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Campinas divulga programação da Campanha de Popularização do Teatro 2023

Campinas, por Kleber Patricio

Com preços acessíveis, campanha é uma boa opção de programa para as férias. Foto: divulgação.

A Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas promove, de 7 de janeiro a 5 de fevereiro, no Teatro Municipal “José de Castro Mendes”, a edição 2023 da Campanha de Popularização do Teatro em Campinas.

O valor dos ingressos, por espetáculo, será de R$20 a entrada inteira e, R$10 a meia-entrada, antecipados e com apresentação de flyer digital.

“No mês de janeiro, quando muita gente está de férias, a Campanha de Popularização do Teatro traz uma programação selecionada de primeira qualidade para o Teatro Castro Mendes. Todas as sextas, sábados e domingos teremos teatro infantil na matinê e teatro à noite com grande variedade de estilos e de produtores. Os preços são acessíveis e será uma ótima oportunidade para todo mundo ir ao teatro, se divertir e levar toda a família”, destaca o diretor de Cultura Gabriel Rapassi.

A campanha contará com espetáculos de Teatro Profissional Adulto e Infantil, Teatro Amador Adulto e Infantil e Teatro Estudantil Adulto e Infantil. A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo recebeu 42 inscrições de produções e foram selecionadas 20, sendo a metade delas voltadas ao público infantil.

A Campanha de Popularização do Teatro em Campinas tem como objetivo promover o acesso da população aos teatros municipais, divulgar as produções culturais da cidade, criar alternativas para janeiro e fevereiro, considerados meses de baixa temporada teatral, democratizar a participação de grupos teatrais e garantir o alinhamento da gestão do agendamento de uso às diretrizes e objetivos da Política Municipal de Cultura.

Confira a programação da Campanha de Popularização do Teatro 2023 disponível no Portal da Cultura:  https://portalcultura.campinas.sp.gov.br/campanha-popularizacao-do-teatro-campinas-2023.

Serviço:

Campanha de Popularização do Teatro 2023

De 7 de janeiro a 5 de fevereiro

Valores dos ingressos:

R$20,00 – Inteira

R$10,00 – Meia, Antecipados e com apresentação de flyer digital

Vendas pelo site: https://teatrocastromendes.com.br/

Abertura da bilheteria física do teatro (sempre de quarta a domingo – 16h às 21h), ou 1h antes, quando for espetáculo infantil

Local: Teatro Municipal “José de Castro Mendes”

Rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial, Campinas (SP).

(Fonte: Prefeitura de Campinas)

Fome, acúmulo de lixo e luta pelo poder embalam ficção política literária

São Paulo, por Kleber Patricio

Capas remodeladas (e-books). Foto: André Braga/divulgação.

Inspirado por trechos do curta-metragem “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado, e por “1984”, de George Orwell, André L. Braga propõe em sua narrativa inserir situações e problemas reais da sociedade contemporânea – luta pelo poder, manipulação de informações, fome, exclusão social, intolerância religiosa e outras questões políticas, ambientais e econômicas – em um universo fictício.

“Onde Pousam Os Urubus” inicia com a morte do presidente de Novamazônia, uma jovem nação situada no coração da floresta amazônica, que, pela primeira vez em trinta anos, escolherá um novo presidente por eleições diretas. Nessa disputa, dois candidatos concorrem ao cargo: Júnior Pedrosa, conservador, e Ophelia Marabaixo, progressista.

Mas o caminho até o poder não é fácil e um desses candidatos precisa conquistar votos dos eleitores de Pouso Alegre, ilha fluvial onde o lixo da capital Londonésia é despejado. Para atingirem seus objetivos, eles se envolvem com figuras populares da Ilha: um líder religioso e o líder dos miseráveis que vivem dos dejetos.

No meio dessa competição política, “Onde Pousam Os Urubus” dialoga com o drama ao dividir com o leitor a história de Carla, uma garotinha cheia de mistérios que possui necessidades educacionais especiais e rouba o protagonismo com um carisma comovente.

O livro também esmiúça segredos que envolvem corrupção, tragédias, mortes e outras tantas sujeiras ainda mais podres que os depósitos de lixos. A escrita de André cutuca feridas e males que estão enraizados em países como o Brasil e permite ao leitor mergulhar no misticismo da região norte ao mesmo tempo em que reflete sobre assuntos como descaso e abandono.

Não se voluntariam a trabalho de tamanha insalubridade por consciência, por senso de cidadania, ou por algum tipo de nobreza de espírito. Tampouco se voluntariam, no senso estrito da palavra. Não o fazem por vontade própria. Não o fazem por opção. Oferecem suas mãos, pés, olhos…, oferecem seus corpos à desumana labuta porque têm fome, porque suas famílias têm fome, porque seus descendentes precisam ter o que comer. Por isso, a prioridade é a busca por restos de alimentos antes que roedores e urubus tomem aquilo que, aos homens, mulheres e crianças de Pouso Alegre, pertence. É uma luta diária por comida, uma luta que começa em Londonésia, onde a sobra não se dá nem ao cão, nem ao gato. A sobra se atira ao lixo e, do lixo, alimenta invisíveis habitantes das cercanias de Não-Te-Vejo. (Onde Pousam Os Urubus, p. 11 e 12)

Nessa perspectiva, “Onde Pousam Os Urubus” é dividido em três pilares: a luta pelo poder como um fim em si mesmo, a exploração do povo e a perpetuação da miséria para fins políticos e os riscos da distorção da realidade por meio do discurso político. A partir dessas bases, a obra equilibra a frieza do jogo político e a dramatização vivenciada pela menina Carla, seus familiares e o povo de Novamazônia.

Ficha técnica

Título: Onde Pousam os Urubus

Autor: Andre L Braga

ISBN/ASIN: B0B7GR167K

Formato: e-book (Kindle)

Páginas: 214

Preço: R$14,90

Link de venda: Amazon.

Sobre o autor | Andre L. Braga lançou-se na literatura de ficção em 2018, com “Ana Que Vivia no Espelho”, uma trama psicológica. No ano seguinte, publicou “Mulheres Que Temiam Seus Pais” e, em seguida, veio “Nudes, Mentiras & Ameaças”. Em comum, nesses três títulos, está a terapeuta Verena Pacelli. O autor aborda a política e questões de cunho social em sua trilogia “Brasil de Leviatã”, no livro de contos “Sobre Seres Urbanos” e no romance contemporâneo “Quadrilátero”. Em parceria com sua filha mais velha e sob o pseudônimo de Lara Märchen, assina contos de horror, publicados em diversas antologias. Nascido em Americana, interior de São Paulo, o autor reside na Holanda, ao lado da esposa, duas filhas e um adorável cão.

Conheça as redes sociais do autor: Facebook | Instagram | Twitter | Site.

(Fonte: LC Comunicação )

Parque Floresta Cantareira tem programação especial durante férias de janeiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: saopaulo.sp.gov.br.

Para quem está em busca de uma programação diferente neste verão, a Urbia, administradora do Parque Floresta Cantareira, informa que os Núcleos Pedra Grande e Engordador abrirão diariamente durante todo o mês de janeiro de 2023. O Parque, que normalmente abre de quarta-feira a domingo e feriados, das 8h às 17h, com entrada permitida até às 16h, realizará a extensão nos dias de funcionamento por ser período de férias escolares, garantindo mais uma opção de lazer e entretenimento aos seus frequentadores. Os horários de abertura e fechamento permanecem iguais.

Além disso, com o intuito de tornar a visita ainda mais completa, o café do Núcleo Pedra Grande também será oferecido todos os dias de janeiro, com lanches prontos, salgados, doces, e bebidas como sucos e café. Composto por um afloramento rochoso com cerca de 1.010 m de altitude, o local garante uma vista incrível da cidade de São Paulo aos seus visitantes.

Vale ressaltar que a extensão nos dias de funcionamento não será aplicada no Núcleo Águas Claras, que mantém sua portaria com funcionamento aos sábados, domingos e feriados.

Acesso | Para chegar ao Horto Florestal e Floresta Cantareira, há várias linhas de ônibus que partem do Terminal Santana e Parada Inglesa – ambos locais próximos às estações Santana e Parada Inglesa da linha 1-Azul do metrô de São Paulo – que passam pelo local. Algumas das alternativas de ônibus que partem dos terminais mencionados acima são: 2740/41 Metrô Parada Inglesa–Horto Florestal (ponto final); 1018/10 Metrô Santana–Vila Rosa; e 1775/10 Metrô Santana–Vila Albertina. Caso o visitante opte por ir de carro, há estacionamento para veículos no parque com entrada pela Av. José Rocha Viana 62.

Sobre a Urbia

Criada em 2019, a Urbia Gestão de Parques nasce para valorizar, cuidar e preservar o patrimônio histórico e ambiental, enquanto oferece lazer qualificado, entretenimento e cultura a todos os usuários. A dedicação da empresa se concentra em criar, a cada dia, um mundo melhor com mais diversidade, inclusão e cidadania. Ao todo, são quatro concessões especializadas na gestão de parques públicos da capital paulista e da região sul do país. A primeira é a Urbia Gestão de Parques de São Paulo é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) criada para cuidar da gestão dos seis parques paulistanos (Ibirapuera, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Jacintho Alberto, Jardim Felicidade, Eucaliptos e Lajeado), apoiada no desenvolvimento sustentável, com o objetivo de conectar pessoas por meio do lazer, entretenimento e cultura, e proporcionar momentos de imersão e harmonia com a natureza. Além destes, a Urbia também é responsável pela gestão dos Parques Horto Florestal e da Cantareira, ambos localizados na Zona Norte de São Paulo/SP; áreas de visitação dos Parques Nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral (Cânions), situados em Cambará do Sul/RS; e recentemente foi vencedora da licitação de concessão das áreas de visitação do Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu/PR, onde a assunção do espaço deverá acontecer em breve.

Para mais informações, acesse: https://urbiaaguasclaras.com.br/.

(Fonte: Máquina Cohn & Wolfe)

Centro Cultural Baukurs apresenta “A Ópera Comentada”

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

A literatura, o teatro e a criação. Foto: divulgação.

O curso “Ópera Comentada”, do maestro Ricardo Rocha, será realizado no Centro Cultural Baukurs, em Botafogo, no Rio de Janeiro, com o objetivo não apenas de iniciar leigos no instigante reino dessa manifestação artística plural para a formação de novas plateias, mas também trazer informações históricas, estéticas e estilísticas de cada obra aos conhecedores do gênero, assim como apresentar biografias de cada compositor e a análise detalhada de seu libreto. Organizado em três blocos independentes, o conteúdo sempre é apresentado com a análise, a explicação e o contexto histórico em que foi escrita a obra.

As aulas iniciaram em 2022 com o módulo ‘Ópera Italiana’, origem do gênero em si, e suas principais expressões, como a Trágica (drama), a Cômica (‘buffa ’) e a Verista (‘ realista ’). Em 2023, será a vez da Ópera Francesa e Alemã. O Bloco II, relativo à Ópera Francesa, acontecerá entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro, encerrando com o terceiro e último bloco em março, destacando a Ópera Alemã.

Origem e definição

A Ópera é um gênero artístico exclusivo e extraordinário produzido pela civilização ocidental capaz de reunir teatro, literatura, cenografia, dança e outras manifestações em perfeita simbiose com a música que representa os afetos da poesia e da palavra por meio do canto, numa relação funcional de mútuo proveito, como organismos que interagem harmônica e produtivamente entre si.

A Ópera. Foto: divulgação.

Quem não a conhece pergunta se este gênero é teatro musicado ou música encenada. A resposta é simples: pela origem do nome, Ópera é uma palavra italiana que significa ‘obra’, que por sua vez vem do latim ‘opus’, cujo plural é… ‘opera’. Assim, Ópera é arte plural na qual a música é uma protagonista que até se sustenta sozinha em concerto, mas que, não fosse o suporte de outras artes, não passaria de um oratório ou uma cantata profana com narração cantada.

Maestro Ricardo Rocha

Ricardo Rocha é atualmente um dos regentes mais renomados do Brasil. Pós-graduado pela Escola Superior de Música da Universidade de Karlsruhe como Kapellmeister (Maestro de ópera e concertos sinfônicos), o mais alto título em Regência em países de língua alemã, é também mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Na Alemanha, ao longo de 11 anos, criou o ciclo “Brasilianische Musik im Konzert” para a difusão da música de concerto brasileira, à frente de orquestras como a Sinfônica de Bamberg, as Filarmônicas da Turíngia e de Südwestfallen e a Sinfônica de Baden-Baden.

O maestro Ricardo Rocha. Foto: Meg Lopes.

No Brasil, Rocha foi regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso (1992-94) e da Orquestra Sinfônica e Coro Estável da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (1994-96), onde também foi professor de Regência. Como convidado, regeu grandes orquestras brasileiras como a OSB, OSTMSP, OSMG, OPES, OSN-UFF, OSBJ e a OJB – Orquestra Jovem do Brasil, com a qual executou a Nona Sinfonia de Beethoven pelos 20 anos da Queda do Muro de Berlim.

É autor dos livros “Regência, uma arte complexa” (2004) e o atlas “As Nove Sinfonias de Beethoven – uma Análise Estrutural” (2013).

Em meio à pandemia do Covid 19 foi contemplado por diferentes editais musicais, como Itaú Cultural e Lei Aldir Blanc, Secretaria Estadual de Cultura RJ, através da qual publicou três vídeos com reflexões sobre Cultura, Arte e Música.

Rocha é também Comendador pelo Poder Judiciário (Ordem São José Operário do Mérito Judiciário do Trabalho, TRT da 23ª. Região) desde 1994.

Ópera Francesa – Títulos abordados

CARMEM, Georges BIZET (20/1 – 23/1)

DON QUICHOTTE, Jules MASSENET (27/1-30/2)

A DANAÇÃO DE FAUSTO, Hector BERLIOZ (3/2 – 6/2)

L’ENFANT ET LES SORTILÈGES, Maurice RAVEL (10/2).

Serviço:

Ópera Francesa com o Maestro Ricardo Rocha

Local: Baukurs Botafogo, Rua Goethe, 15

Aulas: Sextas e segundas, de 20/1 a 10/2

Horário: 19h às 21h

Investimento total do curso: R$560,00 – bolsas especiais: R$230,00 aos primeiros quatro profissionais e estudantes de música

Mais informações: Secretaria Baukurs – (21) 99411-8480 ou pelo e-mail secretaria@baukurs.com.br.

(Fonte: Assessoria Tisato)

Janeiro traz música, teatro e história ao Theatro Municipal de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Daniel Cabrera/divulgação/Theatro Municipal de São Paulo.

Em janeiro, o Theatro Municipal de São Paulo traz a seu público a oportunidade de explorar espaços e temas especiais. Exposições, visitas guiadas, concertos e uma peça de teatro imersiva proporcionam aos visitantes experiências que trazem a vivência do Complexo Theatro Municipal por meio de bastidores e histórias pouco conhecidas da música e das artes nacionais.

Uma dessas visões pode ser conferida na Praça das Artes. Durante todo o mês segue em cartaz a exposição “Presente! – Presenças Negras no Theatro Municipal”. A mostra busca lançar luz a uma história fragmentada da participação negra na história do Theatro por meio de mais de 280 registros, documentos e itens do acervo, como figurinos, e audiovisuais que mostram artistas – músicos, dramaturgos, dançarinos –, entre outros profissionais que fizeram e seguem fazendo a história da casa. A exposição tem entrada gratuita e segue em cartaz até o dia 29 de março, entre terça e sábado, das 10h às 18h.

A Orquestra Experimental de Repertório. Foto: Clarissa Lambert/divulgação/Theatro Municipal.

Primeiro evento da Orquestra Sinfônica Municipal do ano, o Concerto de Verão, que acontece entre os dias 25, 27 e 28 de janeiro (quarta e sábado, às 17h e sexta, às 20h) traz uma homenagem a importantes compositores brasileiros, entre os quais estão Alberto Nepomuceno, Alexandre Levy, Oscar Lorenzo Fernández, Francisco Mignone e o recentemente falecido maestro Edino Krieger. A regência é do maestro Roberto Minczuk e, no violino, Guido Sant’Anna, que também executará o concerto para violino de Tchaikovsky (a apresentação “Maracatu e Burana”, que aconteceria em janeiro, conforme a divulgação da programação de 2023, foi reagendada para o final do ano). O espetáculo dura 60 minutos e os ingressos custam entre R$12 e R$64. A classificação indicativa é livre. A apresentação do dia 25 também celebra o Aniversário da cidade de São Paulo.

Mais um espetáculo que irá possibilitar um olhar novo para a edificação, “Personagens em Busca de um Autor”, trabalho do Núcleo Teatro de Imersão Tragicomédia, irá fazer uma adaptação do texto do italiano Luigi Pirandello para o público por meio de uma montagem imersiva, itinerante e interativa. Na obra, os espectadores são convidados a opinar sobre um espetáculo em construção quando o ensaio é interrompido pela chegada de três personagens cujo drama ainda não terminou de ser escrito. Ao contar tal drama, personagens, elenco e espectadores circulam por diversos ambientes do Theatro Municipal, incluindo coxias e áreas pouco visitadas pelo público comumente.

A Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Foto: Larissa Paz/divulgação/Theatro Municipal.

O espetáculo terá apresentações nos dias 28/1 (11h) e segue durante o mês de fevereiro, aos sábados (4/2, 11/2 e 26/2) e domingos (12 e 26/2), com sessões às 11h e 15h (exceto nos dias 28/1 e 4/2 – somente 11h). A duração do espetáculo é de 120 minutos, a classificação indicativa é de 18 anos e a lotação, 30 lugares. Os ingressos são gratuitos e as reservas podem ser feitas pelo site.

A Orquestra Experimental de Repertório também se apresenta no dia 29 de janeiro, domingo, às 11h, sua estreia em 2023. O concerto, sob a regência de Jamil Maluf e como solista o ao violino Claudio Micheletti, traz obras de Camille Saint-Säens, Rimsky-Korsakov e Tchaikovsky. Os ingressos vão de R$12 a R$32 (inteira) e o concerto dura aproximadamente 40 minutos sem intervalo.

Durante o mês, a programação também conta com ações do projeto De Onde Si Vê, que são ateliês itinerantes de artes e plantio de flores e ervas, que acontecem nas ruas próximas à Praça das Artes, preferencialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade. Os ateliês, conduzidos por educadores sociais, contam com equipe técnica de psicólogo e assistente social, que oferecem oportunidade de escuta e acolhimento à população do entorno da Praça. Eles acontecem das terças e quintas, das 14h30 às 16h30.

Visitas guiadas e educativas

Gizelle Menon e Leticia Alves em cena de “Personagens em busca de um autor”. Foto: Hernani Rocha.

Quem estiver de férias ou de passagem pela cidade de São Paulo a partir do dia 11 de janeiro também poderá realizar uma das visitas guiadas, lúdicas e educativas oferecidas pela casa. Além das tradicionais visitas em português e em inglês que apresentam a história cultural e arquitetônica da casa, que podem ser agendadas com um dia de antecedência pelo site, há diferentes tipos de visitas educativas, que podem ser realizadas com as crianças também.

Esse é o caso de “Pausa para o Café”, por exemplo, na qual o Theatro se transforma em uma máquina do tempo que estimula a criatividade das crianças por meio conversas e brincadeiras. Ela acontece aos sábados, quinzenalmente, às 14h30 e tem duração de 90 minutos. A reserva de ingressos gratuitos acontece sempre no dia anterior à visita, a partir das 10h, pelo site do Theatro.

Em “Linha, Forma e Cor”, é possível realizar um passeio lúdico com as crianças e seus familiares pelos espaços do Theatro, com diversas brincadeiras e descobertas sobre os seus elementos artísticos a partir de pinturas modernistas. Os encontros acontecem aos sábados (quinzenalmente), às 14h30 e duram ao todo 90 minutos. Os ingressos são gratuitos e devem ser reservados antecipadamente no site oficial do TMSP.

Leticia Alves e Pat Albuquerque em cena da peça “Personagens em busca de um autor”. Foto: Hernani Rocha.

Por fim, os “Encontros para Desenhar” convidam os participantes a ilustrarem de várias formas o Theatro Municipal e a Praça das Artes, experimentando diversas técnicas, a partir da observação da arquitetura e de elementos artísticos. Unindo desenho, movimento, música e caminhadas, os encontros contam com materiais básicos para realizar os trabalhos, mas também deixa livre para que os participantes tragam seus próprios instrumentos para desenho e colagem. A participação é livre para todos os públicos e acontece no último sábado do mês (28/1), às 10h, com duração de 120 minutos aproximadamente. Os ingressos devem ser reservados antecipadamente pelo site do TMSP.

Para mais informações sobre os espetáculos confira a programação completa abaixo ou acesse este link.

Serviço:

Theatro Municipal

Praça Ramos de Azevedo, s/nº – Sé – São Paulo, SP

Capacidade Sala de Espetáculos – 1530 pessoas

Praça das Artes

Avenida São João, 281 – Sé – São Paulo, SP

Capacidade Sala do Conservatório – 200 pessoas.

(Fonte: Theatro Municipal)