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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Iniciativas auxiliam no combate ao trabalho infantil em regiões de vulnerabilidade social

Curitiba, por Kleber Patricio

Foto: FreePik.

O dia 12 de junho é dedicado ao combate ao trabalho infantil em todo o mundo, reconhecido como uma das formas de exploração mais prejudiciais ao desenvolvimento pleno do ser humano. Segundo informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), havia 1,8 milhão de crianças e adolescentes de cinco a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil em 2019. O número corresponde a quase toda a população de países como Letônia ou Guiné Bissau e o problema, que possui alta complexidade, demanda um enfrentamento pautado no desenvolvimento social e na quebra do ciclo da pobreza.

Os efeitos do trabalho infantil deixam marcas que, muitas vezes, tornam-se irreversíveis e perduram até a vida adulta. Além de causar prejuízos físicos e psicológicos, o trabalho infantil influencia na queda do rendimento nos estudos e na evasão escolar, comprometendo o processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Quanto mais cedo um indivíduo começa a trabalhar, menor será seu salário na fase adulta, o que perpetua a exclusão social.

A Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil, assumiu o compromisso de adotar medidas imediatas e eficazes que garantam a proibição e a eliminação das piores formas de trabalho infantil em caráter de urgência. Dentre a lista das piores formas de trabalho infantil elaborada pelo país, destacam-se as seguintes áreas: agricultura, trabalho doméstico, produção e tráfico de drogas, informal urbano, trabalho infantil no lixo e com o lixo e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Oferecer oportunidades de desenvolvimento para crianças e adolescentes é imprescindível para combater o trabalho infantil. O ChildFund Brasil atua em regiões de alta vulnerabilidade social, onde as famílias frequentemente colocam os filhos para trabalhar como forma de aumentar a renda. As ações da organização impactam positivamente na vida de mais de 110 mil pessoas, sendo que cerca de 60 mil são crianças e adolescentes. São quase 30 mil famílias alcançadas em sete estados do Brasil: Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Piauí e São Paulo. O Relato de Sustentabilidade de 2015, em amostra com parceiros locais, ao analisar o indicador ‘Taxa de retirada de trabalho infantil’ (Fundação Telefônica), alcança o resultado em que 88% das crianças participantes dos projetos eliminaram o risco de situação de trabalho infantil

Infância saudável e lúdica

O ChildFund Brasil desenvolve programas direcionados à primeira infância, à adolescência, à juventude e ao desenvolvimento local por meio de ações coletivas realizadas pelas famílias, combatendo o trabalho infantil de maneira indireta. Para que as crianças e os adolescentes participem das iniciativas, é necessário que estejam matriculados na escola, o que possibilita o acesso da família a uma renda por meio dos benefícios sociais do governo.

“Nós desenvolvemos iniciativas estratégicas que abarcam desde a primeira infância até o início da vida adulta, de modo a contribuir para o combate ao trabalho infantil, que impede crianças e adolescentes de terem um futuro digno e com mais oportunidades. Nossos projetos proporcionam atividades permeadas pela ludicidade, pelo relacionamento familiar, pelo aprendizado intelectual, pelo exercício da cidadania e do pensamento crítico e pela qualificação para o mercado de trabalho, para que as famílias tenham melhores condições e crianças e adolescentes cresçam saudáveis e façam atividades alinhadas a sua faixa etária”, pontua Mauricio Cunha, diretor de País do ChildFund Brasil.

Os programas Brincando e Crescendo Feliz e Família Cuidadora contam com 7.166 participantes e buscam garantir uma primeira infância saudável e protegida, fortalecendo a participação de pais, mães e cuidadores na fase de crescimento infantil. A primeira iniciativa contribui para o desenvolvimento integral das crianças por meio de atividades que estimulam o crescimento físico, intelectual e o relacionamento com pais, mães e responsáveis. Já a última, promove ações junto a pais, mães e cuidadores com o objetivo de fortalecer suas competências para o cuidado de crianças, adolescentes e jovens.

Protagonismo de crianças e adolescentes

Para a faixa etária situada entre sete e 14 anos, há os programas Adolescentes Saudáveis e Participativos, que realiza ações de fortalecimento da convivência familiar e comunitária a partir do protagonismo de crianças e adolescentes, e Habilidades para a Vida, que estabelece ações para aprimorar o desenvolvimento pessoal, o pensamento crítico e a tomada de melhores decisões para as vidas dos adolescentes. As iniciativas contam com 23.036 participantes.

Com o intuito de colaborar para uma juventude participativa, capacitada e protagonista na sociedade, o ChildFund Brasil realiza os programas Identidade e Participação Cidadã, que contribui para a consolidação da identidade pessoal e coletiva dos jovens a fim de possibilitar o estreitamento de laços familiares e comunitários, e Qualificação Pessoal e Profissional, que oferece capacitação para a inclusão de jovens no mercado de trabalho. Ambos possuem 7.391 participantes.

Inclusão no mercado de trabalho e incidência política na juventude

Os jovens que possuem de 15 a 24 anos se envolvem em ações que reforçam a identidade pessoal e coletiva, a autoestima, os vínculos familiares e comunitários e qualificam para inclusão no mercado de trabalho e sociedade, além de fortalecer o núcleo familiar e a vida comunitária. No programa Sustentabilidade do Lar, há ações comunitárias para assegurar a segurança alimentar e nutricional dos jovens enquanto o Organizações Fortalecidas fortalece organizações parceiras para que possam gerar mudanças duradouras em suas comunidades. As iniciativas atendem 75.726 pessoas diretamente e indiretamente.

Além dessas iniciativas para a juventude, o ChildFund Brasil articula a Rejudes (Rede de Juventudes em Defesa dos seus Direitos Sociais), composta por jovens de várias regiões do país que participam de associações e comissões em níveis locais e estaduais, para fazerem incidência política e, assim,  lutarem por seus direitos.

Sobre o ChildFund Brasil

O ChildFund Brasil é uma organização que atua na promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente, para que  tenham seus direitos respeitados e alcancem o seu potencial. Atualmente, está presente em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Piauí e São Paulo). Para realizar esse trabalho, que impacta positivamente na vida de mais de 110 mil pessoas, entre elas cerca de 60 mil crianças e adolescentes, a organização conta com a doação de pessoas físicas, por meio do programa de apadrinhamento de crianças e também de doações de empresas, institutos e fundações que apoiam os projetos desenvolvidos.

A fundação do ChildFund Brasil foi em 1966 e sua sede nacional se localiza em Belo Horizonte (MG). A organização faz parte de uma rede internacional associada ao ChildFund International, presente em 24 países e que gera impacto positivo na vida de 16,2 milhões de crianças e suas famílias. A organização foi eleita a melhor ONG de assistência social em 2022, e a melhor para Crianças e Adolescentes do país, por três anos (2018, 2019 e 2021), além de estar presente, também, entre as 100 melhores por seis anos consecutivos pelo Prêmio Melhores ONGs.  www.childfundbrasil.org.br

(Fonte: DePropósito Comunicação de Causas)

Prefeitura de Indaiatuba faz campanha de arrecadação de roupas de frio masculinas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A Prefeitura de Indaiatuba realiza, por meio das Secretarias de Assistência Social, Saúde, Esportes e Educação, campanha de arrecadação de roupas de frio masculinas para complementar o estoque recebido na Campanha do Agasalho 2023 a partir de segunda-feira (12). Diversos pontos do município vão receber as doações até 19 de junho.

Neste momento são solicitadas apenas roupas de frio e agasalhos masculinos.

Locais:

CREAs – Rua José Francisco Tuon, 121 – Jardim Santa Cruz (seg a sex das 8h às 17h)

Escolas municipais – todas de Indaiatuba (seg a sex das 8h às 17h)

UBSs – todas de Indaiatuba (seg a sex das 7h30 às 16h30)

Núcleos esportivos – diretamente com o coordenador.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

III Encontro de Música Contemporânea OSU apresenta novas tendências da música atual

Campinas, por Kleber Patricio

A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU). Foto: Ton Torres.

No próximo dia 15 de junho às 19h30, a Orquestra Sinfônica da Unicamp apresenta no auditório do Instituto de Artes, o tradicional Encontro de Música Contemporânea,  onde o público, além de escutar as diversas tendências da música sinfônica, também recebe dicas de como apreciar alguns estilos, sonoridades e ideias musicais.

Neste ano, o público poderá também participar da execução da obra icônica “Santos Football Music” do compositor Gilberto Mendes, que será realizada em comemoração ao lançamento do livro “O Grupo Música Nova e a Música Eletroacústica”, escrito pela compositora e professora do Instituto de Artes Dra. Denise Garcia. Estreada em 1973 pelo Maestro Eleazar de Carvalho, “Santos Football Music” é uma das obras mais conhecidas do repertório de Gilberto Mendes. Ela é concebida para uma orquestra sinfônica, difusão eletroacústica e performance do próprio público. Mendes trouxe para dentro do espaço do concerto elementos sonoros e ações que ocorrem dentro do estádio de futebol; desta forma, o público participa também da performance, tornando-se esta uma experiência que provoca grande entusiasmo por parte de todos os participantes, músicos e plateia.

Além da obra de Gilberto Mendes, o programa conta com duas estreias: a peça “Llanos em letargos”, da compositora espanhola Rosa Maria Rodríguez Hernández, com solos do violinista Éverton Amorim, e o Concerto para Contrabaixo de Carlos dos Santos, que será interpretado pelo chefe do naipe de contrabaixos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Pedro Gadelha.

Com destaque para o gênero do concerto solista, o Encontro também inclui o Concerto para oboé do compositor mineiro Harry Crowl, interpretado pelo oboísta e professor Lucius Mota, e o Concerto para Vibrafone, também do compositor e percussionista Carlos dos Santos, que será interpretado pelo próprio compositor.

O lançamento do livro está previsto para ocorrer na entrada do Auditório, a partir das 18h, quando a autora estará autografando e recebendo os convidados. O evento é aberto a estudantes, músicos e curiosos sobre as novas tendências da música de concerto.

Serviço:

Encontro de Música Contemporânea

Data: 15 de junho de 2023

Lançamento do livro: 18h

Concerto: 19h30

Local: Auditório do Instituto de Artes da Unicamp (IA)

Regente: Cinthia Alireti, maestrina da Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU)

Solistas: Carlos dos Santos (vibrafone), Éverton Amorin (violino), Lucius Mota (oboé), Pedro Gadelha (contrabaixo)

Entrada franca.

(Fonte: Ciddic/Unicamp)

Exposição mostra vida nas periferias por meio de miniaturas feitas com material reciclável

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Leu Britto.

A Oficina Cultural Alfredo Volpi, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo gerenciado pela Poiesis, recebe a exposição “Quebradinha”, com reflexões sobre as desigualdades e a criatividade presente nas comunidades periféricas, no mês de junho o espaço oferece visitas mediadas pelo artista Nenê no dia 15 de junho, quinta-feira, das 14h às 15h. A exposição pode ser vista até o dia 22 de julho.

Na zona leste de São Paulo, o Nenê (Marcelino Melo), apresenta a exposição “Quebradinha: Escrevendo o hoje para que o amanhã não fique sem ontem”, que traz um trabalho de representação e registro histórico dos saberes e tecnologias das favelas por meio de esculturas de casas em miniaturas, que juntas, expressam mais do que a arquitetura desses territórios, representam potências e dores que estão diretamente ligados a essas regiões e seus moradores.

Nenê é um artista multimídia que trabalha com produções audiovisuais e recentemente vem sendo reconhecido por seu trabalho com esculturas de pequenas casas feitas com materiais recicláveis, como papelão, garrafas PET, papel machê, MDF e madeiras, como uma das formas de ilustrar a vida nas periferias.

Serviço: 

Programação gratuitaOficina Cultural Alfredo Volpi

Quebradinha: escrevendo o hoje para que o amanhã não fique sem ontem

Coordenação: Nenê (Marcelino Melo)

Até 22/7 – terça(s)-feira(s), quarta(s)-feira(s), quinta(s)-feira(s) – 10h às 21h30; sexta(s)-feira(s) e sábado (s) – 10h às 18h

Faixa etária: livre

Visita guiada pelo Nenê: 15/6 – quinta-feira – 14h às 15h

Rua Américo Salvador Novelli, 416 — Itaquera — São Paulo

Telefone: (11) 2056-5028 | Horário de funcionamento: terças às quintas-feiras, das 10h às 21h30 | sextas e sábados, das 10h às 18h

Detalhes sobre os protocolos para visitas podem ser conferidos no site

Acessibilidade: Elevador, banheiro acessível para cadeirantes e rampa de acesso na entrada.

(Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo)

Baseado na obra de Chico Buarque, espetáculo “Chico, Canto e Corpo” faz duas apresentações em junho na Sala Maria Thereza Tápias

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Fernando Ferreira.

“Chico, Canto e Corpo”, de 2022, é um espetáculo da Cia Dança 3 inspirado na obra de Chico Buarque de Holanda. Com base em uma pesquisa musical do repertório do escritor, cantor e compositor, a bailarina e coreógrafa Andrea Raw criou uma textualidade coreográfica permeada pelo piano da cantora e pianista Clarice Prieto, também diretora musical do trabalho, e pela voz da jovem cantora Julie Wein. As cenas são costuradas por um diálogo entre canto e corpo, voz e presença, em meio a paisagens visuais.

As coreografias – solos, duos e trios em sua maioria – exploram alguns temas marcantes do vasto repertório de Chico Buarque, como “Eu te amo”, “Beatriz”, “Valsa Brasileira” e “O que será”, que transpõem relações, sentimentos e questionamentos sociais e políticos. Há também passagens de alguns trechos da literatura de Chico, autor de romances como “Budapeste”, “Estorvo” e “Essa Gente”, narrados pelo ator e dublador Igor Ribeiro.

Realizado pela Companhia Dança 3, de Andrea Raw, fundada em 2012, “Chico, Canto e Corpo” estava em fase de finalização e com estreia marcada para março de 2020, quando a quarentena por causa da Covid-19 foi decretada. A estreia não aconteceu e os trabalhos foram suspensos. O Prêmio Funarj de Dança 2022 foi a possibilidade de finalização e estreia do espetáculo, que ocorreu em dezembro de 2022 no Teatro João Caetano e no Teatro Armando Gonzaga, ambos no Rio de Janeiro.

Ficha Técnica

CHICO, CANTO E CORPO

Cia Dança 3/Andrea Raw

Direção Geral e Coreografia – Andrea Raw

Direção Musical e Piano – Clarice Prieto

Voz – Julie Wein

Narração – Igo Ribeiro

Iluminação – Gil Santos

Figurinos – João Corrêa

Bailarinos – Andrea Raw, Giovanna Oliveira, Isadora Almeida, Julita Machado, Jorge Tavares, Síria Cordeiro e Wallace Ramires

Técnicos de som – Klauber Fabre e Marcos Cavalcante

Operador de Luz – Cristiano Ferreira

Fotografias – Fernando Ferreira

Cineasta – Orlando Xavier

Estúdios – Musimundi e Dublemix

Realização – Arteducação

Apoio – Ballet House

Duração – 50 minutos.

Sobre a Companhia Dança 3/Andrea Raw

Criada em 2012 no Rio de Janeiro pela bailarina, professora, coreógrafa e produtora Andrea Raw, a Cia Dança 3 usa as técnicas de dança moderna para a preparação física de seus bailarinos, além do balé clássico, Pilates e musculação. Andrea Raw tem formação na Martha Graham School de NY e, com 40 anos de prática em dança em múltiplas linguagens, acredita em uma formação diversificada e abrangente a respeito da estrutura corporal à luz da consciência corporal e de práticas da educação somática como um caminho necessário para a consolidação de bailarinos resistentes e expressivos, muitos deles já em sua maturidade corporal, onde tais conhecimentos se tornam indispensáveis.

Ao longo dos anos, os integrantes da companhia tiveram um estudo extenso de diversas técnicas de dança moderna, como Horton, Graham e Limón, sempre em contato com os professores internacionais trazidos para o Congresso Brasileiro e o Panamericano de Dança Moderna, produzido anualmente por Andrea, bem como por diversos cursos realizados. Os trabalhos coreográficos sempre foram apresentados nas mostras realizadas durante os eventos, além de participações em festivais, eventos pela cidade do Rio de Janeiro e por outras capitais do país, como Goiânia, São Paulo e Salvador.

Em 2018, a Cia Dança 3 teve uma temporada completa do trabalho “Terra Além Mar”, obtendo uma indicação de melhor bailarina para Andrea Raw, no I Prêmio de Dança Cesgranrio. O segundo espetáculo completo da companhia, “Chico, Canto e Corpo”, estava em processo de finalização em 2020 quando foi interrompido pela pandemia da Covid-19. Algumas coreografias que haviam sido elaboradas para o I Congresso Panamericano de Dança Moderna foram apresentadas na Mostra Plataforma Dança Intercâmbio 2021 de forma gratuita e on-line.

Sobre Andrea Raw | Bailarina, professora, coreógrafa, pesquisadora e produtora em dança, iniciou seus estudos no Rio de Janeiro em 1983. Atuou em diversas companhias e grupos de Dança e graduou-se no Bacharelado em Artes Cênicas pela UniRio e em Docência dos Ensinos Fundamental, Médio e Superior pela UCAM. Começou a lecionar em 1992, destacando-se no ensino da Dança Moderna no Ballet Stagium, em São Paulo, Petite Danse, Escola Marta Bastos e Centro de Movimento Deborah Colker, no Rio e no MMS em Budapeste, na Hungria. Formada pela Martha Graham School em NY/EUA em 2009, foi idealizadora e produtora do I e II Workshops de Técnica e Repertório de Martha Graham no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro em 2009 e 2010. Fundadora, diretora artística e coreógrafa da Companhia Dança 3 desde 2012, sediada no Rio de Janeiro.

Serviço:

Dança – espetáculo “Chico, Canto e Corpo”, da Cia Dança 3/Andrea Raw

Dias 10 e 11 de junho (sábado e domingo)

Horário: 20h

Classificação: Livre

Local: Espaço Tápias – Sala de espetáculos Maria Thereza Tápias Endereço: Av. Armando Lombardi, 175 – 2º andar – Barra da Tijuca

80 lugares

Ingressos: Inteira R$30,00 e meia-entrada R$15,00 – *pela plataforma Sympla https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias

Duração: 50 minutos.

(Fonte: Claudia Tisato Assessoria de Imprensa)