto de Metais se apresentar.

Já nos dias 21 e 22, quarta e quinta, respectivamente, o Quarteto de Cordas da Sinfônica da Unicamp encerra a segunda edição do evento com “A morte e a donzela”, do compositor austríaco Franz Schubert.

Os eventos são gratuitos e integram a programação especial da Sinfônica em comemoração aos 40 anos de fundação. Não há ingresso. As entradas serão por ordem de chegada. Fique atento aos dias e horários.

Serviço:

Semana da Música de Câmara OSU (2ª edição)

Auditório da ADUnicamp

14/9, quarta-feira, 20h | Quinteto de Sopros OSU

15/9, quinta-feira, 20h | Quinteto de Metais OSU

22/9, quarta-feira, 20h, ADUnicamp | Quarteto de Cordas OSU

Endereço: Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas – SP.

Paróquia do Divino Salvador (Cambuí)

21/9, quarta-feira, 18h | Quarteto de Cordas OSU

Endereço: Av. Júlio de Mesquita, 126 – Cambuí, Campinas – SP.

Evento gratuito.

(Fonte: Ciddic | Unicamp)

Mostra leva acervo do MAM de São Paulo ao Instituto CPFL

Campinas, por Kleber Patricio

Tarsila do Amaral, Paisagem, 1948, óleo sobre papel sobre papelão. Coleção MAM São Paulo, doação Carlo Tamagni, 1967. Foto: Romulo Fialdini.

Entre 14 de setembro e 10 de dezembro, o Museu de Arte Moderna de São Paulo leva obras emblemáticas de seu acervo ao Instituto CPFL, em Campinas. Com curadoria de José Armando Pereira da Silva, a mostra, intitulada “Arte Moderna na Metrópole: 1947-1951 – Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo” convida o público a conhecer a consolidação da cultura modernista brasileira. Originalmente programada para ter início em abril de 2020, a exposição foi adiada em razão da pandemia da Covid-19.

A seleção eleita por José Armando traz 45 obras do acervo do Museu, assinadas por Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Clóvis Graciano, Emiliano Di Cavalcanti, Emídio de Souza, José Antônio da Silva, Lívio Abramo, Lucia Suané, Mário Zanini, Mick Carnicelli, Oswaldo Goeldi, Paulo Rossi Osir, Raphael Galvez, Rebolo Gonsales, Roger Van Rogger, Sérgio Milliet, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret. Trata-se de uma retrospectiva de exposições ocorridas na Galeria Domus, ponto de referência no cenário artístico paulistano da primeira metade do século XX.

O Brasil passava pelo processo de redemocratização e nova constituição depois de 15 anos de governo de Getúlio Vargas, e São Paulo se consolidava na condição de metrópole com dois milhões de habitantes – ambiente propício para o surgimento de polos culturais.

osé Antonio da Silva (Sales de Oliveira, SP, Brasil, 1909 – São Paulo, SP, Brasil, 1996) – “Procissão”, 1948 – óleo sobre tela – 36,4 x 46,9 x 4 cm.
Coleção MAM São Paulo, doação Carlo Tamagni, 1967. Foto: Romulo Fialdini

Um ano antes da inauguração do MAM, em 1947, nascia a Galeria Domus, espaço fundado pelo casal de imigrantes italianos Anna Maria Fiocca (1913–1994) e Pasquale Fiocca (1914–1994), cuja atuação contribuiu para impulsionar o mercado de arte moderna da época.

“Durante os cincos anos de funcionamento da galeria, o movimento artístico ganhou novas instâncias com a instalação do Museu de Arte de São Paulo, dos Museus de Arte Moderna no Rio e em São Paulo, da Bienal e dos Salões Paulista e Nacional de Arte Moderna. O panorama se diversificou com novas tendências. Esse dinamismo, que elevava alguns artistas da Domus para um nicho histórico, conduzia outros para o foco de debates”, explica o curador.

Gerente executiva do Instituto CPFL, Daniela Pagotto explica: “A arte é uma ferramenta de transformação de realidades, pois resgata a nossa identidade cultural e a nossa história. Vamos receber uma nova exposição, em parceria com o MAM São Paulo, para celebrar o centenário do modernismo no Brasil. Essa é uma importante programação para que a população da região metropolitana de Campinas visite as obras de grandes nomes deste movimento. Também teremos uma agenda de arte e educação voltada para atender escolas e grupos de visitas guiadas”.

Mário Zanini (São Paulo, SP, Brasil, 1907 – São Paulo, SP, Brasil, 1971) – “Rua de Angra dos Reis”, 1940 – óleo sobre tela, 68,3 x 52,3 x 3,5 cm. Coleção MAM São Paulo, doação Carlo Tamagni, 1967. Foto: Romulo Fialdini.

“O espírito moderno que predominava na década de 1940 foi decisivo para a fundação do MAM e, agora, por meio desta parceria com o Instituto CPFL, lançamos um olhar ao passado para refletir acerca da função dos museus e das instituições artísticas na atualidade. Para ampliar a experiência da exposição, o MAM Educativo realizará diversas atividades abertas ao público, iniciativa que reitera o compromisso pedagógico do Museu também em suas itinerâncias”, afirma Elizabeth Machado, presidente do MAM São Paulo.

Serviço:

Arte Moderna na Metrópole: 1947-1951 – Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo

Curadoria: José Armando Pereira da Silva

Local: Galeria de Arte do Instituto CPFL

Realização: Museu de Arte Moderna de São Paulo

Endereço: Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera, Campinas

Período expositivo: 14 de setembro a 10 de dezembro de 2022

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; sábado e feriados: 10h às 16h; domingo – fechado

Agendamento de visitas: monitoriainstitutocpfl@gmail.com

Telefone: (19) 99818-4607 WhatsApp| (19) 3756-8000.

(Fonte: a4&holofote comunicação)