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Quinta do Olivardo comemora Festa de São Martinho

São Roque, por Kleber Patricio

Convite inclui vinho e suco de uva à vontade durante o evento. Foto: divulgação.

Conhecida por promover e preservar a tradição portuguesa, a Quinta do Olivardo, em São Roque, realiza a 11ª edição da Festa de São Martinho no dia 11 de novembro, das 10h às 16h. O evento é um verdadeiro resgate da cultura europeia, que homenageia o santo e celebra a produção do vinho feita com a colheita de uvas do início do ano.

Idealizador e responsável pela Quinta, Olivardo Saqui destaca a importância da festa, uma das datas mais esperadas no calendário do local. “Esta é uma ocasião especial, na qual as pessoas que participaram da pisa das uvas no começo do ano retornam para degustar o vinho que contribuíram para produzir. Um momento único e cheio de expectativas para os nossos visitantes e para a nossa casa, que prepara tudo com muito carinho”, explica. A experiência também conta com uma oficina onde é possível engarrafar o vinho e personalizar o rótulo.

O cardápio do dia é composto por uma entrada com salada de alface, tomate, cebola e azeitona verde. No prato principal, os convidados podem escolher entre o Bacalhau à Lagareiro (posta de bacalhau grelhado com azeite, cebola, pimentão vermelho, azeitonas, páprica, alho, salsa e azeitonas portuguesas servido com arrozou) ou a Maminha à Portuguesa (maminha assada com folhas de louro, regada com molho madeira e acompanhada de batatas amassadas e arroz branco). A refeição é encerrada com a sobremesa tradicional da casa: o famoso Pastel de Belém quentinho.

Para participar do evento, basta adquirir o ingresso antecipado, no valor de R$249 por pessoa. O convite inclui uma série de benefícios, como almoço, show ao vivo, caneca personalizada da Quinta do Olivardo, castanha assadas, além de suco de uva e vinho à vontade. Crianças de 8 a 12 anos pagam meia.

Mais informações: (11) 98856-3222.

Serviço:

Festa de São Martinho

Data: 11 de novembro

Horário: das 10h às 16h

Local: Quinta do Olivardo – Estrada do Vinho Km 4 – São Roque (SP)

Valor: R$249 por pessoa – crianças de 8 a 12 anos pagam meia

Instagram: @quintadoolivardo

Informações: (11) 98856-3222.

(Fonte: Máxima Assessoria de Imprensa)

Brasil Jazz Sinfônica e Lô Borges fazem concertos memoráveis na Sala São Paulo e Memorial da América Latina

São Paulo, por Kleber Patricio

Em duas apresentações que prometem ser uma grande experiência musical, a Orquestra Brasil Jazz Sinfônica convida Lô Borges e o Grupo DoContra para subirem ao palco do Memorial da América Latina e Sala São Paulo nos dias 25 e 26 de novembro, respectivamente.

No espetáculo, sob a regência do maestro João Maurício Galindo, a Brasil Jazz Sinfônica se une ao cantor-compositor Lô Borges e ao grupo DoContra. A Orquestra, conhecida por sua maestria na fusão de estilos musicais, incorpora cordas, madeiras, metais e percussão em uma sinfonia única. uma ponte entre a tradição erudita e as diversas vertentes da música popular, dinamizando e aquecendo a cena musical brasileira.

O evento apresenta uma jornada musical que abrange sucessos do “Clube da Esquina”, clássicos do “Disco do Tênis” e composições originais de Lô Borges, incluindo canções de seus cinco discos de inéditas. A fusão de estilos e gêneros musicais garantirá uma experiência emocionante e inspiradora para o público.

Os ingressos para o concerto do dia 25, no Memorial da América Latina, já estão à venda pelo Sympla, com valores entre R$90,00 (meia-entrada) e R$200,00. Para a apresentação na Sala São Paulo, no dia 26, as entradas serão disponibilizadas em breve na plataforma INTI, de R$50,00 (meia-entrada) a R$200,00.

Dia: 25 de novembro – sábado

Horário: 20h

Local: Memorial da América Latina

Endereço: Av. Mário de Andrade, 664 – Barra Funda – São Paulo

Ingressos à venda: Total Ticket

Valores: R$90,00 a R$200,00

Classificação Etária: Livre para todas as idades.

Dia: 26 de novembro – domingo

Horário: 20h

Local: Sala São Paulo

Endereço: Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos – São Paulo

Ingressos à venda: INTI

Valores: R$50,00 a R$200,00

Classificação Etária: Livre para todas as idades.

(Fonte: TV Cultura)

“Matilda – O Musical” estreia pela primeira vez no Brasil com arrecadação de livros em todas as sessões

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

Com apoio da Prosegur Cash, “Matilda – O Musical” marca a agenda de eventos do último trimestre de 2023 na capital paulistana. Em cartaz pela primeira vez no Brasil, a obra cativante e divertida reúne 28 crianças no elenco e evidencia a pureza da juventude, a paixão pela educação e a criatividade como força para a mudança. Reforçando o seu compromisso de apoiar a transformação social por meio de projetos que promovam o desenvolvimento educativo, a Prosegur Cash, empresa multinacional referência logística de valores, é patrocinadora do musical via Lei de Incentivo à Cultura.

Além de cultural, o espetáculo terá um importante apelo social. Durante a temporada, aproximadamente nove mil ingressos serão distribuídos exclusivamente para mais de 50 ONGs e escolas da rede pública de ensino. Além disso, a produção do evento prevê gerar mais de 1,6 mil empregos diretos e indiretos. Ainda em sintonia com o tema do musical, todas as sessões contarão com a campanha solidária de arrecadação de livros.

O espetáculo chega ao Brasil com a realização da BIC Produções e coprodução do Atelier de Cultura. Em cartaz de 18 de outubro a 23 de dezembro, no Teatro Claro, em São Paulo, as sessões ocorrem de quarta-feira a domingo. Para saber mais sobre o espetáculo em cartaz, valores e horários, consulte o site oficial do evento.

(Fonte: Llorente y Cuenca Brasil)

Carbono Galeria encerra celebrações de 10 anos com exposição de Carlos Cruz-Diez

São Paulo, por Kleber Patricio

No ano do centenário do artista venezuelano, ‘Explorando a cor: uma década de impressões e múltiplos’ reúne gravuras e esculturas de um dos principais nomes da arte cinética. Na foto, Série Panam 4A, 2010, 24x40cm. Foto: Divulgação.

Para encerrar as celebrações de dez anos de existência, a Carbono Galeria abriu em 28/10 a exposição “Explorando a cor: uma década de impressões e múltiplos”, do artista venezuelano Carlos Cruz-Diez. Elaborada em parceria com a fundação que leva seu nome, a exposição reúne 33 gravuras além de nove esculturas produzidas nos últimos 10 anos de vida do artista, que completaria 100 anos em 2023.

Com curadoria de Carlota Perez-Appelbaum, consultora da Fundação Cruz-Diez, a exposição propõe uma viagem íntima por meio de experimentações do artista, que teve uma carreira prolífica. O visitante poderá contemplar cromografias da Série Panam (2010), que destacam as infinitas possibilidades das formas retangulares, conceito também explorado em trabalhos da série Induction Chromatique Caribeña, de 2018, feitos um ano antes do artista falecer.

“Por meio de técnicas meticulosas, como a serigrafia, a litografia e a impressão a laser, Cruz-Diez transformou o plano bidimensional num parque de diversões para os sentidos. Cada impressão, tal como um instrumento afinado, envolve o espectador numa sinfonia visual que dança graciosamente diante dos seus olhos explorando as interações das cores de uma forma que desafia e encanta a mente”, diz a curadora Carlota Perez Appelbaum.

A cor não é algo estático, mas sim um fenômeno espacial dinâmico. Um exemplo notável disso pode ser observado em “Indução ao Amarelo – Oficina 4” (2012), parte da série “Indução Cromática” do artista. Segundo a curadora, nesta obra, o espectador experimenta um efeito óptico duplo: de perto, é possível discernir intrincadas formas geométricas formadas por linhas paralelas em azul, preto e branco; no entanto, ao se afastar, as linhas diminuem de tamanho, revelando uma tonalidade amarela que cria uma experiência virtual tão vívida quanto as cores da superfície.

Além dos trabalhos em papel, provenientes da Fundação Cruz-Diez, as séries de edições limitadas apresentadas nesta exposição incluem esculturas e objetos manipuláveis que permitem aos espectadores explorarem a cor em três dimensões e em uma escala íntima. Para a sócia-fundadora da Carbono, Renata Castro e Silva, “é muito especial celebrar dez anos com uma exposição de Carlos Cruz-Diez, um dos principais nomes do movimento cinético, junto a Julio Le Parc, Jesús Rafael Soto e Abraham Palatnik. A obra de Cruz-Diez é um marco da arte moderna, a interação entre cores e movimento desperta muita identificação com o público brasileiro”, ressalta a galerista.

Se a arte transcende os limites convencionais e possibilita a expansão das dinâmicas entre cor e luz por meio dos sentidos, “Explorando a cor: uma década de impressões e múltiplos” oferece também uma experiência tátil e interativa que mostra como disposições espaciais, ilusões ópticas e os jogos de cores são características da obra de Cruz-Diez.

Sobre o artista

Carlos Cruz-Diez nasceu em 17 de agosto de 1923 em Caracas, na Venezuela. Seu encantamento pela cor começou quando frequentava a pequena fábrica de garrafas de refrigerante de seu pai, onde o jovem explorou os reflexos de luz e cor causados pelo sol nos vidros. Desde criança, demonstrou uma paixão pelo desenho e, apesar de receber repreensões dos professores na escola, seus pais o incentivaram a explorar as artes. Em 1940, ingressou na Escola de Artes Plásticas e Aplicadas, onde obteve seu diploma como professor de arte, profissão que exerceu até os 70 anos. Na juventude, Cruz-Diez trabalhou como ilustrador e designer gráfico para a revista El Farol, além de colaborar com diversas publicações alternativas. Durante esse período, ele também criou quadrinhos para vários jornais venezuelanos e se envolveu com trabalhos publicitários.

A partir de 1954, começou a se interessar por arte abstrata, desenvolvendo uma série de projetos de murais externos com elementos geométricos. Na década seguinte, em 1965, sua carreira se solidifica no exterior com a participação na exposição antológica “The Responsive Eye”, no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA), evento que consagrou o movimento da arte cinética. Sua obra encontra-se em coleções permanentes de museus renomados, como o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), a Tate Modern, em Londres, e o Centro Georges Pompidou, em Paris, entre outros. Em 2005, fundou a Fundação Cruz-Diez com o objetivo de preservar, desenvolver e difundir o seu legado artístico e conceitual.

Sobre a Carbono

Ao longo de uma década, a Carbono lançou mais de 400 edições de mais de 200 artistas nacionais e internacionais. Única galeria brasileira a trabalhar exclusivamente com múltiplos, realizou no início do ano uma exposição comemorativa com múltiplos de 10 artistas convidados; entre eles, Vik Muniz, Regina Silveira, Sonia Gomes, Artur Lescher, Julio Le Parc e Paulo Pasta. “Completar uma década é um reconhecimento da importância de uma galeria como a nossa, que democratiza e facilita o acesso a um trabalho de arte contemporânea de qualidade”, afirma Ana Serra, sócia-fundadora da galeria.

As edições são obras produzidas em séries limitadas em diversos suportes, como escultura, objeto, gravura, fotografia, vídeo e até instalação. Na Carbono, esses trabalhos são criados a partir de uma cuidadosa curadoria e com o rígido controle e certificação de autenticidade. Assim, a instituição contribuiu para derrubar o preconceito em torno dessas tiragens, criando oportunidades para a formação de novos colecionadores e a ampliando o mercado artístico. Ao apresentar múltiplos de artistas consolidados, a galeria também aumenta o acesso à produção criativa do artista e torna acessível para o público, trabalhos que antes seriam inatingíveis.

Serviço:

Explorando a cor: uma década de impressões e múltiplos, de Carlos Cruz-Diez

Período expositivo: 28/10 até 23/12

Visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 18h; sábado, das 11h às 15h

Entrada gratuita

(Fonte: A4&Holofote Comunicação)

O despertar de uma caixa cor-de-rosa na natureza

São Paulo, por Kleber Patricio

Divulgação/Paula Mazzola.

“Atequenfim: o despertar de uma caixa cor-de-rosa” é uma fábula divertida para crianças de todas as idades aprenderem sobre ecologia, respeito e empatia. Escrito pela psicopedagoga, especialista em sustentabilidade e responsável por ações escolares de consciência ecológica Paula Mazzola, o livro conta a história de uma menina que, ao passar o fim de semana com os avós no sítio, inicia uma grande aventura junto com os animais.

A protagonista desta peripécia é Clara. Após ganhar uma caixa madeira de presente de aniversário, ela decide pintá-la de rosa, nomeá-la de Claralândia e dar um lar aos insetos. Mas esta simples ação tem um efeito inimaginável: ao dormir, ela se transforma em uma lagarta e passa a conviver de perto com a fauna e a flora do local. Com a ajuda dos novos amigos bichos, ela descobre que, para sair da caixa e ver novamente o mundo lá fora, precisa se transformar em borboleta e voar até a superfície.

Repleta de simbolismos e inspirada nas experiências de crescimento da autora, a obra serve como ferramenta para diálogos em família sobre medos, transformação pessoal, convívio com a diversidade e cuidado com a natureza, além de tratar sobre o poder da amizade e dos sonhos. As ilustrações em aquarela, produzidas por Patrícia Sper, reforçam a ludicidade ao levar os pequenos a admirarem a biodiversidade: galinhas, vacas, sapos, caracóis, joaninhas, flores e árvores estão entre as imagens.

“Veja a minha luz: em uma hora brilha, em outra, apaga. Assim como a nossa vida, temos momentos de luz e outros de sombra. Não há como nos manter na luz o tempo todo. Não se cobre tanto, tudo acontecerá no momento certo.” (Atequenfim, p. 103)

Apesar de ser uma narrativa infantil, os pais também são convidados a entrarem em contato com lembranças do passado que são esquecidas durante o tempo. Por isso, a obra fornece aos adultos um meio para se reconectar com os valores da infância. “Torço para que Atequenfim seja inspiração para quem busca se reconectar com a criança interior e encontrar sua única e genuína identidade. Quero que este livro desperte o que há de mais puro na essência das pessoas”, diz a autora.

Ficha técnica

Título: Atequenfim: o despertar de uma caixa cor-de-rosa

Autora: Paula Barini Mazzola

ISBN/ASIN: 978-65-900263-0-9

Formato: 22x25cm

Páginas: 172

Preço: R$49,42 (físico) | R$35 (e-book)

Onde comprar: Amazon

Paula Mazzola. Foto: Divulgação/Vivian Koblinsky.

Sobre a autora | Paula Mazzola é psicopedagoga, escritora e especialista em Sustentabilidade pelo Gaia Education – Unifal. Fez cursos em Teoria U, Mindfulness, Negócios Sociais, Estratégias de Mobilização Social e gerenciamento de projetos. Ela é fundadora da Astera, consultoria que fortalece iniciativas para se tornarem agentes de transformação e regeneração a partir de processos socioambientais. Atualmente, conduz o RegenerAção São Sebastião junto à prefeitura local. O projeto trabalha a recuperação ambiental de encostas e a consciência ecológica nas escolas.

Redes sociais: Instagram | YouTube | Site

Instagram do livro “Atequenfim”: @atequenfim.livros.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)