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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Museu da Imagem e do Som expõe obras que mostram a metaformose da cidade

Campinas, por Kleber Patricio

Exposição conta com 18 obras dispostas em formatos variados, de 30 centímetros a 2 metros. Foto: divulgação.

O Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas sedia até o dia 29 de junho a exposição “Alomorfia: Signos do Imaginário Urbano” que, como o próprio nome sugere, mostra os processos de transformação e metamorfose dentro dos espaços da cidade. A mostra é fruto do trabalho de três artistas visuais contemporâneos: Luma Nogueira Boschini, Bárbara Cândido e Encor.

A exposição fica aberta para visitação até o dia 29 de junho, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados, das 10h às 13h. A entrada é gratuita.

São 18 obras dispostas em formatos variados, de 30 centímetros a 2 metros. Cada um dos três artistas produziu seis peças, que carregam consigo sua abordagem e traço singular, mas sempre compartilhando os elementos comuns que dão o tom ao conjunto, tais como a presença de cores vibrantes e formas abstratas.

Serviço:

Exposição “Alomorfia: Signos do Imaginário Urbano”

Data: até 29/6

Horário: das 10h às 18h (segunda a sexta-feira) e das 10h às 13h (sábados)

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) Campinas

Endereço: Rua Regente Feijó, 859 – Centro – Campinas (SP).

(Fonte: Prefeitura de Campinas)

Primeira galeria de arte a céu aberto em palafitas é criada em Cubatão

Cubatão, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Instituto Elos – organização de educação social que fortalece a capacidade das pessoas de transformar a realidade –, em parceria com a Compass Gás e Energia e com o apoio da Prefeitura de Cubatão, realizou neste mês a segunda vivência Oasis na Vila, uma experiência baseada na Metodologia Elos que reúne talentos e recursos locais para transformar lugares a partir de sonhos coletivos. Nesta edição, os participantes do projeto e os moradores sonharam e decidiram realizar um mutirão de revitalização das passarelas em palafitas da região e colorir todo o trajeto do Beco do Coqueiro, que dá acesso a uma área das casas em palafitas.

Nos dias 20 e 21 de maio de 2023 foi realizado um mutirão projetado pela própria comunidade e foi um grande sucesso. Em dois dias, foram construídos 85 metros lineares de passarela em palafitas e a instalação de iluminação no trajeto revitalizado. Além disso, foram feitas mais de 40 pinturas por artistas/grafiteiros convidados, que voluntariamente participaram desta ação.

A partir desse processo participativo de identificação das potencialidades (talentos e recursos) do território, foi desenvolvida por meio do mutirão uma relação autêntica e de confiança da comunidade com os parceiros externos, estimulando assim a expressão de sonhos coletivos e a criação de estratégias para realizá-los.

Acreditando que podem realizar ainda mais, as pessoas moradoras que participaram do mutirão querem construir mais 500 metros lineares de passarela, além de um deck para o lazer, principalmente para crianças. Ainda com materiais em mãos e muito engajados, os moradores continuaram o mutirão no final de semana seguinte de forma autônoma e construíram mais 30 metros lineares de passarela.

A frente das pinturas não parou, pois um grande movimento de artistas/grafiteiros continua a colorir o Beco do Coqueiro e as casas em palafitas da Vila dos Pescadores. Talvez a primeira galeria de arte a céu aberto em palafitas de Cubatão esteja nascendo.

A vivência Oásis é uma das iniciativas promovida pelo Instituto Elos em parceria com a Compass Gás e Energia e o apoio da Prefeitura de Cubatão que tem o objetivo de impulsionar o protagonismo comunitário e o protagonismo jovem na Vila dos Pescadores, região com aproximadamente 18 mil moradores, promovendo a cultura de abundância através do fortalecimento das relações de confiança e cooperação entre diversos stakeholders, orientados por uma visão de futuro compartilhada que estimule o empreendimento de diversas iniciativas de base comunitária.

O Instituto | Com quase 25 anos de atuação e reconhecido como uma das 100 Melhores ONGs do Brasil por três anos consecutivos, o Instituto Elos já formou mais de três mil lideranças, capacitou cerca de 600 multiplicadores, em uma atuação que se estende por mais de 50 países e com 500 mil pessoas impactadas. Na Baixada Santista, onde está sediado, realiza iniciativas em parceria com instituições dos setores público, privado e social, impulsionando o movimento de transformação social para um melhor mundo.

(Fonte: LNera Comunicação)

História dos direitos das mulheres pelo mundo ganha versão ‘graphic novel’ pelas mãos de ativistas contemporâneas

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A luta feminina por igualdade é longa e já foi contata por diversos ângulos. Agora, a obra “Amazonas, Abolicionistas e Ativistas” relata esta história de maneira inovadora: em formato graphic novel. Lançamento da Editora Seoman e escrita pela ativista e crítica cultural negra Mikki Kendall, ela apresenta as principais figuras e acontecimentos que promoveram os direitos das mulheres ao longo do tempo.

Kendall, ao lado da ilustradora queer A. D’Amico, relata as proezas de mulheres notáveis ao longo da história – de rainhas e combatentes da liberdade a guerreiras e espiãs –, além de citar importantes passagens sobre os movimentos progressistas liderados por mulheres que moldaram a história; entre eles, a abolição, o movimento sufragista, a entrada da mulher no mercado de trabalho, os direitos civis, o movimento LGBTQ+, os direitos reprodutivos e muito mais.

Capa.

Traduzida pela brasileira Denise de Carvalho Rocha, esta HQ trata, de forma contundente e ousada, de diversos temas que compõe a trajetória das mulheres rumos aos seus direitos, como: os direitos das mulheres na antiguidade; como era o poder de imperatrizes, rainhas e princesas; o papel da escravidão, do colonialismo e do imperialismo no processo de apagamento das mulheres; a luta feminina pela liberdade e a marcha pela igualdade. Passa ainda pela revolução sexual e pela crise da AIDS (entre 1960 e 1980) e pelos feminismos corporativo, inclusivo etc.

“Esta é uma obra dedicada àquelas que pavimentaram o caminho, para as que aprenderam a abrir caminho e para as outras que encaram caminhos ainda desconhecidos”, dizem a autora e a ilustradora na dedicatória.  Ao percorrerem a história da luta feminina, do começo ao fim, elas mostram figuras históricas e contemporâneas como Angela Davis, Malala, Janet Mock e Jowelle de Souza, além de muitas líderes no mercado de trabalho e na política, como Michele Bachelet e Ellen Johnson Sirleaf.  O leitor é transportado, junto com as personagens desta HQ (que representam a diversidade racial, estética e cultural), para uma viagem de resgate pelas origens e pelos progressos da luta pelos direitos de todas as mulheres.

Sobre as autoras:

Mikki Kendall é escritora, ativista, palestrante, blogueira e autora best-seller do New York Times. Formada pela Universidade de Illinois Urbana-Champaign e pela Universidade DePaul, seus trabalhos já foram apresentados no The Washington Post, The Boston Globe, The Guardian, Time, Salon, Ebony, Essence e outras publicações. Oradora talentosa, ela já discutiu sobre temas como raça, feminismo, violência, tecnologia, cultura pop e mídia social em Good Morning America; The Daily Show; Woman’s Hour, da BBC e outros. Mikki mora em Chicago com a família.

A. D’Amico é ilustradora, nascida em Ohio. Formou-se em 2016 no Columbus College of Art & Design com um bacharelado em Ilustração e, desde então, trabalha como freelancer em histórias em quadrinhos, aquarelas e ilustrações digitais.

Serviço:

Livro Amazonas, Abolicionistas e Ativistas

Autoras: Mikki Kendall e A. D’Amico

Editora: Seoman

Páginas: 208

Preço: R$99,00

Adquira em: https://www.grupopensamento.com.br/produto/amazonas-abolicionistas-e-ativistas-9080.

(Fonte: Aspas & Vírgulas)

Pesquisa sobre microplástico dispara no Brasil; tema se tornou um dos principais na área de Oceanos

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Soren Funk/Unsplash.

Em seis anos (2017 a 2022), o número de pesquisas no Brasil sobre “microplástico” aumentou 560%. O tema insere-se num universo de mais de oito mil artigos sobre oceanos publicados por instituições brasileiras no período. Os dados estão em relatório inédito lançado na segunda (5) pela editora científica Elsevier com a Bori. O documento inaugura a parceria entre Elsevier e Bori no sentido de analisar, periodicamente, dados da produção científica brasileira e disponibilizá-los a jornalistas.

A pesquisa faz um mapeamento da produção científica do Brasil sobre os oceanos de 2017 a 2022, com uso das ferramentas Scopus e SciVal – essa última desenvolvida pela Elsevier, que mapeia publicações científicas em documentos públicos utilizados em tomadas de decisão mundo afora. A ideia é entender o foco que a ciência brasileira dá ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 (ODS 14), “Vida abaixo da água”, da Organização das Nações Unidas (ONU), já que o Brasil tem uma das maiores zonas costeiras do mundo, com 8 mil quilômetros de extensão em linha contínua de costa.

O documento mostra que, de 2012 a 2021, houve um crescimento de 12% ao ano nas publicações brasileiras sobre Oceanos. Além do tema “microplástico”, os temas “seashore” (costa marinha), “aquaculture” (aquicultura) e “Oreochromis Niloticus” (tilápia) compõem a lista de temas mais relevantes dos artigos produzidos por pesquisadores brasileiros relacionados ao ODS 14. Apesar de aparecerem em 2.000 (seashore), 1.230 (aquaculture) e 562 (Oreochromis Niloticus) artigos, a referência a esses temas diminuiu – principalmente a partir de 2021.

A possibilidade de relacionar o conteúdo de publicações científicas com Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) tem trazido informações importantes sobre os alvos de pesquisa em regiões ou instituições, segundo aponta Carlos Henrique de Brito Cruz, Vice-presidente Sênior de redes de Pesquisa da Elsevier. Ele observa que, no caso brasileiro, há um crescimento acima da média do país em estudos sobre o ODS 14. “Este crescimento mostra como a comunidade científica no país tem escolhido focalizar seus esforços em temas de grande relevância para o avanço do conhecimento e, ao mesmo tempo, para os objetivos de sustentabilidade planetária”.

Na 11ª posição mundial entre países que mais publicam estudos sobre oceanos, o Brasil tem uma pesquisa com importância internacional: cerca de 40% das publicações é fruto de colaborações com instituições de pesquisa estrangeiras. Além disso, elas alcançaram um impacto de citações 2% acima da média mundial de citações.

Esse é o caso do artigo “Studies of the effects of microplastics on aquatic organisms: What do we know and where should we focus our efforts in the future?, publicado em 2018 na revista “Science of the Total Environment”. Com colaboração brasileira, da Universidade Federal de Goiás (UFG), e autoria de pesquisadores das universidades da Suécia, de Aveiro, em Portugal, e de Queensland, na Austrália, o trabalho é uma das cinco publicações mundiais mais citadas sobre microplástico. Seu impacto de citações normalizado é igual a 7,79, ou seja, 679% acima da média mundial de citações, que é 1. O impacto de citações é medido pela quantidade de vezes que um artigo científico é mencionado em outras publicações do mesmo tipo, disciplina e ano de publicação.

A Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), Santa Catarina (UFSC) e de Rio Grande (FURG) são as instituições que mais publicaram pesquisas sobre oceanos nos cinco anos analisados, reunindo mais de 3 mil publicações. Em seguida, aparecem as universidades federais do Paraná (UFPR), Fluminense (UFF), Pernambuco (UFPE) e Ceará (UFC). A maioria dos estudos é das áreas de agricultura (57%), ciências ambientais (42%) e ciências da terra (25%).

Os impactos da pesquisa em políticas públicas | Os dados dão, ainda, uma dimensão sobre o impacto da pesquisa brasileira sobre oceanos em políticas públicas: 4,8% dos 8 mil artigos foram citados e embasaram tomadas de decisão sobre proteção de oceanos. Grande parte das menções aos estudos foi feita pela FAO (Food and Agriculture Organization), União Europeia e United Nations Environment Programme.

(Fonte: Agência Bori)

Instituto Argonauta e Aquário de Ubatuba emitem 54ª edição do Boletim do Lixo do litoral Norte

Ubatuba, por Kleber Patricio

Lixo encontrado na praia Cocanha, em Caraguatatuba/SP, sendo pesado pela equipe do Instituto Argonauta. Fotos: divulgação/Instituto Argonauta.

No mês de abril deste ano, foram retirados das praias do litoral Norte de São Paulo 166,6 kg de lixo, de acordo com informações contidas na 54ª edição do Boletim do Lixo, emitida pelo Instituto Argonauta e Aquário de Ubatuba. A maior quantidade foi registrada na cidade de Caraguatatuba (96,5 kg), seguida de São Sebastião (24,3 kg), Ubatuba (23,1 kg) e Ilhabela (22,7 kg).

Ao todo, foram monitoradas 130 praias da região, sendo 56 em Ubatuba, 15 em Caraguatatuba, 31 em São Sebastião e 28 em Ilhabela. A equipe observa toda a faixa de areia, faz o registro fotográfico indicando a situação do local e classifica de acordo com a metodologia proposta, categorizando em quatro categorias: ausente, quando não há evidência de lixo; traço, predominantemente ausente, mas com a presença de alguns itens espalhados; inaceitável, amplamente distribuído com algumas acumulações de lixo, e caótico, pesadamente contaminado com várias acumulações de resíduos.

Ao longo do mês de abril, 84 praias do litoral norte (64,6%) continham alguma evidência de lixo e foram classificadas na categoria “traço”; seguido de “ausente” (33,8%) e “inaceitável” (1,5%). De acordo com a média mensal, nenhuma praia foi classificada como “caótica”.

Em Ubatuba foram realizados 1.733 registros, sendo que 95,1% foram classificados como “traço”, seguido do “ausente” (2,7%) e “inaceitável” (2,1%). Em Caraguatatuba, de 450 registros, 78,2% foram classificados como “traço”, seguido do “inaceitável” (18%), e “ausente” (3,8%). Em São Sebastião, de 930 registros, 65,4% foram classificados como “ausente”, seguido de “traço” (34,3%) e 0,3% “inaceitável”. Em Ilhabela, de 840 registros, 59,2% indicaram a categoria “ausente”, seguida de “traço” (40,8%). Situações classificadas como “caótico” não foram registradas no período.

O lixo marinho é uma preocupação do Instituto Argonauta, que desde 2016, somando esforços a outros projetos desenvolvidos pela instituição, coleta, tria (sistematicamente) e analisa diariamente os lixos que são encontrados nas praias da região do litoral norte paulista (Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela e São Sebastião), por meio de técnicos e monitores.

Em 2018, inspirado no boletim da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) – balneabilidade das praias – e, com a necessidade de informar a toda a população quanto ao estado de contaminação por resíduos sólidos de origem antropogênica nas praias, surgiu a ideia de um boletim mensal sobre o lixo.

O resíduo mais encontrado nas praias é o plástico, correspondendo a 72% do total do lixo que é coletado, mas também são comuns bitucas e apetrechos de pesca, entre outros.  Uma das principais causas de mortalidade de animais marinhos no Litoral Norte é o plástico de origem humana, especialmente o plástico descartável.

O Aquário de Ubatuba, o Instituto Argonauta e o Projeto Tamar foram as primeiras instituições a trabalhar na problemática do lixo marinho no Brasil e na região do Litoral Norte. O Instituto Argonauta atua na região há 23 anos em parceria com o @aquariodeubatuba.oficial através da sensibilização e conscientização em relação a problemática dos resíduos sólidos no ambiente marinho.

O boletim do lixo pode ser acessado na íntegra pelo site da instituição: https://institutoargonauta.org/publicacoes/.

Sobre o Instituto Argonauta

O @institutoargonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba @aquariodeubatubaoficial_ e reconhecido em 2007 como Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial a conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos. Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, entre outras atividades. O Instituto Argonauta também é uma das instituições executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). Seja um Argonauta.

Venha conhecer o Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha, na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP, aberto diariamente.

Também é possível baixar gratuitamente o aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOS (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região, bem como informar ainda problemas ambientais nas praias, para que a equipe do Argonauta encaminhe a denúncia para os órgãos competentes.

Conheça mais sobre esse trabalho em www.institutoargonauta.org, www.facebook.com/InstitutoArgonauta e Instagram: @institutoargonauta.

Sobre o Aquário de Ubatuba

É o primeiro privado do Brasil aberto à visitação do público e pioneiro no conceito de educação ambiental por meio do contato direto com animais. Destaca-se no país pelos projetos e realizações ao longo de 24 anos, completados em fevereiro do ano passado. Pioneiro em ter elasmobrânquios sob cuidados humanos, um tanque de águas vivas e um tanque de contato no Brasil. A instituição possui ainda certificado de bem-estar animal emitido pela Associação dos Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB) em parceria com a Wild Welfare Worldwide e é premiada e reconhecida por iniciativas práticas de conservação e por ter sido a primeira em colocar em exercício iniciativas sustentáveis. Atende, gratuitamente, estudantes de escolas públicas da cidade mediante capacitação de professores.

O Aquário de Ubatuba é aberto todos os dias, das 10h às 22h, e contém o Selo Turismo Responsável. O endereço é Rua Guarani, 859, Itaguá, Ubatuba/SP e telefone para contato, (12) 3834-1382.

Conheça mais sobre o Aquário em: www.aquariodeubatuba.com.br,  https://www.facebook.com/aquaubatuba e Instagram: @aquariodeubatubaoficial.

(Fonte: Instituto Argonauta)