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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Theatro Municipal do RJ apresenta “Coro do Theatro Municipal em Foco” na Série Vozes

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Daniel A. Rodrigues.

“Coro do Theatro Municipal em Foco” é o concerto da Série Vozes que será realizado na quinta-feira, dia 1º de setembro, às 19h, em única récita. Especializado no repertório lírico e coral-sinfônico, desta vez o Coro do TMRJ, com a participação de 46 cantores, se apresentará em um repertório camerístico, abordando composições do Padre José Maurício Nunes Garcia (1767–1830), considerado o principal compositor da música sacra do país de todos os tempos, um nome a ser reverenciado neste ano em que se comemora o bicentenário da Independência. José Maurício foi músico de destaque nas cortes de D. João VI e de D. Pedro I. O programa terá ainda peças de Mozart (1756-1791) e Brahms (1833-1897).

Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATMRJ, o concerto contará com a presença dos pianistas Priscila Bomfim e Murilo Emerenciano e com a regência do maestro titular do Coro do TMRJ, Jésus Figueiredo

Arte: Rodrigo Cordeiro.

“Mozart é um dos compositores que mais influenciaram o Padre José Maurício Nunes Garcia, o principal compositor brasileiro do início do século 19. De José Maurício, serão apresentados três motetos a capela, e duas obras de Mozart, de dois períodos distintos da sua produção: uma da adolescência (Miserere mei) e outra de 1791, ano de sua morte (Ave Verum Corpus). Na segunda parte, passamos do classicismo ao romantismo focalizando a música de Brahms para coro e dois pianos: as ‘Valsas de amor’ e o Geistliches Lied (Canção espiritual)”, completa Jésus Figueiredo.

Programa:

Padre José Maurício Nunes Garcia, Mozart e Brahms

Sepulto Domino, CPM 223

Popule Meus, CPM 222

Domine Jesu, CPM 208

W.A. Mozart

Miserere mei, Deus – K.85

Ave Verum Corpus – K. 618

Johannes Brahms

Liebeslieder Walzer Op. 52

Geistliches Lied, Op.30

Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Priscila Bomfim, piano

Murilo Emericiano, órgão e piano

Jésus Figueiredo, regência

Eric Herrero, diretor artístico.

Serviço:

Série Vozes – Coro do Theatro Municipal em Foco

Data: 1º de setembro – quinta-feira – Horário: às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo

Preço do ingresso:

R$10,00 – sujeito à lotação

Os ingressos para a Série Vozes- Coro do Theatro Municipal em Foco estarão à venda na plataforma Imply ou por meio do site theatromunicipal.rj.gov.br e também na bilheteria do Theatro.

(Fonte: Assessoria de Imprensa TMRJ)

Projeto foca em arte para dominar o Brasil

Manaus, por Kleber Patricio

Discutindo qual o verdadeiro espaço da arte com papéis e tintas nas praças, o projeto atraiu os olhares das crianças e dos pais. Fotos: divulgação.

De uma conversa despretensiosa em 2021 entre Sarah Campelo e Marcelo Rufi e a partir de uma inquietação com a universidade nasceu o Arte Ocupa. A ideia do projeto é levar material de pintura para as praças dos bairros e envolver as pessoas ali presentes.  O nome do projeto foi retirado do livro “A arte”, de Rodrigo Duarte, e hoje ele conta com três organizadores –

Sarah, Marcelo e Anderson Souza – todos moradores de bairros periféricos de Manaus, no Amazonas.  Após um ano, o projeto se consolidou como uma organização que tem contribuído para a formação de crianças e adultos em bairros da cidade.

Os organizadores perceberam que a ideia de ocupar espaços era exatamente o que dialogava com os seus trabalhos. Segundo Anderson Souza, os eventos funcionam de forma orgânica. “É interessante pontuar que fazemos os eventos com as crianças e temos tudo planejado – ao que seja trabalhar arte com crianças, mas também existem os Arte Ocupa, em que nós três saímos pelas ruas pichando, pintando nas praças e ruas, criando sobre as nossas vivências enquanto corpos, enquanto artistas, mas também convidamos artistas para criar conosco, pois temos esse ideal de criar redes de apoio”, explica.

Intervenção artística realizada pelo projeto Arte Ocupa.

Hoje, o material utilizado nas atividades é comprado com o dinheiro dos próprios membros, mas as ações também têm recebido doações de admiradores do projeto, que contribuem com tinta e papéis. Contudo, além de ter o público que se envolve com o objetivo, é muito importante para os desenvolvedores do Arte Ocupa que tenham amigos que possam fortalecer a atuação. Além dos materiais, os organizadores precisam ainda montar e guardar objetos e ajudar nas dinâmicas e eles têm recebido bastante apoio da comunidade manauara.

Esse tipo de ação acaba trazendo histórias que marcam a memória de quem as vive. “Eu lembro muito de uma vez que fomos fazer um Arte Ocupa e colorimos toda a ponte, pintamos, fizemos instalações, entre outros, e uma criança passando quis pintar conosco, mas quando a mãe dela viu a filha com a gente, ela ficou muito assustada, puxou a garotinha e gritou ‘Levanta que tu ainda não tá nem doida’ e morremos de rir. Somos os malucos da praça”, comenta Anderson.

Os eventos do Arte Ocupa não tinham uma data certa, mas começaram a ser planejados para ocorrerem mensalmente. Com esse reconhecimento, surgiram, ainda, outras oportunidades. Em junho, o coletivo esteve presente em um evento na Zona Leste da cidade, trazendo o tema Meio Ambiente para a periferia. “Lá, o projeto conseguiu chamar a atenção das crianças e, rapidamente, os adultos também manifestaram interesse em levar o Arte Ocupa para os seus bairros”, argumenta Anderson Souza.

Intervenção artística realizada pelo projeto Arte Ocupa.

O projeto Arte Ocupa tem sido chamado para apoiar eventos artísticos em Manaus, onde a ideia é mostrar e divulgar arte. Mas não param por aí. “Desejamos que o coletivo se torne o meio de trabalho da equipe. Marcelo já gostaria de ter um ateliê com espaço físico para poderem produzir, expor e guardar suas produções”, finaliza Anderson.

Se quiser saber mais sobre o coletivo, acompanhe o projeto pelas redes pelo Instagram @arteocupa.

(Fonte: Sherlock Comunicação)

Histórias surreais do metrô se cruzam em novo livro

São Paulo, por Kleber Patricio

Um mundo paralelo se passa embaixo da terra sem que notemos sua existência. Ele é formado por trens de metrô, seus quilômetros de trilhos e suas estações, as portas de entrada e saída das pessoas em trânsito. Modalidade de transporte público essencial em megalópoles como Nova York, Tóquio e São Paulo, é também um mundo em suspensão, que parece correr paralelo ao que se passa na superfície. Foi desse imaginário que o jornalista e escritor Igor Ribeiro deu vida a “Cuidado com o Vão”, uma ficção que narra o (des)encontro de diversos personagens, cada um em sua jornada pessoal.

“Cuidado com o Vão” foi lançado pela editora Ases da Literatura e questiona o deslocamento das pessoas na cidade – tanto do ponto de vista literal, já que o metrô é o cenário principal por onde essas histórias se deslocam, como metaforicamente, pois são personagens repletos de conflitos, em busca de um lugar na sociedade. Mesmo tão diferentes entre si, são pessoas com ansiedades parecidas e, não raro, caminhos em comum.

“Há muito folclore no metrô, histórias surreais, inacreditáveis. Minha premissa com ‘Cuidado com o Vão’ foi revisitar essas possibilidades por meio de seis narrativas que dialogam com essas pequenas loucuras subterrâneas e que se cruzam, como se cruzam as linhas de trem na cidade.”, afirma Igor Ribeiro.

“Cuidado com o Vão” tem como protagonistas Reinaldo, Giovani, Alfa, Nádia, Diego e Jean, personagens perdidos na vida em busca de respostas para anseios internos — buscas particulares que nem sempre se influenciam, mas sempre se cruzam. Ribeiro é capaz de nos transportar para o cenário do livro – sentimo-nos presentes nas estações e situações narradas. É uma viagem sem os solavancos do metrô, mas com a possibilidade de nos levar para novos rumos.

O jornalista e escritor Igor Ribeiro. Foto: Leandro Rodrigues.

“Entre idas, vindas, cruzamentos, embarques e desembarques, com talento e linguagem clara, Igor Ribeiro conduz uma narrativa potente e desestabilizadora”, define Fábio Varela Nascimento, doutor em Letras pela PUC-RS e professor de Literatura.

“Recomendo ‘Cuidado com o Vão’. Sem experimentalismos vazios, mas dentro da estrita contemporaneidade, é um texto muito bem-vindo em nossa época tão estranha: de certo modo, ele nos indica um caminho, o qual não passa ao largo da solidariedade e do olhar compassivo”, afirma Luiz Antonio de Assis Brasil, autor de “Figura na Sombra” e “O Inverno e Depois”, que assina a orelha do romance.

Sobre o autor | Igor Ribeiro (@igor78ribeiro) é paulistano e jornalista. Como compositor, teve canções lançadas no Brasil e na França, junto ao cantor Nicola Són. Também foi produtor cultural e artístico, com trabalhos na área de booking e eventos musicais.

Serviço:

Livro: Cuidado com o Vão

Autor: Igor Ribeiro

Editora: Ases da Literatura

Páginas: 304

Preço: R$67,90

Adquira o livro em https://bityl.co/Dx8Q

Confira os book trailers da obra em https://bit.ly/Cuidado-CoV.

(Fonte: Aspas & Vírgulas)

Vídeos feitos por crianças promovem debate sobre direitos femininos

São Paulo, por Kleber Patricio

Animação “A Menina Que Lutou por seus Direitos”. Imagem: divulgação.

Dados do Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, lançado pelo Unicef e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostram que 179.277 crianças e adolescentes até 19 anos foram vítimas de violência sexual no Brasil entre 2017 e 2020, das quais quase 80% eram meninas.

Entre as animações criadas nesse programa, disponíveis no canal no YouTube, várias tratam do tema sob a perspectiva dos pequenos. As crianças desenvolvem histórias a partir de suas próprias experiências e relatos sobre a importância do respeito aos direitos das mulheres e de todas as pessoas. “São manifestações genuínas das crianças e que devem ser estimuladas para que elas possam levá-las para seu cotidiano, de sua família, de sua comunidade e da sociedade. A construção dessa sociedade justa que todos nós queremos começa com a boa educação das crianças”, afirmou Vitor Azambuja, cofundador da startup.

As animações “A Bailarina Que virou Jogadora de Futebol”, “O Campeonato de Videogame” e “A Menina Que Lutou por seus Direitos” apresentam de maneira lúdica a importância da representatividade das meninas frente às suas escolhas.

Animação “A Bailarina Que virou Jogadora de Futebol”.

Segundo Azambuja, é preciso garantir ferramentas para que as crianças sejam protagonistas de sua história e de transformações sociais. Dos casos de violência sexuais registrados em quatro anos no Brasil, um terço, cerca de 62 mil, foram praticadas contra crianças de até 10 anos. “Uma dessas animações aborda a história de Malala, do Afeganistão, que virou um símbolo de resistência feminina em todo o mundo. É importante que as crianças estejam atentas a esses significados”, afirmou Vitor.

Animações sobre o respeito às meninas do De Criança Para Criança:

A Bailarina Que virou Jogadora de Futebol

O Campeonato de Videogame

A Menina Que Lutou por seus Direitos.

Sobre o De Criança para Criança

O programa De Criança para Criança oferece um leque de metodologias de educação híbrida para escolas de todo o mundo. Do futuro para a escola, a proposta da startup é oferecer às crianças a oportunidade de serem protagonistas, colocando-as no centro da aprendizagem. Por meio de uma plataforma simples, os professores são orientados a serem mediadores, fazendo com que os próprios alunos desenvolvam conhecimento sobre temáticas diversas. A partir de discussões, constroem coletivamente histórias, fazem desenhos e gravam locuções relativas às narrativas criadas, que posteriormente serão transformadas em animações feitas pelo DCPC, expandindo os horizontes educacionais.

Site | Instagram | Youtube | Facebook.

(Fonte: Betini Comunicação)

Grupo Paranga lança disco “Redoma” com obra instrumental inédita de Elpídio dos Santos

São Luiz do Paraitinga, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

No dia 3 de setembro de 2022 (sábado), às 20h30, o Grupo Paranga realiza o show de lançamento do álbum instrumental “Redoma”, com os violonistas Negão dos Santos e João Gaspar, no Coreto Elpídio dos Santos, em São Luiz do Paraitinga. A apresentação faz parte da programação da 17ª Semana Elpídio dos Santos, que acontece anualmente na cidade para divulgar obras musicais do Vale do Paraíba, em especial a produção artística de Elpídio dos Santos, um ícone da música caipira e de muitos outros gêneros.

Além da apresentação presencial, a partir do dia 7 de setembro (quarta-feira), às 17h, o Paranga disponibiliza a versão online do show de lançamento no canal do youtube do grupo: www.youtube.com/parangaoficial.

Trazendo ao público um verdadeiro tesouro guardado pela família de Elpídio dos Santos, o álbum “Redoma” nasce com o objetivo de registrar e preservar 10 obras instrumentais inéditas desse artista, que é um genuíno representante da cultura musical brasileira.

O disco tem produção executiva de Lia Marques e Renata Marques; direção artística e musical de Negão dos Santos, filho de Elpídio; produção musical de João Gaspar, e conta com participações especiais de Gabriel Sater, Mestrinho, Neymar Dias, Toninho Carrasqueira, Salomão Soares, Choro das 3, Thadeu Romano e Léo Couto.

Nos shows o público poderá conferir um repertório das músicas instrumentais “Maria Regina”, “É assim o amor”, “Antes da hora”, “Pedro Peralta”, “Bota do Elpídinho”, “Na hora” e “Depois da hora”, compostas por Elpídio dos Santos na década de 1950, e “Carrinho do Paulo”, “Maria Cinira” e “Clea”, compostas por ele na década de 1960.

Dono de produção multifacetada, que reúne perto de mil composições em que se misturam toadas, foxes, sambas, guarânias, valsas, choros, dobrados para bandas e peças para corais, Elpídio ganhou notoriedade ao produzir 26 canções para trilhas sonoras de 19 filmes do cineasta Amácio Mazzaropi, de quem se tornara amigo.

Suas músicas foram também gravadas por nomes como Cascatinha e Inhana, Renato Teixeira, Tonico e Tinoco, Fafá de Belém, Almir Sater, Vanusa, Zeca Baleiro, Mariana Belém, Zé Geraldo, Chico Teixeira, Cláudio Lacerda, Juliana Caymmi, Gabriel Sater, entre outros, e integraram trilhas sonoras de novelas como “Cabocla”, “Pantanal”, “Meu pé de laranja lima”, “Rei do gado”, “Paraíso” e “Meu pedacinho de chão”.

O álbum “Redoma” busca reforçar e reconhecer a importância da obra deste artista que deixou sua marca na música popular do país ao criar verdadeiros clássicos como “Você vai gostar” (conhecida como Casinha branca) e “A dor da saudade”. Com esse projeto, o Paranga pretende mostrar toda a potência e a criatividade deste relevante compositor da música popular brasileira que não se prendeu a gêneros ou a rótulos.  “Como diz minha irmã Maria Regina, a obra do meu pai é um tesouro que quanto mais repartido, mais cresce e finalmente chegou a oportunidade de compartilhar sua obra instrumental, ainda muito pouco explorada”, comenta o Negão dos Santos.

Elpídio faleceu em 3 de setembro de 1970, deixando por volta de mil composições, que servem como fonte de inspiração para novas gerações da música brasileira como um todo. “Passados mais de 50 anos do falecimento do maestro, é notável que a obra musical de Elpídio dos Santos ainda mantenha o viço e o frescor – e, de quebra, reserve gratas surpresas a quem se dispuser a garimpar as preciosidades de seu acervo. A permanência no tempo e no espaço é a prova maior de sua universalidade”, afirma o jornalista Luis Egypto sobre o álbum.

Sobre o Grupo Paranga

O Grupo Paranga, formado na década de 1970 em São Luiz do Paraitinga, tem como base de seu trabalho a obra de Elpídio dos Santos e a cultura do Vale do Paraíba, como Congada e Moçambique, dentre outros.

Seus integrantes foram os responsáveis pelo ressurgimento do carnaval luizense em 1981, caracterizado por tocar exclusivamente marchinhas compostas na cidade. O grupo participou do Festival MPB 80 da Rede Globo, fez parte do movimento de vanguarda Lira Paulistana, lançou seu primeiro LP “Chora viola canta coração” em 1983 e em 2009, na comemoração ao centenário de nascimento de Elpídio, gravou seu primeiro DVD com participações de Fafá de Belém, Renato Teixeira, Zeca Baleiro, entre outros. Além do Redoma, seus trabalhos mais recentes são o DVD “Festas, fogos, para-raio” (2019) e o EP “Que carnaval é esse” (2020).

O grupo é formado por Negão dos Santos, filho do compositor Elpídio dos Santos, que é músico (tendo o violão como seu principal instrumento), compositor, arranjador e produtor musical; João Gaspar, que é educador, compositor e produtor musical; além das cantoras Renata Marques e Lia Marques, que no CD instrumental “Redoma” atuam na produção executiva.

Mais informações: www.facebook.com/GrupoParanga e www.instagram.com/grupoparanga.

Serviço:

Show de lançamento do álbum “Redoma” com Grupo Paranga

Grátis – Classificação Livre

Show presencial – Quando: 3 de setembro de 2022 (sábado) – Horário: 20h30

Onde: 17ª Semana Elpídio dos Santos – Endereço: Coreto Elpídio dos Santos, Praça Dr Oswaldo Cruz, São Luiz do Paraitinga- SP

Show online – Quando: 7 de setembro de 2022 (quarta-feira) – Horário: 17h00

Onde: 17ª Semana Elpídio dos Santos

Onde assistir: www.youtube.com/parangaoficial.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Luciana Gandelini)