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Centro de Estudos do Museu Republicano recebe espetáculo “Raízes Brasilis: Histórias de Povos e Lugares”

Itu, por Kleber Patricio

O Núcleo de Artes Cênicas Sesi Campinas Amoreiras apresenta o espetáculo “Raízes Brasilis: Histórias de Povos e Lugares” no próximo domingo, dia 29 de outubro, no Centro de Estudos do Museu Republicano de Itu, a partir das 16h.

Inspirado no livro “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak, o espetáculo propõe nos aproximar de uma visão mais integrada com a natureza por meio da narrativa de três histórias, com músicas e danças da nossa cultura.

A entrada é gratuita e os 80 ingressos disponíveis serão distribuídos por ordem de chegada. A peça é recomendada para maiores de 10 anos de idade e tem, aproximadamente, 60 minutos de duração.

Museu Republicano

O Museu Republicano “Convenção de Itu” foi inaugurado pelo então presidente do Estado de São Paulo, Washington Luis Pereira de Sousa, a 18 de abril de 1923 e, desde então, subordinou-se administrativamente ao Museu Paulista que, em 1934, tornou-se Instituto complementar da recém-criada Universidade de São Paulo e a ela se integrou em 1963.

É uma instituição científica, cultural e educacional especializada no campo da História e da Cultura Material da sociedade brasileira, com ênfase no período entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX e tendo como núcleo central de estudos o período de configuração do regime republicano no Brasil.

Encontra-se instalado em sobrado histórico em Itu, erguido nas décadas iniciais do século XIX, que se tornou residência da família Almeida Prado. Foi nesse local que se realizou, em 18 de abril de 1873, uma reunião de políticos e proprietários de fazendas de café para discutir as circunstâncias do país e que, posteriormente, se transformou na famosa Convenção Republicana de Itu, marco originário da campanha republicana e da fundação do Partido Republicano Paulista.

(Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada)

Chef Paulo Machado lança Rota Gastronômica Pantaneira “Águas” em Londres

Londres, por Kleber Patricio

Foto: Elis Regina Nogueira e Higor Maranho.

O chef Paulo Machado terá uma semana agitada em Londres, com os lançamentos da nova edição do projeto Rota Gastronômica Pantaneira, que, em 2024, terá como tema “Águas”.

Definitivamente a comida é uma das melhores formas de conhecer a cultura, a geografia e história de um lugar. Hoje, viajar para comer é uma tendência que veio para ficar. Nesta edição, inicia em Porto Murtinho até Corumbá, uma seleção de pratos típicos e preparos que privilegiam produtos locais especialmente preparados pelos 10 empreendimentos turísticos voltados à pesca esportiva, além de desfrutar do conceito sustentável de pescar, fotografar e soltar, muita comida de dar água da boca, como moqueca, coxinha de jacaré, ceviche, peixe assado na brasa e muito mais – uma rota recheada com essas delícias, de paisagens de cinema e pessoas que guardam a cultura pantaneira como um verdadeiro tesouro.

O chef Paulo Machado. Foto: divulgação.

No dia 4/11, o chef Paulo Machado participa da ação na embaixada do Brasil em Londres, participando de um talk sobre sustentabilidade com o Sebrae. Na sequência, 7 e 8/11, o embaixador da gastronomia pantaneira marca presença na WTM (feira/evento de turismo) com cooking show no estande da Embratur.

“O trabalho de divulgar a Cozinha Pantaneira por meio dos eventos internacionais na Embaixada do Brasil em Londres e no evento de turismo de maior destaque do mundo, a WTM, é importantíssimo para mostrar ao público internacional todas as riquezas que temos em nosso estado e no bioma Pantanal. A edição ‘Águas’ da Rota Gastronômica Pantaneira já é um sucesso”, comenta Paulo Machado.

(Fonte: Acervo Comunicação)

Espécies nativas de plantas têm eficácia na recuperação do solo de mineração no Pará

Carajás, por Kleber Patricio

Empresas mineradoras têm o dever legal de realizar um trabalho de recuperação do solo, quando uma área é degradada pela exploração de minérios, como o ferro. Em Carajás, no Pará, uma equipe de cientistas do Instituto Tecnológico do Vale (ITV) e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) avaliou quais seriam as espécies de plantas nativas persistentes nas áreas em recuperação e concluiu que as nativas conhecidas como jureminha (Mimosa acutistipula) e lacre (Vismia baccifera) são ótimas opções. Os resultados da pesquisa estão publicados em artigo da revista científica “Communication in Soil Science and Plant Analysis”.

Os pesquisadores acompanharam o processo de reabilitação ambiental de uma área com solo estéril de mineração de ferro na Província Mineral de Carajás, no centro-leste do Pará. As propriedades químicas do solo foram avaliadas em três diferentes estágios de recuperação do solo com essas espécies: inicial, de até três anos, intermediário, de três a cinco anos, e avançado, de cinco a oito anos após a revegetação.

Na fase inicial do estudo, as amostras de solo coletadas apresentavam baixos teores de fósforo, potássio, cálcio, magnésio e boro, nutrientes fundamentais para a boa qualidade do solo. Cinco a oito anos após o início da vegetação, o acúmulo de matéria orgânica foi maior, tornando o solo mais fértil. Além disso, os pesquisadores observaram que as espécies lacre e jureminha atuam de diferentes formas para tornar o solo melhor. A jureminha, por exemplo, se destacou por apresentar maior teor de nitrogênio nas folhas, o que indica que ela tem capacidade de fixar esse elemento do ar e contribuir com o ciclo de nutrientes para o solo.

O estudo mostra que as duas espécies cumprem três critérios usados para definir se uma planta é adequada para recuperação de solo: elas crescem de forma rápida, têm tolerância às condições ambientais da região e produzem muitas sementes.

Segundo os especialistas, o processo de fazer cobertura do solo degradado não é tão rápido, mas pode ser favorecido através do uso de espécies de plantas nativas, já que elas crescem bem devido a sua adaptação ao ambiente. “Elas têm ampla ocorrência nas áreas de recuperação, são nativas da região e concentram nutrientes importantes para a recuperação do solo, como o nitrogênio”, avalia Silvio Ramos, do ITV e autor do artigo. Com o uso delas, é possível recuperar as áreas impactadas, tornando-as verdes novamente.

O pesquisador aponta outra vantagem do uso de espécies nativas: o incentivo à economia local. As empresas responsáveis pela recuperação compram sementes destas espécies das cooperativas de catadores da região. “Essas pessoas coletam e processam sementes para serem vendidas para a Vale, que faz o uso na recuperação do solo, então tem essa contribuição social importante”, ressalta Ramos.

Os resultados deste estudo destacam a importância da utilização de espécies nativas adaptadas às condições ambientais locais nos processos de revegetação, principalmente em áreas estéreis, em decorrência da mineração de ferro com baixa fertilidade do solo. Essas informações, somadas ao monitoramento contínuo, podem contribuir para o maior sucesso de programas de reabilitação em áreas degradadas e incentivar projetos com as comunidades locais.

(Fonte: Agência Bori)

Grand Hyatt São Paulo apresenta feijoada beneficente em prol da Fundação Laço Rosa

São Paulo, por Kleber Patricio

No dia 28 de outubro, 100% do valor arrecadado com a tradicional Feijuca do Hyatt será revertido para a Fundação. Foto: divulgação.

O Grand Hyatt São Paulo mais uma vez engaja na campanha Outubro Rosa, que tem como objetivo conscientizar e apoiar as mulheres na prevenção do câncer de mama. Neste ano, o hotel prepara uma edição super especial da sua tradicional feijoada que acontece todos os sábados no Restaurante C. No dia 28 de outubro, 100% do valor arrecadado com a venda da Feijuca do Hyatt será revertido à Fundação Laço Rosa, organização dedicada à conscientização e apoio às mulheres que enfrentam o desafio do câncer de mama.

O cardápio é digno de uma experiência gastronômica completa, com todas as opções tradicionais da autêntica feijoada brasileira, além de estações de petiscos e saladas. Para harmonizar, não poderia faltar as famosas caipirinhas de diversos sabores servidas à vontade, assim como um buffet de sobremesas típicas brasileiras preparadas pelo chef de confeitaria Fernando Welter com opções como brigadeiro e cocada.

Para participar e contribuir com essa iniciativa, o ingresso pode ser adquirido antecipadamente pelo site Pacotes Hyatt São Paulo. O valor individual da Feijuca do Hyatt é R$175,00. Crianças de 6 a 11 anos pagam R$87,50 e os pequenos de até 5 anos não pagam.

A Feijuca Beneficente também será realizada no Grand Hyatt Rio de Janeiro e os ingressos para a versão carioca podem ser adquiridos pelo site Pacotes Grand Hyatt Rio de Janeiro.

Sobre a Fundação Laço Rosa | A Fundação Laço Rosa é uma instituição renomada que tem como missão oferecer suporte integral a mulheres diagnosticadas com câncer de mama promovendo a informação, a prevenção e a qualidade de vida durante todo o processo de tratamento.

Serviço: 

Feijuca do Hyatt Beneficente 

Onde: Grand Hyatt São Paulo – Restaurante C

Endereço: Av. das Nações Unidas, 13.301, Itaim Bibi – São Paulo/SP

Quando: 28 de outubro, sábado

Horário: das 13h00 às 16h00

Valores:

Adulto: R$175,00 por pessoa

Crianças de 0 a 5 anos: não pagantes

Crianças de 6 a 11 anos: R$87,50

Crianças a partir de 12 anos: R$175,00.

(Fonte: Approach Comunicação)

Les Ballets Trockadero de Monte Carlo se apresenta pela primeira vez em Curitiba

Curitiba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Ministério da Cultura (Minc), Teatro Positivo e Bradesco Seguros apresentam em Curitiba um espetáculo como nunca visto, com muita irreverência e humor. É o que promete a apresentação da companhia internacional Les Ballets Trockadero de Monte Carlo. O grupo, criado em Nova York na década de 1970, é composto somente por homens, combinando técnica e comédia para retratar situações comuns no mundo do balé clássico. Com 50 anos de história, a trupe é amplamente reconhecida no circuito off-Broadway e percorre o mundo com espetáculos. A apresentação acontece no dia 14 de novembro, às 20h, no Teatro Positivo.

Os Trocks, como carinhosamente são chamados, têm uma conexão notável com figuras de destaque, como o Rei Charles da Inglaterra, Shirley MacLaine e Miss Piggy. Para as performances, carregam 60 fantasias – uma para cada personagem –, encantando os espectadores com a apresentação de grandes clássicos como “O Lago dos Cisnes”, “Go for Barroco” e “Vivaldi Suite”. Até antes da pandemia, a companhia acumulou mais de 61 mil milhas pelos Estados Unidos, Europa e Ásia. Multiplicado pelo número de personagens, é a distância suficiente para enviar um dançarino à Lua, ida e volta, duas vezes.

Embora grande parte dos papéis sejam femininos, a companhia não conta com nenhuma dançarina. Curiosamente, a equipe técnica é composta principalmente por mulheres. Celebrando o espírito da dança e os 15 anos do Teatro Positivo, o diretor da UP Experience, Eduardo Faria Silva, reflete sobre a jornada de celebrações em 2023. “Faz parte da nossa história trazer diversidade. Ao que parece, cumprimos a agenda do ano com essa pluralidade”, completa.

Com apresentação do Ministério da Cultura e da Bradesco Seguros por meio da Lei Federal de Incentivo, o espetáculo é uma realização do Teatro Positivo e da produtora carioca Dellarte. É o terceiro show que essa parceria traz para Curitiba neste ano, todos internacionais. Além destes, o teatro também recebeu o Viva MOMIX, que abriu as festividades em março, e o Quinteto Astor Piazzolla, em agosto. Os ingressos estão disponíveis nas lojas físicas do  Disk Ingressos e no site www.diskingressos.com.br e custam a partir de R$25.

Serviço:

Les Ballets Trockadero de Monte Carlo

Local: Teatro Positivo (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido – Curitiba, PR)

Data: 14 de novembro, 20h

Vendas: www.diskingressos.com.br

Realização: Teatro Positivo e Dellarte.

(Fonte: Central Press)