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Museu Ferroviário recebe expositores da Feira das Artes de Indaiatuba no sábado (24)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Inaugurado em 2004, o Museu Ferroviário de Indaiatuba ocupa a antiga Estação Ferroviária da Sorocabana Railway. Fotos: divulgação.

No próximo sábado, dia 24, a histórica Locomotiva a Vapor Nº 10 será colocada em funcionamento no Museu Ferroviário de Indaiatuba e o público ainda poderá conferir os trabalhos de 20 expositores da Feira das Artes de Indaiatuba, em programação especial que acontece das 9h às 12h. A iniciativa é do Departamento de Turismo da Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Fiarte (Associação Indaiatubana de Artesanato e Artes Plásticas). A realização é da Prefeitura de Indaiatuba.

Inaugurado em 2004, o Museu Ferroviário de Indaiatuba ocupa a antiga Estação Ferroviária da Sorocabana Railway em Indaiatuba, cuja obra foi concluída em 1911. Em 2021, o prédio passou por revitalização e foi entregue à população em dezembro. O local abriga ainda o PIT – Ponto de Informação Turística.

Locomotiva a Vapor Nº 10, que pertenceu ao Imperador Dom Pedro II, foi inteiramente revitalizada.

A Locomotiva a Vapor Nº 10, que pertenceu ao Imperador Dom Pedro II, também foi inteiramente revitalizada, seguindo todas as diretrizes da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), responsável pelo restauro. O Museu Ferroviário de Indaiatuba fica na Praça Newton Prado, s/nº, no Jardim Pompeia. Mais informações pelo telefone (19) 3816-4917.

Feira das Artes

A Feira de Artes de Indaiatuba chega ao Museu Ferroviário de Indaiatuba exclusivamente neste sábado, dia 24, com cerca de 20 expositores da Feira de Artes de Indaiatuba, com trabalhos em artes criativas, crochês, patchwork, couro, bijuterias, mandalas, pintura em tecido, trabalho em madeira e bonecas em tecido, além de tortinhas salgadas, docinhos, doces em pote, entre outros.

Realizada todos os sábados na Praça Rui Barbosa, no Centro, das 9h às 13h, a Feira das Artes de Indaiatuba conta atualmente com cerca de 50 expositores e uma grande variedade em técnicas de artesanato, com trabalhos em biscuit, crochê, tricô, marchetaria, pintura em tela e tecido, e muito mais.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Theatro Municipal apresenta montagem inédita da ópera “O Amor das Três Laranjas” (L’Amour des Trois Oranges), de Prokofiev

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Stig de Lavor.

Destaque da programação de outubro do Theatro Municipal de São Paulo, a ópera “O Amor das Três Laranjas” (L’Amour des Trois Oranges), de Sergei Prokofiev, estreia no dia 30 de setembro (sexta-feira), às 20h, e será apresentada até o final de semana seguinte, dia 8 de outubro, com apresentações às 17h (sábados e domingos) e às 20h (terça, quinta e sextas).

O espetáculo é marcado pela inédita colaboração com o ator e diretor cênico convidado Luiz Carlos Vasconcelos, cujas passagens incluem telas e palcos brasileiros. Luiz Carlos tem em suas origens a magia e as máscaras da arte circense, sendo o criador do circo teatro Piolin.

Essa deliciosa ópera de Prokofiev possui uma trama cômica e de origem bastante complexa, trazendo um conto do século XVII originalmente escrito por Giambattista Basile, porém com a adaptação para a linguagem teatral sob a assinatura de Carlo Gozzi, um século depois. “L’Amour des Trois Oranges” ainda passou a ser traduzida para o russo e francês pelo próprio compositor e por Vera Janacópulos, soprano brasileira de primeira importância em sua época por divulgar na Europa nomes como Villa-Lobos.

De acordo com Andrea Caruso Saturnino, diretora geral do Complexo Theatro Municipal, “espetáculos sobre o mundo da ópera são criados desde a origem do gênero, mas esta talvez seja a meta-ópera menos literal de toda a história da música. Aqui, o simbólico e o surreal se cruzam dando espaço ao público para interpretações abertas”.

Fãs do realismo fantástico devem se deliciar com a narrativa, que conta a saga de um Rei para curar a melancolia de seu filho. Com esse objetivo, ele convoca uma série de atividades para entretê-lo, apresentadas por personagens oriundos da Commedia dell’Arte, magos, bruxas e uma musicalidade radiante entre a tradição russa e a tradição romântica.

Simone Mina, diretora de arte da obra, explica sobre a concepção visual do espetáculo: “O aspecto simbólico da ‘maquinação do mundo’, presente na fábula, foi o ponto de partida para a concepção visual da ópera. O espaço cênico, construído com cordas têxteis, reforça a condição do teatro como um espaço que propõe uma desconstrução da ‘solidez das certezas’. Com isso, a cenografia propõe uma caixa de imagens permeável e entremeada pelo sensível, possibilitando reflexões sobre um mundo em reconstrução a partir das suas relações de poder e resiliência”.

A concepção dos figurinos também traz essa diretriz questionadora: “No traje cotidiano se observam esses pontos de fissura para o transgressor e potente mundo do inconsciente, revelado nas doses de surrealismo que Meyerhold adaptou ao libreto. Pode um paletó, traje associado ao poder ocidental, nos oferecer a possibilidade de transmutá-lo? Essa foi uma pergunta intrínseca durante a criação da cenografia de ‘O Amor das Três Laranjas’”, diz Mina.

“A carnavalização e a ironia, aspectos presentes na literatura desta meta-ópera, convidam o observador para um reino que pode ser compreendido como o aqui agora, onde cada um pode ser rei ou rainha por um dia. Ou, quem sabe, chegaremos ao ‘todo poder ao povo’, tão esperado. Que nossas laranjas emprestem a condição amorosa e resiliente de um país que aguarda uma coroação no poder da coletividade tão presentes no teatro, na arte e na vida. Confirmando esta como uma das óperas marcadamente políticas da programação do ano”, completa Simone.

Para o maestro Roberto Minczuk, que assina a direção musical e regência do espetáculo, a orquestra tem um papel protagonista nesta ópera. “É uma orquestra enorme, bem típica do começo do século XX, com a utilização de muitos instrumentos de percussão, duas harpas e diversos instrumentos do naipe de metais. A escrita de Prokofiev – considerado um gênio da criatividade e da instrumentação – é sempre a de uma composição que narra a história em seus mínimos detalhes. ‘O Amor das Três Laranjas’ é tão sinfônica que a parte mais memorável, a que mais se conhece, não é nenhuma grande ária ou grande coro, como costuma acontecer, e sim a famosa marcha sinfônica – o tema mais reconhecido de toda ópera, que é puramente sinfônico e instrumental”, conclui.

Para mais informações sobre os espetáculos confira a programação completa abaixo.

Ficha técnica

ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL

CORO LÍRICO MUNICIPAL

Roberto Minczuk, direção musical e regência

Luiz Carlos Vasconcelos, direção cênica

Simone Mina e Carolina Bertier, cenografia e figurino

Wagner Pinto, desenho de luz

Westerley Dornellas, visagismo

Ronaldo Zero e Paulo Soares, assistentes de direção cênica

Marco Antônio Assunção, O Rei de Paus

Giovanni Tristacci, O Príncipe

Lidia Schäffer, A Princesa Clarice

Leonardo Neiva, Leandro

Jean William, Trufaldino

Johnny França, Pantaleão

Anderson Barbosa, O Mago Célio

Gabriella Pace, Fada Morgana

Maria Sole Gallevi, Ninete

Nathalia Serrano, Linete

Eleonora Bondar, Nicolete

Gustavo Lassen, A Cozinheira

Daniel Lee, Farfarelo

Fernanda Nagashima, Esmeraldina

Mikael Coutinho, Mestre de Cerimônias

Orlando Marcos, Arauto.

Serviço:

Theatro Municipal

Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé, São Paulo (SP)

Capacidade Sala de Espetáculos – 1530 pessoas

Classificação livre

30/9 (sexta), 20h; 1/10 (sábado), 17h; 2/10 (domingo), 17h; 4/10 (terça), 20h; 5/10 (quinta), 20h; 7/10 (sexta), 20h; 8/10 (sábado), 17h

Duração: aproximadamente 2h (com intervalo)

Ingressos: R$10,00 a R$120,00.

(Fonte: Approach Comunicação)

Democracia brasileira precisa de equilíbrio entre decisões técnicas e políticas, aponta livro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

Alinhar decisões técnicas à valorização da política é fundamental para uma democracia sólida, aponta o livro “A democracia equilibrista: Políticos e burocratas no Brasil”. Escrita por Gabriela Lotta, professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), e por Pedro Abramovay, advogado e ex-Secretário Nacional de Justiça, a obra foi lançada na terça (20) em São Paulo pela editora Companhia das Letras.

A publicação discute experiências de conflitos e cruzamentos entre política e técnica no Brasil durante o período democrático, como o Marco Civil da Internet, em vigor desde 2014, e a proposta de Estatuto dos Povos Indígenas, discutida em 2008. Nestes casos, o livro discute como os embates entre técnicos e políticos podem afetar o funcionamento da própria democracia – seja quando políticos desconsideram o saber técnico ou quando técnicos e burocratas negam a política. O livro é composto por vários relatos de situações vivenciadas por Pedro Abramovay quando esteve no governo federal e por uma análise de como estes relatos mostram diferentes facetas dos potenciais conflitos entre a burocracia e a política e que afetam o funcionamento da democracia a partir destes equilíbrios e desequilíbrios.

Capa do livro.

Por um lado, apontam os autores, o discurso da tecnocracia ganha espaço nas últimas décadas com a associação da política à corrupção e com a crença de que decisões tomadas por gestores qualificados seriam suficientes para a definição e implementação das políticas públicas. Isto destoa da democracia como efetiva participação dos diversos setores da sociedade na solução dos problemas. Por outro lado, políticos ameaçam a democracia quando se apossam da estrutura burocrática em nome do suposto mérito que os conduziu ao cargo e tomam decisões sem considerar perspectivas técnicas e científicas.

“Os maiores avanços sociais do país foram conquistados em um delicado equilíbrio entre a técnica e a política. O livro trabalha exemplos concretos nos quais essa relação foi fértil, como no caso do projeto Pensando o Direito, do Ministério da Justiça, e outros nos quais ela se revelou problemática”, aponta Pedro Abramovay.

Conforme a obra, o equilíbrio entre questões técnicas e políticas é indispensável para a superação das desigualdades sociais e para a garantia de direitos previstos pela Constituição de 1988. “O livro mostra alguns dos importantes avanços que tivemos desde a Constituição Federal mas também os desafios que não foram superados e que devem ser enfrentados futuramente para o fortalecimento da nossa democracia. Ele aponta, portanto, várias direções para mudanças no futuro”, afirma Gabriela Lotta.

(Fonte: Agência Bori)

Alaíde Costa apresenta repertório com sucessos de sua carreira no show “A Dama da Canção”

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Jardiel Carvalho.

O Teatro Sérgio Cardoso recebe nos dias 24 e 25 de setembro, sábado, às 19h e domingo, às 20h, o show “A Dama da Canção”, que prestigia Alaíde Costa, uma das maiores vozes da música popular brasileira. O projeto tem incentivo do ProAC Expresso Lei Aldir Blanc, programa de incentivo à cultura que movimentou R$401,3 milhões no biênio 2020/2021.

Prestes a completar 87 anos, Alaíde já participou de festivais nacionais e internacionais e recebeu importantes prêmios e homenagens de expoentes da MPB. A artista também se consagrou como uma das grandes referências musicais do movimento da bossa nova, surgido em 1957. Neste show, Alaíde faz uma retrospectiva da sua carreira, cantando alguns de seus maiores sucessos, como “Retrato em Branco e Preto”, “Insensatez”, “A Noite” e “Onde Está Você?”.

A apresentação busca valorizar a cultura da música brasileira a partir do estilo único de Alaíde Costa, que apesar dos obstáculos, sempre se manteve fiel à escolha do repertório, sem se importar com modismos e gêneros musicais que as gravadoras indicavam para ela cantar.

A formação dos shows conta com os músicos José Gilberto Pires Estebez (piano), Fernando Antônio de Alvarenga Corrêa (guitarra) e Vitor Carlos Alcântara Brecht (saxofone e flauta).

Ficha técnica

Alaíde Costa – Voz

José Gilberto Pires Estebez – Piano

Fernando Antônio de Alvarenga Corrêa – Guitarra

Vitor Carlos Alcântara Brecht – Saxofone e Flauta

Produção executiva: Claudia Santana.

Serviço:

Alaíde Costa – A Dama da Canção

Dias 24 e 25 de setembro, sábado, às 19h e domingo, às 20h

Local: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno

Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo (SP)

Capacidade: 149 lugares (143 lugares e 6 espaços de cadeirantes)

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

Ingressos: Entrada gratuita. Retirada de ingressos por meio do sistema Sympla.

(Fonte: Pevi)

Nova edição do Chef’s Table no Grand Hyatt São Paulo terá a presença do chef Alberto Landgraf

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A 8ª edição do evento Grand Taste – Chef’s Table, a última deste ano, vai receber o premiadíssimo chef Alberto Landgraf, um dos mais influentes profissionais da cozinha nacional. Os convidados poderão apreciar sua cozinha brasileira naturalista, que aposta nos melhores ingredientes trabalhados de forma minimalista, equilibrada e de sabor impactante, em uma experiência gastronômica emocional. O menu será dividido em seis tempos, com amuse bouche, duas entradas, dois pratos principais e a sobremesa.  O evento acontecerá no dia 28 de setembro, com início às 19h30.

Alberto Landgraf nasceu no Paraná, precisamente na cidade de Cornélio Procópio. Taurino, 32 anos, estudou no Reino Unido e França com chefs de renome mundial, como Gordon Ramsay, Tom Aikens e Pierre Gagnaire. Desembarcou no Brasil e abriu seu primeiro restaurante, o Epice, em São Paulo no ano de 2011. O restaurante, que ficava localizado em uma ladeira discreta no bairro Jardins, chamou a atenção pela criatividade, tanto técnica quanto teórica. Com o restaurante, o chef conquistou diversas premiações importantes e se destacou no mercado.

Em 2016, apesar do destaque conquistado, o Epice fecha as portas e o chef Alberto se muda para o Rio de Janeiro. Lá ele monta outro e ainda mais premiado restaurante, o Oteque, que já completou mais de quatro anos de existência em um imóvel tombado no bairro de Botafogo. Em seu novo empreendimento, o Oteque, um dos mais prestigiados restaurantes do país, o chef Alberto Landgraf foi premiado com duas estrelas Michelin e está na 47º posição no 50 Best Restaurants, premiação mundial que eleva ainda mais o seu nome na gastronomia de alto padrão.

As reservas para o evento devem ser feitas antecipadamente por meio do site https://www.pacoteshyatt.com.br/sao-paulo/product/chefs-table/.

Chef’s Table

Data: 28/9/2022

Horário: 19h30

Endereço: Espaço EAU – Grand Hyatt São Paulo

Avenida das Nações Unidas 13301, São Paulo, SP

Valor: R$650,00 por pessoa + harmonização de vinhos (opcional): R$250,00.

Serviço:

Grand Hyatt São Paulo

Av. das Nações Unidas, 13301 – Itaim Bibi, São Paulo – SP

Tel.: (11) 2838-1234.

(Fonte: Visarplan)