No último dia 23 de abril 23 de abril, educação amazonense viveu um momento histórico


Manaus
Em obras de grandes dimensões, Andréa Brächer cria uma “floresta desencantada”. Foto: Leonardo Kerkhoven.
A artista visual Andréa Brächer remete às origens da fotografia e às florestas do conto de João e Maria na exposição “Aragem Ramagem”, com curadoria de Eder Chiodetto. A mostra inaugura na terça, 30 de maio, às 11h, no Centro Cultural Correios, localizado na Praça Pedro Lessa, s/nº, Vale do Anhangabaú, Centro, São Paulo/SP. A exposição fica em cartaz até o dia 5 de julho, com visitação de terça a sábado, das 10h às 17h. Entrada franca.
“‘Aragem Ramagem’ tem por ponto de partida o momento em que os irmãos João e Maria – do conhecido conto de tradição oral coletado pelos irmãos Grimm – são abandonados e ficam perdidos numa densa floresta, entregues às ramagens e à própria sorte”, explica Chiodetto. “Em sua produção, a artista visual Andréa Brächer se esmera em investigar instâncias psicológicas do ser humano por meio de atmosferas que suas séries materializam, tendo por referência universos oníricos que ela encontra em fábulas infantis, contos de horror e sonhos”, complementa. Também faz parte da mostra uma instalação de floresta com sons característicos e uma projeção na sala dos Correios, de modo a inserir os visitantes nesse ambiente.
O curador Eder Chiodetto e uma projeção que leva o visitante a uma imersão na floresta. Foto: Leonardo Kerkhoven.
O curador conta que, para realizar um ensaio fotográfico inspirado por esse retorno do homem ao seu habitat primitivo, a artista voltou a investigar as técnicas fotográficas surgidas tão logo a fotografia foi inventada, no século XIX, mesma época em que “João e Maria” foi escrito pelos Irmãos Grimm. “Andréa utiliza um misto de técnicas que ela cria tendo por referência a corrente pictorialista. Tais procedimentos visam sequestrar a nitidez da imagem, além de gerar mutações cromáticas que criam um hiato na temporalidade dessas obras”, observa Chiodetto.
A série é composta por 21 obras de grandes dimensões (algumas chegam a medir 1m por 1,50m), produzidas na técnica histórica fotográfica do cianótipo, tonalizada com erva-mate e ampliada em papel fotográfico.
“A cianotipia é um processo descoberto em 1842 por Sir John Herschel e tem como base sensibilizadora os sais de ferro (ferricianeto de potássio e citrato férrico amoniacal). Durante o século XIX e XX, diversos fotógrafos, profissionais e amadores, e artistas utilizaram a técnica com intenções distintas e eu retomo essa técnica em minha obra”, explica Andréa Brächer.
Natural de Porto Alegre, Andréa Brächer é artista desde o fim dos anos 90. Suas exposições individuais mais destacadas ocorreram nos museus MARGS, MARCO e MAB. Tem trabalhos publicados sobre fotografia histórica/alternativa no Brasil e no exterior. Suas obras integram em acervos públicos e coleções privadas. Sua proposta de base fotográfica busca refletir sobre o universo onírico, por vezes, fantasmático, de fabulações, invenções e de sonho. No doutorado, Andréa desenvolveu uma produção voltada para o universo infantil a partir da leitura de contos de fadas e de horror, assim como da história da fotografia. Atualmente, é docente no Instituto de Artes/UFRGS. Concluiu o PhD em Poéticas Visuais no PPGAV do Instituto de Artes da UFRGS em 2009. Também é fundadora e coordenadora do Grupo Lumen – de Estudos em Processos Fotográficos Históricos e Alternativos – UFRGS.
“Aragem Ramagem” por Andréa Brächer
Local: Centro Cultural Correios – São Paulo
Endereço: Praça Pedro Lessa, s/n, Vale do Anhangabaú, Centro, São Paulo/SP
Como chegar: Metrô – Estação São Bento, saída para o Vale do Anhangabaú
Vernissage: 30 de maio, às 11h
Período: 30 de maio a 05 de julho
Visitação: terça a sábado, das 10h às 17h
Acessibilidade: Rota acessível, elevador e banheiro adaptados.
Site: www.correios.com.br/educacao-e-cultura/centros-e-espacos-culturais/centro-cultural-sao-paulo
Valor: gratuito
Faixa etária: livre.
(Fonte: Milim Assessoria de imprensa)
No final de semana dos dias 2, 3 e 4 de junho, o icônico Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, será sede do NFT.Brasil, a primeira exposição internacional de NFTs realizada na capital paulista e o principal evento do segmento do país que visa impulsionar os NFTs, sigla em inglês para token não fungível, como uma ferramenta disruptiva de expressão ambiental, social e artística; esmiuçar como a nova tecnologia vai impactar o dia a dia das pessoas por meio de novas formas de autenticação, certificação, acesso e automatização, mais segurança, autonomia, privacidade e agilidade, além de estimular o mercado de NFT local e global, conectando o Brasil aos principais mercados de Web3 do mundo.
NFTs são certificados blockchain que autenticam a propriedade de um ativo exclusivo. Esses ativos individuais geralmente vêm na forma de arte, mas a adoção de NFTs tem se expandido em diversas áreas, incluindo esportes, jogos, música, arte e moda, o que sugere que esse tipo de ativo digital pode ter aplicações amplas e diversas. O mercado NFT possui um valor de mercado total de mais de US$11,3 bilhões, segundo relatório publicado pela Verified Market Research (VMR) que previu ainda uma taxa de crescimento anual composta de 33,7% nos próximos oito anos e uma previsão de que seu valor de mercado total pode subir para US$231 bilhões até 2030. Uma pesquisa da consultoria Statista aponta o Brasil como o segundo maior mercado de NFTs do mundo. Com 5 milhões de proprietários de NFTs, o país só está atrás da Tailândia, que tem 5,6 milhões. A lista segue com Estados Unidos, China, Canadá e Alemanha.
O NFT.Brasil, que deve receber cerca de 30 mil pessoas durante os três dias de evento, vai promover palestras e debates de mais de 100 especialistas do Brasil e do exterior. O evento contará com dois espaços distintos no Pavilhão da Bienal: a Exposição Internacional de NFTs, que apresentará a ‘Expo Educativa’ – onde serão apresentados conceitos e cronologia de surgimento da internet as novas ferramentas da Web3; a ‘Expo Artística e Interativa’ – que conta com uma curadoria de mais de 100 artistas nacionais e internacionais e 50 coleções de obras em NFT; a ‘Expo Imersiva’ – espaço com mais de 100m² para promover uma experiência sensorial com arte imersiva; o ‘Espaço de Gaming VR/AR’, com a descoberta de novas realidades; um espaço dedicado aos expositores, e shows nos happy hours com uma programação musical e intervenções artísticas após a atividades do dia para fortalecer a conexão da comunidade Web3 e networking entre os participantes.
As mentes pensantes por trás do evento são os organizadores Marco Affonseca, gestor do MAAC Hub, casa de inovação focada em Web3 e NFT localizada em São Paulo; Edvam Filho, co-founder do NFT.Rio e da Carabela, co-realizadora do NFT.Rio; Lucas Santiago, founder do NFT.Brasil e diretor na Carabela; e Bob Burnquist, lenda do skate mundial e sócio do NFT.Brasil.
Para eles, o NFT.Brasil pretende abrir espaço, conectar, construir e fortalecer comunidades de artistas digitais e Web3 builders no país. “Acreditamos que as novas tecnologias que estão sendo usadas para construção de uma internet descentralizada sejam capazes de criar novas oportunidades de mercado que ainda não chegaram ao Brasil. Queremos que o evento seja o principal agregador de comunidades e projetos da área, estimulando o protagonismo nacional na cena global e provocar a sociedade brasileira a pensar em futuros desejáveis a partir dessas novas tecnologias”, destaca Edvam Filho.
“O evento será um grande momento de conexões para quem busca estar por dentro e de quem já está construindo a Web3 no Brasil e no Mundo; queremos marcar presença nos calendários internacionais de eventos que acontecem ao redor do mundo”, completa Lucas Santiago.
Segundo Marco Affonseca, a missão do NFT.Brasil é promover uma experiência sob a perspectiva da jornada dos diferentes públicos. “A proposta é estar presente na jornada dos diferentes públicos, proporcionando momentos de conexão entre o universo do NFT, as marcas e os diferentes perfis de público que visitarão a Bienal nesse primeiro encontro de muitos que virão”, explica.
Impacto Social
Com o objetivo de promover inclusão e o acesso ao universo dos NFTs a partir de uma parceria inédita entre o NFT.Brasil e o G10 Favelas (maior grupo de favelas do mundo), jovens das regiões periféricas de São Paulo poderão conhecer e descobrir um pouco mais sobre o segmento durante a realização do evento. Parte dos ingressos será destinada para comunidades localizadas em São Paulo que fazem parte do G10 Favelas para proporcionar um ambiente de educação focado em engajar jovens da periferia no mundo da NFT e suas aplicabilidades. Além disso, os organizadores do evento vão reverter parte da receita do evento em investimentos em ações nas favelas do G10. A curadoria educacional está por conta de Br Punk.
Público
Entre os dias 2 e 4 de junho, o NFT.Brasil vai receber uma diversidade de pessoas entre creators, gamers, artistas, developers, investidores, acadêmicos e entusiastas, com expectativa de mais de 20 mil pessoas visitando a exposição e participando da programação de talks e palestras.
O objetivo é reunir os heavy users – desenvolvedores, artistas digitais, programadores e especialistas em metaverso, clockchain, cryptomoedas e os new users – uma nação de curiosos das mais diferentes verticais de negócios com um único objetivo: descobrir, experimentar e recomendar esse mercado.
Além do público que visitará o Pavilhão da Bienal de São Paulo, o NFT.Brasil conta ainda com dois espaços digitais no metaverso onde a exposição continua acontecendo durante todo ano de 2023.
Speakers
Proporcionando um grande encontro das principais vozes do segmento, o NFT.Brasil vai reunir representantes de diversos projetos baseados que dialogam com as tecnologias NFT e Web3.
Dentre os speakers confirmados está Bob Burnquist, lenda do skate mundial que irá participar do painel “NFTs e o futuro dos esportes – O jogo está mudando”, no dia 2 de junho, e vai realizar o lançamento oficial de sua coleção de NFTs em parceria com a Reserva. Outro nome que confirmou presença no evento foi Marcello Serpa, um dos publicitários mais premiados e reconhecidos da indústria criativa latina, que recentemente participou da criação e lançamento da coleção Surf Junks, que reúne uma comunidade de amantes do surf. Antônia Souza, que liderou a estratégia do time de metaverso na América Latina na Meta, onde se consolidou como especialista no assunto na região; Felipe Cabral, B2B Product Manager do Mercado Bitcoin e fundador do Banco Aberto; Carl Amorim, fundador do Blockchain Research Institute no Brasil, criador do Blockchain Hub Brasil e da Revista Blockcahin Business Review; Larissa Barros, fundadora da Agenda Crypto e coordenadora crypto e web3 da Favela Inc, hub tecnológico no Vidigal; Guta Nascimento, jornalista especializada em onboarding em Web3, Blockchain e Metaverso. Foi diretora da Revista Claudia. Em televisão, trabalhou no Jornal Nacional, Jornal da Globo e Jornal Hoje, da TV Globo. Baseada em Nova York, participou de grandes coberturas internacionais como a Guerra de Kosovo; Kei Shiozawa, idealizador e criador do Grupo Criptoninja, tem sólida experiência no mercado de criptomoedas e é considerado um dos maiores especialistas deste mercado no Brasil; Juliano Kimura, eleito duas vezes melhor profissional de redes sociais pela ABCOMM, melhor agência de Social media pela E-Awards Internacional e dois prêmios no Social Media Week Awards; Felipe Ribbe, ex-head de inovação do Clube Atlético Mineiro, clube que foi pioneiro em iniciativas de web3 no esporte. Outros speakers na programação do site do NFT.Brasil aqui. A curadoria de talks e palestras é feita por Fernando Souza e Guta Nascimento.
Artistas
Com objetivo de posicionar artistas nacionais e conectar a cena internacional de NFTs, a curadoria do NFT.Brasil vai apresentar mais de 70 artistas brasileiros de diversas cidades do país destacando a diversidade e qualidade dos trabalhos criados por artistas como Ottis, Pessanha, Fesq, Priscila Nassar, Elektra, Maria Mario, Taís Koshino, Uno de Oliveira, Monica Rizzoli, Marlus, Monica Piloni, Calvet, Jmarinovfx.Eth, Noinah, Erick (snowfro), Deekay, Marc Tudisco e Vinnie Hager, entre outros.
Além desse time de artistas, a curadoria ainda conta com o lançamento de algumas coleções de NFTs como a Indigenas.Art, uma coleção de artistas indígenas que está utilizando o NFT como forma de divulgar e comercializar suas obras de artes.
Bob Burnquist também vai fazer no evento o lançamento oficial de sua coleção de NFTs em parceria com a Reserva. Seguindo o conceito “figital”, a coleção busca unir o físico ao digital com shapes personalizados e suas versões digitais. Os shapes de skate serão pintados à mão e assinados por Bob Burnquist. Depois, serão comercializados através de NFTs com a originalidade verificada a partir da tecnologia blockchain. A curadoria artística é de The Unstable DAO Lab.
Coleções | Os principais colecionáveis de NFTs do mundo estarão presentes na primeira exposição internacional de NFTs realizada na capital paulista: Bored Apes Yacht Club, Cryptopunks, Where My Vans Go, Nouns, Clonex, Doodles, Otherdeed + Koda, Burned Picasso, Moonbirds, Cool Cats, Carpoolers, Surf Junkies e Cryptorastas, entre outros.
Metaverso & Digital | O NFT.Brasil será um evento híbrido e descentralizado que vai marcar presença no Metaverso com dois espaços onde as pessoas poderão visitar a exposição de obras digitais que estará disponível a partir do dia 10/05. Para visitar o metaverso, acesse o site do evento.
Ingressos
O ingresso para participar da programação de palestras do NFT.Brasil será um NFT que dá início a uma série de benefícios para os holders (donos) desses ativos digitais. Com ele, o participante terá acesso livre à Primeira Exposição internacional de NFts, além acesso aos palestrantes e convidados, conteúdos exclusivos, brindes e sorteios. A NFT é dinâmica e se transformará em uma arte exclusiva do encontro.
Os ingressos para os três dias de evento custam R$300,00 e já estão disponíveis no site oficial do NFT.Brasil. Os ingressos para a exposição estão sendo vendidos no site https://ticketfacil.com.br/.
Assista o vídeo do evento.
Serviço:
NFT.Brasil
Data: 2 a 4 de junho de 2023
Horário: Das 9h às 19h (talks e palestras) / das 19h às 23h (shows)
Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo (Pavilhão Bienal) – Parque Ibirapuera – Portão 3
Endereço: Av. Pedro Alvares Cabral S/N – São Paulo (SP).
(Fonte: Virei Notícia)
Com a finalidade de levar a cultura da música orquestral a diferentes públicos, a série “Concertos na Comunidade” da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba volta a se apresentar na cidade, desta vez, nos bairros Jardim Brasil e no Centro de Indaiatuba, nos dias 3 e 4 de junho.
No programa, obras do barroco e também de compositores brasileiros que transitam entre a música clássica e a popular; tais como “Allegro” (Eine Kleine Nachtmuzik), de Mozart; “Concerto Grosso em Ré Maior op. 6 nº 4”, de Arcangelo Corelli; “Ponteio”, de Claudio Santoro; “4 Momentos”, de Ernani Aguiar; e “Incelença e Mourão”, de Guerra Peixe.
Além do grupo de cordas da Sinfônica (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), os encontros terão como destaque dois solistas da própria orquestra: Álvaro Peterlevitz (spalla da orquestra) e David França, que além de integrante da sinfônica, também atua como professor na Escola de Música da Orquestra. A regência é do maestro Paulo de Paula.
A realização da série Concertos na Comunidade é da Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba (Amoji) em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, e conta com patrocínio master da Toyota e patrocínio da Tuberfil e Plastek, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo.
Serviço:
Concertos na Comunidade
Data: 3/6 l Horário: 19h
Local: Igreja Matriz da Candelária – R. Padre Vicente Rizzo, 694 – Centro
Data: 4/6 l Horário: 9h
Local: Igreja N. S. Aparecida – R. Lourenço Martim do Amaral, 241 – Jardim Brasil
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(Fonte: Armazém da Notícia)
O publicitário, jornalista e cineasta premiado Brunno Barbosa, sócio da agência Mr. Da Vinci, criou uma nova campanha para a ONG Bandeiras Brancas com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de combater o abandono digital, familiar, o controle parental e a violência nas escolas. Para assistir a campanha, acesse o canal da ONG Bandeiras Brancas no Youtube.
Com a crescente incidência de ataques em escolas no Brasil e em todo o mundo, a campanha tem cunho global e busca alertar a todos sobre a importância de se prevenir e combater esses problemas que afetam a sociedade. “Toda criança emite algum sinal, ficar próximo, dar carinho e atenção são coisas que a inteligência artificial ainda não consegue fazer”, afirma Barbosa, diretor e roteirista da campanha para a ONG Bandeiras Brancas.
O curta-metragem de 2 minutos é o ponto central da campanha, trazendo à tona as consequências graves que o abandono digital e a falta de controle parental podem ter na vida dos jovens e adolescentes. O vídeo também destaca a violência nas escolas, um tema cada vez mais presente no noticiário e que precisa ser combatido de forma efetiva.
A ONG Bandeiras Brancas tem se empenhado em promover a paz e a não violência nas escolas e comunidades por meio de campanhas criativas educativas e iniciativas de apoio às vítimas de violência. Com mais de 20 prêmios ao redor do mundo, a ONG já abordou temas sensíveis como pedofilia, alcoolismo e doação de órgãos. A campanha criada por Brunno Barbosa se alinha aos objetivos da organização e tem o intuito de engajar cada vez mais pessoas na causa da paz e da não-violência.
Segundo o IBGE, em sua última pesquisa realizada em 2022, 40% dos estudantes adolescentes afirmaram que já sofreram bullying e 24,1% disseram que “a vida não vale a pena”. O professor da rede pública municipal de Santa Fé do Sul, André Bonini, destaca: “Meus alunos são adolescentes de 11 a 15 anos, uma faixa etária complicada, e vivencio muitos conflitos no cotidiano escolar. Na maioria deles, a ausência de diálogo é a causa, seja na família ou na escola, e acredito que isso acontece devido à falta de tempo dos pais, ao excesso de trabalho dos profissionais da educação e à diferença entre as linguagens de cada geração”, comenta.
Na internet também é possível encontrar redes que apoiam os crimes, desde vídeos violentos, perfis que incitem o ódio, fóruns e vídeos explicativos de como utilizar armas de fogo que podem ser acessados por crianças e adolescentes que se sentem ameaçados por outros colegas da escola.
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), afirmou que, nos últimos 22 anos, o Brasil sofreu 24 ataques em escolas, sendo que no dia 27 de março, um adolescente de 13 anos assassinou uma professora em uma escola estadual, em São Paulo.
“Por meio dessa campanha, a ideia é alertar pais e mães sobre os cuidados junto aos filhos, mostrando que carinho e proteção ainda é maior do que qualquer coisa desenvolvida pela inteligência artificial para as crianças. Nossa mensagem é um alerta, uma campanha que traz mensagens como abandono familiar, controle parental, bullying, bem-estar emocional, abandono digital e violência escolar. Assuntos para serem debatidos na mídia e no dia a dia familiar”, esclarece o publicitário. “Às vezes, os adultos têm dificuldade em enxergar as crianças e adolescentes como pessoas que devem ser ouvidas. É importante saber o que os filhos fazem na escola, em casa, na internet e o que levam em suas mochilas, com carinho e preocupação, sem um olhar autoritário, e procurar saber quem esses filhos e estudantes são e como estão se sentindo”, reforça Bonini.
A campanha está sendo divulgada em diferentes meios de comunicação e redes sociais, em breve deve chegar aos cinemas e a expectativa é de que ela alcance um grande público e consiga sensibilizar a todos sobre a importância de se combater esses problemas. “A nossa ONG agradece o empenho e dedicação de Brunno Barbosa na criação da campanha e conta com a colaboração de todos para promover um mundo mais pacífico e justo”, afirma em comunicado a Comunicação da ONG Bandeiras Brancas.
(Fonte: Mr. Da Vinci)
A Prefeitura de Indaiatuba iniciou no último sábado (20), por meio da Secretaria de Saúde, o projeto DignaMente para o atendimento psicológico em grupo de pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). Ao todo, participaram do primeiro encontro, realizado no Espaço Bem Viver, 87 pacientes com transtorno de ansiedade, que puderam assistir à palestra da psicóloga Zoica Andrade.
Apenas pacientes encaminhados pela Saúde de Indaiatuba que receberam o convite no portal Minha Indaiatuba podem participar neste primeiro momento. O objetivo do Projeto é avançar com o atendimento psicológico no município promovendo rodas de conversa sobre estratégias de manejo de sintomas depressivos/ansiosos e outras condições importantes em Saúde Mental. A opção por uma atividade em grupo é para que o diálogo coletivo seja favorecido, construindo uma relação de suporte mútuo entre os participantes do projeto.
Cronograma:
17/6 (sábado) – 9h às 11h
Tema: Nutrição e Saúde Mental
Palestrante: Dra. Lara Monteiro de Queiroz Ravazzi
24/6 (sábado) – 9h às 11h
Tema: Saúde Mental – Prevenção e Autocuidado
Palestrante: Dra. Marcia Acevedo Coutinho
01/07 (sábado) – 9h às 11h
Tema: Depressão
Palestra: Dr. Luiz David Finotti
8/7 (sábado) – 9h às 11h
Tema: Doenças crônicas e Saúde Mental
Palestra: Dr. Lauro Aguilar Cangussu.
(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)