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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Projeto de produção literária incentiva leitura entre alunos da EJA

Campinas, por Kleber Patricio

Suzana Montauriol faz abordagem lúdica do tema. Fotos: divulgação.

Um conjunto de 2600 alunos da rede municipal de ensino da Educação de Jovens e Adultos (EJA) de Campinas é o público beneficiado pelo projeto de incentivo à leitura “Como nasce um livro”. Desenvolvida desde 2005 pela Editora Adonis, de Americana, e promovida pela primeira vez em Campinas, a iniciativa busca proporcionar aos estudantes a vivência do processo de produção de uma obra literária desde a concepção até a ilustração, edição e impressão da publicação e, desse modo, contribuir para a formação de leitores críticos, bem como despertar novos escritores entre os participantes.

Apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o projeto é uma realização da Editora Adonis, com patrocínio da empresa Cartonifício Valinhos, produção executiva da Track Comunicação e apoio da Secretaria Municipal de Educação de Campinas e da Academia Campinense de Letras.

Aberto no dia 11 de abril, o “Como nasce um livro” será executado ao longo de 2023, organizado em 20 encontros presenciais, com a participação de 130 alunos da EJA em cada evento, representando escolas de diferentes regiões de Campinas. Os encontros serão realizados nos períodos da manhã, tarde e noite, dependendo da disponibilidade de agenda das escolas.

Interações

A escritora Margareth Park compartilha sua experiência.

A dinâmica compreende interações dos estudantes com profissionais do setor literário, como a contadora de histórias Suzana Montauriol e a escritora Margareth Brandini Park. Enquanto a autora detalha a elaboração de seu livro “Doroteia, a velhinha que gostava de dançar”, permitindo aos participantes conhecer como é o processo de confecção da narrativa da obra, a artista plástica Marilia Cotomacci, ilustradora da obra, também participa por meio de um vídeo em que apresenta as fases de seu trabalho, desde o primeiro contato com o texto a ser ilustrado, até o planejamento do caminho artístico a ser percorrido.

O tema será complementado por uma aula de ilustração digital a ser ministrada por profissionais da Pandora Escola de Arte e um vídeo sobre o processo gráfico permitirá aos alunos conhecer os detalhes da etapa final de impressão e acabamento de livros. “A proposta é levar os participantes a ampliar o olhar para a literatura e estender a vivência com os livros para o seu cotidiano. Ao conhecer as etapas do processo de criação de um livro, desejamos que eles também se sintam encorajados a escrever e a ilustrar as suas próprias histórias”, afirma Jaqueline Silveira Fávaro, sócia da Editora Adonis e responsável técnica e artística do projeto.

Exposição

As atividades ocorrem em três períodos, de manhã, à tarde e à noite, na sede da Academia Campinense de Letras, na Rua Marechal Deodoro, 525, centro de Campinas, um dos espaços que representam a produção literária da cidade. No local foi organizada uma exposição composta de dez quadros dispostos em cavaletes com todas as fases de ilustrações do livro “Doroteia, a velhinha que gostava de dançar”. A mostra é franqueada ao público em geral.

Ilustração de livro é tema da mostra aberta ao público.

Os estudantes também serão convidados a escrever suas próprias histórias, a partir das experiências literárias proporcionadas pelos encontros, com a distribuição de exemplares da obra “Como nasce um livro – registro de memórias/histórias” a cada um dos participantes. As 100 melhores formarão o “Letra Viva – Edição Especial”, publicação a ser editada e concluída ao longo da realização das atividades. Um evento será realizado em novembro para lançamento da obra.

Resultados para a sociedade

“Nossa motivação na escolha de aportar recursos para viabilização do projeto ‘Como nasce um livro’ foi pelo objetivo do projeto em incentivar a leitura como processo de desenvolvimento da educação e cultura da sociedade”, afirma o diretor financeiro do Cartonifício Valinhos, Helio Tovazzi. “A Cartonificio Valinhos sendo uma empresa voltada à reciclagem de papel desde sua fundação, em 1934, acredita que investimentos em educação e cultura trazem benefícios à sociedade pela conscientização da importância da reciclagem no âmbito da responsabilidade ambiental, promovendo também resultados positivos, além do meio ambiente, como também na saúde, segurança pública e na economia. Pequenas ações podem trazer grandes resultados à sociedade”, completa.

O presidente da Academia Campinense de Letras, Jorge Alves de Lima, observa que a instituição, como associação de caráter privado e finalidades culturais, tem se dedicado ao longo de décadas, desde a sua fundação, à “magna tarefa de preservar e incentivar o cultivo da língua portuguesa, assim como promover atividades diversas vinculadas à literatura, à memória histórica, à música, às artes plásticas e, de modo geral, à cultura em todas as suas manifestações”. Alves Lima complementa afirmando que a Academia, “no exercício de sua atividade social, realiza regularmente as suas sessões mensais, tradicionalmente na noite da primeira segunda feira de cada mês, sempre na sede social da entidade, às quais são abertas, gratuitamente, a toda a coletividade campinense”.

Sobre o projeto | O “Como nasce um livro” é um projeto de incentivo à leitura e à escrita que, desde 2005 já alcançou mais de 100 mil crianças da Região Metropolitana de Campinas (RMC) e outras cidades, por meio da distribuição de mais de 1,5 milhões de livros.

Serviço:

Como nasce um livro

Apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Patrocínio: Cartonifício Valinhos

Realização: Editora Adonis

Produção executiva: Track Comunicação

Local: Academia Campinense de Letras (R. Marechal Deodoro, 525 – Campinas – SP)

Quando: de abril até novembro de 2023

Apoio: Secretaria Municipal de Educação de Campinas e Academia Campinense de Letras.

(Fonte: PCN Press)

Museu Judaico de São Paulo apresenta “Artistas do Papel: Obras colecionadas por Ruth Tarasantchi para o acervo do MUJ”

São Paulo, por Kleber Patricio

[Conjunto Paisagens] Guita Charifker. Vila Olinda, 1989. Aquarela sobre papel, 55,5 x 85,5. Acervo MuJ.

O Museu Judaico de São Paulo apresenta, a partir do dia 6 de maio, a exposição “Artistas do Papel: Obras colecionadas por Ruth Tarasantchi para o acervo do MUJ”, que reúne 32 obras de artistas mulheres judias feitas em papel em variadas técnicas visando destacar a importância da presença de mulheres no núcleo artístico.

É a primeira mostra composta exclusivamente por obras do acervo do Museu. As peças foram coletadas por Ruth Sprung Tarasantchi, curadora e uma das fundadoras do Museu Judaico de São Paulo, que as recebeu como doações das próprias artistas ou de seus familiares e trazidas à exposição em curadoria conjunta de Felipe Chaimovich.

[Conjunto Cidades] Alice Brill. Relógio II, 1972. Guache e acrílico sobre papel, 75 x 88,5. Acervo MUJ.

Os conjuntos das obras tiveram sua organização pensada a partir de categorias de arte acadêmica, tais como retratos, cidades e paisagens, passando ainda por abstrações e também por um conjunto sobre temas da judeidade.

Felipe Chaimovich conclui: “A relevância das mulheres na formação deste acervo inaugural de arte indica a atenção do Museu para com uma história da arte plural e inclusiva e que aproxime artistas menos conhecidas de autoras consagradas”.

Uma das artistas homenageadas no painel de abertura da exposição é a imigrante francesa Bertha Worms, cuja trajetória artística como primeira mulher a ser professora profissional de pintura em São Paulo no século XX foi estudada por Ruth. Além de Bertha, a exposição traz obras de Fayga Ostrower (doadas por sua filha, Noni), de Hannah Brandt, Clara Pechansky, Miriam Tolpolar, Nara Sirotsky, Paulina Eizirik, Gisela Leirner, Gerda Brentani, Renina Katz, Agi Strauss e várias outras.

[Conjunto Retratos] Clara Pechansky. Antes, 2017. Gravura em metal, 20 x 27. Acervo MUJ.

Ruth, além de curadora e uma das fundadoras do MUJ, é também pioneira no tratamento de lacunas em exposições quanto a questões de gênero. Na mostra “Mulheres Pintoras”, em 2004 na Pinacoteca, evidenciou, no papel de curadora, a sub-representação de artistas mulheres nas coleções museológicas brasileiras.

Sobre o Museu Judaico de São Paulo (MUJ) | Inaugurado após vinte anos de planejamento, o Museu Judaico de São Paulo é fruto de uma mobilização da sociedade civil. Além de quatro andares expositivos, os visitantes também têm acesso a uma biblioteca com mais de mil livros para consulta e a um café que serve comidas judaicas. Para os projetos de 2023, o MUJ conta com o Banco Alfa e Itaú como patrocinadores e a CSN, Leal Equipamentos de Proteção, Banco Daycoval, Porto Seguro, Deutsche Bank, Cescon Barrieu, Drogasil, BMA Advogados, Credit Suisse e Verde Asset Management como apoiadores.

Serviço:

Museu Judaico de São Paulo (MUJ)

Período expositivo: de 6 de maio a 13 de agosto

Local: Rua Martinho Prado, 128 – São Paulo, SP

Funcionamento: terça a domingo, das 10 horas às 19 horas (última entrada às 18h30)

Ingresso: R$20 inteira; R$10 meia – sábados gratuitos

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

(Fonte: A4&Holofote Comunicação)

Fundação Energia e Saneamento oferece oficina gratuita sobre como arquivar e conservar fotos e documentos de família

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Como uma das ações comemorativas aos seus 25 anos, a Fundação Energia e Saneamento promove no sábado, 6 de maio, a oficina “Documentos de Família”. A atividade é gratuita e oferecerá orientações da área de arquivo e conservação para o público que deseja saber como preservar, da forma mais adequada, livros, fotos e documentos antigos de família e também os novos registros em formato digital.

A oficina será em São Paulo e será ministrada por Andressa Romualdo, coordenadora do Acervo da Fundação Energia e Saneamento, com participação de Ana Luiza Vaz e Tatiana Ishikawa, respectivamente arquivista e bibliotecária do Acervo. A atividade abordará a importância de se ter um acervo pessoal bem organizado e como tratar as documentações geradas ao longo da vida, sejam elas fotográficas ou textuais, físicas ou digitais. O público presente poderá aprender a como preservar documentos e livros, qual a melhor forma de acondicionamento e os tipos de materiais mais adequados (pastas, envelopes etc.), além de orientações sobre tempo de guarda de documentos, digitalização e backups em documento digital.

Esta é a segunda edição deste workshop; a primeira ocorreu em 2018 com sucesso de público. O acervo da Fundação é um dos maiores do Estado de São Paulo, formado por documentos relacionados à história da energia, da tecnologia e do desenvolvimento urbano e industrial. São 1.600 metros lineares de documentos técnicos e gerenciais, 260 mil documentos fotográficos, cerca de 4.000 objetos museológicos e 50.000 títulos na biblioteca, além de documentos cartográficos, audiovisuais e sonoros reunidos a partir de meados do século XIX.

“Queremos apresentar para as pessoas que irão participar de nossa oficina um pouco do nosso conhecimento, repassando nossa experiência ao público em geral, que poderá aplicar, de forma prática, técnicas profissionais, ajudando a preservar a memória de uma família, algo tão precioso”, explica Andressa.

Serviço:

Oficina “Documentos de Família”

Data: 6/5/2023

Horário: 10h às 12h

Local: Fundação Energia e Saneamento

Entrada pelo endereço: Alameda Nothmann, 184, Campos Elíseos – São Paulo/SP

Inscrições no link: https://bit.ly/OficinaAcervo

Atividade gratuita

https://www.energiaesaneamento.org.br/ | @museudaenergia.

(Fonte: Betini Comunicação)

Vila Paraíso inicia edição 2023 de seu Festival de Fondue

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: angela pham/Unsplash.

Com a queda das temperaturas, a fondue é um dos pratos da gastronomia mais buscados pelo brasileiro para acompanhar as noites mais frias e geladas. E como já é uma tradição, a temporada 2023 do Festival de Fondue do Restaurante Vila Paraíso começa a ser servido nas noites de quinta, sexta e sábado, acompanhado de música ao vivo.

A tradicional fondue teve origem na Suíça, país de baixas temperaturas, e é conhecida pela versão à base de queijo aquecido em um réchaud ou qualquer outra fonte de calor. Já a versão de carne em cubos, cozidos no vinho, e com diversos acompanhamentos, foi adaptada pelos brasileiros.

Localizado em uma região montanhosa e cercada por mata da Área de Proteção Ambiental (APA), onde as baixas temperaturas do outono e inverno costumam ser comparadas a tradicionais destinos turísticos, o Restaurante Vila Paraíso virou destino dos amantes desse prato. Além dos termômetros baixos, as lareiras que aquecem o ambiente e uma diversificada carta de vinhos tintos e brancos para acompanhar os pratos completam o charme da casa.

No Festival, os frequentadores do Vila Paraíso terão à disposição a fondue de carne ao Vinho para adultos e na versão infantil (de 3 a 12 anos). A versão completa, além de carne também conta com queijos e chocolate. A carne de filé mingnon fresca cortada em cubos é preparada pelo próprio consumidor no consomê de vinho (caldo de carne com vinho), o que torna o prato mais saudável e suave, além de conferir um sabor especial.

A versão Carne ao Vinho vem acompanhada de diversos salgados, como pães artesanais – italiano e mandioca – produzidos pela Padoca do Vila, legumes gratinados, batata noisete e molhos de mostarda, madeira, funghi e vinho. Tanto a carne como os acompanhamentos têm reposição à vontade.

Para quem dispensa carnes e queijos, mas é amante do chocolate, o Festival terá uma versão apenas de fondue de chocolate. Ela é acompanhada de doces, como churros, palitinhos de bolo de cenoura, e frutas como banana, uva, morango e abacaxi. Neste caso, as frutas podem ser repostas uma única vez.

O Festival de Fondue só será servido a partir de duas pessoas. Além disso, a casa permanece com seu cardápio normal, inclusive nas noites de quinta, quando acontece a Noite da Paella.

Serviço:

Festival de Fondue do Vila Paraíso

Nos jantares de quinta a sábado

Valores: Ao Vinho (R$150,00 por pessoa), Infantil (crianças de 3 a 12 anos R$75,00). Versão Chocolate R$100,00.

Rua Heitor Penteado, 1716, Distrito de Joaquim Egídio, em Campinas (SP)

Telefone: (19) 3298-6913

Reservas pelos telefones (19) 3298-6913

Estacionamento próprio, com manobristas

Site www.restaurantevilaparaiso.com.br.

(Fonte: Comunicação Estratégica Campinas)

Secretaria de Cultura abre inscrições para audições em dança e teatro para novo espetáculo em junho

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Audições da modalidade Dança acontecem no Centro de Convenções Aydil Pinesi Bonachela. Foto: Fábio Alexandre.

Nos dias 17 e 18 de junho, a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, apresenta o espetáculo “Jesus Cristo de Nazaré – das Escrituras Sagradas para a Vida”. A participação é aberta ao público e as inscrições para as audições devem ser realizadas até o dia 8 de maio por meio de formulário online.

Serão disponibilizadas duas modalidades: Dança e Teatro, para aqueles que desejam integrar o elenco, figuração e corpo de baile do espetáculo de forma totalmente voluntária e sem qualquer remuneração. Em Teatro, o primeiro encontro com os primeiros inscritos acontece dia 2 de maio, das 19h às 21h, no Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano).

Em Dança, a primeira experiência com os bailarinos está marcada para 14 de maio, das 8h às 12h, no Centro de Convenções Aydil Pinesi Bonachela. É importante que os inscritos compareçam ao local com RG e CPF para conferência dos dados. Para as duas modalidades, os interessados devem ter mais de 16 anos, com a autorização dos pais ou responsáveis.

Ensaios

Para participar do projeto, os interessados devem ter disponibilidade para participar dos ensaios. Em Teatro, além do dia 2 de maio, quando será selecionado o elenco, os interessados se reúnem nos dias 9, 16 e 30 de maio e 6 de junho, das 19h às 21h. Os ensaios acontecem no Piano.

Seis ensaios gerais estão marcados para Teatro, nos dias 14 e 21 de maio, das 10h às 12h, dias 4 e 11 de junho, das 10 às 12h, e dias 13 e 14 de junho, das 19h30 às 22h30. Estes ensaios acontecem no Centro de Convenções.

Na Dança, além do dia 14 de maio, o elenco se reunirá nos dias 21 de maio e 4 e 11 de junho, das 8h às 12h. Nos dias 13 e 14 de junho, os ensaios acontecem das 19h30 às 21h30, todos no Centro de Convenções.

Nos dias 15 e 16 de junho, também das 19h30 às 22h30, acontecem os ensaios no local do espetáculo, em palco que será montado em frente à Prefeitura de Indaiatuba.

O espetáculo irá narrar a história do homem que veio a Terra, mas não foi compreendido. Porém, sua história atingiu o mundo todo e até hoje inspira os mais diversos segmentos da sociedade e da arte.

A secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho, destaca que a missão do espetáculo “é encantar e impactar o público por meio destes talentos que temos hoje nas oficinas da Secretaria Municipal de Cultura, com o apoio dos artistas e da população de Indaiatuba”.

A inscrição pode ser feita no portal Cultura Online (www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/), no botão Inscrições Elenco, ou diretamente no link https://forms.gle/xQKm3eFgiUBxMZm7A.

O Centro de Convenções Aydil Pinesi Bonachela está localizado na Rua das Primaveras, 210, Jardim Pompeia. Já o Piano fica na Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 5.924, no Jardim Morada do Sol. Mais informações sobre as inscrições para as audições podem ser obtidas pelo telefone (19) 3835-6200.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)