Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Exposição coletiva “Zonas de Sombra” abre inscrições para participação de artistas plásticos residentes no Estado de São Paulo

São Bernardo do Campo, por Kleber Patricio

Estão abertas, por meio deste formulário, as inscrições para a exposição coletiva de artes visuais Zonas de Sombra, uma produção Brecha Cultural, com abertura programada para o dia 27 de maio na Pinacoteca Municipal de São Bernardo do Campo. A exposição contará com obras de nove artistas, sendo sete deles selecionados por meio de convocatória, disponível para artistas interessados até o dia 9 de abril.

A curadoria fica a cargo de, Allan Yzumizawa, Horrana de Kássia Santoz e Jurandy Valença e elege como recorte expográfico, obras que fomentam o debate acerca da destruição ecológica, diagnósticos de futuro, a queima das memórias e assuntos que permeiam o campo da geologia, da natureza e sua preservação, levantando discussões relevantes sobre o meio ambiente. O edital é válido para artistas ou coletivos de brasileiros residentes no estado de São Paulo há mais de dois anos.

Sobre Allan Yzumizawa | Pesquisador de cultura e arte contemporânea, atua como curador no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS). Doutorando em História da Arte pela Unifesp,  mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Estadual de Campinas (PPGAV-Unicamp) e bacharelado em Artes Visuais pela Unicamp. Dentre os principais projetos como curador, destacam-se “Corpos da Água Vermelha” (Prêmio Proac 2021), “A invenção do herói”, MAC Sorocaba (2022), “O encontro é um lugar impossível”, Centro Cultural dos Correios, São Paulo (2022) e “Exercício Ka’a”, Centro de Arte e Cultura Arapuca, Conde-PB (2022). Possui interesse nas produções de arte contemporânea deslocadas dos centros hegemônicos e nas manifestações culturais regionais do Brasil e suas relações com as teorias pós-coloniais.

Sobre Jurandy Valença

Artista visual, curador, jornalista e gestor cultural, atua na área há mais de 25 anos e atualmente é Diretor da Biblioteca Mário de Andrade, a 2ª maior do país e a maior do Estado de São Paulo. Foi diretor adjunto do Centro Cultural São Paulo [CCSP], coordenador geral dos centros culturais e teatros da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; coordenador geral da Oficina Cultural Oswald de Andrade, equipamento cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, e diretor de projetos do Instituto Cultural Hilda Hilst, em Campinas (SP).

Como artista visual e curador, realiza trabalhos em fotografia desde 1998. Participou de mais de 70 exposições, entre individuais e coletivas. Recebeu prêmios aquisições em 2002, 2003 e 2004 e já realizou mais de 15 curadorias. Em 2003 foi tema de Documentário exibido na TV SESC-Senac (série “O Mundo da Arte”). Júri de diversos salões e de editais de artes visuais do ProAC, da Secretaria de Estado da Cultura de SP, e de diversos editais da Secretaria Municipal de Cultura de SP, foi redator do Mapa das Artes São Paulo por 16 anos e responsável durante mais de dois anos pela coluna de Arte, Cultura e Comportamento da Bemglô, plataforma digital e loja física, projeto da atriz Gloria Pires e da ex-modelo e da empresária Betty Prado.

Sobre Horrana de Kássia Santoz | Horrana de Kássia Santoz é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Espírito Santo (2011) e atua desde 2007 no desenvolvimento de novas práticas educativas em museus e espaços culturais, como arte-educadora, mediadora, pesquisadora, assistente de produção e assistente de curadoria. Entre fevereiro de 2021 e janeiro de 2023, foi curadora de Pesquisa e Ação Transdisciplinar a partir da inédita parceria entre a Coleção Ivani e Jorge Yunes e a Pinacoteca de São Paulo, sendo responsável pela programação pública do museu e do desenvolvimento das ativações artísticas e de projetos transdisciplinares, como o programa de comissionamento artístico “Atos modernos”, além de integrar o corpo curatorial da exposição “Chão da Praça: obras do acervo da Pinacoteca de São Paulo”, mostra de abertura da Pinacoteca Contemporânea. Santoz também atuou no núcleo de Mediação e Programas Públicos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) entre 2017 a 2021, organizando o Programa Independente (PIMASP), organizou a programação de cursos livres do MASP Escola, além de ser curadora da Sala de Vídeos do MASP entre 2018 e 2020. Integrou o programa Fábricas de Cultura por meio da gestora Poiesis entre 2013 até 2017, inicialmente como assistente artístico-pedagógico e supervisora artístico-pedagógico da Fábrica de Cultura Jardim São Luis. Em 2022 foi júri na 11ª edição da mostra 3M de Arte, com curadoria de Camilla Rocha Campos; na Chamada 2022-2023 VoA para Artistas Mulheres e Pessoas Não Binárias e no 8º Prêmio Artes Instituto Tomie Ohtake – Edição Mulheres.

Serviço:

Convocatória: até 9 de abril, com inscrições abertas por meio deste link

Abertura da exposição: 27 de maio de 2023

Local: Pinacoteca Municipal de São Bernardo do Campo – R. Kara, 105 – Jardim do Mar

Informações: instagram.com/zonasdesombra | zonasdesombra@gmail.com.

(Fonte: Pevi)

Edusp lança caixa “Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções” que traz novas pesquisas sobre a formação da capital paulista

São Paulo, por Kleber Patricio

A Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) lançou na última sexta-feira (24) a caixa “Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções”, organizado por Fernanda Sposito, Fernando Victor Aguiar Ribeiro, Joana Monteleone e Vilma Peres Costa. São três volumes que somam 792 páginas de análises sobre a cidade em diversas espacialidades e temporalidades, desde a vila colonial até se transformar em metrópole. Os três livros são resultado de debates feitos na Unifesp em 2018 e englobam múltiplos temas e objetos de análise.

O primeiro volume foca nos papéis que as populações indígenas tiveram na formação da história do Estado, nos conflitos com colonizadores, a luta dos escravizados pela alforria e as disputas entre grupos de elite que formaram a vila colonial.

O segundo volume busca mostrar a complexidade da história regional para além da mitologia bandeirante, com pesquisas recentes e novas abordagens sobre o período entre o século 19 e o início do século 20. Assim, são objeto de análise a urbanização da cidade, com a formação de bairros residenciais e a instalação de trilhos, que trazem mobilidade e separam espaços sociais.

No terceiro volume, as pesquisas se debruçam sobre o período republicano da capital paulista, que envolve questões como imigração, problemas pelo rápido avanço das edificações, a construção do Parque do Ibirapuera e de bairros como o Bixiga.

(Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada)

Museu Judaico de São Paulo exibe a obra de Boris Lurie pela primeira vez no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O que fazer com o luto, a raiva, a dor, o inconformismo? Com grande parte de sua família executada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, Boris Lurie (1924–2008) passou a vida dedicado à construção de uma obra plástica irrequieta e inquietante. A partir do dia 5 de abril, um conjunto importante de seus trabalhos será apresentado pelo Museu Judaico de São Paulo, dando sequência a uma série de exposições realizadas pela Europa, Estados Unidos e América Latina.

Com curadoria de Felipe Chaimovich e desenvolvida com apoio da Fundação Boris Lurie, “Boris Lurie – Arte, Luto e Sobrevivência” percorre o legado do artista por meio de 44 colagens, desenhos, pinturas e esculturas pautados pela memória dos acontecimentos e atravessados por um forte componente erótico e, às vezes, sadomasoquista.

Nascido em Leningrado, Rússia, no ano de 1924, Boris viveu sua infância e adolescência em Riga, Letônia. Em 1941, sua mãe, a avó materna, a irmã caçula e sua primeira namorada foram assassinadas após a prisão num campo de evacuação. Lurie e seu pai, por sua vez, passaram pelos campos de trabalho de Lenta e Salaspils e pelos campos de concentração de Stutthof e Buchenwald-Magdeburg e sobreviveram à Shoah. Libertos em 1945, emigraram para os Estados Unidos.

Foi em Nova York, para onde emigrou com ajuda de uma irmã mais velha, que Lurie iniciou a formação artística que lhe permitiria dar novas formas à memória. Esse processo se faz sentir, por exemplo, em “O Retrato de minha mãe antes do fuzilamento”, de 1947, uma evocação da figura materna e obra-chave em seu percurso de luto/criação. A partir dela, a figura da mulher se torna permanente em sua obra, assim como a estrela de Davi amarela – elemento que marcava pessoas judias durante o regime nazista e que o artista continuou a usar na sua roupa após emigrar para os Estados Unidos.

“Boris Lurie produziu quadros e objetos com a estrela amarela, inclusive usando peças de roupa íntima, como cuecas e corseletes”, escreve o curador, assinalando a indissociabilidade entre morte e desejo na obra do artista. “Negando-se a esquecer, sua indumentária continuava a testemunhar uma sobrevida impacificável”, complementa Chaimovich.

Boris Lurie em seu estúdio (1977). Foto: Joseph Shneberg.

Frequentador da escola de arte nova-iorquina Art Students League e tendo convivido com pintores gestuais como o francês Pierre Soulages, Lurie baseou-se na linguagem publicitária e na mass mídia norte-americana para trabalhar suas “pin-ups”. A partir de 1955, produziu colagens críticas à objetificação do corpo feminino e, em 1960, fundou No!art, um movimento contra os valores da sociedade de consumo da época criado junto com Sam Goodman e Stanley Fisher. De volta a Riga em 1975, pela primeira vez desde a Segunda Guerra, deu início à redação de um diário de viagem, que, juntamente com uma novela de ficção, foram publicados postumamente.

“Um artista que sobreviveu não porque sustentado pela arte, mas por causa dela”, sugere Felipe Arruda, diretor executivo do Museu Judaico. “Um artista que confrontou e reelaborou por toda a vida as imagens do horror presenciado, que vocalizou em seus trabalhos o protesto contra o antissemitismo, que manipulou signos do sexo, da propaganda, do consumo, do poder e da morte para construir uma obra crítica e sem esquiva, às vezes perturbadora”.

Sobre o Museu Judaico de São Paulo | Inaugurado após vinte anos de planejamento, o Museu Judaico de São Paulo é fruto de uma mobilização da sociedade civil. Além de quatro andares expositivos, os visitantes também têm acesso a uma biblioteca com mais de mil livros para consulta e a um café que serve comidas judaicas. Para os projetos de 2023, o MUJ conta com o Banco Alfa e Itaú como patrocinadores e a CSN, Leal Equipamentos de Proteção, Banco Daycoval, Porto Seguro, Deutche Bank, Cescon Barrieu, RaiaDrogasil S.A, BMA Advogados, Credit Suisse e Verde Asset Management como apoiadores.

Sobre a Fundação Boris Lurie | Localizada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, a Boris Lurie Art Foundation dedica-se a cuidar e divulgar a vida, o trabalho e as aspirações de Boris Lurie e a preservar e promover o movimento No!art com foco no visionário social na arte e na cultura. A Fundação detém os trabalhos, poesia, escritos pessoais e arquivos do artista, bem como as obras de outros artistas No!art que estão sob seu controle, tornando-os disponíveis ao público e instituições de ensino em todo o mundo. No espírito do legado de Lurie, a fundação apoia uma variedade de iniciativas, incluindo exposições, publicações, filmes, aquisições, estágios e doações.

Serviço:

Boris Lurie – Arte, Luto e Sobrevivência

Museu Judaico de São Paulo (MUJ)

Curadoria: Felipe Chaimovich

Período expositivo: de 5 de abril a 9 de julho

Local: Rua Martinho Prado, 128 – São Paulo, SP

Funcionamento: Terça a domingo, das 10 horas às 19 horas (última entrada às 18h30)

Ingresso: R$20 inteira; R$10 meia

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

(Fonte: A4&holofote Comunicação)

Música no Assyrio do Municipal do Rio inicia mês de abril com Quarteto Ventura

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

O Quarteto Ventura na Sala São Paulo. Foto: Rodrigo Rosenthal.

O projeto Música no Assyrio traz, no próximo domingo, 2 de abril, o novo Quarteto Ventura, às 11h, com preços bem populares. O Salão Assyrio é um dos locais mais tradicionais do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, palco de tantas histórias e encontros. A cada 15 dias, há sempre uma atração musical diferente.

Em março, no retorno do projeto, o grupo Os Pequenos Mozart se apresentou com lotação esgotada. Quem quiser assistir ao Quarteto Ventura, as vendas já estão abertas a partir de hoje, segunda-feira, dia 27 de março, pelo link no site do Theatro (theatromunicipal.rj.gov.br) ou na bilheteria, presencialmente.

Arte:Rodrigo Cordeiro.

Recém-formado por músicos renomados das principais Orquestras do Rio de Janeiro – dentre elas, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Orquestra Sinfônica Nacional – o Quarteto Ventura é formado pelas violinistas Andréa Moniz e Camila Bastos, o violista Carlos Tavares e a violoncelista Lylian Moniz.

Neste concerto, o Quarteto contará com a participação especial do violista Daniel Albuquerque. Com o intuito de formar plateias de música de concerto e camerística, o Quarteto Ventura quer disseminar a música brasileira e destacar grandes compositores como o carioca Heitor Villa-Lobos. No concerto do dia 2, o quarteto tocará peças também de Tchaikovsky, Mozart e Beethoven.

Serviço:

Música no Assyrio – Quarteto Ventura

Data: 2 de abril (domingo)

Horário: 11h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro

Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio

Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada) na bilheteria do Theatro

Classificação: Livre

Duração: 1h30 com intervalo de 15 minutos.

(Fonte: Claudia Tisato Assessoria de Imprensa)

‘Municipal Circula’ leva programação dos Corpos Artísticos às periferias de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Gabryelle Pereira da Silva.

O Municipal Circula é um projeto que democratiza a programação de um dos espaços de cultura mais tradicionais do país, levando a programação do Theatro Municipal para toda cidade de São Paulo. Reunindo extensa atividade gratuita, o projeto leva os Corpos Artísticos para se apresentarem em bairros periféricos de São Paulo, em uma atividade criada a partir da articulação de parcerias com subprefeituras e equipamentos culturais locais de diversas regiões paulistanas. Em 2023, a programação, que vai de abril até novembro, conta com apresentações da Orquestra Sinfônica, Orquestra Experimental de Repertório, Balé da Cidade, Coro Lírico Municipal, Coral Paulistano e Quarteto de Cordas nas quatro regiões do país.

Neste ano, a primeira apresentação acontece em abril. A Orquestra Experimental de Repertório, sob regência de Guilherme Rocha, fará uma atividade no CEU Parque Veredas, no bairro do Itaim Paulista. Ainda na Zona Leste, o Balé da Cidade fará apresentação no CEU Inácio Monteiro, no bairro Cidade Tiradentes.

No segundo semestre, a Zona Oeste receberá, em junho, o Coro Lírico Municipal na Casa de Cultura do Butantã. No mês seguinte, o Coral Paulistano fará uma apresentação no CEU Butantã – Elizabeth Gaspar Tunala, ainda no bairro da Zona Oeste.

Seguindo para o mês de agosto, o Municipal Circula chega a Zona Norte da capital paulista. A primeira ação da região será da Orquestra Sinfônica no CEU Jaçanã. No mês seguinte, o Quarteto de Cordas se apresenta na Casa de Cultura Salvador Ligabue, no bairro da Freguesia do Ó.

Por fim, o projeto se encerra com a atuação na Zona Sul de São Paulo. A primeira parada será em outubro com a Orquestra Experimental de Repertório em apresentação no CEU Casablanca, bairro de Vila das Belezas. Em sua última parada, no mês de novembro, o Balé da Cidade leva espetáculo ao Centro de Culturas Negras Mãe Sylvia de Oxalá, em Jabaquara.

Retrospectiva do projeto

Em 2022, ao todo foram oito apresentações dos Corpos Artísticos: duas do Balé da Cidade na Casa de Cultura de M’Boi Mirim, duas do Coral Paulistano no CEU Perus, duas da Orquestra Experimental de Repertório no Centro Cultural Grajaú e Centro Cultural da Juventude, uma do Quarteto de Cordas no Teatro Flávio Império e outra da Orquestra Sinfônica Municipal na Casa de Cultura Chico Science.

Além de apresentações dos Corpos Artísticos, o projeto Municipal Circula promoveu apresentações da gravação do espetáculo “Pedro e o Lobo”, da Orquestra Experimental de Repertório junto ao Giramundo, em diferentes CEUs e instituições periféricas. Ao todo, o projeto Municipal Circula totalizou 79 eventos e apresentações.

Serviço:

Abertura do projeto Municipal Circula

Orquestra Experimental de Repertório, dia 15/4

Guilherme Rocha, regência

CEU Parque Veredas, Itaim Paulista

Gratuito.

(Fonte: Theatro Municipal de SP)