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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Duoiro Trio apresenta releituras da Música Popular Brasileira em show gratuito no Casarão

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Criado há dois anos com o intuito de valorizar a Música Popular Brasileira (MPB) em um repertório criado com muita pesquisa e arranjos próprios, o Duoiro Trio apresenta releituras de canções de diversas regiões do país no próximo domingo, dia 10, às 10h, em apresentação no bosque do Casarão Pau Preto. A entrada é gratuita.

Buscando sempre a diversidade de estilos musicais próprios da cultura brasileira, o trio se propõe a celebrar célebres compositores, como Chico Buarque, João Donato, Ivan Lins, Djavan, Rafael Altério, Breno Ruiz, Fito Paes, Flávio Venturini, Milton Nascimento, Lô Borges, Toninho Horta e Boca Livre, entre outros.

Seus integrantes possuem grande experiência na música. Wilson Brisola Fabro é formado pelo Conservatório de Tatuí, habilitado em Canto, Violão Popular e Regência Coral. Participou da Camerata de Violões, do Coral Da Boca pra Fora e há 26 anos desenvolve projetos socioeducativos em prefeitura, Organizações Não Governamentais e empresas que atuam no Terceiro Setor. É habilitado em Gestão Social e Saúde pelo Centro de Formação dos Músicos Intervenientes da Universidade de Estrasburgo, na França. Integra o Duoiro Trio como cantor, arranjador e instrumentista.

Gilberto Gardino Mourão iniciou seus estudos de forma autodidata há 30 anos em instrumentos como timba, atabaque, pandeiro e bateria. Tocou em diversas bandas de Ilhabela, nos mais diversos estilos, entre eles Banana Groove, Trio Bossa Brasil e WashRock, e acompanhou nomes como EffeBrasil, Beto Di Franco, Vitor Cunha, Susy Alberghini. Nando Varoni. Sebastião Sandreschi Neto, Renato Di Franco e Marcelo Totó. Integra o Duoiro Trio como baterista e no vocal.

Fabio Ambiel vem de uma família de músicos e tem seu pai, seresteiro que fez parceria com Nelson Gonçalves e Altemar Dutra, como referência. Participou de várias bandas de rock, blues e MPB, entre elas a Mississipi Breakers, onde foi vocalista e gaitista por 25 anos, participando do primeiro festival de música de Indaiatuba. Foi integrante do Trio Rouxinol, formado com seus pais, com os quais realizou apresentações de músicas mexicanas, italianas e serestas em Indaiatuba e região. No Duoiro Trio, atua como gaitista, arranjador e no vocal.

Duoiro Trio

Data: 10 de dezembro

Horário: 10 horas

Local: Casarão Pau Preto

Endereço: Rua Pedro Gonçalves, 477, Centro

Entrada gratuita.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

CAIXA Cultural São Paulo recebe exposição “Hiper-realismo no Brasil”, de Giovani Caramello

São Paulo, por Kleber Patricio

O artista plástico Giovani Caramello. Foto: divulgação.

A CAIXA Cultural São Paulo apresenta a exposição “Hiper-realismo no Brasil” entre os dias 8 de dezembro de 2023 e 18 de fevereiro de 2024. Criada pelo artista plástico paulista Giovani Caramello, reconhecido pela expressividade de seu trabalho, a mostra chega pela primeira vez a São Paulo depois de passar com sucesso por Curitiba. Reúne esculturas em silicone que reproduzem figuras humanas expressivas e peças produzidas em bronze. A exposição tem visitação gratuita de terça-feira a sábado, das 10h às 18h e aos domingos e feriados, das 9h às 17h.

O artista explica um pouco do seu processo. “São várias técnicas utilizadas; entre elas, cerâmica, resina e as de silicone, que são as mais hiper-realistas, além do bronze, que é a minha nova fase, com uma escultura mais sóbria e monocromática”, comentou Caramello.

O curador Ícaro Ferraz Vidal Júnior acredita que essa exposição fortalece o movimento hiper-realista da arte contemporânea brasileira. Para Ícaro, “Caramello nos apresenta uma série de imagens e personagens com uma linguagem fascinante e sedutora do hiper-realismo e que nos fazem pensar na fragilidade do humano e na impermanência da vida”.

Giovani Caramello iniciou sua carreira com modelagem 3D e buscou a escultura como forma de aperfeiçoar a técnica, despertando assim o interesse pelo realismo. “Em 2013, comecei trabalhando como artista digital e surgiu o interesse pela escultura tradicional, feita à mão, para me ajudar no digital. Só que, quando comecei esse estudo, eu me apaixonei pela escultura e mudei de área”, resume. Ele fez aulas de modelagem com o escultor Cícero D’Ávila, trabalhou como escultor comercial e, pouco tempo depois, começou sua obra autoral com o hiper-realismo.

Serviço:

[Artes Visuais] Hiper-realismo no Brasil, de Giovani Caramello

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo, SP (próxima à estação Sé do Metrô)

Data: 8 de dezembro de 2023 a 18 de fevereiro de 2024

Horários: terça a sábado, das 10h às 18h; domingo, das 9h às 17h

Curadoria: Ícaro Ferraz Vidal Júnior

Entrada Franca

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Acesso a pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Informações: (11) 3321-4400 | Link.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA)

Orquestra Ouro Preto celebra música brasileira de concerto ao lado de grandes solistas

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

A Orquestra Ouro Preto. Foto: Rapha Garcia.

Uma aquarela que bebe na fonte da história da música brasileira e deságua em uma efervescente e criativa cena contemporânea que será interpretada, tocada e cantada no Grande Teatro do Sesc Palladium. É em tom de celebração que a Orquestra Ouro Preto encerra a temporada 2023 da série Domingos Clássicos com o espetáculo “Música Brasileira de Concerto” no dia 10 de dezembro, às 11h.

Segundo o maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico e regente titular da formação mineira, a apresentação dialoga essencialmente com os solistas brasileiros, trazendo ao palco nomes importantes e em ascensão, como o tenor Jabez Lima, um fenômeno que tem estado ao lado da Orquestra em outros projetos, e nomes já consolidados e referenciais, como da soprano Marília Vargas e do pianista Cristian Budu.

Cristian Budu. Foto: Lucca Mezzacappa.

“O pensamento da Orquestra sempre foi mostrar, valorizar e enaltecer os músicos de primeira linha que o Brasil tem e que precisam estar em palco, solando com orquestra, para que possamos não apenas admirá-los, mas também nos inspirar através deles”, afirma Toffolo.

O programa apresenta o “Concertino para Piano e Orquestra” composto por Ronaldo Miranda, obra pela qual o maestro Rodrigo Toffolo nutre extrema admiração, além da presença de composições de notáveis da nossa história musical, como Heitor Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno.

Budu é reconhecido como um dos mais importantes pianistas brasileiros, sendo um dos artistas mais premiados internacionalmente e comparado, pelo próprio Nelson Freire, como um de seus mais talentosos sucessores. Marília Vargas é uma das mais ativas e respeitadas sopranos de sua geração. A suíço-brasileira divide sem tempo entre concertos, master classes e festivais de música, além de sua essencial atuação na formação de novos talentos como professora de canto lírico e canto barroco.

Marília Vargas. Foto: Rapha Garcia.

Marília ainda faz duo com o tenor Jabez Lima numa obra composta especialmente para a Orquestra pela jovem e talentosa compositora Juliana Ripke, que estreia a obra “Marília de Dirceu”, uma cantata mineira sobre texto de Tomás Antônio Gonzaga. “Juliana é uma grande compositora do rol dessas incontáveis mulheres incríveis que contribuem e desenvolvem a música brasileira. E é importante e uma honra deixar cada vez mais claro a competência dessas artistas, especialmente estrear essa obra num espaço tão precioso como é o Grande Teatro do Sesc Palladium. Uma obra de profundidade e destreza musical”, antecipa Toffolo.

Para Jabez Lima, é uma oportunidade única, que deve ser comemorada. “Estou muito feliz em estar mais uma vez com Orquestra Ouro Preto, que tem um carinho e cuidado tão grande no fomento da nossa música e cultura por todo país. As canções do Villa e do Nepomuceno, comumente interpretadas com piano, serão feitas com o acompanhamento da Orquestra, o que será um privilégio. Com certeza os arranjos deixarão ainda mais belas essas canções. Além disso, ter a oportunidade de estrear uma nova obra de Juliana Ripke, uma grande amiga, ao lado de Marília Vargas, completará o concerto com chave de ouro”, afirma Jabez, que vem despontando no canto lírico brasileiro como um dos mais promissores nomes.

“Música Brasileira de Concerto” reafirma mais uma vez o compromisso da Orquestra Ouro Preto com a difusão da música feita no nosso país para que o público possa conhecer e se apaixonar por ela. “É um legado enorme que a gente deixa, sementes estão sendo colocadas e que estão fertilizando um campo muito importante que é nossa raiz. Fechar a temporada do Domingos Clássicos com esse concerto será um momento muito simbólico nesse encontro de gerações da música brasileira e deixa uma pista do que vamos fazer em 2024”, afirma o maestro.

Serviço:

Orquestra Ouro Preto – “Música Brasileira de Concerto”

Data: 10 de dezembro de 2023

Horário: 11 horas

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, centro)

Ingressos: www.sympla.com.br ou na bilheteria do teatro

Informações: www.orquestraouropreto.com.br.

(Fonte: A Dupla Informação)

Maestro Thierry Fischer rege Osesp em concertos que terão também violoncelista francês Gautier Capuçon

São Paulo, por Kleber Patricio

Osesp e Thierry Fischer. Foto: Laura Manfredini.

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp se apresenta entre 7 e 9/dez na Sala São Paulo, tendo novamente à frente seu diretor musical e regente titular, o suíço Thierry Fischer, e o violoncelista francês Gautier Capuçon como solista convidado. O repertório reúne duas obras do tcheco Antonín Dvorák – seu Concerto para Violoncelo, com Gautier, e três das populares Danças Eslavas –, e a Sinfonia nº 7 do finlandês Jean Sibelius. Vale lembrar que a apresentação da sexta-feira (8/dez) terá transmissão ao vivo no canal oficial da Osesp no YouTube.

Sobre o programa

Sétima peça criada nos Estados Unidos pelo tcheco Antonín Dvorák (1841–1904), que por dois períodos viveu no país americano, o Concerto para Violoncelo foi composto entre novembro de 1894 e fevereiro de 1895. Seu final, contudo, foi substancialmente ampliado após o retorno definitivo do compositor à Boêmia, em abril de 1895, e a obra foi concluída apenas em junho daquele mesmo ano. A simples existência deste que é um dos mais formidáveis concertos para violoncelo já compostos é surpreendente, dado que o compositor, apesar de considerá-lo “um belo instrumento”, dizia: “seu lugar é na orquestra e na música de câmara. Como instrumento solista, ele não é muito bom”.

Osesp e Thierry Fischer. Foto: Beatriz de Paula.

Não raro entre os críticos, a Sétima Sinfonia de Jean Sibelius (1865–1957) é considerada a mais expressiva conquista musical do criador finlandês, pois nela tudo está profundamente interligado, tudo se corresponde. Suas tocantes melodias e o material de fundo derivam das múltiplas e radicais transformações de seu único e verdadeiro tema, o dos trombones, que é ouvido três vezes ao longo da obra. Com base em anotações do próprio compositor, há quem sugira que o tema evoque sua esposa Aino e a harmonia do ambiente doméstico. Apoteótico, o hino dos trombones emerge em contextos distintos. Em sua segunda ocorrência, por exemplo, ele se digladia contra um pano de fundo sonoro confuso, ansioso, reminiscente das angústias existenciais, do isolamento e das desilusões que assombraram o mítico criador em suas últimas décadas de vida.

A fim de resolver um desacordo em relação à remuneração que o editor alemão Fritz Simrock propusera por sua Sétima Sinfonia, Dvorák escreveu como complemento as oito Danças Eslavas, Op. 72, entre junho e julho de 1886, orquestrando-as entre meados de novembro de 1886 e 5 de janeiro de 1887. O conjunto de 16 danças é emblemático do “período eslavo” do compositor e não faz, diferentemente das Danças Húngaras de Brahms (nas quais foram inspiradas), uso direto de melodias já existentes, oferecendo criações inteiramente originais inspiradas na tradição de sua terra. Como notam estudiosos e editores do compositor, essas peças aludem a uma profusão de danças de todas as partes do mundo eslavo (Polônia, Sérvia, Ucrânia, Eslováquia e outras regiões).

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp | Fundada em 1954, desde 2005 é administrada pela Fundação Osesp. Thierry Fischer tornou-se diretor musical e regente titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop, que agora é Regente de Honra. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Em 2016, a Orquestra esteve nos principais festivais da Europa e, em 2019, realizou turnê na China. Em 2018, a gravação das Sinfonias de Villa-Lobos regidas por Isaac Karabtchevsky recebeu o Grande Prêmio da Revista Concerto e o Prêmio da Música Brasileira. Em outubro de 2022, a Osesp — Orquestra e Coro — estreou no Carnegie Hall, em Nova York, realizando dois programas — o primeiro, como convidada da série oficial de assinaturas da casa e, o segundo, com o elogiado projeto “Floresta Villa-Lobos”. Na Temporada 2024, a orquestra celebrará 70 anos de história com programação especial e a realização de uma turnê internacional.

Thierry Fischer | Desde 2020, Thierry Fischer é diretor musical da Osesp, cargo que também assumiu em setembro de 2022 na Orquestra Sinfônica de Castilla y León, na Espanha. De 2009 a junho de 2023, atuou como diretor artístico da Sinfônica de Utah, da qual se tornou diretor artístico emérito. Foi principal regente convidado da Filarmônica de Seul [2017–20] e regente titular (agora convidado honorário) da Filarmônica de Nagoya [2008–11]. Já regeu orquestras como a Royal Philharmonic, a Filarmônica de Londres, as Sinfônicas da BBC, de Boston e Cincinnatti e a Orchestre de la Suisse Romande. Também esteve à frente de grupos como a Orquestra de Câmara da Europa, a London Sinfonietta e o Ensemble Intercontemporain. Thierry Fischer iniciou a carreira como Primeira Flauta em Hamburgo e na Ópera de Zurique. Gravou com a Sinfônica de Utah, pelo selo Hyperion, “Des Canyons aux Étoiles” [Dos Cânions às Estrelas], de Olivier Messiaen, selecionado pelo prêmio Gramophone 2023, na categoria orquestral. Na Temporada 2024, embarca junto à Osesp para uma turnê internacional em comemoração aos 70 anos da Orquestra.

Gautier Capuçon. Foto: Anoush Abrar.

Gautier Capuçon | Nascido em Chambéry, na França, Gautier Capuçon dedica-se intensamente a explorar e expandir o repertório do violoncelo e a promover projetos educacionais para jovens músicos. Com essa ideia, criou sua própria fundação filantrópica, além de apoiar a Associação Orchestre à l’École. Na temporada 2022-23, Capuçon une-se às sinfônicas de Boston, Chicago, São Francisco e da Bayerischer Rundfunk, às filarmônicas de Leipzig, de Munique e da República Tcheca, além de às orquestras de Paris, Tonhalle (Zurique) e à própria Osesp. Seus projetos atuais incluem colaborações com Lera Auerbach, Danny Elfman e Thierry Escaich. É artista curador na Konzerthaus Dortmund e toca em importantes festivais, incluindo os de Salzburgo, Grafenegg e Verbier. Gravando exclusivamente para a Warner Classics, seu último álbum, “Sensations”, de 2022, explora peças curtas de diferentes gêneros. “Emotions”, de 2020, permaneceu em primeiro lugar nas paradas por mais de 30 semanas, vendendo mais de 110.000 cópias. Apresenta-se com um Matteo Goffriller de 1701, chamado “L’Ambassadeur”.

PROGRAMA

TEMPORADA OSESP: THIERRY FISCHER E GAUTIER CAPUÇON

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

THIERRY FISCHER regente

GAUTIER CAPUÇON violoncelo

Antonín DVORÁK | Concerto para Violoncelo em Si Menor, Op. 104

Jean SIBELIUS | Sinfonia nº 7 em Dó Maior, Op. 105

Antonín DVORÁK | Três Danças Eslavas.

Serviço:

8 de dezembro, sexta-feira, às 20h30 – Concerto Digital

9 de dezembro, sábado, às 16h30

Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16

Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares

Recomendação etária: 7 anos

Ingressos: Entre R$39,60 e R$258,00 (valores inteiros)

Bilheteria (INTI): neste link

(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners

Estacionamento: R$28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$16,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo mediante comprovação.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

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(Fonte: Fundação Osesp)

Premiação elenca os 15 melhores hotéis fazenda do Brasil

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Leitores de todo o país votaram e elegeram os 15 melhores hotéis fazenda do Brasil. O resultado da lista faz parte do Prêmio Melhores Destinos 2023/2024, que teve mais de 26 mil votos nesta edição.

O primeiro lugar do ranking nacional ficou para o Hotel Vale da Mantiqueira, em Virgínia, sul de Minas Gerais. Considerado como o melhor hotel fazenda do país, o Hotel Vale da Mantiqueira é abraçado por montanhas e rodeado pela natureza. O local encanta por toda a receptividade mineira e o aconchego. As hospedagens Estribo Hotel Estância, no Rio Grande do Sul, e o Fazzenda Park Hotel, em Santa Catarina, completaram o top 3 do prêmio, respectivamente.

Para chegar ao ranking, cada leitor avaliou as hospedagens em que já ficou e deu uma nota de 1 a 10 nas categorias conforto e gastronomia. Dentre todos os concorrentes, o primeiro colocado teve a maior nota em conforto (9,88) e também foi bem avaliado no quesito gastronomia (9,84).

Os hotéis fazenda são uma ótima opção de hospedagem, principalmente para aqueles viajantes que amam encontrar tudo o que precisam dentro do próprio hotel. Além das inúmeras atividades, eles costumam oferecer muita comida boa e quartos confortáveis bem pertinho da natureza.

Promovido pelo maior site de viagens do Brasil, o Melhores Destinos, o prêmio foi criado em 2016 após a equipe sentir falta de uma premiação unicamente baseada na opinião dos leitores, que realmente visitaram ou usaram os serviços e poderiam avaliá-los com propriedade.

Confira os detalhes das notas do ranking desta edição:

Prêmio Melhores Destinos 2023/2024

O Melhores Destinos divulga diariamente promoções de passagens aéreas, hotéis, pacotes de viagem, resorts, seguro viagem, aluguel de carro, malas e passeios, assim como ofertas de pontos, milhas e contas internacionais, além de conteúdos sobre viagens. Por isso, a pesquisa é tão importante para os leitores do site estarem sempre atualizados quanto aos melhores prestadores de serviços e destinos interessantes a serem explorados.

Vencedores do Prêmio Melhores Destinos 2023-2024

Melhor companhia aérea nacional: Azul

Melhor companhia aérea internacional: Emirates

Melhor resort do Brasil: Japaratinga Lounge Resort

Melhor hotel fazenda do Brasil: Hotel Vale da Mantiqueira

Melhor seguro viagem: Allianz Travel

Melhor parque aquático: Acquamotion

Melhor parque de diversões: Beto Carrero World

Melhor destino do Brasil: Pomerode, Santa Catarina

Melhor destino internacional: Egito

Melhor programa de milhas internacional: AAdvantage

Melhor programa de milhas nacional: Tudo Azul.

(Fonte: Melhores Destinos)