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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Instituto Tomie Ohtake apresenta “Walmor Corrêa – sobre pássaros, sinapses e ervas energéticas”

São Paulo, por Kleber Patricio

Paisagem Natural do Sporophila Beltoni. Foto: Millard Schisler.

Walmor Corrêa, artista que desde cedo se interessou em ilustrar seus cadernos de ciências e biologia e produziu estudo aprofundado sobre a flora e fauna amazônica, traz ao Instituto Tomie Ohtake cerca de 30 obras concebidas do ano 2000 até hoje.

Contudo, de seu interesse por estas matérias, como artista Walmor construiu sua poética a partir de questionamentos e impressões sobre a natureza, a evolução e a ciência. Conforme escreve Paulo Miyada, curador chefe do Instituto: “de modo simétrico, a arte com frequência faz de sua capacidade de ‘transver o mundo’ uma ferramenta para acessar o mundo para além daquilo que já se sabe estar nele, expandindo o alcance das verdades conhecidas. É nessa ambivalência que Walmor Corrêa constrói o fundamento de sua poética. Entre saber e fabulação, ele emprega verossimilhantes e delicados sistemas visuais para suspender nossa descrença e reforçar nossa desconfiança”.

Diorama Diurno. Foto: Alvaro Dominguez.

Nesta exposição, segundo o curador chefe do Instituto Tomie Ohtake, foi traçado um caminho que se inicia com a suspensão da descrença resultante da colaboração do artista-pesquisador com cientistas de múltiplas especialidades a fim de melhor descrever uma anatomia plausível de entes nascidos em sonhos, lendas, mitos e augúrios populares e/ou ancestrais.

Em um segundo momento estão trabalhos “em que Walmor Corrêa encontrou fissuras no discurso científico, revelando assim assimetrias decorrentes do rebatimento de relações de poder sobre a ciência”. Em seguida, há obras “em que o artista se valeu de mapeamentos e mensurações das mais diversas ordens para expressar sua admiração por personagens que moldaram e moldam sua vivência do mundo”. Esta série, Mapeamento Cognitivo, traz desenhos e comentários a partir de rostos e mapas cranianos de personalidades como Clarice Lispector, Mario de Andrade, Lupicínio Rodrigues, Grande Otelo, Pixinguinha, Heitor Villa-Lobos e Clementina de Jesus.

“No final do percurso há trabalhos em que o artista tomou, por um lado, erros flagrantes em hipóteses científicas e, por outro, saberes populares e medicinas tradicionais, como roteiros para fabular alternativas à aparência e ao funcionamento das plantas e animais”, completa Miyada.

Walmor Corrêa (Florianópolis, Santa Catarina, 1961)

Salamanca (frontal). Foto: Hugo Curti.

Vive e trabalha atualmente em São Paulo. Ao longo de sua carreira, participou de diversas exposições no Brasil e no exterior, entre as quais destacam-se: XXVI Bienal Internacional de São Paulo/2004, VII Bienal do Mercosul/2009, Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo/2005; Metamorfose e Heterogonia – Projeto Site Specific – Museu de Arte Moderna de São Paulo/2015; Os Trópicos: Visões a partir do Centro do Globo – Martin-Gropius-Bau (Berlim, Alemanha) e Isiko South Afrixan Nacional Gallery (Cidade do Cabo, África do Sul)/2007; e Cryptozoology: Out of Time Place Scale – Bates College Museum of Art (Lewinston, Estados Unidos)/2006 e H&R Block Artspace, Knasas City Art Institute (Missouri, Estados Unidos). Em 2015, lançou uma publicação intitulada “O Estranho Assimilado”. A convite do Sesc Pompéia de São Paulo, apresentou a instalação sobre a vida de Lina Bo Bardi/2016, um solo Project com a Artur Fidalgo Galeria na Feira de Arte Internacional do Rio de Janeiro/2017, Dresden – Alemanha, Quién sabe dónde?/2019/Lleida – Espanha, “disCONNECTED”/Motorenhalle at Dresden/2020/Dresden – Alemanha, Exposição de inauguração do Non Museum For Contemporary/2020. Em 2022 lançou a publicação “Etnografia cultural da flora mágica brasileira” e apresentou a exposição individual intitulada “Sobre pássaro, sinapses e ervas energéticas” no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC).

Exposição Walmor Corrêa – sobre pássaros, sinapses e ervas energéticas

Abertura: 22 de junho, às 19h

Em cartaz até 20 de agosto de 2023

De terça a domingo, das 11h às 20h – entrada franca

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima 201 (entrada pela Rua Coropés 88) – Pinheiros – São Paulo, SP

Metrô mais próximo – Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela

Fone: (11) 2245-1900.

(Fonte: Pool de Comunicação)

‘Festival em Movimento – Rio de Janeiro’ estreia em 4 de julho com oficinas de dança gratuitas e aposta na diversidade

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

A idealizadora e curadora do projeto, Flora Baltz. Foto: Pedro Kong.

O Rio de Janeiro recebe, entre 4 e 22 de julho, a 1ª edição do Festival Em Movimento, que tem como premissa apresentar e proliferar a diversidade do mundo da dança contemporânea que se faz hoje nas ruas, nas comunidades e nos encontros artísticos, da zona norte à zona sul. O intuito é valorizar a cultura local por meio de oficinas de dança gratuitas. A curadoria é assinada pelos dançarinos Flora Baltz (idealizadora do projeto), e Romec, ambos com vasta experiência em práticas corporais, e que carregam uma grande pluralidade artística.

O Festival debuta na cidade maravilhosa para aproximar dançarinos que praticam inúmeros estilos de movimentos e realizar um intercâmbio de técnicas, vivências, diálogos, experiências, pesquisas e estratégias – sempre buscando práticas corporais distintas, vindas das diversas zonas do Rio. Serão três semanas de intensa atividade em que artistas-educadores, atuantes na sociedade, poderão gerar protagonismo a partir de lugares não hegemônicos, trazendo assim maior visibilidade aos participantes – de dentro e de fora do Rio de Janeiro.

Nesta edição, o destaque será voltado para as danças sociais do município como o “Charme”, surgido no fim da década de 70, nas Zonas Norte e Oeste do Rio, e o “Passinho”, fenômeno contemporâneo surgido no início dos anos 2000 nas favelas cariocas e o Afrofunk, entre outras. Cada pessoa pode se inscrever em, no máximo, três oficinas. Os interessados, inclusive de outras cidades, deverão se inscrever pela plataforma Sympla em https://www.sympla.com.br/produtor/baltazarcultural.

O dançarino Feijão em ação. Foto: acervo pessoal.

Segundo Flora Baltz, quando pensou no “Em Movimento – Rio de Janeiro”, a intenção era criar um espaço para promover o encontro de pessoas que vivem e atuam em diversas partes da cidade. “Pretendemos, durante essas três semanas, contar com a presença de 13 profissionais de excelência e oferecer um lugar para que os encontros de pessoas com vivências e práticas plurais na dança aconteçam. Por isso, criamos um espaço aberto diariamente após as oficinas, que acontecem de terça-feira à sexta-feira, para treinos e colaborações, e também vagas reservadas para pessoas transgêneras e pessoas com deficiência, para que os diálogos sejam amplos”, explica a curadora.

Estarão compartilhando conhecimento os profissionais André Feijão (“Locking Funk Soul Brasil”); Valéria Monã (“Danças Afro-Brasileiras”),Titii Silva (“Freettyle”), Laranjinha (“Passinho Foda”),Salasar Júnior (“Handstyles”), Renata Versiani (“Movimentação Singular”),Lenna Siqueira (“Afrohouse” e “Afro-Contemporâneo”),DandaraPatroclo (“Improvisação”), Lilian Isídio (“Dança Contemporânea”),Jacki Karen (“Oficina Rebolativa”), VN (“Passinho Foda”),Jeff Antônio (“Charme”) e Moira Braga(“Consciência Corporal”).

Serão oferecidas sequências de três aulas regulares de diferentes estilos, direcionadas aos jovens a partir de 16 anos, sempre de terça à sexta-feira, com a duração de 1h30 cada, além de um espaço aberto para que artistas possam colaborar e compartilhar os processos de criação.

A dançarina Lilian Isidio. Foto: Ulimar Lima.

Aos sábados, acontecerá uma oficina com a duração de 2h. Nas oficinas regulares, as vagas serão prioritárias para pessoas que atuam na área da dança, artistas interdisciplinares ou pessoas que já tiveram experiências com dança anteriormente. Também aos sábados, as aulas estarão abertas para atuantes ou não na área da dança, e 50% das vagas serão prioritárias para pessoas com deficiência.

Como ferramenta de democratização, serão disponibilizados auxílios transporte para pessoas de baixa renda inscritas em mais de uma oficina. A seleção será feita por sorteio por meio do site “SorteioGo” e transmitida ao vivo pelo Instagram da produtora do evento. Todas as oficinas serão realizadas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, na Tijuca, zona norte da cidade. No início da terceira semana, ocorrerá ainda uma roda de conversa liderada por praticantes dos estilos a fim de contextualizar as práticas.

“O projeto surge com o intuito de possibilitar práticas dançantes para qualquer pessoa interessada, seja ela profissional ou não. Todas as oficinas oferecidas serão gratuitas, assim como, a roda de conversas proposta pelos curadores, contando com a presença dos facilitadores da terceira semana. E a proposta é que ele seja itinerante, percorrendo diferentes regiões do país, a cada ano, em um estado diferente”, finaliza Romec.

Curadoria

Foto: divulgação.

Sobre Flora Baltz | Bailarina, educadora na área da dança, preparadora corporal e diretora de movimento. Com formação em balé clássico passando por escolas no Rio de Janeiro, Boston, Filadélfia e Charlotte, atuou profissionalmente na companhia Ballet West, em Salt Lake City (EUA). Em 2019 concluiu o curso de bacharelado em dança pela Faculdade Angel Vianna. Durante o ano de 2020 trabalhou como preparadora corporal da musicista baiana CARU. Em 2021 estagiou durante três meses na Companhia de dança Deborah Colker. Posteriormente fez parte da grade de professores do Centro de Movimento Deborah Colker como professora de balé clássico e dança contemporânea. Atualmente é mestranda no curso de “Práticas Criativas” pela universidade Trinity Laban, em Londres.

Foto: divulgação.

Sobre Guilherme Andrade (Romec) | Guilherme Andrade (Romec) é bailarino profissional formado pela Academia das Artes Carlos Laerte em dança contemporânea e danças urbanas em 2019. Desde então, vem trabalhando com grandes diretores e coreógrafos, como Carlos Laerte, em montagens de espetáculos para sua escola de dança e outros projetos; Filipe Ursão, no ballet do MC Nego do Borel (gravação do DVD); Priscila Motta e Rodrigo Negri, no musical “Matriz da Estação Primeira de Mangueira”. Atuou como bailarino e intérprete-criador na Companhia de dança Deborah Colker, durante um ano e nove meses, de 2019 a 2021. Participou de diversas temporadas, como do espetáculo “Rota” no Teatro Alfa, São Paulo e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e de “Cão Sem Plumas” no The Joyce Theater, Nova Iorque em 2020. Seu trabalho como coreógrafo tem sido reconhecido e premiado em festivais nacionais e internacionais por meio do trabalho desenvolvido com a atriz e bailarina Soffia Monteiro.

CURSOS

Semana 1 (4 a 7 de julho) – “Locking Funk Soul Brasil” com André Feijão; “Danças Afro-Brasileiras” com Valéria Monã; “Freettyle” com Titii Silva; “Passinho Foda” com Laranjinha; “Handstyles” com Salasar Júnior. E Espaço Aberto.

Semana 2 (11 a 15 de julho)- “Movimentação Singular” com Renata Versiani; “Afrohouse” e “Afro-Contemporâneo” com Lenna Siqueira; “Improvisação” com DandaraPatroclo; E Espaço Aberto.

Semana 3 (18 a 22 de julho)– “Oficina Rebolativa” com Jacki Karen; “Passinho Foda” com VN; “Charme” com Jeff Antônio; Roda de Conversa e Espaço Aberto.

Aos sábados, haverá uma programação especial. Semana 1: “Consciência Corporal” com Moira Braga; Semana 2: “Dança Contemporânea” com Lilian Isídio; Semana 3 “Charme” com Jeff Antônio.

Sobre oficinas e acessibilidade

As oficinas que acontecerão durante a semana, serão destinadas à profissionais da área da dança ou artistas interdisciplinares. Cada turma terá 20 vagas, sendo três prioritárias para pessoas transgêneras.

Aos sábados, as oficinas serão abertas ao público, não sendo exigida experiência prévia em dança – também com 20 vagas disponíveis. Podem participar pessoas com deficiência, sendo profissionais ou não. O Festival disponibiliza 50% das vagas prioritárias para pessoas com deficiência. Os professores convidados para ministrar esses encontros desenvolvem suas pesquisas com abordagens inclusivas para que todos possam usufruir das práticas corporais propostas.

As oficinas que serão oferecidas aos sábados são de consciência corporal, com Moira Braga; de dança contemporânea, com Lilian Isídio e, de charme, com Jeff Antonio. Todas são designadas para pessoas com e sem deficiência. Um tradutor e intérprete de libras estará presente, caso haja deficientes auditivos inscritos nesses encontros.

O projeto “Em Movimento” foi contemplado pelo Programa de Fomento Carioca – FOCA 2022, da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Cultura.

Serviço:

Festival em Movimento – Rio de Janeiro

Datas: 4 a 22 de julho

Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro

Endereço: Rua José Higino, 115 – Tijuca (no estacionamento do supermercado Assai)

Classificação: Livre

Atividades gratuitas

Inscrições e informações: https://www.sympla.com.br/produtor/baltazarcultural.

(Fonte: Claudia Tisato Assessoria de Imprensa)

Livros: “Meu Menino Colorido” fala de diversidade LGBTQIAP+ na adolescência

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: divulgação.

Os anos de vivência em sala de aula renderam à pedagoga Zenilda Vilarins Cardozo uma percepção aguçada sobre situações de preconceito de gênero e sexualidade entre crianças e jovens. O que não imaginava era que o próprio sobrinho poderia viver algo semelhante. Guilherme sofreu intensos ataques homofóbicos na escola, mas com o apoio da mãe e da tia, ele conseguiu passar por uma das fases mais difíceis de sua vida.

A experiência de Guilherme e outros jovens que sofrem por não serem aceitos socialmente inspiraram a criação de “Meu menino colorido”, terceiro livro publicado pela autora. Agora Zenilda espera que a materialização da história do sobrinho, hoje adulto, possa ajudar outros jovens que passam pela mesma situação.

No enredo, voltado principalmente ao público pré-adolescente, Zenilda destaca os conflitos internos de um garoto ao se descobrir diferente de outros moradores do Planeta das Caixinhas. Feito de diversas cores, o protagonista sente não pertencer àquele lugar – que separa pessoas em caixas de cores únicas. O preconceito leva-o a pensar em desistir de tudo, mas antes disso é salvo pelo amor da mãe.

Achou que não tinha direitos

Pensou até que tinha defeitos

Sentiu-se no fim da linha…

Chorou deitado em seu leito

Num sonho de ser aceito

Do jeito que lhe convinha.

(Meu menino colorido, p. 13)

Inspirada na literatura de cordel, Zenilda escreveu o enredo em rimas que conferem ritmo à leitura; as páginas com cores vivas remetem à bandeira LGBTQIAP+ e trazem fotos do Menino Colorido em diversas situações: parado em frente ao espelho, no meio de um campo de girassóis e até dentro de um abraço aconchegante. Um boneco de pano foi confeccionado à mão especialmente para compor as fotos da obra.

Para a autora, a estrutura escolar deve acolher os adolescentes com mais debates sobre diversidade e a intensificação do combate ao preconceito. Por isso, ela faz da literatura um meio de promover reflexões sobre o olhar destinado a estes jovens, assim como ressalta a importância do apoio dentro dos lares e nas escolas.

FICHA TÉCNICA

Título: Meu menino colorido

Autora: Zenilda Vilarins Cardozo

Editora: LC Editorial

ISBN/ASIN: 978-65-5872-397-4

Formato: 23 x 23 cm

Páginas: 24

Preço: R$40,00

Onde encontrar: diretamente com a autora aqui.

Sobre a autora| Zenilda Vilarins Cardozo é pedagoga aposentada e faz parte da Academia Gamense de Letras. Além das salas de aula, atuou na Secretaria de Estado de Educação do DF e na Legião Brasileira de Assistência – projeto social de incentivo a mães para ingresso no mercado de trabalho. Por conhecer tão bem a realidade de crianças e adolescentes, trabalha pautas sociais urgentes na literatura: em “Preta de Greve e as Sete Reivindicações” e “Preta Ainda de greve” (Lei Maria da Penha) aborda temas como racismo, falta de representatividade feminina e violência doméstica. “Meu menino colorido” é o terceiro livro da autora.

Redes Sociais: Instagram.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)

Festas Juninas: população deve ter cuidado com balões e a montagem de barracas e fogueiras

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Imagem de Larry White por Pixabay.

As festas juninas estão chegando e, com elas, as barracas, bandeirinhas, comidas típicas, jogos, músicas e fogueiras, as quermesses e toda a alegria que acompanha essa época do ano. No entanto, antes de iniciar a montagem das estruturas e enfeites, a população deve tomar cuidado com a rede elétrica, garantindo a segurança e o bem-estar de todos.

As áreas em que serão realizadas as comemorações devem ser escolhidas observando-se, em primeiro lugar, a segurança. Barracas, enfeites e fogueiras devem estar distantes da rede de distribuição e, para a montagem das barracas, por exemplo, a presença de um eletricista profissional é primordial para checagem das instalações elétricas do local.

Outro assunto preocupante é a prática de soltar balões. Além de ser proibido por lei, ao atingir instalações elétricas ele pode provocar graves acidentes e queimadas que, se ocorrerem próximas de linhas de transmissão e subestações de energia, geram a interrupção no fornecimento de energia para muitos consumidores, além de colocar em risco residências, matas e a vida das pessoas.

“No período de festas juninas, em que muitas pessoas participam da montagem de barracas e colocação de flâmulas coloridas, além de brincar na festa é muito importante que estejam conscientes sobre os riscos que a rede elétrica pode proporcionar. Nosso maior objetivo é promover a conscientização para que possamos contribuir para preservar vidas”, ressalta Marcos Victor Lopes, gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da CPFL Energia.

A iniciativa de conscientização faz parte da campanha Guardião da Vida, que convoca os clientes e prestadores de serviço a se tornarem parte do esforço de sensibilização da comunidade para a preservação da vida. O objetivo é alertar a população sobre os riscos do convívio inadequado com a rede elétrica, além de fornecer importantes dicas sobre segurança.

Veja as dicas da CPFL Piratininga para garantir a segurança no período de Festas Juninas:

– Use apenas produtos com garantia e que apresentem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

– Fique atento ao manusear arames, escadas e outros materiais metálicos usados na montagem de barracas que, em contato com a rede elétrica, podem provocar acidentes.

– Nunca pendure as tradicionais bandeirinhas coloridas em postes e nem coloque enfeites que contenham fios ou cabos metálicos em sua confecção próximos da rede elétrica.

– Não solte balões. Além de serem proibidos por lei, eles podem provocar acidentes graves se caírem em residências, matas, ou sobre rede elétrica, interrompendo o fornecimento de energia e colocando em risco a vida das pessoas.

– Nunca acenda fogueiras perto da rede elétrica. A alta temperatura pode interromper o fornecimento de energia.

– Nunca faça ligações clandestinas para fornecer energia para a festa.

– Consulte sempre os técnicos da distribuidora de energia sobre os parâmetros de segurança com a rede elétrica antes da montagem do evento.

– É recomendado utilizar os serviços de um eletricista profissional para observar todos os cuidados com a rede de iluminação e alimentação (tomadas).

(Fonte: CPFL Piratininga)

40º Festival de Dança de Joinville contará com 703 grupos de 25 unidades federativas brasileiras e de outros dois países

Joinville, por Kleber Patricio

Foto: Nilson Bastian.

703 grupos estão confirmados para a edição histórica que celebrará os 40 anos do Festival de Dança de Joinville. As companhias são provenientes de 25 das 27 unidades federativas brasileiras. Os Estados com mais coreografias confirmadas são São Paulo (1.735), Santa Catarina (650), Paraná (373), Rio de Janeiro (349), Minas Gerais (230) e Rio Grande do Sul (150). Haverá, também, dançarinos para além das fronteiras nos palcos catarinenses, vindos de dois países, França e Paraguai.

Entre os dias 18 e 22 e 24 e 27 de julho, 206 trabalhos passarão pelo palco do Centreventos Cau Hansen, na Mostra Competitiva. No Teatro Juarez Machado, de 20 a 22 de julho, os dançarinos com mais de 40 anos exibirão 39 montagens no Festival 40+. De 25 a 28 de julho, será a vez dos jovens prodígios apresentarem 58 coreografias e concorrerem a um dos prêmios no Festival Meia Ponta, no Juarez Machado.

Serviço:

40º Festival de Dança de Joinville

17 a 29 de julho de 2023

Local: Centreventos Cau Hansen, Expocentro Edmundo Doubrawa e Teatro Juarez Machado, localizados na Avenida José Vieira, 315, América, Joinville e palcos espalhados por Joinville e região

Realização: Instituto Festival de Dança de Joinville e Ministério da Cultura – Governo Federal.

Apresenta: Arcelor Mittal Vega

Patrocínio: CCR

Apoio: Bosch, Grupo Barigui, Havan e Komprão Koch Atacadista

Promoção: Prefeitura Municipal de Joinville – Secretaria de Cultura e Turismo

Venda de ingressos: via Ticket Center (https://www.eticketcenter.com.br) e das 13 às 17h, no foyer do Teatro Juarez Machado, anexo ao Centreventos

Mais informações: https://festivaldedancadejoinville.com.br.

(Fonte: Assessoria de imprensa do Instituto Festival de Dança de Joinville)