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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Curta-metragem celebra soltura de ararinhas-azuis na caatinga baiana

São Paulo, por Kleber Patricio

Personagens de As Aventuras de Tita. Imagens: divulgação.

Depois de ganhar o céu do Brasil com a pintura do avião mais colorido da América do Sul, enormes grafites e pinturas de prédios históricos, o Projeto Ararinha-Azul, uma parceria entre a Azul Linhas Aéreas, a Embraer e a AkzoNobel/Tintas Coral, chega às telas. A iniciativa, criada para celebrar o retorno das aves no Brasil e fomentar a conscientização sobre a preservação da biodiversidade, agora inclui um curta-metragem de 11 minutos, lançado em 10 de junho, véspera da data em que as ararinhas começaram a ser soltas gradualmente em seu habitat natural.

Em 3 de março de 2020, 52 exemplares de ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) retornaram ao seu lar: a caatinga baiana. As aves vieram da Alemanha, por meio da organização não governamental alemã Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP) que, em parceria com o Governo Federal (representado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade/ICMBio e Ministério do Meio Ambiente), as repatriou para o Brasil. A ararinha-azul é uma espécie exclusiva do Sertão do São Francisco, especificamente do munícipio de Curaçá (BA). Agora, depois de um período de adaptação em sua terra natal, onde um centro de reintrodução e soltura foi construído pela ACTP para receber as ilustres habitantes, as aves serão soltas em uma área monitorada – algo excepcional, considerando-se que, em 2000, a espécie foi classificada possivelmente extinta na natureza, restando apenas indivíduos em cativeiro, de acordo com o ICMBio.

Avião Ararinha-Azul propõe reflexão sobre a preservação da natureza.

A presença das ararinhas-azuis em seu habitat original tem grande importância na educação e preservação da biodiversidade no mundo – e mais especialmente nessa região de bioma único, lar dessas aves e onde também ganha relevância na vida cultural, artística e turística local. Pensando nisso, o Projeto Ararinha-Azul se uniu ao Projeto da Tita Ararinha, criado pelo ambientalista sertanejo Victor Flores e desenvolvido ao lado de artistas locais com apoio cultural da AkzoNobel, Azul, Embraer e máster da Bayer. O objetivo é desenvolver, por meio da literatura e do audiovisual, uma consciência ambiental, sobretudo de preservação da ararinha-azul e da valorização desse bioma exclusivamente brasileiro, a caatinga. O projeto tem incentivo Fiscal Federal pela Lei Rouanet, por meio do Ministério da Cidadania e Secretaria Especial da Cultura. A Tita, garota capaz de se transformar em ararinha-azul, alçará voos através do curta-metragem “As Aventuras de Tita” (ProNAC 204811).

Na produção, a chegada de um grupo de ararinhas azuis repatriadas da Europa para o Brasil é interrompida quando a caixa de transporte, misteriosamente, é roubada. Cabe a Tita e aos amigos Timbum (o peixe-pintor) e Dudé (o bode aventureiro) investigarem o ocorrido e encontrarem uma solução para salvar os animais e proteger a caatinga. Dirigido por Eduardo Padrão e baseado na obra de Victor Flores, o curta é uma forma de mostrar às crianças do Brasil e do mundo a importância de preservar esse bioma tão fundamental ao país e ao planeta. A obra tem versão em português, inglês e espanhol e foi produzida pelo estúdio pernambucano Viu Cine. O curta pode ser visto no canal do YouTube Victor Flores e a Tita e também será exibido durante os voos da Azul.

Teatro Raul Coelho, o segundo mais antigo da Bahia em funcionamento, foi revitalizado em Curaçá pelo Movimento Tudo de Cor.

“A caatinga sofreu historicamente com narrativas de que é tudo seco, tudo morto, e isso potencializou a degradação velada e, infelizmente, a extinção na natureza da ararinha-azul. O projeto ‘As Aventuras de Tita’, que engloba quatro livros infantis, músicas e agora o curta-metragem, surgiu com a missão de despertar nesse público um sentimento de pertencimento e valorização desse bioma, que é exclusivamente brasileiro. Agora, com a parceria de empresas que compartilham desses valores de preservação, a ararinha mais simpática do Brasil irá alçar voos ainda maiores!”, destaca Victor Flores, criador do projeto.

Relembrando | No final de 2020, a fim de promover a reflexão sobre a importância da preservação ambiental por meio da celebração da volta das ararinhas-azuis ao Brasil, uma ação de co-branding entre a AkzoNobel/Tintas Coral, a Azul e a Embraer levou para os céus do Brasil o avião mais colorido da América do Sul, com 58 cores, sendo 28 delas desenvolvidas pelo laboratório de aeroespace da AkzoNobel exclusivamente para a ação. O grafiteiro, diretor de arte do mercado publicitário e designer paulistano Luiz Antônio Ferreira da Silva, mais conhecido como Pardal, com curadoria da Dionisio.AG e a convite da Tintas Coral, deu cor e vida à arte do Embraer 195 E2 da Azul, aeronave batizada Ararinha-Azul, homenagem à fauna e flora brasileira que pode ser vista em diversas rotas pelo país. O mesmo tema também ilustrou, em 2021, pelas mãos do Pardal, a empena de um prédio da famosa Avenida São João, na capital paulista, em uma ação do Movimento Tudo de Cor, da Tintas Coral, com apoio de pintores profissionais convidados pela Coral, que até hoje é um convite para a reflexão sobre a importância da proteção da biodiversidade brasileira para quem passa nos arredores do conhecido Minhocão.

Igreja Bom Jesus da Boa Morte (BA), que tem cerca de 200 anos de história, recebeu o Movimento Tudo de Cor.

Paralelamente, o Movimento Tudo de Cor também levou sua experiência de mais de 10 anos de história e 2 mil projetos, com 19 mil imóveis renovados, a Curaçá. Em parceria com a prefeitura local, o projeto realizou a revitalização de duas edificações de inestimável valor para a cidade, preparando o local para receber as ararinhas de volta.

Um dos locais revitalizados foi o Teatro Raul Coelho, o segundo mais antigo da Bahia em funcionamento, datando de 1895, e o único teatro centenário no território do Sertão do São Francisco. O local oferece à população, além de cultura, lazer e entretenimento, a possibilidade de exploração turística, devido à sua idade, história e localização. Ao longo de todos esses anos, foi e ainda é o palco de eventos e de manifestações culturais e nunca deixou de ser um espaço central usado pela comunidade de Curaçá e cidades vizinhas. Outro espaço de cara nova é a Igreja Bom Jesus da Boa Morte, que tem cerca de 200 anos de história. O povoado de Pambu, hoje conhecido como Curaçá, se formou ao redor dessa igreja, que é o patrimônio religioso mais antigo do local. Além disso, a convite da Coral, o grafiteiro Pardal foi a Curaçá pintar, com a ajuda de artistas e moradores locais, um mural em uma casa centenária do centro histórico, um mural inspirado na arte do avião Ararinha-Azul.

(Fonte: Conteúdo à la Carte)

Pixinguinha é o homenageado do Projeto “Quintal da Xika – Música e cultura preta em movimento”

São Paulo, por Kleber Patricio

É do bairro de Itaquera, na zona Leste de São Paulo, que ecoa uma série de quatro shows gratuitos, uma vez por mês até agosto de 2022, com homenagens a nomes de sambistas que fizeram história na Música Popular Brasileira, tais como Cartola, Pixinguinha, Beth Carvalho e Elizete Cardoso. O projeto Quintal da Xika – música e cultura preta em movimento, compõe o edital de apoio a Projetos Artísticos Culturais Descentralizados de Múltiplas Linguagens. Os próximos shows serão realizados nos dias 19/6, 17/7 e 21/8, sempre às 15h, na Rua Córrego do Jacu, 141, em Itaquera, SP. Ingressos grátis e limite de 1500 pessoas.

Pixinguinha, um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira, é o homenageado da apresentação de 19/6, do Projeto. Canções como “Carinhoso”, “Naquele tempo” e “Urubu malandro” são algumas das mais populares desse compositor, nascido em 1897 e que tornou-se um arauto do Chorinho, um estilo musical tipicamente brasileiro e que é considerado o primeiro a merecer o título de “música urbana”.

Do ritmo “lundu”, de origem africana, o chorinho herdou a cadência. Instrumentos de corda e sopro vêm de influência europeia, já que a composição instrumental dos primeiros grupos de choro era baseada na flauta, violão e cavaquinho. Depois outros instrumentos vieram a compor as rodas de choro. Este show é gratuito e será apresentado em 19 de junho, domingo, às 15h.

O show | A homenagem a Pixinguinha é o segundo da série de quatro shows. Vitão Ferreira, Naná Ferreira e Andrea Bragado, produtores e idealizadores do projeto, contam que serão 11 músicos a executarem chorinhos clássicos de Pixinguinha. Na playlist estão “Carinhoso”, “Urubu Malandro”, “Naquele tempo” e muito mais.

Formato | O evento tem duas entradas musicais com duas horas de duração cada. Na segunda entrada, após intervalo de uma hora, inicia-se a homenagem tema, cujos repertórios de ambos os sambistas serão intercalados, com duração de aproximadamente 45 minutos. Um festival gastronômico, com comidas típicas das origens afro, tais como feijoada e acarajé, além de uma feira de artesanato e produtos afro-brasileiros, complementam o encontro.

Serviço:

Pixinguinha – Projeto “Quintal da Xika – Música e cultura preta em movimento”

Dia 19/6/2022

Hora: 15h

Ingressos: grátis – por ordem de chegada

Lotação: 1500 pessoas

O projeto “Quintal da Xika- música e cultura preta em movimento” compõe o edital de apoio a Projetos Artísticos Culturais Descentralizados de Múltiplas Linguagens.

Próximos shows homenageiam: 17/7 – Cartola | 21/8 – Elizete Cardoso e Beth Carvalho.

Sobre o coletivo musical

O Coletivo musical “Quintal da Xika” é formado por 10 músicos cujas trajetórias são consolidadas na música e no samba, mas cada um com sua identidade. As influências pessoais se fundem e se assimilam, convergindo em uma pluralidade de sonoridades e beleza deste verdadeiro encontro musical. A percussão é marcada por atabaques e pegadas ancestrais que se integram à sutileza de um violão sete cordas. No vocal, uma mulher e sete homens fazem uma espécie de rodizio no palco durante as apresentações. Quanto às principais influências que permeiam o grupo, estão Candeia, Cartola, João Nogueira, Mussum, Jovelina Perola Negra, Yvone Lara, Marçal, Luiz Carlos da Vila, Almir Guineto, Geraldo Filme, Fundo de Quintal, Jorge Aragão, Beth Carvalho, Quinteto Branco e Preto Roberto Ribeiro, Zeca Pagodinho e Reinaldo, entre outros.

Nas plataformas digitais do Brasil e na África, em Angola e Moçambique, em 2019, o Quintal da Xika lançou a música/clipe de trabalho intitulada “Xika que te quero Xika”, composição de Thiago de Xangô e Leo Lopes. O lançamento do documentário “Um dia de Quintal”, escrito e roteirizado por Vitão Ferreira, filho de Dona Kátia e idealizador do Quintal da Xika, ajudou a levar o nome do local aos mais renomados ambientes do samba.

Sobre o endereço Quintal da Xika

“Quintal da Xika” é hoje, um ponto clássico do Samba. Pelas rodas promovidas na casa chegam a passar cerca de 1000 pessoas por edição, considerando o público rotativo. Ali realizam-se homenagens a mestres da História do Samba e da Música Popular Brasileira.

O quintal da casa da família de dona Kátia e seu Xixa, sambista da gema, sempre foi ponto de encontros musicais. Vitor Ferreira, filho de dona Kátia e enteado de seu Xixa, cresceu no samba e, com o falecimento do padrasto, em 2014, decidiu manter e preservar a cultura do samba em casa. Foi em 2017 que o local começou a organizar encontros de resgate do samba de raiz.

(Fonte: Edge Mídia)

Teatro Castro Mendes recebe Campinas Festival Dance nos dias 17 e 18

Campinas, por Kleber Patricio

Érika Ramos ministra aulas no Stúdio de Dança, que oferece bolsas gratuitas para alunos das escolas da rede pública de Campinas e para famílias de baixa renda. Foto: divulgação.

O Campinas Festival Dance 2022, evento idealizado pela professora e diretora Érika Ramos, será realizado nos dias 17 e 18 de junho, no Teatro Municipal Castro Mendes. É a primeira edição do festival, que tem apoio da Secretaria de Cultura e Turismo, Sanasa e demais patrocinadores. “O objetivo do festival é valorizar a interpretação e a criação da dança em todas as modalidades e transmitir de forma natural e educativa o resgate das manifestações expressivas de nossa cultura”, explica Érika Ramos, que ministra suas aulas no Studio de Dança, que oferece bolsas gratuitas para alunos das escolas da rede pública de Campinas e para famílias de baixa renda.

O festival terá caráter competitivo com premiação aos ganhadores. São quatro categorias de competição: infantil (6 a 11 anos), juvenil (12 a 17 anos), adulto (18 anos acima) e melhor idade (40 anos acima). Os gêneros considerados serão: ballet clássico de repertório/ballet clássico livre, jazz, danças urbanas e estilo livre, com 4 subgêneros: solo, duo, trio e conjunto.

Érika Ramos começou a trajetória na dança há 27 anos. Ela conseguiu uma bolsa de estudos nas academias de dança de Campinas por meio da professora Walkiria Coelho.

Mais informações sobre o festival: campinasfestivaldance@gmail.com ou pelo WhatsApp (19) 99200-0383.

(Fonte: Prefeitura de Campinas)

Campinas recebe 2º Festival Viola da Terra

Campinas, por Kleber Patricio

Sesc Campinas e Centro Cultural Casarão sediarão as atividades presenciais do festival. Foto: divulgação.

Com o objetivo de trazer à tona a música instrumental de viola, acontece entre os dias 15 e 19 de junho, em Campinas, o 2º Festival Viola da Terra, que reunirá shows, feira caipira, exposição de lutheria, rodas de conversa, oficinas, exibição de série temática, rodas de viola com artistas selecionados por meio de edital e homenagem à violeira Helena Meirelles. A programação tem atividades virtuais e presenciais.

Nos dias 15 e 16, as atrações podem ser conferidas de forma virtual. Já no dia 17 de junho, a programação acontece de forma presencial, no SESC Campinas e, nos dias 18 e 19, no Centro Cultural Casarão. As atividades são gratuitas, com exceção do show de Tavinho Moura, que acontece no SESC no dia 17.

A iniciativa é realizada por meio do ProAC Editais, programa do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e conta com o apoio do SESC Campinas, do Centro Cultural Casarão, da Prefeitura de Campinas e da Rozini.

Idealizado pelo violeiro João Paulo Amaral e pelo produtor Leo Magnin, o Festival Viola da Terra chega em 2022 à sua segunda edição, que reunirá mais de 50 violeiros, de 30 cidades, seis Estados e três regiões brasileiras. Serão sete shows, três rodas de viola, três oficinas, duas rodas de prosa e a exibição de materiais audiovisuais. Entre os aguardados shows, o festival contará com as apresentações de Ivan Vilela com Letícia Leal, Tavinho Moura, Cleiton Torres e Leandro Valentim, além do concerto da Orquestra Filarmônica de Violas, com a participação de Laís de Assis.

Outro destaque da programação é a Feira Caipira, que reunirá empreendedores de Campinas e convidados de outras cidades do interior paulista, que oferecerão pratos e bebidas típicas, como galinhada, cuscuz, milho verde, quentão e vinho quente; versões vegetarianas de pratos caipiras, como a galinhada de palmito e caldo de ora-pro-nóbis, além de livros, CDs e editoriais de música raiz e artesanatos tradicionais, como bonecas de tecido e roupas de lã. “A viola brasileira tem uma profunda ligação com a nossa história ao dar voz aos sotaques e às tradições específicas de cada região. Por isso, também é conhecida como viola caipira, viola nordestina, viola pantaneira. O instrumento, que é capaz de transitar por diferentes estilos musicais, ressalta a nossa diversidade, que é algo que buscamos evidenciar no festival”, afirma o diretor artístico João Paulo Amaral.

Programação

Os dois primeiros dias da programação, 15 e 16 (quarta e quinta), podem ser conferidos virtualmente, de forma gratuita, por meio do canal do Youtube do festival (www.youtube.com/c/FestivalVioladaTerra). No dia 15, às 19h, haverá a Roda de Prosa “Helena Meirelles” com Mário Araújo, Rainer Miranda e Marina Ebbecke. Outra atração é a exibição da websérie “Viola e Tradição”, às 21h. Para o dia 16, está programada a Roda de Prosa “Viola como profissão: gestão de carreira”, com Paulo Freire, Vinícius Muniz e Gabi Goes (19h), além da exibição da websérie “Mulheres Violeiras” (21h).

Na sexta, 17, o palco será o SESC Campinas. A programação começa às 14h, com oficina com Vitória da Viola (visita aos ritmos pantaneiros e aos ponteios de Helena Meirelles) e segue com Roda de Viola com alunos do TSI (Trabalho Social com Idosos – SESC), às 16h, e Encontro de Luthiers de Viola (Luciano Queiroz, Levi Ramiro e Marcelo Mater), às 17h, atividades gratuitas. Já os ingressos para o show de Tavinho Moura, atração das 20h, custam entre R$15 e R$30 e podem ser adquiridos na unidade local do SESC ou pelo site www.sescsp.org.br.

No sábado, 18, e no domingo, 19, a sede será o Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo, com entrada gratuita. No dia 18, o festival reúne a oficina com Laís de Assis (Viola Nordestina) às 10h30; Feira Caipira e Exposição de Lutheria e show do projeto Oficinas de Música Caipira (ambos às 14h); Roda de Viola com Bruno Takashy, Mel Moraes e Vinícius Azevedo (15h30) e Catira no Palco Externo (16h30). Às 17h, acontece homenagem a Helena Meirelles, com Milton Araújo e Karoline Violeira, atração que será seguida pelo concerto da Orquestra Filarmônica de Violas, que convida Laís de Assis (19h). Finalmente, às 20h30, haverá Palco Livre, com roda de improvisação, no palco externo.

Já no dia 19, a programação começa às 10h, com Vivência de Reis, seguida por show com Ivan Vilela e Letícia Leal e a Feira Caipira (almoço), ambos às 11h. O Cortejo de Folia de Reis começa às 13h. Às 14h, haverá Roda de Viola com Carol Carneiro, Gustavo Costa e Júlio Caldas. Às 15h30, será a vez da Moda de Rock e, às 17h30, a atração será o show com Cleiton Torres e Leandro Valentin. “A primeira edição, realizada no ano passado, foi um sucesso, embora tenha acontecido apenas no formato virtual. Neste ano de 2022, temos a possibilidade de realizar o festival nesse formato híbrido, o que é muito interessante tanto pela possibilidade de atingir pessoas de diferentes localidades como por proporcionar o contato com o público e a troca de ideias entre os artistas, a partir das atividades presenciais”, diz Leo Magnin, coordenador de produção.

Equipe

Direção artística: João Paulo Amaral

Coordenador de produção: Leo Magnin

Assistente de Direção: Domingos de Salvi

Coordenador de comunicação: Leo Yu Marins

Desenho gráfico: Estúdio Risco

Produtor audiovisual: Mário Almeida

Assessoria de imprensa: Rafael Bitencourt (Tempo D Comunicação e Cultura).

Serviço:

2º Festival Viola da Terra

Data: 15 a 19 de junho de 2022, em formatos virtual e presencial

Mais informações em www.festivalvioladaterra.com.br ou @festivalvioladaterra (Facebook e Instagram).

Programação  

On-line

Quarta-feira 15/6

– 19h00 – Roda de prosa “Hellena Meireles” | Mário Araújo, Rainer Miranda e Marina Ebbecke

– 21h00 – Websérie “Viola e Tradição”

Quinta-feira 16/6

– 19h00 – Roda de prosa “Viola como profissão: gestão de carreira” | Paulo Freire, Vinícius Muniz, Gabi Goes”

– 21h00 – Websérie “Mulheres Violeiras”

SESC Campinas

Sexta-feira 17/6

– 14h00 – Oficina com Vitória da Viola – Visita aos ritmos pantaneiros e aos ponteios de Helena Meirelles

– 16h00 – Roda de viola com alunos do TSI (Trabalho Social com Idosos – Sesc)

– 17h00 – Encontro de Luthiers de viola (Luciano Queiroz, Levi Ramiro e Marcelo Mater)

– 20h00 – Tavinho Moura*

*Show do Tavinho Moura com ingressos à venda desde 4/6 em sescsp.org.br – demais atividades gratuitas.

Centro Cultural Casarão

Sábado 18/6

– 10h30 – Oficina Laís de Assis – Viola Nordestina

– 14h00 – Feira Caipira e Exposição de Lutheria

– 14h00 – Show Projeto Oficinas de Música Caipira

– 15h30 – Roda de Viola: Bruno Takashy, Mel Moraes e Vinícius Azevedo

– 16h30 – Catira – Palco Externo

– 17h00 – Milton Araújo e Karoline Violeira (Homenagem a Helena Meirelles)

– 19h00 – Orquestra Filarmônica de Violas convida Laís de Assis

– 20h30 – Palco Livre – Roda de improvisação – Palco Externo

Domingo 19/6

– 10h00 – Vivência Folia de Reis

– 11h00 – Ivan Vilela e Letícia Leal

– 11h00 – Feira Caipira (Almoço)

– 13h00 – Cortejo de Folia de Reis

– 14h00 – Roda de Viola: Carol Carneiro, Gustavo Costa e Júlio Caldas

– 15h30 – Moda de Rock

– 17h00 – Cleiton Torres e Leandro Valentin.

(Fonte: Prefeitura de Campinas)

Cia. Bemo apresenta “O Corsário” no Theatro Municipal do RJ

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Carol Lancelloti.

O palco do Theatro Municipal recebe, pela primeira vez, a versão estendida – dois atos em quatro cenas – do ballet “O Corsário” montada por uma companhia nacional. A obra, um clássico do repertório mundial, que narra uma história de amor e aventura em um universo de piratas e odaliscas, será encenada pela jovem Cia. BEMO-TMRJ de 15 a 19 de junho, com ingressos a preços populares. Como protagonistas, três talentos da BEMO: Marcella Borges, que brilhou recentemente na última montagem de “Lago dos Cisnes” no Theatro Municipal, José Ailton e Alysson Trindade e os primeiros bailarinos do Theatro Municipal, Cícero Gomes e Filipe Moreira, em participação especial. A remontagem e adaptação da coreografia de Marius Petipa são de Hélio Bejani e Jorge Texeira.  A direção geral é de Helio Bejani e Ana Paula Lessa.

Uma hora antes de cada espetáculo será realizada uma palestra educativa gratuita no Salão Assyrio com curiosidades sobre o ballet “O Corsário”, o processo criativo da montagem, a diversidade e a valorização das diferenças (raça e gênero). A estreia do espetáculo, no dia 15 de junho, será exclusiva para escolas e contará com uma palestra de boas-vindas da primeira bailarina do Ballet do Theatro Municipal, Márcia Jaqueline e do primeiro bailarino, Filipe Moreira.

O ballet “O Corsário” é uma realização da Associação dos Amigos da Escola Maria Olenewa (Amadança), Ministério do Turismo, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Formação profissional | “Criamos uma companhia de ballet que respeita e valoriza a Diversidade. São 26 moças e 17 rapazes em cena, de diferentes raças e situações sócio-econômicas unidos pelo amor à arte, talento e disciplina. Quem assiste às apresentações da Cia BEMO apoia a Escola de Dança Maria Olenewa e a ampliação do mercado profissional, cada vez mais promissor, para jovens bailarinos”, afirma Hélio Bejani, diretor da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa e Regente do Ballet do Theatro Municipal, bailarino consagrado nos palcos, coreógrafo de comissões de frente dos desfiles de Carnaval e atual campeão do Carnaval 2022 com a Grande Rio.

Cia. BEMO-TMRJ | A Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal (BEMO-TMRJ) do Rio de Janeiro foi criada em abril de 2018 para dar oportunidade de uma experiência profissional aos alunos oriundos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO), a mais antiga escola de dança do país, criada em 1927. Na EEDMO, os alunos estudam por nove anos e recebem gratuitamente uma formação de excelência em dança. “Na BEMO-TMRJ, eles vivem a experiência de ingressar em uma companhia profissional e tem a certeza de que é o que desejam como carreira”, explica Bejani.

Formação de plateia | Oitenta professores participaram de uma palestra com o historiador da Dança, Prof. Dr. Paulo Melgaço, com o objetivo de receberem informações para trabalharem em sala de aula com os estudantes. “É muito importante oportunizar os alunos das escolas públicas a terem acesso a diversas culturas. Receberemos jovens estudantes para assistir jovens bailarinos”, contextualiza Melgaço. Os professores fizeram uma visita guiada ao Theatro Municipal e saíram com material educativo. Os alunos vão aprender em sala de aula com seus professores e, no dia da estreia do espetáculo, 15 de junho, participarão de uma récita exclusiva para escolas com uma palestra de boas-vindas da primeira bailarina do Ballet do Theatro Municipal, Márcia Jaqueline. Os estudantes receberão caderno educativo visando estimular o pensamento crítico e o debate.

Ballet “O Corsário” | Ballet em dois atos, com quatro cenas, que se passa na costa do Mar Jônico, quando a Grécia estava sob o domínio turco.

ATO 1

Cena 1 – No Mercado: Mulheres escravizadas são negociadas pelo mercador Lankendem. O rico Paxá Seyd arremata a linda e amável Gulnara. Lankendem então lhe oferece a bela Medora, mas Conrad, um corsário disfarçado de comerciante apaixonado por Medora, duela com o Paxá para impedir a venda da amada. Vitorioso, Conrad escapa com ela e outras escravas levando Lankendem como prisioneiro.

Cena 2 – Na Gruta dos Piratas: Conrad mostra seu esconderijo a Medora. O colega Birbanto convoca os piratas a levarem as escravas e Lankendem à gruta. Medora suplica a Conrad para que as liberte; ele concorda, mas Birbanto se opõe e persuade os piratas a se rebelarem. A liderança de Conrad os faz mudar de ideia. Lankendem então oferece ao insatisfeito Birbanto, em troca de sua liberdade, uma poção que, se borrifada em flores, faria a vítima dormir. Birbanto a coloca em uma rosa e a entrega a Medora, que a estende a Conrad, que cai em um sono profundo. Os piratas se rebelam. Medora rouba um punhal e corta o braço de Birbanto. Na confusão, Lankendem captura Medora e escapa. Birbanto, prestes a matar Conrad, é impedido por um escravo. Conrad acorda e, atordoado, novamente sai para salvar sua amada.

ATO 2

Cena 1 – No Salão do Paxá: Gulnara está sendo mimada pelo Paxá quando Lankendem chega trazendo Medora. Emocionado, o Paxá declara que ela será sua principal esposa e, satisfeito com suas amadas mulheres, sonha com elas como se fossem flores de um lindo jardim. Neste momento, é alertado de que peregrinos desconhecidos chegaram durante as orações noturnas. São os piratas disfarçados. Conrad lidera as rezas enquanto seus companheiros desarmam a guarda. Medora é libertada e Lankendem novamente capturado com suas riquezas.

Cena 2 – Na Gruta dos Piratas: Os piratas retornam à gruta e Medora e Conrad dançam celebrando o amor, partindo novamente em busca de novas aventuras.

FICHA TÉCNICA

Solistas

Medora: Marcella Borges ou Tabata Salles

Conrad: Filipe Moreira (Primeiro Bailarino do BTM – Convidado) ou Alyson Trindade

Ali: Cicero Gomes (Primeiro Bailarino do BTM – Convidado) ou José Ailton

Gulnara: Tabata Salles ou Manuela Roçado

Lankeden: Rodrigo Hermesmeyer

Birbanto: Michael Willian

Paxá Seyd: Saulo Finelon (Bailarino do BTM – Convidado)

Odaliscas: Ana Flavia Alvim, Laura Zach e Isa Matos

Pequeno Pirata: Luís Paulo Martins.

Serviço:

“O Corsário” (ballet em dois atos e quatro cenas)

Cia Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal (Cia BEMO)

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro.

Datas

15 de junho (estreia exclusiva para escolas) às 14h – quarta

16, 17 e 18 de junho às 19h – quinta, sexta e sábado

19 de junho às 17h – domingo

Duração do ballet: 2h – com 15 minutos de intervalo

Classificação: Livre

Lotação do Theatro: 2205 lugares

Ingressos (na bilheteria do TMRJ ou por meio da plataforma Imply)

Frisas e Camarotes – R$30,00 (ingresso individual)

Plateia e Balcão Nobre – R$30,00

Balcão Superior – R$20,00

Galeria – R$10,00.

Palestras

Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra sobre a obra e suas curiosidades, processo criativo e valorização das diferenças. As palestras contam com intérprete de libras e áudio descrição.

Lotação palestra: 150 lugares

Entrada por ordem de chegada

Pessoas que não vão assistir o espetáculo podem assistir às palestras.

Dia 16/6 às 18h – Tema: Reflexões sobre Raça: entre Branquitude e Negritude – Caminhos para uma Luta Antirracista no Ballet Clássico – Palestrante: Prof. Dra. Glenda Melo (Professora da UNIRIO – Departamento de Memória Social)

Dia 17/6 às 18h – Tema: Processo de Criação – Reflexões Artísticas e Técnicas na Montagem do Ballet O Corsário. Palestrantes: Claudia Mota (Primeira Bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro), Irene Orazen (Bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Formada pela EEDMO em 1957), Tânia Agra (Figurinista) e Manoel dos Santos (Cenógrafo)

Dia 18/6 às 18h – Tema: Mercedes Baptista e Consuelo Rios – Símbolos da Luta Antirracista na Dança Palestrantes: Keila Castro (Pesquisadora e Ex Bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) & Marina Tessarin (Bailarina e Historiadora)

Dia 19/6 às 18h – Tema: Homens no Ballet Clássico – Palestrantes: Cícero Gomes (Primeiro Bailarino do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro), Filipe Moreira (Primeiro Bailarino do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro), Anderson Dionísio (Bailarino Solista do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) & Victor Ciattei (Bailarino, Professor e Coreógrafo).

Lei de incentivo à cultura | Apoio: Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Rádio SulAmérica Paradiso e Imply

Realização Institucional: Amadança – Associação dos Amigos da Escola Maria Olenewa

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

(Fonte: Assessoria de Imprensa TMRJ)