Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Bairro abandonado de Miami vira destino internacional de arte

Miami, por Kleber Patricio

Foto: Wikimedia Commons.

Um bairro abandonado pelo poder público passa por uma enorme mudança cultural e transforma-se em referência internacional de arte, atraindo inúmeros turistas para a cidade – isso foi o que aconteceu com Wynwood, em Miami.

Esta transformação só foi possível, em boa parte, por conta do Wynwood BID (Wynwood Business Improvement District), uma entidade governamental autônoma que comandou o renascimento do Wynwood Arts District em Miami, Flórida. A associação representa mais de 400 propriedades comerciais e proprietários de empresas que se espalham pela área de 50 quarteirões da cidade.

Arte do Kobra em Wynwood. Foto: Hector Falcon.

Na última década, o Wynwood BID fez com que um bairro industrial decadente se tornasse um destino referência em arte pelo mundo todo, além de impulsionar cultura, tecnologia, negócios e residências locais. Wynwood tem hoje uma das maiores coleções de arte de rua nos Estados Unidos e atrai mais de 4 milhões de visitantes por ano. Tanto engajamento fez com que o TripAdvisor nomeasse Wynwood como “Destino Hipster Top” e em 2021 o bairro conquistasse o Traveler’s Choice.

Dezenas de artistas de diversos países já espalharam suas obras pelos muros do bairro de Miami, incluindo os brasileiros Kobra e Os Gêmeos. Para além do grafite, quem visita Wynwood também encontra ateliês e galerias de arte. Vale destacar que o distrito possui cervejarias, padarias artesanais, bares, cafeterias, restaurantes e casas de show que movimentam a região dia e noite.

Foto: Wikimedia Commons.

De acordo com Daniel Ickowicz, diretor de vendas da Elite International Realty, consultoria imobiliária que atua na Flórida há quase 30 anos, o desenvolvimento do bairro permitiu que a economia local tomasse um novo rumo. “Os últimos anos foram de muito trabalho, mas também de muito retorno para Wynwood. O bairro se reconectou com seus moradores e conquistou turistas em escala global. Os comerciantes estão mais confiantes. Além de ter se tornado um destino internacional de arte, Wynwood tem cativado cada vez mais pessoas dentro e fora dos EUA, o que tem refletido na economia e no setor imobiliário do bairro e de Miami, de um modo geral”, avalia Ickowicz.

A expectativa é de que o Wynwood BID feche um novo acordo e que o bairro de Miami siga conquistando o público das artes.

(Fonte: LB Comunicação)

“Independências: Casas e Costumes no Brasil” é a nova exposição do Museu da Casa Brasileira

São Paulo, por Kleber Patricio

Jean-Baptiste Debret, “Família pobre em sua casa”, 1835. Acervo da Fundação Biblioteca Nacional – Brasil.

No ano do bicentenário da Independência do Brasil, o Museu da Casa Brasileira apresenta a exposição ‘Independências: Casas e Costumes no Brasil’. A nova mostra apresenta um retrato da cultura material brasileira junto a registros das diferentes arquiteturas ligadas às três matrizes culturais que constituem a base de nossa formação sociocultural: a do colonizador português, a dos africanos e a dos indígenas.

Organizada no contexto de lançamento da série “IndependênciaS”, da TV Cultura, a mostra propõe uma relação entre móveis, objetos e artefatos, com roupas e indumentárias selecionadas a partir dos figurinos produzidos para as gravações dos episódios. Um recorte que inclui desde as roupas características da corte imperial – criadas pelo estilista Alexandre Herchcovitch –, àquelas das distintas etnias chegadas pelo tráfico de africanos escravizados, elaboradas pela pesquisadora e figurinista Jennifer Ramos dos Santos, passando pelo conjunto de peças e indumentárias dos povos originários.

O conteúdo da mostra foi organizado por Giancarlo Latorraca, diretor técnico do MCB, em diálogo com as equipes técnicas do Museu, contando com a participação curatorial da historiadora especialista na História da Escravidão e das Relações Raciais nas Américas, Ynaê Lopes para o módulo da afrobrasilidade e do escritor, ambientalista e tradutor Kaká Werá Jecupé para o módulo dos povos originários; ambos também trabalharam como revisores críticos do roteiro da série da TV Cultura.

“Essa exposição sinaliza um ótimo caminho de interação entre a Fundação Padre Anchieta e o Museu da Casa Brasileira, por propor um alinhamento de abordagem cultural nos respectivos campos de atuação, o da comunicação da televisão e o museológico”, comenta José Roberto Maluf, presidente da Fundação Padre Anchieta.

“Para o MCB, que se compromete a contar a história da nossa cultura por meio dos objetos, em uma leitura expandida para os campos do design e da arquitetura, essa mostra marca um ponto de inflexão importante na necessária revisão sobre a representatividade da casa brasileira memorizada historicamente pela instituição”, diz Giancarlo Latorraca.

Outro ponto importante da exposição “Independências: Casas e Costumes no Brasil” é a apresentação de uma linha do tempo com enfoque nos movimentos sociais invisibilizados pelas narrativas da historiografia oficial: conflitos e revoltas com protagonismo dos povos indígenas, da população afrodescendente, de mulheres e das camadas populares como um todo.

Em cartaz até o fim de novembro, a mostra é uma oportunidade para se conhecer um pouco da história das origens do desenho da materialidade cultural brasileira, sua variedade de formas de habitar, de vestir e de construir objetos que espelham as múltiplas identidades sociais ligadas ao período das lutas por independência no país, desde o final do século XVIII até a abolição da escravatura, em 1888.

Sobre Giancarlo Latorraca | Diretor técnico do Museu da Casa Brasileira. Arquiteto, atualmente, é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, na área de Design, com linha de pesquisa sobre teoria e história do design e orientação da Professora Dra. Maria Cecilia Loschiavo dos Santos.

Sobre Ynaê Lopes | Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (2012), Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (2007), bacharel e licenciada em História pela USP (2002). Atualmente é Professora Adjunta no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense – UFF. Realiza Pesquisa na aérea de História da América, com ênfase em Escravidão Moderna e Relações Étnico-Raciais nas Américas, atuando principalmente nos seguintes temas: escravidão, América ibérica, formação dos Estados Nacionais, cidades escravistas, relações étnicas raciais e ensino de história. Atualmente faz parte do Comitê Executivo do BRASA e é uma das Editoras da Revista Tempo -UFF.

Sobre Kaká Werá

Notabilizou-se pelo empreendedorismo social desenvolvendo projetos sustentáveis e criando tecnologias sociais que aliaram arte, valorização de culturas e cooperatividade. Tornou-se um dos precursores da literatura indígena no Brasil e uma autoridade na difusão dos saberes e valores ancestrais. Destaca-se hoje no desenvolvimento de pessoas e como facilitador de processos de autoconhecimento, tendo por base a sabedoria da tradição tupi-guarani. Aprofunda e amplia seus estudos unindo a experiência pessoal, à antropologia cultural e às iniciações espirituais em filosofias ancestrais do ocidente e oriente.

Sua trajetória é marcada pelo desenvolvimento de projetos e ações em ecologia, sustentabilidade e responsabilidade social em empresas e instituições como Natura, Cia Suzano, Bovespa, entre outras. É Integrante do Colégio Internacional dos Terapeutas (CIT) e educador na Unipaz (Universidade Holística da Paz) há mais de 20 anos.

Sobre o MCB | O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, administrada pela Fundação Padre Anchieta, dedica-se, há 52 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

Serviço:

Exposição ‘Independências: Casas e Costumes no Brasil’

De 23 de setembro a 27 de novembro de 2022

Apoio Cultural: Quanta

Realização: Fundação Padre Anchieta e Museu da Casa Brasileira.

VISITAÇÃO

Museu da Casa Brasileira

De terça a domingo, das 10h às 18h, com exceção da sexta-feira, que tem horário estendido até 22h

Av. Brig. Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano, SP

Próximo à estação Faria Lima da Linha Amarela do Metrô.

Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada)

Sexta-feira, entrada gratuita

Acessibilidade no local | Bicicletário com 40 vagas.

(Fonte: Museu da Casa Brasileira)

Dia da Árvore: Prefeitura de Indaiatuba promove plantio de mudas no Parque do Buru

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Alunos da Emeb Profª. Maria Helena da Costa e Silva, do Parque Campo Bonito, participaram do plantio no Buru. Foto: Eliandro Figueira.

O Dia da Árvore foi comemorado pela Prefeitura de Indaiatuba com o plantio de 60 mudas de árvores nativas no Parque Ecológico do Buru, que está em processo de urbanização. O plantio organizado pela Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente na quinta-feira (21/9) teve início às 9h e contou com a participação do secretário da Pasta, Guilherme Magnusson, do secretário da Educação, Heleno Luiz Junior, e de alunos da EMEB Profª. Maria Helena da Costa e Silva, localizada no Parque Campo Bonito. Até a próxima semana serão realizados outros quatro plantios em parceria com empresas e escolas, totalizando 661 árvores.

Na quinta-feira (22/9), a Secretaria coordenou uma atividade com o plantio de 50 suculentas no CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) Infantil, dentro da programação do Setembro Amarelo, e também plantará uma muda de árvore na empresa Reconditec, às 10h.

Sábado (24/9), às 8h, teve plantio de 400 mudas na Rota dos Cavaleiros, entre a Fazenda Espírito Santo e o Aterro de Inertes. O evento foi promovido em parceria com alunos e funcionários do Colégio Renovação.

Secretários da Educação e de Serviços Urbanos participam do plantio no Buru.

No domingo (25/9) houve outro plantio no Parque do Buru, desta vez com a parceria da empresa Eldor. Foram 50 mudas de espécies variadas.

A Prefeitura ainda programou um plantio para o dia 1º de outubro com funcionários da empresa John Deere. O local escolhido é a área de lazer que está em processo de urbanização no Distrito Industrial Recreio Campestre Joia, que receberá 150 mudas de árvores.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Grupo Quatroloscinco apresenta “Tragédia” no SESC Vila Mariana

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Luiza Palhares,

O Grupo Quatroloscinco – Teatro do Comum (BH/MG) estreia em São Paulo, no SESC Vila Mariana, “Tragédia”, a sétima peça do seu repertório, que conta com direção de Ricardo Alves Jr. e dramaturgia de Assis Benevenuto e Marcos Coletta. As apresentações são as primeiras na cidade depois de um hiato de dois anos causado pela pandemia e fazem parte das comemorações de 15 anos do grupo. A temporada, curtíssima, é de 29 de setembro a 9 de outubro de 2022. No dia 27 de setembro, o grupo participa, ao lado do ator e diretor Marcos Felipe, da Cia. Mungunzá, da live “Grupo Quatroloscinco 15 anos: atuação, encenação e dramaturgia na criação coletiva”. A atividade é aberta ao público e será transmitida pelo canal do YouTube do SESC Vila Mariana.

A peça propõe uma abordagem contemporânea da tragédia grega a partir da releitura da peça Antígona, de Sófocles. Em cena, em volta de uma mesa de sinuca, quatro atores jogam com a realidade e a ficção para tocar em temas filosóficos e políticos atuais: os jogos de poder, a parcialidade da justiça, a naturalização da violência e o apagamento da memória. Também abordam em suas falas o ser humano e a sina eterna e trágica que é viver no mundo, neste país, em qualquer época da história, percorrendo o mesmo caminho – desconhecido, doloroso e errante.

Segundo o diretor, a encenação se lança ao desafio de construir por meio do fluxo entre linguagens – o cinema e o teatro, neste caso – a tragédia antiga e “eterna” do indivíduo insubmisso, comprometido e ético, em conflito com um poder tirânico que insiste em tentar apagar os seus crimes, impondo a mentira e o esquecimento como norma. “Neste novo trabalho, lançamo-nos ao desafio de olhar para a tragédia grega por meio de uma perspectiva que busca ressignificar o mito sob a experiência da angústia dos nossos dias”.

Esta é a primeira vez que o grupo é dirigido por um artista convidado. No palco, Ricardo Alves Jr. se dedica à pesquisa de linguagem que coloca o teatro e o cinema em sobreposição de planos e experimentalismo. Em “Tragédia”, as projeções em tempo real e o desafio dos atores de performar em registros distintos resultaram, nas palavras do diretor, em “uma dimensão simbólica do que é trágico”.

Uma das fundadoras do Quatroloscinco, Rejane Faria participa das duas primeiras apresentações e mostra sua versão atualizada da figura de Antígona. Ela, que também tem se destacado pelo seu trabalho no audiovisual brasileiro em elogiadas atuações, foi indicada como melhor atriz no Festival de Gramado 2022 por Marte Um, de Gabriel Martins – o filme acaba de ser escolhido pela Academia Brasileira de Cinema como o representante do Brasil na corrida pelo Oscar 2023.

“Tragédia” recebeu quatro indicações ao prêmio Usiminas/Sinparc 2020 nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Texto Inédito, Melhor Ator e Melhor Atriz. Rejane Faria venceu na categoria Melhor Atriz.

Sinopse | Há jogos que se popularizam pelo mundo, ultrapassam os limites dos palácios, escorrem como sangue, inundam as ruas e entram pela fresta da porta de nossas casas. Jogos com regras rígidas e penalidades severas. Jogos que atravessam milênios e pelos quais se mata e se morre. Todo jogo é um campo de batalha. Em “Tragédia”, o grupo Quatroloscinco retorna ao clássico Antígona para discutir memória, história e violência.

Sobre o grupo

Formado pelos artistas Assis Benevenuto, Italo Laureano, Marcos Coletta, Maria Mourão e Rejane Faria, o Grupo Quatroloscinco mantém trabalho continuado de pesquisa e prática teatral desde 2007, baseado principalmente na criação coletiva e autoral sob uma estética contemporânea. O grupo busca uma cena centrada no jogo entre os atores e em seu encontro com o espectador. Surgido como um coletivo de pesquisa de alunos de Teatro da UFMG, o Quatroloscinco se profissionalizou e se tornou um dos mais destacados e elogiados nomes da nova geração do teatro mineiro, conquistando prêmios, críticas, e apresentações em mais de 70 cidades de 21 estados do país, além de Cuba, Uruguai e Argentina, em festivais de cunho nacional e internacional. Tem em seu repertório os espetáculos “Tragédia”, “Fauna”, “Ignorância”, “É só uma formalidade”, “Outro Lado”, “Get Out!” e “Humor”, além de seis livros lançados com a dramaturgia de seus espetáculos.

As ações do grupo já estiveram em mais de 70 cidades de 21 estados do Brasil e também em Cuba, Argentina e Uruguai. Participou de importantes festivais de teatro como MIRADA, FIT-BH, FIAC Bahia, FENTEPP, FILO Londrina, Floripa Teatro, Mambembão, SESC Palco Giratório, Porto Alegre em Cena, Festival de Curitiba, Mostra SESC Cariri, Aldeia Velho Chico, Feverestival, Bienal de Teatro da USP, Festival de Inverno da UFMG, FESTIVALE, FENTEPP, Prêmio Myriam Muniz, Verão Arte Contemporânea e Virada Cultural de BH, entre outros.

Sobre o diretor

Ricardo Alves Jr., nascido em 1982 em Belo Horizonte, é cineasta, produtor e diretor de teatro. Começou dirigindo curtas-metragens que foram exibidos e ganharam prêmios em vários festivais internacionais; entre eles, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Berlinale, Locarno e Rotterdam. Estreou no cinema em 2016 com “Elon Não Acredita na Morte”, exibido em festivais no Brasil, América Latina, China e Europa. Ele é produtor de “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos”, que já foi exibido em mais de 30 festivais ao redor do mundo e ganhador do Prêmio Especial do Júri da mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes 2018. Dirigiu, em parceria com Grace Passô, o longa “Vaga Carne” (2019), baseado na peça homônima. Em 2022, dirigiu o elogiado documentário “Quem tem medo?”, com Dellani Lima e Henrique Zanoni, que estreou no 27º Festival É Tudo Verdade.

No teatro, Ricardo se destaca pela pesquisa de linguagem híbrida que dialoga o teatro e o cinema em sobreposição de planos e encenações de experimentalismo sofisticado, com destaque para “Sarabanda” (2015), “Cine Splendid” (2017), “Eclipse Solar” (2018) e “Tragédia” (2019).

Ficha técnica

Direção: Ricardo Alves Jr.

Dramaturgia: Assis Benevenuto e Marcos Coletta

Atuação: Assis Benevenuto, Italo Laureano, Marcos Coletta, Rejane Faria e Michele Bernardino (stand in)

Produção: Maria Mourão

Direção de arte: Thálita Motta

Assistência de figurino: Ian Godoi, Carina Fonsc e Poliana Carvalho

Assistência de cenografia: Paola Ferrari e Bruna Silva

Criação de luz: Marina Arthuzzi, Jésus Lataliza e Rodrigo Marçal

Trilha sonora: Barulhista e Tatsuro Murakami

Orientação corporal: Fernando Barcellos

Orientação vocal: Ana Hadad.

Serviço:

Tragédia

Grupo Quatroloscinco (BH/MG)

Teatro Antunes Filho – SESC Vila Mariana

29 de setembro a 09 de outubro de 2022

Quinta a sábado, às 21h. Domingo, às 18h.

*Não haverá sessão no dia 2 de outubro.

Ingressos: R$12,00 (Credencial Plena); R$20,00 (meia entrada); R$40,00 (inteira)

Venda online: a partir de 20/9, às 12h; Venda presencial: a partir de 21/9, às 17h.

Live “Grupo Quatroloscinco 15 anos: atuação, encenação e dramaturgia na criação coletiva”

Com o Quatroloscinco (MG) e Marcos Felipe, da Cia. Mungunzá (SP)

27/9, às 20h, no YouTube do SESC Vila Mariana: https://www.youtube.com/user/sescvilamariana.

(Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Conheça a saborosa gastronomia das Bahamas

Nassau, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Quando se trata de culinária, as Bahamas são um prato cheio. Há opções que você não pode deixar de experimentar em uma viagem para o destino caribenho. E esqueça qualquer dieta durante as férias, o negócio é se permitir e, principalmente, se manter aberto às possibilidades. Assim, será certeza de uma experiência única e agradáveis surpresas ao seu paladar.

Conch Salad – Conch é mais ou menos um grande caracol marinho que os bahamenses consomem de diferentes formas. Mas nada de torcer o nariz sem ao menos provar. Entre as variações de preparo, a mais popular é ao natural, cru em uma temperada e refrescante salada combinando com cebola, pimentão e, a gosto de cada um com abacaxi, maçã etc. – as opções são infinitas. E, claro, para dar o toque tropical, regadas com muito limão ou laranja. O resultado é uma explosão de sabor em uma das mais tradicionais iguarias das Bahamas.

Chicken-In-The-Bag – Depois de abrir o apetite com uma salada, é a hora de uma comida com sustância. Apesar de um tanto gordurosa, é deliciosa. Trata-se de uma refeição básica nas Bahamas devido à facilidade de preparo. Onde quer que você esteja, há uma opção para essa delícia pecaminosa. O Chicken-In-The-Bag padrão consiste em uma parte da coxa ou peito do frango frito com batatas fritas envolto em ketchup e molho picante. Quem quiser pode complementar com maionese, cebola, concha frita etc.

Souse – Um alimento básico do café da manhã nas Bahamas, também é considerado uma cura para a ressaca por alguns. Souse é meio que a versão bahamense de uma boa e tradicional canja de galinha. A diferença é a adição de várias opções de proteína. Você pode incluir frango, língua de ovelha, pés de porco, costelas ou até peru. O caldo, incrível e picante, inclui batatas, cebolas e goat pepper, que normalmente vem à parte, dependendo do seu gosto por especiarias. Há quem adicione cenouras para um pouco de doçura e cor. É uma boa pedida pós-noitada. Não deixe de saborear seu souse acompanhado de um Johnny Cake, um pão local feito nas ilhas, ideal para absorver o caldo.

Conch Fritters – Para quem já passou pela versão crua do caracol do mar, é hora de adicionar fritura. O aperitivo pode parecer com um bolinho comum, mas não se engane, nas Bahamas é recheado com concha, cebola, pimentão verde e goat pepper. Rápido e fácil de fazer, pode ser encontrado praticamente em todos os restaurantes locais. Servido com um molho Junkanoo (um segredinho delicioso dos bahamenses), é uma ótima opção para abrir o apetite ou quem só quer petiscar curtindo as belas praias do destino. Isso porque é perfeito para combinar com uma cerveja gelada ou um clássico, tropical e refrescante Bahama Mama.

Os viajantes devem continuar a verificar o status de seu destino nas Bahamas antes de viajar. E, para mais informação sobre como viajar ao país, visite a página em português do site oficial.

Sobre as Ilhas das Bahamas | Com mais de 700 ilhas, ilhotas e 16 ilhas-destinos, as Ilhas das Bahamas ficam a apenas 80,4 km da costa da Flórida, oferecendo uma escapadela fácil que transporta os viajantes para longe de sua rotina diária. As Ilhas das Bahamas têm pesca, mergulho, passeios de barco de classe mundial e milhares de quilômetros das águas e praias mais espetaculares da Terra para famílias, casais e aventureiros. Explore tudo o que as ilhas têm a oferecer no site oficial ou através das redes sociais Facebook, Twitter, Youtube e  Instagram para entender porque é melhor nas Bahamas.

(Fonte: Agência Em Foco)